Nessa apenas eu e o Foice, e o Tib que entrou com o pivete humano jedi Jared Rider.
Sem o Delfas dessa vez.
Voltamos de nossa última missão, fomos continuar nossa vidinha de padawan. Jared é meio obcecado por ser franzino então fica treinando o tempo todo pra ficar fortinho. Num desses treinos aparece o mestre Obiwan pentelho Kenobi, conversa com Jared e começa com uns papos filosóficos estranhos. Pergunta sobre a diferença entre uma vela e um incêndio, fala coisas como ele poder fazer a diferença mesmo sendo um rebinha. Jared aceita a lição e volta ao treino. Obiwan diz que um mestre qualquer mandou chamá-lo, então Jared sai a caça desse mestre.
No caminho Jared tromba eu, pergunta sobre o mestre mas eu nem faço idéia, aconselho ele a se abrir pra Força e deixar que ela o guie, Jared topa e sente os mestres acumulados na sala do conselho, além de sentir umas coisas estranhas na Força. Jared cola lá e os pirocudos tão conversando bobagens. Jared fica quietinho esperando, depois que acaba o tal mestre vem falar com ele. Diz que ele vai junto com outros padawans numa missão, entrega um holocrom e manda ele se juntar com os padawans. Jared corre e nos tromba na biblioteca.
Ligamos o holocrom e vemos que a missão é ir até um planeta prisão aliado dos Separatistas e seqüestrar um bandidão. O mestre Mace Windu irá com a gente. Eu vou falar com o mestre enquanto Odo e Jared pesquisam sobre o planeta, bandidão e tudo mais. Chego no Windu, pergunto da missão, ele diz que vamos receber umas roupas e que só podemos carregar nossos lightsabers. Volto e conto pros caras. Odo e Jared vão pra seus alojamentos, eu fico estudando sobre a bandidagem.
Mace Windu - O Jedi daquilo roxo
Odo começa a meditar e sente algo bem malvado na Força ali na biblioteca, corre lá e vê todo mundo morto e as luzes falhando, um vulto passa rapidão. Ele liga a espadinha e entra. Eu tô lá na biblioteca e do nada as luzes apagam, e quando voltam tá um puta massacre e a espadinha de Odo brilhando na outra ponta da biblioteca. Me junto a ele, puxo meu sabre e observamos o vulto que pula de lá pra cá. Jared sente algo ruim também e corre pra lá, no caminho chama uns guardas que vão pedir reforços. Jared chega na biblioteca com uns guardinhas que são fatiados imediatamente. Guardo o sabre e ando até o centro da sala, falo pro tal aparecer logo e deixar de bichisse. A voz malévola se identifica como o conde Dookan e o outro é a aprendiz-assassina dele, Ventress.
Ventress - a Darth Bitch
Odo e Jared ficam preparados pra porrada, eu tento falar com o puto. Eles ignoram a gente e somem, deixando umas granadas bizonhas pregadas nuns cantos. Jared e Odo correm atrás dos fujões. Eu uso o poderzinho da Força de premonição e vejo que não são granadas normais, provavelmente algo pra zoar os arquivos da biblioteca. Puxo todas as granadas e corro com elas pra fora da biblioteca até achar um lugar pra guardá-las sem que causem dano.
Jared e Odo perseguem os fujões até a nave deles que já tá se preparando pra partir. Odo taca uma fonte em cima da nave atrasando-a. Ficam tacando coisas até que a nave dispara mas o tiro é parado por um vaso que coincidentemente entra na frente. Estragam as armas da nave mas ela decola rapidão. Logo aparecem os mestres Jedi e os guardas. Dizem que foram pegos de surpresa por uns tanques, até o Windu ficou machucadinho.
Nos reunimos na biblioteca, descobrimos que uma placa dos arquivos tá faltando, todas informações sobre o Hutt Ziro, e surpresa, não há back ups… Os mestres querem fazer logo nossa missão mas falamos que temos que reagrupar e consertar as coisas e que essa missão tem que esperar. Eles concordam e dizem que tem que achar um informante que com certeza tá por dentro dessa zica toda. Vai nós três e a mestra Lamparina.
Mestra Lamparina
Descemos no planeta gelado onde o tal informante trafica, só que ele é um mestre dos disfarces, então vamos ter que achar ele na Força. Fuçamos pela cidade, Jared e Odo vão num bar e conversam com uns caras, Jared consegue um contato, fica negociando e arma uns esquemas. Eu e Lamparina vamos nas docas, eu espalho que quero comprar uma informação bizarra sobre um sistema estelar qualquer, um mecânico me diz as coisas e talz, deixo ele pra lá e fico esperando algum abalo na Força. Logo aparecem uns malacos de motocas junto dum tiozinho, sentimos a Força nele.
