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4º mesa de Exalted do Seiya

10/04/2009

4º mesa de Exalted do Seiya

Bem, na última sessão meu pj acabou se desviando do grupo pra encontrar um cara que ia ensinar um troço que a gente precisava, então a história do resto do grupo vai ser rolada separada da minha.

Deixei o povo na cidadezinha que tínhamos combinado e parti pra encontrar o tal Lunar fodão que podia me ensinar sobre a wyld.

No caminho, quando minha magia da Carroagem Turbo tinha acabado parei pra acampar. Fiz todo processo de comunhão com o local e me aparece um espírito Urso Panda. Conversamos e ele diz sobre um espírito predador que foi corrompido por um deus que os dragonblooded vieram capotar um tempo atrás. Me ofereço pra ajudar, ele aceita e marcamos de caçar a noite.

Final de tarde, acordo e um espírito Lobo aparece. Mais lobos normais aparecem também. O espírito Lobo me guia pela mata, eu já em forma de mamutão porradeiro, até uma área toda zuada, com tudo morto ou morrendo, cheiro ruim, ar carregado, claramente corrompido. Sigo sozinho.

Caminhando vejo um trilobita afundando no chão de sangue. Bizarro. Mais pra frente noto várias pegadas, inclusive de bois. Vejo mais adiante uma forma borrada, um touro bombadão. Fico só observando e esperando o bicho ruim aparecer.

A face do maaaaal

A face do maaaaal

Vejo uma cabaninha donde sai uma luz vermelha piscante. Continuo esperando. O touro vem até mim e fica me encarando, seus olhos vermelhões. Tento diálogo mas não dá em nada. Avanço até a cabaninha e ele me acompanha. Tento abrir a porta e ele se prepara pra me atacar. Desencano da cabana e espero o ataque.

O touro ataca, consigo pular pra trás, pegar os chifres dele e forçar meu peso nele empurrando-o pra baixo e depois torcendo o pescoço derrubando-o. Fico segurando o bicho caído que esperneia.

Abro a porta e vejo no centro da cabana uma tigela cheia de sangue e um feto humano girando. A presença maligna é bem forte. Converso com a… bem, tigela. O feto pára de girar, sinto uma tontura e meu braço começa a se transformar mas volta ao normal. Tento ser legal, mas o bicho não quer cooperar, então partimos pra violência né.

Pego o touro que eu estava segurando e arremesso com tudo na tigela, quebrando um tiquinho da cabana, mas o touro consegue girar no ar e aterrisar sem afetá-la. Se prepara pra me atacar novamente. Eu fecho a porta e saio do caminho, esperando o bicho sair loucamente dela. Quando sai eu o pego de surpresa pelo lado descendo a mãozado na cuca dele, o derrubando. Pra acabar com seu sofrimento pulo com os dois pés na cabeça dele, esmigalhando seu crânio.

Noto que quando eu quebrei um tequinho da cabana a tigela trincou. Então pego o cadável do touro e começo a bater com tudo na cabana, mas num ajuda muito. Então pego um tronco petrificado que tinha ali perto e resolvo bater direto na tigela, derramando o sangue todo. A zica maligna vai diminuindo. O sangue começa a tentar fugir escorrendo. Pego meu cantil e ponho o safado lá dentro. O cantil fica tremendo.

O feto começa a crescer e parecer um adulto, depois vai ficando translúcido. O espírito lobo aparece. Era um espírito caçador, libero o cara e ele se vai.

Tipo isso só que mais rústicos.

Tipo isso só que mais rústicos.

Começo a fazer a magia de purificação, umas horinhas. O cantil pára de tremer, abro e sai a essência maligna de dentro e fica na minhã mão. Jogo o sangue fora. Ponho a essência devolta no cantil, pra depois consertá-la. Até escrevo Pepsi no cantil. hehe

Volto pro acampamento. Um cara bizarrão cheio de aspectos animalescos aparece. Fico com um baita cagaço, aura gigante de predador. Conversamos e descubro que ele é o cara fodão que eu tava indo atrás. Vamos até o castelinho gigaaaante dele e começo a aprender várias tralhas Lunar. Ocultar tattoos, me transformar em mamutão gigaaante, mexer com as coisas da wyld, etc. Descolo mais umas formas, um pássaro, um lobo, duas minas e 5 caras. Mas essa bincadeira durou um mês e meio. Então mandei um feitiço SMS pro grupo avisando. Depois o cara, Mahasushi, me mandou pruma feiticeira fodona preu aprender mais sobre magia.

