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5º sessão da mesa de D&D do Gabriel

06/11/2009

5º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Passada a treta da última sessão o mago anão pirado (que chama Drei) diz que vão usar esse incidente como desculpa pra atacar o castelo do vampirão. Diz que eu vou levar um discípulo dele comigo. Logo aparece um anão maguinho, se apresenta como Hesvec (eu acho), pergunta que magias ele deve preparar, digo que de proteções tá bom.

Vou atrás de Farawind e a encontro numa sala com um capitão ou algo assim dos anões, chamado Artie. Entro na conversa, ele explica o plano de invasão, onde trombaremos os filhos do Vampirão e se pá o próprio. Os anões vão abrir o caminho por uns corredores e eu, Farawind e Hesvec seguimos dali. Depois o cara pede licença pra falar comigo sozinho, o resto sai da sala. Ele diz que o mago pirado Drei pode estragar toda a missão se ele despirocar e ficar soltando magias pra todo canto, diz que o local é bem guardado e as magias só vão atrair mais encrenca e se eu puder, se Drei ficar soltando muita magia sem necessidade pra eu mandar ele parar. Artie me diz também atacar qualquer anão que não seja um dos caras que irem conosco pra missão pois os inimigos podem nos iludir usando aparências inofensivas. Digo que vou socar quem quer q apareça, mesmo que seja dos anões que forem com a gente, já que se podem usar a aparência de anões podem usar a dos amigos também. O cara concorda, e me diz sobre uma profecia que tem a ver comigo, algo sobre quando as espadas se cruzarem eu receberia a luz. Ele chama os anões que vão com a gente, me apresenta e depois deixo eles pra lá.

Dwarf

Artie - O Anão meio-morsa

Acho Farawind, ela tá meio encucada com as atitudes dos anões com o tal Drei que até onde ela ouviu o cara pode mesmo estragar a festa toda, que não entende muito de porque fomos designados pra isso, além sermos mais aptos a socar mortos-vivos. Eu digo que nós somos a parte caótica do plano, o elemento surpresa, pois o inimigo espera os anões e eles são rígidos e previsíveis, nos incluir na treta altera tudo. E Drei se enquadra nisso também, pois o cara não é um anão típico e vai ter noção suficiente pra não estragar tudo. Ela pergunta sobre Lord, o cara do machadão, mas como o rei disse ele foi dar um passeio. Ela diz que não estamos ajudando ele se nem estamos com ele, eu digo que não precisamos estar com ele, apenas lutar pela mesma causa. Deixo ela pra lá e vou atrá de Drei.

Trombo ele enfurnado nos livros. Espero ele voltar e me dar atenção total, digo pra ele da preocupação da galera dele ficar soltando magia adoidado, peço pra ele ter juízo e maneirar, ele aceita.

Horas depois vamos pra invasão. Os anões vão abrindo caminho na porrada e nos deixam num corredor que temos que seguir sozinhos. Umas caveiras vem encher o saco mas pulo por elas, Farawind segue voando transformada em pássaro, Hesvec segue atrás flutuando, deixamos as caveiras se entendendo com os anões porradeiros.

Farawind acaba seguindo pelo caminho errado, conseguimos trazê-la de volta, obviamente havia ilusões pelo caminho. Vamos seguindo até que teias aparecem, vamos desviando até chegar numa sala com um gárgula paradão. Desviamos e seguimos. Mais teias e caminhos errados, eu acabo preso numa teia, depois dum esforço eu saio. Nessa aparece Pérola, a monge da Paty que veio nos ajudar. A gárgula cola na gente e começamos a tretar. caveiras chegam depois de um tempo. Começamos a atacar uns aos outros por causa de ilusão, até que Farawind arrebenta as caveiras e nós a Gárgula. Hesvec fica todo emo chorandinho com medo, dou uns tapas nele e mando virar homem. Vamos seguindo.

