Arquivos para a Categoria ‘do Gabriel’

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9º sessão da mesa de D&D do Gabriel

17/12/2009

9º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Continuamos pela dungeon chutando bundas de Kruthiks.

Mapa do formigueiro que fui parar

No caminho recebemos informe da Rainha que o bicho que tá zuando ela é vulnerável a jade e cristal e que escolheram os Formians escolheram essa caverna exatamente por ser rico nesses minérios. Peço pro meu elemental de pedra, o Oberrom, achar essas pedras pra pegarmos um pouco pra socar o bicho que tá atazanando a rainha. Descolamos uns tecos de jade.

Chegamos num ponto com um lago congelado, subo nas costas dum formigão pra não escorregar. De repente cai do teto outro formigão e vemos uns trinta Kruthiks descendo pelas paredes. Eu, Farawind e os dois mega formigões Sargentos vamos socar os bichos enquanto os formigões Soldados cuidam das operárias afastadas. Os Sargentos são fodões em combate, altas técnicas de time e militar, socam os bichos facilmente. Eu colo em seis bichos e começo a tomar uns sopapos respeitáveis. Então movo pro lago congelado e quando os bichos seguem eu quebro tudo deixando eles afundarem. depois de tudo morto ficamos um tempo nos curando e as operárias moldam o jade como manoplas pra mim.

Formians são apelonas

Avançamos e chegamos num ponto com mais umas vinte operárias e uns soldados. Agora temos operárias o suficiente pra ressuscitar o marechal megafodão que achamos morto no meio do caminho. Ressuscitamos o cabra, passamos toda zica ele, enquanto as operárias consertam ele o resto de nós vai fuçar o resto da dungeon pra achar mais formians. Chegamos num ninho dos Kruthiks, muuuitos bichos, e vários deles grandões. Os maiores não conseguem sair da sala pois a porta foi desabada e prendeu eles lá. despacho a Farawind pra jogar as magias de gelo neles. Ela vira um tatu e cava até a sala e taca frio nos bichos, matando muitos ovos e bichos e deixando o resto bem chateado. Nesse meio tempo os soldados comigo desabam mais a porta pra prender tudo lá dentro e deixá-los se comerem. Farawind toma uns tapas e volta, fechamos o buraco que ela passou e voltamos.

O Marechal diz que sabe onde tá a Rainha, joga na minha mente, então seguimos pra lá. Três quilômetros depois, angariamos mais formigas no caminho, até que chegamos num formigueirãããão. A Rainha aparece na minha cabeça perguntando se nós sabemos lutar, confirmamos, então ela usa uma magia de adaptação e todas as formigas ali começam a imitar nossas habilidades. Um terço as minhas, outro terço as da Farawind e o resto do Herbec. O Marechal vai atrás de outro Marechal morto enquanto nós entramos no formigueiro por três entradas diferentes. Como sou monge as formigas ficam todas kung fu e partimos pra pancadaria Agente Smith Style, uma centena de formigões dando voadoras e bicudas igual eu. Trombamos umas centenas de Kruthiks e outros monstros diversos pelo caminho, vamos massacrando.

Surprised to see me, Mr. kruthik?

Então achamos um Kruthik enoooorme, quase um quarteirão, cavando pra chegar até a Rainha. Com ele vemos vários ovos mas sacamos que é uma ilusão criada pela Rainha pra manter o bichão por lá mas ele também já percebeu. Recebo mensagem de Farawind e Herbec dizendo que estão chegando na Rainha, digo que já tô quase lá. Pulamos no bicho e começamos a socar, cobrimos ele de formiga, ele elimina uma parte da tropa mas derrubamos ele. Seguimos até a Rainha.

