Archive for Junho, 2009

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2º sessão da minha mesa de D&D

26/06/2009

2º sessão da minha mesa de D&D

Episódio de hoje: Passeio no bosque ou Conduzindo Miss Lutia.

Já aviso que é grande hein.

Os nomes dos personagens são Loren (ranger da Pri), Meriadoc (mago do Tib), Dort (ladrão do seiya) e o do palada do Dib é bizarro demais preu lembrar.

Começamos com nossos heróis chegando à cidadezinha genérica. Trombam um guardinha entediado na entrada da cidade, ele é bem amigável por achar que o palada é um nobre com servos. Indica onde eles podem arrumar quartos. Eles segue até a estalagem, só um cara bebendo no balcão, pedem comida e bebida, Meriadoc fica com frescuras com sua bebida. Conversam um pouco, começam a checar as coisas que pegaram do povo que eles derrotaram. Vários bagulhinhos mágicos, uma grana razoável, uma boa pilhagem.

Enquanto Meriadoc e Dort avaliam as coisas o palada e Loren notam o taverneiro de olho na mesa. Loren o encara e ele pára de olhar, o palada vai conversar com o cidadão pra entretê-lo enquanto seus companheiros avaliam as coisas. Depois todos vão pros quartos, meninos em um meninas em outro. A noite vai passando.

Lá pra quatro da madruga Loren acorda meio confusa, vê as paredes do quarto ficarem embaçadas, logo tudo tá embaçado e enevoado, Lutia flutua ao seu lado. Loren tenta acordá-la mas não consegue, taca algo na janela mas a coisa some na névoa. Se prepara pra pancadaria. Começa a ouvir uma voz grave, ela vê um cara estranhão parado ali falando. Ele diz que a mestra dele deseja encontrar com Loren e seus companheiros pois sabe da zica em que se meteram e precisam de ajuda, diz que Lutia é muito importante e que a proteção dela é essencial. Se apresenta como Halarum e sua mestra é Venize, ambos seguidores de Elona, deusa dos matos, mesma deusa que Loren segue. Diz que podem encontrar ele e sua mestra numa direção tal há algumas horas de viajem. Diz para seguirem o pássaro e lhe entrega um ovo.

Loren acorda e tudo está normal, em sua mão o ovo. Ela levanta e fica pensando, logo Lutia fica agitada na cama e acorda assustada perguntado se todos estão bem. Loren conta o evento pra Lutia e pergunta se sabe algo, Lutia diz que Halarum é nome do filho perdido de Halathar. Loren aguarda amanhecer pra pentelhar os caras.

Você gostaria de acordar com esse cara no seu quarto?

Você gostaria de acordar com esse cara no seu quarto?

No quarto fedido, Meriadoc acorda e o palada vai dormir. Meriadoc começa a decorar suas magias. Amanhece e Loren bate na porta deles, Dort acorda, Loren conta pra eles o ocorrido. Meriadoc reconhece o nome Venize duns inscritos sobre magia alternativa, plantas e feitos heróicos grandiosos de tempos atrás. Loren diz que naquela direção há um pântano nada amigável. O palada acorda, todos discutem o que fazer. Resolvem ir até a tal Venize, pois ela pode lhes ajudar a ressuscitar seu amigo anão Kromlek.

De manhã, Loren e Lutia vão tomar café, o palada manda dar um trato em sua armadura e marreta e depois rezar na igrejinha local, Dort vai comprar tralhas pra viajem e Meriadoc fica no quarto avaliando os itens achados. Dort compra uns cavalos com Loren, o ovo começa a rachar e chacoalhar, Loren apressa o povo, o palada pega suas tralhas de volta, então o ovo quebra, seus cacos somem como purpurina, emerge um lindo pássaro azul que ninguém reconhece, ele levanta vôo e todos seguem o tal.

Umas horas de cavalgada depois todos avistam o tal pântano. O pássaro entra no matagal e todos seguem. (o Dib teve que sair então o Fernando assumiu o controle do palada a partir daí) Conforme avançam a mata fica mais densa, úmido pra cacete, a loba de Loren reclama o tempo todo, e logo eles ouvem alguém se aproximando bem rápido pelo mato. Um bicho humanóide verde alucinado pula do nada em cima do grupo, mais precisamente em cima de Dort. O bicho ataca mas o grupo abate ele rapidamente quando a Loba abocanha a cabeça do cidadão por trás e o gira ferozmente.

Tem cada coisa no mato.

Tem cada coisa no mato.

Antes que todos possam respirar aliviados notam seres amarelos se aproximando rápido da mesma direção que esse maluco apareceu. Todos voltam pra seus cavalos e dão no pé. As coisas amarelas os perseguem, agora todos notam que são sapos humanóides dum amarelo berrante gritando ugabugas e taca varetas. Uma lancinha passa pelo grupo, o palada e Meriadoc se embananam com os caminhos do pântano e se atrasam dando tempo pros sapões chegarem. Lutia quase cai do cavalo mas Meriadoc a salva. O resto do povo volta e a pancadaria começa! Uhuuu!!!

Direto do Livro dos Monstros - `80s Menace

Direto do Monster Manual - 80's Menace

Meriadoc invoca um monstro pra lhe ajudar, aparece um bisão perfeito dourado e de olhos brilhantes que fica protegendo Meriadoc e Lutia dos sapões. Todo mundo entra na treta. Num momento um dos sapos que treta com Loren deixa seu companheiro lutando com ela e tenta dar a volta furtivamente pra pegar Meriadoc e Lutia, mas Meriadoc percebe a tempo e seu bisão encara o sapão. O palada arranca a cabeça de um, Loren e Dort fateiam os seus, e tudo fica em paz novamente.

Nada que um bisão não possa resolver

Nada que um bisão não possa resolver

Voltam a cavalgar pelo pântano, Loren nota que seguindo em frente eles teriam que atravessar um lago coberto de plantas, como estão a cavalo e armadurados resolvem dar a volta. Loren consegue passar isso pro pássaro-guia que voa até ela e pousa em seu ombro. Eles seguem pelo pântano quando Loren nota coisas rastejantes e aproximando. Ela alerta o povo e logo três grandes jacarés saem do mato em direção ao grupo. Meriadoc invoca uma nuvem fétida entre os jacarés que ficam confusos e zuados tempo suficiente pra que todos consigam escapar. (desafio você a tirar três vezes seguidas o mesmo número zicado num d20 numa jogada de resistência)

Conforme todos cavalgam pra longe os jacarés Loren percebem algo rastejante os perseguindo bem rápido. Ela joga sua magia tentando prender a criatura com os galhos mas dos arbustos raivosos salta um homem crocodilo bem chateado que desfere uma bela garrada na recém lustrada armadura do palada fazendo uns cortes bem legais no próprio palada. Todos caem pra porrada mas vêem que o couro duro do lagartóide é muito resistente. Meriadoc invoca sua magia de teia aprisionando os meliante. Todos aproveitam e enchem o cidadão de bordoadas, Loren faz um belo “X” nas costas do cara enquanto Dort o esfaqueia e o palada o martela. Com muita raiva o meliante quebra as amarras grudentas e volta a bater nos heróis. Depois de uns tapas bem servidos nossos heróis conseguem abater o meliante. Quando ele cai começa a se transformar e ele se revela como um orc.

