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1º sessão de D&D do Alvaro

08/05/2009

1º sessão de D&D do Alvaro

4º nível. Eu tô como Boulder, elfo da floresta guerreiro brutamontes com um escudão que só falta ter uma maçaneta. Temos o Danizinho como Arturius, humano clérigo de Kord, deus da sorte. Foice como Conan, humano bárbaro. E o Leo como Kolak (ou era Kalok?), meio-orc paladino de heironeous.

Começamos numa cidadezinha, havíamos sido contratados junto com mais uns 20 caras pra proteger a cidade que andava sendo atacada por bandidos. Nosso contratante tinha sumido há um mês já. Era noite, chovia, só havia sobrado nós Pjs e uns 10 caras. Descansávamos numa casa abandonada caindo aos pedaços. Todo mundo tenso por não saber o que diabos tava acontecendo.

Durante a noite ouvimos barulho lá fora, no andar de cima da casa. Vou checar enquanto o resto da galera se prepara pra pancadaria. Noto um barulho e alguém passando so lado de fora. Faço um buraco com um murro pra ver o que é. Um raio ilumina tudo lá fora, vejo um mané olhando pelo buraco surpreso. Enfio a mãozona pelo buraco e puxo o safado prendendo a cabeça dele. Arrebento o resto da parede e puxo o cara já jogando ele pra galera socar.

O cara aterrisa no meio do povo que já faz montinho nele. Noto que há mais caras quase na porta, aviso o povo. Vários manés entram, bárbaros vestindo peles e armas grandes. Começa a pancadaria.

Conan puxa a corrente que segura a lamparina e enrola na mão. Um mané tenta acertá-lo mas passa direto, então Conan desce a correntada no mané, a lamparina pega no cara que flamba imediatamente. Cai uns tecos de fogo pelo chão e começam a incendiar a casa. (clássico Foice…)

Kolak e Arturius, e mais o resto dos guerreiros ficam surrando os manés. Lá em cima eu vigio lá fora procurando mais atacantes ou qualquer outra coisa.

Um mané aparece do nada lá fora e tenta me acertar, mas erra. Dou uma escudada nele pra mandar ele pra baixo mas ele aguenta o tranco. Ainda tenta me bater mas continua errando. Dou mais um tranco e arremsso o cara, que se estabaca lá em baixo.

Na treta o fogo começa a se alastrar. Nossos amiguinhos começam a morrer. Pjs sentam porrada.

Lá em cima eu olho mais 3 manés se aproximando da casa. Pulo lá de cima com meus escudão cheio dos espinhos pra baixo dando uma de surfista e aterrizo em cima de dois manés, pregando-os no chão (adoro ser brick hehehe). Dou uma grunhida e o terceiro se borra todo. Mando se render e ajoelhar. Ele Obedece. Pego-o pelo cangote e enfrego a cara na parede tentando tirar informações.

Lá na treta só os pjs ainda tão vivos, mas tão levando de boa.

Um cara montado num cavalo aparece lá fora, identifico como o líder. O cara toca uma corneta. Libero o carinha que eu tava interrogando e tento chamar o líder pra porrada mas ele ri e sai fora.

Lá dentro os manés começam a bater em retirada. Dou a volta na casa e bloqueio a saída de alguns. Os manos matam o resto, pegamos dois pra interrogar. A casa toda pega fogo.

No interrogatório separamos os caras. Eu e Conan fazemos o good cop/bad cop. Conan fica tentando estraçalhar o carinha enquanto eu sou legal e converso de boa. O cara fala onde fica o esconderijo, numas cavernas ali perto, diz que queriam só mantimentos e que essa terra pertence a eles. Não conseguimos muita coisa útil dele.

O outro cara é interrogado por Kolak. Conan corta fora os dedos do cara. Kolak cura ele. O cara revela a mesma coisa só que é mais forgado, ofende o deus do Kolak. Ele arrebenta a mandibula do mané e Conan o empala por trás. Kolak dá a extremunção.