Quando eu entro na sala a Rainha vê através dos meus olhos e vê o que tava zoando ela e então pega o bicho e mata, daí chama todas as formians da região pra vir pra treta. Lá, além da Rainha enooorme, tem mais umas cinco rainhas menores, um monte de Formians e Kruthiks e outros montes de monstros. Farawind e Herbec chegam, os Marechais também. Além das tretas pelo lugar todo tem três criaturas que tão tretando com a rainha que são mais fodas, então os dois Marechais cuidam de duas e nós cuidamos da terceira, uma medusa masculina de gelo.

Então o teto começa a abrir e uma chuva de formians cai na batalha, tudo tremendo e caindo, mas com meu elemental de pedra eu posso correr pelas paredes e evitar os efeitos do terreno. A Rainha fica invocando magias fodas inclusive convocando meteoros. Socamos o meduso de gelo evitando o olhar petrificante e com as manoplas de jade. As formians fazem montinho e matam tudo por lá. Recebo mensagem do Rei Zynd que tá tudo concluído e que posso voltar e terei as informações que preciso e pra eu cobrar da rainha pela ajuda. A Rainha se aprensenta como Eva e agradece. Continuamos em outra sessão.

Vídeo do Rammstein pra vocês sacarem o clima:

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8º sessão da mesa de D&D do Gabriel

11/12/2009

8º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Chegamos ao reino do vento, local bem aberto e espaçado. Chegamos à cidade  Picos de Prata, tudo fedendo a elfo, frescura pra todo lado. Somos levados até o castelo do rei Synd, troço enorme e aberto, Farawind vai bater cartão na sede da ordem maluca dela enquanto eu e Herbec encontramos o rei Synd. O cara aparece como um tufão e vira um refugo de escola de samba.

Rei Synd do Reino do Ar

Ele é bem seco e direto, diz que recebeu as palavras de Krisiun (o reu anão) sobre a gente e que tamos bem na fita com ele. Diz que Krisiun pediu para ajudá-los com o lance do Guerreiro da Lua, e ele topou. Vai ajudar assim que a gente resolver i probleminha numa caverna logo ali. Uns aliados dele, os Formians, um povo formigão, foram invadidos e tão sendo mantidos cativos, a gente tem que ir lá na caverna e espancar os bichos que tão pentelhando, uns tais de Kruthiks, uns insetões também. Diz que seremos pagos como mercenários normalmente e podemos partir assim que pudermos.

Ele diz que Krisiun pediu pra ele dar um troço pra mim também, ele puxa do ar um tufãozinho, diz que é um elemental do ar e que vai me acompanhar. Fazemos todo ritual do pacto e o elemental gruda no meu ombro com a minha forma só que reduzida. Meu elementalzinho de pedra continua emburrado. O rei diz que no castelo dele todos podem voar, é só querer. Depois sai fora e vamos passear até Farawind aparecer.

Pelo menos esse num é emburrado

Herbec fica voando todo desengonçado, eu faço uns movimentos kung fu voadores e fico trocando idéia com o nono elemental. Então alguém pergunta que que eu tô fazendo, viro e é um árvore falante. Conversamos, ela deiz que protege o local de esquilos e talz e fica tentando acertálos com um machadão de madeira e pedra. Fala sobre os bichos que vamos enfrentar lá na caverna, uns insetões que não gostam de frio. Farawind aparece, nos aprontamos, recebemos um mapa meia-boca da caverna e partimos. O plano é nos unirmos aos formigões, eles são meio tapados e ceguetas então precisam de alguém liderando pra num se perderem, então vamos sair coletando formigas pra socar os bichões.

