Arquivos para a Categoria ‘D20’

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3º sessão da mesa de M&M do Benito

23/12/2009

3º sessão da mesa de Mutantes&Malfeitores do Benito

Nessa foi só eu (Mamute) e a Graci (Kinema), o resto dos personagens foi como NPCs. Sahara, Dínamo, Fibrilator e Pulsar.

Começamos com Kinema estendendo sua percepção até a base dos vilõs pra checar o que rola. Ela passa por uma montanha camuflada, milicos pra todo lado, até que notam ela. Ela força mais um pouquinho e vê a máquina que tá aprontando a zica toda, gigantona. Então ela começa a ver as coisas mudarem de lugar, salas se movendo e tudo mais. Partimos pra lá.

Já na entrada Kinema me ergue lá em cima e eu desço com tudo desabando tudo, abatendo uns guardas e estorando a porta. Entramos e vamos seguindo pelos corredores, Fibrilator vai atrás de computadores. Descemos por um elevador e chegamos numa sala, eu e Sahara avançamos e uma parede cresce atrás de nós isolando o resto do grupo. No comunicamos mas parece que fomos movidos pra longe. Vamos seguindo até que ambos times chegam em salas bem grandes com uns guardas. Já entramos tretando, Sahara movendo as pedras, eu dando tapas. No outro grupo o mesmo esquema. Só que os guardas usam armas diferentes e ficam estranhamente mais resistentes, só sobra eu em pé. Até que Fibrilator chega e diz que eu tava batendo nos meus companheiros, e finalmente vemos que era uma ilusão e que estávamos lutando entre nós.

salcifufuuu!!!!

Dínamo acorda com sua auto-cura, guardo os caídos num canto pra não serem atacados por guardas de verdade e muito putos seguimos pela base. Chegamos a outra sala com uns 30 guardas. Rapidinho derrubamos eles, o povo acorda e nos juntamos. Continuamos descendo e chegamos na máquina, os vilões nos esperando por lá. O Foguentinho, o Kung Fuzeiro de Nova York, o Ninja que transforma outros em pedra e um cara grande feito de pedra. Dividimos e partimos pra porrada.

Fibrilator vai pros controles da máquina tentar atrasá-la já que não dava pra desativar. Kinema tenta arremessar o cara de pedra na máquina mas ele é pesado demais. Pulo pra cima do cara de pedra, ele cresce e me erra um murro, caio jogando frio no chão deixando-o mais fraco pra ceder com o peso dele. O chão abre mas ele cresce mais e sai de boa do buraco. Pulsar dispara no ninja mas ele esquiva e joga bombinha de fumaça pra se camuflar. Sahara vai pra cima do Kung Fuzeiro mas toma uma núvem de pólem que a deixa atrapalhada. Dínamo vai pro Foguento mas ele sai correndo pra pegar a Sahara. O Ninja some, Pulsar atira na máquina mas num chega a danificar. Sahara foge dos dois caras mas toma chamas e capota, Kinema puxa ela e joga o Dínamo nos dois, uma núvem de folhas e poeira cobre a área e Dínamos não vê nada. O grandão de pedra me erra uma bicuda e acerta a máquina danificando, eu esfrio uma parte da máquina pra ficar mais frágil, o grandão me acerta a bicuda dessa vez e eu atravesso a máquina. Energia vazando pra todo lado, destruição iminente.

O vilões sumidos, acordo e arrebento mais a máquina, logo vemos lava descendo por onde entramos, o Foguento subiu e derreteu as coisas. Pulsar atira e Kinema empurra na telecinesia fazendo um buracão. Vamos subindo até que o ninja aparece e transforma o Dínamo em pedra, e some de novo. Kinema vaza com Sahara e Dínamo capotados. Tromba o Ninja no caminho, ele diz que a gente por comemorar o dia de hoje mas vai ter volta. Pulsar e Fibrilator me levam voando. Saímos da base, ela explode e em seguida é sugada deixando nada pra trás, só a cratera.

Epílogo. As tretas param, ajudamos onde podemos. Em Nova York os outros Pjs resolvem as tretas diversas, os vilões somem, a companhia de tecnologia é pilhada e tudo some. E mais uma vez o mundo foi salvo graças a Aliança.

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4º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

23/12/2009

4º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

Nessa entraram novas vítimas. Alvaro com um Bothan piloto e o Danizinho um Duros também píloto. É. num lembro os nomes, eram bizarros. E o Seiya faltou.

