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4º sessão de L5R do Poke&Cia

28/08/2009

4º sessão de Legends of Five Rings do Poke&Cia

Segunda parte da mesa do Mark. Só que dessa vez faltou todo mundo, então rolamos algo solo mesmo. Crab Style!

Voltamos da pancadaria da última sessão, enquanto todos foram se cuidar fui conversar com o gerente (que chamava Goemon), passo a treta pra ele e aviso que a influência da Shadowlands é clara. Digo que vou caçar os ronins assim que possível pois eles vão ficar putões com o que fizemos com os amiguinhos deles e podem querer retaliar. Descanso e me curo, quando tô pronto pra sair descubro que meus camaradinhas samurais tão tudo dodóis, aparentemente foram envenenados pelas armas dos ronins. Deixo eles pra lá, mando o Kaiu Seibei cuidar da fortificação do castelo e coordenar a batalha se os ronins aparecerem e vou caçar ronin.

50 contra mim? É covardia... Eu espero eles chamarem mais ajuda...

50 contra mim? É covardia... Eu espero eles chamarem mais ajuda...

Cavalgo loucamente até a outra vila que foi atacada, acho os rastros dos ronins pelo caminho todo. Lá todos estão escondidos, metade do lugar destruído. Rodo a vila pra todos me verem, paro no meio e grito pra vila toda quem eu sou e o que vim fazer e mando todo mundo me ajudar com informações. Uns caras aparecem e me contam o que rolou. Os ronins apareceram e começaram e levar tudo, mataram quem se intrometeu e levaram umas garotas. O líder tem a mesma descrição do da outra vila, mas o cara estava quietão no ataque, só observando. Vejo os corpos queimados dos mortos atrás de indícios de shadowlands, acho numa armadura dum dos ronins mortos sangue maculado do capeta, mando os caras queimarem as coisas direito. Me indicam a direção que ele foram. Prometo que vou arrebentar as caras dos ronins e volto pra caçada, agora atento a sangue dos caras machucados.

Pelo caminho vou deixando marcas pro caso de eu não voltar e carangueijos que vierem me procurar conseguirem achar os caras. Até que depois duma boa cavalgada trombo um cara no meio do mato me encarando. Paro e noto uns escondidos com arcos. O cara me manda ir embora, dou uma de que vou sair mas disparo pra cima dele e explodo a cabeça dele com meu Ono. Flechas voam pra cima de mim, uma acerta mas continuo firme. Vou correndo pelo mato caçando o acampamento dos caras e causando mó balbúrdia. Até que chego no acampamento com uns quinze arqueiros. Passo loucamente pelos caras, chuva de flecha de tapar o sol mas minha armadura bloqueia tudo. Lembrar de parabenizar meus camaradas Kaiu. hehe Os caras me perseguem com seus cavalinhos mas o meu cavalo turbo deixa eles pra trás.

Pois lutaremos na sombra...

Pois lutaremos na sombra...

Na ponte que liga pra terra dos Pardais destruo os corrimãos e jogo na ponte criando um empecilho pra eles passarem, e me escondo num canto depois esperando eles passarem preu pegá-los desprevenidos. Dos cinco cavaleiros só um capota na barragem e fica debaixo do cavalo, os outros passam e eu venho por trás, novamente gritando por Bishamon, e já arranco duas cabeças numa porrada (sim, foi muito bruto). Com aquele sangue espirrando, cabeças rodando no ar, cavalo enorme empinando, sol refletindo no carangueijão da armadura e meu urro maléfico fizeram os dois caras restantes soltarem as armas e se entregarem (sim, foi incrivelmente bruto meu teste de intimidação-hahaha). E no castelo Pardal os vigias vendo a treta.

Volto pro castelo Pardal arrastando dois prisioneiros, armas e cavalos. Entro todo macho pelo castelo e sou levado pro Goemon. Conto do que rolou, encho minha bola, Goemon me diz pra descansar que os samurais dele vão cuidar do resto, digo que eu vou liderar o ataque aos ronins assim que os caras dele estiverem prontos. Interrogo os prisioneiros e só descubro que eles tão considerando o líder deles frouxo por não querer mais tanta sanguinolência. Aproveito a folga pra fazer umas bandagens e já volto pra pancadaria. Pego uns dez samurais Pardal e levo pro acampamento.

Tá bom, eu deixo os Pardais brincarem também...

Tá bom, eu deixo os Pardais brincarem também...

