Arquivo de Novembro, 2009

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1º sessão da minha mesa de M&M aleatória

06/11/2009

1º sessão da minha mesa de Mutantes & Malfeitores aleatória

Mesa genérica, então não espera muito, é só farra mesmo. Nessa todos tem uma introdução comum. Cada um é de uma época diferente. A Graci é Xifeng, uma imortal das lendas chinesas kung fuzeras. Danizinho é Centurion, policial especial de Tokyo do século 23 com seu parceiro cachorro robótico inútil. E Alex com Alex Masters, aventureiro inglês do século 19 que é truta dos espíritos africanos e mexe com animais. Todos lutavam em seus respectivos tempos contra um vilão desconhecido, um crânio flutuante com um manto e uma ampulheta pendurada onde seria o pescoço, além de poderes de se transformar em areia. Num momento da luta, devido a xabus aleatórios os momentos se conectaram e os heróis passaram a se verem na luta, e mais xabus depois tudo foi pros ares e energias começaram a rolar. Foram jogados num túnel sem gravidade onde imagens de tempos diferentes passavam pelas paredes. Sem muito o que fazerem pra evitar são jogados pelo túnel, o crânio malvado aparece gigantão aloprando eles  e caem em algum lugar. Daí começamos a zica toda.

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Aparecem num lugar árido, com o sol na jaca, ouvindo gritaria. Depois de passar a zonzêra avistam uma horda de homens pelados e primitivos correndo loucamente em direção deles, com lanças, pedras e porretes. E um vagão de metrô todo enferrujado enterrado. A horda já vai tacando as tralhas em cima dos heróis. Centurion puxa sua espada energética e deflete uns, o resto se espativa na armadura brilhante dele. Masters sai correndo, já Xifeng fica meio aturdida pela situação e toma umas espetadas pra acordar.

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Bárbaros ululantes

Todos correm dali, sobem morrinhos e vêem num vale um monte de dinossauros, daqueles abobados, passeando de boa. Ou dragões, segundo Xifeng. Achando ser mais seguro com os dinossauros eles descem o morro e vêem as cabecinhas ugabugas no alto do morro xingando eles.

Se apresentam, o cachorro de Centurion faz toda uma propaganda do herói de Tokyo. Deduzem terem sido mandados de volta no tempo ou para algum outro mundo ou dimensão. Notam que pelas teorias não deveriam haver humanos e dinossauros no mesmo período. E percebem que a lua está mais próxima da Terra. Masters vai trocar uma idéia com o dinossauro. Por azar escolheu o único surdo do bando todo. hehehe Depois de um tempo pra chamar a atenção do bicho consegue se comunicar mentalmente. Num consegue nada de útil do bicho, mas enquanto fica fofocando pula de trás duma moitinha um tigrão azulado muito invocado.

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É primo do Gato Guerreiro

Os heróis tretam com o tigrão, Masters o comanda pra ir embora mas outro aparece, mais treta, Xifeng dá umas bicudas, Centurion erra tudo, Masters dá uns tiros, o cachorro robótico de Centurion é despedaçado pelo tigrão, até que o bicho capota com uma pesada bem dada de Xifeng. Centurion recolhe os pedaços de seu parceiro pra consertar depois enquanto Masters analisa o local atrás de um lugar pra se abrigarem. Acha um lugar perfeito, com um enebriante aroma de falha crítica, e todos vão pra lá.
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Chegam numa caverna simpática entre pedras. Não notam bichinhos nem nada de mal, só que a caverna parece certinha demais, toda redondinha. Analisam e acham ranhuras e sinais de que teria sido esculpida, mas sem desenhos ou qualquer detrito pelo chão ou paredes. Vão entrando, improvisam umas tochas e seguem. O caminho continua proporcional, fazendo curvas, ladeiras e subidas suaves. Sentem um ventinho quente vindo do fundo da caverna. Discutem sobre o que tá pegando e sentem um ventinho mais forte e fedido que apaga as tochas. Resolvem sair dali, então escutam algo se aproximando rápido, correm no escuro dando cabeçadas na parede, Xifeng voando, a coisa se aproxima e engole Centurion e Masters. Xifeng consegue manobra e fica em cima da coisa. Tem uma pele dura mas o corpo maleável, Xifeng reconhece que a pele do bicho é responsável pelas ranhuras nas paredes.

