Archive for Novembro, 2009

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4º sessão da mesa de M&M da Graci

24/11/2009

4º sessão da mesa de Mutantes & Malfeitores da Graci

Nessa só eu (Besouro Negro), Thener (Steve T) e Alex (Linux). Entrou o André como Luck, cara com poderes de azar.

Após a captura do Dr. Elétron falsificado nos reagrupamos na base e checamos nossas opções. Sabíamos que a tal maluca ex-comparsa do Síndrome, a Mirage (a mina do cabelo branco), tava comandando tudo duma ilha que não sabíamos onde ficava. Fomos checar a antiga ilha do Síndrome.

Chegamos na ilha, tudo deserto, sem sinal de ninguém, reviramos tudo, fuçamos equipamentos e nada, só animais passeando. Voltamos e fomos checar os arquivos dos antigos vilões que o Síndrome tinha. Na fuçança achamos uns nomes, entre eles um vilão conhecido como Animal, um uga buga que controlava animais. Fazendo cruzamento de relatos achamos uns casos estranhos envolvendo animais, vários invadindo cidades e casas pra roubar tranqueiras e num padrão, a cada dois meses em cada local, até que o rastro pára numa cidadezinha no interior dos EUA seis meses atrás. Fomos lá investigar atrás desse tal Animal.

Será que é esse?

Tentando não fazer alarde fomos a paisana. Linux e Luck conversar com o povo e Steve T foi pro mato conversar com bichinhos e plantas. Eu fiquei na base monitorando e jogando paciência. No povoado, Linux e Luck vão pruma lanchonete e ficam puxando assunto, papos inúteis com caipiras diversos. Resolvem checar a pousada. Enquanto isso Steve T fala com os bichos no mato. Fala com uns e num consegue nada, explode tocas com magias de controle de terra e soterra as criaturas depois. Dou um piti e ele tira a terra de volta, bicho sádico. hehehe Steve tromba Linux e Luck na pousada. Lá eles distraem o dono enquanto escaneiam o livro de registros mas num tem nada de útil. Alugam um quarto e conversam com o dono, descobrem que há seis meses atrás uma horda de guaxinins invadiram as casas roubando aparelhos eletrônicos e fugiram pro mato. Da base escaneamos a área e achamos uma pilha de metal no meio do mato. Eles dão um perdido no pousadeiro e teleportamos pra pilha de metal. Vários aparelhos eletrônicos estragados. A poscognição de Linux mostra que os guaxinins traziam os aparelhos já quebrados e largavam ali. Fuçamos a pilha e vemos que são só aparelhos quebrados, nada de peças faltando nem qualquer coisa incomum. Steve T fala com as árvores e elas dizem umas abobrinhas inúteis. Vamos checar o rio, pois pelo padrão do trajeto do suposto Animal ele vinha pelos rios. Achamos mais aparelhos no fundo do rio, mas nada. Achamos uma cabana rústica, Linux checa com poscognição e vê o UgaBuga morando lá, mas pega umas emoções estranhas, como se ele tivesse confuso, ganancioso mas perdido, como se agindo contra a vontade. Juntando com o lance do controle mental que o Dr. Elétron sofreu, deduzimos que o cara tava mesmo com a Mirage. Sem mais pistas voltamos pra base.

Celeste (nossa base) fica investigando banco de dados diversos, e nós vamos conversar com o Dr. Elétron verdadeiro que capturamos. Conversamos com ele mas ele num tem nada pra ajudar, pedimos pra ele liberar  a mente dele pra Steve T fuçar e ele libera. Steve T checa no fundinho e descobre que a ilha da maluca é ao sul donde fica a do Síndrome, e uns pedaços de planos mirabolantes dela. Celeste fuça e percebe que tem uma ilha faltando nos sensores, vamos lá checar.

Chegando na ílha de lancha Celeste afirma que não pode detectar a bagaça mesmo que estejamos a vendo na nossa frente. Ótimo sistema de camuflagem. Vamos pra ilha e somos recebidos com pancadas na parte de baixo da lancha Mergulho e vejo um kraken estressado. Digo pra galera sair do barco, peço pra Celeste recolher o mesmo e mandar um raio nas coordenadas do bicho enquanto Steve T faz um redemoinho com magia pro bicho ficar quietinho. Um disparo e o bicho capota, Linux joga ele longe pra num encher mais o saco. Supondo que o tal Animal esteja monitorando o bichinho digo pra ele vir nos enfrentar ele mesmo ao invés de mandar peixinhos.

Isso com wasabi deve ser um delícia

Na ilha vamos passeando fuçando até cansar sem achar nada. Sabemos que a Mirage tem uma tara por bases subterrâneas, então Steve T vai um buracão beeem fundo até topar com uma placa de pedra. Provavelmente haveria cavernas naturais abaixo desta placa, então Steve T continua cavando até vermos luz. Descemos e vimos uma linha de montagem, a mesma que Linux havia visto nas análises dos caranguejos e pistolas laser. Vários braços robóticos contruíndo tralhas. Tento acessar os sistemas mas num consigo, vemos portas, vamos pra maior, desativo as trancas, a porta abre e dispara um laser que pára no campo de força de Linux. Desativo o laser e seguimos. No corredor a frente vemos portinhas nas paredes, ótimas pra saída de robôs pentelho. Steve T e Linux entortam as portas pra não abrirem e eu ponho equipamentos pesados na frente pra nada sair dali. Então ouvimos algo grande se aproximando pela frente, nos preparamos pra porradas e vamos em frente. Abrimos a porta e vemos o robô maluco do Síndrome, o Omnidroid, dando oi.

Singelo...

