Arquivos para a Categoria ‘Storyteller’

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1º sessão de WoD do Hugo

11/12/2009

1º sessão de Mundo das Trevas do Hugo

Mesa de mortais bunda se metendo em encrencas bizarras. Estou como Samuel, motoboy inglês recém convertido ao judaísmo. Temos o Foice como Bob Presley, açougueiro nordestino que faz bico de eletricista. Danizinho como Homer, caminhoneiro amarelo de Oklahoma. E o Leandro como Gabriel, um professor de música.

Começamos com Gabriel indo trabalhar em seu carango. Liga o rádio e de repente só ouve estática. Muda as estações e a estática continua, põe um CD e nada, liga o MP3 e também só estática, desliga tudo mas as coisas não desligam e continuam estaticando. Bem puto chega no trampo, depois de uns passos longe do carro a estática pára. Entra na escola e começa a preparar a aula, então passa um aluno aleatório com fones de ouvido curtindo mas Gabriel volta a ouvir a estática. O muleke diz que tá ouvindo Ramones e não estranha nada. Gabriel já bem putão dispensa o muleke e volta a seus assuntos. Toca o telefone, ele vê que é a esposa, atente e só ouve estática. Novamente toca, ele atende, a voz da mulher dele começa a falar algo mas volta a estática. Ele pega as coisas e corre pra casa. Entra, chama por todos mas ninguém atende, sente cheio de algo cozinhando. Chega na cozinha e num vê ninguém, vai fuçar no forno e vê seus pais assando. PAN!!! Fica em choque, joga coisas e sai correndo.

O forno do canibal moderno

Homer faz uma parada na estrada pra repor sua carga, vai pra lanchonete e fica lá comendo. Chegam uns motoqueiros meliantes. Entram fazendo baderna, alopram a garçonete e Homer fica de boa. Paga e vai embora, na saída uns motoqueiros olham estranhamente pra ele. Homer pega o caminhão e vai embora. Logo vê no retrovisor a gangue toda vindo atrás dele. Ele acelera, a gangue passa e começa a atirar, ele dá meia volta e acelera, mais tiros voando. Vê a lanchonete pegando fogo junto com tudo por ali. O líder motoqueiro aparece de repente no teto do caminhão rasgando o metal com as mãos. Homer o derruba com uma manobra mas ele se agarra na frente do caminhão e volta a subir. O bicho fica grande e peludo e Homer entra em pânico. O peludão lobisômico abocanha Homer e o arranca do caminhão, o jogando longe. Ele levanta todo arrebentado e o resto dos motoqueiros cercam ele e o linchamento começa.

E ouvindo Steppenwolf...

Eu vou entregar um pacote num prédio mega foda. Chego lá e vejo um olho maligno se formando nas paredes do prédio e olhando por um breve momento pra mim! [nem sempre é bom ter sucessos sabe...] Tento achar alguém pra me substituir nessa entrega mas num consigo ninguém. Com o asterisco travado eu junto coragem pra entrar no prédio. Muita segurança e chiquice, apresso a moça da recepção, ela faz meu passe e me manda pro elevador. No cagaço eu vou. Espero o elevador e quando chega e entro uma voz diz preu não entrar. Afasto e deixo as pessoas entrarem. O guarda vê minha confusão e chama o elevador de novo me explicando como chegar no andar certo. Dessa vez entro, o elevador demora muuuuuuuito pra chegar no andar, um escritóriããão. Novamente apresso a moça da recepção e ela me libera depois de entregar o pacote. Na espera do elevador pra descer uns engravatados colam do lado conversando numa língua estranha. Noto uns símbolos bizonhos neles, tatuagens, anéis e talz. Eles me olham estranho, volto na recepcionista e enrolo até os caras saírem, então desço pela escada. Saio do prédio sem olhar pra trás, monto na motoca e saio rapidim. Sinto a moto meio dura, checo e tem um cilindro metálico com uma luzinha verde cravado no guidão. Não consigo tirar, então vou até a oficina, só que no caminho o troço pula da moto e cai no chão. Vou seguindo quando noto que um carro pára e alguém pega o cilindro. Encucado sigo o carro até o prédio que eu trampo, fico lá espreitando pra ver o que pega.

Vou chamar uma catedral pra exorcizar esse troço.

