Archive for Agosto, 2009

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4º sessão de L5R do Poke&Cia

28/08/2009

4º sessão de Legends of Five Rings do Poke&Cia

Segunda parte da mesa do Mark. Só que dessa vez faltou todo mundo, então rolamos algo solo mesmo. Crab Style!

Voltamos da pancadaria da última sessão, enquanto todos foram se cuidar fui conversar com o gerente (que chamava Goemon), passo a treta pra ele e aviso que a influência da Shadowlands é clara. Digo que vou caçar os ronins assim que possível pois eles vão ficar putões com o que fizemos com os amiguinhos deles e podem querer retaliar. Descanso e me curo, quando tô pronto pra sair descubro que meus camaradinhas samurais tão tudo dodóis, aparentemente foram envenenados pelas armas dos ronins. Deixo eles pra lá, mando o Kaiu Seibei cuidar da fortificação do castelo e coordenar a batalha se os ronins aparecerem e vou caçar ronin.

50 contra mim? É covardia... Eu espero eles chamarem mais ajuda...

50 contra mim? É covardia... Eu espero eles chamarem mais ajuda...

Cavalgo loucamente até a outra vila que foi atacada, acho os rastros dos ronins pelo caminho todo. Lá todos estão escondidos, metade do lugar destruído. Rodo a vila pra todos me verem, paro no meio e grito pra vila toda quem eu sou e o que vim fazer e mando todo mundo me ajudar com informações. Uns caras aparecem e me contam o que rolou. Os ronins apareceram e começaram e levar tudo, mataram quem se intrometeu e levaram umas garotas. O líder tem a mesma descrição do da outra vila, mas o cara estava quietão no ataque, só observando. Vejo os corpos queimados dos mortos atrás de indícios de shadowlands, acho numa armadura dum dos ronins mortos sangue maculado do capeta, mando os caras queimarem as coisas direito. Me indicam a direção que ele foram. Prometo que vou arrebentar as caras dos ronins e volto pra caçada, agora atento a sangue dos caras machucados.

Pelo caminho vou deixando marcas pro caso de eu não voltar e carangueijos que vierem me procurar conseguirem achar os caras. Até que depois duma boa cavalgada trombo um cara no meio do mato me encarando. Paro e noto uns escondidos com arcos. O cara me manda ir embora, dou uma de que vou sair mas disparo pra cima dele e explodo a cabeça dele com meu Ono. Flechas voam pra cima de mim, uma acerta mas continuo firme. Vou correndo pelo mato caçando o acampamento dos caras e causando mó balbúrdia. Até que chego no acampamento com uns quinze arqueiros. Passo loucamente pelos caras, chuva de flecha de tapar o sol mas minha armadura bloqueia tudo. Lembrar de parabenizar meus camaradas Kaiu. hehe Os caras me perseguem com seus cavalinhos mas o meu cavalo turbo deixa eles pra trás.

Pois lutaremos na sombra...

Pois lutaremos na sombra...

Na ponte que liga pra terra dos Pardais destruo os corrimãos e jogo na ponte criando um empecilho pra eles passarem, e me escondo num canto depois esperando eles passarem preu pegá-los desprevenidos. Dos cinco cavaleiros só um capota na barragem e fica debaixo do cavalo, os outros passam e eu venho por trás, novamente gritando por Bishamon, e já arranco duas cabeças numa porrada (sim, foi muito bruto). Com aquele sangue espirrando, cabeças rodando no ar, cavalo enorme empinando, sol refletindo no carangueijão da armadura e meu urro maléfico fizeram os dois caras restantes soltarem as armas e se entregarem (sim, foi incrivelmente bruto meu teste de intimidação-hahaha). E no castelo Pardal os vigias vendo a treta.

Volto pro castelo Pardal arrastando dois prisioneiros, armas e cavalos. Entro todo macho pelo castelo e sou levado pro Goemon. Conto do que rolou, encho minha bola, Goemon me diz pra descansar que os samurais dele vão cuidar do resto, digo que eu vou liderar o ataque aos ronins assim que os caras dele estiverem prontos. Interrogo os prisioneiros e só descubro que eles tão considerando o líder deles frouxo por não querer mais tanta sanguinolência. Aproveito a folga pra fazer umas bandagens e já volto pra pancadaria. Pego uns dez samurais Pardal e levo pro acampamento.

Tá bom, eu deixo os Pardais brincarem também...

Tá bom, eu deixo os Pardais brincarem também...

Quando chegamos no acampamento os samurais começam com as flechadas e depois os ronins vem pro pau. Fico coordenando os caras e escapando de porrada. Então vejo três ronins correndo pra dentro duma tenda que parece ser a maior e do líder. Um dos caras sai com um puta cortão no peito e cai morto. Passo rasgando e derrubo a toras da tenda, vejo o formato e posição das pessoas lá dentro. No processo vejo um cara ajoelhado imóvel no centro. Entro todo macho, me apresento e pergunto quem é ele e se é o líder dos ronins, ele se apresenta e diz que de certa forma sim. Vejo na tenta as garotas seqüestradas amarradas mas ilesas. O cara diz que se rende mas que quer contar a história dele antes de morrer. Com toda minha benevolência, aceito. Lá fora a treta já sossegada, saímos, digo pra todos que o cara é meu prisioneiro, juntamos as tralhas e voltamos pro castelo.

Lá vamos até Goemon e o cara implora pra contar a história dele e poder cometer seppuku de forma honrada. Goemon diz que se eu topar ser o segundo dele, beleza. Topo e o cara começa a falar. Diz que num belo diz de roninzice encontrou uma espadinha Tanto, e a partir daí começou a ouvir vozes na cabeça, reconheceu que era coisa do capeta. Até que conseguiu descolar um pedacinho de Jade pra conter a influência maligna e jogou a Tanto no mar, mas os seus ronins tavam sendo influenciados e ficando cada vez mais sanguinários, então ele resolveu tomar as mulheres seqüestradas pra ele e cuidou delas pros caras não as machucarem. Pergunto onde ele jogou a Tanto, ele diz que pode mostrar.

Tanto

Tanto

Vamos até a beira do mar, todo revolto, o cara mergulha atrás da Tanto até achar. Ajoelha e fica segurando-a pra cometer o seppuku, mas diz que precisa de ajuda pra largar a maldita e que não vai sepukar com ela. Decepo a mão dele fora, ele pega a wakizachi, pede pra sua katana ser jogada no mar, oferecendo sua alma Kami do Mar como desculpa. Ele enfia a wakizachi, eu passo a katana no pescoço dele e jogo a katana dele no mar, pedindo que o mar sossegue o facho.

No seppuku dos outros é refresco

No seppuku dos outros é refresco

Uns dois dias depois o mar sossega, levo as meninas pra suas vilas, sou levado até o senhor do castelo que agradece bastante e me dá uma caixa de presente. Dentro tem uns convites pruma festinha Garça que vai rolar em breve. O cara diz que eu sou foda e eu volto pra casa com o dever cumprido.

Viu só , Carangueijo faz até o mar baixar a bola.

Viu só, Carangueijo faz até o mar ficar pianinho.

4º sessão de Legends of Five Rings do Poke&Cia

Segunda parte da mesa do Mark. Só que dessa vez faltou todo mundo, então rolamos algo solo mesmo. Crab

Style!

Voltamos da pancadaria da última sessão, enquanto todos foram se cuidar fui conversar com o gerente (que

chamava Goemon), passo a treta pra ele e aviso que a influência da Shadowlands é clara. Digo que vou caçar os

ronins assim que possível pois eles vão ficar putões com o que fizemos com os amiguinhos deles e podem querer

retaliar. Descanso e me curo, quando tô pronto pra sair descubro que meus camaradinhas samurais tão tudo

dodóis, aparentemente foram envenenados pelas armas dos ronins. Deixo eles pra lá, mando o Kaiu Seibei

cuidar da fortificação do castelo e coordenar a batalha se os ronins aparecerem e vou caçar ronin.

Cavalgo loucamente até a outra vila que foi atacada, acho os rastros dos ronins pelo caminho todo. Lá todos

estão escondidos, metade do lugar destruído. Rodo a vila pra todos me verem, paro no meio e grito pra vila

toda quem eu sou e o que vim fazer e mando todo mundo me ajudar com informações. Uns caras aparecem e

me contam o que rolou. Os ronins apareceram e começaram e levar tudo, mataram quem se intrometeu e

levaram umas garotas. O líder tem a mesma descrição do da outra vila, mas o cara estava quietão no ataque, só

observando. Vejo os corpos queimados dos mortos atrás de indícios de shadowlands, acho numa armadura

dum dos ronins mortos sangue maculado do capeta, mando os caras queimarem as coisas direito. Me indicam a

direção que ele foram. Prometo que vou arrebentar as caras dos ronins e volto pra caçada, agora atento a

sangue dos caras machucados.

Pelo caminho vou deixando marcas pro caso de eu não voltar e carangueijos que vierem me procurar

conseguirem achar os caras. Até que depois duma boa cavalgada trombo um cara no meio do mato me

encarando. Paro e noto uns escondidos com arcos. O cara me manda ir embora, dou uma de que vou sair mas

disparo pra cima dele e explodo a cabeça dele com meu Ono. Flechas voam pra cima de mim, uma acerta mas

continuo firme. Vou correndo pelo mato caçando o acampamento dos caras e causando mó balbúrdia. Até que

chego no acampamento com uns quinze arqueiros. Passo loucamente pelos caras, chuva de flecha de tapar o sol

mas minha armadura bloqueia tudo. Lembrar de parabenizar meus camaradas Kaiu. hehe Os caras me

perseguem com seus cavalinhos mas o meu cavalo turbo deixa eles pra trás.

Na ponte que liga pra terra dos Pardais destruo os corrimãos e jogo na ponte criando um empecilho pra eles

passarem, e me escondo num canto depois esperando eles passarem preu pegá-los desprevenidos. Dos cinco

cavaleiros só um capota na barragem e fica debaixo do cavalo, os outros passam e eu venho por trás,

novamente gritando por Bishamon, e já arranco duas cabeças numa porrada (sim, foi muito bruto). Com aquele

sangue espirrando, cabeças rodando no ar, cavalo enorme empinando, sol refletindo no carangueijão da

armadura e meu urro maléfico fizeram os dois caras restantes soltarem as armas e se entregarem (sim, foi

incrivelmente bruto meu teste de intimidação-hahaha). E no castelo Pardal os vigias vendo a treta.

Volto pro castelo Pardal arrastando dois prisioneiros, armas e cavalos. Entro todo macho pelo castelo e sou

levado pro Goemon. Conto do que rolou, encho minha bola, Goemon me diz pra descansar que os samurais

dele vão cuidar do resto, digo que eu vou liderar o ataque aos ronins assim que os caras dele estiverem prontos.

Interrogo os prisioneiros e só descubro que eles tão considerando o líder deles frouxo por não querer mais tanta

sanguinolência. Aproveito a folga pra fazer umas bandagens e já volto pra pancadaria. Pego uns dez samurais

Pardal e levo pro acampamento.

Quando chegamos no acampamento os samurais começam com as flechadas e depois os ronins vem pro pau.

Fico coordenando os caras e escapando de porrada. Então vejo três ronins correndo pra dentro duma tenda

que parece ser a maior e do líder. Um dos caras sai com um puta cortão no peito e cai morto. Passo rasgando e

derrubo a toras da tenda, vejo o formato e posição das pessoas lá dentro. No processo vejo um cara ajoelhado

imóvel no centro. Entro todo macho, me apresento e pergunto quem é ele e se é o líder dos ronins, ele se

apresenta e diz que de certa forma sim. Vejo na tenta as garotas seqüestradas amarradas mas ilesas. O cara diz

que se rende mas que quer contar a história dele antes de morrer. Com toda minha benevolência, aceito. Lá fora

a treta já sossegada, saímos, digo pra todos que o cara é meu prisioneiro, juntamos as tralhas e voltamos pro

castelo.

Lá vamos até Goemon e o cara implora pra contar a história dele e poder cometer sepuku de forma honrada.

Goemon diz que se eu topar ser o segundo dele, beleza. Topo e o cara começa a falar. Diz que num belo diz de

roninzice encontrou uma espadinha Tanto, e a partir daí começou a ouvir vozes na cabeça, reconheceu que era

coisa do capeta. Até que conseguiu descolar um pedacinho de Jade pra conter a influência maligna e jogou a

Tanto no mar, mas os seus ronins tavam sendo influenciados e ficando cada vez mais sanguinários, então ele

resolveu tomar as mulheres seqüestradas pra ele e cuidou delas pros caras não as machucarem. Pergunto onde

ele jogou a Tanto, ele diz que pode mostrar.

Vamos até a beira do mar, todo revolto, o cara mergulha atrás da Tanto até achar. Ajoelha e fica segurando-a

pra cometer o sepuku, mas diz que precisa de ajuda pra largar a maldita e que não vai sepukar com ela. Decepo

a mão dele fora, ele pega a wakizachi, pede pra sua katana ser jogada no mar, oferecendo sua alma Kami do

Mar como desculpa. Ele enfia a wakizachi, eu passo a katana no pescoço dele e jogo a katana dele no mar,

pedindo que o mar sossegue o facho.

Uns dois dias depois o mar sossega, levo as meninas pra suas vilas, sou levado até o senhor do castelo que

agradece bastante e me dá uma caixa de presente. Dentro tem uns convites pruma festinha Garça que vai rolar

em breve. O cara diz que eu sou foda e eu volto pra casa com o dever cumprido.

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2º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

28/08/2009

2º sessão da mesa de Star Wars do Angelo
(22)

Nessa o Seiya entrou com seu Miraluka adepto da força que eu não lembro o nome e o Zao entrou como Deiji, Mon Calamari consertador de coisas. E a Lara faltou.

Começamos com o Miraluka pegando carona com uns contrabandistas num planeta aleatório. No caminho a nave é abordada por caras malvados que querem explodir tudo. O capitão contrabandista consegue livrar o caminho passando um código antigo e chegam ao planeta que estamos. Um dos milicos das docas começam a pesar em cima da nave então o capitão suborna ele com uma planta duns esquemas dum equipamento Sith roubado. Sem ter o que fazer no planeta, só passeando mesmo, o Miraluka resolve continuar com os contrabandistas, e começa a sentir a Força passeando pelo planeta.

