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2º sessão de CdZ do Tib

05/02/2010

2º sessão de Cavaleiros do Zodíacos do Tib

Nessa foi só os aspiras. Os cavaleiros ficaram só assistindo nosso sofrimento das arquibancadas.

Rolamos a tal gincana de caça bandeira que o Woltan arrumou. O objetivo era os aspiras mostrarem suas técnicas e chamarem a atenção de algum cavaleiro pra treiná-los, foram os 24 melhores aspirantes, divididos em dois times, se espancando no meio do mato pra pegar a bandeira inimiga e proteger a sua própria. No nosso campo tinha um buracão beeem fundo, e no campo dos nossos adversários tinham plantas venenosas. Os campos eram cortados por um rio e uma cachoeira. Nós três estávamos no mesmo time. Os cavaleiros podiam tirar qualquer aspira da brincadeira escolhendo-o pra treinar.

Começamos a bolar nossa estratégia. Prince, um baitolinha metido quis dar uma de líder mas num colou. Medif sugeriu protegermos a bandeira perto do buracão, com uns caras escondidos pra socar os manos que aparecerem e irmos até a bandeira deles depois. Discussões aleatórias depois e seguimos esse plano. Inocentemente [juro] convenci um dos pivetes do nosso time a fazer tocaia dentro do buracão, claro que ele não tinha chances, mas acabou topando. Medif prometeu duas cocas pra todos do time se nós ganhássemos.

Começa a brincadeira, fico correndo pra pegar os manés que aparecerem, escuto uns gemidos de morte e vou checar, quatro manos fortinhos vem pra cima, um tenta me agarrar mas eu pulo, indo pra cima de outro cara já com um golpe engatilhado. Ele dispara uma flecha energética que me acertaria em cheio se o cara num desviasse o próprio golpe, e redirecionou pra acertar o mané que tinha ficado de tocaia no buraco. Medif aparece e é atacado também, acertam-no e ele é jogado longe. Vou pra treta com um dos caras, enquanto isso um bichinho ruim chamado César puxa uma faquinha pra me matar, e teria conseguido se Claude de leão não tivesse me arremessado longe da treta sem ninguém ver. Ele me joga pro buracão, seguro num cipó pra não cair mas o tranco foi grande demais e apago, caindo pro buraco. Medif corre e me puxa de volta. Algum cavaleiro tira César da gincana, mas não vemos quem.

Max fica protegendo a bandeira com Prince. Uns caras aparecem pra tretar, Prince pede pra Max ajudá-lo com um golpe, Max topa, então Prince monta em Max ficando de cócoras em seus ombros e pede pra Max pular o mais alto que puder quando ele der o sinal. Ele dá o sinal e Max não pula, joga Prince pra cima quebrando todo golpe que ele ia dar. A treta continua, pancadaria aleatória, até que Lucas de Coroa Austral interrompe a treta, fala abobrinhas com os aspiras e escolhe três pra treinar, o Prince, o Max e um genérico que tava no meio.

Eu acordo e um cara aleatório cola pra tretar, eu alopro ele e saio correndo pra ele me seguir, só que corro demais e o mané me perde. Deixo ele pra lá e vou atrás da bandeira inimiga. Corro pelo mato sentindo presenças com cosmo por perto. Um lobo aparece no meio do caminho escondido numa moita. Desvio receoso, num gosto muito de lobos, mas decido deixar de frescura e espancar aquele bicho. Então sai da moita um pivetinhozinho com olhos de lobo e caninos, rosnando e tentando me intimidar. Eu alopro esse também, chamo pra briga mas ele num vem, então vou eu, e com um murrão enterro a cara dele no chão. Continuo…

O lobinho

Lá no nosso campo um pivete adversário pega nossa bandeira e sai correndo, um pivete estranho do nosso time derruba o cara, ele tem um lance de num ser percebido. O resto do time se reagrupa e fica socando os restos do outro time que sobraram. Medif vai atrás da bandeira inimiga.

Eu continuo correndo quando noto alguém bem grande vindo pra mim, derruba umas árvores no caminho com uma clava e diz com voz grave que vai me moer e tudo mais. Eu chamo pra treta e saio correndo mas ele não me segue, noto que os movimentos dele não levantam poeira nem afetam o resto da área, e noto uma figura bem menor junto do cara grande, ilusão. Tzk tzk… Corro por trás e ataco o menorzinho desfazendo a ilusão. Ele caído pergunta como eu descobri, eu sorrio maliciosamente e o apago.