Formians

Na caverna Herbec solta as magias de rotina na gente e umas proteções contra frio pra Farawind poder soltar as magias de frio em área já que os Formians não ligam. Já trombamos uns bichinhos na entrada, socamos e seguimos. Uma grande rocha bloqueia a entrada e Herbec não consegue passar, pergunto pros meus elementais se tem outra entrada mas eles dizem que não. Deixamos Herbec pra fora e entramos. Mais tretas, Farawind dá um pano preu tapar o rosto por causa do ar venenoso dali. Achamo um formigão grandão morto junto com uns Kruthiks mortos. Mais tretas e achamos uns formians menorzinhos, juntamos no nosso bolo. Então a rainha deles fala através da voz de um deles, ela diz preu liderar os manés e passa um mapa mais detalhado da caverna pra gente. Os formians menores se juntam pra me curar com suas babas nojentas. Dizem que precisamos de uns 30 desses pra ressuscitar um marechal formian, aquele grandão que achamos morto. Vamos seguindo, achamos um fenda nas paredes mas é pequena demais pro Herbec passar. Mais porradas, kruthiks maiores, mais formians, rajadas geladas de Farawind nos bichões. Passados um terço da caverna vamos seguindo, na próxima sessão.

Kruthik - meu atual saco de pancada

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7º sessão da mesa de D&D do Gabriel

04/12/2009

7º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Depois da treta com o vampirão voltamos pro castelo do rei anão, os mortos são ressucitados, enchem nossa bola e ficamos bem na fita. O rei fala pra continuar com a atitude de questionar independente de quem seja, e que não ligue pra coroas e riquezas e sim com o caráter e blablabá. Então diz que o Lord (o cara que a gente seguiu até aqui) não era o tal Guerreiro da Lua procurávamos e que temos que continuar a busca. Somos enviados pro reino do vento onde receberemos mais isntruções. Depois de passada a surpresa o rei fala que vai me confiar um troço, aparece um tijolo falante perto dele, um elemental de pedra. O rei fala que o troço vai me acompanhar, algo comum no mundo. O rei vaza e eu fico conversando com o tijolo. Ele fala sobre si, sua personalidade de pedra e sobre o pacto que nos liga. Fazemos o pacto, falamos umas bobagens e ele muda de forma pra ficar igual eu, só que pequenininho. Diz que num pode me dar muita coisa, só uns truquinhos. Minha perna então fica dura como rocha, impedindo que eu seja movido, e posso sentir as coisas que tocam o chão, como um sentido sísmico. Ele fica flutuando no meu ombro enquanto saímos e conversamos.

Meu novo pokemon

Lá fora vejo uns barcos voadores chegando apinhado de gente. Um guarda me diz que são refugiados do Reino do Metal que foi destruído por uns manos malvados e vão ficar por aqui. Penso em ir lá no reino ajudar mas já tenho o que fazer no Reino do Vento. Volto a caminhar e sou abordado por um anão monge que conheci uns dias atrás num templo. Ele me convida pra dar um pulo no templo e nota o elemental comigo. Vamos pro templo, aquele todo rochoso. Sinto as pedras em harmonia lá. Sentamos e ele me oferece ensinamentos e talz. pergunto sobre os elementais, ele me conta sobre os de pedra, fala sobre o rei que é o fodão do elemental, fala sobre o gêmeo malvado do rei que é fodão, fala do filho escroto do rei e outras fofocas. Fico lá me exercitando e conversando com o elemental tijolinho.

Meia lua pra frente soco forte

Três dias depois partimos pro Reino do Vento, eu, Farawind e Herbec. Umas horas de viajem depois somos atacados por quatro monstro roladores que se abrem quando chegam perto da carroça. Parecem aqueles robôs de Star Wars. Entramos na treta, Farawind cuida de dois e eu dos outros dois, Herbec nos ajuda com magias. Capotamos os bichos e seguimos de volta pra viajem que vai ser beeem longa.

Tipo isso de carne

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6º sessão da mesa de D&D do Gabriel

19/11/2009

6º sessão da mesa de D&D do Gabriel
Depois de socarmos o fantasma, eu, Farawind e Herbec (não Hesvec) seguimos até uma sala grandona, com duas escadarias, umas caveiras pentelhas em baixo, uns bichos voadores morto-vivos em cima, e o tal anão da biblioteca possuído por algo com tentáculos na parte de cima. Tinha também uma estátua enorme dum anão porradeiro. Aparentemente nosso truta Drei, o mago despirocado, passou por lá antes da gente e debulhou uns inimigos antes dessa nova leva chegar, só ouvíamos ele ao longe soltando magias.