Bob Presley (!) tá de folga do Açougue, dona Maria o chama pra checar sua máquina de lavar que parou de funcionar. Chegando à casa de Dona Maria Bob ouve todo o problema e vai fuçar enquanto a véia lhe prepara um cafézin. Bob acho um problema na correa e contra pra véia, diz que pode fazer uma gambiarra até comprar uma peça nova. Bob pergunta se ela tem um maçarico, ela diz que tem no porão nas coisas do marido dela. Bob pergunta se tem rato no porão mas ela diz que não, só tem o falecido. Bob fuça e acha o maçarico, do lado duma urna funerária. Bob pega a urna e vê as cinzas do velho lá dentro. Vai colocá-la de volta no lugar mas ela não desgruda mão dele, e começa a ter visões de alguém sendo queimado vivo num caixão. Bob luta com a urna até que ela se solta derramando as cinza do morto no chão. Ele pega uma vassoura, põe tudo de volta e corre de volta pra casa se benzendo. Dona Maria assiste TV, Bob conserta o problema da máquina e avisa Dona Maria que agradece e oferece bolo. Ele vai na cozinha pegar o bolo e nota em cima da geladeira um monte de velas pretas e vermelhas queimadas. Vê uma bíblia, a pega e vê que tá numa língua estranha e escrita em sangue e coisas do tipo. Ele sai de lá rapidinho, pega o carro e vai comprar a peça nova da máquina.

Adivinha os pais de quem ela tá cozinhando.

No caminho Bob vê um maluco correndo de casa e quase o atropela. O maluco, nesse caso, Gabriel, pára na frente do carro implorando por ajuda. Bob desce e tenta entender o que tá acontecendo mas Gabriel está em choque e não consegue falar direito. Bob vai checar a casa e a acha os pais de Gabriel assando no forno. Também fica desesperado, volta pro carro e prensa Gabriel pra saber o que aconteceu mas ele insiste em chamar a polícia. Ambos entram no carro e segue pra delegacia. Bizarramente as ruas estão desertas, eles vêem uma ondulação no asfalto, então uma garra enooorme sai de dentro da terra. Os dois saem do carro e correm loucamente pra lados diferentes. Bob corre pelas casas chutando portas, faz uma barricada de almofadas mas a garra atravessa a parede e o empala. Já Gabriel na fuga, tudo treme, uma coisa bem grande o persegue, afastando tudo no caminho, então carros são jogados e esmagam metade de seu corpo. [mestre sádico né?]

Eu observando o prédio, de repente ele explode. Desesperado corro pra minha sinagoga atrás de ajuda do meu camarada rabino, chego lá e tá todo mundo morto. Ligo pra casa minha noiva atende, diz que tem alguém chamando na porta, eu mando ela sair dali mas cai a ligação. Corro pra lá, a porta tá aberta, entro e vejo meus sogros mortos. Fuço tudo e não acho a minha noiva. O telefone toca, atendo e é ela dizendo que ele me querem e é pra eu ir até eles senão ela morre, me dão um endereço, eu pego a arma do me sogro e saio. Encontro um maluco empoleirado na minha moto. Mando ele sair mas não sai, então meto bala na cara dele, a bala pára na bochecha e cai. Espantado o cara aparece rapidão na minha frente e me arremessa pra dentro da casa. Aterrorizado fico encolhido num canto. Ele diz que seu nome é Jack os caras pra quem ele trabalha mandaram ele me pegar pra me salvar e que pode me ajudar, diz que o povo que tá atrás de mim é um grupo de bruxos tecnológicos que vai matar todos que tem ligação comigo e que minha noive já deve estar morta. Espera eu me acalma e concordar ir com ele, e quando eu concordo ele puxa a arma e começa a atirar, eu pulo atrás do sofá, taco um vaso nele e pulo pra atacar mas ele dá um tiro na minha cara.

Estou reconsiderando a opção de ser assado vivo.

Homer acorda no meio do nada, lua cheia lá em cima, ele pelado sai andando sem rumo achando que tinha virado um lobisomem por que tinha sido mordido por um. Chega num posto de gasolina, pega umas roupas, mas num acha ninguém, continua vagando.

Eu acordo, ele tá dormindo no sofá, acordo-o, ele diz que eu demorei demais. Ainda confuso ele me diz que me explicarão tudo depois mas agora ele tem que ir pegar os outros três, então tira uma pedra e joga no espelho, faz aquelas ondinhas de portal e ele manda eu passar. Fazer o que né, nóis passa…

Gabriel acorda dentro de um saco. Faz um escarcéu até sair, vê que tava numa gaveta no necrotério. Vê um funcionário mexendo num corpo e com fones de ouvido. Se aproxima, pega uma serra ali perto e passa no cara que cai estrebuchando no chão. Uma das gavetas abre de repente e de lá sai Bob igualmente confuso. Conversam e resolvem sair dali. Pegam roupas e acessórios pelo caminho, e no elevador eu apareço caindo do espelho do teto. Passada a surpresa explico que vamos até alguém que pode explicar o que tá rolando. O elevador abre e Jack tá nos esperando com uns funcionários do hospital mortos. Vamos pegar o próximo maluco, passamos pelo espelho e saímos num lago. Trombamos Homer, falamos mais abobrinhas e mergulhamos na água novamente e aparecemos num quarto de hotel em Berlim [que não fica na Rússia...].

Lá Jack nos diz que somos imortais e que toda nossa vida era uma farsa e que tão querendo pegar a gente por causa de algo que fizemos. Diz que vão explicar melhor numa festinha que vai rolar no dia seguinte, numa vernissage duns artistas malucos, zdzislaw beksinski e zbigniew preisner. [saúde...] Eu vou encher a cara no quarto pra poder digerir a situação, Bob também, Homer e Gabriel saem pela cidade pra beber, mas voltam depois se se sentirem muito observados. Na noite temos sonhos de nós numa batalha medieval tocando o terror. Pela manhã descobrimos que temos poderes [fraquinhos mas temos] e que vamos turbinar conforme envelhecermos. O hotel nos fornece roupas e uma limusine, no caminho pra Vernissage vemos lobos nos perseguindo pelo mato, Jack é nosso motorista. Somos chegados à vernissage, tudo fica trancado, arte bizarra pra todo lado, vemos uns lobisomens do lado fora.

zdzislaw beksinski e zbigniew preisner - nossos "benfeitores"

Até que enfim nossos anfitriões aparecem, recebem as pessoas e nos chamam pruma conversa particular. Enquanto subimos a festa é invadida pelos lobisomens que estraçalham tudo por lá. Jack fica de segurança na porta. Os velhos malucos nos dizem que éramos generais dum cara malvadão e que roubamos alguma bola brilhante que pode fuder com tudo por aí, e que temos que pegar o bagulho de volta antes que todo mundo nos mate de vez. Dizem que eles armaram toda nossa vida pra nos proteger até esse ponto pra podemos recuperar o troço. Dizem que temos que ir pruma casa estranha e achar o malvadão chefe. Mais abobrinhas depois somos teleportados de novo pruma cidadezinha com uma neblina porreta e sentimos o maaaal no ar.

Na próxima sessão...

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1º sessão de Promethean: the Created do Thener

04/12/2009

1º sessão de Promethean: the Created do Thener


Campanha introdutória pra aprendermos o jogo, pjs prontos. Eu com Peter, um ulgan e teórico da conspiração. A Graci como Linda, uma Galatéa Barbie. O André como Alex, um Golem. E o Alex como um Tamuz médico que NÃO chama Naomi. Vivemos juntos num prédio com nossos criadores. Vamos passear em Phoenix, Arizona.

Em Phoenix nossos criadores vão resolver seus assuntos mas voltam frustrados, e quando estamos indo embora um caminhão acerta em cheio nossa van e todos pedalamos. Acordamos amarrados em camas, num laboratório estéril com uma doutora tirando amostras nossas. Esperneamos mas não conseguimos nada. Até que aparece um outro Promethean todo pustulento e pergunta pra doutora sobre a gente, ela diz que tá tudo em ordem, depois vão embora. Ouvimos gemidos de dor na sala ao lado. O tempo passa, vez ou outra nos recarregam com choques pra continuarem tirando amostras nossas, por dias.

Diga 33

Num dia um casal de estagiários, Elliot e Emily, assumem o trampo na gente. A mina é sossegada mas o cara é muito mala, e judia da gente quando a mina num tá, além de fica xavecando ela o tempo todo. Numa vez em que o cara vem nos maltratar o Tamuz paralisa ele com um poderzinho até vir a mina e ver o que ele tava aprontando.

Outra hora aparece de novo o pustulento meio chateado falar com a doutora, que descobrimos se chamar Dra. Roberts. Enchemos o saco dele pra deixá-lo mais nervoso, ele acaba dizendo que vai se vingar dos nossos criadores pelo que eles fizeram e coisas assim. Começamos a investir em Emily, por ser mais boazinha fazemos muita chantagem emocional até ela topar nos soltar. Ela nos libera e sai correndo.