Lagartixa superdesenvolvida

Lagartixa superdesenvolvida

Todos prosseguem bem avariados. Depois de mais uma cavalgada vêem ao longe uma construção, uma cabana, o pássaro voa até ela e pousa, desaparecendo em purpurina ao tocar na cabana. A cabana e seus arredores estão cercados por insetos nojentos e bem grandões, rastejando e inseteando pra todo lado. Meriadoc usa uma mão mística para bater na porta da cabana. A porta se abre, há luz no interior. Ele escreve no lodo e insetos pedindo permissão para entrarem, não há resposta. Loren engole seco e passa pelos insetos que caem em cima dela e ficam passando todo felizes pelo seu corpo. O resto passa em seguida e também são cobertos por insetos.

Entrando na cabana todos vêem um lugar simples, com tralhas penduradas e jogadas pra todo lado, uma gaiola com aquele pássaro azul bem empolgado, o chão como um tronco de árvore cortado, cheiros e sons estranhos, cortinas bizarras separando outros cômodos. Se aproximando há uma mulher bem gostosona, com muita pele a mostra, uns pedaços aparentemente com escaminhas, uma capa cujo material lembra asas de libélulas. Com ela uma cobra negra enooorme que a circunda e sobe por ela.

Definitivamente melhor que aqueles magos barbudos

Definitivamente melhor que aqueles magos barbudos

Loren começa a diplomacia, todos muito respeitosos, ela bem amigável, rola a conversa. Venize diz que sabe da zica que tá rolando, que há outros na luta contra Halathar e que nossos heróis tão lascados desde o momento que encontraram Lutia. Diz que Halathar quer muito Lutia pelos poderes que ela tem e vai fazer de tudo pra pegá-la, começando por eliminar nossos heróis. Eles dizem ser fraquinhos pra isso, ela diz que eles podem escolher entre fugir e se esconderem até serem achados e eliminados, ou se aliarem a ele, ou partir pra porrada agora mesmo e serem dilacerados ou atacá-lo através de seus asseclas, que rodam pelo mundo atrás das coisas que aumentam o poder de Halathar. Diz que Lutia pode encontrar esse agentes de Halathar e os heróis podem enfraquecê-lo muito ao impedir esses agentes. Eles topam. Meriadoc entrega o saco de olhos que pegaram dos malvados da última sessão. Pede que ela se desfaça dos olhos da forma apropriada. A cobrona pega o saco e sai, logo volta.

Perguntam se ela pode ajudar com seu amigo morto, ela diz que tem um jeito legal mas eles não tem mais tempo pois Kromlek só tem até aquela noite para ser ressuscitado e eles não conseguirão chegar até o templo fodão que pode fazer isso antes de anoitecer. Ela diz que tem uma alternativa, se todos juntarem suas vontades ela pode trazê-lo de volta. Ela traz um baú cheio de coisas como lodo, barro, matos, flores, sementes e talz. Pede que construam o corpo de Kromlek como eles lembram, pois isso pode trazer a alma dele de volta a esse mundo. Todos se juntam e começam a brincar de massinha, os materiais parecem não acabar, todos dão o melhor de si e fazem um corpo anão perfeito, até com a antiga maça personalizada dele. Então todos dão as mãos, fecham os olhos e ela começa a entoar uns cânticos bizonhos. Quando abrem os olhos não há mais nada ali, nem corpo nem maça. Ela diz que assim como uma árvore é retirada dum solo zuado deve ser colocada num solo adequado o anão deve ser colocado num corpo apropriado a todo seu desenvolvimento em vida, e mesmo que ele esteja um pouco diferente quando encontrá-lo eles o reconhecerão em suas almas. (que bunito isso…) Diz que Lutia pode encontrá-lo, Lutia sorri.

Venize diz que Halathar tem muitos olhos por aí e estava os observando até agora. Ela vai até uma planta que vaza pela parede, pega flores diferentes, faz uns cânticos e dá uma pra cada, diz para engolirem. Todos engolem e começam a ter uma baita dor pelo corpo todo, quando a dor passa sentem uma quenturinha em seus tórax. Pelos buracos de garra na armadura do palada todos vêem uma manchinha que não estava lá antes. Todos olham seus corpos e notam uma tatuagem da flor que ingeriram em algum lugar do tórax. Ela diz que isso impedirá que Halathar os espione.

Pedem por ajuda e ela diz que pode se desfazer dumas coisas antigas que não usa mais e lhe serviram muito bem quando era jovem. Diz que a cobra vai lhes mostrar o que podem pegar. A cobrona vai pra outra sala, toda escura, abre uma janela e todos vêm baús, prateleiras, armários e cabides pela sala. A cobra desliza por um baú e o abre, depois sobre por um cabide e abre o pano que o cobre. Muitas tralhas pra galera checar.

Um manto de pele de urso negro.
Uma armadura de couro de jacaré com escudo de cabeça de jacaré.
Uma garrafa envolta de uma semente grandona com um liquido verde denso.
Um bastão de ouro com uma parte extensível.
Uma Cimitarra com cabo cheio de escamas.
Uma folha grande e desconhecida.

A cobrona fica observando até que sobe por outro cabide e abre o pano rapidamente, todos vêem uma armadura completa de escamas negras esverdeadas, Meriadoc reconhece na hora como couro de dragão negro, e os olhinhos do palada brilham. A cobra dá uma chacoalhada e cai do cabide um escudo do mesmo material, com dentes e garras ornando uma das laterais, enquanto o pano se fecha novamente sobre a armadura completa e a cobrona fica em cima dele. Venize entra e observa a farra, eles pedem pra ela lhes dizerem o que fazem aquelas coisas. Ela diz que:

A garrafa pode criar uma proteção de espinhos que ajudou muito ela quando ia dormir ao relento.
A folhona quando dobrada como um cone e sobrada como uma corneta pode chamar uma criatura da natureza para ajudar.
A pele de urso e a de jacaré tem os espíritos daqueles animais nelas, concedendo proteção e algumas habilidades que esses animais possuíam.
A cimitarra pode armazenar uma magia não muito forte para ser invocada durante um combate.
O bastão pode aumentar a área que uma magia afeta três vezes por dia.

Venize dá também uma caixa com várias poções dentro.