Nossos futuros novos camaradas tão voando pela região do planeta fugindo da puliça quando tomam uns tiros e sua nave cai no planeta que estamos. Avaliam os danos e percebem que o motor já era. Logo aparecem uns guardas pra checar o que aconteceu. Os caras tentam explicar mas já são algemados e levados prisioneiros. Explicam tudo que ocorreu, e claro, mentem descaradamente, e os puliça dali dizem que eles tem umas horas pra provarem que  que dizem é verdade. Colocam uns colares explosivos nos pescoços deles e chutam pra fora na cidade. Ele ficam passeando tentando falar com guardas pra saberem onde levaram a nave deles pra eles poderem pegar os dados pra provarem suas histórias, direcionam eles pro hangar.

Já nós continuamos a fuga. Tiroteio e destruição rolando, Deiji hackeia os controles e abre as portas, só que elas não abrem totalmente, só um espacinho, que começa a entupir de gente. O mestre pega Elel no colo e vai pulando pra fora. Eu escalo a galera e saio, Deiji fica pra trás mas o mestre volta pra pegá-lo. Tiro voando, vamos subindo uma rampa de hangar junto com uma galeeera, e mais tiros. O mestre fica pra trás refletindo tiros enquanto seguimos, mando ele defletir pras luzes assim os guardas não enxergam os alvos. As correntes laterais começam a correr, imagino que tão puxando algo de cima pra nos esmagar, organizo a galera pra colocarem seus trecos improvisados nas engrenagens. O troço pára e fica forçando, Deiji atira num cabo de força que fica chicoteando pra todo lado, até que o mestre fateia o troço com seu lightsaber e segura a ponta toda energizada que ia pegar Deiji em cheio. Elel pega Deiji pelo braço e o puxa dali.

O Duros e o Bothan chegam na porta do hangar e conversam com um guarda que dá um cartão pra eles entrarem no hangar. Passam o cartão na fechadura e a porta tá emperrada e soltando fumaça. Nós nos deparamos com a porta só com um tantinho aberta. As correntes tavam abrindo a porta… Despacho uns malacos pra acionarem o botão de abertura de emergência que passamos no caminho mas agora tá cheio de puliças e droids. Nisso vemos as luzes de lighjtsaber se batendo lá embaixo. A porta abre um pouquinho mais e começamos a sair. Os guardas de fora meio perdidos tentam nos parar mas digo que vai tudo explodir e todo mundo corre. Eu corro com outros meliantes, roubamos um transporte e vazamos.

Deiji e Elel saem e vão vazando. Duros e Bothan percebem Deiji e seu braço biônico e vão até ele pra ver ele manja de tirar a coleira explosiva deles. Eu percebo eles indo na direção dele e penso que um deles quer zoar Deiji (falha crítica…), falo prum wookie mané que acho que aquele Bothan trabalha pros puliça e tava no meio dos caras que prenderam a gente, o wookie num acredita de primeira, então digo que vou matar o cara quando puder, ele se convence e vai pra cima do Bothan pra tirar satisfação.

Sempre dá pra situação ficar mais cabeluda.

Ele vem na loka e pega o Bothan na porrada, que perdido só tenta evitar a morte. Duros vai conversar com Deiji que não entende a zona rolando. Duros mostra o colar pra Deiji que na hora identifica como falso, diz que aquilo num faz nada e o Duros pode tirar [mais umas falha crítica]. Duros fica na dúvida e num tira. Deiji vai seguindo. Bothan se resolve com o wookie e se libera. Vai até deiji e mostra o colar, dessa vez ele reconhece que é real.

Então o mestre e o sith pulam por nós tretando, então o aprendiz do mestre pega o sith pelas costas. O mestre fica cabreiro com a interferência do aprendiz, o Sith foge, o mestre vai atrás e o aprendiz fica por lá. Duros cola nele perguntando se pode ajudar com o colar. Ele diz que pode e arranca o troço com a Força. Aíííí…. o Duros pega o colar e fica chacoalhando todo feliz, e obviamente o troço explode na mão dele. O aprendiz vaza e o resto foge pras docas atrás de uma nave.

