Archive for Fevereiro, 2009

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4º sessão de D&D du mal do Seiya.

27/02/2009

4º sessão da mesa de D&D du mal do Seiya.

Nessa a Lara fez uma participação especial com uma NPC, num lembro o nome.

Depois de terminado o combate da última sessão, eu e Norian fomos aprender sobre magia das sombras com o dragão das sombras que nos acompanha. Nada como tirar um belo 20 pra aprender algo. hehe

Depois chegamos a cidade que queríamos, Sembia (ou algo assim). Havia vários estandartes de Cormyr por lá e muitos milicos também. Senti uma forte aura necromântica na região. Então o bardo-mala pergunta sobre um deus da morte, meus conhecimentos (mestre) me lembram duma coroa mágica de controlar mortos-vivos, e que os tinha uma galera procurando isso. Claro que num falo nada disso pro bardo-mala. hehe

Sempre tenha um no seu Kit do Aventureiro Feliz

Sempre tenha um no seu Kit do Aventureiro Feliz

Já na cidade, Eu e Norian vamos atrás do mercado negro pra reverter minhas pilhagens em grana. Nesse tempo ouvimos sobre embargos na cidade relacionados a coisas que gerem fogo. Horas depois trombamos um anão cafetão que nos diz sobre um cara firmeza pra fazermos negócios, e nosso dragão das sombras nos diz ser o filho dele, Nondor.

Na casinha de Nondor, um elfo negro, lugar cheio de torturices, conversamos com o cidadão, arrumamos a grana e até um lugar porreta pra hospedarmos na faixa. Marcamos dele me passar o resto da grana no dia seguinte. Ele também nos conta sobre um vampirão que mora por lá e seria o resónsável pelo tal embargo, e que ele tem uma filha (npc da lara) na família real. Vamos pra estalagem que ele nos indicou, super chique, Vessel of the gods, e que era da mãe do Nondor, então nosso dragão some pra ir falar com ela. Vemos nossos quartos e saímos pra passear.

Acheron, com seu elfo necromante de bolso, tromba uma mina que seria da igreja boazinhna de kelenvor, conversam e ele sai. Chega numa taverna com uma rosa na porta onde o bardo-mala aparece e arrasta ele pra dentro. Descobre que vai rolar um torneio de porradeiros pra se escolher generais pra comandar as tropas contra os mortos-vivos. O Bardo fica tentando inscrever Acheron mas ele sai fora. Altera sua aparência e volta pra taverna, o bardo explica toda a parada e Acheron se inscreve. Até assina um contrato onde ele libera o corpo dele pra usos posteriores. hehehe

Eu e norian trombamos o bardo, trocamos informações, ele conta que vai rolar um baile pra filha do vampiro e que poderíamos sequestrar a mina pra descolar algo. Rejeitamos a idéia. Queremos mais é nos aliar ao vampiro. hehehe Norian e o Bardo decidem ir ao baile pra descolar informação.

Norian e o bardo vão atrás de roupa e prática de dança…

Eu acho Acheron e proponho nos aliarmos ao vampiro. Ele topa. Falamos sobre as tramóias do tal torneio, que era um esquema do vampirão. Falo de feitiços que poderiam ajudar a ele não ser morto-vivado. Fico de marca uma hora com o vampirão.

Acheron vai até os seguidores de Bane e descobre que o vampirão era seguidor (ou aliado) de Bane, conta de mim pros caras que pedem pra me levar lá depois. Mandam Acheron ir no baile pra ficar de olho na filha do vampirão, e da pedrona preciosa que ela carregaria. Os manos de Bane descolam uma roupinha chique pro Acheron. HAHAHAHA Isso sim que é um deus malvado, fazer o seguidor usar uma roupa daquelas…

Trombo Acheron (com aquela roupa) que diz que vai no baile. Seu elfo de bolso também todo chique, mas arrasto o elfo pra investigarmos as paradas necromânticas na cidade. Todo resto do povo chique se junta e vão pro baile.

Faço uma estátuazinha do Acheron naquela roupa. hehehe

No quarto da “Lara” um batalhão de criadas tentam vestí-la, depois trazem uma jóia gigante que era duma rainha. Ela é levada pro baile pelo papai-vampiro, que entrega ela na mão do Acheron pra ele cuidar. (HAHAHA)

Vampirão e filhinha

Vampirão e filhinha

Dancinhas e bailices, a irmão de Acheron tenta faz uns ciuminhos com a Lara por causa do Acheron, mas a Lara escrotiza a mina. hehe

Lá fora, eu e o elfo trombamos mortos-vivos atacando o castelo em diversos pontos. Comando um pra tirar inforção. Descubro que tão tentando entrar pra pegar a Lara, e que tinha algo num dos jardins do castelo. Passo a info via magia pra Norian que passa pro povo.

No baile, contam pro vampirão o que tá pegando, então Acheron e o dragão (q tava com aparência de elfo negro) vão checar a segurança. Janelas se quebram e uns bichos sombrios aparecem, treta comendo solta, povo da festa tentando sair, Acheron tentando entrar. Dragão das sombras aparece e entra na treta também. Lara foge que nem loka. Alguém vai pra matar ela mas vampirão entra na frente e toma estaca no peito. PUFF vira pó. Até a Norian entra na treta. Depois o dragão passa no rasante e pega Norian e Lara e sai do castelo pela janela.

Nosso dragãozinho companheiro

Nosso dragãozinho companheiro

Lá fora, encontramos um maguinho que está controlando uns morto-vivos pra atacar o castelo. Vemos que ele está rodeado de mortos-vivos invisíveis. Primeiro jogo a magia Barreira de Lâminas ao redor dele, fatiando os mortos-vivos, o elfo faz uma paralisia básica. Então faço um sarcófago mágico em volta do maguinho, deixando só espaço pra respirar, pra interrogarmos depois. Mando o elfo ir explodir os outros que estão controlando o resto dos M-Vs.

Nisso o dragão das sombras aparece voando com as minas, e toma uma balestrada no ombro e começa a cair. Invoco um elemental do ar e as seguro, depois trago-as até mim. Então pego o sarcófago com o mago e mando o elemntal levantar a gente o máximo que der, tomando cuidado com os ataques, óbvio. Lá de cima vemos o monte de nego que tá atacando o castelo.

Acheron sai dando sopapos, encontramos os 3 safados que estão comandandos a maioria das tropas M-V. O dragão faz uma barreira de fogo e eu invoco um elemental de fogo pra socar os caras. Acheron chega na porrada. Os caras pedalam.

O elfo necromante toma montinhos dos M-Vs, então controlo eles pra fica ao redor dele protegendo-o.

Treta passada, voltamos pro castelo, estamos conversando quando uma espada entra nas costas da Lara, que pedala. Dissipo a magia de invisibilidade do anão que a empalou, então a irmã do Acheron enfia a faca no safado. Eu uso magia pra impedir viajem planar. Norian começa a torturar o cidadão.

Eu, Acheron e o Bardo-mala vamos até os aposentos do vampirão. Acheron começa a botar fogo em todos os livros e papéis. Diz ser por haver informações ali que não devem sair dali. Enquanto isso eu pilho, básico. Depois de tudo queimado, Acheron e o Bardo vão embora, então faço uma magia pra reparar os livros destruídos, consigo salvar só 12. Pena… Depois abro a parede oca que tinha achado e encontro o caixão do vampirão, junto com uma espada fodona e uns pergaminhos. Então derrubos as estantes, invoco um elementalzinho do fogo e ele queima tudo.

Na sessão de tortura o cidadão revela que queria na verdade me matar, e a mina tava na frente (que desculpinha hein-hahahaha). Revela que eu sou um clérigo de Beshaba e que pagam uma boa quantia por mim. Todos me olham com cifrões nos olhos mas tudo fica em paz. Só vou ter que dormir com um olho aberto a partir de agora.

Matam o cara. Trago de volta como morto-vivo e mando ele devolta pra quem o contratou, levando uma runa minha preu rastrear depois.

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1º sessão de Scion do Angelo

26/02/2009

“1º” sessão de Scion do Angelo

Não sei em que sessão está exatamente, já jogamos algumas vezes, deve ser algo como 4º ou 5º, de qualquer forma é a primeira a ser postada aqui.

Tô como Charles Unmundi, Filho de Xangô, príncipe de camarões feio pra diabo. A Graci tá de Izel, filha de tezcatlipoca e psicóloga. Lara tá de Yue filha de Amaterasu, japonesa porradeira. O Kauê tá como Johan  filho de Odin, boyzinho. O Seiya tá como filho de Hades, mas dormiu de novo e não jogou. Eeee seiya….

Tem outros PJs mas foram NPClizados temporariamente.

Somos filhos de deuses, descobrimos há pouco tempo, nos juntamos, fomos presos, fugimos, trombamos um Titã (que os deuses lutam contra), nos aliamos a esse titã que mandou a gente libertar ele no reino das sombras. Tá amrcado pra dali uns 2 dias. Tamo lascado.

Xangô - Papai porradeiro

Xangô - Papai porradeiro

Johan tava correndo no parque quando um tiozinho aparece querendo correr junto. Aposta corrida com Johan e dispara na frente. Johan fica impressionado. Os dois conversam e o tio revela ser Odin, pai de Johan (tã dãããããã!!!!) Diz pra achar o outros como ele (nós) e deixa uma das gralhas ali. Diz que estão na Zona Leste. Johan pega o carro e vai pra ZL.

Comecei chegando no terrero de Pai Eder, ia rolar uma baita festona pra Xangô mais anoite e fui ajudar nos preparativos. Lá me entrosei com o povo do terrero, e enquanto aprontávamos a festa Xango apareceu e ficou na miúda. Uma velhinha colou e disse que sabia que o puto tava lá, que uns podiam sentir. Xango me disse que viria pra festa e queria tudo bunito. Dei um discursinho pro povo ficar feliz e trabalhar direitinho. Então fui comprar umas coisas com um dos caras do terrero.

Izel está no plano maluco de Tezcatlipoca, aprendendo a sacrificar coisinhas (animais, criancinhas, coisinhas). O papai maluco dela ensina a ler tripas. Puxa um cara do nada e rasga o bucho do cabra. Perguta o que ela vê. No começo ela descreve as coisas medicalmente depois começa a ver coisas escritas nas tripas, o pâncreas (ou era o duodeno?) diz que mais filhos de deuses tinham aparecido e tavam na encrenca também. Fala também que seremos atacados. Depois o doido joga Izel devolta pro mundo normal.

Yue tem uma conversa com seu mestre. O véio traz um porretão e fica tacando pelo dojo arrebentando tudo. Vem com uns papos loko de que Yue é na verdade filha dele com a Deusa Amaterasu, diz que tem 200 anos e que tá morrendo. Mostra pra Yue coisinhas velhas e blablabla. Depois o véio passa um trampo pra ela, tirar um japonês da prisão (PJ do Danizinho).

Eu e o cara do terrero num carro, Johan vindo na direção oposta, então Izel aparece do nada no meio da rua. Batemos os carros. Começa a vazar algo de um dos carros e tudo explode. Podemos ver uma carinha rindo no fogo. O cara que foi comigo morre. Saímos correndo Izel e eu, Johan vem na bota, conversamos e descobrimos todos sermos filhos de deuses. Voltamos todos pro terrero de taxi. No caminho Izel liga pra Sven (PJ do Fay) e avisa da encrenca e pra ele e Jonh (Pj do Eros) colarem no terrero.

No terrero, explicamos a zona pra pai Eder, depois começamos a festinha. Johan tenta falar com Odin.

Então tudo fica paralisado menos nós, tudo fica mais escuro, uma presença maligna nos cerca. Uma voz cavernosa começa a falar. Algo sobre o seu filho que deve ser encontrado. Não fazemos idéia de quem seria (pj do puto dorminhoco do Seiya…) Depois o cabra aparece. Armadura, espinhos, atitude. Começa a nos questionar sobre nossa viajem pro mundo das sombras pra libertar um Titã. Peitamos o cidadão e ele vai embora.

Rola a festinha pra Xangô mas num pega nada.

Na prisão Yue está nos dutos de ventilação olhando as celas, lá estão os outros Pjs. Uma sombra conversa com eles (nosso amigo titã que gosta de ficar nas sombras dos outros, mas a yue num sabe). Então Sven e John somem na sombra.

Yue volta pelo banheiro e vê a sombra tocando o puteiro na delegacia, então ela aproveita a distração vai até as celas liberar o japa. Na cabine de controle, quando vai abrir as celas toma um chocão por trás. Cai e ouve a voz do advogado (um dos vilôes) trazendo várias provas incriminadoras contra ela e zoando ela. Deixam lá ela estribuchando e vão embora.

Ela levanta e abre a cela do japa, só que o puto não quer sair, pois isso liberaria o irmão dele. Ela resolve partir pra porrada e desacordar ele, e diz que o irmão dele já tá morto mesmo. Desacorda o japa e joga ele no porta-malas.

Na rua o Japa acorda e começa a socar o porta-malas. Yue vai até lá dar um sossega leão, mas a porta voa e o japa puxa ela pra dentro. Os dois começam a se porradear. Tapa vai, tapa vem, a puliça aparece, junto com o advogado. Dá uns pipocos nela e ela arrebenta o japa, que acaba pedalando.

Nós, saindo da festinha, Johan tem uns tremiliques e começa a ter visões, vê a japa socando o japa dentro do porta-malas. Quando volta a si vemos uma gralha pousando ali próximo. Mais um tremilique e mais visões de porta-malas.

Hora de usar poder novinho em folha. Ninguém na rua, subo voando e procuro pelo carro na região. Izel e Johan me seguem de taxi. Vejo a perseguição e sigo. No carro da puliça vejo o advogado safado que zuou muito a gente até agora. Espero chegar numa rua mais deserta, desco rapidão até a janela do motorista e viro o volante com tudo jogando o carro na parede. Enquanto eles brigam com o airbag, pego um paralelepípedo (ou pedrona) e desço na jaca do advogado (foi bem realizador…) Nessa chega o taxi com os trutas. O tiozinho taxista desce com o .38 na mão tremelente e aponta. Tento dialogar mas o safado dispara, mas acerta o pneu. Aproveito pra arrebentar a jaca do carona também. E nisso o taxista começa a ter um enfarto (não, desgraça pouca é bobagem) Deixo Izel e Johan cuidando do cara e saio voando de novo atrás do outro carro.

Yue chega em casa e vai estacionando. Eu colo no alto dum prédio e fico observando. Uma gralha cola do meu lado.

Izel me liga e digo onde a japa chegou. Olhando pela janela uso um poder e verifico se a japa é culpada mesmo de matar o japa truta nosso. Vejo que é culapda. Izel e Johan chegam. Nos juntamos, discutimos e decidimos entrar e julgar a moça.

Lá dentro Yue e sua mãe trocam ideía. A campanhia toca, dizemos que viemos ver o que tava pegando e ela deixa a gente entrar.

Yue assume a culpe por ter matado o Japa. Nisso a mãe-deusa dela cola lá e fica enchendo que quem vai punir Yue é ela e que a gente num tem o direito de punir. Falamos que já que ela matou o japa e é filha de um deus também vai ter que assumir o lugar dele na missão até o reino das sombras. Yue topa. Vamos embora.

Mamãe de Yue enterra o corpo do japa no jardim. Depois o bicho levanta e sai andando. Fala bobagens na voz do advogado. Yue fatia o corpo e enterra de vez o cramunhão.

Passamos na casa de Johan, ele pega umas coisas e vamos pra casa de Izel. Lá, Johan meio perdido por não conseguir falar com Odin, resolve imitar o papai e sacrifica um olho, deixando que uma das gralhas o arranque. Nisso o mano começa a ter visões de Asgard e parradaria. Depois volta e começa a jorrar sangue. (hehehe Bem loko) Eu e Izel levamos o muleke pro hospital. Mas antes consertamos o fio do motor que foi roído por ratos (eee zica).

Agora falta o papagaio, a perna de pau e o gancho na mão.

Agora falta o papagaio, a perna de pau e o gancho na mão.

No hospital, consertam Johan, põe a rolha no buraco do olho e deixa ele lá de molho.

No mocó de Izel chamamos nosso titãs de bolso e informamos da zica toda. Dizemos do outro filho que tá sumido e dos outros. Diz que vai achar um, e que outro já pedalou também (Sven) e que outro (John) foi deportado.

É, tamo lascado…

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3º sessão de Exalted do Seiya

25/02/2009

3º mesa de Exalted do Seiya

Nessa o Kauê entrou de DragonBlooded Madeira, uma mina metida e mimada da realeza. O Angelo entrou como Sideral. Num lembro os nomes.

A Dragonblooded e o Sideral se trombaram, ficaram viajando juntos e aprontando até encontrar o resto do grupo. Num prestei muita atenção nos turnos deles. Ou os nomes. hehehe

Enquanto isso, Eu, SDS e Kalini aportamos. Saímos do navio, nos despedimos do povo e partimos em busca do Olho de Autocton.

Usei a magia que aprendi na ultima sessão, Carroagem de Fogo (ou algo assim). Fiz aparecer um trenózão com megacachorrões pra puxar. Kalini entupiu o “porta-malas” de comida e zarpamos. O trenó é beeeeem rápido, só borrões pelo caminho por 12 horas.

Paramos quando anoitecia. Montamos acampamento. Comecei a fazer um ritual de harmonização com o local. Na forma de Mamutão hibrido peguei um pouco do monte de comida que Kalini trouxe e comecei a comungar com a floresta esperando que um animal respondesse o chamado. Uma raposa apareceu pra se juntar ao ritual. Se alimentou da oferenda de comida, e pra finalizar eu engoli a raposa. Hahaha Kalini surtou loucamente quando viu eu abocanhar a pobre e bunitinha raposa pra comer o coração dela. Muito engraçado. hehehe

De mamute a raposinha fofinha em uma bocada

De mamute a raposinha fofinha em uma bocada

Separamos os turnos de vigia, eu primeiro. Assumi a forma de raposa e fiquei vigiando. Notei uma presença ao longe. Fique de “olho” e depois de um tempo a presença se aproximou. Então um animalzinho apareceu dizendo que o senhor dela queria falar comigo. Fui e era um ursão. Trocamos idéias diplomáticas, ele disse que podíamos ficar por lá desde que não zoassemos a floresta e que deveríamos tomar cuidado com locais onde uma tal marca aparecesse. Voltei e fui dormir.

As minas acordam curiosas por não terem sido acordadas pra assumirem seus turnos. “Alguém explicou pra raposa que tinha que acordar a gente na hora do nosso turno?” hahaha Enquanto isso a raposa dormia tolda esparramada. Kalini aprontou a bóia e depois de rangarmos partimos.
Porém, como o feitiçõ tinha que ser feito com a lua ainda no céu perdemos a janela e tivemos que andar a pé mesmo. Chegamos num riacho e notamos a marca do outro lado. Resolvemos seguir o riacho pra não entrarmos na área marcada, não queríamos encrenca. Chegamos num laguinho. Deixei as minas tomando banho (nham) e fui ver a queda d´água.

Lá encontrei muitos espiritinhos felizes e uma sereia (ou parecia uma). Ficamos conversando, ela me contou sobre um artefato que limpava as pessoas de influência de Wyld e também sobre um Lunar fodão e antipático que manjava de andar pela Wyld que morava ali longe que ralava com a bombisse da Lilith, a mina que me treinou no começo, que era fodona. Contei pra ela as histórias da Lilith, então ela ficou feliz e me harmonizou com o local (não, não comi o coração dela) e ganhei o local como Manse/Demesne (lugar pra puxar essência). Voltei, fizemos acampamento e ao amanhecer acionamos novamente a carroagem e vruuum.

Isso aí com um rabão de peixe.

Isso aí com um rabão de peixe.

Chegamos na borda do deserto. Chamei um espírito e ele me disse sobre um lagartão afetado que tava zoando a região comendo espíritos. usamos nossos poderzinhos pra rastrear essências parecidas com a do D.o.l. Achamos uma caverna.

Na caverna, tudo escuro, liguei minha lanterninha na testa. Chegamos num lago de 10m com uma estalagmite e uma estalagtite no certo. O lago era feito de um líquido preto que parecia óleo, sangue de Autoctonian, segundo a Kalini. Do outro lado do lago havia dois caminhos, um frio e um mais quentinho. No alto vimos que em cima do lago o teto era de metal. Pra ver melhor, pulei. Achei um caminho pra cima, fui seguindo e vi que era uma caixa de metal gigante que tava vazando.

Lá embaixo, os fantasminhas de SDS checaram a profundidade do lago, uns 4m, e viram que o fundo tinha formado côncavo (ou seria convexo? – sei lá…) Kalini lembrou do laboratório de D.o.l que era frio e entrava-se pela água, então decidiu ir pro caminho frio.

Lá em cima resolvi abrir a caixa na porrada. Vários murrões depois fiz um rombo que jorrou o líquido negro. Ni meio havia uma pedrinha brilhante, tentei pegar mas tava presa, tentei arrancar mas nisso um dos fantasminhas de SDS veio me chamar pra arremessar o povo pelo lago.

Desci e arremessei as minas pra outra margem. Kalini caiu de boa, já SDS deu uma trombada na parede. Depois pulei até elas e seguimos pelo túnel frio.

Chegamos num ponto onde o caminho era interrompido por um buraco fundão. Lá no alto um pontinho brilhante. Escalei e cheguei numa alavanca. Acionei e um vento forte começou a jorrar lá debaixo. Desci de volta. Deduzimos ser uma espécie de elevador. Como as minas eram muito leves, peguei as duas e descemos.

Lá embaixo trombamos o Sideral e a DragonBlooded, que foram parar lá sabe-lá-narrador como. Só a SDS conseguia ver o Sideral. Algo a ver com os dois não estarem no destino, sei lá. Um espírito começou a aparecer todo brilhoso, tipo Cocoon. Falou abobrinhas sobre salvar o mundo e sobre um grande perigo que assolava a região, entregou uma pedrinha pro sideral. Quando o espirito sumiu tudo começou a tremer. CORRE, NEGADA!

Contatos exaltados de 3º grau

Contatos exaltados de 3º grau

Íamos voltar pelo caminho feito pelo sideral e a DB, mas parece que eles vieram por um buraco gigante que num ia dar pra escalar, então voltamos pelo nosso mesmo, que tinha elevador.

No elevador, subi primeiro e fui pegando o povo que pra não subirem demais. Chegamos no lagão e tava vazio. Pulei e fiz escadinha pro povo subir no outro lado, enquanto o Sideral puxava. Quando saímos tudo desabou.

Apresentações depois, decidimos ficar juntos pra salvar o universo. Decidimos ir pruma cidade legal, então o povo esperaria lá enquanto eu  ia falar com o Lunar fodão que manjava sobre a Wyld, pra poder pegar o artefado que limpava zicas de wyld pra poder cacetar o lagartão, que deduzimos ser o mal emergencial. O sideral checou as estrelas com seus brinquedinhos e montamos acampamento pra esperar o momento pra ativar a carroagem de novo.

Ainda num pisei em ninguém com meu EVA. Mas esse lagartão promete. hehehe

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5º sessão da minha de CdZ

23/02/2009

5º sessão da minha mesa de Cavaleiros do Zodíaco

Nessa o Angelo (Derek de Hidra) e Jackson (Aspirante Folk) faltaram (cadê meus instrumentos de vudu?)

Estavam os cavaleiros lutando contra o Negão (Ex-Dragão).

Ken se recuperava do rombo feito em suas costas. Deek,Nalbert e Nick colocam suas armaduras. Folk treme no chão longe por seu corpo estar quase em colapso. E o Negão ria e zombava deles. Suas tribais por todo o torso mexiam-se como a névoa negra que havia expirado. A mulher, a Dama das Brumas, continuava impassível ao longe. E a armadura de Girafa caminhava sozinho novamente pronta pra pancadaria.

