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5º sessão de CdZ do Tib

19/03/2010

5º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib

Nessa o Jones entrou como Müller, o irmão gêmeo do Max.

Começamos com Medif voltando da missão na Ilha da Rainha da Morte. Depois de um dia inteiro de descanso ele volta a caminhar pelo Santuário, todo arrebentado e doído. Pro azar dele eu o encontro. Já dou um susto nele pra cumprimentá-lo, conversamos mas ele num revela nada sobre a missão que fez. Enquanto conversamos aparece um mané qualquer com uniforme de mensageiro. Ele oferece um pergaminho pra Medif e diz ser o novo mensageiro oficial da Mestra Medusa. Medif mostra pro mané o monte de machucados e deseja boa sorte pro novo mensageiro, pois sabe como é difícil esse cargo e como as pessoas reagem a má notícias. O mané olha por um instante e entra em pânico, joga a bolsa de mensagens e as roupas no chão dizendo que num quer mais saber disso e vai dar no pé. Enquanto ele sai correndo eu e Medif caímos de tanto rir.

Müller chega ao Santuário sedento. Os porteiros estranham por um momento mas o reconhecem como Max e o deixam passar. Ele pede água pros caras, conversa um pouco e entra no Santuário, levando o cantil do porteiro. Na direção da fonta atrás de mais água Müller é abordado por Sílvio, discípulo de Claude de Leão e assistente de papelada genérica. Sílvio confunde Müller com Max e o chama prum duelo em dez minutos no coliseu. Müller aceita só pro cara deixar ele em paz e segue pra fonte. Dimitri passeando, agora um discípulo de Hanna de Aquário, vê seu toda a cena. Também achando que era Max, aborda Müller e o questiona sobre fugir do duelo. Müller, já bem puto, continua fingindo que é Max e diz que vai duelar, só que vai a hora que quiser. Os dois seguem pro coliseu.

Max vai no cemitério fazer uma covinha pro seu camarada Prince, morto na última missão. Lá ele encontra Ulik de Libra. Conversam, Ulik agradece por Max ter protegido Dimitri na missão e lamenta a morte de Prince. Mostra o túmulo do pai dele, o antigo cavaleiro de Touro. Diz que Max pode fazer um túmulo ali do lado pro Prince se ele quiser, desde que não ocupe muito espaço. Ulik sai e Max prepara o local. Sai pra arrumar flores pra decoração e tromba o porteiro que teve o cantil roubado por Müller. O porteiro cobra o cantil mas Max num faz idéia do que tá acontecendo. Discutem até o cara se aborrecer e ir embora. Max volta pra pegar as flores e as pessoas ficam olhando pra ele. Cochicham sobre ele arregar pro desafio. Ele pergunta e as pessoas contam do desafio do Sílvio no coliseu. Max resolve checar.

Medif quer pegar a bolsa que o mané deixou e entregar as mensagens, eu pego antes e fico fugindo dele. Rapidinho ele pega a bolsa e vamos até a sala do capitão relatar. Claude nos recebe, contamos o ocorrido, ele manda a gente trazer o mané e irmos logo pois ele já tá quase saindo do Santuário. Uso meu GoogleMaps embutido e acho o caminho pra pegar o mané. Medif deduz a direção do cara, nos separamos pra cercar ele. Corremos e achamos o cabra quase já na saída. Tentamos agarrá-lo mas ele é bem safo e nos evita. Corremos loucamente até que eu o derrubo. Então começo a pular comemorando e o mané aproveita pra voltar a correr. Voltamos a correr atrás dele. Hahahahaha…

Lá no coliseu o povo se aglomera pra ver o duelo de Max e Sílvio. Dimitri e Müller chegam, logo todos vêem eu e Medif correndo atrás do mané. Ele entra no coliseu, grito pro “Max” parar o safado, Müller põe o pé na frente do mané que rola pelo chão coliseu adentro. A galera faz mó zona. Passo correndo por “Max” comprimentando-o mas ele me ignora. Entramos no coliseu, Sílvio se gabando que vai pedalar o Max e talz, o mané vai pra cima dele, Sílvio prepara pro combate e o mané dá um bicudo na cara de Sílvio e continua correndo. Aproveitando o embalo eu piso em cima do Sílvio pegando impulso pra pular em cima do cara. Medif usa o vento pra tirar o atrito pra mim e eu caio como um míssil nas costas do mané, que afunda na arquibancada.