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Taí um monstro que cabe em qualquer aventura

A frente vemos Artie e mais um dos anões feridos e sinalizando pra gente. Alerto todos que é uma armadilha e partimos pra porradas. A ilusão cai, o anão genérico é um corcundão fortão morto-vivo. O Artie é um fresco pomposo com um florete. Vamos socando, o grandão dá uns tapas bem fortes mas Hesvec cura a galera, eu vou pra cima do fresco, tento desarmar ele com meu sai mas acaba é perdendo o sai. Depois do grandão já estar bem estragado e o próprio fresco mal das pernas ele resolve fugir. Com uns pulões travo a saída dele e desco a porrada. Aparecem uns caras aleatórios pra ajudar, o elfo, halfling e mulher nariguda que trombei no barco voador. Eles dizem que estão lá caçando o vampiro.

Logo nos reencontramos com Artie e os milicos no local marcado. Ele passa o progresso do plano, aparentemente o fresco do florete era um dos filhos do vampirão. Ele passa onde devemos ir agora, atrás dos outros dois filhos, nosso grupo vai atrás de um e o grupo da nariguda vai atrás de outro. Ele diz que precisamos duma chave bizonha pra chegar num ponto especial lá, manda a gente ficar de olho.

Seguimos até uma sala onde tá tudo coberto por entranhas e mortices, e se revirando na nojeira três vermes da carniça. No outro lado da sala tem um trono vazio. Aparece um fantasmão dum nobre, provavelmente o filho do homi. Farawind diz que vai pegar o fantasma enquanto cuidamos dos vermes. Hesvec explica que os bichos paralisam com seus tentáculos por tempo suficiente pra nos comer, então atacamos de longe. Hesvec também diz que tem um pergaminho de luz do sol ali, peço pra usar se precisarmos.

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Quem vocês vão chamar?

Hesvec faz um círculo mágico de proteção que pega ele e Farawind, ela taca as pedras mágicas dela mas o cara nem liga, vai pra cima. Eu taco shurikens nos vermes enquanto Pérola os soca. O fantasma fica invisível e fica voando, Hesvec usa magia pra ver o invisível e fica vigiando o cara. Farawind toma uma tentaculada e fica paralisada. Eu assumo a treta com o fantasma. Pérola termina os vermes. O fantasma toma uns murros  meus mas a maioria atravessa. Eu já meio capenga Pérola pede pro tal dar a chave. Ele vai até um compartimento e abre mostrando a chave,  pergunta que somos, digo que viemos chutar a bunda do vampirão e sua laia. Mando Hesvec soltar o troço de luz, tudo brilha, Pérola vai com tudo pegar a chave, o fantasma passa com gosto a espada pelo pescoço dela mas erra. Eu aproveito e sento o reio nele, mandando pro beleléu. Paramos aí…

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Até a próxima, amiguinhos

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1º sessão da minha mesa de M&M aleatória

06/11/2009

1º sessão da minha mesa de Mutantes & Malfeitores aleatória

Mesa genérica, então não espera muito, é só farra mesmo. Nessa todos tem uma introdução comum. Cada um é de uma época diferente. A Graci é Xifeng, uma imortal das lendas chinesas kung fuzeras. Danizinho é Centurion, policial especial de Tokyo do século 23 com seu parceiro cachorro robótico inútil. E Alex com Alex Masters, aventureiro inglês do século 19 que é truta dos espíritos africanos e mexe com animais. Todos lutavam em seus respectivos tempos contra um vilão desconhecido, um crânio flutuante com um manto e uma ampulheta pendurada onde seria o pescoço, além de poderes de se transformar em areia. Num momento da luta, devido a xabus aleatórios os momentos se conectaram e os heróis passaram a se verem na luta, e mais xabus depois tudo foi pros ares e energias começaram a rolar. Foram jogados num túnel sem gravidade onde imagens de tempos diferentes passavam pelas paredes. Sem muito o que fazerem pra evitar são jogados pelo túnel, o crânio malvado aparece gigantão aloprando eles  e caem em algum lugar. Daí começamos a zica toda.

