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1º sessão de Changeling: The Lost da Laura

09/03/2009

1º sessão de Changeling: The Lost da Laura

É uma mesa que já vem rolando, mas eu entrei agora.
A mesa começa com a gente mortal ainda. Estou como Alberto, pivete de 10 anos, em São Paulo 1950.
Temos também Arabela e Amélia, ambas de 10 anos também. Mais uma galera que eu num encontrei em On e nem vi os turnos.

Começa com Arabela encontrando um garoto fuçando no seu quintal. Vai até ele e nota que ele mexia em algo no chão. Então o muleke sorri e sai correndo querendo que ela o siga. Curiosa, ela olha o que o muleke mexia e vê um buraco, muuuuito fundo. Então começa a correr atrás dele de camisola mesmo. Depois de correr muito param e conversam. Decidem continuar brincando. Depois de um tempo, com fome, o garoto puxa uma trouxa de comida e ambos comem. Ela lhe diz que não gosta de seu nome, mas ele lhe conta a história de uma princesa chamada Arabela e que seu castelo fica ali próximo. Chama-a para ir com ele até lá, ela topa, então uma fadinha aparece, joga um pó mágico sobre ela e os dois voam até o castelo.

Eu acordo depois de um sonho bem real sobre jogatina e como trapacear nas cartas (meu pai tem problemas com jogo, então tento lembrar o sonho pra ajudar ele). Na escola, um garoto está no meu lugar, amigavelmente digo pra ele que está no luagr errado e o direciono para outro. Passamos a conversar mais a partir de então, seu nome é João. Nós dois não lidamos com o resto da escola. Até que um dia ele propõe que o ajude com a matéria e que pagaria um lanche depois da aula. Mesmo com medo de demorar pra voltar pra casa e apanhar, vou. João tira sabe-lá-donde um monte de livro estranhos que as fihuras se mexem. Ficamos olhando os livros, e ele diz que há uma grande biblioteca ali perto que tem muuuitas coisas legais. Fico empolgado mas logo lembro que já deveria estar em casa, então marco com ele de volta amanhã e corro rapidão pra casa.

Quando chegou lá, cena típica, meu pai está batendo na minha mãe e meus irmãos estão se escondendo. Fico encolhido num canto esperando tudo passar, então quando meu pai começa a caçar os mulekes pra espancar eu vou até a porta, abro e fecho como se alguém tivesse saído. Meu pai vai gritando até a porta e fica lá vigiando por um tempo, suficiente pra molecada mudar de esconderijo.

Então meu pai pega uma menina que estava lá, só que eu não conheço a garota, possivelmente uma prima. Ele a tranca no banheiro e fica gritando. Depois de um tempo senta e fica vendo tv.

A menina começa a chorar e dar batidinhas na porta do banheiro pedindo pra sair, tento acalmá-la. Mamãe dá uns trocos pros irmãos mais velhos e mandam eles irem até o chaveiro arrumar uma cópia da chave pra tirar a menina do banheiro. Quando voltam meu pai já tá dormindo, tiramos ela do banheiro e ajeito um lugar pra ela dormir. Ela segura minha mão e ambos dormimos.

Acordamos numa casa estranha. Ela tá toda feliz por ter voltado pra casa e fica matraqueando o tempo todo. Não consigo descobrir onde diabos fomos parar, só que ela é irmã de um tal Peter Pan. Andamos por horas no que parece uma fazenda gigaaante, até chegarmos num lugar onde tá rolando uma baita festa, só com crianças. Mó zona, até gente se pendurando nos candelabros. Comida voando, música e diversão. Esqueço dos problemas e fico me divertindo também.

Depois de um tempo, num canto quieto, encontro uma menininha chamada Amélia. Conversamos sobre voltar pra casa e concordamos em tentar voltar juntos. Então Arabela cola junto e também entra pra gangue.

O tal Peter Pan aparece todo fanfarrão e faz mó zona.

Duma porta aparece uma garota entojada reclamando do barulho, Wendy. Ela volta pela porta, uns a seguem mas se perdem e voltam.

Eu e Amélia tentamos outra porta mas o Peter nos impede dizendo que não tem nada lá e nos afasta. Peter é o tal João de antes. Ficamos esperando Peter dormir pra podermos ir pela porta mas acabamos os 3 domindo antes.

Quando acordamos tudo está arrumadinho e uma mesa gigaaante cheia de comida está sendo preparada. Resolvemos sair dali e procurar um barco pra voltar pra casa. Enchemos os bolsos de comida pra mais tarde. Arabela pega uma toalha e faz uma megamochila e enche de rango. Só faltou o zíper.

Saímos pelo mato. Chegamos a praia. Macaquinhos começam a tacar coisas na gente. Eu corro, Amélia joga uma bolacha pra eles, então eles amontoam nela e começam a dançar, ela entra no embalo e dança com ele. [tipo Sid no Era do Gelo 2] Então o cara grandão aparece, cheio de aspectos gorilescos. Diz pra sumirmos do pedaço dele. Dizemos que queremos ir pra casa, ele diz que num dá. perguntamos de barcos e ele diz que tem o do capitão gancho, e ele come carne, e a gente cheira carne. Ele diz pra onde fica o tal capitão, então ficamos com medo e vamos pro outro lado.

Mas antes dou uns mergulhos por nunca ter nem visto a praia. A água me puxa pra mais fundo e por pouco não volto.

Andamos bastante até uma pedra enooorme. Amélia sobe nela e vê as redondezas. Decidimos fazer um abrigo lá pra passar a noite.

Sininho, bichinha ruim dos inferno.

Sininho, bichinha ruim dos inferno.

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