Herbec faz umas magias de proteção e um paredão de pedra pra afastar as caveiras, Farawind taca suas pedras mágicas, eu carrego a barrinha do especial e corro  pela estátua dando um pulão e chego lá em cima, agarro o anão tentaculóide, perco um nível de brinde, e puxo o safado pra baixo a lá Zangief. Quando levanta ele tá meio sonzo e tenta fugir, já livre da possessão do capeta, aproveito pra capotar ele. As caveiras fecham na gente, tomamos bordoadas, Herbec e Farawind se fecham num casco de tartaruga onde ela continua tacando pedras mas o casco não impede o ataque do fantasma safadão que tava possuindo o anão, e a Farawind já tava bem fraquinha de tanto tomar porrada do fantasma. Tento tirar casco dali mas nem rola, então pulo nos carpados twist da vida pro alto da estátua enorme, pra lidar só com os bichos voadores e deixar as caveiras pros dois. Tento outra acrobacia zóiuda mas num rola, tento saltar atraindo os bichos voadores e derrubar com uma shuriken um lustre grandão em cima delas, mas erro o shuriken. Mais bordoadas e o fantasma vem pra cima de mim e tudo fica escuro. Quando acordo os bichos tão capotados e tão me exorcizando. Seguimos pelos corredores.

Uma lição que aprendi, abraçar mortos-vivos não é legaaal

Achamos nossos camaradas anões e aventureiros se reagrupando. Estão se preparando pra chegar no boss do jogo. Entregamos a chave pra eles, juntam com outras e abrem um portão num jardinzão. Perguntam se queremos continuar mesmo sabendo que o mano é graúdo, digo que tamo dentro. Entramos bem heróicos, sentimos o local mudar, as coisas ficam mais cinzas e embaçadas, um lance mais etéreo. Vemos o lord Vampirão num trono de ossos todo posudo, ao redor dele vários casulos cristalizados sarcofagais, ou algo assim, dispostos numa figura pentagrâmica de várias pontas. Hora da porrada!

Acho que esse não brilha no sol

Todos os npc espadaúdos, Artie, Drei, Ingrid, Alvin, Girimum, partem bravamente pra trombar o Vampirão, quando cercam o tal aparece uma energia maluca que envolve todos e a treta fica lá rolando, nossos manos descendo a lenha e o Vampirão só bocejando. Lá de fora vemos os casulos abrindo, primeiro quatro de lados opostos, saem caveiras e zumbis, eu e Farawind corremos um pra cada lado e socamos os bichos, enquanto Herbec dá suporte. Depois de destruir os bichos notamos um enfraquecimento na energia do Vampirão, aparentemente ele tava puxando força dos mortos-vivos ligados ali. Mais deles começam a sair dos casulos, vamos pra porrada.

Saem todo tipo de bicho morto-vivo, crias vampíricas, aranhas gigantes, esqueletos com tripas pra frora, múmias, e por aí vai. Num momento Herbec entra na treta estraçalhando os bichos com uma maça mágica que fere mais mortos-vivos. Mais porrada e a Farawind cai prum bicho, fico tretando enquanto Herbec ressucita ela. Nesse meio tempo nosso camaradas tão caindo pro vampirão, um a um, mas ele tá ficando mais fraco conforme derrotamos os bichos dele.