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Já tá percebendo o padrão?

Dentro do vermão Masters puxa sua faca e acerta um ponto sensível por sorte. O bicho se chacoalha, Master dá mais umas facadas e é derrubado dentro do bicho perdendo a faca. Centurion dá uns tiros mas num afeta a criatura, se junta a Masters mas são derrubados e ficam tomando linguadas enquanto Xifeng dá uns tapas por fora. Centurion se perde no meio das linguadas e é passado por uma cavidade mais pra dentro do bicho. Xifeng acerta uns golpes deixando o bicho mais chateado e chacoalhante. Masters usa seu controle de animais pra tentar convencer o bicho a soltar eles mas não consegue. Resolve apelar e força o bicho a vomitar, o problema é que o bicho num tinha muita estrutura pra isso, dá umas tremidas e grunhidos e expele tudo que tem dentro dele, heróis, animais, orgãos, bem nojento. Depois de um tempo o bicho para de estrebuchar e nossos heróis passam pelo horrendo mar de vômito e partes de verme. Notam que a armadura de Centurion tá meio danificada e as roupas de Masters tão bem zuadas, efeito do ácido que tinha dentro do bicho.

Quando saem da caverna já está de noite, mas eles lembram que só passaram uns vinte minutos ali dentro, ainda deveria ter muito dia pra passar. Discutem mais sobre o que houve, notam que a noite está quieta demais, nenhum mosquitinho passando. Xifeng voa pra cima pra ver o que rola na área, não vê animais em canto algum, só uns focos de chamas ao longe, e num lugar específico uma concentração maior de chamas no que parece ser uma construção bem alta. Desce, passa o relato e vão seguindo praquela direção discutindo as opções e eventos.

No caminho cai na frente deles uma ossada de pterodáctilo, não vêem ninguém nas proximidades, analisam e não acham nenhum sinal de que o bicho foi comido, só que está um pouco quebradiço. Centurion brilha e sua armadura desliga, aparecendo o japa descabelado. Discutem mais e vão seguindo.

Ao longe avista movimentação de chamas, se aproximam e vêem um humanóide verde com roupas primitivas e uma tocha. Xifeng voa de novo e vê que ele se direciona pruma concentração de chamas, possivelmente um acampamento. Discutem o que fazer e resolvem ir até o acampamento ver o que rola. Vão todos pacíficos, se aproximam bastante até que sejam notados, aparentemente não estavam esperando visitas. Dois humanóides com lagárticos com asas membranosas aterrissam com lanças enquanto uns sem asas vem com tochas e porretes. Cercam os heróis e os questionam. Xifeng consegue compreendê-los e fala com eles, explica a situação deles e pede ajuda. Os lagárticos conversam entre si, meio perdidos com a situação e aquela gente estranha. Um deles revira as coisas de Centurion e encontra os pedaços do cachorro robô, conversam entre si com termos técnicos tecnológicos  estranhos como se reconhecessem o equipamento. Eles chamam os heróis pra ir com eles, e enquanto caminham os heróis notam pendurados nas armas ou roupas dos lagárticos umas madeiras em formato de ampulheta. TÃ NÃÃÃ!!!

Chegam até o acampamento, vários lagárticos curiosos, um deles bem maior, com asas e peças de armaduras pelo corpo abre caminho pelos normais. [Detalhe para um pessoal duma mesa paralela jogando por ali cujas falas coincidiam exatamente com a situação que nossos heróis enfrentavam. Muito foda!] Masters como todo bom cavalheiro inglês estende a mão pra comprimentar o que parecia ser o líder deles. A multidão se espanta, rola um burburinho e o grandão rosna e fica em posição de combate, abrindo as asas enormes e rodeando Masters. Xinfeng pergunta o que tá pegando e o lagártico camarada diz que o Masters fez um desafio formal de pancadaria até a morte.

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BRIGA! BRIGA! BRIGA!

O lagartão abre umas membranas perto das orelhas e guincha cuspindo um troço verde mas Masters esquiva, meio sem muita opção puxa o trabuco e dá na cara do lagartão. A bala bate em sua couraça grossa e fica lá reluzindo à luz do luar. Xifeng fica falando com o lagártico camarada atrás de um meio de interromper a luta. O lagartão voa e agarra Masters subindo com ele lááá pra cima. O camarada de Xifeng explica que o cara teria que fazer uns rituais bizonhos e tudo bem, o problema era falar isso pra ele agora. Centurion pergunta se alguém pode trocar de lugar com Masters, o cara consente, então Centurion diz que vai assumir a treta e aciona sua armadura [música, luzes e poses exageradas pro japa se vestir]. O lagártico fala que tudo bem, se o Masters sobreviver a volta pro chão. Masters tenta atirar e se debater mas nada resolve. Chama por um pterodátilo que passeia por ali e pede ajuda mas o ptero tem muito medo do lagartão pra ajudar na treta, então Masters pede pra que ele o salve quando o lagartão o jogar de volta no chão, o bicho topa. O lagartão desce rodopiando a toda velocidade dando um rasante soltando Masters. Nem Centurion nem o ptero conseguem pegá-lo na queda e Masters se estabaca no chão dando um oi pra inconsciência.

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Xifeng e uma galera vai até Masters enquanto Centurion entra no ringue chamando o lagartão pro pau. O lagartão aceita e já entra em posição de combate. Centurion puxa o pistolão laser e dispara ferindo o lagartão que fica bem puto e parte pro arrebento. Os dois trocam tapas, Centurion ganha uns machucados mas consegue um disparo certeiro que nocauteia o bicho. Xifeng cura Masters que acorda e pega carona no pterodátilo pra sair dali, a galera fica toda empolgada, dizem que agora o vencedor tem que devorar o corpo do perdedor e assumir todas as fêmeas dele. O heróis tentam amenizar a encrenca, explicam que foi só um mal entendido e que não querem zoar nada, o lagartão acorda bem chateado. Todo mundo discute, os heróis insistem em revogar todo o evento, a galera fica meio estressada, então o lagartão bota ordem no pedaço. Diz pra todos como um líder que os heróis vieram ali pra zombar das tradições e ofender as crenças, diz que eles assumiram que só querem deturpar os costumes e aceitam a traição e que vão ser punidos conforme as regras, por Terminus, e a galera repete “por Teeeerminuuuuussss!!!!!”.

Na metade disso Xifeng, que é a única que entende o que o cara tá falando, já diz pro Centurion correr e se pirulita dali. Ou tenta né. HUHUHUHU

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1º sessão da mesa de Lobisomem do Leo

06/11/2009

1º sessão da mesa de Lobisomem: O Apocalipse do Leo

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Ainda somos humaninhos bunda em São Paulo e que nem tiveram sua primeira transformação, somos todos alunos (ou quase) da USP. Eu estou com Antares, futuro Roedor de Ossos Philodox, maldito hippie sujo que perambula pelo campus e tem uma mancha de vitiligo em forma de estrela em volta dum olho, tipo o cara do Kiss. Temos Danizinho como Chicão, futuro Fianna Theurge, estudante de astronomia e nerd. E o Foice como Leo, bad boy motoqueiro estudante de mecânica.