Nick está protegendo Ken que se recupera. Então o Negão resolve atacar. Vai correndo pra acertar Nick. Pula pra atacar Nick mas Ken consegue puxá-lo tirando-o da direção do ataque. Nick aproveita e passa as garras no caboclo. As garras rasgam o Negão. Todos vêem a maldita névoa negra se esvaindo pelos ferimentos e sumindo no ar. Porém o Negão não parece abalado, age como se nem tivesse sentido o golpe.

Quando o Negão aterrisa depois de seu golpe seu corpo se mexe de forma estranha, fluida, elástica, como se não tive um esqueleto. Seus membros se esticam, deixando seu corpo totalmente desproporcional (tipo sr. Fantástico mesmo).

Nalbert começa a ativar novamente o selo místico que travou o Dragão da outra vez. Ele se esforça mas sente que está muito difícil completar o selo. Suas energias fluem muito lentamente, sentia que carregava um grande peso, que algo travava seus movimentos.

Ken já fora de perigo se afasta e analisa o inimigo, procurando seus pontos cósmicos e fraquezas. Entende que aquele cara não possuía pontos cósmicos, era um ser cujas partes do corpo eram igualmente conectadas, uma massa homogênea que tomou forma, como névoa solidificada. Uma criatura mágica. Nota também que uma força o ligava até a Dama das Brumas, como se viesse dela uma influência estranha ao inimigo. Ken faz um sinal para Derek dizendo que devem derrotar a garota. Ele concorda e se move procurando a posição ideal para atacá-la, mas fingindo ainda estar priorizando o Negão, para que tentasse um ataque surpresa.

Nalbert se esforça muito e termina o selo. Porém apenas um braço e um pedaço do torso do Negão são afetados. A escrita luminosa trava as partes afetadas para que não alterem-se mais, mantendo-as estáveis.

Nick parte para o ataque, tenta quebrar o braço que afetado pelo selo. Acerta, mas o braço entorta como plástico. O Negão gira sua cintura rapidamente virando uma mega cotovelada na zoreia de Nick, que é afastado.

Então Derek de Hidra dispara seu golpe, Dragon´s Infinity, em direção a Dama das Brumas. Ken segue na bota do golpe se ocultando para tentar um ataque surpresa. Porém, conforme o “dragão de água” do golpe se aproxima ele vai perdendo velocidade. Ken sai de trás e ataca a garota, mas seu golpe não chega até ela, como se ela se o espaço entre eles fosse esticando. Ken vendo que não a alcançaria tenta disparar seu golpe a distância mesmo. Mas também é dissipado antes de atingi-la.

Ken percebe que ao redor da Dama das Brumas há uma energia ativa, uma energia similar aquela que a conectava ao dragão.

Nalbert tira sua armadura tentando se livrar um pouco do peso que lhe segurava. Sente-se um pouco mais leve, mas ainda bem travado. O Negão parte para o ataque a Nalbert, aquele que conseguia afetá-lo. Nalbert, sem armadura, tenta proteger-se com seu golpe Vento Protetor, porém ainda não consegue fazer a energia fluir rápido o suficiente para defender-se a tempo e toma a cachopada do Negão na fuça.

Nick corre para ajudar Nalbert. Corre na direção do Negão, com a intenção de atravessá-lo. Consegue atravesssar o cabra e pega Nalbert e começa a correr com ele dali. O Negão ri da ingenuidade de Nick e ataca-o por trás, capotando ele.

Ken faz outro sinal para Derek, para que ele atacasse a Dama das Brumas por baixo da terra, porém Derek não entende e pula na direção dela. Conforme ele se aproxima vai diminuindo de velocidade no ar até que fica paralisado poucos metros da garota. Ken, pra testar uma teoria, atira uma pedrinha na área ao redor da Dama mas sem a intenção de acertá-la, a pedrinha passa impune centímetros da Dama das Brumas. ken deduz que ataques não direcionados a ela não são afetados. Procura pela Armadura de Girafa.

No campo de batalha a armadura de Girafa faz o movimento de convocação de animais que fez anteriormente. Ken faz sinal para ela, faz o primeiro movimento do golpe Estouro de Manada. A armadura começa a fazer o golpe, cosmo começa a ser acumulado pela armadura.

Nalbert, vendo que o muleke Nick, um cavaleiro de Bronze em primeira missão, se sacrificou para protegê-lo, fica na fúria. Muitos flashbacks e emices, Nalbert lembra de tudo que levou até aquela situação, e entende que era obrigação dele derrotar aquele inimigo. Ambos discutem. Nalbert de Coruja começa a concentrar seu cosmo. O Negão corre para atacá-lo novamente.

Então a armadura de Girafa completa seu golpe. O Negão corre pra atacar Nalbert que não consegue acumular a energia pra ativar seu golpe. Então Haruk de Girafa, através de sua armadura, disfere seu golpe Estouro de Manada no cabra, batendo os braços com força enquanto muitos outros cavaleiros de Girafa aparecem atrás dele fazendo o mesmo, disparando uma rajada gigante de vento, dispersando o Negão em névoa um micro momento antes dele acertar Nalbert, que aproveita o milisegundo dado por Haruk para terminar seu golpe, a Ferida do Vento. Todo aquele vento gerado pelo Girafa é transformado em lâminas mágicas que dilaceram imediatamente a névoa negra, que cai aos pedacinhos como carne queimada. Uma voz pífia é ouvida no ambiente, dizendo que a Bruma Sombria era a mais forte das Brumas desvanece.

A armadura de Girafa cai pelo chão. Nick também pedalado, e Derek paralisado. Nalbert ainda permanecia consciente, e percebe que está vestindo sua armadura, por isso não caíra.

Sabia que o único que tinha um golpe que afetasse a area era Haruk de Girafa, mas esse gastara toda sua energia naquele último golpe. Pensa que se pelo menos seu truta Mani de Corvo estivesse lá ele poderia ajudar pois tinha um golpe de área. Então lembra que Folk, discípulo de Mani está lá, sofrendo no chão com o cosmo recém arregaçado.

Ken corre até Folk e tenta ajudá-lo a se concentrar, usa sua técnica de pontos cósmicos para se harmonizar com Folk que urra de dor, dizendo sentir seu corpo todo queimar. Ken guia o garoto para que ele se controlasse e o ajudasse na batalha.

Do alto do morro, a Dama das Brumas começa a caminhar em diração a batalha. Ela encara Nalbert com olhos vidrados. Se aproxima dele, que já entra em posição de combate. Nick acorda e fica trás de Nalbert. Derek é solto do efeito paralisador e arrebenta o morro onde a Dama estava. Ela continua e toca em sua mão. Ele tenta se afastar mas sente que está paralisado. A Dama olha pra ele com interesse e um certo fascínio. Diz que sente nele as brumas e que ele deve se juntar a ela na conquista do mundo tornando o Mestre das Brumas ao seu lado. Nalbert lembra daquela que ele ama e recusa a Dama das Brumas que enche seu olhar de fúria.

Ken sente uma presença ali com ele e Folk, estranha no começo mas então reconhece como sendo Mani, ajudando Folk a distância. Ken nota que o ambiente começa a ficar mais frio, que o calor está sendo absorvido por Folk. Analisa o cosmo de Folk e reconhece o tipo, um cosmo de Fogo, mas não consegue mais detalhes. Da mesma forma que os golpes de Mani, Ken percebe que Folk está controlando a energia e procura um meio de expeli-la. Direciona o rapaz até a Dama das Brumas e deixa que ele libere toda energia na safada. Folk concentra toda a energia do calor absorvido na sua frente. Ken ouve baixinho o novato falar: RELEASE LÄMMÖN (finlandês pra Libertação de Calor). Folk joga uma perna pra frente enquanto estica seus braços para trás, ken reconhece a mesma pose do golpe Thunderclap de Mani, e então Folk desfere o golpe na energia acumulada disparando-a na direção da Dama das Brumas e de toda galera que tava perto.

Todos vêem o golpe se aproximando. Nalbert ainda está paralisado. Nick não consegue sair a tempo mas é puxado por Derek. O golpe vai cheio até a área onde a Dama e Nalbert estavam, mas parecia que o golpe havia sido desviado ao redor deles, passando por eles sem o menor risco.