Chego na bandeira dos caras, três manés protegendo, obviamente iscas. Dou a volta pra pegá-los de surpresa. Medif passa pelos capotados no caminho e encontra a bandeira. Mais caras vieram com ele, ele dá uma motivada na galera e eles vão pra pegar a bandeira na loka. Medif é seguro pelo cara que ninguém percebe, diz pra deixar os caras irem na frente e disparar a armadilha. Claro, espetos aparecem do nada e atravessam os manés. Os pivetes adversários pegam a bandeira e saem correndo pra protegê-la. Eu corro, tento pegar o último cara sem ninguém perceber mas eles notam e fico tretando com dois enquanto o cara que segura a bandeira continua correndo. Medif vai pra cima desse cara.

Saio correndo pra atrair os caras pras plantas venenosas mas eles previam isso e armaram armadilhas, uma quase me segura pelo pé. Em um momento eles se separam pra me cercar, então eu volto e pego um pra cristo enquanto o outro não chega. Dou um murrão mas o cara segura, ele revida e pega raspando, eu devolvo uma joelha que p nocauteia justo quando o outro cara tá em cima de mim, já com golpe carregado. Detalhe que é um golpe igual do cavaleiro de Hércules. Felizmente o cara num guenta o tranco do golpe e me acerta com menos força. Ele pára exausto, começa a falar bobagens e eu aproveito pra nocauteá-lo de vez. Mas um cara com asas douradas me impede, diz que eu tenho que aprender mais sobre honra. É o Dário, cavaleiro de Sagitário. Vai me tirando a prova.

Medif e o cara da bandeira. Ficam correndo, o cara usa a bandeira pra se proteger de Medif, depois crava o mastro no chão e fica girando pra chutar Medif. Tapinhas depois Medif derruba o mastro cravando o mané no chão. Enquanto isso lá no nosso campo um adversário espancou todos que sobraram e pegou nossa bandeira. Dário olha pra Woltan e diz que como só tem um cara de cada lado sobrando e com a bandeira pode declarar empate né, então o cara que ninguém percebe aparece, lembrando que ele ainda tá lá também. Então a prova continua, aquele que levar a bandeira pro outro campo ganha. O outro cara acaba sendo mais rápido e perdemos. Fiquei sem minhas duas cocas, mas ganhei um mestre.

Dario de Sagitário - Meeeeu mestre

Uns pivetes morreram, outros só se arrebentaram, uns foram escolhidos como discípulos. Aldebaran [meu outro pj] escolheu aquele pivete da ilusão. Alexandre de Coroa Boreal pegou o Lobinho e mais um genérico. Takeshi pegou o cara do mastro e que tomou minha joelhada. O cara do golpão foi pro hércules. Hanna de Aquário pegou o tal César, o maninho que se esconde e o cara que pegou nossa bandeira. Bem, acho que foi isso.

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2º sessão de Orpheus do Angelo

05/02/2010

2º sessão de Orpheus do Angelo

Depois das tretas da sessão passada, recebemos um dia de folga dos trampos. Weitz fica em casa morgando, então recebe um pacote pelo correio. Abre e tem pastas e fotos sobre o lance da menina meia-morta, e um bilhete mandando ela se afastar e parar de se intrometer nos assuntos deles. Ela fica bem puta e vai na delegacia registrar a denúcia daquela ameaça. Claro que na delegacia ninguém dá a mínima, passam o caso prum detetive escroto qualquer.

O tal escroto - Mais sobre ele depois...

Eu vou no psicólogo do departamento, conto as paradas da sessão anterior e a psicóloga bota a culpa no estresse mesmo e manda eu desencanar, até me dá uns remedinhos de maracujá. Eu aceito e vou passear no parque. Percebo alguém me seguindo, procuro mas não acho, noto alguém no alto duma árvore, vou checar, mando descer mas o cabra pula duma árvore pra outra, detalhe que tinha oito metros de distância entre as árvores. Eu fico abismado tentando entender como o tal fez isso, até que num vejo mais ninguém. Desencano e vou observar os patos no lago. Então um dos patos é puxado pra dentro da água enquanto os outros patos saem correndo. Fico surpreso, até falo pros outros patos num irem pra lá. Chega um guardinha e pergunto se tem algo no lago e conto o que rolou, ele estranha e sai fora. Logo sinto o bolso da minha calça molhado, ponho a mão e é sangue, sinto volume no bolso, puxo e é a cabeça dum pato. Vários guardas veem e começam a me perseguir, eu entro em pânico e saio correndo.