A multidão começa a gritar meu nome e me carregar, claro, pisoteando Sílvio. Medif cuida do mané capotado. Dimitri aparece pra me cumprimentar e eu puxo ele pra cima da galera. Max aparece e dá de cara com Müller. Música de novela mexicana começa a tocar de fundo. Os dois começam a discutir, aparentemente o orfanato de Müller e Max foi destruído e Max pensou que Müller tinha morrido. Müller caçou Max até aqui, e agora que achou vai embora. Esbarra de propósito em Max mas ele nem se move e agarra Müller. Ele tenta sair mas é como se Max fosse feito de pedra. Max deixa o putão ir.

Sílvio, todo arrebentado, ainda chama Max pro duelo. Max fala que topa o duelo mas pra Sílvio se recuperar antes senão num será honrado. Sílvio diz que vai ser ali mesmo e carrega seu cosmo. Num grito de dor foda ele estende as mão e garras saem dos dedos. Porém o esforço é tanto que ele pedala sozinho. Max o pega pra levar até o mestre dele, Claude. Medif me lembra da missão de levar o cara e eu mando a galera me liberar pra eu continuar a missão. Vamos eu, Medif, Dimitri, Max, e os capotados mané e Sílvio até a sala do capitão Claude.

Chegando na sala entramos só eu e Medif pra entregar o pacote pra depois Max deixar o dele. Claude diz que foi um jeito um tanto exagerado de cumprir a missão, mas Medif contorna dizendo que foi um jeito de camuflar a missão, e Claude aceita a desculpa. Claude dá uma bolsa pra Medif e diz que ele será o mensageiro até arranjarem outro e que tem que entregar uma mensagem pra Mestra Medusa. Diz que eu, Max e Dimitri faremos escolta pois onde a Mestra está é perigoso. Pedimos a mensagem e ele pega o corpo do mané capotado e arranca a cabeça! Ficamos bem espantados, então ele despiroca e um dragão/bode/leão/cobra aparece bem grandão em cima da gente. Ficamos em pânico paralizados até que Claude recolhe um pouco seu cosmo animalesco e conseguimos sair correndo dali com a cabeça embrulhada. Lá fora já agarramos Max e Dimitri e arrastamos pra fora dali. Max insiste em entregar o corpo de Sílvio mas o corpo começa a flutuar e entra na sala. Vazamos…

Fominha... 4 bichos no cosmo.

Müller vai passear, encontra uma menininha levando montes de legumes, ajuda ela e rouba uns pra ele. Continua passeando e joga um papel no chão, um cara reclama, ele nem liga, o cara começa a encher o saco dele. Discutem e acaba que o cara desafia Müller a dar mais um passo, Müller não consegue pois seu corpo está paralisado. O cara explica que as coisas ali são diferentes e existe cosmo e talz. Diz pra escolher qualquer mané no caminho que esse mané pode arrebentar com o Müller. Ele topa e escolhe um aleatório, só que esse aleatório é um discípulo de Hanna de Aquário. Müller tenta bater a carteira do cara mas o cara torce ele todo e põe uma adaga no pescoço. Pergunta se pode matar o lixo do Müller mas o mala diz que não precisa. Müller entende e começa a conversar de boa. Pergunta o nome do mala mas ele enrola dizendo que não sabe exatamente quem é ou se pode usar o nome que tem e talz. [É que é um clone do Ken de Câncer que foi encontrado na Ilha da Rainha da Morte, mas vocês não ouviram isso de mim].

Uso meu GPS pra achar a Mestra e corremos. Assim que saímos do Santuário trombamos Gunther, um dos companheiros de treino de Max. Ele diz que tá de bobeira e vai passear com a gente. Ele começa a falar mal do Prince, ficamos putos mas vamos seguindo. Chegamos num penhasco e pelos meus cálculos a Mestra tá lá embaixo. Avançamos pra ver como descer e quatro caras misteriosos pulam pra nos atacar, só eu consigo percebê-los antes do ataque e avisar os outros. Os quatro colam na gente e começamos a tretar. No meio do rolo Gunther vem na minha direção, imagino que ele queira pegar o cara que tá lutando comigo, então fico posicionado pra ajudar ele mas o safado traidor me agarra. A treta começa a ir bem mal, roubam a bolsa de Medif e começamos a ser pedalados um por um.

Ken B diz que vai ser o mestre de Müller e o coloca pra subir e descer um morro só que sem diminuir a velocidade, até mostra como fazer e vai embora., mas Müller só aguenta alguns e tudo torto. Logo Müller sente no fundinho de seu ser que seu irmão Max tá na bosta precisando muito de ajuda. Müller corre atrás de Max e vê a gente levando uma sova. Ele fica putão entra na treta despertando um cosmo raivoso e descontrolado. Nos recuperamos um pouquinho e começamos a socar os malditos. Eu noto que alguém está nas árvores ali perto observando tudo. Pego a bolsa do cara que a roubou mas o cara resiste, Dimitri cola o brinco  dele e saio com a bolsa.

Pulo no penhasco deixando os caras cuidarem da treta. Depois de cair bastante vejo uma entradinha na parede do penhasco, em estico todo e consigo me balançar com um galho pra dentro. Lá vejo a Medusa fazendo algum ritual bem sangrento. Entrego a mensagem-cabeça de Claude, a Medusa pega, resmunga um pouco e me manda embora. Ela dá espaço prum caminho no interior da terra, eu sigo correndo.

Lá na treta os caras consegue pedalar os vilões. E do nada os corpos começam a derreter, e Medif reconhece como aqueles corpos derretentes na Ilha da Rainha da Morte. Notam que há marcas nos braços dos corpos mas não conseguem ver com detalhes. Apareço, aviso que a mensagem foi entregue e voltamos pra relatar os resultados pro Claude. No caminho Ken B aparece, faz sinal preu não falar nada que vi ele nas árvores durante a luta e leva Müller. Chegando na sala de Claude Medif faz o relatório e somos dispensados. Claude manda Medif ficar pra… uma conversa particular…

Claude pede mais detalhes e Medif passa tudo que vimos, depois Claude manda ele guardar segredo de tudo aquilo. Medif aceita mas fica em dúvida se pode falar pro mestre dele. depois de dispensado vai falar com seu mestre Aldebaran de Touro. Conta pra ele as zicas e estripulias que passou e vai descansar pra mais um dia.

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9º sessão de Exalted do Seiya

19/03/2010

9º sessão de Exalted do Seiya

Lá na cidade, SDS bolava um plano pra libertar os malacos dragonblooded do xilindró. Passou pra eles uns trecos tipo comida e utensílios. Durante a noite eles usaram as tralhas pra vazar matando os guardinhas. Dois deles, uma mina do elemento ar e outro cara do elemento terra, encontram SDS, conversam e fogem da cidade. Um outro dragonblooded bêbado com o vinho que SDS deixou pra eles na cela é preso pelos guardas de novo. SDS sai da cidade na surdina pra encontrar os dois.

Fingindo ser uma pessoa normal ela viaja com os dois. No caminho ela encontra o camarada dragonblooded dela, o carinha do elemento fogo, tomando banho numa cachoeira. Sem- vergonhices depois eles se juntam ao resto e esse cara vira o líder dos dragonblooded por ser o único líder que sobrou e por ele ser um ótimo porradeiro. Seguem correndo, SDS acompanha o cara de terra que é mais lento e tá machucado. Ela fica tendo desejos e vontades de sugar o sangue do cara mas resiste. O cara do fogo deixa ela sugar um pouco do sangue dele pra ela se manter controlada. Ela conta que tava andando com a gente e que pedalammos os camaradas dragonblooded dele. Mostra o brinco que eu dei pra ela, um dos que peguei daqueles dragonblooded de planta. O cara fica de boa.

E a gente lá na Wyld, continuo na luta com o fadinha. Lirien vai movendo DoL como uma bola de circo, rolando ele com os pés. DoL continua rezando pro deus macintosh pra fazer a magia dele. Lá na treta o fadinha sopra a flautinha e convoca uns lobinhos ou coisa assim pra me pegar. Eles fazem montinho em mim mas param no meu EVA/armadura. Agarro o fadinha e o soco até virar massinha. Fico berrando pra zoar os efeitos de som dele. DoL chega e dispara sua magia criando uma área de estabilidade no local.