Ligo minha camuflagem e vôo mas o bicho continua me detectando, então taco algo na cara dele pra tapar os sensores. Os demoninhos de Steve T colam na cara do bicho e ficam atrapalhando. Steve T e Linux tentam puxar os tentáculos pinçadores mas não conseguem. O bicho recolhe os tentáculos e começa a girar pra se livrar da pentelhação, arremessa os demoninhos longe mas continua com o troço pesado bloqueando sua visão. Então Luck vem na cara de pau e dá uma bicuda no bicho, e como ele dá azar pras coisas bate exatamente num ponto fraco, danificando o bicho e fazendo ele parar de girar. Uns demoninhos ficam com Luck pra poder tirarem ele do alcance do bicho que ele for revidar. Procuro algo na sala que possa ajudar a derrotar essa coisas mas num acho nada. O bicho vem locão pra cima da galera mas os demoninhos continuam atrapalhando a visão e ele num pega ninguém. Steve T faz um buracão no chão e o bicho cai desengonçado, Luck aproveita e desse a lenha. Vôo até na cabeça do bicho e a estudo pra desativá-lo, então o demonião de Steve T que tava só olhando até o momento dá um tapão e termina de danificar o bicho [que por sinal teve péssimos números nos dados].

Lembrem-se: heróis de verdade reciclam!

Aproveitando que tô lá entro no sistema do bicho e fuço, descubro que tem uma porta secreta ali na sala que dá pra sala de controle principal da ilha toda. Abro e me esbaldo nos controles. Vemos a ilha toda, vários robôs e animais passeando, ums aranhas gigantes de verdade, um kraken bem maior que aquele que achamos, e um robô-tiranossauro, além de vários veículos e portas. Vemos o Animal passeando pelo mato. Vemos também que tem uma mansão embaixo de tudo onde provavelmente ficaria a Mirage. Tranco toda a ilha, desligo a camuflagem pra Celeste poder ver o que tá pegando, ela analisa tudo com vontade, acha a Mirage na mansão e já aciona os protocolos devidos da NSA.

Meu mais novo bichinho de estimação

Com o controle dos robôs da ilha mando eles pegarem o Animal e capotarem, o tiranossauro-robô resolve, Celeste teleporta o capotado pra cela. Vamos pegar a Mirage, mexemos nos controles ambientais da mansão pra atazaná-la, Steve T busca a mente dela e vê que ela tá puta mas sem medo, então deve ter algum truque ainda, então desencanamos de ir até ela e Celesta a teleporta também. Fuçando a mansão achamos o quarto dela que mais parece um templo ao Síndrome, aparentemente a maluca romântica só queria se vingar mesmo. Descobrimos que ela tinha um back up do Dr. Elétron robótico, ela programou o troço com a personalidade do Síndrome e soltou-o no mundo sem nenhum controle dela, então não temos nenhum sinal do paradeiro dele e do que pretende, mas sabemos que vamos trombar ele um dia. Pilhamos loucamente e voltamos pra base.

E mais uma vez a cidade de Metroville foi salva, graça aos Guadiõõõões.

4º sessão da mesa de Mutantes & Malfeitores da Graci

 

Nessa só eu (Besouro Negro), Thener (Steve T) e Alex (Linux). Entrou o André como Luck, cara com poderes de

azar.

Após a captura do Dr. Elétron falsificado nos reagrupamos na base e checamos nossas opções. Sabíamos que a tal

maluca ex-comparsa do Síndrome, a Mirage (a mina do cabelo branco), tava comandando tudo duma ilha que não

sabíamos onde ficava. Fomos checar a antiga ilha do Síndrome.

Chegamos na ilha, tudo deserto, sem sinal de ninguém, reviramos tudo, fuçamos equipamentos e nada, só animais

passeando. Voltamos e fomos checar os arquivos dos antigos vilões que o Síndrome tinha. Na fuçança achamos uns

nomes, entre eles um vilão conhecido como Animal, um uga buga que controlava animais. Fazendo cruzamento de

relatos achamos uns casos estranhos envolvendo animais, vários invadindo cidades e casas pra roubar tranqueiras e

num padrão, a cada dois meses em cada local, até que o rastro pára numa cidadezinha no interior dos EUA seis

meses atrás. Fomos lá investigar atrás desse tal Animal.

Tentando não fazer alarde fomos a paisana. Linux e Luck conversar com o povo e Steve T foi pro mato conversar

com bichinhos e plantas. Eu fiquei na base monitorando e jogando paciência. No povoado, Linux e Luck vão pruma

lanchonete e ficam puxando assunto, papos inúteis com caipiras diversos. Resolvem checar a pousada. Enquanto

isso Steve T fala com os bichos no mato. Fala com uns e num consegue nada, explode tocas com magias de

controle de terra e soterra as criaturas depois. Dou um piti e ele tira a terra de volta, bicho sádico. hehehe Steve

tromba Linux e Luck na pousada. Lá eles distraem o dono enquanto escaneiam o livro de registros mas num tem

nada de útil. Alugam um quarto e conversam com o dono, descobrem que há seis meses atrás uma horda de gambás

invadiram as casas roubando aparelhos eletrônicos e fugiram pro mato. Da base escaneamos a área e achamos uma

pilha de metal no meio do mato. Eles dão um perdido no pousadeiro e teleportamos pra pilha de metal. Vários

aparelhos eletrônicos estragados. A poscognição de Linux mostra que os gambás traziam os aparelhos já quebrados

e largavam ali. Fuçamos a pilha e vemos que são só aparelhos quebrados, nada de peças faltando nem qualquer

coisa incomum. Steve T fala com as árvores e elas dizem umas abobrinhas inúteis. Vamos checar o rio, pois pelo

padrão do trajeto do suposto Animal ele vinha pelos rios. Achamos mais aparelhos no fundo do rio, mas nada.