Que mau que eu sou

Weitz saindo da delegacia me vê correndo loucamente com os guardas me perseguindo. Um guarda até pára pra pedir ajuda pra ela, afinal sou um serial killer de patos [psicopato?] mas ela manda ele se virar e pedir ajuda na delegacia. Estranhamente fico sem ar e não consigo correr muito, os guardas me pegam e já levam pra delegacia. Weitz fica só de olho. Claro que minha explicações não dão em nada, além de minhas roupas estarem encharcadas como se eu tivesse entrado no lago. Peço pra chamar meu camarada Stu do departamento, ele aparece e conversa com o povo pra me soltarem.

Achando que eram alucinações e talz causada pelo gás tóxico que aspiramos no apê na sessão passada resolvo ir pro hospital fazer um check up completo. Weitz aproveita a carona. No hospital nos examinam por completo, e surpreendentemente [pro pj né...] eu estou com princípio de câncer de pulmão e hipertensão. Weitz tem uns trecos no coração. Fazem mais exames mas só teremos os resultados depois. Recebemos uns remedinhos pra combater nossas novas condições. Voltamos pras nossas casas.

Em casa, recebo um telefonema de alguém com voz abafada mandando eu não ajudar mais a Weitz. Ligo pra puliça atrás de Weitz, passam meu número e ela me liga, conto o que pegou. No dia seguinte, no departamento, conto pro meu capitão sobre o lance das doenças e da ameaça pra ele ficar ciente caso algo aconteça. Ele me despacha pra delegacia continuar a investigação com a Weitz, noto uma policial me encarando feio enquanto vou até Weitz, vai ver ela gosta muito de patos. Weitz me manda denunciar a ameaça, eu registro lá a ocorrência e continuamos a investigação.

Montes de papéis na mesa dela, montes de testes que ela pediu sobre as evidências. Descobrimos que era mesmo a menina que achávemos que tava morta, realmente morreu num acidente de carro. Os corpos carbonizados foram queimados de dentro pra fora, tipo microondas. Havia impressões digitais nos controle remotos das televisões dos carbonizados, a impressão era da menina meia-morta só que já mais adulta. O pó preto é uma droga que vem do EUA chamada pigmento, que é uma fórmula química roubada duma empresa farmacêutica [apelidada carinhosamente de Dado Roxo]. A menina já tá boa e receberá alta em breve, só tá com falta de memória, não lembra de nada depois do acidente de carro. [Talvez mais coisas mas eu também num lembro.]

Weitz liga pro legista pirado que ela deixou os cérebros e pergunta sobre os mesmos, ele diz que vieram uns caras uniformizados e com autorizações judiciais e levaram tudo, um povo duma empresa gringa chamada Nextworld. Ficamos bem putos, achamos os documentos judiciais e fuçamos atrás desses caras. Checamos e os caras num deram entrada no país, tavam lá ilegais. Pressionamos o delegado a separar mais gente pra caçar esses putos, pegar e espalhar as imagens das câmeras do hospital e tudo mais. Enquanto não acham os caras vamos até a capital Bruxelas falar com o juíz que passou a ordem, que por sinal é parente dum dos caras que pulou do prédio na sessão passada.

Em Bruxelas chegamos até o juís e perguntamos, ele mostra o documento que ele assinou e lá tá que a liberação é pra outra empresa, uma tal de Orpheus, e é pra estudos e talz. Ele fica de investigar isso também e nos passa o contato dessa empresa. Falamos com eles e marcamos de encontrar um de seus agentes. Chegamos num hotel de ricaços e trombamos a agente Kate Whatevers. Ela conta que a Orpheus investiga coisas bizarras e que a tal Nextworld é uma empresa rival, assim como a “Dado Roxo”. Conta sobre mercenários que rondam o meio e diz que tem que ficar ali até resolverem esse pepino. Já botamos segurança pra proteger a menina ex-meia-morta.

Voltamos pra cidade, Weitz me conta sobre outros lances que rolaram um tempo atrás [a outra mesa]. Um incêndio onde sumiram os habitantes do prédio mas os bombeiros juravam que ouviam as pessoas chamando, e nada foi resolvido. Fuçando os habitantes descobrimos que a empresa Dado Roxo comprou um sítio que seriam dos donos desse prédio queimado. Vamos checar o prédio, encontramos rastros de pólvora e garrafas quebradas de coquetel molotov em pontos estratégicos. Obviamente foi tudo acobertado, e quem tava responsável pela investigação é o tal detetive escroto que pegou o caso da ameaça da Weitz.