Tirando lágrimas dos mais valorosos guerreiros

Por fim sobra só um bicho, só que esse num é morto-vivo, é um construto, um troço feito de aço e bem grandão, com uns espinhos nas costas e zumbis no meio dos espinhos. O bicho arremessa zumbis na gente e vem pra cima. Socamos os zumbis e tentamos socar o bichão, só que ele é bem resistente e elimina boa parte do nosso dado. Herbec usa uma magia de cura em área pra nos curar e mata todos os zumbis duma vez. Eu e Farawind somos pegos e guardados nos espinhos. Farawind vira uma cobrona e tenta segurar os pés do bicho, mas ele a pega e joga de volta nos espinhos. Depois ela resolve segurar as mãos dele, o que não dura muito também. Vamos socando e apanhando bastante, muitas curas depois derrubamos o canho.

O campo de energia que envolvia a galera some, só tem o Drei ainda vivo e Vampirão ali aloprando todo mundo. Ele vem caminhando pra gente, Herbec puxa um pergaminho brutão e começa a ativar só que ainda tem um tempinho até funcionar. O Vampirão transforma Drei em pózinho e continua andando pra gente. Vou até ele e fico encarando. Herbev termina o feitiço e o céu abre e o sol aparece todo pimpão pra torrar o desgramado do Vampirão. Derrubo o trono de ossos, por desaforo mesmo, os milicos começam a chegar e a musiquinha de final fica de fundo.

Sem mortos-vivos pra mim por um tempo, ok?

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5º sessão da mesa de D&D do Gabriel

06/11/2009

5º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Passada a treta da última sessão o mago anão pirado (que chama Drei) diz que vão usar esse incidente como desculpa pra atacar o castelo do vampirão. Diz que eu vou levar um discípulo dele comigo. Logo aparece um anão maguinho, se apresenta como Hesvec (eu acho), pergunta que magias ele deve preparar, digo que de proteções tá bom.

Vou atrás de Farawind e a encontro numa sala com um capitão ou algo assim dos anões, chamado Artie. Entro na conversa, ele explica o plano de invasão, onde trombaremos os filhos do Vampirão e se pá o próprio. Os anões vão abrir o caminho por uns corredores e eu, Farawind e Hesvec seguimos dali. Depois o cara pede licença pra falar comigo sozinho, o resto sai da sala. Ele diz que o mago pirado Drei pode estragar toda a missão se ele despirocar e ficar soltando magias pra todo canto, diz que o local é bem guardado e as magias só vão atrair mais encrenca e se eu puder, se Drei ficar soltando muita magia sem necessidade pra eu mandar ele parar. Artie me diz também atacar qualquer anão que não seja um dos caras que irem conosco pra missão pois os inimigos podem nos iludir usando aparências inofensivas. Digo que vou socar quem quer q apareça, mesmo que seja dos anões que forem com a gente, já que se podem usar a aparência de anões podem usar a dos amigos também. O cara concorda, e me diz sobre uma profecia que tem a ver comigo, algo sobre quando as espadas se cruzarem eu receberia a luz. Ele chama os anões que vão com a gente, me apresenta e depois deixo eles pra lá.

Dwarf

Artie - O Anão meio-morsa

Acho Farawind, ela tá meio encucada com as atitudes dos anões com o tal Drei que até onde ela ouviu o cara pode mesmo estragar a festa toda, que não entende muito de porque fomos designados pra isso, além sermos mais aptos a socar mortos-vivos. Eu digo que nós somos a parte caótica do plano, o elemento surpresa, pois o inimigo espera os anões e eles são rígidos e previsíveis, nos incluir na treta altera tudo. E Drei se enquadra nisso também, pois o cara não é um anão típico e vai ter noção suficiente pra não estragar tudo. Ela pergunta sobre Lord, o cara do machadão, mas como o rei disse ele foi dar um passeio. Ela diz que não estamos ajudando ele se nem estamos com ele, eu digo que não precisamos estar com ele, apenas lutar pela mesma causa. Deixo ela pra lá e vou atrá de Drei.

Trombo ele enfurnado nos livros. Espero ele voltar e me dar atenção total, digo pra ele da preocupação da galera dele ficar soltando magia adoidado, peço pra ele ter juízo e maneirar, ele aceita.

