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“1º sessão” de Senhor dos Anéis – Leo

16/02/2009

Mesa de Senhor dos Anéis do Leo.
Mais peripécias do anão mais sem noção da terra-média.

Infelismente faltou metade do grupo. Sei lá qual edição da mesa estamos, já tamo rolando isso faz tempo. O lance rola nas primerias eras da terra média, muito antes de frodo e as frodetes.

Tô de anão ladrão, O’pal filho de M’eral. Num sei porque o povo se recusa a chamá-lo pelo nome. hehehe Sistema D&D 3.0 d20.

Começamos saindo dum acampamento militar em direção aos subterrâneos dum rio nos cafundós.

Íamos de barco, mas decidimos seguir uma estradona que o exército tinha acabado de passar, deduzimos que o que quer que houvesse nesse caminho ou o exército já tinha elimidado ou tava tudo escondido.

No caminho notamos que o ar na floresta ao redor estava mais carregado, nosso único cavalo, que carregava o corpo inconsciente do druida estava arredio, e estava afetando o Ranger Orophyn (Pj do danizinho) também, que tava todo estressado.

Conforme fomos andando encontramos fios de pratas partidos espalhados pelo caminhos, e reconhecemos como fios do próprio deus tecelão. Várias suposições depois, prosseguimos e encontramos uma vila abandonada de casas élficas em árvores. Fuçamos e conseguimos mais suprimentos para a viajem. Encontramos também uma vasilha prateada cheia de sangue. Haldir
(pj do foice), o elfo guerreiro seguidor do deus do destino, jogou um fio de prata no sangue, e viu cenas de guerreiros elfos morrendo em batalha.

Trombamos umas ents, aquelas árvores ambulantes, passeando também, mas deixamos elas em paz.

Prosseguimos, e no caminho notamos movimentações na mata próxima, preparamos pra pancadaria. Até tentei espantar os inimigos com uns blefes mas o dado num ajudou. Eram uns gremlins sem vergonhas que ficavam invisíveis e roubavam nossas coisas. Deram trabalho, e zoaram as coisas da galera. Mas sem vergonha por sem vergonha, eu tava lá.
Primeiro usei meu poder de ficar invisível e fiquei procurando as porrinhas irritantes.

Encrontrei um montão deles nas árvores preparando uma grande rede pra aprisionar o grupo.

Usei outro poder de sono pra despencálos, e pde avisar o grupo antes que a rede tivesse efeito. Depois só passamos a faca nos bichos adormecidos. Tentei seguir um até o covil mas o putinho entrou numa árvore e sumiu.

Então chegamos numa cidade de humanos.
Fomos direto pra forja duma elfa pra consertar umas paradas que estragaram na luta com os gremlins.
Tomei charm na cabeça e fiquei lá babando enquanto o resto foi no mercadinho repor suprimentos. Depois tomei mais poderes que abaixaram minha inteligência e sabedoria pra 1 e me deixava em êxtase. Quando o resto do grupo voltou a ferreira tava sugando meu sangue!

Espadadas depois, voltamos pra viajem.

Achamos uma cidade abandonada e toda em chamas. Fuçamos e encontramos um mapa duma mina que não conhecíamos. Achamos o caminho para o subterrâneo do rio, nosso objetivo primário.

Nos corredores, trombamos umas caverinhas que pedalaram rápido. Então fomos atacados pela vilã megafoda (a Droopy) que arremessou a gente longe, e prendeu eu e o Orophyn em cipós e depois num bloco de gelo. Enquanto Haldir se espancava com a cidadã, orophyn usou seu anel de contramágica pra liberar a gente. Mas a mina fugiu antes de chegássemos na pancadaria.

Mas deixou um ent pra tretar no lugar dela. Rato mode ON: O’pal acha um poço próximo, amarra uma corda numa pedrona na beira do poço, e com a outra ponta da corda já com um gancho, enrola na ent, e solta a pedra no poço, puxando a danada junto pro poço. Depois ainda sacaneamos jogando coisas que já estavam pegando fogo no poço. Há!

Com o mestre chorando por sua pobre Ent, seguimos viajem. Passamos os túneis e achamos a saída, onde encontramos rastros frescos de cascos. Seguimos os rastros até outra cidade abandonada. Seguindo os rastros na cidade vimos a destruição que foi feita pelos supostos cavaleiros. Até que chegamos a uma torre onde encontramos vária aranhas normais e uma
gigantona morta. Por curiosidade, abri o estrombo da aranha e achei uma pedrona azul bunita, que Haldir reconheceu como sendo umas das Silmarilions, umas gemas bizonhas megafodas. Deduzimos depois de tudo que eram criaturas bípedes com cascos e chifres, como minotauros e demônios e tavam tretando com essa aranhona que acabou morrendo ali. Achamos o covil das aranhas, mas não entramos por estar apinhada de aranhonas. Então apareceram um bando de corvos de 15m cada. Tacamo fogo no covil das aranhas e saímos no pinote.

Sem rumo, voltamos até o castelinho do mega rei elfo, pra falar com a rainha que é truta da galera. Fomos atrás de informação, pra traduzir um livro bizarro que encontramos na cidade e pra ver esse lance da pedrona. Chegando lá tomaram a pedra e o livro da gente, e a rainha disse que se a pedra ficasse lá ela ia embora com o vento. Não entendemos nada, de repente só ouve-se o grito da mina se matando. Mó zica, eu tinha deixado muita grana e uns itens legais pra ela guardar pra mim… foda…

Depois expulsaram a gente da cidade e fomos pra última cidade intera, só que nem sabíamos como chegar lá. Graças ao 20 do Haldir achamos um caminho, que já estamos andando faz teeeempo.

Chegamos a conclusão que num tamo mais nem aí pra esse mundo e que ele pode se explodir.

Blá! E que nosso inimigo não é o mestre, mas sim o dado. Zicas diversas.

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