Dessa vez foi solo mesmo, só eu resolvendo o milhão de coisas que tenho pra resolver. A Pri apareceu um pouquinho com Hanna no meio.
Depois da última reunião de ouro a vida continuou. Tinha o lance com a Sati e o tal noivo prometido dela mas num pressionei. Num belo dia acordo e ela continua dormindo, logo sinto uma presença passeando pela casa, armo minha guarda e tento achar o intruso, noto que tá na cabeça da Sati. Entro na conexão mas uma barreira de cristal me impede. Supondo ser obra da própria Sati, ou do pai dela, volto e aguardo. Quando ela acorda diz que a família dela quer que ela cumpra a promessa e case com o infeliz a quem ela foi prometida. Conversamos, deixo claro que isso não vai rolar e que posso encher todo mundo de porrada se for preciso. Ela diz que tem um ritual pra provar que eu seria o noivo certo mas só um dos noivos sobreviveria e não podemos deixar que o infeliz morra já que não tem culpa e tá tão amarrado quanto ela. Ficamos de resolver isso…
Vamos fugir e casar em Las Vegas logo...
Sati recebe uma mensagem da mestra do Santuário nos chamando prum ritual, só que acha estranho por ela não ter me mandado a mensagem também. Então ela vê com seus poderes premonitórios uns caras aleatórios falando que a viram a Mestra zanzando com roupa de aspirante padrão e outra mina virou a Mestra do Santuário. Diz que nossa mestra Hanna não vai gostar nada disso, então vemos a cara enfurecida de Hanna. Digo que não podemos nos basear no que Hanna gostará ou não, temos nossas responsabilidades e devemos cumpri-las, e que se for da vontade de Atena então que seja. Saímos pra nos purificar antes do ritual. Ela na cachoeirinha e eu no morrinho.
Sati fica se purificando, eu termino e volto pra casa cuidar dos meus assuntos. Chego e me entregam mensagens das editoras que eu contatei sobre o livro de estórias que montei. Todas mandam propostas de grana mas não é esse o objetivo. Uma editora brasileira manda um projeto de ajuda indígena legal. Respondo pra eles que não é sobre lucro e sim pra expandir a consciência mundial e coisas assim. Mando cópias pros líderes religiosos e filosóficos do mundo. O Vaticano responde topando lançar o bagulho com umas edições da igreja, deixo pra ver no que dá. O Dalai Lama responde satisfeito com mais alguém pra luta. Tzk Tzk. Dias depois Ken aparece na minha casa com um muleke e um DVD, põe pra rodar e mostra o Dalai na TV lendo uma das histórias, depois duma greve de silêncio de anos. Infelizmente o mundo num entende muito bem e rola umas chacotas. Ken diz que tem uma mensagem, então entra em transe e um antepassado meu encarna nele. Diz que a por mais que o mundo num tenha entendido algumas pessoas entenderam e a mensagem foi passada. Ken volta ao normal, faço um rango pra gente e conto uma estorinha aleatória.
Dalai
Começo a espalhar as estórias via sonho pra pessoas aleatórias. Num belo dia chego num canto que não parece estar sendo sonhado por ninguém, vejo um vira-lata passeando. Sigo ele, ele entra numa moita e some, eu rio e ouço alguém acompanhando minha risada, viro e vejo Sam, um xamâ do Cão camarada de tempos. Nos abraçamos e ele me mostra uma casa, chego lá e abro a porta, mas uma luz forte me impede de continuar. Trovões explodem pra lá e pra cá. Nós dançamos, umas patas de cachorro aparecem em mim, diz que o cachorro sempre protege e é leal. Então ele vira o vira-lata de novo e mija na porta da casa, depois volta a forma humana, nos despedimos e eu entro na casa.
Dogão é mau...
Passo a luz forte e chego num descampadão, um touro enooooorme passeia por lá. Encaro o bicho, então expando minha consciência pra fica mais do tamanhão dele, fico parecendo um novilho com atitude. O tourão move a pata traseira e mostra Sati presa e do lado a armadura de touro, depois as esconde de novo. Encaro o bicho, ele bufa e raspa o chão, eu retorno a bufada e raspada. Ele empina pra me arrebentar, eu parto pro ataque tentando pegar ele por baixo, acerto mas o bicho é muito denso e tomo um porradão. Acordo e vejo um indião perto duma fogueira, há patas de cachorro pelo corpo, penas de águia e corvo, e um colar de presas de leão. Junto a fogueira está Sati sentadinha com roupa de índia. Me junto dela e do cara, o Avô Trovão.