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Aparecem num lugar árido, com o sol na jaca, ouvindo gritaria. Depois de passar a zonzêra avistam uma horda de homens pelados e primitivos correndo loucamente em direção deles, com lanças, pedras e porretes. E um vagão de metrô todo enferrujado enterrado. A horda já vai tacando as tralhas em cima dos heróis. Centurion puxa sua espada energética e deflete uns, o resto se espativa na armadura brilhante dele. Masters sai correndo, já Xifeng fica meio aturdida pela situação e toma umas espetadas pra acordar.

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Bárbaros ululantes

Todos correm dali, sobem morrinhos e vêem num vale um monte de dinossauros, daqueles abobados, passeando de boa. Ou dragões, segundo Xifeng. Achando ser mais seguro com os dinossauros eles descem o morro e vêem as cabecinhas ugabugas no alto do morro xingando eles.

Se apresentam, o cachorro de Centurion faz toda uma propaganda do herói de Tokyo. Deduzem terem sido mandados de volta no tempo ou para algum outro mundo ou dimensão. Notam que pelas teorias não deveriam haver humanos e dinossauros no mesmo período. E percebem que a lua está mais próxima da Terra. Masters vai trocar uma idéia com o dinossauro. Por azar escolheu o único surdo do bando todo. hehehe Depois de um tempo pra chamar a atenção do bicho consegue se comunicar mentalmente. Num consegue nada de útil do bicho, mas enquanto fica fofocando pula de trás duma moitinha um tigrão azulado muito invocado.

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É primo do Gato Guerreiro

Os heróis tretam com o tigrão, Masters o comanda pra ir embora mas outro aparece, mais treta, Xifeng dá umas bicudas, Centurion erra tudo, Masters dá uns tiros, o cachorro robótico de Centurion é despedaçado pelo tigrão, até que o bicho capota com uma pesada bem dada de Xifeng. Centurion recolhe os pedaços de seu parceiro pra consertar depois enquanto Masters analisa o local atrás de um lugar pra se abrigarem. Acha um lugar perfeito, com um enebriante aroma de falha crítica, e todos vão pra lá.
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Chegam numa caverna simpática entre pedras. Não notam bichinhos nem nada de mal, só que a caverna parece certinha demais, toda redondinha. Analisam e acham ranhuras e sinais de que teria sido esculpida, mas sem desenhos ou qualquer detrito pelo chão ou paredes. Vão entrando, improvisam umas tochas e seguem. O caminho continua proporcional, fazendo curvas, ladeiras e subidas suaves. Sentem um ventinho quente vindo do fundo da caverna. Discutem sobre o que tá pegando e sentem um ventinho mais forte e fedido que apaga as tochas. Resolvem sair dali, então escutam algo se aproximando rápido, correm no escuro dando cabeçadas na parede, Xifeng voando, a coisa se aproxima e engole Centurion e Masters. Xifeng consegue manobra e fica em cima da coisa. Tem uma pele dura mas o corpo maleável, Xifeng reconhece que a pele do bicho é responsável pelas ranhuras nas paredes.

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Já tá percebendo o padrão?

Dentro do vermão Masters puxa sua faca e acerta um ponto sensível por sorte. O bicho se chacoalha, Master dá mais umas facadas e é derrubado dentro do bicho perdendo a faca. Centurion dá uns tiros mas num afeta a criatura, se junta a Masters mas são derrubados e ficam tomando linguadas enquanto Xifeng dá uns tapas por fora. Centurion se perde no meio das linguadas e é passado por uma cavidade mais pra dentro do bicho. Xifeng acerta uns golpes deixando o bicho mais chateado e chacoalhante. Masters usa seu controle de animais pra tentar convencer o bicho a soltar eles mas não consegue. Resolve apelar e força o bicho a vomitar, o problema é que o bicho num tinha muita estrutura pra isso, dá umas tremidas e grunhidos e expele tudo que tem dentro dele, heróis, animais, orgãos, bem nojento. Depois de um tempo o bicho para de estrebuchar e nossos heróis passam pelo horrendo mar de vômito e partes de verme. Notam que a armadura de Centurion tá meio danificada e as roupas de Masters tão bem zuadas, efeito do ácido que tinha dentro do bicho.

