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4º sessão da mesa de D&D do Danizinho

17/09/2009

4º sessão da mesa de D&D do Danizinho

Nessa sem Leandro e Leo, mas o Dante entrou com Conan, o anão bárbaro. O mestre rolou um preludinho secreto anterior com ele.

Depois de dizimarmos os pobres grifos voltamos felizes pra base entregar as tralhas pra maga patalógica que nos contratou. Passamos as tralhas pra ela, pegamos nossa grana, deixamos umas coisas para encantar e ficamos enrolando na taverna até ela ter nossa nova missão. Enquanto morgamos Conan entra na taverna chamando atenção de todos ali, logo o lugar volta ao normal. Minhas aranhas trazem um gato todo enteiado moribundo, arrastam pra debaixo de nossa mesa e começam a devorar, uns clientes vão embora com nojo. O taverneiro vem reclamar mas Utter, nosso clérigo de Pelor, dá uns trocos pra compensar o preju.
Tarantula_by_Lady__darkness
Conan sugere uma aposta pra todos na taverna, uma queda de braço. Um mané guerreiro aceita a aposta e põe lá a grana, Conan aumenta e o cara cobre. Conan perde e o cara fica todo pimpão, Conan dobra a aposta e perde muito feio até quebrando o balcão [falhas críticas movem o mundo]. Chamamos Conan pra nossa mesa e ficamos conversando, ele diz que tá procurando trampo, deixamos ele entrar no grupo se mostrar que sabe dar porrada e pilhamos pra ele tretar com o cara que levou a grana dele. Nosso Monge [de nome censurado]  chama o guerreiro ele aceita a treta, mas enquanto os dois discutem a treta Conan já taca uma cadeira que explode no cara, o cara já puxa a espada mas o Monge o convence a lutar sem armas, o cara topa e explode uma cadeira em Conan também. A porradaria começa, e depois duns sopapos Conan derruba o cara. A amiga do cara pega a bolsa de grana dele e devolve a grana de Conan.

Nosso cafetão maguinho aparece com nossas tralhas encantadas e a nova missão. Diz que temos que encontrar um tal de Irving, um clérigo fodão de Pelor, no deserto, num templo que sumiu e ninguém mais acha. Temos que avisar o cara que a maga patalógica quer falar com ele. Passamos na casa da maga, Utter pesquisa na biblioteca da maga sobre o deserto e o templo e blablabla, o Monge acha uns livros aleatórios também, compramos umas varinhas de criar água e uns pergaminhos de proteção ao calor e seguimos de camelo pro deserto. Conan pega seu lobo que o esperava fora da cidade. Os pjs faltantes são mandados em outra missão.

Seguimos pelo deserto, Utter saca que temos que seguir uma constelação tal. No caminho notamos umas pessoas passeando pelo deserto mas ficam longe. Conan fica falando com seu lobo que num é lobo de verdade mas sim um bicho maligno qualquer, mas não sabemos disso né… Quando paramos pra dormir Conan vai passear pra checar o perímetro e acha um oasis, entra pra tomar água e uma voz estressa com ele. Começa a conversar com a voz e logo aparece um bicho esfinjal e diz que uns bandidos do deserto pilharam o local e sumiram com uns troços importantes e se fossem recuperados haveria recompensas, era só seguir uma estrela blá. Conan volta e nos conta o lance. Não reconhecemos a constelação, então o povo checa nos livros e descobrem que é a mesma que já estávamos seguindo.

Pensei que elas não tinham nariz...

Pensei que elas não tinham nariz...

Continuamos o caminho, passamos pelo oásis mas damos a volta, vemos o bicho esfinjal nos encarando. Depois vemos aquele povo que vimos antes, um deles se aproxima e conversamos. Ele reconhece o símbolo de Pelor em Utter e fica todo religioso. Nos diz que os bandidos do deserto são fodões e mas nem ligamos. Utter dá uma peça de ouro pro cara e ele fica em êxtase, diz que o ouro representa o sooool de Pelor e blablabla, depois vai embora. Utter faz uma prece pra Pelor perguntando se devem continuar e o grande Joinha aparece no horizonte. Seguimos até achar ruínas do que devia ser o templo.
ruinas
Outro daqueles bichos esfinjais aparece dizendo ser o guardião do local e num quer deixar a gente entrar. Conan já taca o machadão e a treta começa. O bicho rosna e metade fica com medinho, a outra metade vai pra porrada, o bicho rosna de novo e a outra metade fica paralisada enquanto o resto fica livre. Mais treta e o bicho resolve começar a voar e atacar nos rasantes, péééssima decisão pois agora eu parto pra arqueirice e metralho o coitado enquanto ele fica rasanteando. Conan aproveita e corre pra dentro das ruínas. Quando ele já tá bem capenga ofereço rendição pra ele por ele ser um leal servo de Pelor, o bicho aceita, então dou uma curada nele pra ele continuar protegendo o lugar. Utter cura a galera e entramos nas ruínas.
Good_Job_by_SaburoTenma
Conan corre pelas ruínas, tromba uns bandidos e arrebenta eles, seguimos seus gritos de fúria e o achamos. Vamos seguindo pelas ruínas, num momento ouvimos barulhinhos na sala adiante, checamos na furtiva e percebemos uns caras escondidos atrás de colunas, e minhas aranhas dizem que tem mais caras escondidos mas não sabem onde. Apago as tocha que iluminam a entrada nos dando uma cobertura. Jogo a pedra trovão do Monge na sala desnorteando os caras, a galera entra pra dar porrada, eu fico na porta procurando os outros caras escondidos. Durante a treta saem uns caras do chão de areia e entram na treta flanqueando o grupo. Mais treta e pedalamos esses manés. Menção honrosa pras miniaturas de KinderOvo usadas pro combate…