Fuçamos mais e achamos um buraco no chão, dentro caixas de sapatos, e dentro mãos e pés decepados e em diferentes estágios de decomposição. E um caixão pequeno, que abrimos e tem uma garotinha morta com estacas de metal a prendendo. Ensacamos tudo e tiros começam a explodir pedaços das paredes. Saio correndo pro carro pra chamar reforço atraindo fogo enquanto Weitz achava e atirava no malaco. É, o plano não saiu como esperado, tomei um tiro e Weitz tomou um que quase a matou. Consegui chegar no carro e puxá-lo pra proteger Weitz. Chamo reforços e logo chegam os paramédicos e puliça. Mandamos pegarem as evidência enquanto nos levam pro hospital.


Nos internam, eu tô melhorzinho mas Weitz vai pra cirurgia e fica capotada. Chamo o delegado lá e conto nossas suspeitas do detetive escroto, ele fica de investigar. Depois de um descanso Weitz acorda grogue com alguém falando com ela. Um cara que se esconde do lado do armário diz que foi ele que atirou na gente pois pensava que era o povo colecionador de pés e mãos. Diz que botou o guarda da porta e enfermeiras pra dormir. Pede desculpa e manda não voltarmos lá. Depois aparece no meu quarto, debaixo da cama, eu levanto e fico querendo briga, ele me dá uns tapas e ameaça me matar se eu não parar. Explica o acidente, peço mais informação, ele diz que tem uns zumbis por lá, um povo que tomou umas drogas estranhas, e juntaram até uns seguidores malucos. Deixa comigo uns frasquinho e diz que ajuda a curar mais rápido. Ele vai embora, eu acordo o guarda dorminhoco. Uso o troço do frasquinho, puta cheiro de hortelã, e melhoro um pouco.

Depois que Weitz tá melhor apareço lá contando o que rolou e ofereço o frasquinho, mas ela é paranóica e não quer. Volto pro quarto e o meu camarada Stu, que é o relações públicas do departamento, arruma uma coletiva de imprensa preu falar abobrinhas. Até terninho chique. Falo com uns repórteres, conto que tô ajudando numa investigação e que tão tentando nos intimidar mas não temos medo e vamos resolver tudo. Até mostro uma foto enorme da Weitz, digo sobre a heroína que ela é e tudo mais. [hahahaha]

Tenho alta, vou atrás do maluco atirador. Acho-o numa igreja, mesmo local que Weitz o viu quando atirou na gente. Não sou nada discreto, o cara vem até mim e me leva pra tocaia dele. Conto as tretas que descobrimos e ele conta a história dele, algo sobre família morta por uma empresa maligna misteriosa e vingança. E se chama Brian. Ele tem um símbolo da empresa mas não o nome, que mais tarde descobrimos chamar Umbrella. Ele diz que fica dia sim dia não ali esperando os zumbis aparecerem. Diz que vai forçar a Weitz a tomar o remedinho de hortelã.

No dia seguinte Weitz acorda bem melhor, como se alguém tivesse entrado a noite e mudado sua medicação. Depois de um tempo ela tá sussa, só com uns roxos e volta pra delegacia. O delegado diz que passou o caso pro detetive escroto mas ela pentelha ele até devolver o caso. Ele “perdeu” uns dados da investigação, ela pressiona até ele achá-los. E o caso ficou parado todo tempo que ficamos no hospital, obviamente estamos sendo sabotados. Continuamos a investigação.

Descobrimos que os corpos da família da menina também sumiram. Voltamos no prédio queimado pra pegar as evidências que a polícia deixou pra trás e vemos que tá tudo arrumadinho do jeito que tava quando encontramos. Resolvemos armar uma tocaia, desarrumamos tudo denovo e esperamos os arrumadores aparecerem. Eles aparecem, claro que no dia que o Brian não tá espionando. Três caras liderando e os seguidores manés. Começam a arrumar as coisas quje bagunçamos, chamamos o reforço que logo tá lá.

O povo começa a fugir da polícia, corremos atrás, eles entram numa porta secreta na parede, menos dois dos líderes que ficam pra tretar com a polícia. Um policia vai pra cima mas o zumbi o pega como um bonequinho e começa a devorá-lo. Os policiais saem correndo em pânico. Vou pra cima de um deles mas ele me agarra e lambe minha orelha. Weitz atira nele, o tiro pega em cheio mas ele nem sente. O outro pula em Weitz e a derruba, conseguimos nos desvincilhar e saímos correndo. Sem muito pra onde ligamos pra Kate da Orpheus, contamos a zica toda, ela diz umas paradas estranhas paranormais e diz que vai ajudar, na próxima sessão.

Tô apanhando até de patos, zumbis então...

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7º sessão de D&D do Danizinho

05/02/2010

7º sessão de D&D do Danizinho

Nessa com nosso maguinho Ditrax em modo automático.