Folk cai exausto e tranquilo.

A Dama das Brumas jura destruir Nalbert e todos aqueles que o cercam. Nalbert fica putão e resolve atacar. Concentra seu cosmo e forma um túnel de vento ao redor dele e dela. Agarra nela e sobe aos céus, sua velocidade aumenta exponencialmente. Lá embaixo os cavaleiros observam os dois subirem, Ken grita por Nalbert, e os dois somem nos céu.

Todos acordam absurdamente doloridos, com ventinho na cara e movimento. Notam que estão sendo carregados por aspirantes. Todos estão lá, Derek, Folk, Nalbert, Ken e Nick. Na frente um aspirante carrega a caixa da armadura de Girafa nas costas. No céu a Lua está no topo. Um dia inteiro havia se passado. Aqueles aspirantes que acompanharam Folk não estavam lá. Ninguém conseguia se lembrar do que acontecera, como foram parar ali. Ao longe notam o Santuário. Ao chegar conseguem juntar forças o suficiente pra não serem mais carregados pelos aspiras.

Um outro aspira genérico diz que mestre Miguel os aguarda. Todos vão pra lá, menos Folk que é levado pra outro canto. Na sala, Miguel está com o braço machucado enfaichado a aparentemente melhorando. Os cavaleiros dão um resumo do que aconteceu e pedem pra falar direto com a Mestra. No mesmo momento Miguel recebe uma mensagem em seu cosmo da Mestra. Ela pede para ver os cinco cavaleiros que estão ali. Todos se olham e vêem apenas 4. Nick diz que deve ser o cavaleiro de Girafa que ainda está entre eles. Todos vâo para a sala da mestra levrando a armadura.

No caminho Ken nota Mani e Hugh de Hércules ao longe os observando. Ken faz um sinal para Mani mas não tem resposta.

Na presença da Mestra ela pergunta o que rolou e os manos contam tudo. Antes que a Mestra se pronunciasse a caisa da armadura de Girafa abre repentinamente e a armadura montada em forma da estátua fica ali na frente. Todos sentem a presença de Haruk muito forte ali. Surpresa a Mestra vai falar de novo quando todos sentem a Presença de Haruk indo rapidamente na direção da Mestra. Ela desvia facilmente e atrás dela a porta é escancarada pra dentro. A presença de Haruk se aprofunda na sala. Todos correm seguindo-a.

Uma luz branca forte explode passando por todos. Um objeto brilhante vem flutuando até eles. A luz se estingue e o objeto pousa. É uma armadura. Estranha. Logo acima dela o teto explode para cima e a luz da lua cheia banha a armadura. Era branca, opaca, num tom perolado, não parecia ser de bronza, prata ou ouro. Ela paracia um centauro, corpo de cavalo empinando com um torso de cavaleiro em cima e uma lança estocando algo embaixo. Um pano vermelho recaía sobre ela.

Uma voz conhecida se aproximava, mestre Miguel. Ele recitava um poema:

Quando vou dormir a noite
Catorze anjos me protegem
Dois minha cabeça estão guardando
Dois meus pés estão guiando
Dois sobre minha mão direita
Dois sobre minha mão esquerda
Dois me cobrem com carinho
Dois pairam sobre mim
Dois para quem foram dadas
A missão de guiar-me aos céus

Ele ajoelha, segurando uma medalhina, diz sobre suas preces terem sido atendidas e que o cavaleiro do senhor veio lhes ajudar, seu protetor São Jorge.

Todos percebem que a essência de Haruk havia se fundido com a armadura que a Mestra tentava contruir há tempos.

Sabia que São Jorge é o Padroeiro dos Jogadores de RPG?

Sabia que São Jorge é o Padroeiro dos Jogadores de RPG?

A Mestra libera o povo pra descansar.

Ken antes de voltar pra sua casa passa no cafofo do Mani pra se desculpar pelo que fez com Folk. Ken bate na porta e é atendido por uma menina discípula de Mani. A garota olha com cara de “fudeu”, cumprimenta e saome dali. Ken entra na casa chamando por Mani. Ele está sentado na cama fazendo ceninha. (hehehe)

Ken pede desculpas e blablabla mas Mani não responde. Ken se aproxima e vê o rosto deformado de Mani. Seus olhos estão vermelhos como se tivesse chorado muito. Ken fica surpreso, afinal Mani era quase uma rocha e o que Ken fizera não seria o suficiente pra fazer aquele tanque chorar. Fica enchendo o Mani pra ele falar mas o Mani sai pra treinar e deixa o Ken de lado. Decide ir pra casa, assim como todos os outros.

Poooorém nenhum deles lembra onde fica sua própria casa!!!! (há!) Não lembram do caminho, da visinhança, do interior da casa. Ficam perdidos pelo Santuário até que são, depois de muito bater cabeça, levados de volta a suas casas, e estranham totalmente o local.

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2º sessão da minha 2ºmesa de M&M

17/02/2009

2º sessão da minha 2ºmesa de Mutantes & Malfeitores

Nessa o Álvaro num veio. Sem pipoquices hoje. E o Tib entrou na mesa.

Começamos com nossos heróis partindo para o interior da Terra com seu mais novo veículo (Pedalinho, para os íntimos). Próximos as fossas Mariana, já no fundo do oceano, os sensores começam a apitar indicando problemas internos. Quando checam os heróis descobrem que vários seistemas tão bichados e se continuar assim o veículo pode ser destruído. Jason e Jericó correm até os motores e vêem o infernos, tudo quebrado, derretendo, vazando, chiando. Fazem os reparos de emergência, muita radiação vazada.

Jason transforma seu braço num conversor energético que absorve a radiação no ar e transforma em música de elevador. Jericó descobre peças estranhas que aparentemente estavam interferindo no funcionamento do Pedalinho.

Na cabine, Lucky Strike (modo NPC) fica olhando os peixinhos pela janela. Gallian, o caveirão, totalmente perdido naquele mundo de tecnologia, vê um homem velho bizonho aparecer nas telas próximas. Se revela ser ums dos irmãos Pingertons, arquiinimigos de Jason. Ele se vangloria de ter destruído a operação dos heróis e que as Indústrias Pingertons sairá triunfante dessa crise alienígena. A mensagem fica em looping enquanto Gallian cutuca a tela.

Nos motores, Jason identifica as peças como sendo tecnologia Pingerton. ele e Jericó voltam pra cabine. Gallian lhe mostra a mensagem do véio Pingerton. Gallian e Jericó se teleportam para a plataforma de construção do Pedalinho pra arranjar peças pra consertar o próprio. Enquanto isso Jason capta nos sensores vários submarinos os perseguindo.

Quando Gallian e Jericó voltam com as peças Jason capta uma das naves alienígenas se aproximando. Jason liga o escudo do Pedalinho, Jericó vai consertar os estragos. A nave alienígena gruda no casco mesmo com o escudo. Gallian então teleporta pra fora junto a nave. Encosta na bicha e com um esforço tremendo a teleporta pra bem longe. Então volta exausto.

Enquanto isso, em Mônaco, as autoridades convocam em caráter extraordinário o grande herói do país, Tákion (pj do Tib, velocista). Eles lhe explicam a zona toda e informa do grupo de “heróis” que tá indo consertar tudo. Pede para que ele se junte aos malucos pra se assegurar o futuro do planeta. Takion parte pro encontro dos pulhas e chega rapidão (malditos velocistas roubados). Se comunica com o resto do grupo, blablabla, Takion atravessa a água intangível e entra no Pedalinho. O grupo faz o briefing da zorra toda.

O Pedalinho volta a ativa e prossegue Terra adentro.

Cava, cava, cava, Jericó vira uma mega broca pra melhorar o desempenho do Pedalinho.  Jason fica coletando minérios raros e novos pelo caminho para estudo posterior, atrasando um tantinho a viajem.

Lucky Strike fica observando as minhocas e topeiras pela janela.

Horas depois, os sensores indicam um objeto estranho num ponto fora da rota. Descobrem ser uma nave alienígena (outra raça, não a dos atuais invasores) enterrada. Muita discussão depois resolvem desviar da rota e checar qual era a pegada.