Vovô Trovão
Ele começa a cantar mas num entendo lhufas, depois ele acende um cachimbão e fuma. Depois ele vem até mim e estende o cachimbo, só que vira e o dá pra Sati. Ela fica bem emocionada e fuma, depois o cara pega o cachimbo de volta. Sati fica chorandinho e agradece o avô. Depois ela diz que quer dar um presente mas não sabe o protocolo, eu digo que estamos em família, não precisa de frescura. Ela vai até o avô e lhe entrega uma planta maluca mística. Começa a chover, aparece uma mulher, passa por nós e sorri. Se junta ao Avô Trovâo, é a Avó Chuva. Todos sentamos, cantamos e curtimos. Os dois levantam e vão embora, deixam a armadura de Touro ali. Aparecemos fora da casa de Touro, sinto as presenças de Hanna e da ex-Mestra (Euríale) se afastando. Os totem receberam Sati na família, agora tem que casar mesmo. Muitas encrencas vindouras….
Vovó Chuva
Finalmente vamos pro tal ritual da mestra. Chegamos lá e somos posicionados nas quatro direções, eu, Sati, Hanna e Seph. Me dão um tambor, começa a musiquinha, vamos nos juntando no círculo mágico e de cima aparece a mina com roupa de mestra, e do lado a ex-mestra. O ritual prossegue, a mestra fala umas paradas e invoca Atena. A deusa aparece toda poser, nos reunímos atrás da mestra. Ela fala com Atena sobre a terceira irmã “medusa” Esteno que também foi amaldiçoada. A mestra Medusa quer purificar Atena e pra isso a deusa tem que liberar as maldições passadas. Medusa pede pela deusa da justiça pra liberar a irmã dela da maldição mas Atena diz que Esteno é culpada e merece a punição. Então joga a batata pra gente, Euríale fica quieta, Hanna pede pela deusa da bondade, Atena recusa também, eu peço pela deusa da produção dizendo que Esteno precisa ser moldada e nessa forma num serve pra nada, Atena diz que é verdade mas Esteno produziu filhos malvados e os ama então não rola. Medusa pede pela deusa da guerra, Atena diz que beleza se Esteno passar pelo teste de combate contra cinco dos cavaleiros de ouro. Depois ela volta pra sua toca.
Atena - Nossa patroa sem noção
Depois voltamos pra rotina, sinto os cosmos de dois discípulos meus sumindo. Dio e Folk, que foram numa missão e morreram. Dio foi levado pela Lebre e Folk pela Aranha. Vou atrás de novos discípulos, na visita a Dona Ana na vila sinto uma menina de 2 anos toda enrolada na teia da Aranha. Pergunto pra Dona Ana e ela explica que é a filha da mina que era aspirante a cavaleira mas foi afastada por ter perdido um pé, depois teve a filha e o marido morreu. Colo na mina e chamo ela pra morar comigo, ela acha que é por que eu tenho que casar com ela por ter visto seu rosto, mas eu explico que a filha dela tem um trampo federal pela frente e que eu tenho que treiná-la, mas quero que as duas vão. Ela fica meio na dúvida mas ponho minha moral na mesa e ela topa. Começo a treinar a menina pra virar a xamã bombadona da Aranha. A mãe era uma das aspirantes mais rápidas de sua época, mas agora não sabe como se virar sem o pé, e a prótese estoura se ela esforça. Pego ela treinando escondida as vezes, começo a treiná-la pra deixar de depender do pé.
2º sessão da mesa de Mutantes & Malfeitores da Graci
Nessa tivemos novas vítimas. Alex com Linux, o psicão, Thener com Steve T, o mago com capanga demoninho, e o outro cara com o Sombra, pivete que virava sombra.
Passados cinco dias desde a nossa última encrenca com os robôs-carangueijo, passamos todo o acontecido pros novo recrutas. Estranhando a demora da NSA em nos atualizar sobre a investigação da treta toda cutucamos eles pra mandarem o que tiverem. Recebemos um relatório com um monte de bobagens técnicas e conclusões inúteis, diz que o raio feito com aquele rubizão seria bem instável, abrimos mais uma teoria de que o cara estaria usando o diamante como intensificador de energia pra controlar um equipamentão fodão. Deixamos Celeste pesquisando todas tralhas técnicas.