Quando saem da caverna já está de noite, mas eles lembram que só passaram uns vinte minutos ali dentro, ainda deveria ter muito dia pra passar. Discutem mais sobre o que houve, notam que a noite está quieta demais, nenhum mosquitinho passando. Xifeng voa pra cima pra ver o que rola na área, não vê animais em canto algum, só uns focos de chamas ao longe, e num lugar específico uma concentração maior de chamas no que parece ser uma construção bem alta. Desce, passa o relato e vão seguindo praquela direção discutindo as opções e eventos.

No caminho cai na frente deles uma ossada de pterodáctilo, não vêem ninguém nas proximidades, analisam e não acham nenhum sinal de que o bicho foi comido, só que está um pouco quebradiço. Centurion brilha e sua armadura desliga, aparecendo o japa descabelado. Discutem mais e vão seguindo.

Ao longe avista movimentação de chamas, se aproximam e vêem um humanóide verde com roupas primitivas e uma tocha. Xifeng voa de novo e vê que ele se direciona pruma concentração de chamas, possivelmente um acampamento. Discutem o que fazer e resolvem ir até o acampamento ver o que rola. Vão todos pacíficos, se aproximam bastante até que sejam notados, aparentemente não estavam esperando visitas. Dois humanóides com lagárticos com asas membranosas aterrissam com lanças enquanto uns sem asas vem com tochas e porretes. Cercam os heróis e os questionam. Xifeng consegue compreendê-los e fala com eles, explica a situação deles e pede ajuda. Os lagárticos conversam entre si, meio perdidos com a situação e aquela gente estranha. Um deles revira as coisas de Centurion e encontra os pedaços do cachorro robô, conversam entre si com termos técnicos tecnológicos  estranhos como se reconhecessem o equipamento. Eles chamam os heróis pra ir com eles, e enquanto caminham os heróis notam pendurados nas armas ou roupas dos lagárticos umas madeiras em formato de ampulheta. TÃ NÃÃÃ!!!

Chegam até o acampamento, vários lagárticos curiosos, um deles bem maior, com asas e peças de armaduras pelo corpo abre caminho pelos normais. [Detalhe para um pessoal duma mesa paralela jogando por ali cujas falas coincidiam exatamente com a situação que nossos heróis enfrentavam. Muito foda!] Masters como todo bom cavalheiro inglês estende a mão pra comprimentar o que parecia ser o líder deles. A multidão se espanta, rola um burburinho e o grandão rosna e fica em posição de combate, abrindo as asas enormes e rodeando Masters. Xinfeng pergunta o que tá pegando e o lagártico camarada diz que o Masters fez um desafio formal de pancadaria até a morte.

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BRIGA! BRIGA! BRIGA!

O lagartão abre umas membranas perto das orelhas e guincha cuspindo um troço verde mas Masters esquiva, meio sem muita opção puxa o trabuco e dá na cara do lagartão. A bala bate em sua couraça grossa e fica lá reluzindo à luz do luar. Xifeng fica falando com o lagártico camarada atrás de um meio de interromper a luta. O lagartão voa e agarra Masters subindo com ele lááá pra cima. O camarada de Xifeng explica que o cara teria que fazer uns rituais bizonhos e tudo bem, o problema era falar isso pra ele agora. Centurion pergunta se alguém pode trocar de lugar com Masters, o cara consente, então Centurion diz que vai assumir a treta e aciona sua armadura [música, luzes e poses exageradas pro japa se vestir]. O lagártico fala que tudo bem, se o Masters sobreviver a volta pro chão. Masters tenta atirar e se debater mas nada resolve. Chama por um pterodátilo que passeia por ali e pede ajuda mas o ptero tem muito medo do lagartão pra ajudar na treta, então Masters pede pra que ele o salve quando o lagartão o jogar de volta no chão, o bicho topa. O lagartão desce rodopiando a toda velocidade dando um rasante soltando Masters. Nem Centurion nem o ptero conseguem pegá-lo na queda e Masters se estabaca no chão dando um oi pra inconsciência.