Achamos uma cabana rústica, Linux checa com poscognição e vê o UgaBuga morando lá, mas pega umas emoções

estranhas, como se ele tivesse confuso, ganancioso mas perdido, como se agindo contra a vontade. Juntando com o

lance do controle mental que o Dr. Elétron sofreu, deduzimos que o cara tava mesmo com a Mirage. Sem mais

pistas voltamos pra base.

Celeste (nossa base) fica investigando banco de dados diversos, e nós vamos conversar com o Dr. Elétron

verdadeiro que capturamos. Conversamos com ele mas ele num tem nada pra ajudar, pedimos pra ele liberar  a

mente dele pra Steve T fuçar e ele libera. Steve T checa no fundinho e descobre que a ilha da maluca é ao sul donde

fica a do Síndrome, e uns pedaços de planos mirabolantes dela. Celeste fuça e percebe que tem uma ilha faltando

nos sensores, vamos lá checar.

Chegando na ílha de lancha Celeste afirma que não pode detectar a bagaça mesmo que estejamos a vendo na nossa

frente. Ótimo sistema de camuflagem. Vamos pra ilha e somos recebidos com pancadas na parte de baixo da lancha

Mergulho e vejo um kraken estressado. Digo pra galera sair do barco, peço pra Celeste recolher o mesmo e

mandar um raio nas coordenadas do bicho enquanto Steve T faz um redemoinho com magia pro bicho ficar

quietinho. Um disparo e o bicho capota, Linux joga ele longe pra num encher mais o saco. Supondo que o tal

Animal esteja monitorando o bichinho digo pra ele vir nos enfrentar ele mesmo ao invés de mandar peixinhos.

Na ilha vamos passeando fuçando até cansar sem achar nada. Sabemos que a Mirage tem uma tara por bases

subterrâneas, então Steve T vai um buracão beeem fundo até topar com uma placa de pedra. Provavelmente haveria

cavernas naturais abaixo desta placa, então Steve T continua cavando até vermos luz. Descemos e vimos uma linha

de montagem, a mesma que Linux havia visto nas análises dos caranguejos e pistolas laser. Vários braços robóticos

contruíndo tralhas. Tento acessar os sistemas mas num consigo, vemos portas, vamos pra maior, desativo as

trancas, a porta abre e dispara um laser que pára no campo de força de Linux. Desativo o laser e seguimos. No

corredor a frente vemos portinhas nas paredes, ótimas pra saída de robôs pentelho. Steve T e Linux entortam as

portas pra não abrirem e eu ponho equipamentos pesados na frente pra nada sair dali. Então ouvimos algo grande se

aproximando pela frente, nos preparamos pra porradas e vamos em frente. Abrimos a porta e vemos o robô maluco

do Síndrome, o Omnidroid, dando oi.

Ligo minha camuflagem e vôo mas o bicho continua me detectando, então taco algo na cara dele pra tapar os

sensores. Os demoninhos de Steve T colam na cara do bicho e ficam atrapalhando. Steve T e Linux tentam puxar os

tentáculos pinçadores mas não conseguem. O bicho recolhe os tentáculos e começa a girar pra se livrar da

pentelhação, arremessa os demoninhos longe mas continua com o troço pesado bloqueando sua visão. Então Luck

vem na cara de pau e dá uma bicuda no bicho, e como ele dá azar pras coisas bate exatamente num ponto fraco,

danificando o bicho e fazendo ele parar de girar. Uns demoninhos ficam com Luck pra poder tirarem ele do alcance

do bicho que ele for revidar. Procuro algo na sala que possa ajudar a derrotar essa coisas mas num acho nada. O

bicho vem locão pra cima da galera mas os demoninhos continuam atrapalhando a visão e ele num pega ninguém.

Steve T faz um buracão no chão e o bicho cai desengonçado, Luck aproveita e desse a lenha. Vôo até na cabeça

do bicho e a estudo pra desativá-lo, então o demonião de Steve T que tava só olhando até o momento dá um tapão

e termina de danificar o bicho [que por sinal teve péssimos números nos dados].

Aproveitando que tô lá entro no sistema do bicho e fuço, descubro que tem uma porta secreta ali na sala que dá pra

sala de controle principal da ilha toda. Abro e me esbaldo nos controles. Vemos a ilha toda, vários robôs e animais

passeando, ums aranhas gigantes de verdade, um kraken bem maior que aquele que achamos, e um

robô-tiranossauro, além de vários veículos e portas. Vemos o Animal passeando pelo mato. Vemos também que

tem uma mansão embaixo de tudo onde provavelmente ficaria a Mirage. Tranco toda a ilha, desligo a camuflagem

pra Celeste poder ver o que tá pegando, ela analisa tudo com vontade, acha a Mirage na mansão e já aciona os

protocolos devidos da NSA.

Com o controle dos robôs da ilha mando eles pegarem o Animal e capotarem, o tiranossauro-robô resolve, Celeste

teleporta o capotado pra cela. Vamos pegar a Mirage, mexemos nos controles ambientais da mansão pra

atazaná-la, Steve T busca a mente dela e vê que ela tá puta mas sem medo, então deve ter algum truque ainda,

então desencanamos de ir até ela e Celesta a teleporta também. Fuçando a mansão achamos o quarto dela que mais

parece um templo ao Síndrome, aparentemente a maluca romântica só queria se vingar mesmo. Descobrimos que

ela tinha um back up do Dr. Elétron robótico, ela programou o troço com a personalidade do Síndrome e soltou-o

no mundo sem nenhum controle dela, então não temos nenhum sinal do paradeiro dele e do que pretende, mas

sabemos que vamos trombar ele um dia. Pilhamos loucamente e voltamos pra base.

