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4º sessão de CdZ do Tib

16/05/2009

4º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib

Bem, depois da treta passada fomos designados para aprender com os cavaleiros de Ouro. Eu e Sati fomos com Hanna de Aquário.

Lá no oásis dela fomos instruídos na filosofia do cosmo e sétimo sentido. Conforme Hanna falava a água ao nosso redor rodopiava e gastava todo orçamento de efeito especial. Então para surpresa de todos somos teleportados pro meio do oceano. Hanna é mandada de volta pro Santuário, eu e Sati começamos a cair de beeem alto pro oceano.

De novo somos teleportados, aparecemos numa salinha simples, numa torre sem portas e cheia das coisas bizarras. Somos recebidos por um cara élfico de cabelo rosa e manto. Sati fala com ele como se já o conhecesse, eu só fico ali perdido. Os dois discutem sobre ela assumir sua verdadeira herança, vejo no cara momentaneamente a armadura de ouro de Áries. Me jogam na conversa, como eu sou a outra parte de Sati eu também vou me lascar. O cara é o pai da Sati, ela topa a parada e é levada pra sabe-lá-deus-onde.

Eu sou levado pra outro quarto, vários materiais bizarros separados no chão. Um cara élfico diz que trouxeram tudo que eu iria precisar e se quisesse mais algo era só chamar. Começo a analisas os materiais, separo eles em pilhas que eu acho serem as certas e começo a juntar as coisas. Lá fora a chuva come solta, coleto um cuia de água.

Fico uns dias lá montando um tambor ritual. Fica bem fodão. Do nada entra no quarto um pivete reclamando que pegaram as ferramentas dele e ele quer de volta. Reconheço o pivete, é a criança que os aspirantes trouxeram pro Santuário quando faziam a missão de coletar os itens pra pedra filosofal pra me destransformar de pedra. Ele me reconhece e fica de boa, diz que posso usar as ferramentas dele. Pega um teco dum metal fodão que tem lá e começa a forjar algo. Estréio meu tambor e ajudo o muleke. Um som de flauta entra no meio. O muleke termina e mostra o que fez, um bracelete bunitão. Ia dar um dos nomes manés que ele costuma dar pras coisas mas eu recomendo que ele pergunte ao item qual o nome dele. Ele faz e diz que é a Lágrima de Lemúria e que vai ser o meu presente pro casamento. Pego o troço, embrulho e guardo. No canto o elfo ranzinza guarda a flauta. hehe.

Tenho um sonho com Nalbert, ele está no escuro perdido, uma névoa vem, uma silhueta aparece, a névoa encobre os dois e somem. Damn. No outro sonho vejo Ken parado na minha cabana explodida me esperando, só que ele tá sem comer e dormir há dias. Procuro Hanna nos sonhos e peço pra ela cuidar do Ken até eu voltar. Ela vai lá e força o caboclo a comer e dormir.

Volto pro trampo. Começo a juntar umas tralhas e faço parte de um dreamcatcher fodão. Noto que eu fiquei sem comer todo esse tempo, então resolvo fazer uma pausa e forro o bucho. O elfo ranzinza que tem me acompanhado tanto tempo me traz chá. Ele num anda, desvanece. Ele serve nós dois e outra pessoa. Aparece (ou revanece?) o sogrão, tomamos chá, ele pede pra ver o bracelete, mostro pra ele. Ele diz que foi culpa dele o bagulho ter se perdido mas nós acordamos ele. Diz que deve ficar com aquela que é a ligação entre a Lemuria e o Santuário, Sati. Guardo o troço denovo. O sogrão diz que como eu tô ligado na Sati eu vou sentir uma dor lascada em breve e que eu tenho que aguentar. Fichinha…

No dia seguinte eu começo a sentir a tal dor, como se puxassem meu esqueleto e o partissem tentando me esticar. Tudo meu é quebrado. Tento chamar por mais um pouco da dor pra que a Sati possa sentir menos. O elfo ranzinza olha bem surpreso.

Acordo dias depois todos cheio de talas e bandagens, sem conseguir me mexer. O elfo ranziza já mais camarada conversa comigo. Ele me diz sobre não me precisar me mexer pra por sair dali, então faz um link telepático comigo e vejo a infância dele aprendendo a desvanecer. Ele pede segredo e eu concordo se ele me trouxer mais chá. Ele diz que o chá está na casa dele, e que o almoço é servido ao meio-dia, e some. Uma semana depois faminto eu consigo meu desvanecer também e apareço lá. Almoço com ele e a família, todo mundo falando na minha mente ao mesmo tempo.

Detalhe: agora que estou com menos bandagens e talas noto que meu corpo mudou. Tô mais esguio, barba e cabelos escuramente esverdeados, mais élfico. Então penso que é melhor fazer a barba pois a Sati não vai gostar. Então ouço ela falar que num vai mesmo. Viro e a vejo parada na porta. Também meio diferente, mais encorpada, com cabelo rosa e pontos na testa. Ceninha de amor padrão.

Voltamos pro meu quarto e agora com a mente totalmente focada termino o Dreamcatcher fodão. Entrego pra ela a Lágrima de Lemúria. Tento fazer um cachimbo mas a madeira não quer virar um cachimbo. Tenho um pesadelo com a árvore me cortando. Sati me entrega um cajado firulado.

O pivete entra de novo e com ajudantes. Diz que tem que fazer a espada do sonho dele, começa a montar a forja e pede preu fazer um buraco na parede pra ele. Faço um buraco circular na parede, depois faço olhos e sobrancelhas bravas. O muleke delira e começa a chamar o troço de senhor Buraco. A Sati se segura pra não gargalhar. Tenho uma visão do futuro, o muleke já com armadura ensinando uma pivetada, fazendo um buraco no chão e chamando de senhor Buraco. A Sati diz que nosso filho vai adorar o senhor Buraco. Hehehe. Surreal. O muleke faz a bagunça e me entrega uma barra de metal, diz preu entregar pra mestra. Fica chateado por não ter feito ainda a espada do sonho.

Eu e Sati vamos lá fora e eu tento me conectar com meu totem. Vou parar num plano todo zuado em ruínas e se desintegrando. Peço uma última vez pela ajuda do Corvo pra me levar até meu avô Trovão. Ele me pega com as garras e me joga noutro plano. Lá vejo um homem bombado e velho, um mulequinho e um touro tarombado. O muleke encara o touro. O touro começa a investida. Por reflexo eu tiro o muleke da frente e encaro o touro. Carrego a luz numa mão e o choque em outra e descarrego meu Thunderclap segurando os chifres do bicho. Güento o tranco e vou sendo arrastado. Deixo que ele gaste toda sua força enquanto eu apenas o controlo. Num último esforço ele ergue e bate com as patas no chão fazendo um mega trovãozãozãozão. Então o touro me pergunta qual o meu nome. Digo que é Trovão, que é Touro. Ele diz que então meu nome deve ser Aldebaram, pois todos aqueles que são o Touro são Aldebaram. Digo que meu nome é Aldebaram. Mais trovões e raios e estamos eu e Sati todo arrebentados no chão.

Digivolvendo.

Digivolvendo.

Ficamos ali deitados curtindo nosso dano por um tempo e resolvemos voltar. Damos a mão e voltamos pro Santuário.

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