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Xifeng e uma galera vai até Masters enquanto Centurion entra no ringue chamando o lagartão pro pau. O lagartão aceita e já entra em posição de combate. Centurion puxa o pistolão laser e dispara ferindo o lagartão que fica bem puto e parte pro arrebento. Os dois trocam tapas, Centurion ganha uns machucados mas consegue um disparo certeiro que nocauteia o bicho. Xifeng cura Masters que acorda e pega carona no pterodátilo pra sair dali, a galera fica toda empolgada, dizem que agora o vencedor tem que devorar o corpo do perdedor e assumir todas as fêmeas dele. O heróis tentam amenizar a encrenca, explicam que foi só um mal entendido e que não querem zoar nada, o lagartão acorda bem chateado. Todo mundo discute, os heróis insistem em revogar todo o evento, a galera fica meio estressada, então o lagartão bota ordem no pedaço. Diz pra todos como um líder que os heróis vieram ali pra zombar das tradições e ofender as crenças, diz que eles assumiram que só querem deturpar os costumes e aceitam a traição e que vão ser punidos conforme as regras, por Terminus, e a galera repete “por Teeeerminuuuuussss!!!!!”.

Na metade disso Xifeng, que é a única que entende o que o cara tá falando, já diz pro Centurion correr e se pirulita dali. Ou tenta né. HUHUHUHU

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1º sessão da mesa de Lobisomem do Leo

06/11/2009

1º sessão da mesa de Lobisomem: O Apocalipse do Leo

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Ainda somos humaninhos bunda em São Paulo e que nem tiveram sua primeira transformação, somos todos alunos (ou quase) da USP. Eu estou com Antares, futuro Roedor de Ossos Philodox, maldito hippie sujo que perambula pelo campus e tem uma mancha de vitiligo em forma de estrela em volta dum olho, tipo o cara do Kiss. Temos Danizinho como Chicão, futuro Fianna Theurge, estudante de astronomia e nerd. E o Foice como Leo, bad boy motoqueiro estudante de mecânica.

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Antares

Começa comigo passeando pelo campus, trombo umas meninas e depois a galera nerd que inclui Chicão. Falamos abobrinhas, viajo na maionese com teorias malucas, dizem que vai passar um cometa a noite e que vão assistir, viajo dizendo pra nos comunicar com o cometa, mandar fumaça e brisas do naipe. Chicão estranhamente concorda com umas viagens sobre a conexão do homem com a natureza. Uma das minas fica toda perdida no papo zen.

Então chega Leo de motoca, manda eu parar de aloprar todo mundo e me chama pra fornecer erva pra ele, pego carona na moto e vamos passear. Um guardinha camarada para a gente por eu não estar de capacete, Leo fica conversando com o guarda enquanto eu vou embora brisando.

Depois Chicão e Leo descobrem que tá rolando mudança geral nos alojamentos e que os dois vão ficar no mesmo apê, junto com um povo. Colam lá e começam a ajeitar as coisas. Eu ouço falar da mudança no alto-falante, ajudo umas minas a carregar as coisas e fico fascinado por um colar que uma delas tem. Fico falando abobrinhas sobre colares e símbolos, a mina se estressa e sai fora. Volto a andar e vou parar no alojamento de Leo & Chicão, lá os dois discutem sobre quem vai ficar com o quarto que tem janela, até que uma mina se enfeza e diz que eles podem ficar com o dela que tem janela. Fico lá comendo os salgadinhos deles.

Depois da zona eu e Leo vamos pro refeitório descolar um rango. Lugar lotado, acho lugar rapidinho, colo nuns manés aleatórios e fico falando bobagens e enchendo o saco “hippie style” até eles saírem. Ouvimos sobre as festas que vão rolar no dia, sobre umas serem mais fodas que as outras, lanço a idéia de pularmos de festa em festa, de galera, e que vai ser a festa do cometa, vamos passar pelas festas todas aloprando e juntando gente. Logo a idéia tá correndo pelo campus.