Programação do windows

Enquanto estou segurando o resto de fadinha uma voz vinda de todo o lugar manda eu parar. Conversamos com a voz, aparentemente é uma fada bem mais foda que imaginávamos e aquele era só um homunculu dele, só um bonequinho. O fadão diz que pode negociar com a gente, oferece deixar a gente onde quisermos se conquistarem de volta um castelinho dele que tomaram. Eu mando ele catar coquinho e vou embora, Lirien vem comigo.  DoL aceita.

Saio com Lirien da Wyld. Saímos numa caverna. Montamos acampamento e chamo um espírito do local pra conversar e a gente ficar de boa. Aparece uma cobra, ela escreve no chão que somos bem vindos e vai embora. Então uma voz graúda fala conosco, aparentemente um espírito fodão protetor da cidade e região. Diz que é o cara que faz as histórias acontecerem. Pedimos pra ele contar algo mas ele num tá muito afim, então Lirien fica tocando sua flautinha. Mando uma mensagem via magia pra SDS dizendo que vamos encontrá-la.

Depois de descansarmos partimos pra encontrar SDS. Viro um cavalo pra Lirien montar e vamos. Encontramos SDS junto dos Dragonbloodeds, deixo Lirien e volto pra caçar os fadinhas. Elas ficam fofocando. Sei lá como mas o papo desemboca em contar pros DBs que elas são exaltadas e entram pro grupo deles como mercenárias. Ok…


DoL é levado pelo fadão até o tal castelinho. Ele arrebenta todo mundo e libera o local pro fadão. Como recompensa ele é deixado em algum canto do mundo quando percebe que aquela base militar que encontramos um tempo atrás me disse um monte de abobrinhas e que ele só conseguiu entender agora, a mensagem era que o tal do Olho de Autocton que DoL tanto procurava tava naquela base. Quando se toca ele volta pra outra base pra reportar que achou o tal Olho.

No caminho ele encontra um Sideral que ele já conhecia. Ambos entram na base, DoL se pluga nos sistemas mas percebe que a coisa tá com vírus. Arrebenta os cabos antes de comprometer alguma coisa e vai pro núcleo da base pra destruir tudo. Ele e o Sideram vão arrebentando as paredes até chegam ao núcleo. Muita energia depois e tudo explode. A intensidade do feito faz a aura de DoL brilhar tanto que metade do mundo vê. Ele sai voando com o Sideral capotado de volta pra sua própria base se consertar e contactar Autocton. Eu voando na minha carruagem de fogo vejo a aura do DoL e vou checar. Vejo ele entrando na base dele, vou seguindo. Entramos, todos vão pro conserto.

Notou como somos discretos?

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14º sessão de D&D do Gabriel

19/03/2010

14º sessão de D&D do Gabriel

Seguimos pela dungeon, arquitetura anã, tudo muito bem feito. Uma estátua no centro dum salão de entrada. Aparece um anão fantasma, diz que vamos apanhar pra ver se somos mesmo dignos de pegar o cetro que está por ali. Diz que vai pode servir de mensageiro entre nós quando nos dividirmos pela dungeon. Na frente dois corredores. Artie e Drei seguem por um deles. Nós vamos pelo outro. Sim, eles são bombados o suficiente pra equivaler a todo resto do grupo junto…

No fim do corredor achamos mais corredores. Gideon diz que no fundo de um deles tem uma armadilha ilusória, algo sobre uma serpente atacar quem ativar e talz. Pressionamos Herbec pra que ele decida nosso caminho, ele vai escolhendo. Chegamos numa sala com mais decorações até que alguém avisa que há inimigos se aproximando num dos corredores. Esperamos alertas e aparecem duas estátuas de anões feitas de metal e energia. Espancamos as coisas, o fantasma aparece e diz que aqueles eram guerreiros valorosos cuja lealdade foi presenteada com a defesa eterna da dungeon e caso morremos e falhemos em conquistar o cetro as estátuas serão reconstruídas pra continuar a proteção. Pego um pedacinho da estátua e saímos.