Então recebemos um alarme, algo estava rolando no banco de Metroville. Acessamos as câmeras e vimos cinco capangas assaltando o banco usando armas de alta tecnologia. Juntavam os reféns e discutiam sobre como abririam o cofre. Não pareciam profissionais, ou espertos mesmo. Especulamos sobre as intenções dos meliantes e agimos. Teletransportamos Sombra pra dentro do cofre pra ele fuçar lá e ver se tinha algo de estranho que valesse uso de tais equipamentos, depois transportamos os reféns pra nossa base e nos transportamos pro banco pra socar os malacos.
Este é um trabalho para Os Guardiões!
Eu desativo a arma duns bandidos com meu equipamento, um deles não se toca e tenta atirar em mim, caímos na porrada, ele continua tentando atirar, recusa-se a se render, até que derrubo ele. Linux puxa as duas armas que ainda funcionavam com sua telecinésia e as aponta pros bandidos, um deles ataca mas se atrapalha todo, o outro não tem muita sorte também. Steve T e seu demônio socam o restante, um deles até pega fogo e sai correndo mas Linux segura a porta com telecinésia. No cofre Sombra fuça com ajuda de Celeste mas num acha nada de incomum.
Guardamos as armas nos compartimentos de contenção, entregamos pra NSA. Interrogamos os meliantes, Linux com pós-cognição e Steve T com magias de controle mental. Descobrimos que os caras receberam as armas numa caixa deixada anonimamente na porta da casa deles e eles vieram roubar o banco. Checamos as armas e descobrimos que há pequenos compartimentos com pequenos rubis que carregam a arma e talz. Vamos pra casa dos caras e fuçamos, mais investigação na caixa que vieram as armas e descobrimos que elas estiveram numa linha de montagem robotizada, e uma placa de caminhão. Passamos os dados pra Celeste e ela começa a fuçar atrás dos caminhões com aquela placa, achamos vários, deixamos rolando e voltamos pra base.
Na base nos dividimos, deixamos as investigações rolando no computador, Steve T vai encontrar os reféns que resgatamos que ainda estavam na base esperando, eu e Linux fomos pra NSA ajudar nas investigações. Steve falou com as pessoas, mas estavam muito abaladas, afetando seu sucesso, finalmente tranqüilizou todos e mandou-os de volta pro banco pra polícia resolver. Eu e Linux fomos fuçar nas tralhas capturadas, descobrimos um cara na tal linha de montagem com capuz e barba por fazer, o nome Dr. Elétron, e um caminho na memória dos robôs que levavam até aquela fazenda que a NSA disse não ter nada de estranho. Todos aparecem na NSA, investigamos o tal Dr. Elétron e descobrimos que era um suposto vilão de quinze anos atrás que ninguém nunca viu e só se tem boatos da existência dele, aparentemente mexia com eletricidade e tecnologia.
Ainda incertos da inocência do Dr. Daves vamos falar com ele mas chamam ele na hora por terem descoberto algo nas armas. Vamos todos e vemos que são mini rubis artificiais parecidos com aquele grandão que achamos. Rola uma suspeita de vazamento de informações mas morre ali. Depois Steve T fala com o Dr. Daves e pergunta na lata se o cara tem culpa no cartório, o cara nega mas dá aquela tremidinha, já ficamos mais paranóicos. Vamos fuçar na casa do Dr. Daves (carinhosamente chamado de Sr. Suspeito) e descobrimos que vários dados que estavam na NSA estão no micro dele também e pelas datas o safadão tava mesmo passando informação pra fora. Deixamos uma das cópias do Equação [é, ele demorou pra chegar em OFF mesmo] vigiando o doutor e vamos fuçar na fazenda suspeita.
Sombra e Equação entram primeiro, Sombra como, bem, sombra, e Equação pequeno e intangível. Fuçam e acham uma porta no porão, Equação passa a porta enquanto Sombra desabilita as trancas. Vamos até eles. Equação acha um corredor com canhões lasers, com ajuda de Celeste desabilita-os. Entramos e seguimos, Celeste vai contornando o sistema de segurança, até que chegamos numa porta.
Eeeenquanto isso o Dr. Suspeito sai da base da NSA e pega seu carro, Equação acompanha escondidinho. Ele passa pra gente que o doutor tá indo na direção da fazenda. Equação despluga umas coisas no motor, o carro da uma engasgada e antes que pare volta ao normal, aquele era definitivamente o tal Dr. Elétron. Equação tenta zoar coisas não elétricas do carro, mas o carro continua andando. Então Equação resolve partir pra pancadaria e cresce pra cima do cara.