Então ela vê o escudo de escamas e se surpreende, olha pra cobrona e a cobrona disfarça. Pergunta se a cobrona tem certeza, ela diz acena que sim. Então ela diz que aquele escudo não é dela para dar mas se a cobrona quer, é escolha dela. Perguntam o que o troço faz, ela diz que quem deu o presente que responda isso, então a cobrona se enrola e começa a se transformar no cara que Loren encontrou na fumacinha da taverna. Ele se apresenta como Halarum, diz que aquele escudo veio de uma criatura maligna e poderosa que Venize destruíra tempos atrás e que é o voto dele de esperança para os heróis. Diz que além de ser muito resistente também pode resistir a ácidos naturas ou destilados. Dizem que vão chamar o escudo de Escudo de Halarum mas ele diz que seu nome não pode ser pronunciado fora dali, então chamam de Escudo do Perdido. (que bunitinho)

Venize vai até Lutia e põe um pingente no pescoço dela. Diz que ele não faz nada de mais, mas que chegará uma hora que será muito importante que ela o ostente. Então diz que eles podem descansar ali e que na manhã seguinte se sentirão muito bem para partirem nessa grande missão. Pedem pra ela checar as tralhas que eles pegaram, ela diz que na manhã seguinte ela lhes dirá o que aquelas coisas fazem. Vão dormir e durante a noite todos tem uma visão de um monstro, várias serpentes terríveis num lago. Acordam e sentem que foi uma mensagem de Kromlek. Trombam a tia Venize que lhe diz o que as coisas que pilharam faz.

O medalhão de ouro com uma pedrona vermelha no centro e com a palavra FEHARI escrita pode invocar uma bela montaria quando esta palavra for mencionada. Ela demonstra pondo o medalhão e falando a palavra. Aparece um cavalão vermelho de crina branca que esvai conforme balança ao vento.

Cavalo de playboy

Cavalo de playboy

O lenço de seda muito bunito e trabalhado com muitos padrôes geométricos, ela diz que há uma palavra escrita entre os padrões, e que ao concentrar-se pode-se ler a palavra MALADRAH. Pega um copo e cobre-o com o lenço, diz a palavra MALADRAH e quando tira o lenço o copo está invisível. Diz que dura por meia hora.

O bastão de madeira e ouro com uma pedra retangular verde e uma parte que parece uma tampa, ela tira essa tampa e tem uma ponta com carvão, ela risca uma círculo na parede e a parede é sugada, em seu lugar há um baú, ela o puxa e o abre, dentro há vários itens pessoais, inclusive uma imagem que retrata uma família feliz, e nessa imagem chama atenção uma criança com olhos muito bonitos, que todos lembram imediatamente dum olho semelhante naquele saco de olhos que pegaram na sessão anterior. Ela põe o baú de volta no buraco, apaga uma parte do círculo desenhado e a parede volta ao normal.

A espada longa e uma marreta com entalhes semelhantes. A espada pode imitar valores e ideais para atravessar barreiras que permitem esses valores e ideais. A marreta ela pede que o palada a arremesse, ele o faz e a arma voa com maestria, voltando para seu punho logo após o ataque.

Espada e marreta com os mesmos padrões

Espada e marreta com os mesmos padrões

As três flechas, feitas de gravetinhos retorcidos num nó especial. Diz que essas flechas quando disparadas se multiplicam causando muito estrago. Diz que conheceu quem fez essas flechas, e que tem saudades. Eles dizem que podem mandar um oi se o encontrarem. Ela diz que a não ser eles viajem para outro plano essas chances são mínimas, e isso se ele ainda estiver vivo, pois faz muuuuito tempo.

O par de luvas brancas delicadas com ornamentos de pedrinhas, é chamado de Mãos de Lam Mazuli, a deusa do amanhecer, pode ser usado por pessoas de bom coração e concede a benção de Lam Mazuli, curando os feridos.

A adaga de prata que permite mais um ataque.

Dois anéis que aumentam a proteção.

Anelzinho básico

Anelzinho básico

Dois broches de besouros prateados que ajudam a resistir a transformações em pedras.

A taça de marfim com detalhes dourados pode revelar venenos em líquidos.

A estátua do grande lobo dormindo, suas pontas são muito afiadas e ao cair uma gota de sangue na estátua um grande lobo será invocado e caçara o dono deste sangue até a morte de um dos dois.

E tem a espada de metal negro, que ela se afasta dizendo ser desagradável. Diz que pode paralisar o oponente com energia ruim ao ferí-lo, mas que empunhar esta espada pode privar os possuidor de alguns prazeres essenciais a vida.

Agora cabe ao povo distribuir e partir pra pancadaria épica.

Viu como eu sou mestre bonzinho?
E no próximo episódio: Ei, Anão, cadê você?!

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8º sessão da mesa de D&D du mal do Seiya

26/06/2009

8º sessão da mesa de D&D du mal do Seiya

Começo procurando Norian mas ela não está em seu quarto, vou até a estalagem onde Acheron deveria estar e descubro que ele foi comprar roupas uns dias atrás. Vou na alfaiataria e trombo ele lá ajeitando seu novo braço biônico. Ele diz que vai enrolar mais um tempo lá então vou embora fazer meus negócios. Saio com meu novo pokemon (ou seria demôniomon?) e vamos fazer o círculo gigante de runas que minha deusa encomendou. Fico o mês todo fazendo ele.

Norian enrola mais um pouco na biblioteca bizonha e depois volta pra cidade. Chega e vê uma agitação incomum, tromba o dragão de sombras e descobre que tem algo rolando no castelo. O dragão materializa roupas chiques pros dois e vão pro castelo.

Acheron tem uma reunião com o rei, põe sua roupa chique, até vê Norian ao longe. Vai pro castelo também. Muitos nobres reunidos e uma comitiva dum rei de outra cidade. Depois de baboseiras nóbricas Acheron tem sua linhagem reconhecida e assume como nobre, rola uns papos dele comandar as tropas numa guerra, ou algo assim.

Norian e o dragão chegam na festinha nobre, o dragão parece ser um comerciante respeitadão pelos nobres, Norian vai se enturmando. Os dois reis ficam isolados pra conversar, algo sobre evitarem que os dois reinos entrem em guerra. O rei da outra cidade diz que tá tudo de boa assim que o outro reino devolver uma cidade que foi anexada tempos atrás por um rei passado. Eles discutem sobre a legalidade da anexação, ambos mostram documentos com assinaturas do rei antigo, mas tem algo sobre esse rei antigo ter pirado na batatinha e só valia os acordos que tinham a assinatura do filho dele, e esse da anexação não tem. Ficam discutindo até que Norian percebe que as assinaturas são falsas. Dá um toque pra Acheron que já mete o bedelho nos reis dizendo que aquilo tudo era falso. Os reis concordam em avaliar todos documentos com uns clérigos certinhos dum deus burocrata.

Norian nota na sala uma presença oculta, percebe num cantinho um cara que não devia estar lá. Sente umas conexões divinas no cara, então faz suas urucubacas que corta essa conexão, nisso todo mundo percebe o cara, inclusive Acheron que sente o caos emanando do meliante, já vai tirar satisfação. Dois paladinhos manés passam por Acheron até o cara, tentam carimbá-lo mas erram miseravelmente, Acheron chega e transforma o cidadão em almôndega. Os paladinhos querem interrogar o meliante mas Acheron atravessa e mata o tal. Identificam o tal como espião de cyriric, o deus que ninguém curte.

Aparecem os stormtroopers do outro rei, uma tropa de elite bem influente, algo com dragões no nome. Ele tão ameaçando não apoiar umas políticas e juntar um exército e pedalar todo mundo eles mesmos. Mais política e blablablás, acabam a festinha sem resolver nada.

O futuro de Acheron? Quem sabe...

O futuro de Acheron? Quem sabe...

Acheron vai saindo e tromba sua mamãe dando chilique na porta. Conversam, ela tenta dar uns tapas nele mas ele num deixa. Cola o resto da família Acheron, conversam mais bobagens, ele e o papai Acheron vão conversar sozinhos. Depois Acheron e Norian recebem cada um mensagens divinas apoiando a guerra. Acheron e Norian se reúnem depois pra fofocar, até perguntam do anão maluco que tá sumido há tempos. hehe.

Termino de fazer o círculo rúnico, minha deusa aparece denovo dizendo pra eu aproveitar quando as energias divinas começarem a vazar loucamente pra eu ganhar mais pudÊÊÊÊÊ. Ponho umas runas bônus no troço pra levantar mortos-vivos e mais umas coisinhas pra muita gente começar a morrer aleatoriamente como sacrifício pra Beshaba. Notícias sobre caos e destruição chegam ao reino. Acheron ganha uns montes de soldadinhos, Norian vira conselheira e eu taco lenha na fogueira.

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2º sessão de D&D do Alvaro

26/06/2009

2º sessão de D&D do Alvaro

Nessa sem o Leo, então paladinho Kolak no modo automático. Porém entrou o Leandro com um guerreiro humano armário chamado Valen (eu acho).

Na mansão de Lymon, o maguinho sem vergonha, nos aprontamos pra sair em missão. Arturius e Conan discutem com as mulheres que eles se enrolaram na noite passada, elas insistem em acompanhá-los na viagem, Conan dá uns berros e a mina dele afasta, Arturius é mais gentil e a dele também sossega. Sabedoria de Chapolim: “quando viajar, paz o que quer….”

Pegamos todas nossas tralhas, Lymon diz pronde temos que ir, um castelo dum aprendiz dele, onde receberemos as coisas necessárias pra completar a missão. Seguimos viajem tranquilamente até o castelinho. Chegamos, vamos pra taverna relaxar um pouco, mandamos o taverneiro tortinho enviar um pivete mensageiro até o mago aprendiz, Zacarias, avisando de nossa chegada. Depois que o pivete volta enrolamos mais um pouco e vamos pra reunião com o tal aprendiz.

Num outro canto do mundo o perdido Valen cavalga coincidentemente pro mesmo lugar. hehe. Tromba uns bandoleiros no caminho mas passeia em cima deles. Então encontra um tiozinho descansando no pé da montanha. Pára pra conversar, avisa o tio sobre a presença de bandoleiros. Conforme a conversa rola Valen começa a se sentir cansado e capota.

Valen acorda no escurinho, só de tanguinha. Ouve uma voz feminina com ele, a mina, Lisa, diz que também é prisioneira e mais uns blablás, acham a porta, forçam e saem.

Encontramos o tal Zacarias, maguinho padrão meio louquinho. Leva a gente por uns corredores escuros até uma sala. Diz que na sala podemos pegar apenas um item cada para ajudar nessa missão (mestre pão duro). Entramos e vemos um porrilhão de armas, armaduras, um teto feito de escudos. Ficamos fuçando e testando tudo, pergutamos sobre as propriedades das coisas que nos interessam, umas ele diz que num conseguiu identificar ainda. Depois de muito fuçar decidimos, Conan pega uma cota de malha de Mithril, eu um escudão gigante com um mega diamantão no centro, e Arturius pega uma espadona com símbolos do deus dele, Kord. Kolak pega algo também, mas num lembro o que.

Apenas mais um maguinho inifensivo, certo?

Apenas mais um maguinho inofensivo, certo?

Saio da sala esperando as moças terminarem de decidir, e encontro as três minas da outra cidade, sussurrando e nos procurando. Pego duas pelo colarinho e dou uma bela bronca nelas mandando elas embora pra casa. Elas vão. Nisso o Zacarias começa a ter uns tiques, diz que há mais alguém lá, que nós trouxemos alguém mais, os manos não fazem idéia do que ele tá falando e eu faço cara de tchururu. Zacarias começa a falar com voz de possuído, diz que teremos que dar a alma delas como pagamento pelos itens. Seu medalhão começa a brilhar bem forte e as coisas começam a tremer.

Valen e Lisa correm pelos corredores, trombam as minas pentelhas, seguem pra onde ouvem vozes discutindo. Chegam e me vêem na porta em posição de combate. Valen mostra que está lá, mando ele fugir mas ele fica, digo do capetão que apareceu ali e do perigo, ele diz que sabe dar uns tapas também, então jogo minha espada pra ele ter algo com que bater. Ele entra na treta.

Todos entram na treta, Conan pega um machadão misterioso ali do arsenal e arranca um talho do mago, do medalhão sai um jorro de fogo na lata de Conan, ferindo-o. Arturius puxa seu símbolo de Kord e começa a expurgar o mal no mago. O cara começa a tremer e evapora, caindo as tralhas dele. Tudo começa a cair, escudos do teto, tudo que tava pendurado, e mais umas pedronas. A galera aproveita pra pegar umas coisinhas a mais de brinde. Conam me joga uma marreta que eu tava namorando mas não consigo tirá-la da sala. Todos tentam sair com algo mas não conseguem, apenas um item pode ser tirado de lá (mestre pão duuuro).

Saímos correndo, quando chegamos lá fora tudo desaba e começa a pegar fogo. Os transeuntes fica todos eriçados, acham que nós somos responsáveis pela destruição de tudo. Valen entra no grupo, Lisa pede carona por achar que vão enforcá-la se continuar naquela cidade. Seguimos nosso caminho. Tchururuuu…

Paramos pra acampar perto de uma lagão, todos descansam, Lisa vai tomar banho, Conan safadão vai ajudá-la e Arturius vai pescar. Depois dum tempo a linha de Arturius é puxada bem forte, ele luta mas é puxado junto pra água. Comemoramos ao ver a vara dele ser arrastada pelos lago. Enquanto ele sai da água reclamando é enrolado por algo na água e começa a ser arrastado pro meio do lago. Aiai…

Corro pra ajudar, tomo minha poção de respirar na água e entro loucamente no lago. Conan tira Lisa do lago e pega sua arma. Valen amarra uma corda numa árvore. Arturius está sendo chacoalhado pelo ar por um tentáculão, vejo debaixo d água que é uma lombriga gigante. Começo a bater nela, Arturius invoca um baiacu atroz celestial que entra na treta também. Logo Conan entra na treta. Tento agarrar a lombrigona e tirá-la da água mas é muito lisa e acabo caindo de bunda. Depois de uns tapas Arturius é solto, um redemoinho começa a na água, todos saem, menos eu que continuo atrás do bicho. Vejo a lombriga e o Baiacu se pegando, desço espadada na coisa e ela morre. Puxo ela pra fora. Conan pega uns souvenires da lombriga, fatio a danada e jogamos os pedacinhos na água pros peixinhos comerem. Nos aprumamos e seguimos viajem.

Hoje minhocas atrozes, amanhã dragões!!!

Hoje minhocas atrozes, amanhã dragões!!!

Passamos por uma cidadezinha, lá encontramos um tio meu que é o chefe da guarda, ficamos conversando um tempão. Passamos a noite de boa, no dia seguinte deixamos Lisa com meu tio pra ela trabalhar como faxineira na casa dele e nos deixar em paz.

Chegamos à montanha, vamos subindo, vemos coisas estranhas voando lá no alto. Vamos subindo, achamos várias carcaças de bichos apodrecendo no caminho, pego uns pedaços e penduro em mim pra afastar animais. Logo um bicho lagartóide aparece, um Wyvern, mas não fazemos idéia do que diacho é aquilo. Socamos o bicho, e mais uns deles no caminho até os itens que viemos buscar, Conan se enche de souvenires, chegamos na sala dos tais itens.

Wyvern - dragão paraguaio

Wyvern - dragão paraguaio

Vemos muitos desenhos nas paredes, inscrições ameaçadoras, e no centro uma mesa. Na mesa vemos uma espada, uma bola de luz  e uns dados saltitantes. Há algo escrito sobre só aqueles de coração bom e blábláblá, pego os itens e vamos saindo. Deixo a espada com Arturius e os dados com Conan. Conforme seguimos começo a ouvir uma voz me alertando sobre a safadeza alheia e pra tomar cuidado com meus amigos traidores. Fico todo paranóico. Num momento Arturius e Valen discutem sobre a espada, a voz aproveita pra me deixar mais paranóico. Dou bronca nos dois e seguimos viagem até o palácio geladinho onde vamos trombar Lymon. Chegamos ao palácio gelado, uma ponte de gelo sobre um abismão. Achamos Lymon, perguntamos sobre a zica do aprendiz dele mas ele diz não saber de nada. (muuuuito desconfiados em off) Entregamos os itens, ele diz que vai começar um ritual maluco e a gente pode assistir. Hora do CG.

Energias místicas vazando pra todo lado, puta show de luzes. Logo (como esperávamos em off) ele começa a falar com voz de possuído, coisas começam a sair do gelo, ele diz pras coisas saírem e se banquetearem com as míseras vidas deste mundo e mais coisinhas malvadas em geral. Tentamos nos mover mas não conseguimos. Logo um porrilhão de dragões começam a sair das luzes e voar pra longe. O mega dragão arroz-de-festa Tiamat aparece e também vai passear. Lymon diz que como recompensa por nossa burrice vai permitir que vivamos, só que ficaremos presos ali no gelo relembrando todos nossos erros. Ooopz…

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3º sessão do live action de vampiro do Refúgio.

18/06/2009

3º sessão do live action de vampiro do Refúgio.

Nesse o primogênito ventrue Sebastian (pj do Marlo) assumiu como Príncipe, Lindsay surpreendeu todo mundo ao simplesmente sair do cargo e passar a batata pro Sebastian.

Ainda sou Senescal, só mudou o Mestre de Hárpias, era o brujah Gui(NPC do Scooby) agora é a tremere Scarlet (Pj da Bárbara). Pedro (pj do Rubens) virou o primogênito tremere e o Giuseppe (pj do Pikachu) virou o primogênito ventrue.

Tivemos a visita dum barão anarquista do ABC (pj do Elzo). (Nééé?!) Aparentemente trouxe um sabá preso, sei lá que fim levou isso. Só sei que uns anciões foram convencidos a abraçar o Ronaldo do Curintia. Tzk Tzk…

Apareceu um Tzimisce também, virou festa agora. Eu tava reclamando de deixar Ravnos entrar na cidade quando me aparece um troço desce. Essa Camarilla tá muito facinha. hehe. O tal tzi ficou sob responsabilidade do Coronel William (npc do Sade). É, tamo lascado.

Algo bizarro, quem usava disciplinas ganhava uma chuvinha de purpurina. Cumprimentos dos nossos amigos felizes tremeres. Os purpurinados ganharam statinhos de deselegante.

Momentos antes do live mataram o Giovanni (Pj do Drake). Bem, “mataram” né, altas mutretas. O “novo pj” do Drake acabou morrendo no Live também, num lembro por quê.

E conversinhas paralelas secretas de sempre. MUAHAHA

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1º sessão da minha mesa ETÊ de M&M

18/06/2009

1º sessão da minha mesa ETÊ de Mutantes & Malfeitores

Nessa todo mundo é etê, cada um criou sua própria raça, civilização, planeta e talz. Há um prelúdio em comum, todos estavam felizes e contentes cuidando de seus assuntos quando foram seqüestrados violentamente por piratas espaciais. Depois de tempos presos a nave-cativeiro foi atacada por uma raça estranha e malvada, isso abriu as celas e alguns conseguiram chegar até um módulo de escape, e acabaram caindo na Terra.

Nave dos sequestradores maléficos

Nave dos sequestradores maléficos

Temo a Graci como Aki, mina vermelha duma raça de mulheres-planta e mente de colméia. Temos Angelo como Zaxxon, mano azul que é a fusão de duas civilizações com poderes quase cósmicos semi-fenomenais. Hugo com um troço estranho copiador de poderes e sem nome. Eros com um ninfomaníaco da criação sem nome que parece humano. Todos eles usam uniformes laranja com tarjas pretas. É, só bizarrices.

Nossos heróis caem no planeta estranho, a porta do módulo explode e eles vêem aquele céu azuuuul e chão verde. Zaxxon se lembra quando corria por campos parecidos com aquele. Uma etê que estava junto deles no módulo começa a sufocar na atmosfera, ela começa a ficar roxa com bolhas escrotas brotando pelo corpo todo. Hugo copia a forma bípede dela. Todos se juntam, pilham o sistema de suporte vital da nave e adaptam-no pra etê que pára de morrer mas continua apagada.

Numa tela aparece estática e uma voz eletrônica, logo a estática some e aparece um rosto meio zangado. O rosto pergunta a localização do módulo para enviarem resgate. Os heróis falam com o rosto mas Zaxxon arrebenta tudo pensando ser os caras que os seqüestraram. Saem do módulo carregando a etê moribunda.

Você também recusaria resgate desse cara?

Você também recusaria resgate desse cara?

Aki totalmente perdida sem sua mente-colméia fica alisando a grama amiga. Todos vêem num módulo próximo pessoas sendo arremessadas de dentro. Eros cria um almofadão pra evitar que esses arremessados se esborrachem no chão. Zaxxon vai ver o que tá pegando, e na escuridão dentro do módulo sai um punho que tenta acertá-lo mas erra. Hugo sobe no almofadão e Eros o levita até o módulo. A coisa tenta pegar Zaxxon mas ele sai voando, sai de dentro do módulo um lagartão grandãozão bem chateado querendo debulhar. Hugo consegue tocar no bicho e copiar seus poderes. O lagartão fica tentando pegar Zaxxon mas ele fica voando, um etê aleatório é esmagado pela cauda do bichão. Aki e Eros saem correndo pruma árvore. Hugo começa a conversar com o lagartão que fica totalmente confuso e sai correndo.

Agora imagina isso num colant laranja.

Agora imagina isso num colant laranja.

