Archive for 6 de Junho, 2009

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3º sessão de L5R do Poke & Cia.

06/06/2009

3º sessão de Legends of the Five Rings do Poke & Cia.

Dessa vez tivemos duas mesas.

A do Poke era um festival pro deus Daikoko oferecido pela família Yasuki do clã Caranguejo. Todos levariam oferendas e rolaria muito fuxico de corte. Pra essa mesa foram o Myka como o Yasuki safadão e o outro cara de Hida porradeiro pra manter a ordem.

A outra foi a mesa do Mark, zicas acontecendo numa terra sagrada cuidada pelo clã Pardal, o Imperador mandou os Caranguejos checarem se tinha algo a ver com Shadowlands lá. Fui eu e o Felipe como Kaiu Senko porradeiro. Tinha também dois manos Leão, dois Escorpião e um Garça, mas num sei os nomes.

Começamos com nosso caro Garça chegando numa taverna próxima da tal terra sagrada. Ele entra na taverna e vê as duas montanhas Caranguejo esparramadas numa mesa. Ele toma um chazinho e sobe pra dormir, fala com o espírito do vento e descobre que o mar tá putão.

Os Escorpiões tomam uma puta chuva e um dos cavalos se machuca. Os Leões colam junto e todos entram na taverna, vendo logo de cara os dois Caranguejos mal encarados. Sentam-se em mesas próximas, a tensão é clara.

Levanto todo barulhento e ponho a mão nas mesas deles, me apresento e meu companheiro, pergunto o que tão querendo por aqui e quem são. Explicam que tão indo pro mesmo canto que eu, então eu os convido a se juntarem a mim na viajem, topam. Todos vão dormir, antes eu passo no estábulo pra checar meu cavalo e dou um jeito no cavalo machucado Escorpião.

No dia seguinte o Garça se junta a nós, e pra sacanear disparo na frente com meu cavalo turbinado, uns até conseguem acompanhar mas nem dá graça né. Vamos seguindo felizes e pimpões.

Quando nos aproximamos do castelo Pardal nosso Garça sai correndo loucamente pra praia. Um Leão e um Escorpião continuam, o outro escorpião segue o Garça e o resto espera. O Garça começa a conversar com o espírito do oceano. Aparece pra ele uma mina bonita toda de branco e putona da vida dizendo que jogaram um troço amaldiçoado nela e que ela vai destruir tudo enquanto não tirarem e trouxerem o safado que fez isso pra ela. O Escorpião chega e pergunta o que tava rolando mas o Garça dá umas mentirada e voltam pro grupo. Chamo a atenção do Garça por sair loucamente da formação e seguimos.

Dona Mar

Dona Mar

Já na frente o Leão e o Escorpião chegam no castelo e já vão pedindo a audiência. São levados até o senhor do castelo e conversam com o tal. Descobrem que o mar ficou revolto há três semanas e eles não saber o que fazer pois não tem nenhum Shugenja (manos que falam com os espíritos) com eles, o mar já destruiu umas proteções e tão perdidos. O Escorpião diz que ficou sabendo duns ronins que andam zoando a terra. O Pardal fica meio injuriado mas revela que a terra tá sendo atacada por ronins e que os milicos Pardais não conseguem dar um jeito nisso.

Chegamos o resto no castelo, somos levados até uma salinha de espera, quando o Leão e o Escorpião voltam e dizem que falaram com o senhor já. Meu companheiro Kaiu se toca que isso fudeu o protocolo pois a reunião inicial já fora feita e não tinha nenhum Caranguejo ou Garça nela. De qualquer forma pegamos as informações com eles, o Garça pra tentar consertar a zica vai falar com o gerente do castelo, indo contra tudo que a gente tinha conversado. Ele fala com o gerente e volta enquanto estamos indo falar com o mesmo cara. Quando nos juntamos tento fazer todo mundo entender que devemos trabalhar juntos e sem porrices individuais.

Vamos até o gerente, já meio fulo, explico pra ele toda a confusão, apresento todo mundo e começamos a discutir o problema. Passamos pra ele o que o Garça disse sobre o item jogado no mar, pegamos informação dos ataques ronins, deixo o gerente ciente de que pode realmente ter a ver com os Shadowlandianos e seguimos pro quartinho.

No quarto discutimos nossas opções. O Leão sugere se infiltrar mas diz que ele não consegue fazer isso. Resolvemos nos dividir. O Garça, um Leão e o Kaiu vão pra praia falar com o espírito e procurar sinais dos ronins, o outro Leão e os Escorpiões vão rodar pelas vilas interrogando, eu vou rodar pela terra atrás de pistas. Dou uma lição rápida de Shadowlands pro povo conseguir identificar algo.

Todos partem. Chego numa vila, uma mulher já me aborda pedindo pra eu levar o filho dela pra ele ter uma vida melhor. Vejo que o muleke tá machucado e com marcas de Shadowlands no machucado. Pergunto sobre os ronins mas não consigo anda de útil, só que roubaram as ferramentas dum cara e mataram ele. A filha de um tiozinho foi levada, o interrogo mas nada. Pego um kimono da filha dele pra servir de isca e vou embora levando o muleke machucado comigo. Já longe mato o muleke (de um ano e meio), corto a cabeça dele e enterro (que mau que eu sou). Sigo procurando os putos.

Na praia o Garça fala com o espírito de novo e fica escondendo o jogo pros manos Leão e Caranguejo. Resolve escrever num pergaminho como um relatório enquanto os manos já tão quase arrancando a cabeça dele.

Os Escorpiões e Leão chegam na mesma vila que tinha acabado de sair. Falam com a mãe do pivete que tá toda feliz pelo samurai bondoso ter levado seu filho. Descobrem que um dos ronins pode ser o líder, o cara da bandana. Um dos Escorpiões dá umas moedas pra mulé pra que ela se mude dali. Essa praticamente ganhou na megasena. Falam com o velho que perdeu a filha, todo deprê, o mesmo escorpião dá uma flecha pro cara e diz que ele será o guardião daquela flecha e deve esperar o samurai voltar pra pegá-la, só então ele terá a honra de ser morto pela própria espada do Escorpião. O cara topa e os manos vão embora. Trombam os manos da praia.

Enquanto todos conversam eu avisto eles ao longe. Noto que estão totalmente a vista, uma ótima chance de serem atacados. Checo os arredores atrás de meliantes e vejo sete ronins se aproximando de mancinho. Amadores. Tzk Tzk…
Dou a volta neles discretamente e no momento certo saio galopando loucamente atrás deles com um ono em cada mão gritando pelo deus da porradaria. Atropelo um deles de surpresa sobrando seis. Os manos notam a zica e se preparam pra porrada. Treta rola, capotamos os ronins, deixamos um vivo pra interrogatório, nosso Garça quase morto, eu e mais uns com uns danos.

Encontro aleatório 1d10 ronins

Encontro aleatório 1d10 ronins

Mando o Kaiu decaptar todos os mortos e trazer os pedaços pro castelo enquanto eu levo o Garça moribundo pro pronto-socorro. Os manos levam as coisas. O Garça recebe tratamento. Eu informo o gerente que a influência Shadowland foi confirmada, mando um mensageiro pro imperador e outro pros Caranguejos. Os manos mandam cartinhas pros seus clãs atualizando-os.

Destaque pro Caranguejo dando lição de etiqueta pro Garça. Há!

Na próxima sessão… Corra que o Ronin vem aí!

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4º sessão de Scion do Angelo

06/06/2009

4º sessão de Scion do Angelo

Sem Lara e Kauê dessa vez.

Começa comigo sendo levado até o tal monolito que ia checar minha situação. Sou amarrado com correntes numa pedrona que diz que eu que tinha que entregar os tridentinhos pois era da minha fé. Digo que me deixarem eu reúno o povo de volta e faço o troço direito, a pedrona topa.

Apareço ainda acorrentado numa lápide de volta ao cemitério. Um líquido verde gosmento começa a escorrer pela lápide, uma gota toca em mim e queima minha pele. Escuto uma voz falando abobrinhas, deduzo ser o Mikaboshi. Faço umas macaquices e consigo quebrar a corrente. Saio correndo procurando o povo.

Mikaboshi safadão

Mikaboshi safadão

Izel caminha pelo mato com papai, ele diz que o povo tá indo pra lugares errados e que esse é o certo. Pega sua faquinha rasga o próprio peito, e com o sangue jorrante faz uma trilha pelo céu. Izel começa a seguir a trilha.

JFK está na luz fofinha e começa a ser envolvido pela escuridão tinhosa, ouve a tal voz Mikabóshica também.

Hadinho também começa a ser envolto pela escuridão.