O fantasma aparece dizendo que Artie está preso num elevador pois precisa que uns mecanismos de peso sejam mexidos pra que ele saia, senão vai ter que dar um rolê gigante. Diz também que Drei parou pra fazer uma magia que demora bastante tempo. Farawind diz que em algum bicho, provavelmente um lagartão por perto, mas seria estranho pois a dungeon tava lacrada e coisas vivas não sobreviveriam. Continuamos até um corredor com cinco pares de portas opostas. Dividimos o grupo e cada grupo checa um porta.

Será que vamos encontrar a tão sonhada bicicleta?

Thalantariontes, Gideon e Alvin entram numa sala e acham um pedestal que os ataca quando fuçam a sala. descem porrada no troço e pegam uma chave. Herbec e Haskin disparam uma armadilha na outra sala, a cobra ataca Herbec mas Haskin arrebenta a ilusão e pega mais uma chave. Eu e Farawind entramos numa sala sem nada e saímos na porta oposta, tipo vortex dimensionais do Scooby Doo.

Continuamos fuçando as portas, eu entro numa e uma estátua de anão feita de areia e pedra toda zuada grita e começa a andar na minha direção. Falo pro Zynd, o elemental do ar, chamar o resto e ele dá um gritão. O povo aparece e partimos pra porrada. Corremos em carga, só que ao redor da estátua o chão é de areia fofa e dificulta a movimentação. Só eu chego na carga mas acabo entrando no corpo do bicho que fica me socando lá dentro. Vento cheio de areia enche a sala atrapalhando tudo. A porrada continua, Gideon atira uma flecha com uma corda mas só acertam a flecha em mim. Haskin dá uma marretada perfeita no bicho mas acaba me acertando em cheio dentro dele. O vento com areia fica curando a estátua e sempre que isso ocorre a estátua grita de dor. A briga prossegue pateticamente até que sou tirado de dentro do bicho e terminamos de arrebentar ele. O fantasma aparece e diz que aquele era um traidor que zuou os antepassados de Herbec e foi punido pra defender a dungeon. Sim, virar estátua era premiação e punição, vai entender esses anões.

Lição nº597 - Não dar voadoras em criaturas de areia

Nessa sala vemos uma porta enorme com duas fechaduras e dos lados os elevadores. Artie já tinha saído do elevador mais volta quando o chamamos. precisávamos colocar peso no elevador de um lado pra que o lado de Artie abrisse. Subimos eu e as seis formians e Artie sai do elevador. Porém o lado que eu tô desse. Daí percebemos a burrada, num tinha como a gente voltar pois teríamos que colocar peso no outro lado e não tínhamos nada. Discutimos o que fazer, vou atrás de um caminho alternativo enquanto o resto segue pela portona.

Abrem a porta com as duas chaves e chegam numa ponte a céu aberto. Descobrem que a dungeon está flutuando beeem alto, algum tipo de transporte dimensional de novo. Lá na frente a ponte acabava numa outra dungeon. Vão seguindo…

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2º sessão de CdZ do Tib – Ilha da Rainha da Morte

15/03/2010

2º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib – Ilha da Rainha da Morte

Onde a gente tinha parado mesmo?

Com aquela chuva de meteoros breve em nossas cabeças analisamos nossas opções. Se muita alternativa resolvemos usar a ignorância mesmo. Peço ajuda a todos ali pra me passarem energia e uso meu golpão com toda a energia acumulada. Com um mega pisão no mar eu crio uma onde gigante que varre os meteoros pra água. Sim, foi um baita sucesso.

Passada a ameaça ainda sobra um pilar pra ser destruído, mas esse o guardião já foi pedalado por nós. Medif caiu com o esforço de doar energia mas mesmo inconsciente ele levanta e leva a caixa da armadura até Claude. Claude puxa uma das armas de Libra e destrói o pilar. A barreira mística que nos impedia de entrar se desfaz.

Lá na frente o mago safado que chamou os meteoros começa a aprontar mais magias. Vamos pra cima dele mas outra barreira o protege. Raios se formam no céu e descem na cuca de Claude. Continuamos a treta até arrebentar o cara. Antes do golpe fatal aparecem uns capangas e levam o mago embora. Vão pro castelinho feliz do vilão no alto do vulcão. Alexandre recarrega Claude e vamos seguindo todos juntos.