Os caras chegam na casa do meu falecido truta rodian Guo Serps. Entram e não acham ninguém, então escutam o carregar dum pistolão e vêem um droid pronto pra explodi-los. É um droid porradeiro nervoso. Conversam, o droid diz que Serps ainda não voltou e que o tal arkanian Lastan vai pagar a carga e dá o endereço da minha casa. Todos vão pra lá. Atendo os caras, são eles que trouxeram as tralhas que o Serps arrumou pra mim. Explico que o Serps pedalou e que eu não tava a par do acordo todo, os caras topam esperar um pouco pra ver o que eu faço pra resolver isso, o capitão diz que vai ficar na cidade por duas semanas e pra procurar ele se achar uma solução. Deixa lá os equipamentos como sinal de boa fé (sei…). Vai embora mas o Miraluka resolve ficar por lá.

Miraluka pergunta pra mim sobre os Jedi e Siths, como dedo-duro morre cedo digo que num sei de nada [ainda mais pq os caras podem explodir cabeças com a mente] e que ele pode procurar por aí. Ele saca que eu sei de algo, oferece grana, digo pra pagar mas ele quer a informação primeiro, não fazemos negócio e ponho ele pra fora. Depois saio e vou até a casa do Serps fuçar atrás de algo pra resolver o pepino dos contrabandistas. Noto que o Miraluka tá me seguindo, desencano e entro na casa do Serps. [nessa o Seiya foi dormir e perdemos ele por hoje]

Na casa chamo por alguém, aparece o droid, conversamos, conto que o Serps morreu, ele diz que tem que continuar cuidando da casa por ser a programação dele, e que ele também cuidava de outras “limpeza” pro Serps. Chamo ele pra trabalhar comigo fazendo a mesma coisa que fazia pro Serps, ofereço manutenção e peças, ele topa experimentar. Peço pro droid deixar eu fuçar na casa, ele libera, começo a fuçar. [modo Nosferatu:On] Acho armas, grana, roupas e comida, além duns contatos com um grupo criminoso barra pesada. Termino e levo o droid comigo pra casa.

Que mané C3P-O...

Que mané C3P-O...

Deiji chega com sua nave no nosso planeta, vem atrás de manutenção e grana. Nas docas descobre que tem que pagar uma grana forte pra deixar a nave lá. Diz que vai arrumar a grana. Nas docas, num sei como, mas ele consegue achar os caras com a planta do equipamento Sith e resolve roubar o bagulho, mó galera começa a vir atrás dele atirando pra todo lado. Ele consegue fugir, esconde o bagulho na nave e sai correndo.Chega na cidade, vai num butecão e pergunta se tão precisando de alguém que conserta coisas. O barman Trandoshan diz que eles tentaram instalar um sistema de pedido automático de bebida mas o bagulho quebrou rápido pelos clientes serem trogloditas, Deiji diz que pode instalar direito, o barman topa, Deiji tá sem seus equipamentos que ficaram na nave e num pode voltar pra pegar sem tomar tiros dos droids, resolve ir num cassino tentar ganhar grana pra comprar as ferramentas.
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Milagrosamente consegue ganhar um pouco e compra o que precisa, volta lá no buteco e conserta o troço. Ganha umas merrecas e pergunta onde pode arrumar mais trampo. O barman indica a vila dos mineradores lá longe e tão sempre precisando pois mexem com muitos equipamentos. Deiji aluga um speedster e vai. Chega no buteco do zé na vila dos mineradores, pergunta por trampo, o barman indica a mina e o novo médico arkaniano que chegou (é, eu). Deiji vai checar o tal médico, atento o tal, ele pergunta por trampo e mando ele mina. (hehehe) Também aviso pra arrumar um teto logo por que ali rola umas chuvas malvadas.

Na casa do Mestre Forçudo, Elel treina forcices, até ganha um lightsaber provisório. Ela diz que o povo em sua casa deve estar preocupada com ela por ter sumido assim, o mestre lhe arruma um comunicador xumbrega, ela usa mas o troço tá bem zuado. Ali perto Deiji ouve em seu comunicador uma garota falando dando tchau pra sua família e tudo mais. Sem saber até onde foi sua mensagem Elel volta pro treino. Deiji resolve checar a fonte da mensagem e chega na casinha do meeestre. O mestre atende, ele pergunta pede abrigo, o mestre bonzinho da cabaninha feliz deixa o cabra capotar por lá. Deiji pergunta se tem perigo deixar o speedster alugado lá fora, o mestre diz que é sussa por lá. [claaaaaaro…]

Naaaa manhã seguinte Deiji se arruma pra ir embora e surpresa surpresa, o speedster tá todo depenado. Checa a condição do troço e vê que tá faltando os troços que faz levitar o speedster. Quase arrancando os cabelos Deiji volta andando pra vila pensar no que fazer. Elel e o mestre resolvem, sabe lá deus porque vir me visitar. O mestre apelão pega o speedster quebrado e levita ele com a Força, e vai passear pra vila. Tromba Deiji no caminho e dá uma carona. Chegam na minha casa e os troços levitadores tão empilhados na frente da minha casa. Atendo os caras e Deiji pergunta sobre os levitadores, e eu num entender lhufas do que tá acontecendo, penso que ele que deixou os levitadores lá e quer de volta e talz.

Até que noto um brilho numa montanha ali perto, alguém nos vigiando. Entro e mando o droid ir lá limpar. No caminho o droid toma uns tiros e fica todo despedaçado. Tiros começam a vir, nos protegemos. Pego as armas que arrumei e vou até a montanha zigzagueando, Elel vem junto. Deiji pega os pedaços do droid e tenta arrumar pra o proteger. O mestre fica lá morgando. Subimos e chegamos na boca duma caverninha. Como minha mira num é grande coisa, ponho meu rifle pra sobrecarregar e explodir, e taco dentro da caverna, pra desabar o teto em cima do cara. Só que o safado usa forcices e levita o rifle pra fora da caverna pra explodir. Sem muita opção entramos na caverna, entro com os braços levantados me rendendo e sugiro conversar-mos. Vemos que é o tal do lightsaber duplo que matou o Serps.

Pergunto o que tá pegando, por que ele tá zuando a gente, ele diz que por estarmos do lado do mestre e sua turma e que ali quem manda é os Siths, dou um migué, digo que num sabia quem era quem, num quero treta, e blablabla desse naipe. O cara fica mais de boa, mas encuca com Elel, diz pra ela ir com ele que vai ganhar mais. Elel recusa, então ele resolve matá-la, tira o espadão brilhante e chama ela pra porrada. Elel liga o dela e a vuónvuónzice começa. Deixo meu comunicador transmitindo pro mestre ouvir o que tá rolando (trabalhando pros dois lados? eu? nunca…). Elel consegue fazer um estrago no cara mas acaba caindo. O cara desencana dela e vai pra cima do mestre. Pego a moribunda, faço uns remendo imediatos e levo pro conserto. Carrego ela com minha poderosa força 8, trombo Deiji no caminho fugindo, e com sua magnífica força 7 me ajuda a levá-la pra casa. Jogo ela no tanque bacta e começa a recuperação.
Stasis_Tube_by_melonhead_emotion

Lá fora o pau come solto entre os forçudos, bem equilibrado até que o mestre toma a espada do cara e cruza as duas no pescoço dele. Daí desliga as espadas e diz que num vai matar o cara, então o mano foge pra nos matar outro dia (maldiiiito).
Jedi_vs_Sith
Todos na minha casa pergunto pro mestre o que tá pegando afinal, acordo Elel pra ouvir também. Ele diz que os caras não gostam dele e mais umas coisas inúteis. Até que ouvimos uns puliça na porta, checo e vejo a casa cercada por guardas. Saio pra ver o que tá rolando e os manos me prendem por ter roubado a planta dos Siths, Deiji sai e é preso também. Os caras entram na casa e trocam tiro com o droid meio consertado, o droid volta a ficar zuado. Então os guardas saem da casa dizendo que só tem o médico lá dentro e que não precisam dele. O mestre sai se dizendo o médico (maldiiiito), fala que nós somos inocentes e os caras nos soltam. Dá-lhe truquinho Jedi.
Madagascar_Penguin_by_PunkyB

Tempos depois, Elel já consertada, todos vão embora cuidar de suas vidas. Eu fico em casa reprogramando o droid pra me servir e conserto ele. Elel e o mestre voltam pra cabaninha. Deiji vai pra cidade.

Deiji volta pra cidade paga a estadia da sua nave e tira ela das docas, e pousa ela lá na vila. Deiji depois fala com os chefes na mina e levam ele até um tratorzão de alguns andares que tá bichado, Deiji checa e vê os problemas do troço, mas diz que num dá pra consertar por ser grande demais e num tem os equipamentos certos. Levam ele pro galpão de peças e ele vê um monte de tralha não usada. Dizem que as britadeiras também tão zuadas, ele começa a consertá-las e vira empregado da mina.

Eu organizo minha clínica na casa do Serps já que a minha tá muito visada, aparece um cara com o braço decepado, conserto ele e falo pro cara que trouxe ele pra arrumar uma prótese que eu implanto, os caras vão embora. Colo lá na mina e ofereço pro chefe o trampo de implantar próteses pros mineiros zuados, se a companhia quiser, tamosaí. Me chamam pra checar o trator, vejo os problemas e passo o que precisa pra arrumar. Os caras arrumam as peças e coordeno os peão pra desmontar o troço enorme. Vamos consertando. Descolo umas peças e uma graninha. Deiji pega umas peças das britadeiras e monta uma prótese fortona dum braço. Leva lá pra mim e eu implanto nele.

Agora temos um Baiacu Biônico

Agora temos um Baiacu Biônico

Já Elel e o mestre sentem na Força que o camarada padawan deles tá preso num prédio dos Siths na cidade. O mestre manda Elel ir lá sozinha, chorando ela vai. Chega e vê o lugar apinhado de Sith. Ouve em sua cabeça o mestre falando, vê o cabra pendurado numa parede dando tchauzinho. Ambos entram discretamente e vão se metendo pelos caminhos. Até que uns caras notam e a pancadaria começa. Elel se finge de Sith e pega os caras de surpresa (na verdade ela acerta o mestre sem querer e os caras acham que ela tá com eles). Elel deixa um dos caras sobreviver só machucado. Quando tá entrando na salinha do padawan só vê o tal sobrevivente sendo morto pelo mestre bonzinho. Elel questiona mas o mestre desconversa.

Elel entra na prisão do padawan e vê o cara sendo torturado, finge novamente ser Sith e chega próximo do padawan. Conversa com ele e dá um lightsaber na mão dele escondido, depois manda os guardas irem até ele. O cara se solta e mais porrada começa. Mais guardinhas Sith mortos e eles começam a sair do prédio. Abrem caminho na porrada e voltam pra casa felizes. Roubam um speedster pra voltar pra casa, depois o dão pro Deiji que devolve esse no lugar daquele alugado, e o padawan mexe na mente do cara pra ele desencanar.
Jedi_Stitch

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10º sessão da mesa de D&D du mal do Seiya

27/08/2009

10º sessão da mesa de D&D du mal do Seiya
maaaaal
Começamos com as menininhas seguidoras de Shar chamando Norian prum cantinho, levam-na pruma caverna onde tá rolando um culto a Shar, várias estátuas da deusa matando outros deuses. Num altar tem um bebezinho e a mamãe dele gritando loucamente noutro canto. Oferecem uma adaga chique pra Norian e ela ouve em sua cabeça esquizofrênica sua deusa pedindo a criança. Norian passa a faca no bebezinho. Então a mamãe brilha dourado e fica meio angelical, parte pra cima de Norian que passa a faca nessa também. Depois Norian é levada prum lugar escuro com um laguinho de sangue, ela entra no laguinho e acha umas saliências, começa a cutucar.

A sacerdotisa de Shar

A sacerdotisa de Shar

Acheron recebe um batedor informando do monte de zica rolando na região, mortos-vivos aparecendo aleatoriamente (tchururuuu…), exércitos e outras bobagens. Dá umas ordens pra lá e pra cá.

Eu acordo lembrando da visão que tivemos na última sessão (antes tava tudo embaçado). Vejo meu pokemon ilo brincando com umas esferas metálicas, vejo que é um material bizonho da zona negativa e pego pra mim. Ele diz que pegou dum maguinho que ele jantou ali perto. Volto a dormir e no meio disso o ilo diz que tem algo pra fazer e some. Quando acordo tô no meio do acampamento do Acheron com um monte de guardinha apontando lanças e amedrontados, minhas mãos estão sujas de sangue.

Bem, dessa vez eu até posso ser inocente

Bem, dessa vez eu até posso ser inocente

Sem entender nada fico de boa pra num ser espetado, até que Acheron chega e dizem pra ele que um terço do exército foi dilacerado e que eu sou suspeito. Acheron e eu conversamos, ele vê os corpos e deduz que teria que ser algo bem maior e bizarro pra causar os tais ferimentos e manda desencanarem de mim.Vai investigar e deduz que foram coisas grandes tipo ogros.

Então ele começa a sentir uma baita aura de caos se aproximando, logo aparecem dois demoniões. Acheron vai recebê-los enquanto os guardinhas somem dali. Começam a falar em demonês, traduzo pro Acheron, eles vieram pegar a oferenda deles, ou seja, os corpos dos guardinhas mortos, e ver se o Acheron vai topar a aliança com eles ou não. Acheron diz que vai falar com o chefe dele, eu vou com os demônios pegar os corpos, eles trazem um demonião de carga e começa a pegar os corpos.

Os capetas

Os capetas

Acheron troca idéia com seu deus Bane que diz que pode aceitar a aliança. Fala mais umas abobrinhas, e diz que quer um item bizarro raríssimo, tábula do santo cristo ou cálice da arca perdida, sei lá o nome do troço. Diz também pro Acheron pegar a arma dele de volta que foi presente de Bane. E Bane faz Acheron crescer.

Darth Bane

Darth Bane

Ilo aparece, se junta aos demônios e me leva pronde tá Norian.Norian acha uma maçaneta no troço das saliências e abre. O demônio diz que eu tenho que usar minha magia mais foda pra parar o que vai sair de lá. Enfio a mão na bolsa e puxo uma runa aleatória, confia na mão Beshaba, vem uma runa de magia de proteção baixinha, mas como o local tem muita energia malvada pode dar uma bombada na magia. Ativo e fico na bera do laguinho esperando a zica. O sangue sai e aparece um ovão, ele abre e começa a sair cabeças coloridas de dragão, o dragão-power ranger Tiamat.

Como a cabeça negra consegue comer com esses chifres?

Como a cabeça negra consegue comer com esses chifres?

Tiamat fala umas abobrinhas e começa a cuspir uns troços de cada cabeça. Um par de botas, duas espadas, uma armadura completa, uma armadura de couro, uma aljava com flechas, uma espada, uma marreta e um cajado. Pego a armadura completa, botas, marreta e cajado, Norian pega o resto. Tiamat e os demônios dizem que cumpriram sua parte e vão embora. Eu e Norian somos envoltos em escuridão, então Beshaba aparece, Shar aparece e as duas deusas começam a conversar, falam sobre o acordo entre elas e como prosseguir, dizem sobre envolver outros deuses e outras maluquices. Shar diz que eu não vou lembrar da presença dela ali. Voltamos e eu acabo deduzindo que era Shar na conversa (dados cagaaados).

Beshaba e Shar - Vai se aliar com as deusas malucas, vai...

Beshaba e Shar - Vai se aliar com as deusas malucas, vai...

Voltamos pro acampamento e trombamos Acheron. Eu passo oculto até a tenda das Sharetes. Acheron diz pra Norian que tá me procurando e que se ela me encontrar dizer que ele aceita a aliança. Norian me avisa, eu passo o recado pro Ilo. Uma das Sharetes identifica o cajado pra mim, um cajado do poder poderoso fodão megaboga.

Acheron pega um teleporte e via passear na cidade, chega na mina que tá consertando o machado dele e diz que precisa dele maior pra se adequar ao novo tamanhão dele. E diz que quer uma magia fodona nele, e despeja grana em cima dela. Ela diz que se ele quiser algo mais foda que ache um deus. Acheron vai na guilda dos maguinhos perguntar sobre deuses, descobre que um deus mané porradeiro pode ajudar ele se ele se provar em combate, e que esse deus fica por aí caçando criaturas fodonas pra socar. Acheron resolve ir atrás disso e teleporta de volta. Tromba nóis e diz que vai passear e se a gente vai junto, juntamos nossas tralhas e pronto.

Que terrível ameaça nos aguarda na próxima sessão?!?!

Que terrível ameaça nos aguarda na próxima sessão?!?!

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1º sessão da mesa de D&D do Gabriel

21/08/2009

Um cenário próprio dele, essa campanha já tá rolando há séculos, eu tô entrando agora. Tô como Takunk, um feiticeiro do batuque. O Seiya tá como druida, a Tati como Isabela, ladina nobre e o Thiago com uma máquina de destruição. Estamos no terceiro nível, exceto o Thiago que num sei qual nível tá.

A temática dessa vez é batuque

A temática dessa vez é batuque

Começo no Reino do Fogo, passeando pelo mato. Um cara me aborda pedindo meus documentos e questionando meus afazeres. Conversamos um pouquinho e volto a andar pelo mato até uma espécie de coliseu que tem por ali. Chego e vejo mó galera chegando no lugar, cheios de coisas pra vender. Troco idéia com um guarda que me explica como funcionam as coisas por ali, me dá uns conselhos, descubro que não vai mais rolar as lutas, vai ser só o povo se reunindo mesmo. Sigo pra bagunça.

Um navio voador passa e começa a descarregar caixas no castelo próximo. Logo levanta vôo e passa novamente, todos ficam boquiabertos. Vou passeando até que passam uns caras tipo mercenários com caras de muito nível xeretando por lá. Eles trombam um casal elfo e trocam idéia. Ouço que eles vão ter que debandar o povão que tá reunido ali pois tá rolando umas tretas e esse lugar tá vulnerável. Ouço sobre uma dungeon que precisa ser limpa ali perto pra acomodar o povo também. Então Isabela aparece com uma mina acompanhante. Fico observando até que me notam. Conversamos enquanto a acompanhante fala com os caras bombados. Ela volta e diz que vão pra dungeon, me contratam pra ajudar e vamos.

Chegamos na dungeon, mato cobrindo a entrada, uma planta que cura venenos e impurezas, pego uns tecos pra mim. Logo na entrada vemos uma estátua dum guerreiro bem conservada e um círculo místico em volta. Passamos e achamos uns corredores. Analisamos e  vemos uns bichinhos num corredor, outro uma chave e bichinhos, outro um baú, outro mais bichinhos, outros nada. Isabela vai até o baú e tá tranqüilo, abre e tem umas cem moedas de ouro. Deixamos o baú lá pra pegá-lo na saída pra num ter que ficar carregando tanto peso. Vamos pra outra sala checar o monstro que tem voando lá.

Paramos aí.

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3º sessão da minha mesa de Vilões de M&M

21/08/2009

3º sessão da minha mesa de Vilões de Mutantes & Malfeitores

Nessa não tivemos o Curintiano, mas tivemos Baal de volta e mais uma renca de vilões novos. Não lembro os nomes deles, mas os personagens eram Kanda, um caçador de recompensas com umas pistolas bombadas; Tanatos, um anjo caído calorento; Júnior, oooutro demônio forçudo filho do Dormitor; e o Nada (do Álvaro),  um bicho cósmico destruidor.

Começamos no Inferno com nosso caro Gardalore. Na última sessão ele foi explodido em pedacinhos e voltou pro inferno ser azucrinado pelo capetão Dormitor que mandava nele. Muita tortura rolou, muita mesmo, por tempos e tempos, algumas eternidades de sofrimento até que o Dormitor resolveu transformar Gardalore em algo útil, então puxou, esticou e dobrou até ficar satisfeito.

Chefe do RH

Chefe do RH

Na base dos vilões Baal foi chamado por Dormitor pra cumprir uma missão paralela a dos manés da outra sessão. Ele teria que resgatar uns capangas duma prisão maluca religiosa, dentre eles um em especial, e deu umas fotinhas pra ele saber quem pegar. Então foi levado pra preparação de transporte, onde vários magos maléficos sintonizaram ele com suas magias e depois de muita muita dor e sofrimento o ritual de transporte estava pronto. Dormitor aparece e lhe entrega um tridente malvadão e diz que pode lhe ser útil em algo.

Existem coisas piores que a morte

Existem coisas piores que a morte

Gardalore acorda e se vê sendo seguro por seu irmão Baal, olha para si e se vê como um tridente. Fala com Baal e começam a conversar mentalmente. Passada a surpresa Dormitor manda eles andarem logo antes que ele resolva transformar Baal também num objeto. Eles entram num círculo místico e começam a ser despedaçados, de forma bem dolorida (notou como tudo aqui dói?) e são jogados num limbo e depois reformulados em outro lugar.

Linhas Aéreas Satam - Levamos você até pro inferno!

Linhas Aéreas SaTAM - Levamos você até pro inferno!

Baal e seu novo tridente estão num corredor de pedra cercados de símbolos religiosos. Mais a frente uma porta aberta e luz saindo da sala, Baal usa sua visão infravermelha e vê outras salas com pessoas fazendo coisas diversas. Segue até a sala e vê uns cientistas fazendo experiências, umas celas com os prisioneiros que Baal veio resgatar, e o prisioneiro especial numa mesa sendo estripado e dissecado por um dos cientistas. Muitos símbolos religiosos na sala. Então Gardalore se transforma numa túnica semelhante a que os cientistas usam e Baal entra furtivamente na sala pra soltar o povo. Na sala ele vê o corpo de seu camarada Dr. Bane flutuando num tanque com líquido, e ao lado do tanque um tanque menor com um cérebro e olhos. De dentro do tanquinho Bane vê seu camarada Baal passeando por perto e seu corpo flutuando ali do lado.

Existem coisas piores que a morte (2)

Existem coisas piores que a morte (2)

Baal continua passeando, o povo nas celas o vê e reconhecem como um demônio e começam a azucrinar os cientistas, chamando e xingando. Então Baal agarra o que parece ser o chefe cientista e coloca seu dedo flamejante na têmpora do cara, ameaça explodí-lo se não fizerem o que ele mandar. Os cientistas ficam em pânico, Baal os põe num canto, os caras nas celas são soltos, começam a matar os caras de birra. Notam que um deles acionou um alarme e que os seguranças já estão vindo. Um dos cientistas toma a frente e encara os vilões, vai pra cima de Junior todo paladinesco, Junior joga a mesa que estava sendo dissecado mas só acerta outros cientistas, então Tanatos taca seu foguinho infernal mas uma aura dourada protege o cientista. Pegam o corpo de Dr. Bane e o jarro com seu cérebro e vão pro corredor. O cientista faz uma reza braba e paralisa Junior com o poder da fééé. Nada pega ele com uma maca e vai levando pro corredor. Um dos cientistas diz que se o matarem não poderão salvar seu amigo Bane, então os caras o pegam como refém.

Seguuura na mão de deeeeus!!!

Seguuura na mão de deeeeus!!!

No corredor quando os caras começam a correr vêem vários malucos com cruzes e espadas vindo na direção oposta. Começa a pancadaria, mais caras aparecem do outro lado. Muita matança e destruição. Junior sai da paralisia e taca a maca nos guardas, depois pega um pela mandíbula e começa a usá-lo como clava. Nada usa seu poder de gravidade pra levitar e derrubar os guardas. Kanda da pipoco, Tanatos e Baal foguinho. Um dos guardas decapita seu companheiro por acidente até. Bane consegue soltar uns raios elétricos que saem do nada e ninguém entende por que os guardas ficam tendo tremeliques. hehehe Quando os guardas estão finalizados aparece de novo o cientista fervoroso e faz mais uma reza braba e ajoelha com uma mega cruz de madeira, umas luz dourada passa pelos caras e na volta ela os preenche de amor e felicidade e fofurices diversas, causando muita dor e sofrimento nos vilões. huhuhuhu Nada até tenta nulificar o efeito mas num consegue ir contra a força da criaçããão. Kanda capota, o resto fica avariado. Então Nada transforma a sombra dentro do cara e explode ele em pedacinhos melequentos.

Junior pega os restos do cara e dispõe numa cruz invertida, então ouve em sua alma que aquela não será a última vez que eles se encontrarão, Junior manda vir. Todos começam a correr, carregando o corpo e cérebro de Bane. Intimidam o refém a entregar o carro dele e todos seguem pra base maléfica.Kanda acorda no porta-malas com o corpo de Bane. Porééééém, no caminho o carro é parado com tudo quando a frente dele é enterrada no asfalto, em cima do capô está uma figura bizonha encarando os ocupantes do carro.

Definitivamente quero jogar com esse cara.

Definitivamente quero jogar com esse cara.

A galera sai pra porrada com o Tubarão. Choques, fogos e tiros, Junior pula pra cima do cara mas já volta com um murrão, o Tubarão dá um tapão que derruba uns caras e afasta o carro, mais pancadaria até que o tubarão cai. Nessa aparece outro cara pra treta, descendo numa espadada que erra.

Muitos tapas na pantera.

Muitos tapas na pantera.

Mais porrada, Tanatos passa a foice no bicho e ele pedala. Outro “cara” aparece bem rapidão, soca todo mundo e continua correndo, corre tão rápido que os caras não conseguem vê-lo. Então Nada arma uma arapuca, cria uma rede de sombra em volta dele e do refém, quando o rapidim passa acaba todo embolado na rede, os caras fazem montinho e ele capota. O tubarão levanta mas é pedalado novamente, arrancam os braços biônicos dele e levam de brinde.

É, também num sei.

O rapidinho(a).

Finalmente os caras chegam na base, são levados até Dormitor, ele diz que agora que estão soltos todos ali vão obedecê-lo, diz que a o objetivo do grupo é tomar essa cidade e que os caras devem fazer sua parte, diz que espera que ajudem a conquistar a joça toda logo. Ou seja, sejam vilões e armem seus planos milabolantes pra tomar a cidade. Dormitor encaminha o refém pros laboratórios para consertar o dr. Bane.

Próxima sessão...

Próxima sessão...

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4º sessão da mesa de D&D do Tib

21/08/2009

Nessa o Dib assumiu o ranger Alaric e o Seiya pegou o mago Kelvin. Aparentemente foram mandados caçar um Giralon, um macacão azul de quatro braços, pois o mestre Tonk queria o couro do bicho. Foram os dois passear pelo mato.

Nós, passados os cogumelos maníacos, passei a usar a armadura que pegamos do cadáver do Claymore e seguimos pela caverna até chegar numa floresta, fomos seguindo pela floresta até que achamos umas casinhas abandonadas, deduzimos ser dos anões que trabalhavam na mina que acabamos de sair. Checamos as casa e uma delas tem uma barricada dentro, alguém tentou se proteger de algo lá. Já cansadinhos resolvemos acampar lá dentro, noite tranqüila.

Só faltou o mingau.

Só faltou o mingau.

Na manhã seguinte quando nos preparamos pra sair escutamos coisas vindo lá fora, vemos um bando de goblins bêbados e barulhentos andando, um deles carregando uma espadona e um elmo grandes demais pra ele. Resolvemos seguí-los já que não sabíamos pra onde ir e não entendíamos lhufas de florestas. Lááá na frente Alaric e Kelvin caçavam o macacão, avistam os goblins vindo, Alaric se esconde pra pegá-los de surpresa e Kelvin tenta se esconder, mas parece uma placa de neon de tão discreto. Os goblins aparecem, Kelvin prende uns com uma magia de teia, Alaric dá uma flechada atômica num deles. Os goblins correm loucamente pra atacar Kelvin mas se atrapalham pateticamente e Kelvin dá um golpe de sorte e arrebenta o crânio de um deles com seu cajado. Lá atrás escutamos a zona e nos aproximamos, vemos os dois sumidos tretando, corremos pra pancadaria. Bá e Lao Ma estraçalham o restante, Vince pilha, Alaric mata os presos na teia e eu guardo o perímetro.

Já estamos comendo Goblins no café da manhã

Já estamos comendo Goblins no café da manhã

Então ouvimos algo grande pelas árvores, uns avistam o tal macacão, Vince atira e erra, o bicho vem loko pra pegar Vince, caímos na porrada. Eu, Bá e Vince tomamos umas cacetadas nervosas mas conseguimos sobreviver (providência divina hehe), arrebentamos o bicho, Kelvin e Alaric tiram o couro e outras coisa do macacão, conversamos e Alaric conta que tinha uma dívida com o mestre do Kelvin então teve que sumir. Kelvin analisa as coisas que pegamos na mina, o anel que Vince achou, Kelvin diz que serviria para alguém maior e mais porradeiro, meu machado ele lê a inscrição e descobre que o troço fica elétrico. Legaaal.  Bá resolve usar a Claymore do Claymore que achamos na mina, eu pego o elmo e espada do goblin e descubro que eram do Claymore que achamos. Contamos que estamos caçando a garota Claymore, Alaric acha uma trilha no mato, seguimos a trilha logo depois de descansar e recuperar uns pontinhos de vida na casinha do anão ali perto. Só pra atualizar, chegamos no terceiro nível.