Agora toda a destruição que a gente causar é culpa dela

Livres pegamos o que achamos no laboratório. Fuço no computador e pego uns dados sobre a gente, depois arranco a HD. Saímos e ouvimos a Emily gritar, eu vou pra sala do lado donde vinha gemidos possivelmente dos nossos criadores, enquanto o resto vai ajudar a Emily. Chegam e vêem o Elliot tentando pegá-la a força no refeitório, o povo intervém. Ele nocauteia Emily e o povo desce a porrada nele, quase o matando, mas consertam ele o suficiente pra continuar vivo. Lá na outra sala vejo que a tranca é de cartão de identificação, então corro pra pegar os cartões dos dois manés. Enquanto voltamos pra tal sala Emily acorda e sai correndo. Na tranca os cartões não funcionam, então quebramos tudo e entramos.

Na sala vemos vários equipamentos e o criador de Linda flutuando num tanque sem braços e pernas. Ele fala que todos os outros criadores já foram destruídos e que tavam nos usando pra recriar prometheans mas tava dando xabu e criando coisas insanas. Diz pra destruirmos tudo  impedir que prossigam com o plano. Pede pra matar ele logo pois já tá lascado mesmo. Linda fica choramingando com ele, o Tamuz tenta achar um jeito de salvá-lo, eu vou pro computador fuçar, Alex fuça o resto. Alex acha uma papelada indicando uma empresa chamada Biosearch onde a tal Dra. Roberts trabalha, depois ele acha uns galões de combustível na cozinha e leva pra sala. No computador tem uma nota duma reunião marcada num hotel a noite com a dra. Roberts. Eu desligo o suporte de vida do criador despedaçado e derramo o combustível pela sala. Depois que todos terminam suas emices e saem da sala ateamos fogo e fugimos (esquecendo o Elliot inconsciente no refeitório hehehe) deixando tudo queimando.

Lá fora, no meio do nada, seguimos pela estrada de volta pra cidade. Um carro passa e Linda seduz o motorista pra ele parar. O Tamuz o paralisa e seguimos de carro de votla pra cidade. No caminho descobrimos onde fica o hotel da tal reunião. Como nossas roupas estão bem zuadas depois do caminhão bater na gente juntamos as que ainda estão usáveis, pegamos a grana do tiozinho que sequestramos o carro e eu vou comprar umas roupas normais pra podermos ir pro hotel e desmantelar o esquema biomaluco. Enquanto eu vou pra loja o resto espera na rua, só que pessoas começam a se incomodar e eles ficam dirigindo. Enquanto passam por um viaduto são atacados por um anão todo deformado e fortão que cai em cima do carro.

Tão mandando os inimigos em prestações agora?

O anão tenta pegar Alex mas falha e fica tentando. Todos saem do carro, o tiozinho sequestrado sai do transe em fica em pânico. Todos saem no tapa com o anão, Linda acha um cano e fica canando o anão, Alex se engalfinha e o Tamuz usa o carro pra atropelar o anão, e o Alex de lambuja. Mas o anão continua e a treta segue. Alex chupa uma eletricidade do carro pra recuperar um pouco de vitalidade antes de voltar pra treta. O Tamuz arrasta o anão com o carro capotando e se arrebentando no processo. Depois de séculos, com Alex já caído e o resto todo estrupiado o povo consegue derrubar o anão, justo quando a puliça se aproximava.

Correm dali arrastando o Alex, que era mais pesado que os dois juntos ali. Sobem pra rua e um policial vem logo atrás. Ligam Alex nos fios dum sprinkler pra ele acordar, então o policial vê a cena e a forma verdadeira de Alex. Então o Tamuz o paralisa. Outro policial chega e vê Alex levantando com fios no nariz e atira no susto, e se espanta quando Alex continua normal depois de tomar uns tiros. Ele ficam embromando o policial que tá bem confuso, Linda fica pelada e neurótica. Me ligam no celular do tiozinho sequestrado que sumiu e dizem onde estão e o que aconteceu. Vou pra lá. Notaram como eu sou ótimo em escapar de brigas? hehehe

Quando chego na cena já tem ambulância e mais polícia vindo, e uns curiosos enquanto o policial cuida de tudo sozinho. Eu passo correndo gritando que são terrorista e tem bombas e continuo correndo fazendo o policial me perseguir, uso meu poderzinho de correr bastante e me escondo, dando tempo pro resto sair dali enquanto o mané me procura. Na ambulância o povo se vira com os paramédicos, Tamuz convence que é médico e usa o desfibrilador pra nocautear um dos paramédicos. Depois paralisa o outro e os amarram, depois o motorista e tomam a ambulância. Me pegam, vestimos as roupas novas e largamos a ambulância em algum canto.