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3º sessão de Exalted do Seiya

25/02/2009

3º mesa de Exalted do Seiya

Nessa o Kauê entrou de DragonBlooded Madeira, uma mina metida e mimada da realeza. O Angelo entrou como Sideral. Num lembro os nomes.

A Dragonblooded e o Sideral se trombaram, ficaram viajando juntos e aprontando até encontrar o resto do grupo. Num prestei muita atenção nos turnos deles. Ou os nomes. hehehe

Enquanto isso, Eu, SDS e Kalini aportamos. Saímos do navio, nos despedimos do povo e partimos em busca do Olho de Autocton.

Usei a magia que aprendi na ultima sessão, Carroagem de Fogo (ou algo assim). Fiz aparecer um trenózão com megacachorrões pra puxar. Kalini entupiu o “porta-malas” de comida e zarpamos. O trenó é beeeeem rápido, só borrões pelo caminho por 12 horas.

Paramos quando anoitecia. Montamos acampamento. Comecei a fazer um ritual de harmonização com o local. Na forma de Mamutão hibrido peguei um pouco do monte de comida que Kalini trouxe e comecei a comungar com a floresta esperando que um animal respondesse o chamado. Uma raposa apareceu pra se juntar ao ritual. Se alimentou da oferenda de comida, e pra finalizar eu engoli a raposa. Hahaha Kalini surtou loucamente quando viu eu abocanhar a pobre e bunitinha raposa pra comer o coração dela. Muito engraçado. hehehe

De mamute a raposinha fofinha em uma bocada

De mamute a raposinha fofinha em uma bocada

Separamos os turnos de vigia, eu primeiro. Assumi a forma de raposa e fiquei vigiando. Notei uma presença ao longe. Fique de “olho” e depois de um tempo a presença se aproximou. Então um animalzinho apareceu dizendo que o senhor dela queria falar comigo. Fui e era um ursão. Trocamos idéias diplomáticas, ele disse que podíamos ficar por lá desde que não zoassemos a floresta e que deveríamos tomar cuidado com locais onde uma tal marca aparecesse. Voltei e fui dormir.

As minas acordam curiosas por não terem sido acordadas pra assumirem seus turnos. “Alguém explicou pra raposa que tinha que acordar a gente na hora do nosso turno?” hahaha Enquanto isso a raposa dormia tolda esparramada. Kalini aprontou a bóia e depois de rangarmos partimos.
Porém, como o feitiçõ tinha que ser feito com a lua ainda no céu perdemos a janela e tivemos que andar a pé mesmo. Chegamos num riacho e notamos a marca do outro lado. Resolvemos seguir o riacho pra não entrarmos na área marcada, não queríamos encrenca. Chegamos num laguinho. Deixei as minas tomando banho (nham) e fui ver a queda d´água.

Lá encontrei muitos espiritinhos felizes e uma sereia (ou parecia uma). Ficamos conversando, ela me contou sobre um artefato que limpava as pessoas de influência de Wyld e também sobre um Lunar fodão e antipático que manjava de andar pela Wyld que morava ali longe que ralava com a bombisse da Lilith, a mina que me treinou no começo, que era fodona. Contei pra ela as histórias da Lilith, então ela ficou feliz e me harmonizou com o local (não, não comi o coração dela) e ganhei o local como Manse/Demesne (lugar pra puxar essência). Voltei, fizemos acampamento e ao amanhecer acionamos novamente a carroagem e vruuum.

Isso aí com um rabão de peixe.

Isso aí com um rabão de peixe.

Chegamos na borda do deserto. Chamei um espírito e ele me disse sobre um lagartão afetado que tava zoando a região comendo espíritos. usamos nossos poderzinhos pra rastrear essências parecidas com a do D.o.l. Achamos uma caverna.