Eu volto até o acampamento dos mineiros pra ver o que sobrou mas tá tudo destruído. Acho umas pistolas quebradas, volto a pé pra cidade a procura dos camaradas do submundo enquanto conserto as pistolas. Chego na cidade, trombo um dos caras num buteco, passo o que rolou e peço um auxílio pra deixar o planeta em troca trampos pra eles. Ele diz que pode ver e pergunta se tem mais pessoas comigo pra ir, digo que tem uns manés que podem quere ir também, mas num garanto nada. O cara diz que os Sith tão me procurando

O povo chega nas docas, checa as naves por ali e invadem uma qualquer. Duros vai pra enfermaria cuidar da mão explodida. Deiji fuça no colar do Bothan e consegue removê-lo. Elel o pega com a Força e o levita pra fora da nave. Então algo cai em cima da nave fazendo-a balançar, o colar cai e explode, machucando todo mundo. Os melhorzinhos colocam Deiji no tanque bacta pra curar. O Bothan consertando uns troços nos painéis sente alguém o pegar pelo tornozelo. Vê uma humana toda arrebentada com uma armadura. Ela pede ajuda e ele diz que vai ajudar se ela ficar quietinha num canto, mas logo ela desmaia e ele a leva pra enfermaria.

Vou procurar os manos nas docas, onde estaria a nave do Deiji sabe… Procuro a frequência do comunicador de Elel e digo que tô por lá, ela me passa a nave que ela tá. Investigo nos registros e vejo que aquela nave pertence a um Sith que transporta metais raros. Chego na nave, conto a opção de fugirmos com os contrabandistas, Elel fica de checar com o mestre dela. Enquanto ela fica meditando com a Força pra achar o cabra eu fico consertando os feridos. A humana num responde nada, só diz que luta contra os Sith e é toda paranóica. O mestre aparece, conversa com Elel e decidem ir junto com os meliantes. Depois o mestre cola na enfermaria e conversa com a humana, mas nada de mais.

Como aquela nave não tava em condições de hiperdrive fuço pelos sistemas até achar a nave do Deiji, a acho em outra doca, faço uma ordem falsa pra mover a nave pra doca que estamos. Pego os códigos de acesso da nave que estamos pra podemos usar pra sair. Reprogramo o droid médico, jogo outra ordem falsa no sistema mandando esse droid pra manutenção e perdendo ele na burocracia. Passo um R2D2 pra essa nave. Quando a nave de Deiji chega passamos as coisas pra lá, desfaço a reprogramação dos Sith e reprogramo pra eu controlar. Partimos, Deiji pega um dispositivo localizador no astrodroid que pegamos, manda pra longe e vazamos pra outro planeta. A humana vem junto.

Nossa banheira

Vamos para o planeta Manaan, dos Selkath. Planeta sossegado, neutro, longe dos Sith. No caminho Elel e o mestre ficam brincando de Forcices. Eu e Deiji projetamos uma prótese de mão pro Duros mas ele é durango e num pode pagar, fazemos depois que ele arrumar a grana. Já o Bothan e a Humana ficam conversando e ela se mostra uma Mandaloriana, um grupo religioso extremista, e acaba convertendo o Bothan. Durante a viajem o Duros invade a área de treino dos Jedis pra perguntar sobre as forcices e toma uma hipnose na cabeça mandando ele procurar um mestre da raça dele pra perguntar e sair dali.

Chegamos ao planeta. Vai cada um pra um canto. Duros e Deiji arrumam trampos de peão e descolam uns trocados. Elel vai caçar metais raros nas cavernas submersas do planeta por ordem do mestre. A Humana e o Bothan vão tramar seus ataques terroristas, inclusive tentar converter o Duros. Já eu vou atrás de implantes cibernéticos, bacta, fornecedores e clientes, além de conseguir peças pra construir outro tanque bacta na nave. Faço uns acordos bacanas. Ficamos uma semana nesse esquema…

Manaan

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6º sessão da mesa de D&D do Danizinho

23/12/2009

6º sessão da mesa de D&D do Danizinho

Nessa tivemos reforço. Hugo entrou como o mago Ditrax, com um bracelete falante. O Tib com Cyrak, um assassino. E o Angelo com um Guerreiro malvadinho que eu não lembro o nome.