Já grudados na tal nave, os sensores não conseguiam captar nada de útil dentro dela.

Jericó vira um mega cabo e se conecta com a nave, e Jason começa a puxar os dados através de Jericó, reconhecendo como uma nave dos alienígenas que contruíram seu braço bizarro. Acabam acionando o sistema defensivo mas Jason consegue desativá-lo antes que exploda alguém. Porém não consegue ativar as portas da nave. Takion fica intangível e entra na nave, vê o espaço dentro, volta e descreve pra Gallian, que teleporta o povo pra dentro.

Fuçam a nave toda.

Descobrem quem a nave está presa lá há mais de um milhão de anos, que foi pega acidentalmente quando passeava pelo espaço, e que a raça dos etês invasores não gostam da raça dessa nave.

Consegue ligar a nave e decidem usá-la pra chegar mais rápido até seu destino. Puxam o Pedalinho pra dentro e seguem viajem.

Depois de um tempo captam atividades dos etês invasores, hackeando as transmissões descobrem quem a nave que estão foi detectada por eles e que ela ativada e se aproximando do trocinho deles no centro da Terra pode afetar o bom funcionamento de tudo então vão explodi-la pra não correr esse risco. O grupo se vira nos trinta tentando camuflar a nave, captam que tem um canhão se formando no espaço pronto pra atirar neles. Então Gallian se teleporta pro espaço, ou melhor o Firmamento, e com sua telecinese bota o canhãozão pra girar descontroladamente. Uuuu… Aproveitando que
tava no espaço, com um porrilhão de naves etÊs por ali, Gallian lembra das informações sobre a raça alienígena passada por Jericó e Jason, que os etês tinham uma comunicação tipo colméia, que a naves deles eram vivas, então tentou confundí-las. Foi até uma nave e usou seu feitiço de confusão na bicha. Algo aconteceu, ela mudou seu comportamento, afetando as naves próximas. Gallian não conseguiria se teleportar de volta, afinal a nave com o grupo continuara a se mover, fazendo-o perder o ponto de retorno. Na nave, o grupo consegue ativar o sistema de teleporte e puxa Gallian de volta pra dentro.

Gallian relata pro grupo o que aconteceu e decidem tentar afetar a nave principal. O problema é qual diabos seria a nave principal. Decidem pedir pra Lucky Strike chutar qual seria, afinal sua sorte era famosa. [nada como o bom e velho raciocínio lógico e dedutivo…] Lucky olha no esquema das naves e chuta uma lá. Diz pra atacar dali uns 20 minutos.

Os sensores captam uma grande barreira energética distante no caminho. Ela impede os sensores da se aprofundarem até seu objetivo. Ficam analisando a barreira e resolvem mandar uma sonda até lá. A sonda chega, fuça, fuça, não consegue atravessar e passa o retorno. Energia não identificada, mas consegue estipular uma espessura. Infelismente esqueceram do plano da nave etê.

Captam então uma navezinha etê sumindo do espaço e depois de um tempo ela cola na bota da nave deles. Tentam desviar mas a nave continua os perseguindo. Tentam afastá-la mas também não conseguem. Resolvem então voltar ao plano da nave principal. Porém a estrutuda mutante dos etês indicava que a nave de antes não era mais a principal.
Lucky Strike teria que chutar de novo. Ele chuta e o grupo se prepara pro ataque enquanto se aproximam da tal barreira energética.

Os sensores captam um bolsão na terra na rota original do Pedalinho. Podem detectar formações artificiais como construções de uma civilização. Ela pára na borda da tal barreira.

Agora o foda é que duas únicas malditas jogadas pro personagem com “controle de sorte” e dois malditos sucessos críticos. Assustador.

O lado bom é que se morrerem nem precisa enterrar.

Conseguirão nossos heróis derrotar a esquadra alienígena?
Conseguirão ultrapassar a barreira estranha?
O que haverá além?
E o que diabos tem dentro do planeta?

Até a próxima ssessão…

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4º sessão da minha de CdZ

17/02/2009

4º mesa minha de Cavaleiros do Zodíaco

Nessa sessão o Rubinho faltou, então o Tigas levou Nalbert já que ele tava de bobeira por lá.

Começamos com Folk e sua missão de levar a caixa da armadura de Girafa até os cavaleiros.

Ele encara a criatura feita de folhas e galhos que tem a feição exata do cara que matou sua família. Ele fica na fúria, lembra de tudo que o safado fez e tenta acertá-lo. Pula os cipós que tentava pegá-lo e acerta o bicho. Porém ele nota que o acertou aprtes moles e que não afetou em nada a criatura. O bicho devolve o murro, mas Folk esquiva. Então um corvo pousa num galho próximo, ignorando a luta, e limpa suas penas. Folk fica intrigado pensando ser alguma interferência de seu mestre Mani. Parte novamente para o ataque, dessa vez usando todas suas lembranças como motivação, e antes de acertar o bicho nota que ele não tem mais a feição do homem que assombrava os pesadelos de Folk. Ele hesita e o bicho devolve o murro, ferindo Folk e novamente tomando a feição do homem. O corvo grasna, voa até o chão cutucando atrás de minhoca. Folk questiona suas ações, se pergunta se aquilo tudo era real. A criatura vem novamente até ele, Folk esquiva e nota novamente a mudança da feição do bicho. Então sente que aquilo não é a criatura real, há algo ao seu redor, aquele homem não está lá, ele está enfrentando suas próprias dúvidas e lembranças, percebe como está preso a elas e que tem de deixá-las em paz e prosseguir. O corvo revoa ao redor de Folk, outros corvos chegam e pousam nos galhos. O bicho disforme ataca novamente, então Folk fica em paz com suas memórias e percebe que ali só havia mato retorcido, nenhuma criatura. Um de seus companheiros o chacoalha perguntando por que havia parado. Folk vê o resto da comitiva se afastando. Dá adeus a seus sentimentos raivosos e prossegue sua missão.

Mais pra frente, já mais próximo de onde deveria chegar, nota um cheiro horrível no ar. Conforme corre com seus companheiros nota algo estranho no ar, uns fio de fumaça negra. Os evita. Um de seus companheiros tomba, vomitando e gritando de dor. Folk volta para ajudá-lo enquanto os outros prosseguem. Sente-se inútil por não conseguir ajudá-lo e nota outro dos companheiros caindo mais a frente. Pega o primeiro nos braços e ele morre. Corre até o segundo que morre logo em seguida. Corre até seus companheiros e os avisa sobre os fios negros, mas eles não dão bola e continuam caindo e morrendo um a um, até que aceitam a liderança de Folk que os leva pelo caminho mais seguro. No caminho Folk pode notar mais a frente a movimentação dos cavaleiros. Finalmente chega até lá, com mais 3 aspirantes, e vê o enorme dragão negro lutando com os cavaleiros.

Os cavaleiros notam a aproximação de Folk e os aspirantes.

Na batalha, Nalbert de Coruja estava caído, ou pelo menos sua armadura. A armadura de Hidra lutava sozinha. Nick de Grou tinha garras nos dedos e o cavaleiro de Girafa estava afastado se recobrando de um duro golpe. Ken estava num plano espiritual ligado ao cavaleiro de Girafa.

Girafa diz pra si mesmo que não pode derrotar o Dragão pois isso eliminaria ele e mais dois dos cavaleiros que ali estavam, Derek e Nalbert. Ken lhe dá um sermão sobre cavaleirice e diz que ele deve derrotar o dragão qualquer que seja o custo. Ele concorda e volta correndo pra área de combate.

Derek de Hidra faz seus movimentos marciais tentando fazer um ciclone de água para absorver a névoa negra que pairava sobre o campo de batalha, mas a névoa agindo como uma criatura viva se contrai e se afasta do ciclone.

Um dos aspirantes, tentando mostrar serviço, corre até o campo de batalhe gritando para os cavaleiro que havia trazido a caixa da armadura de Girafa para eles.

O dragão ainda na ofensiva ataca aqueles próximos novamente, Hidra e Grou, que se esquivam habilmente encontrando Girafa na volta. O pobre aspirante que invadiu o campo de luta é arremessado longe derrubando a caixa da armadura. O dragão continua sombando deles.

Girafa diz que devem derrotar o bicho mesmo que isso custe suas vidas. Derek concorda imediatamente. Girafa pede que eles atrasem o bicho, o prendam, pois ele precisava de tempo. Eles concordam e partem pro ataque.

Nalbert se recobra.

Girafa faz movimentos duros e se fecha numa forma compacta com um punho cerrado e braço esticado pra cima, quando seu pé bate no chão há um leve tremor. Ken percebe que Girafa acumula cosmo e agiliza o processo passando o seu pra ele. Girafa quase perde a concentração mas consegue segurar. A constelação de Girafa aparece atrás dele e toma a forma de uma girafa brilhante.

Hidra e Grou atacam cada um uma asa. O dragão é pego desprevenido pela tática e nisso o cavaleiro de Girafa ativa seu golpe. O Estouro de Manada [Giraffe Stampede]. Começa correr loucamente na direção do dragão. Atrás dele mais cavaleiros de girafa aparecem, e mais e mais, uma multidão de cavaleiros correm atrás dele, cada um com seu passo, tremendo o chão. Como uma onda eles pula e arrebentam o Dragão, esmurrando e pisoteando a criatura. Ela cai toda estourada enquanto o Girafa pára atrás dela exausto.

O dragão estente a pata até a névoa negra como se tentasse puxá-la, mas Nalbert a afasta com seu controle de vento. O dragão começa a dissolver e névoa e some junto com os escritos místicos de Nalbert.

Folk resgata seu companheiro e o tira da área de combate, assegurando o bem estar dos aspirantes.

O resto da névoa negra estribucha caóticamente, e começa a se esvair como carne queimada num tufão negro. No lugar onde a névoa se concentra logo antes de se esvair surge um homem. Negro, forte, descalço, calças largras negras, torso nu cheio de tatuagens tribais, dreads grossos na cabeça. Ele parece fragilizado e confuso. Pergunta onde está e o que acontecera. Tenta erguer-se mas cai muito fraco. Nalbert, ou sua armadura, vem auxiliá-lo.

Tipo esse cara, só que bem exausto

Tipo esse cara, só que bem exausto

Girafa relaxa e diz que está tudo acabado, ken lhe diz que devem fazer algo pra salvar seus companheiros mas Girafa diz que quem podia fazer algo era o dragão mas esse já era. Ken pede que tente manter-se ainda nesse mundo pois precisavam encontrar um meio de solucionar tudo. Ele concorda e continua se concentrando para não se esvair.

Todos questionam o negão mas ele só diz que enfrentava a criatura quando foi parar num mundo de escuridão e depois aparecera ali. Ken tenta ativar os pontos cósmicos do negão pra que ele se recupere mas não encontra os pontos, como se não houvessem, depois tenta achar o cosmo do homem mas não acha.

Folk chega até o cavaleiro de girafa e pergunta se pode fazer algo pra ajudar. Ele responde apenas para lembrar dele, o homem que foi Haruk de Girafa.

Nick diz aos cavaleiros sem corpos que ainda estão presos no plano de escuridão para atrairem-se através das armaduras para o plano normal. Não conseguem e partes das armaduras de hidra e girafa começam a cair pelo chão.

Nick decide se transportar para o mundo de escuridão da mesma forma que veio para ajudar seus companheiros. Ken os harmoniza e todos fluem seus cosmos para Nick. Nalbert faz um túnel de vento ligando-o aos dois mundos. Nick vai mas lá não consegue tocar e ajudar os outros cavaleiros. Derek conecta seu cosmo na forma de uma corrente de água. Os três se esforçam para voltarem ao mundo normal.

No plano normal, o Negão se aproxima de Haruk de Girafa e diz que pode lhe ajudar. Haruk e Ken discutem se podem confiar nele e ambos concordam que sim. Haruk aceita a ajuda e pára sua concentração, deixando cair o resto das peças da armadura de girafa. Então o Negão ergue o corpo de Ken (que estava sendo usado pelo Haruk) e crava sua mão pelas costas dele agarrando o coração de Ken, que volta instantâneamente para seu corpo com uma puta dor de cabeça e Haruk é dissipado.

No mesmo momento o plano de escuridão se desfaz e os três cavaleiros aparecem, sem suas armaduras. Vêem o Negão erguendo o corpo de Ken com a mão segurando seu coração.

Hora do CG.

O Negão gargalha malignamente e canta sua vitória sobre os cavaleiros. Se vangloria de ser a mais forte das Brumas e que derrotará todos os cavaleiros em nome de sua senhora, a Dama das Brumas. Ele olha para um local afastado e todos vêem a dama. Uma moça jovem, bonita e frágil num vestido fino branco espreita todos no alto de uma colina com um olhar de desdém. Plim.

Dama das Brumas

Dama das Brumas

Enquantos os cavaleiros confabulam um jeito de salvar Ken do aperto do Negão, Folk vai até ele e pede que o largue. O negão diz que o soltará se Folk entregar sua vida de bom grado em troca. Ele desconfia do Negão mas aceita os termos, e quando vai pra completar a troca Ken aponta pra ele, ameaçando-o caso desse qualquer coisa para o Negão. Folk não sabe o que fazer, então Ken, sabendo que vai irritar muuuito seu truta Mani, dispara sua técnica em Folk, liberando os pontos cósmicos para que seu cosmo despertasse forçadamente e Folk pudesse lutar também. Folk é arremessado longe.

Nisso os três cavaleiros restantes unem suas forças fluindo seus cosmos para Nalbert que atira sua Ferida do Vento tentando serrar o braço do Negão fora liberando assim Ken. Mas o vento de Nalbert é confrontado pelas névoas negras do Negão e enquanto elas se anulam do nada aparece novamente a armadura de Girafa movendo-se sozinha e segura o braço do Negão, travando-o de forma que não pudesse espremer o coração de Ken.

Folk sente todo seu corpo ferver, todo seu sangue queima, ele arde em dor. Ele observa a treta rolando e com a dor e adrenalina corre gritando até a luta. Seu cosmo jorrando descontroladamente.

O negão concentra uma esfera negra de névoa na sua outra mão e parte pro ataque a armadura de Girafa. Derek ataca com seu Dragon Blade, cortando o braço do Negão. Nick pula com seu Power Slash enquanto Nalbert cria um túnel de vento focalizando o poder de Nick que desfere ferozmente suas garras no peito do Negão, o retirando de dentro de Ken, afastando-o enquanto Folk aparece com um murrão no meio do peito do cabra. Ken cai no chão, usando sua técnica dos pontos cósmicos para curar-se. A Dama das Brumas olha com desprezo para todos. Pff…

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3º mesa de Wraith do Angelo

17/02/2009

3º mesa de Wraith do Angelo

Começou com o apê de Anna sendo atacado. As criancinhas ficaram nervosas por que algo tava vindo e mandou Anna pra fora, ela agarrou Rose, uma das crianças e saiu correndo enquanto ouvia o som de algo grande e malvado se aproximando. Ao sair na rua encontra uns legionários. Pede por ajuda, e nota que são todos deformados, sai correndo deles enquanto eles entram no apartamento. Rose, no colo de Anna, esperneia pra voltar, diz que aqueles legionários vão lá para ajudar os monstros. Anna tenta acalmar Rose mas na sua mente vem aquela vozinha maldita duvidando das capacidades dela como mãe. Ela lembra das coisas que as crianças ensinaram pra ela, algo pra pedir ajuda quando desse bosta, essa era a hora. Concertra-se e pede ajuda, um cara mal encarado brota da parede perguntando onde tava a treta, ela o indica. O bicho vai pra lá a toda e entra na pancadaria. Anna, se sentindo muito culpada, volta pra buscar as crianças. Lá, chama por mais ajuda, e aparece mais dois caras malvados pra ajudar. Ela chega na treta e vê os legionários e um monstrão lutando com os caras malvados e suas crianças, Tim, o filho de verdade dela, está coberto com uma armadura de ossos mas caído, Mike está grotescamente maior e passando o sarrafo na galera.
Mas não vê Matt, a outra criança. Puxa Tim e depois Mike, e sai correndo com eles.