Todos se reúnem na árvore. Aki conversa com a árvore, pergunta por um local seguro e a árvore diz pra ela se enterrar ali do lado e deixar um pedacinho só pra fora. hehe. Todos notam o lagartão atrocidando uns nativos quadrúpedes branco e pretos. Zaxxon dispara uns raios e o bicho sai correndo. Zaxxon vai conversar com os nativos mas eles continuam orando com a face pro chão e entoando seus mantras “muuuu”.

Os monges nativos.

Os monges nativos.

Hugo copia as habilidades de Zaxxon e Aki, começa a ter lembranças estranhas dele correndo na neve dum bichão aterrador e quando estava pra ser devorado volta ao normal. Outra hora aparece numa nave com várias Akis peladas e sua mente muda de Aki pra Aki até que ele volta.

De volta pra árvore, eles notam que a etê moribunda finalmente morreu. Zaxxon a desintegra com seus raios cósmicos. Ao longe todos vêem uma construção simples, seguem pra lá e outro nativo os recebe. Um ser quadrúpede, peludo, marrom, muito barulhento e pequeno. Zaxxon tenta falar com o ser mas ele parece bem hostil. Vêem mais dos nativos preto e brancos. Logo aparece mais um nativo, dessa vez bípede com roupas e uma arma, muito parecido com Eros. O ser entra em pânico com a visão dos heróis e fica todo tremelicante. Os heróis tentam acalmá-lo mas num dá em nada, e mais um nativo aparece, muito parecido com o anterior. Todos menos Zaxxon entende a conversa entre os nativos. O nativo2, mais rechonchudo e barulhento sai correndo, Hugo vai atrás, copia os poderes e habilidades e entende um pouco o que tá rolando no mundo. Até explica que os nativos preto e brancos se chamam “Vacas”. O nativo2 começa a ter problemas de saúde com o pânico e desmaia. O nativo1 ainda implora por sua vida. Ele tenta correr prum veículo logo ali mas é interceptado. Eros ou Hugo (num lembro) criam roupas adequadas. Zaxxon vai procurar o comunicador que Hugo mencionou na construção. O nativo1 dispara sua arma mas erra. O nativo2 morre. Zaxxon volta e desintegra o nativo2. Os heróis entram no veículo e vão embora depois dessa zona.

Mais nativos

Mais nativos

Aki já incrivelmente perturbada por estar toda coberta pelo uniforme da prisão tenta a todo custo tirá-lo mas não consegue. Zaxxon corta o uniforme de Aki com seus raios. Aki fica livre e peladona pra lá e pra cá, fazendo fotossíntese. Vão seguindo na direção que o nativo1 indicou haver civilização. Lááá na frente eles avistam muitos veículos terrestres e aéreos se aproximando. Encostam e se escondem. Aki e Eros se escondem na plantação de cana, que fica conversando com Aki. Zaxxon sobe e fica bem altão observando, e Hugo fica com a aparência do nativo1 e senta na estrada. Eros manda o veículo que eles pegaram ir atazanar os nativos lá da frente. O veículo vai, causa um escarcéu até ser abatido.

Todos aqueles veículos passam loucamente pelos heróis, menos o último que passa mais calmamente. Achando que o nativos os perceberam Aki controla as canas para se moverem como se alguém passasse correndo entre elas. Os nativos disparam a arma do veículo destroçando muita cana. As canas choram a morte de suas companheiras para Aki. Canicídio? O veículo entra pela plantação e fica procurando algo, destruindo muito mais canas. Hugo começa a reclamar com os nativos por estarem atirando em suas vacas, os nativos voltam até Hugo a pé e o questionam sobre ele ter visto algo estranho passando e tudo mais. Imitando o nativo1 ele num diz nada de útil. Zaxxon desce e tenta conversar com esses nativos armados que ele reconhece como uma força militar. Os nativos metem bala e, zaxxon mas sua pele densa evita o dano. Eros controla as armas que começam a atirar pro chão. Zaxxon começa a tretar com o nativo que ainda tem sua arma funcionando, toma um tiro que o fere, Eros consegue controlar todas as armas e fazê-las flutuar ameaçando os nativos. Um deles corre pro veículo. Outro é derrubado pelas canas que Aki comanda e tem uma cana atravessando sua perna. Eros controla o veículo que pára, depois as roupas dos nativos que os prendem. Zaxxon pega o que ele tava tretando e levanta vôo beeem pro alto, quando o ser desmaia ele o traz de volta pro chão. O resto tudo inconsciente.

Acordam o mais birrento e tentam conversar, dizem que não são ameaça e que podem ajudar mas o nativo militar é muito cabeça dura. Ele até diz que os etês podem vir com ele pra base que ficarão seguros mas nossos heróis ficam paranóicos e recusam. Então um deles acorda e passa sinal de rádio pro resto dos nativos informando que foram comprometidos. Zaxxon se lembra duma vez em uma parada militar em que um muleke tacou uma fruta num militar e foi severamente punido. Zaxxon deixa os nativos irem embora e procura um lugar tranqüilo pra se esconderem, acha uma área montanhosa. Todos vão pra lá, se ajeitam pra descansar.

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7º sessão da mesa de D&D du mal do Seiya.

18/06/2009

7º sessão da mesa de D&D du mal do Seiya.

Mini-sessão só comigo e Norian

Norian fuçando na biblioteca, até que aparece um esquisitão a observando. Ela chega junto e o cara avisa do almoço, ela o segue e almoça. No refeitório todo mundo fica afastado dela, ela tenta conversar com o esquisitão mas o cara num fala nada. Então aparece um cara armadurado seguidor de um deus sol morto há milênios e fala com o esquisitão como se fossem velhos amigo-inimigos. Depois Norian volta pra biblioteca, o esquisitão mostra um livro e ela o lê. Aprende umas coisas sobre a história de sei-lá-o-quê. Depois vai num planetário-oracular e vê as estrelinhas mudando, algo sobre uma profecia e coisas assim. É, eu num prestei atenção mesmo.

Eu, em meu quartinho fazendo runas, aparece minha deusa Beshaba dizendo que tem um trampo forte pra mim. Me mostra um mapa e diz que eu tenho que circundar uma área com runas pra algo acontecer. Ela traz também o demônio que a gente enfrentou no barco e eu mandei pro outro plano, domado. Ela diz que ele vai me servir, firmeza. Peço pra ele parecer mais apresentável e ele fica parecendo uma mulher gostosa. Beshaba me traz também um baú entupido de componentes materiais pedindo pra eu fazer runas de tudo que eu puder. Ela diz que eu vou ter que sacrificar uma coisa importante que ela deu pra mim na hora certa. Fico fazendo os trilhões de runas.

Temos uma visão, uma mega batalha entre demônios, dragões e todo tipo de bicho. Eu estou num lado com minha deusa e ela me diz umas fofices. Norian aparece em outro lado com a deusa dela conversando. Muita destruição pra todo lado, até o Acheron aparece lokão. Então um dragão fodão agarra Norian. Tiamat fala bobagens com minha deusa e vai atrás do dragão fodão. Faço um elementalzão de pedra que pega Norian do dragão e os dragões se espancam. Mais destruição e nós acordamos.