Na minha caça eu me concentro nos tridentes que tão com o povo e noto um pontinho dourado ao longe. Izel me vê correndo pra lá e me chama, escuto mas não a vejo. Deduzo estarmos em diferentes fases ou níveis então pego os outros tridentes que estão comigo e tento conectar todos numa freqüência só, trazendo todos pro nível que eu tô. JFK se sente puxado pra cima sendo tirado da sombra. Izel sente o puxão pra baixo mas resiste por que sabe que tá no lugar certo. Já o puto do Hadinho tenta resistir e acaba sobrecarregando minha mente ma fazendo perder a noção de onde tá o resto do povo, só tenho a noção exata de onde tá o puto. Corro pra onde ele tá e encontro o coveiro maluquinho que abriu a passagem dele. O cara abre a passagem pra mim e mergulho. No caminho sou seguro por mão frias, dou uma carteirada e me soltam. Voando pego o Hadinho e arranco ele das sombras. Pego o tridente dele e tento conectar novamente só que dessa vez pro plano que a Izel tá. Nos juntamos na trilha de sangue, sem sinal de Johan ou Yue, seguimos.

A trilha nos leva até um templo que cada um vê como algo de sua fé. O templo tá caindo aos pedaços, nós pousamos no teto e vamos descendo. Numa sala toda arrebentada encontramos Yue caída. A acordamos e fazemos ela pegar no tranco.  Vamos descendo e noutra sala com um monte de cadáveres duma luta foda está nosso caro Johan tooodo arrebentado. Izel e Hadinho ficam tentando consertar o coitado. Hadinho chama papai que aparece todo poser. Hades faz uma cura em Johan, e entrega um dedo de osso pra Hadinho, fala umas bobagens e some. Vamos levando Johan até que noutra sala também toda zuada encontramos o PM filho de Anúbis caído (ex-PJ do Junior), acordamos o puto e arrastamos ele com a gente. Noutra sala trombamos o Sven (PJ do Fay), o acordamos e levamos junto.

Chegamos num poço de escuridããão, JFK tenta iluminar mas nada. Pulamos, a queda é suave como se a escuridão fosse bem densa. Aterrisamos num lugar totalmente escurão, não vemos nada. Nos reunimos e vamos seguindo em fila indiana. Ouvimos alguém mais aterrisando. Nos preparamos pra porrada mas uma voz diz que agora pode nos acompanhar. Erebus, nosso titã camarada. Ele nos guia até a porta onde devemos colocar os tridentes. Chegando lá vemos que os buracos são bem maiores que a chaves, temos que fazer o trocinho crescer antes. Hadinho quebra seu dedo de osso e aparecem cinco espartanos caveirísticos que começam a tretar com todos. Yue, Sven, Joham e o PM partem pra porrada com os espartanos. Pego um tridente e me espeto deixando sangue cobrir o troço, provando minha linhagem de Xangô, o bagulho cresce. PLIM! Entrego os outros tridentes e digo pra provarem suas heranças. JFK por reflexo pega o garfo e o usa pra ajeitar o cabelo, a vaidade de Afrodite faz crescer qualquer coisa né. Izel se espeta também, sacrifício de sangue de Tezcatlipoca. Hadinho espeta o troço num dos espartanos, coisas mortas de Hades. Yue faz uma prece japa pra Amaterasu. Johan, Sven e o PM não sabem o que fazer. Faço um discursinho inspirador eles fazem os tridentes crescerem, o PM com um papinho de justiça e Johan não lembro como. Alguém adiciona nos comentários aí.

Colocamos os tridentes, o portão abre, Erebus nos deixa, vamos seguindo nos reino da escuridããão. Ouvimos a voz de Mikaboshi nos pentelhando de novo falando que tá em todo canto e as sombras são vivas ali. JFK resolve brilhar e toma uns trancos dumas sombras. Vamos andando e logo aparecem umas minas zumbis pra nos encher. Partimos pra porrada e acabamos com as zumbis. O pobrema é que não sabemos pra onde ir, só que fica a Sudeste, segundo Hades (ou era Erebus?). Uso meu poder de detectar crimes e culpa e talz pra nos direcionar até a prisão de Erebus. Vamos seguindo.

Chegamos num castelão enooorme. Tentamos contorná-lo mas num adianta. Voando vou lá checar mais perto. O castelo tá flutuando e embaixo dele tem uma queda d água brutona, na única janela eu vejo que tem uma pessoa. Passo pra galera e decidimos falar com o cidadão. Chego lá e chamo-o, um tiozinho aparece, falo nosso lance e que precisamos passar pelo castelo pra seguir, ele diz que é irmão de Erebus e deixa a gente descansar ali antes de prosseguir. Ele dá um brilhão e ilumina nosso caminho. Todos entramos no castelo e vamos descansar. Uns ficam na biblioteca outros vão cochilar. Ficamos pesquisando sobre Mikaboshi, Erebus, titãs, deuses, e essas coisas.