E mais uma vez a cidade de Metroville foi salva, graça aos Guadiõõõões.

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6º sessão da mesa de D&D do Gabriel

19/11/2009

6º sessão da mesa de D&D do Gabriel
Depois de socarmos o fantasma, eu, Farawind e Herbec (não Hesvec) seguimos até uma sala grandona, com duas escadarias, umas caveiras pentelhas em baixo, uns bichos voadores morto-vivos em cima, e o tal anão da biblioteca possuído por algo com tentáculos na parte de cima. Tinha também uma estátua enorme dum anão porradeiro. Aparentemente nosso truta Drei, o mago despirocado, passou por lá antes da gente e debulhou uns inimigos antes dessa nova leva chegar, só ouvíamos ele ao longe soltando magias.

Herbec faz umas magias de proteção e um paredão de pedra pra afastar as caveiras, Farawind taca suas pedras mágicas, eu carrego a barrinha do especial e corro  pela estátua dando um pulão e chego lá em cima, agarro o anão tentaculóide, perco um nível de brinde, e puxo o safado pra baixo a lá Zangief. Quando levanta ele tá meio sonzo e tenta fugir, já livre da possessão do capeta, aproveito pra capotar ele. As caveiras fecham na gente, tomamos bordoadas, Herbec e Farawind se fecham num casco de tartaruga onde ela continua tacando pedras mas o casco não impede o ataque do fantasma safadão que tava possuindo o anão, e a Farawind já tava bem fraquinha de tanto tomar porrada do fantasma. Tento tirar casco dali mas nem rola, então pulo nos carpados twist da vida pro alto da estátua enorme, pra lidar só com os bichos voadores e deixar as caveiras pros dois. Tento outra acrobacia zóiuda mas num rola, tento saltar atraindo os bichos voadores e derrubar com uma shuriken um lustre grandão em cima delas, mas erro o shuriken. Mais bordoadas e o fantasma vem pra cima de mim e tudo fica escuro. Quando acordo os bichos tão capotados e tão me exorcizando. Seguimos pelos corredores.

Uma lição que aprendi, abraçar mortos-vivos não é legaaal

Achamos nossos camaradas anões e aventureiros se reagrupando. Estão se preparando pra chegar no boss do jogo. Entregamos a chave pra eles, juntam com outras e abrem um portão num jardinzão. Perguntam se queremos continuar mesmo sabendo que o mano é graúdo, digo que tamo dentro. Entramos bem heróicos, sentimos o local mudar, as coisas ficam mais cinzas e embaçadas, um lance mais etéreo. Vemos o lord Vampirão num trono de ossos todo posudo, ao redor dele vários casulos cristalizados sarcofagais, ou algo assim, dispostos numa figura pentagrâmica de várias pontas. Hora da porrada!

Acho que esse não brilha no sol

Todos os npc espadaúdos, Artie, Drei, Ingrid, Alvin, Girimum, partem bravamente pra trombar o Vampirão, quando cercam o tal aparece uma energia maluca que envolve todos e a treta fica lá rolando, nossos manos descendo a lenha e o Vampirão só bocejando. Lá de fora vemos os casulos abrindo, primeiro quatro de lados opostos, saem caveiras e zumbis, eu e Farawind corremos um pra cada lado e socamos os bichos, enquanto Herbec dá suporte. Depois de destruir os bichos notamos um enfraquecimento na energia do Vampirão, aparentemente ele tava puxando força dos mortos-vivos ligados ali. Mais deles começam a sair dos casulos, vamos pra porrada.

Saem todo tipo de bicho morto-vivo, crias vampíricas, aranhas gigantes, esqueletos com tripas pra frora, múmias, e por aí vai. Num momento Herbec entra na treta estraçalhando os bichos com uma maça mágica que fere mais mortos-vivos. Mais porrada e a Farawind cai prum bicho, fico tretando enquanto Herbec ressucita ela. Nesse meio tempo nosso camaradas tão caindo pro vampirão, um a um, mas ele tá ficando mais fraco conforme derrotamos os bichos dele.

Tirando lágrimas dos mais valorosos guerreiros

Por fim sobra só um bicho, só que esse num é morto-vivo, é um construto, um troço feito de aço e bem grandão, com uns espinhos nas costas e zumbis no meio dos espinhos. O bicho arremessa zumbis na gente e vem pra cima. Socamos os zumbis e tentamos socar o bichão, só que ele é bem resistente e elimina boa parte do nosso dado. Herbec usa uma magia de cura em área pra nos curar e mata todos os zumbis duma vez. Eu e Farawind somos pegos e guardados nos espinhos. Farawind vira uma cobrona e tenta segurar os pés do bicho, mas ele a pega e joga de volta nos espinhos. Depois ela resolve segurar as mãos dele, o que não dura muito também. Vamos socando e apanhando bastante, muitas curas depois derrubamos o canho.

O campo de energia que envolvia a galera some, só tem o Drei ainda vivo e Vampirão ali aloprando todo mundo. Ele vem caminhando pra gente, Herbec puxa um pergaminho brutão e começa a ativar só que ainda tem um tempinho até funcionar. O Vampirão transforma Drei em pózinho e continua andando pra gente. Vou até ele e fico encarando. Herbev termina o feitiço e o céu abre e o sol aparece todo pimpão pra torrar o desgramado do Vampirão. Derrubo o trono de ossos, por desaforo mesmo, os milicos começam a chegar e a musiquinha de final fica de fundo.

Sem mortos-vivos pra mim por um tempo, ok?

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3º sessão da mesa de Star Wars do Leo

17/11/2009

3º sessão da mesa de Star Wars do Leo

Nessa só eu e o Foice, e o Hugo que entrou como Darkan, um padawan Duros.

Lá no planeta gelado chamado Hoth vemos nosso alvo, um mercenário que tem umas informações que precisamos. A mestra Lamparina diz pra eu ir lá resolver com ele o lance logo. Colo no tiozinho cercado de seguranças, digo que procuramos o tal Quilan Vos [detalhe: se você conhece Star Wars não se espante, o mestre pilantra recicla nomes mesmo hehehe], o cara pergunta o porquê e digo que precisamos de informações sobre a treta que rolou no templo Jedi, a invasão, os envolvidos e tudo mais. O cara liga pra alguém, supostamente o Vos, e diz o que tá pegando, então pergunta quanto eu tô pagando, digo que posso negociar o preço dele. O cara diz que passa a info por um holocron com a história dos Jedis. Concordo, pergunto onde achar ele quando eu tiver o pagamento, ele diz pra levar até as docas, lá um wookie vai me mostrar onde levar. O cara diz que um mercenário veio procurar a mesma info uns dias atrás e ofereceu como pagamento a vida de três jedis (coincidentemente o número de jogadores na sessão) e quem entregasse o pagamento primeiro levava a info. Me despeço e sumo, trombo a patroa Lamparina e meus camaradinhas padaweiros, passo a pica pra ela e espero.

A mestra diz que vai voltar pra nave e discutir a treta com o conselho, deixa eu e Odo na cidade e leva Rider com ela. Eu e Odo nos arrumamos pela cidade bem quietinhos. Mais tarde no templo Jedi, nosso caro Darkan faz suas bobagens diárias. Fica sabendo da treta que rolou no templo e vai checar os resíduos, acha uma laca da nave do Dookan que foi atacada pelos padawans, sente uma Força malvada na lasca e resolve guardar pra futuro estudo. Alguém avisa ele que o tão chamando na SSO e ele vai. Chega lá e tem uns mestres folgados conversando bobagens. Chamam Darkan, dizem que ele vai até o planeta Hoth levar um troço pros padawans que já estão lá. Entrega o holocrom pra Darkan, que faz uma firula usando Força pra embrulhar o troço num paninho e guarda. Algum mestre diz que o holocrom tá vazio, Darkan pergunta se pode avisar os padawans sobre isso e o mestre libera. Na saída da sala Darkan nota o mestre Windu dando olhares de dúvida pros outros mestres. Darkan pega a nave com dois droids de navegação e zarpa pra Hoth.

Padawan é só uma palavra chique pra Estagiário

Darkan chega no planeta, pousa e acha a nave da mestra Lamparina. Chega, entra e diz que o troço tá vazio. A mestra manda ele entregar pra gente pra prosseguir com a negociação. Darkan vai pra cidade até o buteco que eu e Odo estamos. Nos percebemos e nos aproximamos, Darkan joga na nossa mente via telepatia que o holocrom tá vazio. Seguimos pras docas procurar o wookie. Chegamos lá e tem um mecânico berrando com um wookie que parece estar fazendo algo errado. Deixamos a zica deles acabar e nos aproximamos do wookie. Perguntamos sobre o Vos e o wookie nos aponta uma garagem logo ali.

Seguimos pra lá, tralhas mecânicas pra todo canto. Odo sente umas vibrações do lado negro rolando por ali, Darkan percebe a presença de alguém escondida, diz pro cara sair logo. Aparece um nanico com partes metálicas, dizemos o que viemos fazer e quem queremos, o cara enrola mas diz que é o tal Vos e pede o pagamento. Darkan desembrulha o troço e passa pro nanico que diz que ali tem o que ele precisa de qualquer forma. Pedimos a info ele diz que o tal mercenário prometeu três Jedis pra ele e ali tinha três jedis. Falamos pra ele parar de bobagem pois já pagamos e cumprimos o trato, o cara concorda e passa um cartão das info. Ponho no datapad e vemos as abobrinhas que os mestres pediram. Darkan percebe que o nanico tem muita influência sobre umas colônias e pensa num meio de zoar o cara mas desencana. Vamos saindo de boa.

Na saída pego as infos que conseguimos e me conecto na Força pra expandir essas infos. Crianças, não façam isso em casa. Vejo uns projetos malucos e grandiosos, uns rascunhos da futura Estrela da Morte, e percebo que o conde Dookan num é o mais pirocuro dos vilões, que tem alguém acima dele comandando tudo e ninguém sabe disso. No processo da visão Forçuda sou percebido pelos vilões, o lado negro me dá um tchauzinho e eu desligo caindo inconsciente. Darkan e Odo num sabem o que tá pegando, fuçam minha mente mas não acham nada, acabamos voltando pra nave da mestra.

Vai atrás de sarna pra se coçar, vai...

A mestra inútil fica morgando sem fazer nada, então Darkan usa a lasca de nave malvada pra expurgar a influência do lado negro que me capotou. Acordo meio perdida, depois passa pra mestra toda a zica que vi, Odo fala sobre  a presença do lado negro no local. Aviso que teremos problemas pra sair dali pois a galera do lado negro me percebeu passeando. O povo prepara pra partida e vamos. A mestra fica duvidando da existência do tal cara superior ao Dookan, fica pentelhando por eu estar com medo por que jedis não tem medo, mas a zica é grande demais pra pobre zabrakzinha né. Odo vai pros canhões, eu fico meditando, Darkan vai fazer sei lá o que.

