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Sessão aleatória de CdZ minha – Viajem do Ken

16/05/2009

Sessão aleatória de CdZ minha – Viajem do Ken

Aldebaram (vai ser difícil acostumar) e Sati chegam de volta ao Santuário. Aldebaram encontra Ken nas ruínas de sua ex-cabana. Graças a Hanna ele ainda está vivo. Os dois conversam, Ken estranha a nova aparência do amigo, depois dão um pulo na casa de Aldebaram. Entram e Ken dá de cara com Sati, sem máscara. Fica todo preocupado por tê-la visto sem máscara, vira a cara e fica se desculpando, não a reconhecendo. Sati ri, Aldebaram explica que é a Sati. Ken fica impressionado com a gostosura que ela ganhou. Ken e Aldebaram saem pra tratar da zica espiritual de Ken.

Os dois vão até um morrinho, várias tralhas xamânicas ali. Aldebaram inicia as práticas, pinta o corpo de Ken, canta, toca tambor, liga as ervas e tudo mais. Logo Ken se vê num deserto, nada na paisagem pra qualquer lado. Depois de um tempo vê Aldebaram ao seu lado. Ken percebe que está em sua cabeça. Os dois passeiam sem rumo.

Então uma enoooorme tempestade de areia se aproxima. Ken tenta fazer um buracão no chão, mas vê que seus golpes não funcionam direito. Aldebaram entrega pro Ken um lenço vermelho com um coração laranja porcamente bordado. Depois tampa a própria cara com outro lenço, Ken faz o mesmo. A tempestade bate e ninguém vê mais nada. Começam a andar sem rumo. Depois de um tempo Aldebaram explica pro Ken que pra achar o caminho certo ele tem que sentir pra onde vai o vento. Ken presta atenção e começa a guiar o caminho.

Finalmente saem da tempestade, o clima está totalmente tranqüilo. Olham pra trás e vêem um tiozinho barrigudo com shorts de futebol e camiseta de vereador furada chacoalhando um grande pano amarelo. O cara fica correndo pra lá e pra cá fazendo barulhos de vento com a boca. Aldebaram explica que aquele ali é a tempestade. Ken acha tudo maluco.

Ambos vêem ao longe uma cabana. Se aproximam e reconhecem a cabana de Ken. É a única coisa na paisagem. Ken bate na porta mas Aldebaram já vai entrando. Na porta há uma plaquinha “Cabeça, doce cabeça”. Ken entra e reconhece sua casa, ou pelo menos a que ele mora atualmente. Ambos ficam de boa conversando quando ouvem uma batida na porta. Ken abre e vê uma mulher simples com uma criança nos braços, lá fora há uma tempestade lascada que deixam a mulher e a criança ensopado e tremelicantes. Ken a deixaela entrar. Aldebaram já prepara um toalha pra eles. ken pergunta o que houve mas a mulher não diz nada de útil. Ken e Aldebaram ficam ajudando-a.

Novamente uma batida na porta. Ken abre e vê dois caras todo arrebentados, deixa entrarem e começa a cuidar deles. Pergunta o que houve mas nada de útil de novo. Então passa um cara quebrando a janela, outro vem logo em seguida mas Ken o segura e puxa. Uma pata com garras tenta agarrar algo pela janela. Ken vê um urso polar lá fora rondando a casa. Sai e não vê mais o bicho. Volta e mais pessoas começam a aparecer todas precisando de algo. ken vai deixando entrar até que se enfeza e começa a mandar todo mundo embora, mas ninguém quer sair.

Acidentalmente as pessoas começam a quebrar as coisas da casa, TV, vídeo games, copos, pratos, cadeiras, tudo. Mais pessoas entram, Ken tenta impedir mas as pessoas não deixam ele chegar até a porta, a casa fica entupida. Até uma estátua de ferro puxando uma vaca de porcelana pintada com borboletas coloridas entra na casa. Ken vê um esquimó andando lá fora numa nevasca, pede pra ele construir um iglu lá fora.

Nas TVs começam a passar desenhos, documentários, filmes, reality shows, todo tipo de programa onde o Ken é o protagonista e mostra as cenas de torturas que ele passou por anos antes de vir pro Santuário. As pessoas vêem tudo como apenas programas de TV. Ken tenta enxotar, bater, gritar mas nada adianta. Começa a ficar paralisado por estar sendo tocado por aquele monte de gente, mais pessoas entram, mais destruição e baderna.

Aldebaram abre caminho na brutalidade e isola Ken num canto, fica escorando as pessoas pra que não encostem nele. Ken não sabe o que fazer, Aldebaram e ele conversam vendo as opções. Aldebaram deixa claro que quem manda lá é o próprio Ken e ele tem que fazer o que achar certo. Ken resolve destruir a casa, mas casa golpe na parede as pessoas começam a consertar e fazer remendos, puxam Aldebaram e o derrubam, começam a pisoteá-lo, Ken se enfeza e explode o teto. A baderna triplica, Ken briga com todo mundo e explode as paredes, derruba tudo. Todos começam a tomar chuva, neve, vento, sol na cabeça. As pessoas totalmente perdidas começam a correr em pânico.

A mulher e criança novamente ficam ensopadas, Ken dá uma tábua pra que ela se proteja da chuva. Ela fica seca e vai embora. Ken começa a ajudar um por um e eles começam a dispersar. Ken percebe que enquanto eles tiverem um local seguro pra se abrigar eles não vão querer sair e seguir com seus caminhos, então não podem ter um local seguro. Ken conversa com o esquimó que dá uns conselhos Jedi pra ele. Todos vão embora.

Ken conversa com Aldebaram e resolve construir a casa novamente, só que agora ele vai ser mais cuidadoso com quem entra lá. Constrói tudo sozinho enquanto Aldebaram o faz companhia. Quando tá tudo pronto Ken convida Aldebaram pra entrar. Ambos entram e Aldebaram começa a preparar um rango esperto pros dois. Novamente uma batina na porta. Ken vai lá fora, tranca a porta e vê o que tá pegando. Um mulher preocupada pergunta pelo filho dela, Ken avista bem longe um muleke correndo. Ken leva a mulher até o muleke e eles vão embora.

Ken volta pra casinha feliz. Acorda e vê que está no morrinho todo pintado. Aldebaram tá caído viajando na batatinha. Ken vê os espíritos passando mas nenhum deles enche o saco dele, como se nem o visse. Ken se aproxima de um e pergunta qual o problema, o cara pede por um último trago. Ken dá uma ponta acesa que Aldebaram deixou por ali. O cara fuma e some. Ken começa a resolver os problemas dos fantasmas um por um, por que quer e não por ser obrigado.

Aldebaram sai e encontra seu discípulo Folk e o ajuda com o treino dele, além de uns conselhos Jedis viajados.

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