h1

6º sessão da mesa de D&D do Gabriel

19/11/2009

6º sessão da mesa de D&D do Gabriel
Depois de socarmos o fantasma, eu, Farawind e Herbec (não Hesvec) seguimos até uma sala grandona, com duas escadarias, umas caveiras pentelhas em baixo, uns bichos voadores morto-vivos em cima, e o tal anão da biblioteca possuído por algo com tentáculos na parte de cima. Tinha também uma estátua enorme dum anão porradeiro. Aparentemente nosso truta Drei, o mago despirocado, passou por lá antes da gente e debulhou uns inimigos antes dessa nova leva chegar, só ouvíamos ele ao longe soltando magias.

Herbec faz umas magias de proteção e um paredão de pedra pra afastar as caveiras, Farawind taca suas pedras mágicas, eu carrego a barrinha do especial e corro  pela estátua dando um pulão e chego lá em cima, agarro o anão tentaculóide, perco um nível de brinde, e puxo o safado pra baixo a lá Zangief. Quando levanta ele tá meio sonzo e tenta fugir, já livre da possessão do capeta, aproveito pra capotar ele. As caveiras fecham na gente, tomamos bordoadas, Herbec e Farawind se fecham num casco de tartaruga onde ela continua tacando pedras mas o casco não impede o ataque do fantasma safadão que tava possuindo o anão, e a Farawind já tava bem fraquinha de tanto tomar porrada do fantasma. Tento tirar casco dali mas nem rola, então pulo nos carpados twist da vida pro alto da estátua enorme, pra lidar só com os bichos voadores e deixar as caveiras pros dois. Tento outra acrobacia zóiuda mas num rola, tento saltar atraindo os bichos voadores e derrubar com uma shuriken um lustre grandão em cima delas, mas erro o shuriken. Mais bordoadas e o fantasma vem pra cima de mim e tudo fica escuro. Quando acordo os bichos tão capotados e tão me exorcizando. Seguimos pelos corredores.

Uma lição que aprendi, abraçar mortos-vivos não é legaaal

Achamos nossos camaradas anões e aventureiros se reagrupando. Estão se preparando pra chegar no boss do jogo. Entregamos a chave pra eles, juntam com outras e abrem um portão num jardinzão. Perguntam se queremos continuar mesmo sabendo que o mano é graúdo, digo que tamo dentro. Entramos bem heróicos, sentimos o local mudar, as coisas ficam mais cinzas e embaçadas, um lance mais etéreo. Vemos o lord Vampirão num trono de ossos todo posudo, ao redor dele vários casulos cristalizados sarcofagais, ou algo assim, dispostos numa figura pentagrâmica de várias pontas. Hora da porrada!

Acho que esse não brilha no sol

Todos os npc espadaúdos, Artie, Drei, Ingrid, Alvin, Girimum, partem bravamente pra trombar o Vampirão, quando cercam o tal aparece uma energia maluca que envolve todos e a treta fica lá rolando, nossos manos descendo a lenha e o Vampirão só bocejando. Lá de fora vemos os casulos abrindo, primeiro quatro de lados opostos, saem caveiras e zumbis, eu e Farawind corremos um pra cada lado e socamos os bichos, enquanto Herbec dá suporte. Depois de destruir os bichos notamos um enfraquecimento na energia do Vampirão, aparentemente ele tava puxando força dos mortos-vivos ligados ali. Mais deles começam a sair dos casulos, vamos pra porrada.

Saem todo tipo de bicho morto-vivo, crias vampíricas, aranhas gigantes, esqueletos com tripas pra frora, múmias, e por aí vai. Num momento Herbec entra na treta estraçalhando os bichos com uma maça mágica que fere mais mortos-vivos. Mais porrada e a Farawind cai prum bicho, fico tretando enquanto Herbec ressucita ela. Nesse meio tempo nosso camaradas tão caindo pro vampirão, um a um, mas ele tá ficando mais fraco conforme derrotamos os bichos dele.

Tirando lágrimas dos mais valorosos guerreiros

Por fim sobra só um bicho, só que esse num é morto-vivo, é um construto, um troço feito de aço e bem grandão, com uns espinhos nas costas e zumbis no meio dos espinhos. O bicho arremessa zumbis na gente e vem pra cima. Socamos os zumbis e tentamos socar o bichão, só que ele é bem resistente e elimina boa parte do nosso dado. Herbec usa uma magia de cura em área pra nos curar e mata todos os zumbis duma vez. Eu e Farawind somos pegos e guardados nos espinhos. Farawind vira uma cobrona e tenta segurar os pés do bicho, mas ele a pega e joga de volta nos espinhos. Depois ela resolve segurar as mãos dele, o que não dura muito também. Vamos socando e apanhando bastante, muitas curas depois derrubamos o canho.

O campo de energia que envolvia a galera some, só tem o Drei ainda vivo e Vampirão ali aloprando todo mundo. Ele vem caminhando pra gente, Herbec puxa um pergaminho brutão e começa a ativar só que ainda tem um tempinho até funcionar. O Vampirão transforma Drei em pózinho e continua andando pra gente. Vou até ele e fico encarando. Herbev termina o feitiço e o céu abre e o sol aparece todo pimpão pra torrar o desgramado do Vampirão. Derrubo o trono de ossos, por desaforo mesmo, os milicos começam a chegar e a musiquinha de final fica de fundo.

Sem mortos-vivos pra mim por um tempo, ok?

About these ads
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

%d bloggers like this: