Arquivos para a Categoria ‘D&D’

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6º sessão da mesa de D&D do Danizinho

23/12/2009

6º sessão da mesa de D&D do Danizinho

Nessa tivemos reforço. Hugo entrou como o mago Ditrax, com um bracelete falante. O Tib com Cyrak, um assassino. E o Angelo com um Guerreiro malvadinho que eu não lembro o nome.

Voltamos depois de limpar a caverninha dos capetas, a maga patalógica tava preparando o feitiço pra nos mandar pro Abismo. Utter, nosso clérigo, examina o feitiço e percebe que o portal está errado, do jeito que está vai nos mandar pro plano elemental do fogo. Ele nos alerta e já ficamos com a pulga atrás da orelha.Questionamos, de forma um tanto hostil eu diria, e a maga patalógica afirma que tá certo. Ela entra no círculo mágico e começa a sangrar fazendo magia, pra consertar o “defeito”. [sim, primeira rolagem da sessão já foi uma falha crítica... começamos bem]

Logo nosso camarada maguinho cafetão aparece trazendo os novos mercenários que vão se juntar ao grupo. Todos se apresentam, eles discutem pagamento adiantado com a maga, sugiro pagamento em tralhas úteis pra viagem, os caras se enchem de tranqueiras. Ditrax fica conversando com o nada [o bracelete, mas não sabemos]. Então aparece um velhinho do nada e fica na porta. Utter logo reconhece que é o deus dele, Pelor, e já cai de joelhos. Depois dum tempo sacamos também. Pessoas falam abobrinhas, Ditrax vai passear lá fora por que o bracelete dele tava meio putão sei lá porquê. Do nada vemos uma Trojanida, uma tartaruga gigante bizarrona lá fora. [só um piti do bracelete]. Logo a tartarugona vira uma poçona de água. Depois dessa zona partimos pro Abismo.

Olha só quem resolveu fazer uma visitinha.

O portal se abre e vemos um rio maléfico com um barqueiro cadavérico. Nos dizem pra seguir o rio até a entrada pro local certo do Abismo. Todos que não são maus ou caóticos sentem frescurinhas pelo ambiente. Vamos caminhando pela desolação típica do lugar, o leão do ranger Kelfaz fica todo inquieto, converso com ele, me diz que tem bichos capetas mais pra frente. Ditrax fica invisível e voa na frente pra ver o que tá rolando, vê um campo de batalha de demônios e diabos todos arrebentados. Volta e nos avisa. Vamos passando pelo campo evitando os demoninhos malas, Ditrax pára pra interrogar um deles. Descobre que na torre mais pra frente tem um buraco que é a entrada que queremos mas lá é bem guardado. Avistamos a torre e seguimos pra lá.

1ºandar - Calças, cuecas e danação eterna

Guardando a torre vemos uns dez guerreiros Githyanki. Ditrax vai conversar com eles pra tentar evitarmos a pancadaria pra num perder tempo. Claro que enquanto isso nos preparamos pra porradas, uso uma varinha de aumentar pessoa nos porradeiros e criaturas no leão. Nisso vemos lá no céu um dragão vermelho grandinho rodeando a torre. Tomo minha poção de resistência a fogo e a porrada começa. Os brucutus engajam no tapa com os Githyanki, eles são rebinhas e morrem rápido. Já o dragão olha torto pra gente e ficamos amedrontados demais pra lutar com ele.

Githyanki = Bucha

O dragão dá uma baforada de fogo e limpa o campo dos Githyanki, e fere meus camaradas. Ele vem seco pra pegar Utter, o farol de bondade do grupo, e já desce com dois críticãos na lata do menino. E do alto da torre uns guerreiros flecham a gente. Ditrx taca uma bola de fogo nos caras mas eles nem sentem. Cyrak entra na torre furtivamente e vai pegar os caras. O monge escala rapidinho, pega um de surpresa e arremessa pra baixo. Eu varo outro com flechas, esses aguentam bem mais que seu amigos torrados. Enquanto isso o dragão espanca Utter que não consegue convocar magias. Kelfaz com seus braceletes de força estúpida arremessa nosso guerreiro pra cima do dragão mas esse passa vazado e aterisa lá longe. Quando Cyrak tá pronto pra matar o Githyanki restante esse pula da torre pra tretar com o resto. Já taco flechas no coitado. Cyrak volta pro campo. O monge treta com os Githyanki, minhas aranhas tacam teias nas caras deles, logo tão mortos. Kelfaz dá uns murrões no dragão atraindo a atenção dele, dando espaço pra Utter se curar um pouquinho. Ditrax taca relâmpagos pra lá e pra cá. Finalmente passa o medo do dragão e partimos pro arrebento. O dragão vai brincar com Kelfaz, só que uns ataques e Kelfaz já vira patê. Eu distribuo flechadas no dragão e ele fica zangado comigo, dá uma baforada só em mim mas eu esquivo de boa parte e minha resistência aguenta um tanto, saio chamuscadinho na explosão de chamas e atirando flechas. Nosso guerreiro falha pateticamente em todos os ataques. Ditrax taca relâmpagos, e já nas últimas o dragão é pego de surpresa por Cyrak que termina o serviço.

Meu primeiro dragão... Que emoção.

Ditrax e Cyrak coletam o tesouro do bicho, várias tralhas mágicas e dinheiros. Pego umas moedas e faço um teste. Jogo no rio dos mortos ali do lado, uns mortos levanta e pegam as moedas, o barqueiro aparece e pega os mortos que pegaram as moedas e leva no barco. Então despiroco e começo a tacar montes de moedas no rio, e mais mortos levantam e começa a encher o barco do caveirinha. O monge também entra na dança e taca moedas também. É a luz de Pelor no Abismo amiguinhos. E enquanto isso Utter ressuscita Kelfaz e o guerreiro depela o dragão. Achamos o tal buraco pro nível do Abismo, mas paramos pra descansar pra próxima treta.

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9º sessão da mesa de D&D do Gabriel

17/12/2009

9º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Continuamos pela dungeon chutando bundas de Kruthiks.

Mapa do formigueiro que fui parar

No caminho recebemos informe da Rainha que o bicho que tá zuando ela é vulnerável a jade e cristal e que escolheram os Formians escolheram essa caverna exatamente por ser rico nesses minérios. Peço pro meu elemental de pedra, o Oberrom, achar essas pedras pra pegarmos um pouco pra socar o bicho que tá atazanando a rainha. Descolamos uns tecos de jade.

Chegamos num ponto com um lago congelado, subo nas costas dum formigão pra não escorregar. De repente cai do teto outro formigão e vemos uns trinta Kruthiks descendo pelas paredes. Eu, Farawind e os dois mega formigões Sargentos vamos socar os bichos enquanto os formigões Soldados cuidam das operárias afastadas. Os Sargentos são fodões em combate, altas técnicas de time e militar, socam os bichos facilmente. Eu colo em seis bichos e começo a tomar uns sopapos respeitáveis. Então movo pro lago congelado e quando os bichos seguem eu quebro tudo deixando eles afundarem. depois de tudo morto ficamos um tempo nos curando e as operárias moldam o jade como manoplas pra mim.

Formians são apelonas

Avançamos e chegamos num ponto com mais umas vinte operárias e uns soldados. Agora temos operárias o suficiente pra ressuscitar o marechal megafodão que achamos morto no meio do caminho. Ressuscitamos o cabra, passamos toda zica ele, enquanto as operárias consertam ele o resto de nós vai fuçar o resto da dungeon pra achar mais formians. Chegamos num ninho dos Kruthiks, muuuitos bichos, e vários deles grandões. Os maiores não conseguem sair da sala pois a porta foi desabada e prendeu eles lá. despacho a Farawind pra jogar as magias de gelo neles. Ela vira um tatu e cava até a sala e taca frio nos bichos, matando muitos ovos e bichos e deixando o resto bem chateado. Nesse meio tempo os soldados comigo desabam mais a porta pra prender tudo lá dentro e deixá-los se comerem. Farawind toma uns tapas e volta, fechamos o buraco que ela passou e voltamos.

