Archive for 8 de Maio, 2009

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3º sessão de Scion do Angelo

08/05/2009

3º sessão de Scion do Angelo

Nessa o Eros voltou pra mesa, tá como JFK III, filho de Afrodite (quem mais…). E a Lara faltou. Tzk tzk.

Começamos um pouco retroativo com JFK na cadeia. Um adevogado grandão e negão (meu papai) aparece dizendo que veio soltar ele. Diz que foi mandado pela ONG do meu Pj. Diz que oficialmente o senhor JFK foi deportado, então ele trouxe uma nova identidade e dinheiro. Libera ele da cadeia e ele se depara com sua mamão Afrodite num carrão. Entra e segue com ela até um apê. Ela explica a zorra toda pra ele, depois leva ele pra fora e faz ele voar até o céu pra ver a pretidão, sente várias coisinhas lá. Ensina ele a brilhar também. Depois chama Hades que aparece e complementa a explicação e dá um arco pra ele. Diz que ele vai abrir o caminho pro mundo da escuridão pra gente. Libera ele, ele liga pra gente e passamos o endereço da casa da Izel. Ele aparece lá.

Como visto na última sessão, saímos correndo de casa. No meio da rua vemos pessoas capotadas e destruição geral. O céu tá beeeem pretão. Como sabemos que Hades vai abrir o caminho pra gente resolvemos ir prum cemitério ver o que rola. No caminho eu, JFK e YUe caímos no sono como todo mundo.

Chegamos no cemitério, Hadinho vê um véio escroto cavando um cova. Diz que é o caminho pra ele mas que ele tem que pagar o tributo, manda ele procurar por aí. Hadinho vai sauqear os túmulos.

Izel vê seu papai Tezcatlipoca, ele diz que cada um tem que ir pelo seu prórpio caminho. Solta um viadinho e ele é furado por várias flechas, depois some. Depois que volta a si ela tenta me acordar fazendo um corte na minha mão, num funciona.

JFK, no sonhinho, vai parar num pântano macabro. Não lembro o que rolou, se alguma alma caridosa que estava presente quiser relatar, fazfavô.

Johan no hospital vê a zona na tv. Sai e liga pra Izel que manda ele vir pro cemitério. No meio do caminho ele capota de sono no volante. Vai parar numa paisagem nórdica. Ele encontra um guerreirão morto, pega o elmo, escudo e machadão do cara e prossegue. Alguém diz algo sobre ele ter que lutar pra sair. Então aparece um esqueletão armado e a treta começa. Johan arrebenta o cidadão e volta pro mundo dos acordados, segue pro cemitério.

No meu sonho vou parar numa floresta. Caminho e vejo só dois macacos me observando. Escuto uma cachoeira próximo. Chego até a cachoeira, faço uma pausa e escuto barulho no mato. Vou checar e encontro um dos macacos morto arrebentado. Escuto outro barulho, corro pra checar e vejo o outro macaco. Como num entendo nada de floresta levanto vôo e vou por cima. Reconheço o lugar como a floresta próximo duma montanha sagrada do Quênia. Vou seguindo até onde creio ter civilização.

No caminho vejo gorilões alados afogando pessoas num rio. Reconheço como criaturas míticas relacionadas aos mortos. Aterrizo e me escondo pra observar. Chamo por Exu e ele aparece. Todo malandrão fumando cachimbo. Pergunto sobre as criaturas e ele confirma minhas suspeitas, diz que eu tenho que passar pela ponte do rio pra poder voltar pro mundo normal. Ele me dá uma guia com 7 tridentinhos de ouro, diz que tenho que usá-los na hora certa. Depois ele vai embora.

Vou todo imponente em direção as criaturas. Chego numa e exijo passagem dando carteirada como filho de Xangô. O bicho pede prova então ativo o modo PoserPlus e começo a levitar, encaro o bicho e boto a banca. Ele libera a passagem. Do outro lado outro bicho me pára e diz que eu tenho que pagar o tributo pra continuar. Na malandrage dou um dos tridentinhos de outro pra ele. Ele me deixa passar e diz onde encontrar o cara que pode me mandar de volta, manda até uns guardinhas pra me escoltar. Dou uma última esnobada e sigo.

