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1º sessão de D&D do Danizinho

09/03/2009

1º sessão da mesa de D&D do Danizinho

Eu tô de anão ranger de cavernas arqueiro com aranhas companheiras, o Leo de humano ranger com um leão companheiro, o Foice de monge (com um nunchaku invisível) e o Álvaro de clérigo de Pelor. 5ºnível

Já como grupo formado, começamos na cidade genérica. Nosso agente-cafetão anda sumido, um maguinho sem vergonha. Descobrimos que andam sumindo coisas, animais e pessoas na florestinha ali do lado. Vamos investigar, encontramos pegadas de caninos grandes, fuçamos no mato mas não achamos nada. Depois de um tempo achamos uma caverna.

Na boca da caverna há rástros com sangue e vindo lá de dentro um humanóide aparentemente zuado. Preparamos pro combate, o humanóide cai. Laço esse e puxo pra fora, no maguinho. O clérigo cura ele.

O mago diz que veio atrás de outro grupo que ele teria mandado ali pra investigar mas foi pego de surpresa e só conseguiu sair agora. Zoamos ele e o convencemos a pagar bastante pra resolvermos esse pepino. Ele vai embora.

Entramos na caverna, ossos pelo caminho, encontramos no final um círculo com escritos mágicos. O clérigo tenda desfazer o bagulho chutando a terra mas desaparece. Vamos atrás dele e sumimos também.

o clerigo e o ranger aparecem numa sala, começam a andar e chegam numa porta onde ouvem bichos brigando do outro lado. Espiam pela fechadura e vêem cães infernais.

Eu apareço numa sala com um altar. Há uma gosminha preta por lá. Possível troço de sacrifícios. Saio da sala e encontro três corpos humanos com sinais de luta. E um painel grandão com a imagem de um cara malvadão com cachorrões. Continuo andando e encontro o clérigo. Pego ele, continuamos andando e encontramos o ranger.

O monge aparece numa sala. Sai e econtra duas minas peladas mortas. E um painel com lendas que ele aprendeu no templo dele. Depois encontra eu e o ranger lutando com um cachorrão. Entra na batalha e arrebenta o cachorrão.

 

Na oooutra salao clérigo e o ranger tacam fogo nos bichos que tavam tretando, uma muralha de fogo aparece na sala. O ranger joga uma pedra-trovão nos bichos, o trovão ecoa pelo local.

O monge, eu e o ranger ouvimos o trovão e vamos pra lá.

Eu, o clérigo e o ranger também ouvimos o trovão e vamos pra lá.

Dois de mim, dois do ranger, um clérigo e um monge se encontram no corredor (eu odeeeeio cópias…), depois um outro monge aparece no corredor. Todos nos estranhamos, decidimos não tretar e seguimos pra direção do trovão.

Cadê a carrocinha celestial quando se precisa?

Cadê a carrocinha celestial quando se precisa?

Um dos monges toma uma poção de proteção contra fogo e salta na muralha de fumaça. Eu uso um pergaminho desse e pulo também. Eu e o monge socamos os cachorrões. O fogo passa e econtramos mais um ranger e mais um clérigo.

 

Maaais discussão sobre o que tá rolando, boto ordem no barraco e todos vamos pra mesma direção tentando sair dali. (já disse que odeio cópias?)

Todos os 4 rangers seguem os rastros dos cachorrões procurando a saída, chegamos na sala onde eu comecei. Só que dessa vez tem um meio-elfo no altar com o peito aberto e uma jóia pendurada que o monge pega. O clérigo cura o cabra e o questionamos. Ele diz que veio com um grupo contratado pelo mago e que acharam cópias deles aqui e todos acabaram se matando.

Ao redor do altar, nas paredes, tem mais escritos mágicos que não tavam ali antes, e eles parecem avançar pra tomar a sala toda. Tento ativar o bagulho pulando nem mas nem tchuns, então tento destruir o altar pra tentar chatear alguém  pra vir ver o que aconteceu, mas nada também.

Enquanto isso todos discutem com o meio-elfo duvidando da história dele. Tenta ir embora mas ranger num deixa.

Até que um dos clérigos se enfeza e começa a atacar o outro clérigo, só que um deles fica só esquivando pra mostrar que é o original.

Nisso os escritos completam e brilham. o Monge de saco cheio pula lá pra ver onde dá.

Na sala as cópias resolvem partir pra porradaria.

O monge vai parar numa sala onde um humano grandão num trono observa através dum espelho a zorra toda. O monge vê quem são as cópias (dopplegangers) e o meio-elfo é um demônio. Ele fala através do espelho pra socarmos o demônios mas o que ouvimos é que o clérigo é o cara mau. Na dúvida pulamos pelos escritos, aparecendo onde o monge tá.

O monge e o cara grandão começam a tretar, o monge é arremessado. Nós aparecemos e entramos na porrada. Cercamos o cabra e ficamos atacando mas a defesa dele é muito foda apesar de estar sem armadura. O clérigo tenta dissolver a pedra embaixo do cara mas não consegue. Meus montes de aranhas jogam teia no cidadão atrapalhando ele um pouco. Então o clérigo tenta de novo e consegue transoformar a pedra em lama, fazendo o cara afundar até o joelho.

Daí vem a sacanagem. hehe

Pego minha corda, laço o pescoço do cara e a outra ponta ponho no leão do ranger. uso minha varinha de Aumentar Criatura e o leão fica beeem maior, então ficamos puxando o cara pelo pescoço pra enforcá-lo, e enquanto ele segura a corda pra não sufocar os caras sentam o sarrafo nele.

Depois de muita porrada, a magia que ele tava usando expira e a forma real aparece, um cara feito de ossos e um rabo com ferrão, um capeta.

Continuamos puxando o safado enquanto os caras batem de perto. O cara começa a dar ferroadas nos caras, pega o ranger e o monge, mas conseguimos pedalar o maldito.

Mando as aranhas fuçarem o local, encotram um baú, pegamos jóias, granas e uns braceletes pra arqueiros que fica pra mim.

No espelho aparece o mago mané que leva a gente de volta. Aparecemos na casa da patroa dele, uma mina bem gata, elfa azul com asas e um dragãozinho verde de estimação. Coletamos nossa recompensa e esperamos a próxima missão.

2 comentários

  1. Então lembrando que o nome do grupo é…é…é Arautos da Xifurimpula. Putz vai dar a mó sorte esse nome. Acho que dessa vez ñ irei morrer hahahahahahaha


  2. Vou me esforçar mais.



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