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“2º” de Kindred of the east – Hong Kong da Graci.

27/03/2009

“2º” de Kindred of the east – Hong Kong da Graci.

Nessa o Seyia entrou como Yun Lee, Tigre-demônio

Semanas se passam desde a última sessão. Tatsuo (pj do Angelo) vai checar seu dojo e dar aula quando é avisado pelo nosso Nushi, o Kirin Chuuki que ele está sendo observado e que tem criaturas no local. Tatsuo investiga e descobre montes de ratos que estariam sendo controlados por alguém. Eles decide fechar o dojo por uma semana pra limpar esse problema, passa tudo pros asseclas dele.

No dojo ele tromba um cara esquisito, um ocidental que tá no meio do dojo coletando coisinhas e guardando em saquinhos. Tatsuo cola junto e começa a conversar com o cidadão. Descobre que ele é um vampiro ocidental e tá investigando o aparecimento dos espíritos malvados pela cidade.

Tatsuo chama ele pra conversar num lugar mais reservado, meu barco. Convsersamos telepaticamente (graças ao Chuuki), ele me avisa sobre o cara e reservo um espacinho pra conversarmos.

Ele chega com o vampiro, sentamos na mesinha e trocamos idéia. Boto a banca em cima do coitado que dá uma tremidinha. Trocamos contato e ele se vai. Marco com Tatsuo de visitarmos a floresta pra ver os espíritos na noite seguinte.

Yun veio de Beijing, fala com um monte de gente e descobre nossa existência. Fala com o Kyosho, nosso japa-mentor, que descola o fone do Tatsuo pra ele.

Ele liga, conversam e marcar de se trombar na noite seguinte num restaurante.

Converso com o Chuuki sobre espíritos mas ele num me entende direito então fico conversando com ele o resto da noite pra ele começar a entender as gírias e me entender.

Naaaa noite seguinte vamos até a floresta. Levamos oferendas pros espíritos, fazemos uma cerimônia, o Tatsuo todo certinho e eu todo porra-louca, eles aparecem, pagam um pau pro Chuuki, ficamos amiguinhos e vamos pro cimitério. Lá o Tatsuo fala com os mortos, inclusive um cara que ele matou um tempo atrás. Fica de arrumar roupas e pás pros fantasmas (agora pra que diabos eles querem umas pás…).

Vamos pro restaurante encontrar o Yun. Tatsuo me arruma uma roupa chiquetosa e fico parecendo gente. Entramos, chamo a atenção do restaurante inteiro, o povo pensa que sou artista de cinema, tipo vilão de filme de kung fu. O yun já tá lá. Pedimos um montão de saquê e comida.

Conversamos, Yun diz que é protocolo da corte e tá investigando sobre um Akuma que anda recrutando novatos pro lado negro. Chama a gente pra se juntar as investigações mas recusamos. Trocamos contatos, ficamos de passar info um pro outro.

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