Quando chegamos no acampamento os samurais começam com as flechadas e depois os ronins vem pro pau. Fico coordenando os caras e escapando de porrada. Então vejo três ronins correndo pra dentro duma tenda que parece ser a maior e do líder. Um dos caras sai com um puta cortão no peito e cai morto. Passo rasgando e derrubo a toras da tenda, vejo o formato e posição das pessoas lá dentro. No processo vejo um cara ajoelhado imóvel no centro. Entro todo macho, me apresento e pergunto quem é ele e se é o líder dos ronins, ele se apresenta e diz que de certa forma sim. Vejo na tenta as garotas seqüestradas amarradas mas ilesas. O cara diz que se rende mas que quer contar a história dele antes de morrer. Com toda minha benevolência, aceito. Lá fora a treta já sossegada, saímos, digo pra todos que o cara é meu prisioneiro, juntamos as tralhas e voltamos pro castelo.

Lá vamos até Goemon e o cara implora pra contar a história dele e poder cometer seppuku de forma honrada. Goemon diz que se eu topar ser o segundo dele, beleza. Topo e o cara começa a falar. Diz que num belo diz de roninzice encontrou uma espadinha Tanto, e a partir daí começou a ouvir vozes na cabeça, reconheceu que era coisa do capeta. Até que conseguiu descolar um pedacinho de Jade pra conter a influência maligna e jogou a Tanto no mar, mas os seus ronins tavam sendo influenciados e ficando cada vez mais sanguinários, então ele resolveu tomar as mulheres seqüestradas pra ele e cuidou delas pros caras não as machucarem. Pergunto onde ele jogou a Tanto, ele diz que pode mostrar.

Tanto

Tanto

Vamos até a beira do mar, todo revolto, o cara mergulha atrás da Tanto até achar. Ajoelha e fica segurando-a pra cometer o seppuku, mas diz que precisa de ajuda pra largar a maldita e que não vai sepukar com ela. Decepo a mão dele fora, ele pega a wakizachi, pede pra sua katana ser jogada no mar, oferecendo sua alma Kami do Mar como desculpa. Ele enfia a wakizachi, eu passo a katana no pescoço dele e jogo a katana dele no mar, pedindo que o mar sossegue o facho.

No seppuku dos outros é refresco

No seppuku dos outros é refresco

Uns dois dias depois o mar sossega, levo as meninas pra suas vilas, sou levado até o senhor do castelo que agradece bastante e me dá uma caixa de presente. Dentro tem uns convites pruma festinha Garça que vai rolar em breve. O cara diz que eu sou foda e eu volto pra casa com o dever cumprido.

Viu só , Carangueijo faz até o mar baixar a bola.

Viu só, Carangueijo faz até o mar ficar pianinho.

4º sessão de Legends of Five Rings do Poke&Cia

Segunda parte da mesa do Mark. Só que dessa vez faltou todo mundo, então rolamos algo solo mesmo. Crab

Style!

Voltamos da pancadaria da última sessão, enquanto todos foram se cuidar fui conversar com o gerente (que

chamava Goemon), passo a treta pra ele e aviso que a influência da Shadowlands é clara. Digo que vou caçar os

ronins assim que possível pois eles vão ficar putões com o que fizemos com os amiguinhos deles e podem querer

retaliar. Descanso e me curo, quando tô pronto pra sair descubro que meus camaradinhas samurais tão tudo

dodóis, aparentemente foram envenenados pelas armas dos ronins. Deixo eles pra lá, mando o Kaiu Seibei

cuidar da fortificação do castelo e coordenar a batalha se os ronins aparecerem e vou caçar ronin.

Cavalgo loucamente até a outra vila que foi atacada, acho os rastros dos ronins pelo caminho todo. Lá todos

estão escondidos, metade do lugar destruído. Rodo a vila pra todos me verem, paro no meio e grito pra vila

toda quem eu sou e o que vim fazer e mando todo mundo me ajudar com informações. Uns caras aparecem e

me contam o que rolou. Os ronins apareceram e começaram e levar tudo, mataram quem se intrometeu e

levaram umas garotas. O líder tem a mesma descrição do da outra vila, mas o cara estava quietão no ataque, só

observando. Vejo os corpos queimados dos mortos atrás de indícios de shadowlands, acho numa armadura

dum dos ronins mortos sangue maculado do capeta, mando os caras queimarem as coisas direito. Me indicam a

direção que ele foram. Prometo que vou arrebentar as caras dos ronins e volto pra caçada, agora atento a

sangue dos caras machucados.