Na torre maléfica dos inferno (literalmente) achamos um buracão que seria a passagem que procurávamos. Tudo escuro, não conseguimos sacar nada sobre o buraco. Eu pulo dentro pra checar o que tem lá [com meu anel que suaviza quedas], fico um tempão caindo, o ambiente maligno fica cada vez mais opressor. Chego num terreno todo seco e morto, lua vermelha gigantona no céu escuro, e nada de buraco pra cima, portal de algum tipo, não consigo relatar pro povo que ficou. Depois de muito enrolarem o resto desce também, menos o guerreiro que ficou pra proteger a retaguarda [é, faltou na sessão mesmo].

Naquela terra desolada, sem nenhum ponto de referência ficamos discutindo pra onde ir. Utter sente observações malvadas sobre nós, faz uma magia pra achar um caminho, caveirinhas de fumaça aparecem. Kelfaz acha uns rastros, Utter faz mais magias e vê um rastro verde no céu do horizonte. Seguimos pra lá até acharmos uma floresta toda torcida e fechada. Seguimos pela floresta, vou na frente, vejo um lobo enchendo o saco, atiro e ele vira fumaça, desaparecendo. Continuamos e ouvimos algo grande se aproximando, nos preparamos, aparece um urso enorme e todo fudido, parecendo um morto-vivo. Vou checar o que pega e ele cospe um monte de vespas vermelhas em cima de mim. Sento o prego nos insetos, minha especialidade. Ditrax e minhas aranhas tacam teias, enquanto o resto do grupo joga truco. Depois de pedalar as vespas, coletamos ferrões e venenos e seguimos.

Enxame de vespas vermelhas... Cadê o Fusca Azul Atroz?

No fim da floresta vemos um murão do castelinho do ser malvado que nos observa. Caveironas e construtos verdes protegem o local. Ditrax nos deixa invisíveis, eu cresço a galera com minha varinha e vamos pro arrebento. Do castelo sai uma núvem bizarra, a núvem vira chuva ácida, que cai na terra levantando gás ácido. Nos cobrimos e protegemos, molhamos o terreno com as varinhas de criar água pra neutralizar um pouco do ácido e seguimos. Começamos a sentir presenças fortes no local, possivelmente deuses malignos. A deusa aranha me pentelha e começa a atrair minhas aranhas pro castelo, só uma fica comigo, então mato todas as outras. A que sobrou eu cresço com minha varinha. Muito puto, começo a metralhar as caveiras e construtos verdes, fico distante tacando flechas, eles me seguem, vou atraindo eles pra longe pros caras passarem de boa.

Tenho um talento pra arrumar encrenca com deusas-aranhas

Cyrak dá um pulão e abre uma janela, o povo entra, passando por mais caveironas que tão meio distraídas com as mistiquíces que tão rolando no castelo. Acham livros e bobagens, Cyrak acha uma espada que chupa almas. Depois socar os bichos lá fora encontro o povo e seguimos pelo castelo com Utter nos guiando. Ainda como batedor, encontro num corredor um demônio aleatório vindo, atiro mas ele vira fumaça, ilusão. Seguimos e o monge começa a ter uns chiliques, Utter detecta influência do deus Beholder nele, com seu escudo reflete o monge e a presença do deus beholder. Utter xinga a mãe dele e tudo mais, então um, beholder aparece de surpresa e explode Utter por trás, tansformando-o em pó. Cyrak passa a faca no lazarento.

Acho que Beholders são nervosos por não conseguirem tirar os ciscos.

Invocamos nosso gênio e usamos um dos três desejos pra ressuscitar o caboclo nas plenitudes de suas habilidades. O gênio fanfarrão ressucita Utter pelado, então o convencemos a fazer o serviço direito e trazer os itens junto, senão ele que iria se dar mal e não chamaríamos ele pra dar porradas nos demônios como ele tanto queria. Seguimos…

Não sentimos mais as presenças dos deuses malvados, continuamos atrás do demonião safado, chegamos numa câmara com um prisma flutuando e girando no alto dum pedestal. Todos fuçando, menos Utter que briga pra abrir o próprio elmo [é, falha crítica, uma de muitas]. Vejo locais estranhos nas faces do prisma, deduzimos ser algum dispositivo de comunicação, uma webcam, e os deuses tavam tramando algo por lá. Achamos um tilojo solto e atrás uns pergaminhos que não entendemos lhufas. Ditrax tenta ler e cai cego e gritando, depois cai inconsciente. Ativo a webcam e tento achar Pelor, ele aparece na casa da maga patalalógica, passamos o relatório, ele diz que achamos algo muito importante, algo a ver com uma receita pra virar um deus. Manda a gente voltar pois somos muito coxinhas pra peitar o demonião que tá por lá. Quebro o prisma e nos teleportamos de volta pra casa da maga.

