h1

1º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

12/08/2009

1º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

Jedi_Fight_by_Keynant

A mesa se passa milhares de anos antes do Episódio I, na velha república. Eu tô como Lastan Karuv, um Arkanian ex-militar e cirurgião de gueto. A Graci tá como Elel Grinor, uma Khil estudiosa usuária da Força. E a Lara tá como Lidris, uma humana desmemoriada usuária da Força. Todos primeiro nível.

Lastan Karuv - Clínica e Açougue

Lastan Karuv - Clínica e Açougue

Lidris já teve um preludinho antes, mas num sei o que rolou, só que ela acordou desmemoriada num planeta e foi ajudada por um mané qualquer.

Eu começo chegando num planeta isolado, onde há uma vila de mineiros onde eu fiquei sabendo que mora um antigo camarada meu, Guo Serps, ex-mercenário que virou mineiro. Colo no buteco e pergunto sobre o Serps, o bartender diz que o cara só aparece dali umas duas horas, depois do trampo na mina. Fico trocando idéia com o bartender, durante a conversa arrumo o droid dele que tava meio zuado e fico amiguinho do cara.

Droid perfeito pro buteco

Droid perfeito pro buteco

Um tempo depois Guo Serps aparece, um Rodian, ele senta num cantinho. Colo nele e conversamos, digo que mudei pra cá e que tô afins de fazer uns trampos de cirurgias e medicinas underground, ele diz que vai checar uns contatos e armar os esquemas. Vou embora.

Elel estudava na biblioteca quando percebe uns dados sobre um sistema planetário faltando, vai checar com o Jedi bibliotecário e o cara num sabe por que os dados sumiram, mas arranja uma excursão exploradora pra Elel arrumar os registros. Ela parte na nave e chega no sistema, resolve descer num planeta pra investigar. Fica fazendo anotações enquanto um guardinha vigia as coisas. Eu vejo a nave pousando e vou checar, fico observando de longe até que o guardinha me percebe, então saio correndo. Elel e o guarda seguem na minha direção e chegam na vila dos mineiros. Colam no buteco, o guardinha me acha e me chama pra beber. Entramos no buteco.

Lidris acorda, pergunta pro droid o que aconteceu mas o droid desconversa e vai arrumar algo pra ela comer. O amiguinho de Lidris, Guo Serps, entra, conversam abobrinhas, ela diz pra ele chamá-la de Lunas e vão pro buteco. No buteco eu, Elel e o guardinha estamos conversando, então Serps me nota e vem falar conosco, chamo Lidris pra mesa. Todos conversando quando entram três caras de capuz preto botando mó banca no buteco. Todo mundo fica pianinho, Serps já fica tenso, eu já levanto e vou pro balcão. Ouço-os perguntarem sobre alguém com Força mas o bartender num sabe de nada. Dou um toque pro Serps e ele diz que tão falando da Lidris. Então um dos de capuz diz que ela tá na mesa, então vão até ela. O guardinha sai correndo em pânico. Saio do buteco e vejo o speeder dos caras estacionado, vou até a nave da república que Elel veio, procurar o guardinha fujão. Os caras colam na mesa e chamam as garotas para acompanhá-los. Lidris bêbada e Elel curiosa vão. Montam no Speeder e vão.

Eu que não aceitaria carona desses caras

Eu que não aceitaria carona desses caras

Chego na nave e o guardinha não tá lá, vejo o outro guardinha, passo o que rolou e vou embora. Na volta pro buteco trombo Serps, ele me diz que aqueles caras de preto mandam na parada toda ali e pra gente não se meter. Vemos um cara caído gemendo, checamos e é o guardinha fujão com um rombo no estrombo, mortinho, e a nave dele indo embora. Voltamos pros nossos assuntos.

No speeder Lidris dá uma vomitadinha básica e chegam numa caverna. Vão entrando, tudo escuro, os caras dizem que vão mostrar algo pra elas, elas ficam desconfiadas e saem da caverna. Começam a andar no deserto de volta pra vila mas não sabe o caminho. Lidris começa a ficar putona e taca uma pedra no speeder, depois sai correndo. Tempos depois acham umas pedrinhas arredondadas, uns barulhos de trovão, logo uma puta chuva começa, e onde bate sai uma fumacinha, chuva ácida. Correm loucamente tomando ácido na cachola até que ouvem alguém as chamando, vêem um porta e um cara, elas entram e o cara, um humano, oferece umas roupas para elas se trocarem. O cara fala abobrinhas, elas contam dos caras de preto, ele diz que provavelmente eles queriam mostrar a Força deles pra elas e começa a levitar pedrinhas. Explica umas bobagens sobre a Força e arruma um quarto pra elas.

Moço bonzinho da cabaninha. Ceeeerto...

Moço bonzinho da cabaninha. Ceeeerto...

No meu cafofo eu estudo o ácido da chuva e faço uma pomadinha firmeza pra curar os machucados feitos por ele. Ponho uns recipientes pra coletar ácido, reforço o telhado, armo umas trancas na casa. No dia seguinte vou passear explorar território e vejo os três encapuzados treinando forcices, levitando, mexendo e explodindo pedras e talz. Fico lá observando.
Lightsaber_Training_For_Dummie_by_nemikAs minas acordam, o cara tá meditando, Lidris começa a tentar meditar também, alguém toca a campainha, Elel atende e são os três encapuzados perguntando pelo mestre. Ela corre e chama o cara, o cara vai e recebe eles, dizendo que são os discípulos dele. [momento TÃ DÃÃÃ!] Vão saindo da casa, os três voltam pro treino, o cara me percebe ali xeretando e me chama, conversamos e as minas resolvem voltar pra vila, guio elas. Me contam o que aconteceu, digo que a nave de Elel foi embora. Trombamos Serps, Eles resolve voltar pro tal mestre da força, Lidris vai pro buteco e eu vou falar com o Serps.