Nosso pit stop

Nosso pit stop

Izel sugere que nos separemos mas o povo num curte. Ela se revolta e sai passeando pelo castelo. Encontra uma porta estranha e pergunta pro titã o que rola ali, ele diz que tem muito conhecimento ali mas é foda de conseguir e voltar, ela pede pra ele abrir a porta e entra. (Aiai…) Ela vai parar numa nevasca fudida e chega até uma caverna, encontra um mega gigante de gelo num trono. Escala o cidadão e tenta falar com ele. O sorvetão, o titã Typhon, nem liga e manda ela embora. Ela sai de volta pra nevasca e tenta achar a saída mas num acha.

Na biblioteca sentimos as coisas sacudirem quando a tal porta é aberta. Hadinho e JFK vão checar, trombam o titã que explica de novo a parada e Hadinho resolve entrar. Vai parar na nevasca, tromba o sorvetão, discute com o tal mas não dá em nada. Volta pra nevasca, tromba Izel, conversam e num chegam a lugar algum. Hadinho volta pro sorvetão e tenta enfezá-lo mas num consegue nada também.

o titã Typhon

o titã Typhon

O resto do povo se reúne e JFK resolve levar todo mundo pra lá também. Muita discussão, uns querem entrar, outros como eu não querem. De qualquer forma tive que ir embora. Se rolou mais algo fazfavô de adicionar aí.

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1º sessão de Star Wars do Leo

06/06/2009

1º sessão de Star Wars do Leo
Chibi_Star_Wars1º nível, todos Jedis, entre o segundo e terceiro filme. Eu estou com Lady Layzi Lenis, NÃO é uma fugitiva dos personagens do Superman, é uma menina Zabrak (raça do Darth Maul) consular diplomática. Temos o Álvaro como Delfas, raça de felinos humanóides tarados, manjador de lightsabers. Foice como Odo, mano com cabeça enorme e porradeiro. Faltaram Danizinho e Leandro, sei lá sobre os pjs deles. A mesa já teve umas duas sessões só que eu não estava ainda.

Isso é uma Zabrak

Isso é uma Zabrak

Estamos em Koruskant, planetão zuado com nossa base flutuante. Fico sabendo que uns padawans voltaram de missão onde capturaram um sith e uns manos morreram. Vejo na enfermaria o Delfas todo arrebentado em coma e o tal sith sem pernas. Logo aparece a mestre Jedi do Delfas, nome estranho tipo Luminária, Lamparina, Candelabro, algo assim. Trocamos idéia, falamos sobre medos e tentações depois saio fora. Trombo Odo nas docas aprontando a nave pra uma nova missão. Trocamos idéia e ele me chama pra missão. (jogadores legais poupam trabalho do mestre pra juntar o grupo)

Eu e Odo vamos até a enfermaria e vemos a mestra Lamparina ajudando seu padawan Delfas a sair do coma. Odo menciona sobre ele ter que sair sozinho. A mestra concorda e vai embora. Odo resolve não seguir seu próprio conselho e entra na cabeça de Delfas pra ajudá-lo. Eu dou uns toques de como ele se proteger e ele entra.

Na mente de Delfas Odo vê o próprio lutando contra tentáculos negros e monstruosos. Odo corre pra descer o sarrafo naquilo, Delfas vê Odo e tenta chegar até ele. Lá fora eu expando minha Força pra servir de guia pros manés (vintão natural rulez). Na cuca de Delfas o povo vê a luz que enfraquece os tentáculos e os dois voltam. Dou uma de migué parabenizando-os por conseguirem. Delfas acorda exaustão mas vai se recobrando. Então notamos que uma cicatriz aparece no braço dele onde não tinha nada antes. Checamos com os droids band-aids o que fez aquilo mas não ajudam em nada. Delfas reconhece como uma unhada duma mina da raça dele no sonho coma dele.

Mestra Lamparina diz que temos uma missão que ele dirá em breve quando nos reunirmos nas docas. Me manda falar com o conselho Jedi. Chego no conselho, Yoda e Windu estão lá. Falamos sobre eu ganhar um mestre, e se eu provar minhas capacidades na missão vindoura o próprío Yoda ia me treinar. Uhuuu!

Só os pirocudo

Só os pirocudo

Odo vai pegar suas tralhas em seu quarto e vê que tá tudo revirado.