Voltamos depois de limpar a caverninha dos capetas, a maga patalógica tava preparando o feitiço pra nos mandar pro Abismo. Utter, nosso clérigo, examina o feitiço e percebe que o portal está errado, do jeito que está vai nos mandar pro plano elemental do fogo. Ele nos alerta e já ficamos com a pulga atrás da orelha.Questionamos, de forma um tanto hostil eu diria, e a maga patalógica afirma que tá certo. Ela entra no círculo mágico e começa a sangrar fazendo magia, pra consertar o “defeito”. [sim, primeira rolagem da sessão já foi uma falha crítica... começamos bem]

Logo nosso camarada maguinho cafetão aparece trazendo os novos mercenários que vão se juntar ao grupo. Todos se apresentam, eles discutem pagamento adiantado com a maga, sugiro pagamento em tralhas úteis pra viagem, os caras se enchem de tranqueiras. Ditrax fica conversando com o nada [o bracelete, mas não sabemos]. Então aparece um velhinho do nada e fica na porta. Utter logo reconhece que é o deus dele, Pelor, e já cai de joelhos. Depois dum tempo sacamos também. Pessoas falam abobrinhas, Ditrax vai passear lá fora por que o bracelete dele tava meio putão sei lá porquê. Do nada vemos uma Trojanida, uma tartaruga gigante bizarrona lá fora. [só um piti do bracelete]. Logo a tartarugona vira uma poçona de água. Depois dessa zona partimos pro Abismo.

Olha só quem resolveu fazer uma visitinha.

O portal se abre e vemos um rio maléfico com um barqueiro cadavérico. Nos dizem pra seguir o rio até a entrada pro local certo do Abismo. Todos que não são maus ou caóticos sentem frescurinhas pelo ambiente. Vamos caminhando pela desolação típica do lugar, o leão do ranger Kelfaz fica todo inquieto, converso com ele, me diz que tem bichos capetas mais pra frente. Ditrax fica invisível e voa na frente pra ver o que tá rolando, vê um campo de batalha de demônios e diabos todos arrebentados. Volta e nos avisa. Vamos passando pelo campo evitando os demoninhos malas, Ditrax pára pra interrogar um deles. Descobre que na torre mais pra frente tem um buraco que é a entrada que queremos mas lá é bem guardado. Avistamos a torre e seguimos pra lá.

1ºandar - Calças, cuecas e danação eterna

Guardando a torre vemos uns dez guerreiros Githyanki. Ditrax vai conversar com eles pra tentar evitarmos a pancadaria pra num perder tempo. Claro que enquanto isso nos preparamos pra porradas, uso uma varinha de aumentar pessoa nos porradeiros e criaturas no leão. Nisso vemos lá no céu um dragão vermelho grandinho rodeando a torre. Tomo minha poção de resistência a fogo e a porrada começa. Os brucutus engajam no tapa com os Githyanki, eles são rebinhas e morrem rápido. Já o dragão olha torto pra gente e ficamos amedrontados demais pra lutar com ele.

Githyanki = Bucha

O dragão dá uma baforada de fogo e limpa o campo dos Githyanki, e fere meus camaradas. Ele vem seco pra pegar Utter, o farol de bondade do grupo, e já desce com dois críticãos na lata do menino. E do alto da torre uns guerreiros flecham a gente. Ditrx taca uma bola de fogo nos caras mas eles nem sentem. Cyrak entra na torre furtivamente e vai pegar os caras. O monge escala rapidinho, pega um de surpresa e arremessa pra baixo. Eu varo outro com flechas, esses aguentam bem mais que seu amigos torrados. Enquanto isso o dragão espanca Utter que não consegue convocar magias. Kelfaz com seus braceletes de força estúpida arremessa nosso guerreiro pra cima do dragão mas esse passa vazado e aterisa lá longe. Quando Cyrak tá pronto pra matar o Githyanki restante esse pula da torre pra tretar com o resto. Já taco flechas no coitado. Cyrak volta pro campo. O monge treta com os Githyanki, minhas aranhas tacam teias nas caras deles, logo tão mortos. Kelfaz dá uns murrões no dragão atraindo a atenção dele, dando espaço pra Utter se curar um pouquinho. Ditrax taca relâmpagos pra lá e pra cá. Finalmente passa o medo do dragão e partimos pro arrebento. O dragão vai brincar com Kelfaz, só que uns ataques e Kelfaz já vira patê. Eu distribuo flechadas no dragão e ele fica zangado comigo, dá uma baforada só em mim mas eu esquivo de boa parte e minha resistência aguenta um tanto, saio chamuscadinho na explosão de chamas e atirando flechas. Nosso guerreiro falha pateticamente em todos os ataques. Ditrax taca relâmpagos, e já nas últimas o dragão é pego de surpresa por Cyrak que termina o serviço.

Meu primeiro dragão... Que emoção.

