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3º sessão da minha de CdZ

17/02/2009

3º sessão da minha mesa de cavaleiros do zodíaco

Nessa o Angelo voltou a controlar o Derek, e o Jackson ficou com seu outro pj, o aspirante Folk.

A luta contra o Dragão negro continuou.
Derek o criou uma lança de água e atingiu o dragão no ombro. Nick usou suas garras na asa do bicho, mas não surtiu efeito, pois as asas dele tinha um aspecto flúido e viscoso.
Então Nalbert percebeu que a névoa negra que cercava o local entrava e saía pelos machucados feitos, possivelmente fortificando a criatura. Usou seu selos místicos para tampar os machucados para que o dragão não recobrasse suas forças. Todos percebem também que a névoa negra que cercava o dragão e o campo de batalha não acompanhava as correntes naturais de ar, movia-se de forma própria.

Enquanto isso Ken usou seus pontos cósmicos para amplair a força do cavaleiro de girafa, que aproveitou pra pregar o dragão no chão.

Então Derek criou uma ponte aquática para que Nick continuasse atacando o dragão por cima. Nick usou todas suas forças nesse ataque, caindo exausto depois. Derek então atacou com seu Dragon Infinity, fazendo o dragão rolar por vários metros. Derek cai exausto. Porém, todos perceberam que o corpo de Nick não estava mais lá, suspeitaram que o dragão o havia pego quando fora empurrado pelo golpe de Derek.

O cavaleiro de Girafa, hesitante, não sabia o que fazer, então Ken o harmonizou com a criatura, ampliando ainda mais sua força bruta. Assim o cavaleiro de Girafa partiu decidido para o ataque. E para ampliar a força do ataque, Nalbert criou um túnel de vento direcionando o ataque do cavaleiro.

Quando ele estava prestes a acertar a criatura vira-se mostrando o corpo inerte de Nick em suas garras, pronto para usá-lo como escudo. Então Nick acorda e percebe o cavaleiro de girafa vindo como uma locomotiva, que percebe o Nick nas garras do dragão. Sem saber se deveria parar golpe, continua, esperando que Nick dissesse-lhe o que fazer. Como havia perdido sua conexão com o falcão de antes Nick perdera as garra, e procurava por outro animal urgente para puxar suas habilidades. Tudo que encontrou foi uma minhoca (hahaha) que voava com os tecos de terra na luta. Se conectou com a minhoca (ui) e usando sua flexibilidade escapou do aperto do dragão, que tomou a trombada do cavaleiro de Girafa nas fuças, que logo depois pulou em cima do bicho socando-o ferozmente.

Derek acorda e nota a briga. Nalbert avisa para que seus companheiros continuassem ferindo a criatura, para que os selos de Nalbert formassem uma rede e o travasse. Ken abre os pontos cósmicos de Derek harmonizando sua destreza com a dele. Derek parte pra porrada usando seus golpes de artes marcias para abrir cortes que Nalbert pedira.

Nick parte pra cima do Dragão mas inala muito da névoa negra, deixando seu corpo dormente, dolorido, nauseado, impossível de continuar. Até que num esforço supremo consegue atacar também.

Nessa hora todos percebem que o Dragão nem mais revidava, apenas apanhava sorrindo. E disse com zombarias para que os cavaleiros o matassem, pois isso o deixaria apenas mais forte, e que se ele morresse os cavaleiros Narbert e Derek não recobrariam seus corpos, seriam apenas essência vagando pelo nada assim como o Cavaleiro de girafa estava, e que quando ele morresse as almas dos 3 cavaleiros iriam com ele, e uma alma pura de um cavaleiro equivaleria a almas de mil virgens o que o deixaria muito poderoso.

Derek gritou para que Girafa parasse de esmurrar o dragão. Nalbert completou a rede que bloqueava toda névoa de entrar ou sair do corpo da criatura. Ken tentou travar o cosmo da criatura mais percebeu que a criatura era mágica, sem cosmo. Percebeu também que toda aquela fumaça negra estava conectada ao dragão, como parte do corpo dele, a criatura era tudo aquilo, não só o dragão. Derek tentou prendê-lo furtivamente numa gaiola de água mas o dragão foi mais rápido atacando os 4 ao mesmo tempo. Nick e Derek escaparam, mas Girafa foi arremessado longe e Nalbert caiu inconsciente, com sua armadura de Coruja se desmontando pelo chão.

Nooo mesmo momento, Folk via a muvuca gerada no santuário pelo desaparecimento da armadura de Girafa. Viu que seu mestre, Mani de Corvo, recebeu uma convocação para missão mas estava em transe xamânico no momento. decidiu então avisar diretamente o Mestre Miguel, que havia emitido a convocação. Lá chegando viu a zona que tava rolando, nego indo e vindo e nenhuma ordem aparente. Informou Miguel da situação de Mani e se prontificou a ajudar no que fosse necessário. Miguel então ordenou que outro aspirante mais experiente, junto com folk e mais 10 aspirantes levassem a caixa da armadura de girafa que havia sumido para os cavaleiros que foram buscá-la.Partiram heróicamente, mas uns estavam muito inseguros para sair do santuário. Folk os inspirou e todos partiram na missão.

Enquanto corriam no gás, Folk notou que um de seus companheiros sumira. Olhando para trás viu que ele havia sido empalado e cravado numa árvore próxima. Folk voltou para ajudá-lo mas só chegou a tempo do último suspiro do garotinho. Folk lamentou e prosseguiu.

Então mais um dos companheiros foi tragado para a mata. Folk prosseguiu certo de que a missão devia ser cumprida e todos sabiam dos riscos.

Daí mais 2 companheiros, tragados para a terra. Folk continuou. Os outros apenas olhavam apra trás certos de que os covardes haviam desertado, ingênuos dos desaparecimentos.

Então começou a sentir no ar um odor que lhe lembrou das ervas do seu passado, ervas usadas como sedativos fortíssimos. Tampou a respiração e tentou avisar os outros, que nem ligaram, zombando dele achando que ele estava com medo. Apenas um deles ouviu o conselho de Folk e também segurou a respiração.

Mais pra frente todos, exceto Folk e o outro que o ouvira, caíram inconscientes pelo efeito da erva.

Folk notou movimentação na floresta e no caminhos cipós os cercavam e moviam em direção aos aspirantes. Os cipós pegavam os caídos e puxavam, mas folk e seu companheiros os puxava de volta e cortavam os cipós, que cresciam novamente. Então o ser surgiu, saindo da mata, com uma voz que Folk lembrava dos seus frequentes pesadelos. Era o homem que matara toda sua família. Porém ele estava diferente, antes parecia um humano normal, mas agora parecia uma criatura feita por plantas, folhas e galhos, com uma armadura de casca de árvora e uma capa de folhas.

Suas feições e voz eram identicas e o ser começou a zombar de Folk, dizendo que dessa vez o mataria e que o mestre dele era só um coxinha. Folk bateu boca com ele enquanto ele fazia os cipós enrolarem no corpo do companheiro dele. Folk tentou livrá-lo mas os cipós dilaceraram o rapaz na frente de folk.

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