Lidris vai no bar e pede pra lhe arrumarem um trampo de garçonete voluntária, o barman diz pra ela voltar de noite. Elel chega na toca do mestre forçudo e ele começa a lhe explicar sobre as coisas. Eu falo pro Serps o que rolou e ele me diz uns esquemas dele com esse povo, depois falamos sobre meus produtos traficáveis e talz.

Lidris resolve passear, pega o droid TKT do Serps e vai dar um rolê. O droid vai pilotando e ela pentelhando ele pra ensiná-la a pilotar, mas o droid num sabe fazer isso. Chegam na borda da cidade, tipo Las Vegas, o droid num quer entrar mas Lidris entra, vê um cara sendo assaltado e vai ajudar, os ladrões somem com as coisas do cara, então ela o leva até a barraquinha da puliça fazer o B.O. Volta pra vila e pára antes, pra tentar pilotar o speeder do Serps. Aí que tudo fica bem divertido. HAHAHAHAHA Lidris gira a chave e KABOOOOOM, tudo vai pelos ares. [eu confesso, eu sequei os dados mesmo]
coyote_acmeElel tá lá se concentrando em pedrinhas quando sente alguém sentindo muita dor. O cara forçudo nota que ela notou e a chama pra ir ver o que rolou. Eu lá cuidando das minhas coisas vejo a explosão e coisa aterrisando perto de mim. pego meus equipamentos médicos e corro pra ver se descolo uns clientes.  Todos chegamos lá e Lidris está toda arrebentada, o speeder tá todo destruído, e a cabeça do droid tá ali do ladinho, diz uma boberinha e desliga. Corro pra ver o que dá pra fazer, estabilizo a coitada. O forçudo pergunta se pode ajudar, eu digo pra ele me arrumar equipamentos melhores, ele pede uma lista e eu aproveito até pra pedir cueca nova. Ele a levanta com a Força e levamos a estrupícia pra minha casinha. Começo a fazer os remendos mas tá difícil, ele entra todo poser querendo usar a força pra consertá-la mas eu consigo resolver. Botamos ela no tanque Bacta, aquele tubão de líquido regenerativo, e ela começa a melhorar. O forçudo me diz que vai me arrumar uns bicos na cidade por que ali não vai dar grande coisa.

A primeira de muitas...

A primeira de muitas...

Logo Serps chega desesperado, dou um calmante e ele fica lá com Elel. Vou atrás das peças do droid procurar a memória do bicho, acho e quando tô voltando me aparece um sujeito mal encarado e manda eu entregar o pedaço de droid, e começa a chacoalhar um lightsaber duplo. Na muquia quebro o dispositivo de memória pro cara não conseguir tirar nada dele e entrego pra ele. Então o safado usa o truquinho de apagar a memória. Maldito. Depois entra na casa e passa a lightsaber no Serps. Usa o truque da memória em Elel também, só Lidris que viu tudo de dentro do tanque. Lidris fica sinalizando com os olhos pra Elel checar Serps, ela vê que o cara foi morto mas não entende como. Entro e ela me mostra o morto. Achando que foi ela que matou digo que tá tudo bem e que eu vou dar conta do presunto, embrulho e desovo num canto qualquer. Volto como se naaaada tivesse acontecido.

Você não viu naaada...

Você não viu naaada...

Horas depois tiramos Lidris do tanque e ela conta o que viu, o maluco da espada vermelha brilhante. Elel vai checar com o mestre dela o que tá pegando. Eu fico cuidando de Lidris, ela diz que suspeita de sabotagem pra pegar o Serps, pede preu checar por que o troço explodiu. Recolho umas peças e deduzo que foi acidente mesmo por falta de manutenção.

Elel checa na casinha do mestre e o bicho sumiu, vai na caverna e vê os três encapuzados tretando com o maluco da espada dupla. Os encapuzados começam a perder, Elel vai procurar o mestre, sente ele passeando pela força. Depois um dos encapuzados aparece todo arrebentado e entrega as duas espadinhas dos encapuzados mortos pra ela guardar. Elel enterra os bagulhos e volta pra minha casa. Conta o que tá rolando, as minas conversam sobre o que fazer. Elel volta pra casa do mestre fuçar nas coisas dele. Lidris fica se recuperando.

Também quero um...

Também quero um...

Elel fuça um tempão até achar um alçapão e uma escadinha. Desce a escada e chega numa sala com vários lightsabers na parede com nomes e holograminhas, lance bem religioso, e descobre que o mestre do tal mestre dela traiu o movimento. Acha um holoprojetor e o ativa, vê uma batalha fodona entre forçudos. Depois Elel pega os lightsabers que enterrou e guarda ali. Volta pra fora e sente a presença do mestre no deserto, uns metros pra baixo. Corre com uma pá e tira o maluco de lá. Voltam conversando pra casinha. Lidris resolve ir pra casinha também e se encontram lá. Eu fico fazendo inventário das coisas que o mestre forçudo me arrumou.

A Força não está em tudo mesmo? Então...

A Força não está em tudo mesmo? Então...

%d bloggers like this: