Archive for Julho, 2009

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5º sessão de Scion do Angelo

30/07/2009

Começamos com Izel e Hadinho subindo uma montanha na terra geladinha do titã Typhon, pois com esse grande sacrifício eles conseguiriam voltar pra onde tava o resto da galera. Vão subindo, Hadinho güentando mas Izel já virando picolé. Até que começam a ouvir rosnados grandões ecoando, avançam na nevasca e uma parede de pêlos brancos começa a estressar com eles, o Abominável Homem das Neves. Mais a frente mais uns vindo, Izel pica a mula, Hadinho dá uns olés e consegue passar por debaixo das pernas do primeiro, dando de cara com os primos abomináveis dele.

Nenhum Yeti foi ferido durante a gravação deste filme

Nenhum Yeti foi ferido durante a gravação deste filme

Já lá no castelinho da escuridão escura JFK continua tentando me convencer a entrar e resgatar os dois perdidos, a voz dele some pra mim e começo a ouvir papai, ele reclama de estarmos parados, manda eu tomar jeito e agir logo, trovões depois um machadão cheio dos raios aparece na minha frente. Pego, faço pose e chamo a galera pra entrar na salinha dos perdidos.

Agora siiiim!!!

Agora siiiim!!!

Chegamos a terra geladinha do gelo gelado, nevasca pedrera, vamos seguindo até que vemos uma avalanche se aproximando, corremos prum abrigo, Johan (NPC Mode:On) fecha a boca do abrigo com uma paredinha de gelo. Depois de passada a avalanche seguimos até a caverna do Typhon. Chegamos e vemos o gigantão de gelo Typhon sentado no tronão, vou subindo até que Izel aparece, diz que Hadinho tá lá fora enfrentando Yetis, peço pro Johan ir ajudar ele já que asgardianos curtem o friozinho, Yue (NPC Mode:On) vai com ele.

Hadinho tá lá se safando dos peludões quando um raio energético passa por ele e acerta um dos peludões, ele vê Johan e Yue se aproximando, aproveita a brecha e sai correndo. Todos voltam pra caverna.

Na caverna vou ter um lero com Typhon. Vou voando até a cara do infeliz, conversamos, apelo pro coraçãozinho gelado dele, muito papinho emo depois (e uns dados muuuito malvados) ele topa ajudar a gente se cumprimos uma missão pra ele, mas só vai passar quando todos estiverem reunidos. Topamos, vamos buscar Hadinho mas a galera chega, voltamos a falar com Typhon, todos subimos dessa vez pela escadinha, ele nos segura em sua mãozona e nos põe no alto duma janelona. Diz que lá nuns montinhos há um troço que a gente tem que recuperar, e a gente vai saber o que é quando achar, daí ele vai ajudar a gente. Side quest aí vamos nós.

Ok, eu me recuso a fazer uma piada de frieira

Ok, eu me recuso a fazer uma piada de frieira

Vamos descendo a montanha até lá embaixo somos abordados por um véio estranho perto duma fogueira. Ele diz que pra passar ali nós temos que pagar algo pelo caminho seguro, podemos passar sem pagar nada mas aí por nossa conta e risco, então vemos uns urubuzões sobrevoando nossas cabeças. Conversamos entre nós, vou lá falar com o véio, ofereço pagar a passagem de todo mundo com uma estória por cada passagem, o véio recusa no começo mas topa. Conto várias estórias, uma de cada canto do mundo, só que todas passando a mesma mensagem de formas diferentes mostrando a harmonia da humanidade e blábláblá. Um tempão depois das estórias o véio libera a passagem, então seguimos. Quem era ele ou se realmente tinha algum poder sobre o caminho a gente não sabe, mas velhinhos bizarros de estradas me dão medo. hehehe

Eu que não quero enfezar esse tio.

Eu que não quero enfezar esse tio.

Caminhamos um tempo, o caminho aparentemente mais agradável, talvez obra do véio esquisito, vai saber, até que Hadinho avista uma mulher boazuda fora da trilha e resolve ir até ela. Tentamos convencê-lo a voltar pra trilha suspeitando ser safadezas do inimigo tentando nos atrapalhar mas num adianta, ele sai, e logo o resto também começa a sair cada um pra um canto. Sigo um deles e ao longe vejo um negão parado, de longe mesmo falo com ele, descubro ser Exu, o deixo e volto pra trilha. Falo com Izel, ela resolve passear também, vou até o Exu né. Falo com ele, uns papos sobre desconfiança e talz, ele diz que pra onde teremos que derrotar Mikaboshi pra que os panteões dividam o reino da escuridão entre eles, Exu manda deixa a guia que ele me deu lá, e me entrega um frasquinho com um pó/gás prateado, diz preu deixar lá na escuridão também pra me ajudar a voltar pro mundo legal. Fala também duns lances de caminhos e vida.

Exu - Você também não ficaria com o pé atrás se trombasse um negão segurando um troço desses?

Exu - Você também não ficaria com o pé atrás se trombasse um negão segurando um troço desses?

Voltamos pra trilha, cada um teve um papinho com algum enviado de seu deus. Izel fala com um cara que arranca o coração dum animalzinho e dá pra ela comer e ter visões. Hadinho fala com uma mina gostosa, e JFK fala com Ares, o deus da guerra, que quebra o arquinho que JFK ganho de Afrodite e dá duas faquinhas retornáveis no lugar. O resto (NPCentes) volta e seguimos.

Chegamos aos montinhos, avistamos vários Ciclopes passeando por lá, e notamos coisas místicas depois, um mané fazendo ritual vudu com as almas dum monte de gente que um sacerdote asteca sacrifica num altar. Vamos pro ranca-rabo, JFK sai voando e brilhando pra atrair a atenção dos Ciclopes, uns o perseguem tacando suas clavonas, JFK devolve facadinhas, Yue e o Federal (Pj do Junior) saem no tapa com uns outros ciclopes, continuamos avançando. Tentamos ser furtivos mas Izel se assusta com um esqueletinho e atrai bastante atenção (falei, dados malvados). Izel sai correndo dum montão de ciclopes, JFK chama atenção deles com raios de luz e eles tacam mooontes de lanças pra cima tentando pegar JFK, acabam acertando muitas em Hadinho, mas ele seu poderzinho ajuda a ficar menos ferido. Hadinho dá a volta e continua seguindo enquanto Izel corre loucamente e eu, Johan e Svein seguimos muquiados.

O são meras dúzias de ciclopes raivosos... Fichinha....

O que são meras dúzias de ciclopes raivosos... Fichinha....

Chegamos até o asteca maluco que tava sacrificando o povão, ele usa umas magias mas entra no cacete com Johan e Svein, eu sigo pro vuduzêro. Eu e Hadinho chegamos no maluco vudu, que ignora a gente na maior, mó mancada. Hadinho quebra seu ossinho mágico e invoca três esqueletos pra brigar, eu falo umas bobagens heróicas pra ajudar as almas presas ali a se revoltarem e nos ajudar na pancadaria. Elas entram na quiaca, vão pra cima do maluco junto com os esqueletos, eu falo mas bobagens posers e meu machadão se eletrifica, desço o danado na cuca do maluco que num güenta o montinho e se esvai, aquela forma tava destruída.

Aposta quanto que veremos esse puto de novo?

Aposta quanto que veremos esse puto de novo?

Izel toma umas bordoadas na fuga, joga sua pantera pokémon que consegue resolver uns ciclopes e ela se safa. JFK aparece, ele e Hadinho vão ajudar Izel, eu vou ajudar Yue e o Federal, chego lá e o Federal acaba de capotar, desço no Shazam e pedalo um Ciclope. Faço uma pressão, com raios e voando, dizendo que o mestre deles recebeu a justiça de Xangô e que eles também virariam patê, num deu outra, Ciclopes fugindo pra todo lado. Hehehe. Todos chegamos Johan e Svein que pedalaram o asteca mas tão tretando com Ciclopes. Tomo controle de um ciclopes e o uso pra pegar os inimigos por trás, entramos na pancadaria e acabamos a treta. Vamos entrando no templo de onde saiam os sacrificáveis.

Precisamos duma musiquinha de encerramento, não? _triumph__by_crakaemotes

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3º sessão da minha mesa de D&D

29/07/2009

3º sessão da minha mesa de D&D

Essa foi curtinha, não tivemos muito tempo. O povo passou de nível com a última sessão. Houve uma modificações nas fichas, Loren deixou de ser Ranger, virou uma dançarina com espadas que eu num lembro como chama, e o Dort deixou de ser Ladino e virou outro tipo de ladino que também não lembro como chama. Voltando ao jogo….

Depois do encontro com Venize nossos heróis se preparam pra partir, Venize lhes diz que andem logo pois já mandaram alguém pra vir atrás dela. Nossos heróis até se voluntariam pra ajudar mas ela diz que qualquer coisa enviada pra pegá-la seria demais pra eles enfrentarem (sim, chamou eles de rebas) e que eles tinham coisas mais importantes a fazer. Distribuem os itens mágicos entre eles e partem.

Quando saem da casa de tia vêem que a vegetação está levemente diferente, sem aquele monte de insetos passeando, vêem que no lugar da casa que acabaram de sair há uma árvore enooorme e larga, Meriadoc percebe que estava afinal num outro plano, que aquilo antes era apenas um portal, e o pássaro azul a chave dele. Todos seguem pelo pântano na direção em que Lutia apontou, em busca de seu amigo kromlek.

No caminho Lutia diz que sente Kromlek mais abaixo, confuso e com medo, e que aquela visão que todos tiveram na noite passada da Hidra foi enviada por ele. Eles discutem sobre a Hidra e como superar esse desafio. Notam que lá pra trás, onde ficaria a cidade donde eles vieram na noite passada há uma coisa sobrevoando, com asas e cauda, e possívelmente bem grande. Logo uma fumacinha sobe ao ar na cidade. Conforme seguem, já passados há muito do pântano, vêem que fumacinhas sobem dele também. Discutem mais sobre o local onde Kromlek estaria, deduzem ser uma cadeia de cavernas mais a frente.

Conforme avistam as montanhas, e consequentemente a rede de cavernas, avistam coisas sobrevoando a base da montanha, vão mais cuidadosos e finalmente conseguem ver com clareza as criaturas. Outros um pouco maiores e sem asas entram e saem pelas bocas das cavernas.

Ainda quero aquela Havainas tamanho colossal

Ainda quero aquela Havainas tamanho colossal

Bolam seu plano, tentar uma abordagem diplomática mas partir pra pancadaria se necessário. Loren e o Paladino (que eu não consigo decorar o nome) vão tentar conversar com as criaturas, e ela ao notarem a aproximação dos dois ficam agitadas e ríspidas, Meriadoc então taca-lhe uma tempestade de gelo que os derruba do ar, os confundindo e até desabilitando uns, o que o resto do grupo aproveita pra sentar a bulacha nos pobres insetinhos. Depois da matança, Dort sai um pouco machucado, e Lutia usa a Luva Mágica pra curar seus ferimentos.

O grupo discute o que fazer, pretendendo dar a volta na montanha e achar outra entrada, então mais insetões aparecem pra brigar. A galera corre pra entrada, Meriadoc vai invisível, o resto pedala os brigões, Dort novamente sai avariado com uma bela ferroada por trás (ui). Lutia vai curá-lo mas o grupo decide economizar as curas pra mais tarde. O grupo adentra as cavernas e começa a musiquinha de final de episódio.

Tã nã nãããã tã nã nã nãnãããã tchuiuiiii

Esperamos um episódio mais longo da próxima vez.

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Sessão aleatória de CdZ

29/07/2009

Só um treinamento com Lucas, Pj do Seiya.

Depois de voltar da missão com os outros aspiras Lucas voltou pro treinamento. Aldebaram voltou ao treino de combate, só que dessa vez ficou empurrando Lucas cada vez pra mais fora da área de combate, pra que Lucas expandisse sua habilidade em dominar o território com seu cosmo. Em certo momento Lucas até conseguiu acertar Aldebaram, surpreendendo-o quando identificou seu padrão de luta e armou uma arapuca, e depois escapando dum golpe sujo.

Depois foi treinar meditação, mas foi interrompido por mulekes forgados, ficou socando eles até que um deles despertou o cosmo do ódio e ficou mais fortinho, Lucas tentou derrubá-lo mas o cosmo do ódio do garoto interferiu no controle dele e o poder de Lucas saiu do controle, causando um baita terremoto. Takeshi (Pj do Rodrigo que estava numa mesa paralela) nota a bagunça e corre lá pra checar. Vê Lucas e uns pivetes no centro do terremotos, corre pra ajudar, Lucas pede que Takeshi salve os mulekes enquanto ele tenta controlar o terremoto. Lucas ameniza a bagaça, Takeshi tira uns mas uns morrem todo arrebentados. Woltan de Escorpião aparece e mata todos mulekes que sobraram vivos, por interferirem no treino de Lucas. Lucas cai desacordado.

Dias depois Aldebaram prepara uma viajem  onírica pra Lucas, ele vai parar numa terra onde tudo é igual menos ele, como um estranho a tudo. Acaba trombando uma versão minguada de si mesmo, ajuda essa versão a escapar dum poço. Mais viajens depois Lucas volta, meio perdido, e continua seu treino.

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1º sessão da mesa de M&M do Danizinho

29/07/2009

1º sessão da mesa de Mutantes & Malfeitores do Danizinho

Mesa aleatória comigo e o Foice. Eu como o Carranca, negão tribal com uma lança e um escudo em forma de carranca com poderes bizonhos, e o Foice como Bill, cowboy viajante do tempo com pistolas fodonas. Nível 7 só…

Começamos com Bill patrulhando sua área e um arrastão rolando, ele deixa rolar só fica de olho pra ninguém se machucar. É, ele não é de todo bonzinho. hehe.

Eu tô hippongando quando ouço uma explosão, corro e trombo um mano perdido de colant azul checando seu reloginho e com a área destruída ao seu redor. Colo nele pra checar o que tá pegando e descubro que ele é um viajante temporal que tá atrás dum outro viajante temporal que se revoltou e tá aprontando. Mostra uma imagem dum grupo de supers que ainda não se formou, reconheço Bill na imagem. Levo o tal até Bill.

Bill e o Azul conversam e resolvem ir atrás do revoltado, eu colo neles. Vamos até uma biblioteca e o Azul fica fuçando, diz que a pista leva pra Chicago, mandamos ele comprar nossa passagem de avião, Bill deixa suas armas com ele pra poder pegar o avião, e o Azul viaja pelo tempo pra Chicago.

No caminho pro aeroporto vemos uns arruaceiros causando na rua zoando Bill, pegamos eles de porrada e seguimos. Em Chicago pegamos um taxi, boto um pânico no taxista malandrão e chegamos até uma base militar. Trombamos o azul, ele dá umas carteiradas no guardinha e entramos na base. Fuçamos e chegamos até uma sala trancada onde estaria vindo as ondas temporais do revoltado. o Azul passa temporalmente pra sala pra abrir pra gente, só que começa mó zona lá e ficamos de fora.

Socamos os guardinhas e abrimos a porta na marra, vemos o Azul e o revoltado se socando energéticamente e várias pessoas e criaturas de diferentes épocas e dimensões presas, além dum grande portal temporal isntável. Fazemos montinho no revoltado até o pedalarmos. O Azul estabiliza o portal, pega o inconsciente e o leva pelo portal. Ficamos libertando as pessoas e criaturas, pomos num caminhão, uso possessão numa criaturona fortona pra abrir caminho pela parede pra tirar algumas jaulas, até que aparece um outro viajante temporal dizendo que o revoltado escapou e pegou o Azul. Depois aparece o resto da equipe temporal e começa a mandar os prisioneiros pros seus devidos lugares. Bill é mandado pra 2350 pra resolver o pepino do revoltado, eu faço doce mas acabo indo junto.

Paramos aí, foi curtinha mesmo.

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1º sessão da mesa de D&D do Tib

24/07/2009

1º sessão da mesa de D&D do Tib

Estou como o guerreiro Haldor Oaknand, a Pri como a monge Lao Ma, a Aline com a bárbara e o Jackson com o ladino Vince. Somos todos humanos de 1ºnível.

Começo chegando duma caravana que foi levar umas tralhas que me papai ferreiro fez. Chego em casa e descubro que papai tá doente, a curandeira diz que ele foi afetado por algum troço bizarro que ela não consegue consertar, talvez um mané misterioso, alguma-coisa O Azul, mago que vive além da Floresta Amaldiçoada da Caveira Negra das Sombras Sombrias Matadora de Personagens. Digo que vou atrás do cabra, assim que arrumar um guia pra floresta.

Vince chega no açougue pra enrolar mais ainda a dívida do pai dele. O açougueiro fica putão, Vince sugere fazer uns trampos de segurança pra pagar a dívida mas o cara dá umas indiretas sobre falta de confiança em Vince e seu pai. Joga uns xavecos de mindingo e acaba ganhando um pedaço de carne grátis já que o açougue sempre pode contar com o fornecimento de carne dos bárbaros da aldeia vizinha.

Que mané Dragão, no 1º nível temos que derrotar açougueiros mesmo.

Que mané Dragão, no 1º nível temos que derrotar açougueiros mesmo.

Bá é enviada por seu pai até a vila pra comprar coisas e informar o açougueiro que não poderão mais fornecer carne pra eles pois seu gado anda morrendo de causa estranha. Bá chega no momento que Vince está saindo correndo, dá as más notícias pro açougueiro que já manda a esposa dobrar o preço das carnes que tem ali. Até um pivetinho aparece pra comprar carne mas o açougueiro dá um perdido nele.

Lao Ma é enviada por seu templo pra levar uma cesta de frutas pro meu pai pra agradecer coisas que ele fez pelo templo. Ela tromba eu meio transtornado, recebo a cesta e informo da situação de papai. Ela se oferece pra ajudar no que puder, digo que vou atrás dum mago na floresta e que ela pode me acompanhar. Ela fica de checar com seus mestres se tá liberada pro passeio. Na volta tromba Vince, cumprimentam-se rapidim e seguem seus caminhos.

Vince chega em casa e entrega a carne, inventa de rolar um ensopadão mas tão sem os legumes, Vince vai até Lao Ma pra tentar descolar uns di grátis. Tenta jogar um xaveco mas Lao Ma saca, mesmo assim dá uns legumes, uma mandioca, um pepino, um nabo, mas seu mestre percebe a indireta a dá uma cesta com legumes menos safados, além de dar uma bronquinha em Lao Ma.

Vou até a fazendo do caçador atrás de um guia. Chego lá e vejo o lugar pegando fogo, uma olhada rápida e vejo uma mulher e uma crianças mortas, além de um bando de góblins zoando tudo. Corro pra avisar a vila e buscar ajuda. Passo pela aldeia dos bárbaros e aviso o que tá rolando. O barbarão pai de Bá manda um pivete avisa a vila e manda eu ir com ele pra pancadaria. Bá se junta a nós, seus pais se teleportam pra cima duns cavalos fodões e vamos pra pancadaria goblinóide.

Papai e Mamâe Bárbaros

Papai e Mamâe Bárbaros

Chegamos na fazenda e o barbarão já sai descendo a lenha nos goblins, a barbarona taca milhões de flechas, Bá cobre a mãe dela e eu vou pelo outro lado. Fico lutando com três góblins, um deles que consegue me acertar, o Zonfas (ou era Zorbas?),  tem seu nome gritado em coro pelos outros góblins. Depois de muitos ataques miseráveis consigo derrotar meus góblins. Bá arranca vários bifes dos bichos, tritura sua cota, mesmo tomando umas bordoadas.

O poderoso ZONFAS! ZONFAS! ZONFAS!

O poderoso ZONFAS! ZONFAS! ZONFAS!

Vince e Lao Ma vêem o incêndio e vão correndo, junto com um porrilhão de monges com baldes d’agua. Chegam e entram na treta, uns monges vão apagar o fogo da fazenda, um vai pra pancadaria e acaba morrendo. Outro é mais fodão e arrebenta vários. Lao Ma fica protegendo os monges bombeiros. Vince fica correndo pra lá e pra cá, acaba tomando uma cheia e quase morre se Lao Ma não o ajudasse.

Liderando os montes de góblins tem um hobgoblin cavalgando um lagartão e cercado de góblins shamans. Os shamans disparam uns mísseis mágicos no barbarão mas nem tchuns, o hobgoblin vai pra cima dele mas o lagartão fica com medinho e se recusa, então o hobgoblin vai a pé mesmo, o barbarão transforma o hobgoblin em mingau, a barbarona atira uma flecha mágica que solta uma explosão sonora que derruba os shamans. O barbarão termina o serviço e ficamos de boa procurando mais alvos.

Góblins Shamans - Seeeempre tem esses putos né?

Góblins Shamans - Seeeempre tem esses putos né?

Avistamos mais góblins e partimos pra cima, gritamos loucamente intimidando-os, eles começam a fugir, grito pra pegarem prisioneiros. Eu e o barbarão falhamos miseravelmente mas Bá e a barbarona consegue pegar uns. Lao Ma consegue nocautear um mas Vince atravessa e mata o bicho.

Vamos checar a situação do lugar, recolhemos a bagunça, pilhamos, Vince pega uma grana escondida mas Lao Ma e o barbarão percebem, Lao Ma fica pressionando Vince a devolver mas ele fica se desviando. Até que chega o nosso cumpadre Ranger da floresta com a caça nos ombros, vê a zona e seus pais mortos. Fica putão, consolamos ele e dizemos que vamos passear na floresta e que ele pode vir junto. Dizemos dos prisioneiros mas ele mata todos, nos preparamos pra viajem.

Alaric - O ranger atrasado

Alaric - O ranger atrasado

Lao Ma volta pro templo e consegue permissão pra passear, Bá volta pra aldeia e pega uns cavalos pra galera. Eu volto pra vila e vejo que também foi atacada. Passo na prefeitura e dou a grana da pilhagem pra eles contratarem músculos e fortalecer a cidade, o prefeito fala que já que vamos falar com o tal mago pra exigir que ele cumpra com o acordo antigo, que a gente não faz idéia do que seja. Todos nos avisam que esse mago é zuado e pra tomar cuidado com ele. Pego umas tralhas do meu pai pro mago checar se tem macumba neles também. Nos trombamos de volta na fazenda, Bá traz os cavalos. O barbarão pega a sela do meu cavalo e põe um cavalão 4×4, Lao Ma vai no cavalinho mas ele rejeita ela, Bá fica com o dela, Vince encrenca e mando ele vir comigo enquanto Lao Ma vai com Bá.

Armados e perigosos partimos pra aventura!
Tãnããã tãnãnãnãnããããã…..

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2º sessão da minha mesa de M&M de Vilões

23/07/2009

2º sessão da minha mesa de Mutantes & Malfeitores de Vilões

Nessa o Leandro faltou, então sem o demônio calorento. E o Leo entrou como o Curintiano, maloquero que invoca uma galera curintiana pra quebrar tudo (aiai…).

Como dizia o sábio.... Timão ê ô. Timão ê ô.

Como dizia o sábio.... Timão ê ô. Timão ê ô.

Na sessão passada o Capetão [que agora tem nome, O Domitor] passou pros pjs a missão de resgatar um bandido duma cadeia. Domitor passa Dr. Bane e Demo2 [cujo nome é Gardalore, viu só, num dá pra decorar isso] a planta da cadeia e onde tá o meliante a ser resgatado, diz que algumas pessoas dentro da prisão estão sendo extorquidas, intimidadas, chantageadas e pressionadas a ajudar, então eles terão ajuda em alguns pontos. Diz que ainda tem umas horas até o turno dessas pessoas começarem então os pjs podiam se preparar pra missão. Baal foi mandado numa missão paralela.

[Detalhe pra música que começa a tocar no rádio. Nada mais apropriado]

Dr. Bane arruma suas tralhas, faz uma arma furreca, uns comunicadores, e tenta arrumar uns explosivos com um dos vilões ali no galpão. Um deles dá uns explosivos se ajduarem ele a contruir uma máquina de destruição mundial bizonha. Bane diz que ajuda e que vai arrumar um raio desintegrador pra ele. O cara arruma umas peças e Bane faz um rainho meia boca, o cara testa a arma disparando num transeunte aleatório que cai morto na rua. Gardalore resolve ajudar (!) e aumenta a inteligência do cara com seus poderes demoníacos pro cara conseguir equipamentos melhores. O cara fica mais safado e dá um aparelho pra eles, diz que tem que ficar perto das bombas. Bane fica desconfiado e começa a conversar com o aparelho, descobre que é um tipo de transmissor de controle, Bane consegue desabilitá-lo e botar as coisas sob seu controle mesmo.

Eeeenquanto isso o Curintiano, que já tava ali na reunião dos vilões, recebe ordens do Domitor de acompanhar os outros na missão.
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Curintiano cola em Gardalore todo cheio de marra, Gardalore desencana dele e Curintiano se enfeza, chama sua galera, montes de curintianos raivosos aparecem e partem pra cima de Gardalore que repele-os como moscas. Com o saco cheio Gardalore deixa os maloqueros e desce pra rua pra esperar Bane. Curintiano sente uma pontadinha no pescoço, uma voz feminina suave e gostosa diz pra ele sossegar o facho que ali não é lugar de encrenca, e se ele continuasse ela mesma mataria ele. Curintiano fica de boa, manda sua galera de volta e vai procurar Bane.

Curintiano tromba Bane, dessa vez mais mansinho, fica reclamando dum cara peludo azul mas Bane nem liga. Diz que vai com eles na missão, ganha um comunicador e todos partem pro resgate, ou seria sequestro, ou extração, tanto faz.

Eles chegam no ponto, de manhanzinha, a tal prisão fica embaixo duma loja das Casas Bahia, que é usada de fachada mesmo. O tal meliante está preso três níveis abaixo. Eles foram informados que um cara na loja os ajudaria a entrar. Dane e Curintiano entram na loja e o gerente todo tremelicante os atende, os leva pro escritório e se segurando entrega uma chave e um cartão pra eles e diz que a entrada fica atrás da loja, mas não resiste e começa a chorar implorando pela segurança da família dele. Bane e Curintiano dá uma dura nele e vão embora.

Claro, onde mais?

Claro, onde mais?

Dão a volta e vêem lá atrás uma casinha simples aparentemente abandonada. bane nota várias câmeras e guardando o local, com um raio elétrico frita as câmeras. Começa a pegar via rádio a comunicação sobre a perda das câmeras e início dos protocolos de segurança. Todos muito corajosos mandam a galera curintiana invadir a casa, os manos vão e começam a arrebentar tudo lá dentro. Logo dois furgões chegam e descem uns milicos camuflados que já puxam as armas e entram na casa. Treta enorme, mó zona rolando na casa, Bane teleporta pra dentro e vai atrás da maçaneta especial. Acha na torradeira o dispositivo pra abrir a passagem pro subterrâneo, mas começam a atirar nele então ele vaza, aparecendo no banheiro da padaria da frente.

Gardalore entra na treta, sai batendo nos guardinhas, toma uns choques que o imobilizam mas ele consegue se recompor e voltar pra pancadaria. Os milicos começam a retirada já que os curintianos pareciam não acabar nunca, começam a usar as armas de área como gás e talz. Gardalore bota um pânico nos guardas que se afastam. Os curintianos vão pra tombar os furgões, consegue um mas o outro sai um canhão de água que começa a derrubá-los. Bane, muito corajoso, se teleporta pra dentro do furgão e pega o milico do canhão de surpresa metendo um pipoco na nuca do safado. Pega o canhão de água e começa a atirar nos milicos. Um dos milicos consegue se aproximar do canhão mas Bane fecha tudo. Põe o milico preso no canhão pros outros milicos atirarem nele e sai fora. Gardalore pega uns bastões de choque dos milicos e entra na casa. Bane se teleporta pra casa e abre a porta. Curintiano entra muquiado.

Um elevador começa a descer, muitas comunicações sobre os intrusos rolando no rádio. Os caras chegam num corredor apinhado de milicos preparados pra porrada. Curintiano manda sua tropa mas dessa vez os milicos estavam preparados e repelem os maloqueros mais facilmente com gás e choques e talz. Os caras tomam tiros também mas Gardalore segura tudo na casca grossa. Vendo que a coisa tava feia os milicos acionam a segurança que faz uma porta enorme fechar a área, trancando todo mundo ali. Bane entrega um explosivo pro Curintiano que invoca um mano e o manda colocar no meio dos milicos. A tropa curintiana avança loucamente enquanto o mano do explosivo consegue escalar todo mundo e deixar o explosivo no lugar pedido. Bane explode o dispositivo, destruição enorme, muitas mortes, Curintiano sente na cabeça a morte do bando de maloquero, além dos vários machucados que ele e Bane sofreram.
bane-quebradoEles prosseguem pelos escombros, passam pelo buraquinho feito na porta e seguem. Bane pega comunicações sobre reforços e sente uns troços estranhos se aproximando. Lá longe ele vê um robôs fodamente armado se aproximando. Gardalore começa a socar o chão pra chegar até o nível inferior. Bane atira seus raios no robô e Curintiano manda sua tropa. O robô vai explodindo curintianos até que Bane consegue danificá-lo suficiente pra parar de funcionar. Gardalore abre um buraco no chão e pula. Curintiano tenta fazer uma escada humana mas um monte de curintiano cai lá embaixo, até que resolve pular logo e ter a queda amortecida pelo monte de curintiano caído. Bane se teleporta pruma sala do lado atrás de controles.

Muitos milicos aparecem bem surpresos e mais treta começa. Bane começa a mexer nuns controles na sala e abre umas celas. Começa a falar pelo altofalante pros presos ajudarem e essas bobagens. Bane vê também no computador que aquele cientista que tava na outra prisão tá metido no meio dessa prisão também. Durante a treta uma luz verde se aproxima por outro corredor, os milicos percebem e começam a fugir em pânico. Bane checa as fichas dos prisioneiros e vê um cara radioativo sem controle, totalmente psicopata de risco máximo. Bane tenta falar com o tal mas os altofalantes começam a ser desintegrados pela luz verde. O cara finalmente aparece, um cara só de cueca e uma aura verdeque corrói os arredores. Com um olhar maníaco ele se aproxima dos manés. Alguém atira um dos explosivos na direção do cara mas no mesmo momento o cara lança um raião radioativo desintegrador plusplus engole o explosivo e acerta em cheio Gardalore e fica meio chamuscado e os caras ganham mais machucados (e ficam inférteis). Todos pulam no novo buraco que Gardalore abriu no chão pra chegar até o nível onde estaria o meliante-alvo.

Eles caem numa sala enoooooooorme, com equipamentos enooooormes e no centro um tubão com líquido verde e um cara boiando, reconhecem  como o alvo. Bane corre pra checar o equipamento e tentar desativar mas não consegue entrar no sistema. Ouvem uma voz conhecida, aquele cientista pentelho de outra prisão sai de trás de um equipamento. Dá o discurso básico sobre os vilões não conseguirem impedir seus experimentos e serem levados a justiça de uma vez por todas. Então o cara começa a se contorcer e coisas se moverem debaixo de sua pele, seu corpo começa a se quebrar e esticar enquanto uma gargalhada histérica preenche a sala. Fios saem de seu corpo e se plugam em outras partes, uma pele metálica abre espaço pela pele humana, o cara fica todo robótico, com quatro braços e com seu cérebro aparecendo num jarro onde ficava a cabeça.

Tipo isso com quatro braços e miooolos

Tipo isso com quatro braços e miooolos

Bane fica mexendo nos controles, Curintiano manda seus manos atacarem, os curintianos chovem no robozão que fica explodindo um por um até que ele dá um mega pulão e se agarra num equipamento no alto, começa a disparar raios das mãos que eliminam uns maloqueros. Então Curintiano passa um planos pros seus manos, um deles aponta pra Gardalore e diz pra ele ir lá pra cima. Os curintianos se posicionam num corredor e Gardalore entra [detalhe novamente pra música que começa no rádio] , é impulsionado (colocado uma toquinha do Curíntia) e arremessado na direção do bicho que é enterrado no equipamento que ele tava se segurando. Bane aproveita a brecha e teleporta pra onde tava o robô que eles desativaram, faz um conserto rápido e traz ele pra sala reprogramado.

Gardalore fica se atracando com o doutor robótico mas é atrapalhado pelos fios e explosões no aparelho, até que baixa a guarda e é atravessado por lâminas que o pegam de jeito, tudo fica escuro pro nosso demoninho. Sai do buraco o doutor robótico, com as lâminas pingando sangue demoníaco mas já meio avariado. Ele pula nos caras mas é recebido a rajadas de Bane e de seu novo robozinho, além da galera curintiana que senta a porrada nele. Já bem avariado resolve fazer uma retirada estratégica, um pedaço do corpo com o cérebro se ejeta e sai voando. Bane se teleporta pra perto do trocinho e pendura nele toooodos os outros explosivos que tinha, volta, se esconde e ativa os explosivos. Detahe que eram explosivos suficiente pra virar um quarteirão do avesso e transformar nossos queridos vilões em paçoquinha.
morte mm vil
Continua???????