No mercadão, eu e vovó Laura. Ela me ensina como permanecer por mais tempo naquele mundo gastando energia (Pathos). Passeamos, ela me mostra como controlar meus sentidos que ficam mais aguçados lá, depois voltamos. Fico todo emo com lances de vida e morte. Buá.

Paula continua aprendendo com Pierre no estúdio. Ela aprende a se ocultar usando som.

Nos trombamos e conversamos bobagens, passo minhas emices pra ela sobre o mundo dos vivos.

Um vento forte começa lá fora, uma bruta tempestade se aproxima. Pierre fecha tudo loucamente, eu acompanho. Até que Anna e seus capetinhas batem na porta. Abro pra elas e fecho tudo novamente. Ela diz sobre a zona que está acontecendo na casa dela.

A mega tempestade começa. Pelas frestas é possível ver sangue chovendo. Gritos e urros se espalham. Laura e Pierre ficam com medo por que sabiam o que tava acontecendo, a gente por que não sabia. Vidros começam a explodir, arrasto um armário pra proteger dos estilhaços e as crianças somem. PÃFF. Aparentemente tão tretando lá fora. Sabe lá deus por que mas Laura e Pierre resolvem sair pra tretar também. Laura sai e antes que Pierre saia Anna grita com ele pra ele explicar tudo. Ele enrola e sai também. Eu me empolgo e resolvo sair também. Hora de purificar uns infiéis, levar a luz até aqueles bastardos.

La fora a treta come solta. Um monte de bichos bizarros voando e espancando outros bichos. Laura está voando e com um campo de força ao seu redor, Pierre tá tocando seu maldito bandolin. Eu puxo o pergaminho sagrado e começo a pregar. Os dados não ajudaram tanto dessa vez, consigo limpar uns 10m ao redor da gente. Dá tempo e voltarmos pra dentro da loja. As crianças voltam. A tempestade mia e acaba. Como bom maluco acho que foi por minha causa. hehe

Na loja, fazemos montinho nos npcs pra nos explicar tudo. Laura, de saco cheio, resolve falar. Pega uma caixa debaixo do balcão com um monte de fotos. Mostra pra gente. Começa a falar da família dela, blablabla, então reconhecemos Martinelli, o chefão da máfia que Anna caçou, igualzinho há uns 60 anos no mínimo. [Várias maluquices passam por nossas cabeças em OFF. Vampiro? Carniçal? Demônio? Vai saber…] Muita pentelhação nossa depois eles falam sobre ele se alimentar de sangue e talz. Em outra foto reconheço o sacerdote da minha seita perto desse Martinelli, também igualzinho quando eu conheci. [minha cabeça explodiu! hehe]

Muita discussão depois, Anna reconhece nas fotos crianças que parecem com o pai das crianças dela. [hein?] Ela mostra pra Laura, que também reconhece e entendemos que aquelas crianças malditas são parentes de Laura. [Tela azul da Paula, ou seria Tia Paula..]. Anna fala de Frank, pai das crianças, Laura lembra dele, e some. As crianças começam a pentelhar por doces e somem de novo. Depois aparecem levadas por um cara que aparentava estar vivo. Bem vivo. Pierre recebe ele todo nervosinho e o cara, Pedro, vai embora. Montinho no Pierre e ele conta que o tal Pedro era uma artista que ele inspirava há muito tempo mas antes de morrer Pedro fez uns pactos com o cramunhão e agora tá mó poderoso. [só o que faltava] Falo com Paula e Anna sobre as premonições de Stu, que correm perigo e blablabla.

Depois de um tempo Laura volta. Diz que Frank tá morto e preso por alguém. Diz coisas sobre o tal mas ficamos perdidos de qualquer forma [em OFF suspeitamos de Samedi]. Ela conta que quase foi capturada por pessoas que usavam óculos verdes que podiam ver wraiths perto das torres gêmeas. Antes de eu voltar pra casa Anna me ensina mais uma coisa, sussurrar nos ouvidos das pessoas. No mundo dos vivos, no mercaco, sussurro no ouvido duma atendente coisas malucas sobre a luz e a esperança, ela acaba pensando que foi o espírito santo. hehe

Voltando pra casa de Stu, trombo Phil [Seiya tava dormindo esse tempo todo…] Ele diz me engambela, me chama pra salvar a alma de alguém, o que faço todo empolgado. [sou facinho] Chegamos até as torres gêmeas, onde o tal da alma estava preso. Em volta da torre tem um ciclone gigante protegendo. Phil passa de boa mas eu falho miseravelmente.

Anna conta que Mike, um dos pivetes sumiu, e Laura resolve pegar as crianças pra ela. Anna cola junto.

Sei lá como mas Paula é enviada pra um lugar bizarro pelas crianças. Mais brincadeiras malvadas. Paula vê um templo grego com guardas bizonhos. Entra e lá está o cara que matou ela, que jogou ela duma janela, pregando a escuridão e destruição junto dum monte de cultistas. Eles percebem Paula. O cara fala com ela pra se juntar e blablabla. Ela recusa e tenta sair mas fica presa. Sua mente fica distorcida e ela apaga. Dados malvados.

Phil, volta até a loja e encontra Anna e Laura. As duas estão procurando Paula. Phil se oferece pra ajudar em troca de ajudá-lo a me encontrar. Laura topa, Anna vem de tabela. Pierre fica cuidando das crianças. [coitado] Phil usa seu poder de rastreio e sente Paula bem longe. Laura vai levando o povo. Chegam num rio negro com almas, encontra um barqueiro esquelético padrão e segue pelo rio. Aportam no Labirinto, lugar muito muito ruim mesmo. Os três partem pelo labirinto, encontram criaturas bizarras que tentam comê-los, até trombarem numa meleca gigante que engole Paula. Gulp. Depois tenta engolir Anna, as Phil consegue puxá-la pra fora. Porém Anna perdeu suas memórias e não lembra o que aconteceu depois que foi dormir na noite seguinte. [sim, esqueceu todo plot da sessão-huhuhu] Não fazia idéia de onde estava ou o que tava fazendo ali. Chama ajuda de novo e aparecem 3 caras malvados pra ajudar. Vão até a meleca e são engolidos. Phil e Anna saem correndo.

No caminho encontram Paula jogada, não sabe como foi parar lá. Os 3 correm e encontram uma tampa. Batem tentando abrir mas é muito pra forcinha deles. Do outro lado ouvem pessoas falando e mandando eles sumirem dali senão os explodem, pensando se tratar de espectros [wraiths bichados]. Os caras abrem a tampa e puxar os 3 pjs pra fora. Uns caras gigantes armados até os cabelos, pegam eles e jogam em gaiolas pra averiguação.

Eeequanto isso, no mundo dos vivos, eu estou preso num tubão de vidro, cercado de outros tubões com wraiths dentro, inclusive meu truta Stu. Há cientistas estranhos por todo lado. Não consigo sair do tubão, materiais especiais. Nos jogam num furgão e passeamos.

Chegamos num galpão, somos descarregados. Tento sussurrar maldições pra assutá-los mas os dados não colaboram. Os cientistas pegam um dos tubões, colocam numa máquina e o wraith que tava lá é transformado em energia. Puxo meu pergaminho sagrado e começo a usar. Tento incurtir neles sentimentos de arrependimento, culpa, e essas baitolagens pra que nos soltem. Eles ficam hesitantes até que um deles começa a marretar os tubões, nos libertando. Saio de lá, olho o lugar de fora e volto pra Shadowlands. Encontro Stu, ele me diz foi pego quando andava tranquilo pela rua e foi sugado por uma máquina dos vivos. Decido ir até os puliça pra contar isso pra que resolvam. No caminho encontro Laura caída e desmemoriada. Não lembrava de nada, nem de onde estava. Levo ela até a loja e passo o abacaxi pro Pierre. Vou até os puliça, faço o B.O., ganho uns trocos pela informação e volto.

No caminho encontro Paula, Anna e Phil, perdidos. Voltamos pra loja de pierre. Encontramos Laura. Todos contam tudo que aconteceu. Plim.