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2º sessão da minha 2ºmesa de M&M

17/02/2009

2º sessão da minha 2ºmesa de Mutantes & Malfeitores

Nessa o Álvaro num veio. Sem pipoquices hoje. E o Tib entrou na mesa.

Começamos com nossos heróis partindo para o interior da Terra com seu mais novo veículo (Pedalinho, para os íntimos). Próximos as fossas Mariana, já no fundo do oceano, os sensores começam a apitar indicando problemas internos. Quando checam os heróis descobrem que vários seistemas tão bichados e se continuar assim o veículo pode ser destruído. Jason e Jericó correm até os motores e vêem o infernos, tudo quebrado, derretendo, vazando, chiando. Fazem os reparos de emergência, muita radiação vazada.

Jason transforma seu braço num conversor energético que absorve a radiação no ar e transforma em música de elevador. Jericó descobre peças estranhas que aparentemente estavam interferindo no funcionamento do Pedalinho.

Na cabine, Lucky Strike (modo NPC) fica olhando os peixinhos pela janela. Gallian, o caveirão, totalmente perdido naquele mundo de tecnologia, vê um homem velho bizonho aparecer nas telas próximas. Se revela ser ums dos irmãos Pingertons, arquiinimigos de Jason. Ele se vangloria de ter destruído a operação dos heróis e que as Indústrias Pingertons sairá triunfante dessa crise alienígena. A mensagem fica em looping enquanto Gallian cutuca a tela.

Nos motores, Jason identifica as peças como sendo tecnologia Pingerton. ele e Jericó voltam pra cabine. Gallian lhe mostra a mensagem do véio Pingerton. Gallian e Jericó se teleportam para a plataforma de construção do Pedalinho pra arranjar peças pra consertar o próprio. Enquanto isso Jason capta nos sensores vários submarinos os perseguindo.

Quando Gallian e Jericó voltam com as peças Jason capta uma das naves alienígenas se aproximando. Jason liga o escudo do Pedalinho, Jericó vai consertar os estragos. A nave alienígena gruda no casco mesmo com o escudo. Gallian então teleporta pra fora junto a nave. Encosta na bicha e com um esforço tremendo a teleporta pra bem longe. Então volta exausto.

Enquanto isso, em Mônaco, as autoridades convocam em caráter extraordinário o grande herói do país, Tákion (pj do Tib, velocista). Eles lhe explicam a zona toda e informa do grupo de “heróis” que tá indo consertar tudo. Pede para que ele se junte aos malucos pra se assegurar o futuro do planeta. Takion parte pro encontro dos pulhas e chega rapidão (malditos velocistas roubados). Se comunica com o resto do grupo, blablabla, Takion atravessa a água intangível e entra no Pedalinho. O grupo faz o briefing da zorra toda.

O Pedalinho volta a ativa e prossegue Terra adentro.

Cava, cava, cava, Jericó vira uma mega broca pra melhorar o desempenho do Pedalinho.  Jason fica coletando minérios raros e novos pelo caminho para estudo posterior, atrasando um tantinho a viajem.

Lucky Strike fica observando as minhocas e topeiras pela janela.

Horas depois, os sensores indicam um objeto estranho num ponto fora da rota. Descobrem ser uma nave alienígena (outra raça, não a dos atuais invasores) enterrada. Muita discussão depois resolvem desviar da rota e checar qual era a pegada.

Já grudados na tal nave, os sensores não conseguiam captar nada de útil dentro dela.

Jericó vira um mega cabo e se conecta com a nave, e Jason começa a puxar os dados através de Jericó, reconhecendo como uma nave dos alienígenas que contruíram seu braço bizarro. Acabam acionando o sistema defensivo mas Jason consegue desativá-lo antes que exploda alguém. Porém não consegue ativar as portas da nave. Takion fica intangível e entra na nave, vê o espaço dentro, volta e descreve pra Gallian, que teleporta o povo pra dentro.

Fuçam a nave toda.