Horas depois vamos pra invasão. Os anões vão abrindo caminho na porrada e nos deixam num corredor que temos que seguir sozinhos. Umas caveiras vem encher o saco mas pulo por elas, Farawind segue voando transformada em pássaro, Hesvec segue atrás flutuando, deixamos as caveiras se entendendo com os anões porradeiros.

Farawind acaba seguindo pelo caminho errado, conseguimos trazê-la de volta, obviamente havia ilusões pelo caminho. Vamos seguindo até que teias aparecem, vamos desviando até chegar numa sala com um gárgula paradão. Desviamos e seguimos. Mais teias e caminhos errados, eu acabo preso numa teia, depois dum esforço eu saio. Nessa aparece Pérola, a monge da Paty que veio nos ajudar. A gárgula cola na gente e começamos a tretar. caveiras chegam depois de um tempo. Começamos a atacar uns aos outros por causa de ilusão, até que Farawind arrebenta as caveiras e nós a Gárgula. Hesvec fica todo emo chorandinho com medo, dou uns tapas nele e mando virar homem. Vamos seguindo.

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Taí um monstro que cabe em qualquer aventura

A frente vemos Artie e mais um dos anões feridos e sinalizando pra gente. Alerto todos que é uma armadilha e partimos pra porradas. A ilusão cai, o anão genérico é um corcundão fortão morto-vivo. O Artie é um fresco pomposo com um florete. Vamos socando, o grandão dá uns tapas bem fortes mas Hesvec cura a galera, eu vou pra cima do fresco, tento desarmar ele com meu sai mas acaba é perdendo o sai. Depois do grandão já estar bem estragado e o próprio fresco mal das pernas ele resolve fugir. Com uns pulões travo a saída dele e desco a porrada. Aparecem uns caras aleatórios pra ajudar, o elfo, halfling e mulher nariguda que trombei no barco voador. Eles dizem que estão lá caçando o vampiro.

Logo nos reencontramos com Artie e os milicos no local marcado. Ele passa o progresso do plano, aparentemente o fresco do florete era um dos filhos do vampirão. Ele passa onde devemos ir agora, atrás dos outros dois filhos, nosso grupo vai atrás de um e o grupo da nariguda vai atrás de outro. Ele diz que precisamos duma chave bizonha pra chegar num ponto especial lá, manda a gente ficar de olho.

Seguimos até uma sala onde tá tudo coberto por entranhas e mortices, e se revirando na nojeira três vermes da carniça. No outro lado da sala tem um trono vazio. Aparece um fantasmão dum nobre, provavelmente o filho do homi. Farawind diz que vai pegar o fantasma enquanto cuidamos dos vermes. Hesvec explica que os bichos paralisam com seus tentáculos por tempo suficiente pra nos comer, então atacamos de longe. Hesvec também diz que tem um pergaminho de luz do sol ali, peço pra usar se precisarmos.

Ghostbuster01

Quem vocês vão chamar?

Hesvec faz um círculo mágico de proteção que pega ele e Farawind, ela taca as pedras mágicas dela mas o cara nem liga, vai pra cima. Eu taco shurikens nos vermes enquanto Pérola os soca. O fantasma fica invisível e fica voando, Hesvec usa magia pra ver o invisível e fica vigiando o cara. Farawind toma uma tentaculada e fica paralisada. Eu assumo a treta com o fantasma. Pérola termina os vermes. O fantasma toma uns murros  meus mas a maioria atravessa. Eu já meio capenga Pérola pede pro tal dar a chave. Ele vai até um compartimento e abre mostrando a chave,  pergunta que somos, digo que viemos chutar a bunda do vampirão e sua laia. Mando Hesvec soltar o troço de luz, tudo brilha, Pérola vai com tudo pegar a chave, o fantasma passa com gosto a espada pelo pescoço dela mas erra. Eu aproveito e sento o reio nele, mandando pro beleléu. Paramos aí…

Undead01

Até a próxima, amiguinhos