Mais uma vez o Macaco Louco ataca Townsville

Mais uma vez o Macaco Louco ataca Townsville

Chegamos numa clareira de pedra próximo duma caverna. Escutamos um barulho de asas, uns vêem um dragão passando lá no céu, ficamos beeem quietinhos. Depois do bicho sumir completamente continuamos até a clareira. Vince vai na frente e acha uma armadilha na porta da caverna, um jogo de espelhos que ativa a armadilha. Vince tenta desarmar mas falha e toma várias espetadas no corpo e cai moribundo, o povo faz uns consertos e ele pára de morrer, vamos carregando ele pra dentro da caverna.
ambulance__by_CYCLER

Na caverna achamos uns fornos de forja profissionais, fuçamos e achamos um buraquinho na parede escondido por tijolos soltos. Lao Ma entra pelo buraquinho e encontra um esqueleto de anão aprisionado e um pequeno baú no canto. Pega o baú e volta. Sem nosso ladino abro o baú zuando a madeira e desprendendo as coisas. Achamos seis frascos de poções parecidas com a que já vimos antes, de cura. Cada um pega uma, acordamos Vince, eu e Bá tomamos também, as outras Ficam com Lao Ma pra que ela possa distribuir quando for necessário.

Bem vindos ao Spá Goblin Esbelto

Bem vindos ao Spá Goblin Esbelto

Então escutamos coisas lá fora, checamos e vemos dois Monstros da ferrugem caídos feito baratas de costas, aparentemente despencaram lá de cima da montanha. Kelvin nos diz que o bicho zoa metal, então partimos pro alternativo. Bá pega um porretão ali jogado, eu pego o arco do Kelvin. Eu e Alaric atiramos, Bá esmaga e Lao Ma dá vários bicudos que arrebentam os monstrinhos. Continuamos seguindo pela caverna.

Monstro da ferrugem - bichinho sem vergonha

Monstro da ferrugem - bichinho sem vergonha

Chegamos numa escadaria, Vince dá uma tremidinha, só que essa sobe. Ouvimos lá em cima goblins conversando, identifico como conversa de gente treinada, o povo sobe rapidão e eu depois por que minha armadura faria muito barulho e alertaria eles. Surgimos no lugar, quatro goblins guardando um portãozão aberto. Partimos pro arrebento, durante a treta Vince acha uns atiradores no portão, já ficamos espertos, estraçalhamos os goblins só que um consegue correr e passar pelo portão, Lao Ma não consegue impedí-lo (bicho sortudo) e Bá chega e explode o coitado, mas antes ele consegue abrir uma porta. De lá sai um cara vestindo pijama de monge e já encara Lao Ma. Mais goblins começam a vir, só que esses com escudos e conhecimento tático. Corremos pro próximo episódio.

Everybody was kung fu fightiiiiiiiiiiiiiiiiing....

Everybody was kung fu fightiiiiiiiiiiiiiiiiing....

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4º sessão da minha mesa de D&D

21/08/2009

Só pra atualizar, o nome do Paladino do Dib é Askin.

Depois de espancar os pobres mosquitinhos nossos heróis adentram o covil. O lugar tinha a estrutura de um formigueiro, com túneis pra todo lado e de tamanhos variados, um zumbidão ensurdecedor ecoa pelos túneis. Sem saber por onde ir perguntam pra Lutia, mas ela só diz que tem que ir pra baixo, aponta um dos túneis, a galera corre. Meriadoc joga uma magia de luz na marreta do Askin e ele segue pelo buraco. Lutia os vai guiando, depois de um tempo o povo num faz idéia de onde tá de tanta curva e volta que Lutia indica.

Essa é a Lutia. Num sei você, mas eu a seguiria por aí...

Essa é a Lutia. Num sei você, mas eu a seguiria por aí...

Até que chegam numa grande via onde vários daqueles insetões passam carregando pedras, corpos e tralhas diversas. Lutia diz que o caminho continua do outro lado da via, através dum buraco no alto. O povo estuda as opções e decidem se tarzanear até o buraco. Meriadoc se transforma num elfo alado, pega Lutia e voa até o buraco. Dort e Loren prendem suas cordas numas raízes no teto e se balançam até o buraco. Loren chega de boa, mas Dort cai na via, mas não é percebido pelos insetões. Meriadoc faz uma mão magica e leva a corda pro Askin. Ele tenta se balançar mas cai perto de Dort, só que dessa vez os bichos os percebem. Eles começam a amontoar pra cima de Dort e Askin. Meriadoc rapidamente usa uma magia de corda e os dois sobem rapidão antes de serem pegos pelos bichos. Voltam a correr pelos túneis.
swing__swing_by_the_ace_chefMais curvas e curvas até que num corredor eles vêem aqueles mosquitões vindo de encontro a eles. Os porradeiros avançam e começa a pancadaria. Enquanto eles estão entretidos mais bichos chegam pela retaguarda. Meriadoc prende um com uma magia de teia mas os outros continuam vindo. Ele manda Lutia jogar uma tocha neles pois a teia era inflamável. Lutia fica acendendo a tocha, os bichos se aproximam e acertam Meriadoc, Lutia taca a tocha neles eu tomam um foguinhos. Na outra frente o povo massacra os marimbondos, num momento Loren dá um golpe tão forte que sua espada mágica de gelo cria uma tela de fios de gelo no formato da flor que apareceu tatuada em Loren no ritual de Venize (lembra?). Lutia vendo Meriadoc com problemas taca uma pedra na cabeça dum dos bichos que o atacavam, logo os porradeiros pegam esse lado também e arrebentam todos. Askin até tenta pegar umas das montarias aladas dos caras mas o bicho se revolta, então Askin termina o serviço. Bora andar denovo.

Só esquentando...

Só esquentando...

Mais andação e eles chegam numa câmara com túneis por todos lados e vêem insetões vindo por todos eles, um montão mesmo. Resolvem correr por um dos túneis que tem menos bichos enquanto Askin vai tomando bordoada dos perseguidores. Vão correndo, a armadura de Askino protege dos ataques dos bichos raivosos até que os bichos da frente chegam, mais porrada. Então de repente o chão começa a abrir. Um buraco começa a sair da parte de baixo de uma das paredes e expande pelo chão, só que o buraco continua andando, como se fosse vivo. Sem muito pra onde fugir todos vão pro buraco. Dort e Loren dão suas piruetas e conseguem cair de boa, Meriadoc pega Lutia e desce planando por ainda estar transformado no elfo alado. Askin agarra um dos insetões voadores e o puxa pro buraco. Askin aterrisa de boa mas o bicho voa de volta pra cima. Então o teto do buraco se fecha. Todos sentem que o chão está se movendo. A marreta iluminada de Askin mostra que as paredes, teto e chão do lugar onde caíram é todo pontudo, cheio de estacas, estalagtites e coisas assim bem afiadas e torcidas, mas aparentemente naturais. Num canto um brilho magentão chama a atenção e nossos heróis vem um bicho estranho.

É, eu gosto de bizarrices.

É, eu gosto de bizarrices.