Quando estamos saindo do planeta vemos dois cruzadores Separatistas na nossa bota, apertamos o turbo da nave e zunimos pro hiperespaço. Durante a fuga Odo usa a força pra deslocar um meteoro na direção do cruzador, um deles desvia mas o outro acerta em cheio e ambos param de nos perseguir. Chegamos inteiros no templo, passamos a pica pros mestre, conto o que eu vi, duvidam também. Num é a toa que esses toscos perderam né. Perguntam pra todos o que rolou e todos dizem.

Depois nos dizem que temos outra missão, um prisioneiro que havia sido capturado fugiu, bando de jedis incompetentes. O nome do tal fugitivo é Zao, um transmorfo mercenário cheio das conexões, que foi liberado por brechas na lei e sumiu em Koruscant, o gueto do gueto, e temos que recapturá-lo. Firmeeeza…. Nos dividimos pra nos preparar. Eu vou trocar idéia com um dos clones comandantes pedir umas dicas sobre caçar mau elementos em bocadas, ele me dá uns lugares pra começar a busca. Darkan vai direto fuçar nas quebradas sozinho. Vai parar num local barra pesada e é emboscado por uns dróids porradeiros. Darkan sai correndo e passa a treta no comunicador. Achamos ele no sensor e despacho uns clones pra resolver a treta, Odo vai junto. Os clone chegam sentando prego nos droids, Darkan pega o jetpack dum dos clones e sai dali voando, pára em cima dum prédio vendo a treta. Checo os sensores e capto e tal Zao que temos que pegar. Discretamente reposiciono os clones pra cercar e pegar o meliante, Odo pula em cima do cabra e os clone fecham, prendendo o safado. Despacho o transporte pra eles, tacam o cara dentro e vão subindo.

E dá-lhe buchas!

Então tiros começam a aparecer, de todo lado, em Darkan e Odo. Suspeitamos do maldito atirador ceguinhos que causou umas sessões atrás. Uns clones morrem enquanto Odo vai manobrando o camburão. Darkan sai voando e manda o jetpack sozinho pra despistar o atirador, mas começa a cair de beeem alto, então eu puxo ele duma janela amortecendo a queda. Mais tiros e não achamos os atiradores, depois conseguimos triangular e achar os malacos, passo a posição e os clones distribuem destruição. Odo traz o prisioneiro. Vemos pelos sensores um dos atiradores e o safado usa uma roupa igual a do Jango Fett, o original dos clones e que tá morto há um tempo. O cara tá numa motoca toda armada e sai fora, boto os clones pra perseguir mas Darkan desmanda e vai atrás sozinho, mas o cara o despista e some. Entregamos o meliante pros patrões e pronto.

Será?

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5º sessão da mesa de D&D do Tib

11/11/2009

5º sessão da mesa de D&D do Tib

Dessa vez sem Aline (Bá) e Jackson (Vince), modo NPC: On.

Continuando nossa invasão do forte goblin, Kelvin pega seu cajado e tenta ativar algo que ajude. Ele descobre que o cajado pode invocar uma magia dum jorro de dano, então ele chacoalha o cajado pra lá e pra cá e dispara nos goblins dum dos lados do muro que atiravam flechas na gente. Sai do cajado uns jatos de fogo que explodem os goblins e incendeia tudo naquele lado do muro. Os goblins que tava correndo por lá desistem e resolvem descer pra morrer nas nossas lâminas mesmo.

O cajado do mago moderno

O cajado do mago moderno

Bá encontra os três goblins que corriam pra ela, e depois de arrancar as cabeças de dois deles um ainda tenta fugir mas a cabeça fica. Enquanto ela se esbalda na sanguinolênça que jorra eu passo correndo e trombo os dois goblins que desceram do muro. Fateio um na metade, o outro tenta fugir mas Bá chega dilacerando esse também.

Alaric dispara uma flecha rasgando a cara de um dos goblins do outro lado do muro. Depois tenta atirar de novo mas acaba quebrando seu arco e fica chupando o dedo. Lao Ma entra na treta com o kungfuzêro hobgoblin, porrada pra todo lado, piruetas e gritinhos e tudo equilibrado. Vince dá uns pulos e piruetas numa corda e sobe no muro pegando os goblins de surpresa. Bá corre pelo muro pra pegar os goblins também. Depois de Vince fatiar uns Bá chega e dilacera o resto. É, uma máquina de bater mesmo. Vendo a treta dos monges lá em baixo Bá pula em fúria e aterriza cravando a espadona no hobgoblin, e fica chafurdando no sangue. Depois Kelvin vê que o cinto do hobgoblins era mágico e diz pra Lao Ma ficar com ele.

Kelvin vai libertar uns prisioneiros que tavam por lá. Libera uma maluca histérica mas ele a acalma e põe ela pra libertar mais gente. Enquanto isso eu acho uma casamata graúda toda escura. Imaginando ser um centro de comando ou ponto importante vou checar, não ouço nada, jogo uma tocha lá e vejo várias armas bem lokas penduradas nas paredes e teto. Mais pra frente uma porta aberta. Vou entrando com cuidadinho, começo a ouvir uma voz de alguém invocando alguma coisa grande e malvada. Taco meu machadinho no escuro tentando acertar o que quer que fosse mas nada, jogo a tocha lá e vejo que tem uma escadaria pra baixo. Imaginando que teria armadilhas por lá eu faço guarda pra segurar o que sair dali enquanto meus companheiros de pancadaria não chegavam. Assovio pra eles virem logo.