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Antares

Começa comigo passeando pelo campus, trombo umas meninas e depois a galera nerd que inclui Chicão. Falamos abobrinhas, viajo na maionese com teorias malucas, dizem que vai passar um cometa a noite e que vão assistir, viajo dizendo pra nos comunicar com o cometa, mandar fumaça e brisas do naipe. Chicão estranhamente concorda com umas viagens sobre a conexão do homem com a natureza. Uma das minas fica toda perdida no papo zen.

Então chega Leo de motoca, manda eu parar de aloprar todo mundo e me chama pra fornecer erva pra ele, pego carona na moto e vamos passear. Um guardinha camarada para a gente por eu não estar de capacete, Leo fica conversando com o guarda enquanto eu vou embora brisando.

Depois Chicão e Leo descobrem que tá rolando mudança geral nos alojamentos e que os dois vão ficar no mesmo apê, junto com um povo. Colam lá e começam a ajeitar as coisas. Eu ouço falar da mudança no alto-falante, ajudo umas minas a carregar as coisas e fico fascinado por um colar que uma delas tem. Fico falando abobrinhas sobre colares e símbolos, a mina se estressa e sai fora. Volto a andar e vou parar no alojamento de Leo & Chicão, lá os dois discutem sobre quem vai ficar com o quarto que tem janela, até que uma mina se enfeza e diz que eles podem ficar com o dela que tem janela. Fico lá comendo os salgadinhos deles.

Depois da zona eu e Leo vamos pro refeitório descolar um rango. Lugar lotado, acho lugar rapidinho, colo nuns manés aleatórios e fico falando bobagens e enchendo o saco “hippie style” até eles saírem. Ouvimos sobre as festas que vão rolar no dia, sobre umas serem mais fodas que as outras, lanço a idéia de pularmos de festa em festa, de galera, e que vai ser a festa do cometa, vamos passar pelas festas todas aloprando e juntando gente. Logo a idéia tá correndo pelo campus.

Vou dar um rolê e dormir. Sonho com um indião posudo, uma ponte de luz da lua e algo em cima de algo (num lembro o que era). O indião me manda subir e arrumar o troço, eu subo pela luz e arrumo, olho pra baixo e vejo melecas negras envolvendo ele, tento ajudar mas acordo, já de noite, com barulho de festa. Lembro que Leo teve uns sonhos com homens peludos e Chicão também teve coisas assim, mas nem lembro. hehe.

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Será que sonhar com caras grandes, fortes e pelados significa algo???

Vamos pras festas. Numa delas rolando bate-cabeça, Chicão coitado resolve entrar, prestes a ser trucidado Leo chega e a roda abre devido a força do menino. Som rolando, a galera com frescura de ir pra cima, lá de trás eu cutuco um cara e incito ele a ir pra cima, logo outros se juntam ao coro e a onda quebra neles. É, sô ruim. hehe. Uns se arrependem depois dos tapões de Leo, mas continuam, Chicão toma umas mas aguenta, até evita que Leo caia numa hora. Quando a coisa aperta uma mina sem noção entra e tira o povo de cima dos dois, se junta a eles e encara a galera. Mó tensão no ar, eu dou um toque pro DJ colocar uma baladinha romântica pra zoar. Todo mundo relaxa, Leo até chama a mina pra dançar. Festejamos de boa.

Dado momento a mina (que acho que até tinha um nome) menciona que tem uma festa melhor pra gente e nos leva dali. Vamos entrando no  meio do mato, os caras desconfiados e eu já tirando a roupa. Num ponto ela manda esperarmos e vai sozinha, eu nem ligo e sigo pelo mato. Logo ela volta e continua levando os dois. Eu sou pego por um cara grande e peludo cheio de dentes e arrastado pra festa. Somos levados até uma clareira com fogueira e uns manés ao redor. Chega um cara todo pomposo e todos fazem uwolf01ma reverência. Questionamos o que tá pegando, ficam de mistérios e blablabla. Depois de conversas que num levam a nada entramos na onda e ficamos festejando, tomando as cachaças místicas e tudo mais. E paramos por aí.