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2º mesa de Wraith do Angelo

17/02/2009

2º mesa de Wraith do Angelo

Começou com Phil encontrando um cara na ex-sala dele no hospital. Era um cara graúdo, gorilesco, e se dizia o dono da sala. Sei lá por que mas Phil ficou de encontrar um fugitivo pra esse cara. [É, não tava prestando atenção. hehe] Ganhou uma armadura e os papéis sobre esse tal fugitivo, Richard sobrenome-latino.

Eu, conversando com Stu sobre a Shadowlands fico sabendo sobre as legiões, e que eu fui escolhido pela Legião do Destino, e que isso era raro. A tal marca que o anjo me pôs na primeira sessão me entregou. Também vi Stu usando um espelho pra espionar uma mulher no mundo dos vivos. Também consegui. Descobri que era proibído interferir com os vivos e também que as coisas eram feitas de almas. Creepy. Fomos passear e acabei trombando Phil. Stu sumiu. Cumprimentei Phil e contei sobre as legiões, e ele sobre o fugitivo. Depois continuei passeando sozinho.

Paula, na casa da vovó Laura, ficou sabendo sobre as chuvas de coisas estranhas que rolam na Shadowlands. Depois foi aprar num loja dum músico fodão e lá ela encontrou um violino ultramegafoda. Negociou com o cara da loja, Pierre, e conseguiu que a vovó arrumasse umas prestações no violino. Se ela num pagasse Paula virava escrava dele. Mas ela num tava nem aí, queria era tocar mesmo. Daí vovó sumiu e Paula foi passear.

Anna tava com a pirralhada toda.

Então trombei Paula. Conversamos amenidades até aparecer Anna. A molecada viu a caisa do violino e pediu pra ela tocar. Ela começou a tocar e juntou um povo na rua pra ouvir, dando esmolas e tudo mais. Até que sentimos cheiro de chuva. Corremos desesperados a procura de abrigo, entramos numa loja aberta e a chuva de ácido começou, derretendo onde batia. Quando passou corri até um transeunte que tinha sido metade derretido pela chuva. Pedi ajuda e as crianças de Anna se propuseram a ajudar. Falaram no ouvido do cara e ele foi engolido pelo asfalto. As crianças disseram que ele tava bem, que tinha sido levado pro hospital. Maldita falta de bolinhas em Empatia…

Anna seguiu com as crianças que estava com vontade de comer doce. Na loja de doces, o mercadinho do Apu, as crianças sumiram e depois apareceram com montes de doces. Na loja Anna comeu um bolinho mas não tinha como pagar, então se propôs a trabalhar pro Apu.

Na rua, vimos crianças roubando os doces das crianças da Anna num beco. Tentei impor uma ordem e dar bronca mas as crianças vieram revoltadas pra cima de mim. Corri que nem louco! hehe Me prensaram no estacionamento da loja do Apu. Tentei sair de boa mas queriam me espancar, me obrigaram a dar uma peça de roupa pra sair ileso. Dei a camiseta com o mega sol da seita que sigo. Os pivetes ficaram olhando embasbacados para o símbolo e PÂFF ficaram cada vez mais translúcidos e sumiram.

Confusos, prosseguimos.

Anna, depois de terminar o trampo do Apu, procura um jornal e econtra o endereço do mesmo. Vai lá e encontra seu antigo professor de faculdade. O problema é que o velho tinha um sério problema de memória, Alzheimer com excesso de maconha, e a tentiva de arrumar um trampo lá ficou complicada pra Anna. Foi até um dos repórteres, um mano Black Power dos anos 70. Descobriu quem era o chefe e foi lá falar com ele. Era o ex-presidente Roosevelt. Conversa com ele e ele diz pra ela trazer alguma matéria pra ele que ele pensa num trampo.

Paula resolveu tocar o violino em frente do Madison Square Garden. Tentei estimular umas canções antigas da seita, mas num rendeu muito. Ela ganhou uma esmola boa. Voltei pra casa, e Paula e Phil foram pra casa da vovó.

Na casa da Vovó, os dois começaram a ouvir batidas no assoalho, alguém pedindo pra ser solto. Depois de um tempo o bicho saiu. Um cara enfezado que quase arrebenta Phil se uns legionários não estivessem passando pela rua naquele instante. Entraram e depois de muita destruição levaram o caboclo preso.

Anna chega, atraída pela zorra da legião, e começa a fuçar no buraco que o cara tava preso.

Eu chego na casa e encontro Stu com um rombo no estrombo. Tento acordar ele sem sucesso. Então apelo pro bauzinho sagrado e Stu se recupera. Diz que tava cuidando de assuntos no mundo dos vivos quando pegaram ele. Decide ficar na moita por acharem que ele está morto. Marcamos de visitar o mundo dos vivos no dia seguinte pra conseguir aliados pra estabelecer a seita na shadowlands. Digo do encontro com os Pjs e ele diz que preciso protegê-los pois estão correndo perigo. Fica intrigado com o lance da quatro crianaçs de Anna. Pega um espelho e faz umas urucubaca, começa a falar numa voz de oráculo. Algo sobre eles estarem sendo enganados por algo na frente deles, mas nada específico. Vou até a casa de Paula alertá-los.

Lá, encontro a bagunça. Desco no buraco e todos vemos o lugar onde o cara tava aprisionada. Pilastras, correntes, símbolos estranhos. Anna procura algo pra anotar os símbolos, enquanto eu resolvo purificar o lugar da presença do mal. Maluco, eu?

Puxo o pergaminho sagrado do baú e começo a orar. Muuuitos sucessos nos dados do item depois, estou no céu, com o anjo do meu lado dizendo que eu fiz a coisa certa. Di para eu pedir algo e peço que leve a luz até todos. Da minha mão sai um raio brilhante até o chão.
No chão, tudo, eu e realmente quero dizer TUDO, fica branco. Parecia comercial da Suvinil com Omo progress. Parede, rua, roupas, tudo, branco, num único tom.  E o pior, num quarteirão inteiro! Anna ao ver que os símbolos sumiram no meio da branquidão corre loucamente até a redação do jornal.

No jornal, passa parte da zona pro sub-chefe e ele passa pra chefe, que diz que vai publicar.

Na casa da vovó, uns legionários chegam e resolvem nos levar pra delegacia, junto com metade da vizinhança, pra prestar depoimento. Vovó Laura chega e vê a casa caindo aos pedaços, dá uns pitis com os puliça que direcionam ela pro trampo burocrático pra pagar os estragos.

Na delegacia, todos desviamos das perguntas, omitindo e mentindo até sermos liberados.

Phil fica por lá checando arquivos de desaparecidos e encontra dados sobre o tal fugitivos, descobre que tem ums receompensa boa pelo sujeito.

Eu e Paula, impedidos de entrar na casa da Vovó pela puliça de guarda lá somos direcionados para onde a vovó teria ido. Lá, um predião chique, trombamos vovó. Dizemos a treta toda que rolou e ela diz que pode saber o o realmente aconteceu. Sem mais nem menos ela pula da janela e cria asas e sai voando.

Eu e Paula corremos na direção mas não alcançamos ela. Depois de um tempo ela nos encontra e num fala nada de útil. Se propôe a nos ensinar coisas, topamos. Somos levados até a loja de Pierre. Ele leva Paula prum estúdio e começa a ensinar ela a usar o som pra perceber as coisas. Vovó e eu nos transportamos pro mundo dos vivos, no meio dum mercado, incógnitos.

Anna aprende algo com os pivetes dela e Phil também aprende algo com alguém. Não prestei atenção de novo pois estava me preparando pra ir embora. Hunf…

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