Levo o meliante vivo pra cadeia e mostro pro xerife. Mostro que são só humanos e toda a info que conseguimos. Falo pra tratarem o meliante com misericórdia e aconselho juntarem a cidade e decidirem o que fazer pois só restaram 4 guerreiros e tem mais um monte bandido. Se formos atrás deles a cidade fica desprotegida e se esperarmos o próximo ataque pode não adiantar muito. Aconselho partirem dali pruma terra mais amigável. Digo pra ele pegar os equipamentos dos caras que morreram pra não cair nas mãos dos bandidos. O xerife fica de falar com o conselho.

Descobrimos que a cidade foi saqueada durante o ataque, a treta foi só pra nos distrair mesmo. Ficamos esperando a cidade dicidir mas ficam enrolando. Notamos barulhos de vários cavalos se aproximando. Vemos uma galera gigante vindo.

Nos preparamos pra pancadaria de novo. Eu e Conan armamos uma emboscada na entrada de cidade pra derrubar os cavaleiros. Arturius e Kolak ficam servindo de isca. Porém notamos ser o cara que nos contratou e mais guerreiros, uns 50.

A guerreirada entra na cidade e vai dispersando. Contamos pro cara o que aconteceu e pegamos nosso pagamento. Ele diz que tem outro trampo pra gente e que a cidade será cuidada pelos caras que ele trouxe.

Partimos com ele. No caminho ele diz que tem uma zica bem grande pra acontecer e que temos que resolver.

Paramos um momento pra descansar. Conam dorme, Arturius vai pescar. O cara, Lymon (eu acho) joga uns pozinhos na fogueira e faz umas luzes. Questionamos e ele diz ser alquimia. O tempo passa. Notamos coisas grandes se aproximando rápido. Alertamos os distraídos e esperamos.

Vemos dois javalis gigantes se aproximando. Jogo uns estrepes no caminho deles pra atrasar, funciona com um deles. O outro passa direto e ataca Kolak com uma bela presada. Kolak segura na presa do bicho e fica batendo. Eu consigo bloquear o ataque e desço marretada nos bicho. Conan e Arturius ainda meio surpresos correm pra briga.

Suprimento de Bacon pra sempre.

Suprimento de Bacon pra sempre.

Eu e Kolak continuamos batendo, Conan pula em cima dum dos bichos e fica atacando-o de cima. Arturius usa uma magia e me faz crescer, distribuo marretadas loucamente. Um javali desfere um puta golpão em Kolak mandando-o longe quase pra outra vida. Arturius corre pra curá-lo.

Um javali cai, fazemos montinho no restante. Tomo uma bordoada que me manda longe. Arturius também toma uma. Conan pula no bicho e consegue finalizar a treta. Curamos-nos e vemos que Lymon ficou ali perto só olhando a treta toda.
Suspeitamos que ele que trouxe esses bichos pra nos testar, mas desencanamos. Seguimos viagem.

Chegamos em outra cidade, vamos pra casa do Lymon, uma puta mansão. Somos recebidos por uma gostosona. Lymon deixa a gente relaxar um tempo pra depois conversarmos.

Conan pede um banho. Duas minas preparam pra ele que aproveita e seduz as minas, fica lá procriando.

Kolak também via tomar banho mas sozinho.

Eu e arturius nos empanturramos de comidas diversas e muito boas.

Arturius vai pro quarto e começa a converter uma serva. A serva joga charme e acaba levando o pobre clérigo pra cama.

Kolak e eu nos trombamos, ele pede preu arrumar a placa peitoral da armadura dele. Pego-a e vou passear pela cidade. Fico na forja arrumando a placa e depois vou pra taverna. Tudo tranquilo e volto pra mansão.

Conan e Kolak conversam com Lymom. Ele explica sobre a zica que vai acontecer, algo relacionado com uns deuses e objetos. Diz que temos que pegar esses objetos. Chego, me passam as infos. Depois Arturius chega e passamos pra ele também. Ficamos de caçar os objetos no dia seguinte.

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