Tiamat - o dragão power ranger

Tiamat - o dragão power ranger

Viu, eu disse que era mini.

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Sessão aleatória minha de M&M

18/06/2009

Sessão aleatória minha de Mutantes & Malfeitores

Nessa os jogadores eram todos vilões de verdade e não heróis sanguinolentos como de costume. Estavam o Foice como Doutor Bane, cientista louco com poderes elétricos; Leandro como Baal, demônio velocista e o Danizinho como um demônio fortão de nome impronunciável referido a partir daqui como Demo2, e irmão de Baal. Já disse que eu odeio demônios?

Começamos com nossos vilões no Presídio Especial Tobias Aguiar (PETA), cada um em uma cela sozinho e cada cela era projetada para conter os poderes bisonhos dos meliantes. Bane estava numa cela isolante, nada lá era afetada por seus raios elétricos. Baal tomava jatos de espuma e outras melecas quando tentava produzir suas chamas infernais. E a cela do Demo2 absorvia todo impacto causado por sua super força. As portas das celas eram dum plástico superduro transparente.

Aparece na porta da cela de cada um cara de jaleco branco, meio careca e com uma prancheta anotando coisas. Ele diz aos presos que está disposto a conceder benefício em suas estadias em troca de informações que levem a mais apreensões vilanescas. Baal topa o acordo, diz pro tal sobre um cara que o contratou uma vez prum pacto infernal, o careca lhe concede cinco minutos de cigarro e diz que se quiser fumar de novo é bom lhe dar informações mais úteis da próxima vez.

Siiiiiiim!!! MUAHAHAHAAAAA

Siiiiiiim!!! MUAHAHAHAAAAA

Bane checa sua cela e vê que a privada é embutida na parede, ele aperta um mecanismo que abre a portinhola com o vaso. Ele arrebenta toda a privada e vê que há uns canos na parte de baixo. Ele solta suas faíscas elétricas no cano que incendeia brevemente os gases ali e todos sentem um tremorzinho embaixo de suas celas. Bane põe tudo de volta e finge que num sabe de naaada. hehe.

Demo2 fica esmurrando tudo, começa a arrancar os acolchoados das paredes só pra ver que há paredes fodonas de metal por trás e símbolos estranhos cravados por todo lado. Depois fica jogando as espumas tentando entupir os caninhos que espirram melecas.

Guardas aparecem, todos militares e cobertos, dois na frente de cada cela. Bane fica zombando deles tentando tirá-los do sério. Até consegue enervar um deles mas o outro o sossega. Apertam um botãozinho na parede e a porta transparente fica preta, para Bane não ver o que há lá fora.

Baal recebe a visita do careca (hehe). Baal sugere que o careca o use como um espião infiltrado entre os vilões e assim pode capturar todo mundo. O careca topa e diz que vai fazer os arranjos. Volta uns minutos depois com uma caixinha, a passa por um compartimento na parede perto da porta. Baal abre e vê umas pílulas coloridas. O careca lhe diz que é uma forma de manter o controle sobre ele e o vigiá-lo, só assim ele pode permitir que ele saia. Baal toma todas menos uma que ele finge tomar. O careca se vai dizendo que em breve tudo será resolvido. Minutos depois um guarda traz mais uma remessa de pílulas, Baal finge que toma todas, o guarda vai embora satisfeito.

Demo2 recebe um padreco que começa a rezar na porta. Demo2 começa a fazer macaquices demônicas pra assustar o padreco que fica todo borrado. Demo2 aproveita as macaquices pra socar um ponto específico no chão, nesse ponto as placas absorventes parecem ter emperrado. Depois de vários murrões abre uma frestinha. Detalhe pro Demo2 dizendo que sentia falta do fogo de irmão dele. Esses demônios…

Bane arrebenta o resto da privada e chega até uma pequena parte de metal, a usa pra se conduzir eletricamente até o corredor. Vê vários guardas por perto e vê que está na frente da cela de seu camarada de vilania Baal. Enquanto um guarda surpreso começa a disparar Bane descarga uns chocão nas travas eletrônicas da cela de Baal, ela pifam e a porta levanta uns centímetros. Baal põe a mão pra fora e começa a rajar fogo pra todo lado.

Demo2 abre o resto da fresta e pula pelo buraco. Vê que caiu em outra cela bizarra onde uma garotinha berra loucamente depois que um demônio caiu do teto. Milicos aparecem, abrem a porta da cela e vão entrando disparando em Demo2. Suas balas ricocheteiam na casca grossa de Demo2, que aproveita pra descer o sarrafo nos guardas. A garota berrante toma um tirão e cai. Aparece um guarda com uma arma diferente que dispara uma gosma verde que fere Demo2. Ele atropela os guardas e chega ao corredor.

Bane dá mais cargas elétricas na tranca que abre mais a porta permitindo a passagem de Baal. Baal dispara suas chamas e soca os guardas bem rápido. Vê seu irmão Demo2 saindo no tapa com uns guardas. Demo2 corre pra Baal e toma um tirão nas costas, caindo. Baal arrebenta o coitado que atacou Demo2. Bane toma um tiro e cai também.

Momentos depois Demo2 levanta e sai esmurrando as outras trancas, uma delas abre a porta e sai um cara franzino estranho, ele logo cresce e fica peludão, sai esmurrando tudo, começando por Demo2 que voa com o golpe. O peludão sai batendo em tudo. Baal pega um guardinha como refém e o ameaça na frente dos outros guardas, que ficam mais hesitantes. Bane acorda, pega uma das armaduras dos guardas pra se proteger e uma arma só que ela explode pelo descontrole da eletricidade que sai dele. Os guardas ficam num impasse, até que Baal resolve explodir a cabeça do refém e logo toma um tiro também. Bane tenta achar um computador.

Então todos notam que numa ala próxima começa mais destruição, coisas explodindo e desabando, com jorros energéticos aleatórios. Mais montes de guardas aparecem, montes de vilões também aparecem, pancadaria generalizada. Nossos vilões aproveitam a zona e vão saindo fora. Quando estão já saindo vêem um cara voando, todo de colant branco e vermelho, capa branca esvoaçante, muito bonitão e posudo. Aparentemente é quem comanda a zica toda. Uns guardinhas miram nele, mas o bonitão só aponta pra eles e eles se desintegram. Os manos fogem.

Demo2 liga pra seu cumpadre assecla pra buscá-lo de carro, todos vão pro covil dos demônios, uma metalúrgica. Lá eles discutem sobre como ele foram parar naquela cadeia, se alguém teria aprontado pra eles, e quem seria o bonitão. Bane fuça nas armas e armaduras dos guardas, vê que há um dispositivo rastreador nas armas, destrói esse e os das outras armas. Adapta a armadura pra ele e faz uns comunicadores pros três. O servo dos demos mostram o que houve na mídia nessa semana que eles ficaram presos. Só o que chama a atenção deles é um vídeo em que o prefeito comenta que há um novo plano de ação contra os vilões da cidade e blablabla, e nesse vídeo aparece o tal careca da prisão perto do prefeito. Perguntam pro servo sobre o cara mas ele nem faz idéia.