Na caverna, tudo escuro, liguei minha lanterninha na testa. Chegamos num lago de 10m com uma estalagmite e uma estalagtite no certo. O lago era feito de um líquido preto que parecia óleo, sangue de Autoctonian, segundo a Kalini. Do outro lado do lago havia dois caminhos, um frio e um mais quentinho. No alto vimos que em cima do lago o teto era de metal. Pra ver melhor, pulei. Achei um caminho pra cima, fui seguindo e vi que era uma caixa de metal gigante que tava vazando.

Lá embaixo, os fantasminhas de SDS checaram a profundidade do lago, uns 4m, e viram que o fundo tinha formado côncavo (ou seria convexo? – sei lá…) Kalini lembrou do laboratório de D.o.l que era frio e entrava-se pela água, então decidiu ir pro caminho frio.

Lá em cima resolvi abrir a caixa na porrada. Vários murrões depois fiz um rombo que jorrou o líquido negro. Ni meio havia uma pedrinha brilhante, tentei pegar mas tava presa, tentei arrancar mas nisso um dos fantasminhas de SDS veio me chamar pra arremessar o povo pelo lago.

Desci e arremessei as minas pra outra margem. Kalini caiu de boa, já SDS deu uma trombada na parede. Depois pulei até elas e seguimos pelo túnel frio.

Chegamos num ponto onde o caminho era interrompido por um buraco fundão. Lá no alto um pontinho brilhante. Escalei e cheguei numa alavanca. Acionei e um vento forte começou a jorrar lá debaixo. Desci de volta. Deduzimos ser uma espécie de elevador. Como as minas eram muito leves, peguei as duas e descemos.

Lá embaixo trombamos o Sideral e a DragonBlooded, que foram parar lá sabe-lá-narrador como. Só a SDS conseguia ver o Sideral. Algo a ver com os dois não estarem no destino, sei lá. Um espírito começou a aparecer todo brilhoso, tipo Cocoon. Falou abobrinhas sobre salvar o mundo e sobre um grande perigo que assolava a região, entregou uma pedrinha pro sideral. Quando o espirito sumiu tudo começou a tremer. CORRE, NEGADA!

Contatos exaltados de 3º grau

Contatos exaltados de 3º grau

Íamos voltar pelo caminho feito pelo sideral e a DB, mas parece que eles vieram por um buraco gigante que num ia dar pra escalar, então voltamos pelo nosso mesmo, que tinha elevador.

No elevador, subi primeiro e fui pegando o povo que pra não subirem demais. Chegamos no lagão e tava vazio. Pulei e fiz escadinha pro povo subir no outro lado, enquanto o Sideral puxava. Quando saímos tudo desabou.

Apresentações depois, decidimos ficar juntos pra salvar o universo. Decidimos ir pruma cidade legal, então o povo esperaria lá enquanto eu  ia falar com o Lunar fodão que manjava sobre a Wyld, pra poder pegar o artefado que limpava zicas de wyld pra poder cacetar o lagartão, que deduzimos ser o mal emergencial. O sideral checou as estrelas com seus brinquedinhos e montamos acampamento pra esperar o momento pra ativar a carroagem de novo.

Ainda num pisei em ninguém com meu EVA. Mas esse lagartão promete. hehehe

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2º sessão de Exalted do Seiya

17/02/2009

“2º” mesa de Exalted do Seiya

Agora a Abissal da Graci tem nome, Sombra Desemcorporada do Sol [SDS]

Estávamos no navio, então começamos a sentir uma essência fortona numa direção. Minha visão espiritual mostrou um montão de fantasminhas por lá. Shadowlands. Seguimos a direção e trombamos fastasmas mais fortes. Eles ajoelham pra SDS. Falam que uma rainha megafoda Abissal tá esperando ela pra batizar a SDS. Seguimos colados enquanto levam ela pra rainha picudona. Lá encontramos uma mina lindona que faz o ritual de batismo Abissal. Entrega uma armadura, uma tiara e um colar, e seis fantasmas escravos.

Doll e Kalini vão proutro canto e encontrar um teco de metal raro, Doll pega e começa a ser infectado, então corta o próprio braço pra deter o avanço do vírus. Usa um campo de força pra segurar o metal e volta pra nós.

Somos liberados, mas já anoiteceu, então não conseguimos voltar pro mundo normal (a criação), ficamos presos no Underworld, mundo dos mortos.

SDS faz os fantasmas invocarem uns esqueletos que formam um serpentão e fica segurando o metal que Doll achou.

Ficamos esperando amanhecer mesmo sendo muito perigoso ficar por lá. Começo a sentir um chamado de socorro dum espírito. Não devia ter um espírito lá. Pergunto pro Doll o que pega por lá e ele explica que é um lugar ruim pra diabo e pra não irmos pra lá. Eu vou e o povo decide ir também. Vamos entrando numa caverna padrão, sussurros, gemidos, rostos sofrendo por todos os lados, blá. Doll desliga por um tempo por causa de vozes na cabeça dele. O povo pára, eu continuo. Chego numa alcôva com um espírito coelho perneta preso por uma correntona. Liberto o pulha e o lugar pede um pedágio, deixo um pouco de sangue pra eles. O lugar fica feliz e me oferece conhecimento místico. Aceito. Vou seguindo outro corredor até chegar numa sala cheia de pergaminhos.

O povo volta a andar, chega na alcôva. Doll resolve ir sozinho pra outro corredor pra coletar um material bizarro raro. Kalini e SDS vão até onde eu tô.

Lá na saleta pego uns pergaminhos legais com magias, histórias e conhecimentos gerais. Até um livro feito de pele humana com instruções sobre magia escura. Kalini acha um baú e dentro um bola dourada (heartstone). Em troca de toda tralha que pilhei conto umas histórias pra sala, show de luzes rola na sala.

Doll, no outro corredor, encontra o mineral que queria, sendo minerado por carinhas aleatórios. Há sangue correndo pelos veios banhando o material. Ele chega na caruda pra minerar, o minerador retruca, ele aponta um canhão pra fuça do carinha que some levando o mineral. Doll resolve exterminar todos mineradores pra pegar o mineral pra ele. Pedala vários mas fica muito zuado, então usa sua megabomba interna pra acabar com todo mundo ali. Ele explode junto com os mineradores, mandando uma última mensagem via essência: FUJAM!” Só sobrou a cabeça dele caída no chão.

Um alarme começa a gritar. Recebemos a mensagem de Doll, e não sabendo que tava acontecendo e como ele era o cara que entendia das coisas, fugimos.

Lá fora, esperamos o puto voltar mas ele não volta. Amanhece e o Underworld vai embora, temos que esperar um dia inteiro antes de tentar um resgate.

De volta ao navio vou descansar por que tinha um compromisso ao meio-dia.

Kalini enche o saco de seu filho, Auran, pra voltar pra salvar Doll. O filho agarra ela e pula na água. Afunda, afunda até ela desmaiar. Volta e descarrega ela no barco, não conseguiu levar ela até o Underworld.

Kalini começa a sonhar e encontra Doll no sonho. Falam abobrinhas e Doll diz que nem vai mais voltar. Kalini fica histérica.

Eu, SDS e esse Lunar, mergulhamos e vamos até a gruta que estávamos marcados de ir. Na gruta vemos uns padrões xadrezisticos que SDS reconhecera como um enigma. Fica resolvendo e vamos seguindo. Portas se abrem, espíritinhos mecânicos aparecem, sentimos essência protegendo o lugar. Até que chegamos numa salona cheia de trecos tecnológicos e com um robô de Moonsilver de 20m. Leio coisas e entendo que é um artefato construídos há muitos séculos pelos Lunares megafodôes. Pulo e entro no bicho, o cockpit me aconchega, a forma externa do robô começa a assumir minha forma de combate, o mamutão humanóide. Auran, filho da Kalini, arranca sua heartstone que o mantinha vivo e me entrega, algo a ver com o destino dele, a pedra é absorvida pelo robozão e o Auran some. Ele fala abobrinhas na minha mente e some de vez. Contraio o robozão que é absorvido pela minha alma e armadura.
Ganhei um EVA. HA!

Kalini, ainda viajando na batatinha, recebe uma visita do super deus dos autctonians, o autocto. Ele lhe diz que dá pra salvar Doll, só encontrar o tal Olho de Autocto. Ele lhe diz onde tá e ela resolve ir atrás.

Doll troca idéia com a Rainha megafoda e faz uns acordos lokos que num entendi lhufas. Sai por aí tendo sua cabeça carregada por esqueletos enquanto se repôe.

Fuçamos a salona onde estamos, SDS e eu, achamos vários dispositivos bélicos, até o super botão vermelho que zoa tudo. Ela fica em crise por ter sido contratada pra achar o lugar e teme por sua reputação. Resolve se dar como morta para que os contratantes dela não encham o saco e a reputação continue intacta.
Selo a sala toda com minha essência, permitindo que só eu consiga entrar lá de novo. Voltamos pro navio.

No navio. Kalini fala com o piloto, um Sideral, que ensina um poderzinho novo pra ela.
Chegamos, contamos sobre a morte do Auran, ela cai em prantos e conta do lance de salvar Doll. Ir até uma floresta e resgatar o Olho de Autocto. TrÊs dias depois, aprendo uma das magias que peguei na gruta do underworld, uma magia de transporte rapidão. Partimos nessa magia.

Tenho um desses só que com tromba.

Tenho um desses só que com tromba.

Mano, eu tenho um EVA. Só acho q eu ficaria horrível naqueles trajes grudadinhos. ugh…

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“1º sessão” de Exalted do Seiya

17/02/2009

Sei-lá-qualº mesa de Exalted do Seiya

Tô como Hoggert, Lunar no-moon mamutão. Lara tá como Kalini, solar eclipse, Angelo tá como D.o.l.l., autoctonian, e a Graci de Abissal (sem nome).

Meu personagem é tipo isso.

Meu personagem é tipo isso.

Começou com a exaltação da pj da Graci, uma Abissal saindo do armário. Quando cheguei ela tava com o Doll num poço fundão tentando imaginar um jeito de descer. De alguma forma ela desceu.

Eu, no navio, sinto uma essência estranha na direção duma caverna submersa que temos que entrar. Mergulho no mar e recebo uma visão de Luna, a patroa. Ela me mostra um golfinho e me oferece o coração dele. Eu como o coração do golfinho e passo a me transformar nele. Faço umas graças na água, o que atrai a atenção de Kalini, que fica toda empolgada e curiosa com aquela criatura estranha pulando na água. O filho dela, um Lunar, empurra ela na água, de sacanagem. Noto e vou até ela. Ela agarra na minha barbatana e vamos nadando na direção que eu senti a essência. Quando começamos a afundar ela vê como é fundo e arrega, voltando pra superfície.

Na caverninha lá em baixo encontro uma semi-esfera grandona, que emite uma energia curativa. Absorve um pouco dela. Entro na semi-esfera e percebo várias inscrições em Moonsilver, fico estudando as inscrições até que algo cai na água, o corpo quase morto da Abissal-to-be. Volto a forma humanóide, Pego-a e tento revivê-la, quando nota Doll caindo na água também. Ele diz pra deixar ela em paz que tudo se resolve. Ela tem as visões malucas de Abissal e acorda. Plim.

Ela reconhece a semi-esfera como a tumba dela. Encontra uma entrada secreta, entra e encontra o cadáver dela de outra vida, quando ela ainda era uma solar. Fala abobrinhas com o cadáver, encontra uma espada e um arco. Não consegue pegá-los, somente as pedras que os encrustam, umas heartstones. Eu encontro outra passagem. Entro e trombo o cadáver da parceira Lunar da outra vida da Abissal (confuso já?) Falo abobrinhas com ela e recebo um livro com magias pra aprender. Pego o cadáver pra dar um enterro apropriado.

A Abissal encontra uma saída da tumba, cheia de cadáveres de possíveis saqueadores. Eu vejo vários fantasminhas lá presos. Digo a eles que os perdôo e permito que eles descansem em paz, eles vão embora. Saímos de volta pra superfície. Enterro a mulé, aparece um Dragonborn antigo truta da Abissal, fala abobrinhas e vai embora. Voltamos pro barco.

Naaaa superfície, Kalini finge estar se afogando pra chamar atenção de alguém pra ajudá-la. Aparece um Baywatch e a resgata. Ela fica aprontando até que encontra o piloto do nosso navio por lá pra pegar carona de volta pro navio. Mas antes compra montes de tomates. Quando chega no navio taca tudo no filho dela.

Vou estudar o livro que achei, enquanto Kalini faz amizade com a Abissal, depois Kalini fala bobagens com Doll sobre o filho dela. Depois ela vai falar bobagens com o filho dela, que dá várias cortadas nela. hehe.