Vou dar um rolê e dormir. Sonho com um indião posudo, uma ponte de luz da lua e algo em cima de algo (num lembro o que era). O indião me manda subir e arrumar o troço, eu subo pela luz e arrumo, olho pra baixo e vejo melecas negras envolvendo ele, tento ajudar mas acordo, já de noite, com barulho de festa. Lembro que Leo teve uns sonhos com homens peludos e Chicão também teve coisas assim, mas nem lembro. hehe.

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Será que sonhar com caras grandes, fortes e pelados significa algo???

Vamos pras festas. Numa delas rolando bate-cabeça, Chicão coitado resolve entrar, prestes a ser trucidado Leo chega e a roda abre devido a força do menino. Som rolando, a galera com frescura de ir pra cima, lá de trás eu cutuco um cara e incito ele a ir pra cima, logo outros se juntam ao coro e a onda quebra neles. É, sô ruim. hehe. Uns se arrependem depois dos tapões de Leo, mas continuam, Chicão toma umas mas aguenta, até evita que Leo caia numa hora. Quando a coisa aperta uma mina sem noção entra e tira o povo de cima dos dois, se junta a eles e encara a galera. Mó tensão no ar, eu dou um toque pro DJ colocar uma baladinha romântica pra zoar. Todo mundo relaxa, Leo até chama a mina pra dançar. Festejamos de boa.

Dado momento a mina (que acho que até tinha um nome) menciona que tem uma festa melhor pra gente e nos leva dali. Vamos entrando no  meio do mato, os caras desconfiados e eu já tirando a roupa. Num ponto ela manda esperarmos e vai sozinha, eu nem ligo e sigo pelo mato. Logo ela volta e continua levando os dois. Eu sou pego por um cara grande e peludo cheio de dentes e arrastado pra festa. Somos levados até uma clareira com fogueira e uns manés ao redor. Chega um cara todo pomposo e todos fazem uwolf01ma reverência. Questionamos o que tá pegando, ficam de mistérios e blablabla. Depois de conversas que num levam a nada entramos na onda e ficamos festejando, tomando as cachaças místicas e tudo mais. E paramos por aí.

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3º sessão da mesa de M&M do Benito

30/10/2009

3º sessão da mesa de M&M do Benito

Nessa nós jogamos com nossos pj de nível 8, os eventos ocorrem paralelamente a mesa dos pjs de nível 10. Nesse eu tô como Sagita, um lagartóide arqueiro com flechas mirabolantes. Temos a Graci como Kinema, uma psicona telecinética; o Tib como Darkwing, um cara tipo o asa noturna; e o Fabão com Rider, um engenheiro com uma armadura cheia de gracinhas.

Também somos membros da Aliança, o grupo gigante de heróis, e estamos cuidando de Nova York. Eu e Kinema recebemos informações sobre um roubo rolando numa loja da cidade de noitão. Chegamos lá e vemos uns bandidos levando as coisas. Kinema prende uns no chã com telecinece enquanto eu taco minhas flechas especiais. Um deles resolve atirar pra todo lado mas uma flechada resolve ele. Um cara que estava de longe mas com o grupo resolve fugir. Kinema fica cuidando dos bandidos enquanto eu voua trás do fujão. Ele foje pelo esgoto, vou atrás de boa. Ele chega num carro, eu pulo em cima do carro e vamos passeando pela rua, eu giro o volante com meu rabo fazendo o carro bater e o cara pedalar. Fuçando ele acho uma agenda com infos sobre um compromisso as três da manhã num armazém. Passo pra galera e vamos todos pra lá.

Kinema usa percepção extra sensorial pra ver o que tá pegando lá, vê uma renca de bandido, caminhões, caixas, armas, aparelhos genéricos, e um cara de branco meio kung fu. O cara de branco nota a espionagem e alerta todo mundo, que começam a se preparar. Perdemos o elemento surpresa, partimos pro ataque. Rider desliga a luz do armazém, Kinema estoura a portona com telecinese e tiro começa a voar pra todo lado, e fumaça deixa tudo mais escuro. Umas granadas de luz vem do armazém e nos deixam tontos por um tempo, Rider e Darkwing entram e começam a socar as pessoas. Rider sobe num caminhão e dispara raiões pra todo lado. Kinema arranca o teto com telecinese, vamos capotando os capangas, mas o cara de branco nem dá sinal de vida. Num dos disparos de Rider abre um rombo na parede que uns caras começam a fugir. Kinema e eu vamos atrás, ela os segura na telecinese e eu nocauteio na flechada.