Chego numa cabana cheia das vuduzices. Entro e o Barão Samedi tá lá me esperando. Conversamos e ele me diz que temos (PJs) que nos encontrar num ponto ainda seguro do mundo da escuridão. Me mostra o local através dum espelhão. Diz pra deixar o pagamento já preparado. Depois me manda de volta.

Acordo, Johan chega, chamo todo mundo, mas Yue seguiu direto antes de conseguirmos falar com ela. Passo pra galera o local de encontro e dou um tridente pra cada um pra pagar pela viagem. Depois cada um segue seu próprio caminho. Chamo pelo Barão Samedi.

Izel caminha pelo mato, encontra seu papai que lhe dá uma roupa típica. Partem.

Johan tromba Odin que dá uma roupa também.

Hadinho e JFK seguem juntos, Hadinho entra na cova feita pelo véio escroto e some. JFK dá com a cara na terra. hehe. Mas sua mamâe aparece e leva ele através da luuuz.

Já eu vou sou levado por uma floresta onde trombo papai, que me dá umas peles, lança e escudão. Pergunta pelo pagamento e mostros o meu tridente e o que eu guardei pra YUe. Ele diz que eu devia pagar a pasegem de todo mundo, não entregar pra eles pagarem. Duh! Rolo umas semânticas e ele topa ver o que o Monolito (seja lá o que for isso) acha. Moral da história: bonzinhos só se fodem.

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6º sessão de D&D du mal do Seiya.

08/05/2009

6º sessão da mesa de D&D du mal do Seiya.

Episódio de hoje: Pegadinha do Mallandro

começamos com Acheron ainda no ferreiro/a lidando com sua nova mega manopla. Fica conversando abobrinhas.

Enquanto isso eu e Norian continuamos fuçando na dungeon. Achamos uma escada espiral que sobe e desce. Resolvemos descer. Conforme andamos o calor aumenta demais. Norian depois tomar uns danos radiativos calorentos decide voltar pela escada. Eu sigo com umas magiquinhas de proteção. Detecto ouro mais pra frente.

O calor aumenta, chego num lugar cheio de lava e encanamentos. Mais magiquinhas e vou passando, mais adiante fogo sai do chão, sem problemas, ando no ar mesmo. Chego finalmente numa sala cheeeeia de ooouro e tralhas mágicas. Noto uma aura mágica relacionada a planos ali então solto uma magia impedindo viagens planares. Aparece um bichão humanóide com asas e espadas flamejantes como mãos. Reconheço como bichinho bonzinho, fudeu. Ele diz que usei a magia certa mas tarde demais pois assim não poderia mais banir ele de volta pro outro plano. Aiai…

Norian vê coisa se aproximando, contrutos carnudos ou zumbis metalizados, algo assim. Ela tenta conversar mas os bichos disparam uma rajada de frio nela, ela sai correndo e acaba atravessando uma parede falsa ou portal, vai parar num lugar escuro cheio de murmúrios e gente sofrendo. Continua correndo passando por paredes e acaba na sala onde eu tô. Vê o bichão ali e fica muquiada.

Deixo uma cópia ilusória minha e ando invisível pela sala. O bichão ataca minha cópia então crio um paredão de pedra prendendo ele. Me junto com Norian, começo a pilhar rapidão os dinheirinhos enquanto o bicho tenta escapar. Quando estamos saindo o bichão se solta e vem até a gente. Na fuga invoco um elementalzão de pedra pra brigar com ele mas o bicho devolve o elemental pro plano original. Damn… Tento banir o safado mas ele é forte demais. Ele chega até mim, pega minha bolsa do espaço infinito e me deixa ir embora. Corno! Corro até ele e dou um pedala mágico que dá muito dano. Ele cai e começa a se desmaterializar. Consigo puxar minha bolsa antes dele sumir. Saímos de lá.

No caminho da saída trombamos os amigos da Norian, os Carnudos. Tento criar uma parede neles mas tomo uma rajada fria antes e a magia falha. Crio outra cópia ilusória e saímos correndo. Saindo da dungeon noto minha bolsa ficando muito pesada. Checo e descubro que tudo que eu peguei virou chumbo. Deixo lá e volto pro meu quarto na taverna de luxo. Fico lá fazendo runas… Tzk tzk…

Norian vai passear e encontra um elfo safado que transoformá-la em modelo pros quadros dele, mas ela deixa o mano. Depois tromba com um cara, conversa e descobre ser o pai do Acheron. Direciona o cara pro Acheron. Depois uma voz do além dá um papel ou algo assim com uma profecia ou enigma, algo a ver com a deusa dela, Shar. Ou não. Ela vai pruma bibliotecona e fica lá tentando decifrar o bagulho.

Acheron se encontra com papai e conversam sei lá o que.

Termino minha runa rápido demais. Então vejo minha deusa na minha cama, Beshaba. Conversamos amenidades e ela me passa a tal profecia também. Diz que todos nós do grupo vamos atrás de um mesmo objetivo. Tá né.

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1º sessão de D&D do Alvaro

08/05/2009

1º sessão de D&D do Alvaro

4º nível. Eu tô como Boulder, elfo da floresta guerreiro brutamontes com um escudão que só falta ter uma maçaneta. Temos o Danizinho como Arturius, humano clérigo de Kord, deus da sorte. Foice como Conan, humano bárbaro. E o Leo como Kolak (ou era Kalok?), meio-orc paladino de heironeous.

Começamos numa cidadezinha, havíamos sido contratados junto com mais uns 20 caras pra proteger a cidade que andava sendo atacada por bandidos. Nosso contratante tinha sumido há um mês já. Era noite, chovia, só havia sobrado nós Pjs e uns 10 caras. Descansávamos numa casa abandonada caindo aos pedaços. Todo mundo tenso por não saber o que diabos tava acontecendo.

Durante a noite ouvimos barulho lá fora, no andar de cima da casa. Vou checar enquanto o resto da galera se prepara pra pancadaria. Noto um barulho e alguém passando so lado de fora. Faço um buraco com um murro pra ver o que é. Um raio ilumina tudo lá fora, vejo um mané olhando pelo buraco surpreso. Enfio a mãozona pelo buraco e puxo o safado prendendo a cabeça dele. Arrebento o resto da parede e puxo o cara já jogando ele pra galera socar.

O cara aterrisa no meio do povo que já faz montinho nele. Noto que há mais caras quase na porta, aviso o povo. Vários manés entram, bárbaros vestindo peles e armas grandes. Começa a pancadaria.

Conan puxa a corrente que segura a lamparina e enrola na mão. Um mané tenta acertá-lo mas passa direto, então Conan desce a correntada no mané, a lamparina pega no cara que flamba imediatamente. Cai uns tecos de fogo pelo chão e começam a incendiar a casa. (clássico Foice…)

Kolak e Arturius, e mais o resto dos guerreiros ficam surrando os manés. Lá em cima eu vigio lá fora procurando mais atacantes ou qualquer outra coisa.

Um mané aparece do nada lá fora e tenta me acertar, mas erra. Dou uma escudada nele pra mandar ele pra baixo mas ele aguenta o tranco. Ainda tenta me bater mas continua errando. Dou mais um tranco e arremsso o cara, que se estabaca lá em baixo.

Na treta o fogo começa a se alastrar. Nossos amiguinhos começam a morrer. Pjs sentam porrada.

Lá em cima eu olho mais 3 manés se aproximando da casa. Pulo lá de cima com meus escudão cheio dos espinhos pra baixo dando uma de surfista e aterrizo em cima de dois manés, pregando-os no chão (adoro ser brick hehehe). Dou uma grunhida e o terceiro se borra todo. Mando se render e ajoelhar. Ele Obedece. Pego-o pelo cangote e enfrego a cara na parede tentando tirar informações.

Lá na treta só os pjs ainda tão vivos, mas tão levando de boa.

Um cara montado num cavalo aparece lá fora, identifico como o líder. O cara toca uma corneta. Libero o carinha que eu tava interrogando e tento chamar o líder pra porrada mas ele ri e sai fora.

Lá dentro os manés começam a bater em retirada. Dou a volta na casa e bloqueio a saída de alguns. Os manos matam o resto, pegamos dois pra interrogar. A casa toda pega fogo.

No interrogatório separamos os caras. Eu e Conan fazemos o good cop/bad cop. Conan fica tentando estraçalhar o carinha enquanto eu sou legal e converso de boa. O cara fala onde fica o esconderijo, numas cavernas ali perto, diz que queriam só mantimentos e que essa terra pertence a eles. Não conseguimos muita coisa útil dele.

O outro cara é interrogado por Kolak. Conan corta fora os dedos do cara. Kolak cura ele. O cara revela a mesma coisa só que é mais forgado, ofende o deus do Kolak. Ele arrebenta a mandibula do mané e Conan o empala por trás. Kolak dá a extremunção.

Levo o meliante vivo pra cadeia e mostro pro xerife. Mostro que são só humanos e toda a info que conseguimos. Falo pra tratarem o meliante com misericórdia e aconselho juntarem a cidade e decidirem o que fazer pois só restaram 4 guerreiros e tem mais um monte bandido. Se formos atrás deles a cidade fica desprotegida e se esperarmos o próximo ataque pode não adiantar muito. Aconselho partirem dali pruma terra mais amigável. Digo pra ele pegar os equipamentos dos caras que morreram pra não cair nas mãos dos bandidos. O xerife fica de falar com o conselho.

Descobrimos que a cidade foi saqueada durante o ataque, a treta foi só pra nos distrair mesmo. Ficamos esperando a cidade dicidir mas ficam enrolando. Notamos barulhos de vários cavalos se aproximando. Vemos uma galera gigante vindo.

Nos preparamos pra pancadaria de novo. Eu e Conan armamos uma emboscada na entrada de cidade pra derrubar os cavaleiros. Arturius e Kolak ficam servindo de isca. Porém notamos ser o cara que nos contratou e mais guerreiros, uns 50.

A guerreirada entra na cidade e vai dispersando. Contamos pro cara o que aconteceu e pegamos nosso pagamento. Ele diz que tem outro trampo pra gente e que a cidade será cuidada pelos caras que ele trouxe.

Partimos com ele. No caminho ele diz que tem uma zica bem grande pra acontecer e que temos que resolver.

Paramos um momento pra descansar. Conam dorme, Arturius vai pescar. O cara, Lymon (eu acho) joga uns pozinhos na fogueira e faz umas luzes. Questionamos e ele diz ser alquimia. O tempo passa. Notamos coisas grandes se aproximando rápido. Alertamos os distraídos e esperamos.

Vemos dois javalis gigantes se aproximando. Jogo uns estrepes no caminho deles pra atrasar, funciona com um deles. O outro passa direto e ataca Kolak com uma bela presada. Kolak segura na presa do bicho e fica batendo. Eu consigo bloquear o ataque e desço marretada nos bicho. Conan e Arturius ainda meio surpresos correm pra briga.

Suprimento de Bacon pra sempre.

Suprimento de Bacon pra sempre.

Eu e Kolak continuamos batendo, Conan pula em cima dum dos bichos e fica atacando-o de cima. Arturius usa uma magia e me faz crescer, distribuo marretadas loucamente. Um javali desfere um puta golpão em Kolak mandando-o longe quase pra outra vida. Arturius corre pra curá-lo.

Um javali cai, fazemos montinho no restante. Tomo uma bordoada que me manda longe. Arturius também toma uma. Conan pula no bicho e consegue finalizar a treta. Curamos-nos e vemos que Lymon ficou ali perto só olhando a treta toda.
Suspeitamos que ele que trouxe esses bichos pra nos testar, mas desencanamos. Seguimos viagem.

Chegamos em outra cidade, vamos pra casa do Lymon, uma puta mansão. Somos recebidos por uma gostosona. Lymon deixa a gente relaxar um tempo pra depois conversarmos.

Conan pede um banho. Duas minas preparam pra ele que aproveita e seduz as minas, fica lá procriando.

Kolak também via tomar banho mas sozinho.

Eu e arturius nos empanturramos de comidas diversas e muito boas.

Arturius vai pro quarto e começa a converter uma serva. A serva joga charme e acaba levando o pobre clérigo pra cama.

Kolak e eu nos trombamos, ele pede preu arrumar a placa peitoral da armadura dele. Pego-a e vou passear pela cidade. Fico na forja arrumando a placa e depois vou pra taverna. Tudo tranquilo e volto pra mansão.

Conan e Kolak conversam com Lymom. Ele explica sobre a zica que vai acontecer, algo relacionado com uns deuses e objetos. Diz que temos que pegar esses objetos. Chego, me passam as infos. Depois Arturius chega e passamos pra ele também. Ficamos de caçar os objetos no dia seguinte.