Naaa fazenda, Sombra e Equação passam a porta e vêem, equipamentos aleatórios, e nos cantos uns caranguejos robóticos maiores e com lasers. Abrimos a porta e partimos pro arrebento. Equação vira vários e cai na porrada, junto com o demônio, Steve T e Linux usam telecinésia e seguram os bichos amontoados em cima um do outro, os bichos disparam mas não nos acertam. Equação entra num deles com várias copias pequenas e crescem, abrindo um buraquinho na lataria. Os manos descem a porrada mas a carcaça é muito dura e não causam dano, por fim eu desligo eles com meu pulso eletromagnético controlado.
Abrimos os robôs e extraio os sensores deles, faço umas gambiarras e altero umas coisinhas pra que nós passamos a ser reconhecidos pelos robôs como sendo caranguejos-robôs, podendo passar de boa por eles sem que nos ataquem.
No próximo episódio………
A nova temível máquina de destruição do Dr. Elétron!
Última sessão dessa campanha. Apenas Jericó, Lucky Strike, Jason e Gallian.
Capetão invocado
No final da sessão passada nossos heróis voltaram pra superfície e encontram praticamente o inferno na terra. Céu vermelho, todos equipamentos eletrônicos bichados, demoninhos passando pra lá e pra cá, bichos mortos na água, pessoas sendo aprisionadas, torturadas e mortas, fogo e destruição pra todo lado, e um demonião comandando a porra toda. O caveirão Gallian apareceu também chamando o capetão pra chincha.
Os heróis chegam à praia com o Pedalinho. Jericó se transforma numa mangueirona e começa a puxar água do mar e apagar o fogo que fere as pessoinhas, só que nota que a água fere quando bate nas pessoas, tinha ficado ácida. O capetão faz pose e xingando a mãe dos heróis, Jason estica seu bracinho mas erra, o capetão aproveita e envolve seus tentáculos no braço esticado de Jason. Lucky atira mas acerta o braço de Jason. Gallian ilumina o local com sua luz divina espantando os demoninhos.
O capetão puxa Jason e o gira tentando usá-lo como clava pra acertar os heróis, mas estes desviam. Lucky atira de novo e o capetão toma os pipocos, soltando Jason. Jason taca um carro mas erra, então resolve tacar Jericó que vira uma bola pesada com espinhos, mas erra de novo. Jericó vira um troço tentaculóide e agarra o capetão. Lucky e Gallian atacam deixando o capetão chateado. O capetão então solta uns berros e as pessoinhas caem, os heróis resistem mas se sentem mal. Mais treta e o capetão percebe que tá em maus lençóis, diz que num vai mais perder tempo com aquelas criaturas insignificantes e que ainda não tava 100%. Então ele berra de novo e o céu fica todo eriçado, com caveiras espectrais passando pelo céu vermelho, daí ele se transforma numa nuvem de mosquitinhos e passa pelos heróis.
Os heróis reagrupam e sentem um grande tremor na terra, percebem que algo bem grande se aproxima, levantam vôo se afastando do chão, fendas se abrem na terra engolindo as pessoinhas, um demoninho é sugado pra fenda, um buracão se forma e de dentro sai um bichão enoooorme.
Cadê o Megazord quando se precisa?
O bicho sai andando por aí destruindo tudo que tem no caminho, passando por prédios como se fossem de papel. Lucky atira de cima de um dos prédios mas não afeta o bicho, o prédio desaba e Lucky consegue escapar pegando carona num guarda sol da Skol que passou por lá. Os heróis atacam mas não conseguem muita coisa. Gallian chega bem próximo da cara do bicho pra atacar e nota que a energia que rola dentro da boca do bichão é conhecida, lembra aquela que fluía pelos corpos dos Pocknos. Alguém se lembra das pesquisas feitas em outra sessão e relacionam o bicho com os 13 demônios que abriam o portal pro grande demonião ultra foda de eras atrás. Gallian não sente mal na criatura. O povo discute o que fazer, Jericó resolve voltar até a vila dos Dowds no interior do planeta pra descobrir sobre esse bicho. E enquanto o bichão caminha pega os heróis desprevenidos e Jason toma uma bordoada fenomenal do troço e é arremessado longe, caindo na água ácida, perto de Jericó que avançava pro buraco em direção aos Dowds. Jericó despeja o corpo de Jason em terra e volta pro buraco.
Lucky e Gallian percebem que Jason estava mortinho da silva, todo arrebentado e moído, beijando seu próprio calcanhar, em três lugares. Lucky fica chocado e eminho, dão um funeral pra Jason tacando fogo nos restos moídos dos ex-companheiro. Enquanto isso o bichão atropela a cidade.