Ditrax e Cyrak coletam o tesouro do bicho, várias tralhas mágicas e dinheiros. Pego umas moedas e faço um teste. Jogo no rio dos mortos ali do lado, uns mortos levanta e pegam as moedas, o barqueiro aparece e pega os mortos que pegaram as moedas e leva no barco. Então despiroco e começo a tacar montes de moedas no rio, e mais mortos levantam e começa a encher o barco do caveirinha. O monge também entra na dança e taca moedas também. É a luz de Pelor no Abismo amiguinhos. E enquanto isso Utter ressuscita Kelfaz e o guerreiro depela o dragão. Achamos o tal buraco pro nível do Abismo, mas paramos pra descansar pra próxima treta.

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9º sessão da mesa de D&D do Gabriel

17/12/2009

9º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Continuamos pela dungeon chutando bundas de Kruthiks.

Mapa do formigueiro que fui parar

No caminho recebemos informe da Rainha que o bicho que tá zuando ela é vulnerável a jade e cristal e que escolheram os Formians escolheram essa caverna exatamente por ser rico nesses minérios. Peço pro meu elemental de pedra, o Oberrom, achar essas pedras pra pegarmos um pouco pra socar o bicho que tá atazanando a rainha. Descolamos uns tecos de jade.

Chegamos num ponto com um lago congelado, subo nas costas dum formigão pra não escorregar. De repente cai do teto outro formigão e vemos uns trinta Kruthiks descendo pelas paredes. Eu, Farawind e os dois mega formigões Sargentos vamos socar os bichos enquanto os formigões Soldados cuidam das operárias afastadas. Os Sargentos são fodões em combate, altas técnicas de time e militar, socam os bichos facilmente. Eu colo em seis bichos e começo a tomar uns sopapos respeitáveis. Então movo pro lago congelado e quando os bichos seguem eu quebro tudo deixando eles afundarem. depois de tudo morto ficamos um tempo nos curando e as operárias moldam o jade como manoplas pra mim.

Formians são apelonas

Avançamos e chegamos num ponto com mais umas vinte operárias e uns soldados. Agora temos operárias o suficiente pra ressuscitar o marechal megafodão que achamos morto no meio do caminho. Ressuscitamos o cabra, passamos toda zica ele, enquanto as operárias consertam ele o resto de nós vai fuçar o resto da dungeon pra achar mais formians. Chegamos num ninho dos Kruthiks, muuuitos bichos, e vários deles grandões. Os maiores não conseguem sair da sala pois a porta foi desabada e prendeu eles lá. despacho a Farawind pra jogar as magias de gelo neles. Ela vira um tatu e cava até a sala e taca frio nos bichos, matando muitos ovos e bichos e deixando o resto bem chateado. Nesse meio tempo os soldados comigo desabam mais a porta pra prender tudo lá dentro e deixá-los se comerem. Farawind toma uns tapas e volta, fechamos o buraco que ela passou e voltamos.

O Marechal diz que sabe onde tá a Rainha, joga na minha mente, então seguimos pra lá. Três quilômetros depois, angariamos mais formigas no caminho, até que chegamos num formigueirãããão. A Rainha aparece na minha cabeça perguntando se nós sabemos lutar, confirmamos, então ela usa uma magia de adaptação e todas as formigas ali começam a imitar nossas habilidades. Um terço as minhas, outro terço as da Farawind e o resto do Herbec. O Marechal vai atrás de outro Marechal morto enquanto nós entramos no formigueiro por três entradas diferentes. Como sou monge as formigas ficam todas kung fu e partimos pra pancadaria Agente Smith Style, uma centena de formigões dando voadoras e bicudas igual eu. Trombamos umas centenas de Kruthiks e outros monstros diversos pelo caminho, vamos massacrando.

Surprised to see me, Mr. kruthik?

Então achamos um Kruthik enoooorme, quase um quarteirão, cavando pra chegar até a Rainha. Com ele vemos vários ovos mas sacamos que é uma ilusão criada pela Rainha pra manter o bichão por lá mas ele também já percebeu. Recebo mensagem de Farawind e Herbec dizendo que estão chegando na Rainha, digo que já tô quase lá. Pulamos no bicho e começamos a socar, cobrimos ele de formiga, ele elimina uma parte da tropa mas derrubamos ele. Seguimos até a Rainha.

Quando eu entro na sala a Rainha vê através dos meus olhos e vê o que tava zoando ela e então pega o bicho e mata, daí chama todas as formians da região pra vir pra treta. Lá, além da Rainha enooorme, tem mais umas cinco rainhas menores, um monte de Formians e Kruthiks e outros montes de monstros. Farawind e Herbec chegam, os Marechais também. Além das tretas pelo lugar todo tem três criaturas que tão tretando com a rainha que são mais fodas, então os dois Marechais cuidam de duas e nós cuidamos da terceira, uma medusa masculina de gelo.