Descobrem quem a nave está presa lá há mais de um milhão de anos, que foi pega acidentalmente quando passeava pelo espaço, e que a raça dos etês invasores não gostam da raça dessa nave.

Consegue ligar a nave e decidem usá-la pra chegar mais rápido até seu destino. Puxam o Pedalinho pra dentro e seguem viajem.

Depois de um tempo captam atividades dos etês invasores, hackeando as transmissões descobrem quem a nave que estão foi detectada por eles e que ela ativada e se aproximando do trocinho deles no centro da Terra pode afetar o bom funcionamento de tudo então vão explodi-la pra não correr esse risco. O grupo se vira nos trinta tentando camuflar a nave, captam que tem um canhão se formando no espaço pronto pra atirar neles. Então Gallian se teleporta pro espaço, ou melhor o Firmamento, e com sua telecinese bota o canhãozão pra girar descontroladamente. Uuuu… Aproveitando que
tava no espaço, com um porrilhão de naves etÊs por ali, Gallian lembra das informações sobre a raça alienígena passada por Jericó e Jason, que os etês tinham uma comunicação tipo colméia, que a naves deles eram vivas, então tentou confundí-las. Foi até uma nave e usou seu feitiço de confusão na bicha. Algo aconteceu, ela mudou seu comportamento, afetando as naves próximas. Gallian não conseguiria se teleportar de volta, afinal a nave com o grupo continuara a se mover, fazendo-o perder o ponto de retorno. Na nave, o grupo consegue ativar o sistema de teleporte e puxa Gallian de volta pra dentro.

Gallian relata pro grupo o que aconteceu e decidem tentar afetar a nave principal. O problema é qual diabos seria a nave principal. Decidem pedir pra Lucky Strike chutar qual seria, afinal sua sorte era famosa. [nada como o bom e velho raciocínio lógico e dedutivo…] Lucky olha no esquema das naves e chuta uma lá. Diz pra atacar dali uns 20 minutos.

Os sensores captam uma grande barreira energética distante no caminho. Ela impede os sensores da se aprofundarem até seu objetivo. Ficam analisando a barreira e resolvem mandar uma sonda até lá. A sonda chega, fuça, fuça, não consegue atravessar e passa o retorno. Energia não identificada, mas consegue estipular uma espessura. Infelismente esqueceram do plano da nave etê.

Captam então uma navezinha etê sumindo do espaço e depois de um tempo ela cola na bota da nave deles. Tentam desviar mas a nave continua os perseguindo. Tentam afastá-la mas também não conseguem. Resolvem então voltar ao plano da nave principal. Porém a estrutuda mutante dos etês indicava que a nave de antes não era mais a principal.
Lucky Strike teria que chutar de novo. Ele chuta e o grupo se prepara pro ataque enquanto se aproximam da tal barreira energética.

Os sensores captam um bolsão na terra na rota original do Pedalinho. Podem detectar formações artificiais como construções de uma civilização. Ela pára na borda da tal barreira.

Agora o foda é que duas únicas malditas jogadas pro personagem com “controle de sorte” e dois malditos sucessos críticos. Assustador.

O lado bom é que se morrerem nem precisa enterrar.

Conseguirão nossos heróis derrotar a esquadra alienígena?
Conseguirão ultrapassar a barreira estranha?
O que haverá além?
E o que diabos tem dentro do planeta?

Até a próxima ssessão…

6 comentários

  1. Poxa o que tem d+ em coletar umas coisas novas aqui e outras ali, sem contar as raras??? vai que dentre esse novos materiais não criamos um combustivel novo e menos poluente?
    Quer saber? da proxima vez eu vou e mandar a nave atirar em todo mundo menos em mim huahuahuahua e dali dar o fora com ela pra explorar o universo xD


  2. Eu me teleporto.


  3. eu vibro


  4. malditos vibradores.


  5. é, cada um tem o herói q merece.


  6. Ele se teleporta.



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