Maldito maguinho fujão!

Chegamos até o castelo, bem chiquetoso e tudo mais. Vamos entrando e notamos um arqueiro escondido pronto pra atirar. Claude vai pra cima dele enquanto uma águia de fogo vai em sua direção. Flora engloba a águia de verdade que pairava lá no alto anulando a águia de fogo. A treta rola solta, até um lobo aparece no meio. Então ouvimos alguém invocar palavras de ativação, vemos um outro maguinho aprontando seu golpe. Eu e Alexandre sentamos o prego nele, inclusive Alexandre faz um mega golpão com sua espada relâmpago que bomba com meu cosmo elétrico. Derek dá um golpe tão forte também no arqueiro que explode sua própria armadura. Capangas pedalados seguimos pelo castelo.

Entramos num salão cheio de tubos grandões empoeirados e cheios dum líquido verde. Limpamos a poeira pra ver o que tem nos tubos e vemos nossos camaradas boiando. Nossos amigos, discípulos, mestres, alguns tem até mais de um. Nuns dos tubos há pessoas não formadas por completo, só bolos de carne que um dia seriam alguém. Sem saber o que diacho são aqueles troços tiramos todos dos tubos. Uma cópia de Claude acorda bem confuso. Aparentemente as memórias dele são de alguns anos atrás quando Claude ainda era cavaleiros de bronze/prata. Acalmamos ele e quando vamos explicar o que tá acontecendo uma cópia do Woltan de Escorpião, também na versão 1.0 acorda furioso e já dispara seu golpe, uma explosão que pega a sala toda. Os Claudes o seguram as ainda rola uma boa destruição. Arremesso Medif pra fora da sala antes do impacto. Nocauteiam Woltan B.

Clones... Tenho um péssimo pressentimento.

Fora da sala Medif esquiva por pouco de um tiro na fuça. É um dos capangas que levaram o maguinho safado embora. Com a explosão lá na sala Derek foi arremessado pra fora também. Medif o pega pelas pernas e corre escada acima fugindo dos tiros do capanga (e batendo a cabeça de Derek nos degraus). Na sala abrem quatro portas e saem monstros bizarros refugo de digimon que guardavam o lugar. Um geleca rastejante, uma bola de pelos com patas, um pássaro bicudo e um samambaia estressada. Socamos as bizarrices, Claude dá um rugidão que tira uns sentidos da galera por um tempo até. O pistoleiro aparece e também vira estatística.

Um dos clones ali é do Ken, um camarada meu e atual cavaleiro de ouro de Câncer. Aparece uma mina aleatória e taca uma bola brilhante na direção dele, uma alma aparentemente. Eu tiro ele do caminho mas a bola o segue e ele a pega. Sem saber o que fazer e prestes a liberar tudo, então faço um sonho de emergência nele onde passo toda a evolução dele num momento pra  ver se ele consegue lidar com aquilo. Ele entende e começa a neutralizar a zica da alma. Ela manda outra e Ken consegue anular também. Socamos a vadia. Quando ela tá morrendo no chão ela se arrasta pra tocar o corpo do pistoleiro, aparentemente eram amantes e se reunirão no além.

Daííí Derek resolve impedir a mulé de se arrastar até o cara, e uma energia de ódio começa a envolvê-lo. Eu o impeço e começo a fazer um ritual de descarrego pra tirar aquele encosto dele. Lucas também tem pensamentos malvados sobre pisar no pescoço da mulé pra terminar o serviço e muito ódio começa a cercá-lo. Medif pula em cima de Lucas pra trazê-lo de volta a si e queima seu cosmo fodamente afastando o ódio de Lucas. No descarrego de Derek a coisa fica por um fio então peço ajuda pra armadura de Libra, ela topa e puxo o nunchaku. Com cada um segurando numa haste nós nos ligamos e o ódio dele se esvai. Ele guarda a arma de volta na armadura.

Muito tentador

Só que nesse meio tempo mais um corno aparece pra nos aporrinhar. Um ninja metidão, mas Flora joga uma planta protetora que nos envolve enquanto fazemos os descarregos. Quando estamos prontos pra sair da proteção e arrebentar tudo Ken diz pra deixar a parada com ele pra podermos seguir em frente. Mesmo sendo um inimigo bem poderoso pras atuais condições do Ken deixamos ele lá brigando com o cara e seguimos atrás do chefão. Levamos aqueles clones que não se destruíram nas tretas.

Subimos até a sala do trono mas alguém está bloqueando a passagem, um cavaleiro medieval todo armadurado com um espadão de tirar pizza do forno. Pelo nível do cidadão teríamos que dar um belo tapão pra deitar o corno. Claude dá um golpão que arrebenta as manoplas de sua armadura. O elmo do cara voa e vemos que é uma cópia do Aquiles, sabe, aquele. Sigo no vácuo e dou um pisão no cabra que ele voa pra dentro da sala do chefe dele. O lemuriano safado que viemos atrás levanta de seu troninho e desintegra o Aquiles pela falha dele.

Fazia tempo que eu queria bater nesse cara.

O lemuriano malvadão faz uns gestos e a armadura de Áries vai pra ele, só que essa armadura está bombada pro nível divino. A musiquinha do chefe de fase começa a tocar ao fundo. Sati fica me azucrinando via link mental por causa da armadura de Áries, quer ir até lá ver o que tá acontecendo mas eu falo pra ela deixar eu resolver. Falo pro malvadão que vamos socar a cara dele e arrancar a armadura na porrada, claro que com palavras mais bonitinhas.

Então aparece Hanna de Aquário, ou a cópia dela né. Um dos clones que salvamos é do Seph, um dos discípulos de Hanna. Ele acorda com a presença da mulé ali. Hanna começa a invocar seu mega golpão, então Seph assume a treta pois as técnicas dele são mais eficazes. Os dois começam a tretar fodamente.

Os cavaleiros de bronze passam cosmo pra mim e Claude. Sati me passa mais um pouco, Ken lá embaixo na treta e ainda vivo me passa também e até Nalbert, nosso mano que tá sumido há tempos, manda um pouco de energia. Medif reconhece a presença de Nalbert já que foi ele que o salvou e o levou pro Santuário. Totalmente bombados pulamos na goela do lemuriano. Claude desfere várias garradas no safado que gasta bastante energia pra aguentar o golpe, e eu vou grudado dando meu pisão. Ele abre uma barreira de cristal que começa a puxar energia até da armadura pra aguentar, mas algo que ele colocou na armadura pra corrompê-la sai com o esforço e a armadura sai do corpo dele, e sem de onde puxar energia ele não segura a barreira e toma o bicudão atômico.

Foi um belo golpe.

O corpo do safado cai todo arrebentado lá embaixo na lava. A perna da minha armadura arrebentada. A armadura de Libra aparece e as armas começam a me rodear. Notamos que o trono dele era o que mantinha a ilha oculta, então arrebento ele com a calota de Libra. Tudo começa a desabar. Recolhemos os vivos e armaduras, chamamos o piloto que aparece para o resgate. Seph sai da treta e vem com a gente. Hanna fica pra trás e some na baderna. Já no avião olho uma última vez pra ilha e vejo uma figura, provavelmente que tava mandando em tudo por trás da cena. Vejo um gigante com chifres envolto num manto de gelo. Sei lá quem era o puto, depois checamos. E voltamos pro Santuário, surpreendentemente vivos.

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13º sessão de D&D do Gabriel

15/03/2010

13º sessão de D&D do Gabriel

Nessa o Dib entrou com Haskin, um paladino da Luuuz. E o Ent agora tem nome, Haste.

Depois de capotarmos Rise esperamos a polícia aparecer. Aparece uns cavaleiros negros montados em grifos. A líder deles vem falar conosco, Thalantariontes e Artie falam com ela. Até rola um desentendimento entre a mina e Thalantariontes mas nada de mais. Pegamos nossos caídos e nos despacham de carroagem de volta pra capital pra falar com o rei. Chegamos, luxo pra todo lado, defesa graúda. Nos dizem que o rei Francesco está ocupado mas logo vai nos atender. Ficamos enrolando admirando as obras de arte e música enquanto Thalantariontes vai falar com o Francesco a sós. Thalantariontes e Francesco se encontram no jardim. Conversam, tiram umas dúvidas, armam esqueminhas maquiavélicos e Thalantariontes volta. Francesco se encontra com Haskin, faz um contrato com ele pra que Haskin nos vigie.