Os caras resolvem caçar informação no point local dos mau elementos, o Bar do Zé. Chegam, Bane apresenta os demônios pro Zé atrás do balcão. Zé conta que muitos trutas foram pegos e outros fugiram pra não serem levados também, mas parece que já tá sendo organizada uma resistência pra bater de frente, mas que ele não quer saber disso por ser encrenca óbvia. Então ele fica tenso de repente, se cala e volta a seus afazeres. Os caras notam que coincidiu com a entrada de um maloqueiro aleatório que eles já viram por lá fazendo trabalhos gerais. Baal pega seu comunicador, ativa-o e coloca rapidamente no bolso do malaco que entrou.

O malaco fala com uns outros malacos numa mesa, ele diz que veio pegar a resposta deles e que se for negativa eles tão lascados. Os malacos com medinho dizem que topam o acordo e que vão fazer tudo certinho. O malaco diz pra eles o encontrarem num canto que Bane reconhece como um bordel bem barra pesada. O malaco vai embora todo posudo.

Os vilões colam nos malaquinhos e botam uma moral, os malaquinhos se assustam com os demônios e tentam correr, Baal bloqueia a porta, Demo2 ergue um pelo cangote, os dois que sobraram puxam armas tremelicantes, o Zé puxa a doze e aponta pra todo mundo. Começa o interrogatório, os malaquinhos num falam nada , um deles atira no Demo2 mas a bala ricocheteia. Os vilões arrastam os malaquinhos pra fora pra num arrumar encrenca com o Zé. Demo2 diz que eles falam ali ou vão ter que ir pra casa com ele. Ui…

Baal resolve brincar de roleta russa com os malaquinhos no meio da rua. Põe os quatro ajoelhados e pergunta, eles não falam, a bala falha na primeira vez, o cara fala tudo. Diz que pintou um novo criminoso fodão que tá organizando todo mundo e que já morreu um monte de gente que se recusou a trabalhar pra ele e que eles não querem morrer. A rua já deserta, os três que sobraram saem correndo em pânico. Sem problema pois eles já tinham a informação.

Quando decidem ir embora vêem alguém na calçada ao longe, todo coberto. Perguntam o que o tal quer mas não há resposta. Desencanam e vão seguindo, a pessoa bruscamente começa a se esticar e parte pra cima dos vilões. Baal rapidamente soca o cidadão mas vê que seus socos não o afetam como se fosse alguém feito de borracha. O borrachento envolve Baal travando seus movimentos, e num silêncio total. Doutor Bane corre pra dentro do bar do Zé atrás de um extintor de incêndio pra congelar o tal borrachento, Demo2 começa a puxar o cara de cima de seu irmão. Baal tenta se soltar mas não consegue, o borrachento o espreme tanto que Baal cai inconsciente (FAAAALHA CRÍTICA). Demo2 continua tentando puxar o cara mas o cara resolve se enrolar em Demo2 agora. Bane aparece e descarrega o extintor nos dois deixando-os molhadinhos. HÁ! O borrachento tenta machucar Demo2 mas sua couraça é muito resistente, então ele estica seus membros prendendo-os nuns postes e carrega a mega estilingada. Bane resolve partir pra ignorância mesmo e disparar seus raios elétricos, mas erra pateticamente. O borrachento atira Demo2 com tudo mas o safado consegue se segurar no último momento, então o borrachento o puxa de volta tentando acertar Doutor Bane, mas ele consegue se esquivar na hora. Demo2 dá um tapão com ondas de choque que afastam o borrachento que se amarra denovo preparando um novo ataque. Bane corre até um carro, desmonta umas peças rapidamente e começa a construir uma lâmina giratória fodona pra fatiar o borrachento. Demo2 desfere mais um tapão, só que dessa vez o borrachento não consegue se segurar e é arremessado beeem longe.

Nosso herói elástico

Nosso herói elástico

Baal acorda, o vilões pegam o carro e vão embora pro bordel de nome estranho que eu não lembro. Chegando lá vêem que é um prédio de dois andares, o de baixo todo apagado, uma escada no lado de fora e movimento no andar de cima. Ao redor várias profissionais trabalhando. Bane percebe algumas pessoas na parte de baixo, ligam seus comunicadores e ouvem o comunicador que ficou no bolso do malaco do bar. Ouvem amenidade até que ouvem alguém perguntam o que era aquilo e se ele tava com uma escuta, se era um traidor e esse tipo de coisa, e logo não havia mais sinal. Muitas risadas sádicas depois, Bane começa a procurar por comunicação via rádio que seu poder captava. Nota que logo ali uns seguranças fala sobre um carro suspeito que tinha chegado há pouco e iam investigar e já tinham ordem pra eliminar se necessário.

Os seguranças se aproximam, os vilões se espantam com os demônios, passam um código via rádio e esperam algo. Os vilões falam algo mas os seguranças só aguardam. Um cara muito bem vestido se aproxima, ele tem pele vermelha, chifres e rabo espetado. Os demônios logo o reconhecem como um demônio bem mais fodão que eles. O capetão chega, diz a casta e tudo sobre Baal e Demo2, e diz que aquele pedaço e dele e que podem procurar outro canto pra corromper. Os demônios dizem que ficaram sabendo da festa e também querem participar. O capetão topa mas diz que vai ser sob as ordens exclusivas dele. Ele chama uma profissional ali de perto, arranca o coração dela com um punhal ritualístico, fala umas palavras engraçadas que ninguém entende e corta o coração. Ele o deixa sobre a boca de Baal e diz pra beber. Baal, Demo2 e Bane bebem o sangue do coração, pois sabem que é bom não contrariar o capetão fodão. Eles sentem os rebuliços místicos breves e nada mais. (detalhe pra falha crítica de Demo2, esse já era)

O capetão os lave pra festa, vários vilões e bandidos conhecidos ou não por lá, todos conversando amenidades. Lá nossos vilões descobrem que o tal bonitão é um tal de Senhor Supremo e que ninguém sabe nada dele, só que é fodão. Então um pedaço do teto some e o tal Senhor Supremo aparece flutuante e posudo. Ao lado dele ficam o capetão, uma mina mega gostosona e um cara tipo traficante colombiano. O Supremão dá um discursinho sobre ele mandar na cidade agora e que todo mundo vai seguir o plano senão vira pudim. Diz que é bom ninguém nem pensar em traílo pois ele saberá. Nisso a gostona caminha até três caras e num piscar de olhos várias lâminas estão atravessadas pelos corpos deles e ela tá lambendo o sangue de uma lâmina na mão dela. O Supremão passa a autoridade pros três que tão com ele e vai embora.

A gostosa das lâminas

A gostosa das lâminas

O povo começa a ser dividido entre os três “capitães”. O traficante colombiano começa a conversar com nossos vilões mas é interrompido pelo capetão que puxa os três de canto e diz que tem uma missão especial pra eles. Diz que eles tem que tirar um truta dele da cadeia. Passa o local e outros detalhes, e diz que não vai aceitar falhas.

E na próxima sessão (se ela existir) de volta pro xilindró.