Jericó chega nos Dowd e pergunta sobre o bichão mas ninguém diz algo de útil, então ele vai pra mina-chave que e ela explica que aquele é um dos habitantes do interior do planeta, e assim como os Dowd eles também tem sua vila nos quintos do planeta. Jericó fica de saco cheio do papo zen da mina-chave e diz que queria ver as coisas como ela vê, então ela estende a mão pra ele e ele topa, e mais uma viajem bizarra começa, cheia de luzes sons, baratos e alfas e ômegas. Então ele percebe que nesse mundo lisérgico as coisas estão ficando zuadas e uma imagem toma o lugar.
Musiquinha de Imotep...
Jericó fica é pressionado e acaba saindo da conexão, só que não está mais com a mina-chave, está com um cara-chave, tipo um gerente do McDonalds, reconhece da turma das chaves que os heróis resgataram. Vê em volta um mooonte daqueles grandões passeando calmamente. Jericó conversa com o cara-chave sobre o bichão solto lá em cima, o cara diz que ele tá perdido que só tá tentando voltar pra lá. Jericó pergunta como faz pra guiar o bicho, o chave diz que ele tá muito longe pra que ele o guie, mas com o Jericó lá eles podem direcionar o troço. Então o chave toca Jericó e ele começa a se mesclar no padrão do chave, entende todo o sentimento dos bichos pela chave e entra no grupo, agora Jericó virou um dos guardiões daquela chave, e sabe de todas as 13 vilas de criaturas bizarras que tem pelo planeta e nota que a posição das vilas lembram aquelas constelação longínqua que eles acharam em outra sessão, como se aquilo tudo fosse um grande equipamento, e Jericó agora era mais uma engrenagem da porra toda.
Jericó pensa em como voltar pra superfície, o buraco que o bichão fez tá soterrado, então ele pede pro cara-chave mandar ele de volta pros Dowds que lá o buraco tá livre, então ele é transportado e volta pelo buraco. Lá em cima Lucky e Gallian vão trocar idéia com o Gallian caveirão que senta o prego nos demoninhos. Os Gallians discutem filosofias e frescuras, caveirão só quer saber de matar o capetão safado e tá cheio de ódio, Lucky até trás uma escultura de um santo jogada por lá pro caveirão deixar de putice e ficar bonzinho. Gallian convence o caveirão a se juntar a ele novamente e pede a deus pra uní-los de novo pra lutar contra o maaaal e tudo mais, emana sua luz divina e… ouve-se grilos no fundo…. tuuu tuuu tuuuu…. Aparentemente isso não está nos planos de deeeeus. huhuhuhuhu
Jason começa a acordar, ele vê as coisas de forma diferentes, meio matrix, cheio de vetores e cálculos, percebe estar um tanto diferente, seu corpo é estranho, até que começa a se acostumar e lembrar de tudo, quem era e o que aconteceu. Percebe que seu “simbionte alienígena” do braço tomou o corpo todo dele, mesclando totalmente os dois. Ele se apruma e levanta vôo em busca dos heróis. Lá em baixo ele vê Lucky e os Gallians e os aborda, Lucky já quer pipocar o coitado, mas conversam e aceitam que aquele troço estranho é Jason mesmo. Nisso passa voando Jericó em direção ao bichão que já destruiu um porrilhão de coisas. Jason tenta pegar carona mas é chacoalhado, todos se reúnem e discutem o que fazer.
Jason 2.0
Jericó vai até o bichão e o acalma, o direciona de volta pra casa por dentro da terra, pra evitar mais destruição. Então o povo se junta e tenta checar o que tá rolando no planeta. Jason vira um troço antenal, Jericó vira um equipamentão detector e Lucky fica girando botões aleatórios. Detectam que num ponto tal um equipamento bizarrão emite leituras bizarronas, e Jericó percebe que esse ponto é exatamente acima de onde fica a vila dos bichões grandões. O povo então se junta e voa pra lá. Chega no local que está alagado e vêem o trambolho voando. Vários raios elétricos vermelhos se encaminha do céu pra máquina, e no troço oval há vários símbolos que Gallian reconhece como vários símbolos religiosos que na verdade completam um grande símbolo, o do Capetão.