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Devidamente sinalizado

Depois de terminada a chacina o povo cola lá onde estou, Vince checa por armadilhas e acha uma que eu tinha ativado, ele a desmonta e diz que as armas na parede também tão ligadas a armadilhas, algo a ver com óleo e fogo. Reagrupados vamos descendo. O povo começa a discutir sobre um anel que Vince ficou e que seria melhor se outro usasse, até que Kelvin pega dele mas Vince o rouba de volta sem ninguém perceber. Pergunto sobre os prisioneiros, se a tal filha Claymore estava entre eles, Kelvin diz que tinha uma mina com a descrição dela. Lao Ma volta pra checar a mulé já que ela é rapidona.

Lao Ma cola nos prisioneiros e a maluca histérica termina de soltar a galera. Lao Ma reconhece que a maluca é a tal da Claymore. Fala com ela, conta todo plot, a Claymore diz que ainda tem um camarada dela que foi levado pelos goblins pra sabe-se lá o que e diz que vai acompanhar Lao Ma na treta. Um pivetinho dos libertos fica saltitante com uma gaita. A Claymore pega a gaita e toca musiquinhas pra acalmar a galera. Uma tiazinha que é liberta vem pentelhar Lao Ma, fala umas abobrinhas sobre o céu, Lao Ma vê umas estrelas brilhantes no céu, a tia diz coisas sobre deuses voltando e talz. Entrega pra Lao Ma uns pingentes com uma fênix azul, e depois a tia começa a levitar e some. A Claymore toca mais uma musiquinha e a galera dorme, então ela e Lao Ma voltam correndo pra nos encontrar.

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Nossa encrenca tem até cor

Eeenquanto isso prosseguimos pela escadaria. Chegamos lá embaixo e a voz maluca invocadora continua, só que dessa vez mais umas vozes, um culto de malucos invocadores. Avançamos e vemos um cara de manto branco com desenhos coloridos e uns cultistas genéricos  num círculo de sangue. No chão uma caralhada de tesouros, moedas e tudo mais. Fazendo guarda ali tem um bicho tipo tigrão bizarro, e no alto do cara de manto branco uma gaiola com um cara preso e todo estrupiado, provavelmente um sacrifício. Kelvin analisa toda mistiquice e descobre que tem dois círculos ali, um proibindo o mal de entrar e outro o bem. Além dali parecer um ninho de dragão. Ativamos o modo brucutu e partimos pra porrada.

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E você? Já exterminou um culto maligno hoje?

Vince taca umas facas no tigrão enquanto eu e Bá descemos a porrada nele, e pego de surpresa não resiste a nossa investida e vira patê. Kelvin taca seu jorro de fogo so cajado mas só pega uns cultistas. Eu tiro um dos cultistas do círculo e passo a lâmina nele. Bá corre na loka pra pegar o chefão magão que continua com a invocação mas o cara manda ela parar e ela fica paralisadinha. Alaric atira flechas errantes. Depois o magão dispara um relâmpago que pega Kelvin em cheio fritando o coitado e quase pega Lao Ma que acabava de chegar. Lao Ma corre pra dar uma poção de cura pra Kelvin, eu corro pra pegar o magão, ele dispara uma magia de teia que prende todo mundo, e outro dos cultistas taca uma tocha na gente flambando todo mundo. Os malucos continuam a invocação, a Claymore toco sua gaita que ela roubou do pobre pivetinho e ficamos mais incentivados, afinal heróis precisam de música de fundo pra derrotarem o vilão. Nos libertamos, Lao Ma cola no magão e espanca ele, a magia transfere pra um dos cultistas, eu chego no magão pra ajudar no linxamento mas Vince aparece do nada, com anéis em todos os dedos e espeta o cara por trás matando ele.

A energia da magia é liberada e começa os efeitos especiais pra todo lado. Pulo na gaiola e arrebendo as barras. Lao Ma pula dentro e libera o cara das amarras. Uma mão gigante aparece da energia e segura a gaiola, fica a chacoalhando com o povo dentro. Chamo Vince pra me ajudar a puxar a gaiola mas ele já sumiu, Bá aparece e me ajuda. Alaric tem umas visões com papos zen e do chão sai umas raízes e vinhas que nos prende e nos puxa liberando a gaiolada da mão gigante. Conseguimos tirar o sacrificável de lá, a mão fica putona e vai embora.
maomick01Pego o sacrificável inconsciente, que por sinal é o amiguinho da Claymore, e vou levando-o no colo, noto que ele carrega o tal pomo de prata que viemos buscar. Vemos aquele tesourão sorrindo pra gente e ouvimos o que parecia bastante com o bater de asa beeem grandes voltando pra casa. Saímos no pinote deixando todo tesouro pra trás. No caminho noto que pisei num mecanismo de armadilha, paro imediatamente, entrego o inconsciente pra Bá levar e mando todos correrem dali, digo pra Lao Ma que ela sabe o que fazer caso eu não volte. Quando todos já saíram eu tento sair dali o que termina de acionar a armadilha e muito fogo vem me dá um oi. Lá fora, todos salvos, uma explosão digna do Stallone e fogo pra todo lado. Eis que sai todo poser e flamejante da fogueirinha Haldor O’aknand (eu tá) em câmera lenta. Tiro o elmo e derramo um barril de água dos goblins pra apagar as chamas em mim. Todo torrado, Bá me dá um tapão nas costas pela loucura que eu fiz. hehehe. Emices depois seguimos nossa jornada de volta pra casa.