Meriadoc deduz se tratar de uma criatura extraplanar ligada a criaturas malignas, e parecia uma criatura misturada, talvez com aqueles monstros gelatinosos. O bicho olha pra eles em silêncio total, os desenhos de seu corpo se movem no mesmo ritmo das paredes e estacas, ele começa a caminhar na direção deles, visivelmente interessado em Askin. Conforme o bicho anda todos notam que ele passa pelas estacas que não fazem nada nele, como se seu corpo fosse de borracha lisa. O buraco, ou bolha dentro da terra, continua se movendo. Os porradeiros vão pra pancadaria, mas o chão é muito instável e se machucam a cada passo. Askin desce uma marretada sagrada nervosa que chacoalha o bicho. Dort e Loren atacam, mas as adagas de dort parecem não afetá-lo pois sua pele estica e a lâmina não o perfura, o mesmo com as espadas de Loren, exceto o efeito mágico de gelo que parece afetá-lo normalmente. Meriadoc dispara um raio de fogo no bicho que o manda pra trás e quando a fumacinha passa o bicho tem uma queimadura no formato da flor tatuada em Meriadoc. Lá vai mais do orçamento em efeito especial… O bicho vem pra cima e agarra Loren, a abraçando, Askin usa uma magia onde tira uns pontos de vida dele mesmo pra ganhar mais pudê de porrada e desce a marretada no cabra, uma bela explosão de luz quentinha e quando todos voltam a enxergar vêem só a pele do bicho espetada nas estacas e umas gosma pelo chão. Umas pedrinhas preciosas e moedinhas caem de dentro do bicho mais uns pedaços de armas e armaduras todos corroídos. Loren também tá meio capotada. Lutia puxa umas poções dadas pela Venize e cura um pouco o povo.

Lutia diz que com o movimento da “caverna” eles foram desviados bastante de seu caminho. Perguntam pra ela e ela indica a direção onde estaria Kromlek, o cara que eles vieram resgatar (lembra?) O povo analisa as opções e Meriadoc acaba invocando um elementalzinho da terra pra cavar até Kromlek.
diglet-39542O bicho cava um pouco mas logo se esvai. Eles continuam cavando seguindo as indicações de Lutia até que um tempão depois chegam a luz. Vêem a saída da caverna e um cheirinho de água. Uns insetões carregadores passeiam por lá mas não notam eles passando. Chegam lá fora e vêem o bicho que já haviam visto em seus sonhos, a Hidra.

Musiquinha de chefe da fase.

Musiquinha de chefe da fase.

O povo discute, deduz que não podem derrotar o bicho nas atuais condições, machucados e sem magia, então arrumar um cantinho seguro e descansam. Meriadoc e Askin dormem para recuperar suas magias enquanto Loren e Dort vigiam as coisas. Vêem que a hidra fica calminha no lagão e que passado o lago há uma caverna. Uma silhueta perambula por lá, mas já volta pra dentro. O lago fica na base dumas paredonas da montanha, tipo um abismo, e lá em cima uns insetões passeiam. Então coisas são arremessadas lá em cima dum lado para outro do abismo, aqueles que não entram nos buracos do outro lado caem na água e a Hidra devora. Quando os dois dorminhocos acordam e recuperam suas magias Meriadoc vê que o terreno lá tem marcas estranhas de erosão, típicas das feitas por ácido.

Discutem sobre como vão passar pela Hidra quando Askin se enfeza e vai andando na direção da bicha chamando ela pro pau. Três cabeças vão pra cima e começa a pancadaria. Dort e Loren logo entram no bolo. Meriadoc usa uma magia pra aumentar o tamanho de Askin. Muitas porradas depois umas cabeças já pedalaram, a Hidra dispara um jato de ácido em Askin mas ele se protege com seu escudo mágico. Meriadoc dispara seu raião de fogo de novo causando um belo estrago. Loren e Dort usam uma das cabeças mortas pra correr e chegar até o corpo da bicha, mas a Hidra de move e derruba os dois na água, vêem muitas coisinhas brilhantes no chão do lago, junto com muitos cadáveres. Então ela dá um impulso e desce com tudo na água causando uma puta onda que manda todo mundo na parede, Askin capota, mas Lutia o acorda com outra poção de cura. A Hidra se recolhe já bem ferida e fica espreitando esperando o momento ideal. Meriadoc chama um elemental da água que abre um corredor na água direto até o corpo da Hidra. Askin vai na carga enquanto Loren e Dort fazem cobertura. Askin ainda toma umas porradas mas consegue gastar o resto de seus pontinhos de vida pra carregar sua magia e desfere uma mega marretada que chacoalha a bicha toda, e uma luz no formato da flor tatuada nele aparece por um momento na bichona toda.

Conforme a Hidra mucha a água começa a escorrer, aparentemente o corpo enorme da Hidra tapava os canais. Com boa parte da água escorrida todos vêem o monte de tralha acumulada no leito do lago. O elemental de água de Meriadoc vai coletando as coisas, inclusive umas mágicas que Meriadoc detecta, além de vários dinheirinhos e muuuuuitos mortos. Dort arranca um teco do couro da Hidra e Meriadoc uns tecos diversos.

moedas

Na boca da caverna em frente umas criaturinhas se acumulam nas paredes observando os heróis. Eles seguem pela caverna atrás de Kromlek, um puuuta cheiro de carniça e decomposição toma conta de tudo. Vão andando e notam que as criaturinhas só ficam andando pelas paredes, nunca tocam o chão. Uma ondinha passa perto deles, algo se movimentava por baixo dos restos decompostos que lotavam o lugar. Eles e apressam o passo e a movimentação embaixo fica mais forte, logo um minhocão surge do nada pra cima deles, mas todos agem imediatamente e matam o bicho sem muito esforço. Os bichinhos das paredes ficam todos eriçados e barulhentos.

Só mais uma minhoca superdesenvolvida

Só mais uma minhoca superdesenvolvida

Andam mais e Askin começa a sentir uma presença maligna mais a frente, andam e a presença se aproxima, então surge um cara grandão e fortão, todo coberto da meleca que preenche o lugar, ele segura um tecão de metal enferrujado. O povo se prepara pra porrada, mas Lutia de repente atira o martelo que Askin deu pra ela na cabeça do grandão e grita uma frase em língua anã dizendo que agora uma pessoa blá será vingada. O povo desce o cacete no fortão e rapidão mata ele também. Lutia ainda meio invocada segue atrás de Kromlek.

Ele só veio pedir um lencinho, poxa...

Ele só veio pedir um lencinho, poxa...

Mais a frente avista uma silhueta sentada numa pedra. Se aproximam e reconhecem seu amigo anão Kromlek. Mais dois caras daqueles grandões caídos perto dele. Ele está peladão e meio desorientado. Notam que algumas coisinhas nele estão diferentes, seus olhos estão opacos, sua barba e cabelo tem tranças naturais com miçangas mas não parecem cabelo, mais uma grama fininha. Em suas junta há aqueles redemoinhos de madeira, sua pele está sem nenhum ferimento, e parece mais dura. Askin se aproxima e o cobre com sua capa, e oferece a maça dourada dele de volta, mas Kromlek recusa sem explicação. Então Meriadoc lhe oferece o símbolo sagrado mas ele novamente recusa. Então Lutia sai de trás de todo mundo e Kromlek a vê. Ele pára por um momento mas logo se levanta com muito esforço e se ajoelha na frente dela, chama a de majestade. [momento tã nããã que todos esperavam-hehehe] Lutia meio constrangida pega a mão dele e o ajuda a levantar, e diz para saírem de lá logo. Kromlek a segue e quando passa todos vêem em suas costas uma flor enorme cobrindo as costas toda, mas ao contrário do outros que é apenas uma tatuagem a dele parece real, como camadas de pétalas que se movem conforme ele anda. Todos saem da caverna.

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