Aparece o rei Pietro, um ancião todo armadurado. Junto vem Francesco e logo Haskin. O véio puxa papo e fica falando abobrinhas. Até tento apressar as coisas mas Francesco me olha torto. Finalmente vamos pra sala de reuniões, um banquete farto com comidas genéricas pra nos agradar. Durante a conversa do banquete Thalantariontes reclama da missão que completamos, pois foi tudo mal ajambrado e muita gente morreu sem necessidade. Os reis se explicam mas não tão nem aí. Dizem também que a irmã de Herbec está vindo pro reino, e aparentemente ela não gosta do próprio Herbec. Por ele ser o herdeiro dum clã anão e irmã dele quer pedalar ele pra poder pegar o lugar no trono, ele como Herbec é um banana ele fica bem preocupado.

De qualquer forma os reis passam a nossa próxima missão, ir atrás do elfo matador de elfos, Guize. O problema é que ele se enfiou num canto que pra chegar tem que passar por uma área dominada por uma bruxa e qualquer um que dormir por lá fica vulnerável a ela. Outra missão que eles passam é ir até uma dungeon buscar um cetro lendário que bombaria o poder político de um líder anão, o problema é que nenhum anão pode entrar na dungeon, a não ser que seja o escolhido ou algo assim. Outra missão é tomar o forte que ficou faltando na missão passada e que tá apinhado de goblinóide. Deixam a nosso encargo decidir como resolver essas encrencas. Mencionam também que temos que ficar de molho no castelo por umas semanas pois depois de nossa tomada do forte goblinóide minha cabeça tá a prêmio, então tô sendo caçado por aí.

Os reis dizem que como Krisium, o rei anão, pediu vai dar elementais pra gente. Ele invoca um elemental do aroma, Plua, ali na mesa. Ele parece uma boneca de pano com flores. Converso com o bicho e fazemos o pacto pra ele se juntar a minha trupe. Os reis dizem que é o melhor elemental que eles tem por lá. Depois invoca um pra cada ali e a galera faz seus pactos. Dizem que Gideon, o elfo camarada do Alvin, foi envenenado pelo Guize e não tem muito o que podem fazer. Haskin vai checar Gideon, tenta usar seus poderes paladinescos mas não resolve. Os dois voltam e se juntam a nós. Os reis nos deixam enrolar e saem fora.

Algo nesse reino não me cheira bem... Sacou? Hã? Hã?

Então Drei, o anão mago maluco, aparece. Diz que Artie deixou ele pra trás mas que também veio oferecer a mim o estilo de treino dele. Ele diz que é combate físico misturado com magia e pra demonstrar me joga uma teia. Digo que prefiro o estilo do Artie mesmo, ele tira a teia de mim. Diz que mesmo assim vai nos acompanhar onde formos por ordens do Krisium. Cada um vai se resolver, Herbec vai ter aulas de liderança com os reis. Haskin e Farawind vão treinar combate. Eu fico treinando com Artie. Nos dão uns dinheiros e poções de cura como pagamento pela missão passada também. E Thalantariontes fica com a armadura fodona de Amanodel.

Passadas das semanas nós partimos todos pra Dungeon atrás do cetro. Afinal como Guize e seus comparsas também querem minha cabeça e de Thalantariontes ele virá até nós. E quanto a outro forte nós não vemos muita necessidade de retomar pois os próprios reis não tão ligando. Deixamos Herbec pra trás treinando. Chegamos na dungeon e o puto do Herbec está lá nos esperando, disse que veio voando. Vemos duas estátuas de anão na entrada. Herbec avança pra tentar entrar na dungeon. Eu, Thalantariontes e Haskin vamos com ele pra socar quem interferir. As estátuas vem pra nos socar, nós sentamos o prego nelas e seguimos pra porta. Herbec passa a mão na porta fazendo um corte e derramando seu sangue, e como ele é um descendente direto do anão que construiu essa joça a porta abre pra gente.

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