Pelo caminho vou deixando marcas pro caso de eu não voltar e carangueijos que vierem me procurar

conseguirem achar os caras. Até que depois duma boa cavalgada trombo um cara no meio do mato me

encarando. Paro e noto uns escondidos com arcos. O cara me manda ir embora, dou uma de que vou sair mas

disparo pra cima dele e explodo a cabeça dele com meu Ono. Flechas voam pra cima de mim, uma acerta mas

continuo firme. Vou correndo pelo mato caçando o acampamento dos caras e causando mó balbúrdia. Até que

chego no acampamento com uns quinze arqueiros. Passo loucamente pelos caras, chuva de flecha de tapar o sol

mas minha armadura bloqueia tudo. Lembrar de parabenizar meus camaradas Kaiu. hehe Os caras me

perseguem com seus cavalinhos mas o meu cavalo turbo deixa eles pra trás.

Na ponte que liga pra terra dos Pardais destruo os corrimãos e jogo na ponte criando um empecilho pra eles

passarem, e me escondo num canto depois esperando eles passarem preu pegá-los desprevenidos. Dos cinco

cavaleiros só um capota na barragem e fica debaixo do cavalo, os outros passam e eu venho por trás,

novamente gritando por Bishamon, e já arranco duas cabeças numa porrada (sim, foi muito bruto). Com aquele

sangue espirrando, cabeças rodando no ar, cavalo enorme empinando, sol refletindo no carangueijão da

armadura e meu urro maléfico fizeram os dois caras restantes soltarem as armas e se entregarem (sim, foi

incrivelmente bruto meu teste de intimidação-hahaha). E no castelo Pardal os vigias vendo a treta.

Volto pro castelo Pardal arrastando dois prisioneiros, armas e cavalos. Entro todo macho pelo castelo e sou

levado pro Goemon. Conto do que rolou, encho minha bola, Goemon me diz pra descansar que os samurais

dele vão cuidar do resto, digo que eu vou liderar o ataque aos ronins assim que os caras dele estiverem prontos.

Interrogo os prisioneiros e só descubro que eles tão considerando o líder deles frouxo por não querer mais tanta

sanguinolência. Aproveito a folga pra fazer umas bandagens e já volto pra pancadaria. Pego uns dez samurais

Pardal e levo pro acampamento.

Quando chegamos no acampamento os samurais começam com as flechadas e depois os ronins vem pro pau.

Fico coordenando os caras e escapando de porrada. Então vejo três ronins correndo pra dentro duma tenda

que parece ser a maior e do líder. Um dos caras sai com um puta cortão no peito e cai morto. Passo rasgando e

derrubo a toras da tenda, vejo o formato e posição das pessoas lá dentro. No processo vejo um cara ajoelhado

imóvel no centro. Entro todo macho, me apresento e pergunto quem é ele e se é o líder dos ronins, ele se

apresenta e diz que de certa forma sim. Vejo na tenta as garotas seqüestradas amarradas mas ilesas. O cara diz

que se rende mas que quer contar a história dele antes de morrer. Com toda minha benevolência, aceito. Lá fora

a treta já sossegada, saímos, digo pra todos que o cara é meu prisioneiro, juntamos as tralhas e voltamos pro

castelo.

Lá vamos até Goemon e o cara implora pra contar a história dele e poder cometer sepuku de forma honrada.

Goemon diz que se eu topar ser o segundo dele, beleza. Topo e o cara começa a falar. Diz que num belo diz de

roninzice encontrou uma espadinha Tanto, e a partir daí começou a ouvir vozes na cabeça, reconheceu que era

coisa do capeta. Até que conseguiu descolar um pedacinho de Jade pra conter a influência maligna e jogou a

Tanto no mar, mas os seus ronins tavam sendo influenciados e ficando cada vez mais sanguinários, então ele

resolveu tomar as mulheres seqüestradas pra ele e cuidou delas pros caras não as machucarem. Pergunto onde

ele jogou a Tanto, ele diz que pode mostrar.

Vamos até a beira do mar, todo revolto, o cara mergulha atrás da Tanto até achar. Ajoelha e fica segurando-a

pra cometer o sepuku, mas diz que precisa de ajuda pra largar a maldita e que não vai sepukar com ela. Decepo

a mão dele fora, ele pega a wakizachi, pede pra sua katana ser jogada no mar, oferecendo sua alma Kami do

Mar como desculpa. Ele enfia a wakizachi, eu passo a katana no pescoço dele e jogo a katana dele no mar,

pedindo que o mar sossegue o facho.

Uns dois dias depois o mar sossega, levo as meninas pra suas vilas, sou levado até o senhor do castelo que

agradece bastante e me dá uma caixa de presente. Dentro tem uns convites pruma festinha Garça que vai rolar

em breve. O cara diz que eu sou foda e eu volto pra casa com o dever cumprido.

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