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3º sessão de Changeling: The Lost da Laura

17/07/2009

3º sessão de Changeling: The Lost da Laura

Bem, eu faltei na última sessão. O que rolou foi que o mapa que o grupo tava seguindo na verdade era uma furada que só servia pra gente perder tempo e rodar pela Terra do Nunca pra desenvolver cada vez mais nosso lado fadinha. Descobriram que a maneira de voltar pra casa era voltando pro começo, ou seja, o castelo do maldito Peter Pan. O grupo descolou um barco e foi, parou numa vila pra fazer uns reparos.

Nosso camarada Zéfiro, um feral zebra, diz que precisa duma linha pra consertar a vela do barco e que lá pra frente nas pedras da praia uma mulher vende, junta a galera e vai lá comprar a linha. Eu fico no barco consertando coisas. O grupo chega nas pedras, uma caverninha, notam alguém lá dentro, entram lentamente e uma velha os atende. Ela fica os chamando pra dentro, mas o grupo reluta, ela diz que dará a linha se levarem o dinheiro até a mão dela, Ricardo, o feral Leão, dá a grana. A velha começa a tecer a linha e cantar, Ricardo fica meio abobado e começa a ser atraído pra velha que gruda nele e começa a sugar seu Glamour. Toda galera entra na treta até que pedalam a velha e pegam a linha.

Avisto um grande barco passando no horizonte, corro e boto o pânico em todo mundo, voltamos correndo, arrumamos o barco e quando estamos prontos pra partir aparece um bando de macaquinhos pentelhando próximo do barco. Ricardo os intimida e nosso ogro via pra cima deles. Os macaquinhos ficam amedrontados. Lá longe vemos uma menina meio macaca pulando e falando com os macaquinhos, reconheço Amélia. Vou até lá, o ogro mata um macaco e Amélia fica fula, tenta socar ele mas num rola, convenço ela a voltar pra casa com a gente e ela vem. Todos sobem no barco que já se movimentava menos eu que fico pendurado na borda. Amélia e os outros tentam me puxar mas o movimento e a água (os dados) dificultam. Então sou abocanhado por algo que deixa a tarefa cada vez mais difícil. Conseguem me puxar um pouco e vemos que tem uma ostra gigante me abocanhando, os manos sentam porrada nela e ela solta. Viajamos…

Chegamos até o castelo, uma puta neblina bloqueando tudo, pensamos no que fazer pra entrar no castelo e o Zéfiro propõe dele nos levar como prisioneiros e lá dentro soltar a gente. Obviamente não gostamos do plano mas acaba sendo a melhor opção. Somos levados até a maldita Wendy e o Zéfiro nos vende (fiodapuuuta!) cada um arrastado pra um canto.

Me jogam dentro de um cubo de vidro, tipo uma tupperware,  no meio duma biblioteca enoooooorme e colam uma etiqueta escrita “experiência 137” no vidro. Tento sair mas logo aparece a vaca da Wendy com seu troninho e uns góblins que me prendem e nocauteiam. Acordo numa mesa de cirurgia com os góblins me abrindo e fuçando, me botam pra dormir de novo. Acordo de volta no vidro, todo costurado. Tento chacoalhar o vidro mas minha poderosa compleição atlética não ajuda muito. Logo ouço outro barulho ali perto, outro mano do grupo que também tava nesse tipo de jaula. Resolvo analisar a jaula e vejo que é tudo colado e a tampa deve ser mais frágil. Subo e quando vou começar a balançar aparece o outro mano que tava preso e  me solta, diz que foi solto por Zéfiro. Corremos pra encontrar o resto do povo.

Amélia está presa numa gaiola vestida com um tutu rosa de bailarina, tenta se soltar mas não consegue. Depois aparece um mala com um chicote e tenta forçá-la a usar o tutu mas ela se recusa e toma umas chicotadas. Acorda com o tutu bem preso e na frente duma platéia. O apresentador fala com a platéia e todos riem, logo outra gaiola menor chega e tem um macaquinho com tutu preso, uma musica toca e ele dança mecanicamente. Amélia fica hipnotizada e dança também sem controle. Quando é guardada de volta no quartinho escuro ouve o chamado do Ricardo Leão, retorna o chamado com macaquices, alguém (num vi quem) solta ela e ela encontra o resto.

Isso sim é tortura.

Isso sim é tortura.

Todos corremos prum graaaande buraco no chão, todos pulam, eu tento escalar (sim, personagem muuuuito cuzão), tomo um tiro e caio. No fundo uma fonte, todos mergulham e saímos num matagal pelados. Vemos duas minas passeando, uma delas muito bêbada. Trazemos a mina pra nós, conversamos e ela revela também ser como nós, meio fadinhas, então nos ajuda com roupas e hospedagens em troca de histórias de Arcádia.

Próxima sessão: The boys are back in town..