Entregamos as tralhas e contamos o que sabemos, Pelor diz que a treta ficou pior, algo sobre essências divinas sendo roubadas e talz, e temos que resolver isso. Pergunta se alguém quer virar paladino dele mas dispensamos. Detalhe que minha aranha crescida não diminuiu, agora vou passear por aí com uma aranhona. Todos se comprometem a continuar a missão e salvar o mundo. E fim do primeiro capítulo.

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1º sessão de Orpheus do Angelo

29/01/2010

1º sessão de Orpheus do Angelo

Spin-Off de outra mesa de Orpheus. Se passa em Bruges, na Bélgica. Ainda somos humanos bundas ignorantes. Nessa eu tô como Nigel Ostermann, bombeiro bonzinho e garoto propaganda do departamento. A Graci tá como Catherine Weitz, uma detetive da puliça. Ela esteve na outra mesa, então já tá meio maluca, liga não.

Começamos recebendo um alerta nos departamentos. Um cara pulou dum prédio e se esborrachou, deixando mó zona no prédio. Chegamos e começamos os procedimentos. O corpo afundou o chão de paralelepípedo mesmo só tendo caído do segundo andar. Weitz fica fuçando no corpo coletando evidências, eu subo checando o prédio. Chegamos no apê do cara, a mulher dele é levada como suspeita, vou fuçando e tem um fogãozinho ligado na cozinha mas com uma chama absurdamente alta. Desligo mas o troço continua, tacamos extintor até o bicho apagar. Tiramos as tralhas perigosas, vou checar os outros apartamentos, entro e encontro um corpo carbonizado sentado no sofá com a TV ligada com estática. Chamo a puliça e vou checar os outros apês, encontro mais corpos. Bizaaarro…

Weitz vai investigar os tostados. Aparentemente eles foram torrados instantâneamente mas não deixaram marca alguma onde estavam, como se tivessem sido colocados lá. Um dele estava gelado, outro ela foi mover e partiu no meio. Fica fuçando e investigando. Liga pra delegacia pedindo equipamentos mas os caras a tratam com descaso. Enquanto ela investiga outro corpo cai lá fora, só que esse afundou bem mais. Ela vai checar e nota que o cara tá sem sangue, sequinho. Mais evidências e investigações…

Eu vou checando os apês, um deles a porta não abre. A chave num gira, o pé-de-cabra quebra!!! Vem mais bombeiros, um tenta com um machado mas o cabo quebra e a lâmina volta no ombro dele. Nenhuma ferramenta funfa, então tentamos pela janela. Marretas, guinchos, lâminas, nada. Então tentamos pelo teto. Chegamos no apê de cima e o cara se recusa a abrir a porta, entramos arrebentando o nariz dele na porta. O cara tá visivelmente chapado, vou levando-o pra ambulância enquanto o outros armam as máquinas. No caminho começo a sentir um cheiro horrível que me deixa nauseado ao ponto de eu cair fazendo o pescoço do cara quebrar. Somos levados pra ambulância e fico emozando por lá. Até ouço umas vozes dizendo que estão por lá mas desencano disso.

Weitz investiga o apê do chapado, acha seringas com líquido preto dentro. Fuça até que acha dentro do chuveiro uns saquinhos com pó preto. Os caras ligas as máquinas pra perfurar mas a broca só vai um pouquinho. O bombeiro bota o olhão lá e sai berrando com um buraco no olho e sangue pra todo lado. Do buraco no chão começa a sair um gás preto, Weitz alerta todo mundo pra evacuar e isolar a área. Tiram todo mundo, continuam os procedimentos padrão, voltamos pros departamentos pegar coisas.

É o que dá ser xereta

Weitz rola umas burocracias com o chefe dela e ele permite ela pegar uns equipamentos com a gente pra continuar as investigações. Eu chego no departamento e recebo a ordem de pegar os troços pra ela e acompanhá-la. Voltamos pro prédio maldito, com roupas de proteção, fuçamos o apê do chapado e achamos um buraco no chão do quarto, entramos e achamos um caixão em pé. Tiramos ele do buraco e abrimos, uma menina só com a metade esquerda do corpo decomposta, e um saco grande na parte de baixo do caixão. Abrimos o saco e tem vários cérebros dentro! Freak demais… Reconheço a menina dum salvamento que fiz uns três anos atrás. Ligo pro departamento e puxo o histórico do salvamento, de acordo com os registros a menina e os pais morreram num acidente de carro dois anos atrás e já foram enterrados. Weitz chama legistas e perícia e talz e vamos pro necrotério.