Vamos pruma lan house pra investigarmos as infos que temos. Linda fica enrolando o carinha da lan pra dar horas pra gente. Hackeando tudo armamos uma estadia no tal hotel pra chegarmos e já entrarmos pra pegar a tal reunião da Dra. Roberts. Depois fuçamos a Biosearch, então tenho umas visões (lances espirituais, saca) que mostram a Dra. no computador na Bioseach. Hackeio lá e vejo uma mensagem dela dizendo que não vai comparecer à reunião pois vai trabalhar até tarde. Então hackeamos a biosearch e analisamos toda segurança. Vemos que num certo horário a noite não terá ninguém e a empresa de segurança é terceirizada. Fuçamos na empresa e achamos as escalas e funcionários e marcamos de pegar o guardinha noturno. E paramos aí.

Na próxima sessão... Biosearch

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1º sessão de Changeling: The Lost do Felipe

04/12/2009

1º sessão de Changeling: The Lost do Felipe

Depois de séculos o grupo ressuscita. Campanha rola em londres atual. Eu estou como Angus, um Beast mariposa bandidinho de segunda. O calebe tá com um Darkling jovenzinho. A Lívia com uma Beast esquilo. O Edgar com uma Beast canarinho. A Paula com Julie, uma Wizened secretária. E o Gilmar com Devi Gupta, um Elemental de ar indiano. Começamos dando uma sapeada no nosso sequestro.

Eu sou o terror que voa na noite...

A Canarinho começa em 1940 fugindo junto com trocentas pessoas. Ela novinha acaba separada da mãe e segue-a o quanto pode até ver só luz. Eu na década de 70 me meto num assalto a um trem, fico de batedor mas a neblina fica tão densa e a luz do trem fica estática e eu me apavoro e dou o alerta pros meus comparsas e saio correndo como combinado, caio numa rede e ouço alguém rindo e dizendo que capturou algo. O “Calebe” criancinha é colocado pra dormir por sua mamãezinha e no escuro ele nota que a porta do guarda-roupa está aberta. Ele engatinha e fecha bem rápido. Quando deita a porta está aberta novamente. Ele pula e acende a luz e tranca a porta. Volta pra cama e algo agarra seus pés e tudo fica escuro. Devi é um calouro nerd na universidade que vai casar em dois dias, é arrastado pro campo e amarrado num tronco enquanto os veteranos vão embora. Ele ouve coisas e é tomado por uma ventania que o joga longe, só lembra de gritos e dores e pessoas machucadas, e escuridão e umidade. Julie fica sabendo no trampo que seu pai ficou doente e não pode buscá-la, então ela volta sozinha de metrô. No caminho alguém a persegue mas ela corre e tromba num mendigo que pede uns trocados, ela recusa e ele a xinga e amaldiçoa, ela entra no metrô e a viagem demora muito mais que o esperado. A Esquilinha num lembra de nada.

Todos vemos uma luz e aparecemos num campo aberto com pés de trigo amassados no chão, Devi toma um tapão dum punk que grita com todos pra corrermos dali. Ao longe vemos um jipe com mais dois caras bem bizonhos e armados. O punk mete bala neles e saímos correndo. Vemos uns aos outros com nossas aparências bizarras. Ele diz pra corremos numa direção que teremos ajuda. Tiroteio rolando solto, sai dum buraco um cara meio toupeira e manda segui-lo que estaremos seguros. Entre isso e o tiroteio decidimos seguir o bicho estranho. Vou empurrando o povo pelo túnel quando preciso. Chegamos numa câmara com outros caminhos, o toupeira fica perdido e procura o caminho certo enquanto nos descabelamos. A Esquilinho é legal com o toupeira e ele dá umas secadas psicóticas nela.

Entra o punk maluco, enchemos ele de perguntas e ele explica que fomos raptados por fadas e voltamos pro mundo, diz que o povo que tava atirando era das cortes que vão nos zoar mas ele vai nos proteger. E que ele se chama Burning Jack Flag. Pergunto se ele tem outra arma, ele me dá. Dou um safanão no toupeira pra ele andar logo. Jack manda o topeira nos levar até o Velho Smith, então o toupeira acha o caminho.

Na dúvida siga o poser.

Chegamos numa cabana no meio do nada. Metade do grupo entra logo, o resto (eu incluso) fico paranóico lá fora. O povo que entra num vê nada até tomar um susto quando um monte de madeira se meche e revela ser uma pessoa, tem até um ninho com penas pretas nele. Ele diz que somos bem-vindos livres de acordos e pendências. Entramos o resto, junto com Jack. Mais perguntas afobadas sobre o que tá acontecendo. Jack pede pro Velho Smith de madeira abrigar a gente hoje livre de acordos e o velho topa, diz que tem uns quartos no andar de cima. Um povo sobe, eu mando tudo a merda e saio dali. Jack vai atrás me trazer de volta.