Delfas vai checar umas gravações e vê que num dado momento há uma invasão, uma Jedi (de nome mais estranho) e seu padawan Nash (pj do danizinho) tretam com uns manos e tomam pipocos, acabam sendo levados reféns. Delfas leva a zica pro conselho e todo mundo se tromba lá. Nos dizem que temos que resolver essa zica ao invés da outra missão que tínhamos (que nem sabemos qual era). Temos que ir até a parte baixa da cidade e achar o Hutt Ziro, grande lord do crime de Koruskant e pegar de volta os jedis. Piece of cake…

o temível Hutt

o temível Hutt

Vou até a biblioteca pesquisar sobre o local já que num manjo nada de nada disso. Descubro que o Obi-wan Kenobi anda por aquelas bandas direto, meio que um puliça da área. Nos juntamos e vamos até o puto. Ele nos passa um contato na cidade baixa, uma caçadora de recompensa. Nos dá um cartão cheio da grana também. Pegamos tralhas pra nos disfarçar, tudo condizente com o local, pegamos um troço voador tipo Fantasticarro e vamos pra encrenca.

Chegando na parte baixa já trombamos com muitas minhas gostosonas dum bordel. Seguimos pro bordel procurando nosso contato. Logo uma gostosa cola na gente, claramente ciente da nossa Força. Diz que pode nos dar o que a gente quer por grana. Perguntamos se sabe onde encontrar nosso contato, diz que sim e pede mil dinheirinhos. Dizemos que se precisarmos dela avisamos.

Logo entra a tal contato. Odo já vai até ela. Eu me despeço e vou mais devagar. Delfas tenta sair mas é preso por uma mina da raça dele. A dona do bordel aparece e segue reto. Odo inicia contato com a caçadora, mas diz que já volta por que tem que tirar seus companheiros da encrenca que se meteram.

Eu noto a zica com Delfas e volto pra mesa. Assim que a garçonete põe os drinks na mesa eu colo atrás de mina forgada, mando tirarem a mão do meu homem antes que eu arranque pedaços delas e deixo minha pistolinha fazendo barulho dentro da roupa. Claro, isso de forma bem diplomática. A gatinha estressa mas todos ficam de boa e Delfas vem comigo. Vamos pra mesa da caçadora. Sento Delfas e continuo em posição de fêmea dominante pra afastar as vadias.

Conversamos com a caçadora, Aurasing ou algo assim, e ela diz onde estaria o povo que a gente procura, numa boate fodona do tal Ziro, Tenda. Na hora de pagar ela pega nosso cartão e diz que Obiwan tava devendo pra ela. Desencanamos da grana e seguimos pra Tenda.

Entramos no lugar bem discretos, todo tipo de crime rolando lá, jogatina, escravidão, ringues. Nos separamos e fuçamos. Vemos numa parede itens Jedi como lightsabers e roupas. Em outra pessoas em carbonite. Então vemos a tal Jedi que viemos resgatar sendo arrastada pelada, com as mãos e olhos presos. Entramos em contato via Força, ela pede pra descrever o local. Faço uma premonição do que vai acontecer em breve e passo pra ela a localização de todo mundo. Só não sei onde vai estar o safado pipoqueiro que acertou ela na invasão, o tal Cego. Vemos em outro canto Nash sendo levado prum ringue onde a galera se amontoa pra ver a treta. Planejamos e a treta começa.

O Hutt Ziro aparece em seu troninho. Odo tira a venda da Jedi, Delfas abre as trancas da mão dela e eu faço meu lightsaber ir pra mão dela. Ela sai abrindo caminho enquanto pipocos aparecem sabe-lá-deus-donde. Delfas manda um dos lightsabers da parece pra Nash que sai abrindo caminho também. Eu desarmo os drois que iam explodir nash. Mó zona rolando. Delfas saca que o Cego pipoqueiro tá entre nas máquinas caça-níquel. Tenta chacoalhar as máquinas mas falha. Eu derrubo uns panos enormes que cobrem as máquinas. A Jedi e Nash toma uns tiros no caminho da fuga mas seguem. Odo tenta tirar uns escravos mas eles são levados antes.

Ceguinho atirador

Ceguinho atirador

Conseguimos chegar até nosso transporte. Vamos seguindo de volta quando noto aquela gata safada gravando a gente. Com a Força ordeno que ela destrua o equipamento que tá usando, ela faz. hehe. Esperamos ter permissão pra voltar e voltamos. Pego meu lightsaber de volta. Passamos o relatório pra Lamparina. Ela pergunta sobre as safadezas do padawan dela. Eu resumo tudo deixando Delfas de boa, Odo fala tudo em detalhes, Lamparina dá uns esporros em Delfas e o põe pra treinar. Diz que fui aceita como Padawan de Yoda. Há!