Capangas - Agora na versão numerada

Capangas - Agora na versão numerada

Com os capangas acabados aparece o cara de branco do kung fu. Ele entra numa treta com Darkwing, lance “me mostre o seu kung fu”. Darkwing tá uma varetada mas o cara bloqueia, e devolve com umas bolinhas de fumaça que deixam darkwing tonto. Kinema chega e prende o cara com telecinese, o cara joga uma sementinha e uma árvore toma o lugar dele. Limpamos o lugar, descobrimos que faz parte da tal operação 2012 que não fazemos idéia do que seja, vamos investigar e enrolar por aí. Darkwing foi atrás duns mafiosos, fez umas inimizades mas num conseguiu nada.

No dia seguinte tá rolando uma chuva foda, de virar carro na rua, e recebemos relatos de catástrofes. Um tsunami vindo, a ponte gigantona chacoalhando pra cair, dois trens prestes a se beijarem, além de saques pela cidade. Distribuímos a galera pelas catástrofes, e chamamos mais uns companheiros de Aliança pra ajudar. Vem Kabuto, um armadurado porradeiro e Sahara, uma mina que controla terra. Eu e Sahara vamos cuidar do tsunami. Kinema cuida dos trens, e o resto cuida da ponte.

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Kinema segurou os trens com sua telecinese rapidinho, então foi ajudar com o tsunami. Na praia Sahara foi movendo a terra no mar pra diminuir a onda enquanto Kinema ia segurando com telecinese e eu ia tirando as pessoas e colocando obtásculos no caminho da água pra num avançar muito pra cidade. A onda veio mais baixa, fico ali na praia, molhou um pouquinho mas sussa. Na ponte o povo ficou amarrando os cabos pra segurar a ponte e Rider destruiu uns pontos específicos na ponte pra cair uns pedaços sem levar a ponte toda, dando tempo pra galera sair.

Dias depois de controle de dano salvamos as pessoas em apuros pela tragédia, cuidado de bandidos e ajudando no que pudessemos e o exército tava jogando comida no Central Park por que tava difícil de chegar na cidade. Num momento uns Trols, os caras que usam as drogas que dão poderes, vieram tocar o terror no parque saquear tudo. Vamos lá bater neles, Kinema já tava lá cuidando da segurança, tenta pegar os caras mas o líder é fortão e taca um pedaço do chão nela, a nocauteando. Chegamos e vemos o Trols fazendo a zona, batendo em pessoas, levando as comidas, entramos na porrada, sentamos o prego nos meliantes. Descobrimos que tá rolando um lance da máfia comandando os saques e tretas diversas, mais pra investigamos depois.

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Trolls - Temos que espancar agora antes que amadureçam

Recebemos informes do time na Califórnia dizendo que vão resolver o lance na falha de San Andreas, então redividimos o grupo pra próxima sessão.

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2º sessão da mesa de M&M do Benito

29/10/2009

2º sessão da mesa de M&M do Benito

Nessa o Fabão entrou com o Dínamo, cara que absorve  energias e dispara raiões.

Continuando a encrenca da última sessão, juntamos o grupo e vamos resolver a fuga da cadeia de supervilões. Pulsar juntou umas informações sobre as tretas rolando no mundo e triangulou a fonte da encrenca na falha de San Andreas na Califórnia. Ficamos de ver isso assim que resolvermos a cadeia. Caçamos umas informações sobre a cadeia mas é tudo ultra secreto, sabemos que rola uns inibidores de poder lá que podem nos afetar.

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É tão bom não ter que procurar o vilão, já deixam guardadinhos pra gente.