Isso que é multiclasse

No necrotério o legista zureta começa os exames. Descobre a menina tá regenerando aos poucos, depois pluga os cérebros e vê que tão ativos. Despirocagem científica, exames pra lá e pra cá. Eu pego o endereço do cara que retirou o corpo do chapado que quebrou o pescoço e vou na casa dele. Trombo Weitz que me encomenda um sanduíche. Chego na casa do cara, tio do chapado, me apresento, o cara fica putão mas depois diz que eu fiz um bem pro mundo por que o sobrinho dele era um escroto mesmo e talz. Mó drama. Tomamos chá, o cara resolve ir embora da cidade de vergonha, tento descolar alguma informação útil mas nada. Volto pro necrotério com o sanduba.

Weitz larga os corpos e cérebros sendo examinados, chama a assistência social pra cuidar da menina possivelmente viva, e voltamos pro prédio maldito tentar abrir o apê maldito. Weitz vê alguém de relance entrando no apê. Com grampos e TPM Weitz consegue abrir a porta, tomamos a fumaça preta sem proteção e nos queima. Fechamos a porta e colocamos as roupas de proteção. [noobs...]. Fumaça preta, não vemos nada, vejo um vulto e entro pra pegá-lo, noto que o apê não é mobiliado, vou caçando no escuro. Tomo um murrão, devolvo e acerto alguém molenga e viscoso. Agarro e tiro da fumaça, é a metade de cima de um cadáver, sem braços. Deixo lá com a Weitz e entro de novo.

Ela entra e começa ver tudo em tons de cinza, sem fumaça. Vê uma bancada com potes com fetos de animais dentro. Me acha e tô no banheiro, uma sombra tá indo me pegar, ela grita pra eu sair. Vou saindo e a sobre me dá uma rasteira, depois desce pelo ralo. Então começo a ver tudo em cinza também. Vemos umas barras de metal na porta e janela. Arranco a da janela e tudo volta ao normal, vemos a porta toda arrebentada das tentativas de abrir, assim como a janela e teto. Descobrimos que o apê é da recepcionista. Comunicamos nossos superiores e voltamos pros departamentos. Weitz até consegue uma licença de um dia. E eu uma visita ao psiquiatra…

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5º sessão de Star Wars do Angelo

29/01/2010

5º sessão de Star Wars do Angelo

Nessa o Alex entrou com Leon Star, humano jedi. E sem Bothan e Duros dessa vez.

Em Manaan, Deiji vende as plantas Sith que roubou pruns mandalorianos. Elel e seu mestre resolvem que querem voltar pra Korriban, digo que podemos deixá-los próximos de lá mas não voltamos pra lá nem a pau. Nos preparamos pra sair quando recebemos uma comunicação, se identificam como os mandalorianos que fizeram negócio com Deiji, querem fazer mais transações. Vamos lá na nave deles conversar.

Os caras dizem que querem que a gente seja leal a eles por um mês e faça uns trampos esquisitos. Dizemos que nossos trampos são diferentes, coisas mecânicas e talz, e que a impressão que Deiji deu tava meio errada. Oferecem uma grana aceitável pra gente, e pra Elel uns cristais e lightsabers. Ficamos de pensar, discutimos entre nós e resolvemos aceitar mediante umas condições. Só eu e Deiji no trampo, e coisas que estavam relacionadas às nossas áreas, e sem essa de lealdade, no máximo exclusividade. Os caras topam e já passam um trampo, investigar as instalações científicas abandonadas em Flashpoint. Partimos.

Enquanto isso, Leon num planeta aleatório com seu mestre turrão lhe pentelhando. Manda ele fuçar num templo no meio do deserto atrás dum cristal. No caminho ele brinca com vermes gigantes até chegar no templo. Entra, treta com robôs e é capturado, deixam-no só de tanguinha no meio do deserto. Ele volta e começa a fuçar nuns equipamentos por lá. Preciso eu, não?

Nós, voando felizes e contentes, percebemos que a comida tá indo rápido demais. Elel sente um distúrbio na Força e vai investigar, Deiji vai checar a dispensa e encontra quatro ratões, sai correndo dando tiros e tomando mordidas, e consegue fechar a dispensa. Chamo todos pra ponte e corto o sistema vital do resto da nave pros bichos morrerem. Vemos um clarão na câmera da dispensa e a câmera pára de funcionar. Mando um robozinho consertar, quando a imagem volta vemos os ratos todos dilacerados. Deduzimos que foi o mestre, que nem percebemos que não estava conosco. Vamos pra dispensa.