Velho Smith - Talvez nosso Yoda

Lá fora Burning Jack me pára e aponta a arma pra mim mandando eu voltar. Eu me aproximo e lentamente abaixo a arma dele. Conversamos e ele me convence a voltar, diz precisar de mim e blábláblá e por isso me deu a arma de presente [crianças, nunca aceita nada de uma fada]. Na volta eu ponho a arma na nuca dele e digo que a próxima vez que apontar uma arma pra mim ele morre. Ele diz preu tentar agora, eu aperto o gatilho e a arma falha, ele me derruba e põe a arma dele na minha cara. Diz a mesma coisa pra mim. Vamos emburrados de volta pra cabana.

Galera vai dormir, Jack vai embora. Julie começa a sonhar com Jack e outro cara normal, eles falam algo sobre acordos e sei lá o q mais. Eles notam ela no sonho e a espantam. Ela acorda e vai conversar com a Esquilinho, diz o que viu e que acha que o Jack tá aprontando uma. Canarinho foge pela janela quando ninguém está vendo. Então alguém esmurra a porta e manda abrir senão vai soprar e soprar e fazer coisas desagradáveis com o crânio dela. Devi vai ver o que tá pegando, então a porta explode com um baita ventão, parado lá está um cara meio lobo segurando a pobre canarinho pelo cangote. Devi instintivamente toma o controle do vento e o manda de volta no lobão, derrubando-o. Lá em cima eu tranco a porta pondo a cama pra escorar. “Calebe” pula pela janela e dá a volta pela casa pra ver o que tá rolando. O lobão entra na casa pra pegar a galera e a Canarinho chama um monte de pássaros que começam a bicá-lo e o afugentam. Vemos ele sumir correndo bem rápido dali.

Baaad dog

O velho Smith diz que aquilo era uma fada caçadora e que podemos pegar o carro dele pra tentar fugir, e logo depois entra num armário e some. Achamos a caminhonete mas ela num pega, fuçamos e o motor tá todo zoado. Jack aparece e diz pra ir com ele, a Esquilinho fica puta e manda ele jurar e vai levar a gente em segurança pra Londres. Ele reluta mas jura. Logo aparece um cara com uma caminhonete, aparentemente um humano normal todo empolgado. Subimos na caminhonete e vamos rapidão.

A Canarinho nota que o Lobão tá nos rodeando e perseguindo, dá uma direção e eu meto bala. Ela diz que acertei e o bicho parou. Chegamos num trigal, mais trigos derrubados no chão parecendo formar um desenho. O humano saltita feliz pelo campo. Jack anda cabisbaixo e pensativo. Mando ele dizer o que tá pegando e ele fica todo confuso, aparentemente fez algo que não devia e fica perdido, cai de joelhos soluçando. Dou uma bicuda na cara dele perguntando o que ele aprontou. Ele diz que o humano ali camarada dele era cheio da grana e sustentava as operações dele, só que o cara queria ser como nós e pra isso ele teria que ser levado por uma fada, então ele armou tudo isso pra fada vir, ele só num sabia que a gente iria vir junto né, e agora tava todo mundo lascado.

Uma luz e ventos e sons crescem atrás de nós, uns olham e vêem algo bizarro (que eu não sei o que era por que não olhei) e todos saem correndo. Todos seguimos o “Calebe” que parece saber pra onde vai. Eu sigo por outro caminho (obrigado, falha crítica) e a Esquilinho me segue. Vamos correndo pelo trigal que fica cada vez mais denso e obscuro.

Bem, eu num vi o que tava perseguindo a gente, mas imagino que era algo assim.

O povo que foi pelo caminho certo chega até uma área aberta onde encontram os manos do jipe que atiravam na gente. Tomam um enquadro e são revistados. Um dos caras tem mãos de brasas e o outro é todo espinhoso. Eles explicam que são das cortes e vieram ajudar e que Jack é um terrorista safado. [todos em coro agora: "Eu sabiiia!"] O povo diz o que aconteceu e onde está o resto do grupo. Os caras partem pra caça junto com Devi e “Calebe” pelo trigal denso.