Discutem muito, Lucky tenta passear pelo plano astral e dá de cara com aquela imagem que toma conta de tudo, e cai inconsciente, Gallian reproduz a imagem do bicho e Jason sente um medo inconsciente e ancestral estrondoso. Depois de mais discussão eles voltam ao normal e decidem meter o pé na porta do bagulho. Voam loucamente pra lá e são recepcionados por coisas voadoras verdes. Treta rola solta, os bichos disparam energia do corpo, Jericó e Lucky conseguem entrar no troço e são seguidos, depois Jason e Gallian entram também, mais treta lá dentro, o caveirão fica pra fora quando alguém consegue acessar o mecanismo das portas e a fecha.
Ziooon zion zioooon.... FWOOOSH
Lá dentro parece com um acumulados de teias velhas metálicas, energia passando pra todo lado pelas teias, criaturinhas bizonhas passando conversando algo que Jason entende como coisas hostis genéricas, eram os bichos pilotando os troços verdes. Eles atacam as mentes dos heróis mas são fraquinhos e os heróis debulham vários e o resto sai correndo.
Os pilotos das naves verdes
Percebem que a energia está se acumulando no centro do equipamento, o povo abre caminho até lá, enquanto destroem vários fios que carregam energia. Chegam até o centro e vêem uma bola energética vermelha flutuante puxando energia dos fios. Dentro da bola há uma silhueta serena. A silhueta olha com desaprovação pros vândalos, amendrontando-os. Gallian taca sua espada mas ela fica cravada na bola energética até que volta pra sua mão. Taca de novo e dessa vez Lucky aproveita o embalo e atira na espada, causando uma rachadura na bola que explode e varre a nave com a energia vermelha, destruindo muita coisa mas os heróis conseguem se proteger. De dentro da bola sai uma criatura inexpressiva. Todos reconhecem como sendo a forma evoluída do capetão chifrudão.
Música de chefe final
O bicho diz calmamente que os heróis fizeram bosta e interrompendo aquele processo selaram o destino do mundo e do universo, pois agora aquele grande mal que estava cativo no centro do planeta seria libertado e ele tentava evitar que isso acontecesse, para que ele mesmo pudesse dominar o mundo. O povo parte pra porrada mas o bichão nem pisca. Fica meio surpreso quando os ataques de Lucky e Gallian o afetam, então contra ataca psiquicamente paralisando uns, toma mais bordoada e resolve zoar, os heróis são transportados prum lugar infinito e branco, onde só eles e o bicho estão. Jericó consegue não ser levado por se esgueirar pelos cantos. Vê todos sumirem, então entra nos mecanismos da nave e começa a manobrá-la pro buraco que o bichão deixou quando cavou de volta pra vila.
Na grande imensidão branca o povo ataca o bicho mas sentem as coisas tremerem e seus ataques são redirecionados a seus companheiros, Gallian acaba caindo depois de tomar um tiro redirecionado de Lucky. O bicho fica fazendo discursinho de “perdeu,preiboy” enquanto os heróis tentam entender como acertá-lo. Gallian acorda e tenta zoar o bicho com a luz divina, o lugar treme momentaneamente mas ele segura. Do outro lado Jericó vê por um breve instante seus companheiros translúcidos, então pilha a nave e monta um equipamento pra achá-los. Enquanto o povo treta na branquidão Jericó acha a freqüência do local onde seus companheiros foram parar, estabelece uma conexão. Jason percebe Jericó aparecendo então o puxa pra dentro da branquidão mas Jericó solta a parte do corpo que Jason segura e volta pra nave enquanto a conexão quebra. [Não é legal quando todo o grupo que matar um dos jogadores em off?]
Lucky vendo que a zica tá forte e seus amigos capotados diz que topa se render pro bicho se ele deixar seus amigos saírem ilesos. O bicho aceita e manda os caras de volta pra nave e fica com Lucky na branquidão. Na nave o povo discute como tirar Lucky de lá, então Jericó começa a sentir a presença astral de Lucky que tenta guiá-lo em como tirá-lo de lá. O povo junta seus esforços, enquanto o bicho tenta usurpar o corpo largado de Lucky e ele resiste rabudamente, ele é puxado de volta para a nave e volta pro seu corpo. Todos se reúnem e ouvem a voz do bicho dizendo que escolheram do mal o pior, pois ele lhes daria uma morte bem menos dolorosa do que a criatura que eles libertaram e que não há mais local seguro no universo. Então notam a energia do bicho se afastando do planeta, fugindo.
Sentem a presença megaultrafoda daquilo que tava preso e agora foi liberto, o troço passa pelos heróis, Gallian percebe que a coisa é superior até mesmo ao deus dele, Jason começa a ter espasmos de medo vindos de seu simbionte. Jericó percebe que a chave se lascou e que tudo acabou, Lucky sente o plano astral dominado por aquela presença. Notam o bagulho se expandindo e olham para o céu vendo a zica que arrumaram.