Então o teto começa a abrir e uma chuva de formians cai na batalha, tudo tremendo e caindo, mas com meu elemental de pedra eu posso correr pelas paredes e evitar os efeitos do terreno. A Rainha fica invocando magias fodas inclusive convocando meteoros. Socamos o meduso de gelo evitando o olhar petrificante e com as manoplas de jade. As formians fazem montinho e matam tudo por lá. Recebo mensagem do Rei Zynd que tá tudo concluído e que posso voltar e terei as informações que preciso e pra eu cobrar da rainha pela ajuda. A Rainha se aprensenta como Eva e agradece. Continuamos em outra sessão.

Vídeo do Rammstein pra vocês sacarem o clima:

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8º sessão da mesa de D&D do Gabriel

11/12/2009

8º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Chegamos ao reino do vento, local bem aberto e espaçado. Chegamos à cidade  Picos de Prata, tudo fedendo a elfo, frescura pra todo lado. Somos levados até o castelo do rei Synd, troço enorme e aberto, Farawind vai bater cartão na sede da ordem maluca dela enquanto eu e Herbec encontramos o rei Synd. O cara aparece como um tufão e vira um refugo de escola de samba.

Rei Synd do Reino do Ar

Ele é bem seco e direto, diz que recebeu as palavras de Krisiun (o reu anão) sobre a gente e que tamos bem na fita com ele. Diz que Krisiun pediu para ajudá-los com o lance do Guerreiro da Lua, e ele topou. Vai ajudar assim que a gente resolver i probleminha numa caverna logo ali. Uns aliados dele, os Formians, um povo formigão, foram invadidos e tão sendo mantidos cativos, a gente tem que ir lá na caverna e espancar os bichos que tão pentelhando, uns tais de Kruthiks, uns insetões também. Diz que seremos pagos como mercenários normalmente e podemos partir assim que pudermos.

Ele diz que Krisiun pediu pra ele dar um troço pra mim também, ele puxa do ar um tufãozinho, diz que é um elemental do ar e que vai me acompanhar. Fazemos todo ritual do pacto e o elemental gruda no meu ombro com a minha forma só que reduzida. Meu elementalzinho de pedra continua emburrado. O rei diz que no castelo dele todos podem voar, é só querer. Depois sai fora e vamos passear até Farawind aparecer.

Pelo menos esse num é emburrado

Herbec fica voando todo desengonçado, eu faço uns movimentos kung fu voadores e fico trocando idéia com o nono elemental. Então alguém pergunta que que eu tô fazendo, viro e é um árvore falante. Conversamos, ela deiz que protege o local de esquilos e talz e fica tentando acertálos com um machadão de madeira e pedra. Fala sobre os bichos que vamos enfrentar lá na caverna, uns insetões que não gostam de frio. Farawind aparece, nos aprontamos, recebemos um mapa meia-boca da caverna e partimos. O plano é nos unirmos aos formigões, eles são meio tapados e ceguetas então precisam de alguém liderando pra num se perderem, então vamos sair coletando formigas pra socar os bichões.

Formians

Na caverna Herbec solta as magias de rotina na gente e umas proteções contra frio pra Farawind poder soltar as magias de frio em área já que os Formians não ligam. Já trombamos uns bichinhos na entrada, socamos e seguimos. Uma grande rocha bloqueia a entrada e Herbec não consegue passar, pergunto pros meus elementais se tem outra entrada mas eles dizem que não. Deixamos Herbec pra fora e entramos. Mais tretas, Farawind dá um pano preu tapar o rosto por causa do ar venenoso dali. Achamo um formigão grandão morto junto com uns Kruthiks mortos. Mais tretas e achamos uns formians menorzinhos, juntamos no nosso bolo. Então a rainha deles fala através da voz de um deles, ela diz preu liderar os manés e passa um mapa mais detalhado da caverna pra gente. Os formians menores se juntam pra me curar com suas babas nojentas. Dizem que precisamos de uns 30 desses pra ressuscitar um marechal formian, aquele grandão que achamos morto. Vamos seguindo, achamos um fenda nas paredes mas é pequena demais pro Herbec passar. Mais porradas, kruthiks maiores, mais formians, rajadas geladas de Farawind nos bichões. Passados um terço da caverna vamos seguindo, na próxima sessão.

Kruthik - meu atual saco de pancada