Correndo pelo trigal trombamos com nosso querido amigo Lobão que muito chateado rosna pra gente. Dou-lhe uma bicuda, ele devolve uma garrada, a Esquilinho sai correndo, eu dou mais um tapão e ele afasta. Quando vai me dilacerar ou alguém gritando pra abaixar, abaixo e o Lobão toma uma trabucada bem dada na fuça. Burning Jack ao resgate. Ele diz que jurou levar a gente em segurança então vai ter que levar. Os caras das cortes aparecem e já apontam as armas pro Jack, ele diz que tá na paz e num quer encrenca. Os caras aceitam, e nessa o espinhudo é decapitado pelo Lobão. Voltamos pra pancadaria, pego a .12 do espinhudo, o povo mete bala nele, por fim enfio a o trabuco na boca dele e atiro, voando teco de fadinha pra todo lado.

Jack diz que agora a gente tá seguro e que já pode ir, achamos a Esquilinho e o brasinha da corte nos leva pra londres até um buteco onde o Rei do Verão fica. No pub encontramos um bartender Homem de Lata, e num escritório o tal rei, um cara meio Buldog (que eu não lembro o nome). Ele explica as coisas pra gente, diz que data estamos, quarenta anos pra mim e dois dias pra Devi, por exemplo. Conta das cortes e dos respectivos reis. Diz que nesse primeiro momento ele vai ajudar a gente a se estabelecer na sociedade e depois a gente resolve o que fazer. Diz que a primeira breja é por conta dele.

Direto da TV Colosso.

Eu saio dali e vou andar pela cidade, umas coisas mudaram bastante depois de quarenta anos fora. A canarinho enche a cara e cai de porre. Devi a leva pro quarto e lá encontram um cara todo de branco que chama eles pra Corte do Inverno. Julie vai pra casa dela e vê ela mesma saindo da casa e saindo de carro. Ela vai até a porta e atente um cara surpreso em ver Julie perguntando se ela esqueceu algo, então aparece uma menininha e agarra  a perna dela a chamando de mamãe. Ela fica confusa e vai embora. Vai no seu antigo emprego e encontra seus antigos colegas que se surpreendem com a visita dela pois ela tinha saído dali pra ganhar muito mais num trampo decente. Ela volta pra casa e entra pelos fundos derrubando um vaso. Então sua cópia aparece e diz que sabe de tudo sobre ela e que não vai permitir que ela destrua sua família. Ela chama a polícia e Julie sai correndo. Devi liga pras trocentas pessoas com sobrenome Gupta até achar o número da sua casa, lá atente outro Devi. Esquilinho e “Calebe” são apresentados ao povo da corte do Outono. E vamos seguindo nossas vidas miseráveis.

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1º sessão da mesa de Lobisomem do Leo

06/11/2009

1º sessão da mesa de Lobisomem: O Apocalipse do Leo

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Ainda somos humaninhos bunda em São Paulo e que nem tiveram sua primeira transformação, somos todos alunos (ou quase) da USP. Eu estou com Antares, futuro Roedor de Ossos Philodox, maldito hippie sujo que perambula pelo campus e tem uma mancha de vitiligo em forma de estrela em volta dum olho, tipo o cara do Kiss. Temos Danizinho como Chicão, futuro Fianna Theurge, estudante de astronomia e nerd. E o Foice como Leo, bad boy motoqueiro estudante de mecânica.

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Antares

Começa comigo passeando pelo campus, trombo umas meninas e depois a galera nerd que inclui Chicão. Falamos abobrinhas, viajo na maionese com teorias malucas, dizem que vai passar um cometa a noite e que vão assistir, viajo dizendo pra nos comunicar com o cometa, mandar fumaça e brisas do naipe. Chicão estranhamente concorda com umas viagens sobre a conexão do homem com a natureza. Uma das minas fica toda perdida no papo zen.

Então chega Leo de motoca, manda eu parar de aloprar todo mundo e me chama pra fornecer erva pra ele, pego carona na moto e vamos passear. Um guardinha camarada para a gente por eu não estar de capacete, Leo fica conversando com o guarda enquanto eu vou embora brisando.

Depois Chicão e Leo descobrem que tá rolando mudança geral nos alojamentos e que os dois vão ficar no mesmo apê, junto com um povo. Colam lá e começam a ajeitar as coisas. Eu ouço falar da mudança no alto-falante, ajudo umas minas a carregar as coisas e fico fascinado por um colar que uma delas tem. Fico falando abobrinhas sobre colares e símbolos, a mina se estressa e sai fora. Volto a andar e vou parar no alojamento de Leo & Chicão, lá os dois discutem sobre quem vai ficar com o quarto que tem janela, até que uma mina se enfeza e diz que eles podem ficar com o dela que tem janela. Fico lá comendo os salgadinhos deles.

Depois da zona eu e Leo vamos pro refeitório descolar um rango. Lugar lotado, acho lugar rapidinho, colo nuns manés aleatórios e fico falando bobagens e enchendo o saco “hippie style” até eles saírem. Ouvimos sobre as festas que vão rolar no dia, sobre umas serem mais fodas que as outras, lanço a idéia de pularmos de festa em festa, de galera, e que vai ser a festa do cometa, vamos passar pelas festas todas aloprando e juntando gente. Logo a idéia tá correndo pelo campus.

Vou dar um rolê e dormir. Sonho com um indião posudo, uma ponte de luz da lua e algo em cima de algo (num lembro o que era). O indião me manda subir e arrumar o troço, eu subo pela luz e arrumo, olho pra baixo e vejo melecas negras envolvendo ele, tento ajudar mas acordo, já de noite, com barulho de festa. Lembro que Leo teve uns sonhos com homens peludos e Chicão também teve coisas assim, mas nem lembro. hehe.

Xavante_by_julioferreira

Será que sonhar com caras grandes, fortes e pelados significa algo???

Vamos pras festas. Numa delas rolando bate-cabeça, Chicão coitado resolve entrar, prestes a ser trucidado Leo chega e a roda abre devido a força do menino. Som rolando, a galera com frescura de ir pra cima, lá de trás eu cutuco um cara e incito ele a ir pra cima, logo outros se juntam ao coro e a onda quebra neles. É, sô ruim. hehe. Uns se arrependem depois dos tapões de Leo, mas continuam, Chicão toma umas mas aguenta, até evita que Leo caia numa hora. Quando a coisa aperta uma mina sem noção entra e tira o povo de cima dos dois, se junta a eles e encara a galera. Mó tensão no ar, eu dou um toque pro DJ colocar uma baladinha romântica pra zoar. Todo mundo relaxa, Leo até chama a mina pra dançar. Festejamos de boa.

Dado momento a mina (que acho que até tinha um nome) menciona que tem uma festa melhor pra gente e nos leva dali. Vamos entrando no  meio do mato, os caras desconfiados e eu já tirando a roupa. Num ponto ela manda esperarmos e vai sozinha, eu nem ligo e sigo pelo mato. Logo ela volta e continua levando os dois. Eu sou pego por um cara grande e peludo cheio de dentes e arrastado pra festa. Somos levados até uma clareira com fogueira e uns manés ao redor. Chega um cara todo pomposo e todos fazem uwolf01ma reverência. Questionamos o que tá pegando, ficam de mistérios e blablabla. Depois de conversas que num levam a nada entramos na onda e ficamos festejando, tomando as cachaças místicas e tudo mais. E paramos por aí.

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5º sessão do Live do Refúgio

22/10/2009

5º sessão do Live Action de Vampiro do Refúgio dos Ventos.

Essa reunião foi chamada pelo meu personagem, o malkaviano Adam Tulley, pra apresentar a sociedade da Camarilla o Círculo da Noite Azul, um grupo de estudos filosóficos para os vampiros da cidade. No círculo já estão Flora e Liana, primogênitas gangrel e malk. A reunião foi bem informal no elísio que meu personagem mantém, um café/lounge culto. Infelizmente faltou um bom pedaço dos jogadores.

A festa rolou sem incidentes, só conversas civilizadas, sem ataques sabá ou tentáculos, e até onde eu sei todos sobreviveram a noite.

Um visitante inusitado, porém, chamou bastante atenção. Um giovanni chamado Mario (NPC do Scooby) disse que veio conhecer a cidade e talvez negociar suas tralhas, artes, armas, drogas, dvds, de tudo. Ele me avisou que colaria na festa então sem grilos. Descolei uns livrinhos legais com ele. Uns itens incomuns que ele carregava também chamou atenção de alguns.

O Barão dos Anarquistas, MC L.I.(pj do Elzo) também apareceu. O cara aparece em mais elísios que os membros da Camarilla pô… Disse que veio avisar dum vampiro recém abraçado que apareceu no quintal dele e quis checar se era daqui. Num sei o que resolveram disso.

Uns corpos também apareceram em caçambas de lixo pelo bairro, uns caras foram investigar mas num sei que fim levou também.

Apresentei o Círculo pra galera, convidei o povo pra participar. O MC L.I. até trouxe um cd de forró pra tocar. Os tremere doaram uns livros legais pra biblioteca.

Noite tranquila, e isso é raro.
blue moon