O Marechal diz que sabe onde tá a Rainha, joga na minha mente, então seguimos pra lá. Três quilômetros depois, angariamos mais formigas no caminho, até que chegamos num formigueirãããão. A Rainha aparece na minha cabeça perguntando se nós sabemos lutar, confirmamos, então ela usa uma magia de adaptação e todas as formigas ali começam a imitar nossas habilidades. Um terço as minhas, outro terço as da Farawind e o resto do Herbec. O Marechal vai atrás de outro Marechal morto enquanto nós entramos no formigueiro por três entradas diferentes. Como sou monge as formigas ficam todas kung fu e partimos pra pancadaria Agente Smith Style, uma centena de formigões dando voadoras e bicudas igual eu. Trombamos umas centenas de Kruthiks e outros monstros diversos pelo caminho, vamos massacrando.

Surprised to see me, Mr. kruthik?

Então achamos um Kruthik enoooorme, quase um quarteirão, cavando pra chegar até a Rainha. Com ele vemos vários ovos mas sacamos que é uma ilusão criada pela Rainha pra manter o bichão por lá mas ele também já percebeu. Recebo mensagem de Farawind e Herbec dizendo que estão chegando na Rainha, digo que já tô quase lá. Pulamos no bicho e começamos a socar, cobrimos ele de formiga, ele elimina uma parte da tropa mas derrubamos ele. Seguimos até a Rainha.

Quando eu entro na sala a Rainha vê através dos meus olhos e vê o que tava zoando ela e então pega o bicho e mata, daí chama todas as formians da região pra vir pra treta. Lá, além da Rainha enooorme, tem mais umas cinco rainhas menores, um monte de Formians e Kruthiks e outros montes de monstros. Farawind e Herbec chegam, os Marechais também. Além das tretas pelo lugar todo tem três criaturas que tão tretando com a rainha que são mais fodas, então os dois Marechais cuidam de duas e nós cuidamos da terceira, uma medusa masculina de gelo.

Então o teto começa a abrir e uma chuva de formians cai na batalha, tudo tremendo e caindo, mas com meu elemental de pedra eu posso correr pelas paredes e evitar os efeitos do terreno. A Rainha fica invocando magias fodas inclusive convocando meteoros. Socamos o meduso de gelo evitando o olhar petrificante e com as manoplas de jade. As formians fazem montinho e matam tudo por lá. Recebo mensagem do Rei Zynd que tá tudo concluído e que posso voltar e terei as informações que preciso e pra eu cobrar da rainha pela ajuda. A Rainha se aprensenta como Eva e agradece. Continuamos em outra sessão.

Vídeo do Rammstein pra vocês sacarem o clima:

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8º sessão da mesa de D&D do Gabriel

11/12/2009

8º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Chegamos ao reino do vento, local bem aberto e espaçado. Chegamos à cidade  Picos de Prata, tudo fedendo a elfo, frescura pra todo lado. Somos levados até o castelo do rei Synd, troço enorme e aberto, Farawind vai bater cartão na sede da ordem maluca dela enquanto eu e Herbec encontramos o rei Synd. O cara aparece como um tufão e vira um refugo de escola de samba.

Rei Synd do Reino do Ar

Ele é bem seco e direto, diz que recebeu as palavras de Krisiun (o reu anão) sobre a gente e que tamos bem na fita com ele. Diz que Krisiun pediu para ajudá-los com o lance do Guerreiro da Lua, e ele topou. Vai ajudar assim que a gente resolver i probleminha numa caverna logo ali. Uns aliados dele, os Formians, um povo formigão, foram invadidos e tão sendo mantidos cativos, a gente tem que ir lá na caverna e espancar os bichos que tão pentelhando, uns tais de Kruthiks, uns insetões também. Diz que seremos pagos como mercenários normalmente e podemos partir assim que pudermos.