Quer um final feliz? Vai ler Turma da Mônica. MUAHAHAHAHAHAHAHA
Nessa troquei de personagem, deixei o feiticeiro batuqueiro Takunk e entrei com o Monge humano Zavann, que usa pele e máscara de gorila (um fugitivo da porta dos desesperados hehehe). O Rafael voltou com um personagem antigo da mesa, Lord, o cara do machado gigante. Fabrício e Pati (não Tati) não jogaram. Muitas coisas bizonhas rolando nos turnos dos outros pjs que eu num faço idéia então só vou relatar meus turnos mesmo… hehe
Começo andando pelo reino do ar até que uma mina aparece voando com uma capa que vira asas de águia e um lobão do lado. Ela me chama pelo nome, se apresenta como Farawind e diz que tem uma mensagem. Me entrega uma folhona de árvore escrito que precisam de mim no reino do fogo e devo encontrar um cara chamado Lord, o guerreiro da Luz, pra salvar o mundo, e um barco voador me aguarda pra começar a viajem. Topo a encrenca e vou pro barco, magiquices rolando solta, conheço o capitão e fico de boa.
Durante a noite as pessoas que remam somem, são remadores mágicos, e começa festinha no barco. Fico no canto emburrado, vem um humano anão me encher o saco do por que da minha roupa de pele de gorila mas mando ele passear, depois vem o halfling Alvin junto com o elfo e começam a me pentelhar também, mas mando tudo pro inferno e entro de volta no quarto. Ponho pra cabeça pra fora da janela e fico curtindo a voação.
Vejo um barco pirata se aproximando e colando na gente, corro pra fora e vejo várias caveiras invadindo o barco junto com um grandão de duas cabeças. A galera cai na porrada, eu direciono as pessoas pra dentro do barco e fico protegendo a porta. O duas-cabeças me vê e diz que eu sou o alvo e me acerta um virote de besta, e umas caveiras pra mim. Dum barril pula a Farawind com um porretinho e entra no caminho. Fecho a porta e desço a escada, espero eles se aproximarem da porta e a arrebento na bicuda destruindo umas caveirinhas mas ainda tem várias. Entro na porrada, destruo umas, a Farawind solta uma magia e destrói outras mas eu tropico na escada e caio que nem jaca me arrebentando todo [falhas críticas movem o mundo].
Yo ho ho...
Acordo com o médico me curando, na sala estão todos que tavam na porrada e se arrebentaram. Conversamos, sou mais sociável dessa vez, Farawind diz que tava me vigiando por proteção, depois volto pro meu quarto. Quando chegamos ao nosso destino notamos que estamos em outro lugar, no reino da terra,que a luta deve ter avariado o navegador. Paramos na cidade pra reabastecer, eu fico no barco, Farawind volta e diz que coincidentemente o tal Lord que devemos encontrar tá por lá, então vamos até a taverna que ele estaria. A cidade é encravada na montanha, então o chão é todo disforme, as pessoas cavalgam grandes caracóis que andam de ré. Sim, muito bizarro.Conversamos com o taverneiro e ele diz que o cara saiu e foi falar com o rei do pedaço, diz que podemos mandar uma mensagem mágica pra ele. Pagamos e contatamos o tal Lord. Dizemos que temos que encontrá-lo pois o destino urge e blablabla. Enquanto mandamos a mensagem aparecem dois anões fardados querendo falar com a gente, quando terminamos a mensagem noto que são guardas do castelo real, diz que vai nos levar pro tal Lord.
Somos voados até o castelo e levados até a sala do rei. Já vou direto pro cara do machado gigante, mas me mandam falar com o rei anão antes. Vou e me apresento, o rei chama o Lord e conversamos. Dizemos que fomos enviado pra entrar na missão dele e arrebentar o mal. Ele diz que está caçando uns mortos-vivos fodões e que ainda faltam cinco para serem destruídos. Diz que em breve vai atrás do próximo, então já grudamos na garupa. O rei diz pro Lord que ainda tem que testá-lo na porrada pra ver se fornece a ajuda do reino na missão. Lord é levado pruma arena e um anão mago o enfrenta, Lord arrebenta o tal. Então vem outro anão parrudão e limpa o chão com Lord usando golpes de agarramentos e chaves. O parrudão diz que vai ensinar uns movimentos pro Lord e mostra usando vários caras, travando todos fodamente. Meus olhinhos brilham com tanta chave.