Chegamos na cadeia, uma ilha artificial do tamanho do maracanã e com vários níveis subterrâneos. Tudo fechado, uma fumacinha saindo. Pulsar e Dínamo avançam por cima pra invadir o lugar. Kodama checa os arredores pra ver se tá tudo bem, ela acha umas partes fragilizadas dos paredões da cadeia. Me passa, então eu reforço os locais com coisas pesadas.

Pulsar e Dínamo passam por uma área que dá uns xabu nos poderes dele, Pulsar perde o vôo e ambos estabacam no chão. Tiroteio rolando entre guardas e prisioneiros, Pulsar e Dínamo tomam tiros de todo lado, atacam de volta os bandidos, e Pulsar toma uma em cheio que o derruba. Dínamo faz uns códigos militares pra dizer que é amigo e os guardas param de atirar neles. Conversa com os guardas, descobre que o Foguentinho que prendemos na outra sessão e mais dois caras estão comandando a zona e pegaram o diretor da cadeia como refém. A fumaceira intensifica, eu lá de baixo dou um pulão e tapão pra tirar um pouco da fumaça mas num ajuda muito. Kodama percebe uns ninjas a observando, ela fica pulando e teleportando pra todo canto pra despistar os ninjas.
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Kodama arma uma pros ninjas se revelarem, eles caem na arapuca e alguns se revelam atacando-a, ela fica grudada no chão. Reconhece o estilo dos caras como similar ao dela. Fica tretando com os caras. Eu dou outro pulão e tapão e tiro a fumaça. Pulsar acorda e entramos na cadeia de vez, enquando Kodama se vira lá fora.

Lá dentro percebemos que o chão tá derretido, ocultando pistas e tudo mais, só que o lugar tá vazio, vamos seguindo pra baixo atrás dos meliantes. Chegamos no grande buracão que leva até o fundo da cadeia onde o diretor tá sendo mantido refém. Pulo e aterriso no local onde os guardas e os bandidos tão tretando. Já caio soprando gelo no chão na área dos bandidos e fico de costas pros guardas. Eles atiram em mim mas nem machuca, percebem que estou lá pra ajudar.

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Nossos amiguinhos guardas que adoram atirar na gente

Pulsar e Dínamo passam voando mais pra baixo. Chegam numa portona com dois fortões guardando. Dínamo dá um flash pra ofuscar os fortões enquanto Pulsar dispara no chão quebrando tudo e fazendo os fortões irem láááá pra baixo. Entram e vêem um vilão genérico mantendo o diretor de refém. Pulsar nota com sua percepção cósmica que tem algo de errado com aqueles dois. Saca que o vilão e o diretor de alguma forma trocaram de lugar, um é o outro, tendeu? Ficam lá trocando idéia enquanto eu termino de pegar os bandidos genéricos lá em cima, chego lá e vejo o papo rolando.

Lá fora aparecem umas naves que estavam invisíveis, Kodama se esconde e passa o que acontece pra gente, rola umas explosões naquelas partes fragilizadas da parede. Numa delas sai o Foguentinho e os dois capangas, um homem-fera e um psicão. Eles pedalam os guardinhas que tavam por ali, até petrificam um dos guardas, depois sobem numa nave e quando estão pra ir Kodama aparece do nada na frente deles. A idéia era ser furtiva né, mas o dado nem sempre concorda com nossas ações. Mais umas falhas depois e o psicão acaba petrificando Kodama também.

Recebemos só chiado do rádio de Kodama, imaginamos que ela esteja no modo furtivo total. Lá dentro derrubamos o vilão e o refém, e Pulsar recebe no rádio a voz do Foguentinho agradecendo a nossa participação pois sem nossa ajuda eles não teriam conseguido sair e blablabla. Desde o começo suspeitamos que fosse uma armação né, mas fazer o quê? Botamos ordem no resto da cadeia e quando saímos trombamos com a Kodama estátua e os corpos dos guardas. Fazemos ceninha de “vamos pegar vocês, seus bastardos!” e voltamos pra base. Deixamos Kodama no molho, pra passar o efeito da pedrisse e armamos o time pra ir até a falha de San Andreas.
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