Checamos a zona, começo a limpar, Deiji vai pra enfermaria depois da mordida do rato. O mestre diz que não foi ele que fatiou os ratos. Elel sente as frescuras da força novamente e segue, chega na enfermaria onde o mestre da cuidando de Deiji e aparece um cara de manto que o mestre parece reconhecer. Muntuamos na enfermaria, o mestre parece surpreso e no fim é mais um discípulo dele. O cara é todo desfigurado e mal encarado. Seguimos viajem, os jedi vão confabular no cantinho deles.

Malditos jedis misteriosos

Deiji vai pilotando quando os sensores captam que a nave foi travada na mira de algo. Ele faz as manobras evasivas mas não escapa da trava, uma grande bola azul de energia vem pra cima da gente e acerta em cheio. Abre um rombo na nave, travo as portas pra manter o suporte vital onde a galera está. A nave é presa num raio trator e começa a ser puxada. Pego os trajes de proteção e me escondo pra não ser capturado, então a nave começa a ser esmagada aos poucos. Vou prum módulo de escape, por fora da nave mesmo. Um laser vem lá dos quintos e acerta a nave, e começa a serrar a nave. Todos os sistemas desligam, queima tudo, chego no módulo que num funciona mais. Somos arrastados prum planeta qualquer.

Chegamos na superfície e vemos Leon vindo até nós só de tanguinha [os equipamentos que ele tava mexendo aleatoriamente foi o troço que nos acertou e derrubou lá]. Passado o estresse inicial ele explica que tem o templo com montes de robôs descontrolados seguindo ordens de um cara morto há tempos. O mestre turrão de Leon aparece e vai levando-o pra casa. Elel cola neles e o mestre dele deixa os pivetes se resolverem enquanto ele vai falar com o outro mestre. Eu e Deiji já vamos pro templo destruir tudo só de raiva.

Leon explica mais sobre o templo e a missão dele lá e se juntam a nós. Ele nos guia até uma sala de comando livre de guardas. Os computadores tão num língua estranha pra todo mundo, depois dumas hackeadas converto pruma língua camarada. Analisamos tudo, descobrimos que o local é uma base enorme e antiga que faz parte de um conjunto de centenas de bases ao longo do planeta, e que o planeta tava em guerra e os robôs tem a missão de proteger o rei que está lá. Segundo Leon um dos robôs tem dupla personalidade e fala como se fosse o rei, dando ordens pros outros. Passada a vontade de destruição, agora queremos uma nave pra sair daquele planeta, e tem uma esperando pela gente na garagem da base, só temos que passar por um porrilhão de robôs.

Depois de muita análise e planejamento ativamos um protocolo de evacuação. Desligamos um turbina que ventilava tudo e zoamos mais uns sistemas, tornando o local inabitável pro tal rei [morto] forçando os robôs a saírem pra outra base. Uns dois dias nessa brincadeira até que a base fica vazia, então nos esbaldamos na pilhagem. Armas, droids, suprimentos, arte, peças, veículos, nave, tuuudo. No quarto do rei achamos uma caixa com vários lightsabers que os jedi bonzinhos resolvem devolver pra Ordem, Deiji pega um mas eles enchem o saco dele até ele devolver.

Num dos cantos da base encontramos um galpão com montes de sarcófagos [refugiados de StarGate?] enfileirados. Uns cheios, outros vazios, nomes estranhos, e uma passagem cheia de ossos. Leon e Elel seguem pela passagem sentindo forcices, vêem fantasminhas jedi discutindo o que fazer com eles. Conversam com os fantasmas, querem saber sobre a guerra, contam que o povo dali perdeu, então os fantasmas entregam o cristalzão pros dois. Eles tocam e vêem uma guerra entre forçudos e um cara enterrando esse cristal no campo de batalha. Os fantasmas mandam eles cuidarem daquele troço e somem.

Jedis egípcios? Ou egípcios jedi?

Terminamos de pilhar, os jedi voltam pra casinha do mestre turrão e entregam as coisas. Eles checam tudo, vêem os lightsaber e mandam Leon e Elel escolherem um. Leon pega um que brilha dourado, Elel percebe que tem mais dois escondidos na caixa, um de “lâmina” preta duplo [uuuu] e outro lá, mas ela pega um lilás. Mais baboseiras Jedi… Adaptamos as tralhas pilhadas pra gente, entupimos a nave de tralha, distribuo anonimamente um montão de água e comida pros povoados dali e nos preparamos pra zarpar. E curioso como estamos do lado de Korriban agora… hunf…