Homens-tatu -  devíamos ter enrolado um pouco mais pra eles morrerem sufocados debaixo da areia. hehe

Homens-tatu - devíamos ter enrolado um pouco mais pra eles morrerem sufocados debaixo da areia. hehe

Na sala vemos umas portas trancadas. Achamos a chave caída perto dum dos caras. Abrimos e vemos uns baús e umas tralhas em prateleiras. Utter detecta magia num dos baús. Muito paranóicos com armadilhas e sem um ladrão (oficialmente) no grupo puxamos os baús com cordas e abrimos fora da sala usando os cadáveres como escudos. Achamos dinheiros, poções e pergaminhos. Jogamos uns corpos na sala pra disparar as armadilhas mas nada acontece, entramos e pegamos as outras tralhas, inclusive um espelho de ferro e um símbolo de Pelor de prata.

Continuamos pelas outras portas, mais corredores e salas, até uma portona e uma portinha antes com símbolo de Pelor, sentimos estranhices na portinha e começamos a passar mal. Utter começa a rezar e saca que as forças do bem e do mal lutam naquele lugar, então Utter entra na treta com seus feitiços e preces. Eu, novo convertido de Pelor, entro na treta também, rezando, pego o símbolo de prata, dou a mão pra Utter e juntos canalizamos nossa fé pra ajudar Pelor até que o mal é derrotado e porta se abre. Sentimos uma mal ultrafoderoso vindo de dentro, Conan já corre pra dentro locão. Vamos mais de boa. Descemos uma escada e seguimos pelos corredores.

Fé em Pelor, amiguinhos

Fé em Pelor, amiguinhos

Chegamos numa sala com cinco sarcófagos, as tampas abrem e saem umas múmias sem vergonhas. Disparo teias da minha varinha, Utter expurga os mortos-vivos com sua fé, umas das múmias é destruída. O Monge joga a tocha acesa na teia incendiando-a. Dum dos sarcófagos levanta uma múmia com pinduricalhos egípcios e escutamos a musiquinha de chefe da fase. Novamente com minha fé inabalável passo minha mão na armadura de Utter cortando-a e dou um tapão ensanguentado na calota sagrada de Utter, dando meu sangue por Pelor, então Utter expurga o mal novamente mas o bicho güenta. Dá uma zoiada e uns ficamos com medinho. As chamas na teia se apagam e as múmias vão saindo. Conan ataca o Monge na trairagem se revelando um dos vilões.

Alguém tem uma balinha de hortelã?

Alguém tem uma balinha de hortelã?

Lembro do mané da peça de ouro dizendo que lá no deserto as peças de ouro simbolizam o sol e Pelor, então pego o saco de ouro que achamos e taco as peças pro ar, cobrindo a sala com o sol de Pelor, então Utter aproveita e usa uma magia de luz machucante e a sala vira uma discoteca com raios de luz batento em todo lado, machucando o bicho. Porradaria começa, Conan ataca todo mundo, seu lobo solta uma baforada de fogo em mim e depois cai pra porrada. Tomo umas porradas até conseguir prendê-lo numa teia. Utter solta mais magias de luz machucando o cabra mas o bicho resiste forte e tenta umas magias de morte, mas Utter resiste. Mais magias depois e Utter toma a magia do mumião e seu espírito vai, tromba com o deus da morte patrono do mumião mas Pelor intervém e dá uma força.

Novamente com minha fé em Pelor (e safadeza costumeira) “entendo” que na escuridão há a ignorância do mundo e não se vê nada,  mas com a mínima chama pode derrotar a mais densa escuridão (não, não virei o lanterna verde) então puxo o espelho que encontramos e ponho na cara do mumião, pois uma vez que ele veja seu reflexo reconhecerá a superioridade da luz, pois na escuridão ele não poderia ver nada. Pelo espelho vejo o mumião se contorcendo e a cena do Utter no outro plano, então Pelor fala comigo e diz que pra salvar meu companheiro das garras da morte eu terei que aceitar uma missão em nome dele, topo e Utter volta pro seu corpo, enquanto as múmias tomam um canhão fotônico de Pelor acabando com a tudo.

Se funcionava pro Lion...

Se funcionava pro Lion...

Nos aprumamos, pilhamos, fuçamos o resto da dungeon, achamos as coisas perdidas dos bichos esfinjais além de dinheiros e tranqueiras.

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2 comentários

  1. Cara vc esqueceu de falar que descobrimos o quanto e apelativo uma varinha de criar agua! O cara pode enxer a aricanduva com uma varinha daquelas! hahaha


  2. Vou descolar um monte e inundar as dungeons. matar todos bichos afogados.
    Hmmmmmmm…



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