Ele diz que Krisiun pediu pra ele dar um troço pra mim também, ele puxa do ar um tufãozinho, diz que é um elemental do ar e que vai me acompanhar. Fazemos todo ritual do pacto e o elemental gruda no meu ombro com a minha forma só que reduzida. Meu elementalzinho de pedra continua emburrado. O rei diz que no castelo dele todos podem voar, é só querer. Depois sai fora e vamos passear até Farawind aparecer.

Pelo menos esse num é emburrado

Herbec fica voando todo desengonçado, eu faço uns movimentos kung fu voadores e fico trocando idéia com o nono elemental. Então alguém pergunta que que eu tô fazendo, viro e é um árvore falante. Conversamos, ela deiz que protege o local de esquilos e talz e fica tentando acertálos com um machadão de madeira e pedra. Fala sobre os bichos que vamos enfrentar lá na caverna, uns insetões que não gostam de frio. Farawind aparece, nos aprontamos, recebemos um mapa meia-boca da caverna e partimos. O plano é nos unirmos aos formigões, eles são meio tapados e ceguetas então precisam de alguém liderando pra num se perderem, então vamos sair coletando formigas pra socar os bichões.

Formians

Na caverna Herbec solta as magias de rotina na gente e umas proteções contra frio pra Farawind poder soltar as magias de frio em área já que os Formians não ligam. Já trombamos uns bichinhos na entrada, socamos e seguimos. Uma grande rocha bloqueia a entrada e Herbec não consegue passar, pergunto pros meus elementais se tem outra entrada mas eles dizem que não. Deixamos Herbec pra fora e entramos. Mais tretas, Farawind dá um pano preu tapar o rosto por causa do ar venenoso dali. Achamo um formigão grandão morto junto com uns Kruthiks mortos. Mais tretas e achamos uns formians menorzinhos, juntamos no nosso bolo. Então a rainha deles fala através da voz de um deles, ela diz preu liderar os manés e passa um mapa mais detalhado da caverna pra gente. Os formians menores se juntam pra me curar com suas babas nojentas. Dizem que precisamos de uns 30 desses pra ressuscitar um marechal formian, aquele grandão que achamos morto. Vamos seguindo, achamos um fenda nas paredes mas é pequena demais pro Herbec passar. Mais porradas, kruthiks maiores, mais formians, rajadas geladas de Farawind nos bichões. Passados um terço da caverna vamos seguindo, na próxima sessão.

Kruthik - meu atual saco de pancada

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7º sessão da mesa de D&D do Gabriel

04/12/2009

7º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Depois da treta com o vampirão voltamos pro castelo do rei anão, os mortos são ressucitados, enchem nossa bola e ficamos bem na fita. O rei fala pra continuar com a atitude de questionar independente de quem seja, e que não ligue pra coroas e riquezas e sim com o caráter e blablabá. Então diz que o Lord (o cara que a gente seguiu até aqui) não era o tal Guerreiro da Lua procurávamos e que temos que continuar a busca. Somos enviados pro reino do vento onde receberemos mais isntruções. Depois de passada a surpresa o rei fala que vai me confiar um troço, aparece um tijolo falante perto dele, um elemental de pedra. O rei fala que o troço vai me acompanhar, algo comum no mundo. O rei vaza e eu fico conversando com o tijolo. Ele fala sobre si, sua personalidade de pedra e sobre o pacto que nos liga. Fazemos o pacto, falamos umas bobagens e ele muda de forma pra ficar igual eu, só que pequenininho. Diz que num pode me dar muita coisa, só uns truquinhos. Minha perna então fica dura como rocha, impedindo que eu seja movido, e posso sentir as coisas que tocam o chão, como um sentido sísmico. Ele fica flutuando no meu ombro enquanto saímos e conversamos.

Meu novo pokemon

Lá fora vejo uns barcos voadores chegando apinhado de gente. Um guarda me diz que são refugiados do Reino do Metal que foi destruído por uns manos malvados e vão ficar por aqui. Penso em ir lá no reino ajudar mas já tenho o que fazer no Reino do Vento. Volto a caminhar e sou abordado por um anão monge que conheci uns dias atrás num templo. Ele me convida pra dar um pulo no templo e nota o elemental comigo. Vamos pro templo, aquele todo rochoso. Sinto as pedras em harmonia lá. Sentamos e ele me oferece ensinamentos e talz. pergunto sobre os elementais, ele me conta sobre os de pedra, fala sobre o rei que é o fodão do elemental, fala sobre o gêmeo malvado do rei que é fodão, fala do filho escroto do rei e outras fofocas. Fico lá me exercitando e conversando com o elemental tijolinho.

Meia lua pra frente soco forte

Três dias depois partimos pro Reino do Vento, eu, Farawind e Herbec. Umas horas de viajem depois somos atacados por quatro monstro roladores que se abrem quando chegam perto da carroça. Parecem aqueles robôs de Star Wars. Entramos na treta, Farawind cuida de dois e eu dos outros dois, Herbec nos ajuda com magias. Capotamos os bichos e seguimos de volta pra viajem que vai ser beeem longa.

Tipo isso de carne

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11º sessão de D&D do mau do Seiya

04/12/2009

11º sessão da mesa de D&D do mau do Seiya

Mais vítimas entraram na mesa. O Dib como Titã, um bárbaro humano. A Pri com algo que num sei o que é. E o Tib com um mago dum castelinho.


Voltando um pouco no tempo, quando eu terminei de fazer o círculo de runas malévolas pro mega ritual de Beshaba. O bárbaro e a “Pri” vão passear montados no dragão azul do bárbaro e acham o círculo de runas, Vão fuçar, então uso uma magia e mando o dragão embora, mas ele joga os dois no chão. O mago de olho na situação interfere e cancela a magia. Nosso camarada dragão de sombra aparece e começa a tretar com o dragão azul deles. Eles vêem um brilho raro no meu pokemon, o Ilo,  e ficam caçando, eu dou no pé e vou pro castelo de Beshaba. O povo fica procurando mas nada. Vão viver suas vidinhas que eu num prestei atenção.

O bárbaro foi resgatar um truta do dragão dele, um meio minotauro meio dragão. Treta com um demônião que mantinha o tal cativo, que aparentemente tava com acordos com Beshaba e completa a parte dele. A “pri” foi levada pelo dragão de sombras pra tirar uma casquinha, o mago aparece, rola umas conversas e seguem suas vidas.

Depois, já no acampamento militar do Acheron, noto que o Ilo anda se dividindo, analiso e fuço mas num resolvo nada. Depois vou passear e vejo uma maluca lendo a sorte do povo, me aproximo e noto que é um avatar de Beshaba. Ela fala umas paradas do que vai acontecer preu me preparar. Diz que quer conversar com a Noriann, digo que armo o encontro. Um cara reclama da demora mas se desculpa depois que percebe que sou eu. Eu jogo uma doença contagiosa nele e saio.

Biscoitos da sorte versão Beshaba

Então começa o encontro das malucas. Junta Noriann, a mãe do Acheron (eu acho), a avatar de Beshaba, as minas espiãs do secto de Shar, e a/o Ilo. Gostosura pra todo lado, e eu no meio. Começam a discutir bobagens e zicas que vão rolar, até rola uma visão do que tá pegando no Abismo, aparentemente o Caos tá aumentando muito. Então deixo a malucas pra lá e vou caosar. Vou pra cidades aleatórias abrir portais pra vazar pra lá o caos que vem do Abismo, até ganho um novo símbolo sagrado de presente da Avatar. Fico alguns dias fazendo isso enquanto o povo faz as coisas importantes. Pessoas descobrem coisas, ganham outras coisas, matam coisas, mas isso eu num ligo, deixa eles serem felizes.

Em breve...