Passamos na vila do Claymore,  entregamos a filha e o amiguinho e toda tralha que pegamos dos cadáveres. Toda frescurinha do papai Claymore, digo que temos pressa, ele traz o pomo de prata como prometido e as tralhas que pegamos pelo caminho, para que elas fossem usadas por heróis dignos como nós. Bá fala algo de canto com o Toninho Claymore e ele diz que ela será bem vinda a família, ela diz pra gente que vai ficar por lá. Passado o espando, Lao Ma nos conta sobre a maluca dos deuses que vão retornar, Alaric diz que é isso aí mesmo, e Lao Ma diz que a mulher deixou uns pingentes e entrega um pra cada do grupo, o pingente da fênix azul. Kelvin e Alaric entregam a pele do macacão azul que matamos um tempo atrás como tinham combinado e o cara manda eles voltarem outro dia pra pegar sei lá o que. Damos tchau pros Claymore e Bá e seguimos de volta.

Passamos pela torre de Tonk, o magão mestre de Kelvin, e ele entrega o que tinha que entregar e diz que vai aprender mais saindo por aí nas aventuras e que nunca vai esquecer das lições dele e blablabla. Seguimos pra nossa vila e tem um murão sendo construído, altas defesas rolando, chegamos todos posers com nossos cavalões e itens bunitões chamando a atenção de todos. Damos um perdido no prefeito e vamos direto pra minha casa com o pomo de prata. Entrego pra curandeira mas ela num faz idéia do que fazer, então Kelvin faz um chazinho com o pomo que fica todo brilhante e meu pai bebe ficando bonzinho. Mais emices, agradeço a todos e blablabla.

Alguém bate na porta, Lao Ma vai ver e é a mulher que flutuante dos pingentes (ou não, sei lá). Ela entra e nos diz que vai rolar a parada dos deuses e que vamos ter que fazer umas coisa fodas por aí e luzes depois acordamos em nossas casinhas como se nada tivesse acontecido, nada de aventura, goblins, papai doente, itens bunitos e tudo mais. Só uma marca duma fênix estilizada em um lugar visível do corpo. Você não adora quando isso acontece?

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5º sessão da mesa de D&D do Gabriel

06/11/2009

5º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Passada a treta da última sessão o mago anão pirado (que chama Drei) diz que vão usar esse incidente como desculpa pra atacar o castelo do vampirão. Diz que eu vou levar um discípulo dele comigo. Logo aparece um anão maguinho, se apresenta como Hesvec (eu acho), pergunta que magias ele deve preparar, digo que de proteções tá bom.

Vou atrás de Farawind e a encontro numa sala com um capitão ou algo assim dos anões, chamado Artie. Entro na conversa, ele explica o plano de invasão, onde trombaremos os filhos do Vampirão e se pá o próprio. Os anões vão abrir o caminho por uns corredores e eu, Farawind e Hesvec seguimos dali. Depois o cara pede licença pra falar comigo sozinho, o resto sai da sala. Ele diz que o mago pirado Drei pode estragar toda a missão se ele despirocar e ficar soltando magias pra todo canto, diz que o local é bem guardado e as magias só vão atrair mais encrenca e se eu puder, se Drei ficar soltando muita magia sem necessidade pra eu mandar ele parar. Artie me diz também atacar qualquer anão que não seja um dos caras que irem conosco pra missão pois os inimigos podem nos iludir usando aparências inofensivas. Digo que vou socar quem quer q apareça, mesmo que seja dos anões que forem com a gente, já que se podem usar a aparência de anões podem usar a dos amigos também. O cara concorda, e me diz sobre uma profecia que tem a ver comigo, algo sobre quando as espadas se cruzarem eu receberia a luz. Ele chama os anões que vão com a gente, me apresenta e depois deixo eles pra lá.

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Artie - O Anão meio-morsa

Acho Farawind, ela tá meio encucada com as atitudes dos anões com o tal Drei que até onde ela ouviu o cara pode mesmo estragar a festa toda, que não entende muito de porque fomos designados pra isso, além sermos mais aptos a socar mortos-vivos. Eu digo que nós somos a parte caótica do plano, o elemento surpresa, pois o inimigo espera os anões e eles são rígidos e previsíveis, nos incluir na treta altera tudo. E Drei se enquadra nisso também, pois o cara não é um anão típico e vai ter noção suficiente pra não estragar tudo. Ela pergunta sobre Lord, o cara do machadão, mas como o rei disse ele foi dar um passeio. Ela diz que não estamos ajudando ele se nem estamos com ele, eu digo que não precisamos estar com ele, apenas lutar pela mesma causa. Deixo ela pra lá e vou atrá de Drei.

Trombo ele enfurnado nos livros. Espero ele voltar e me dar atenção total, digo pra ele da preocupação da galera dele ficar soltando magia adoidado, peço pra ele ter juízo e maneirar, ele aceita.

Horas depois vamos pra invasão. Os anões vão abrindo caminho na porrada e nos deixam num corredor que temos que seguir sozinhos. Umas caveiras vem encher o saco mas pulo por elas, Farawind segue voando transformada em pássaro, Hesvec segue atrás flutuando, deixamos as caveiras se entendendo com os anões porradeiros.

Farawind acaba seguindo pelo caminho errado, conseguimos trazê-la de volta, obviamente havia ilusões pelo caminho. Vamos seguindo até que teias aparecem, vamos desviando até chegar numa sala com um gárgula paradão. Desviamos e seguimos. Mais teias e caminhos errados, eu acabo preso numa teia, depois dum esforço eu saio. Nessa aparece Pérola, a monge da Paty que veio nos ajudar. A gárgula cola na gente e começamos a tretar. caveiras chegam depois de um tempo. Começamos a atacar uns aos outros por causa de ilusão, até que Farawind arrebenta as caveiras e nós a Gárgula. Hesvec fica todo emo chorandinho com medo, dou uns tapas nele e mando virar homem. Vamos seguindo.

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Taí um monstro que cabe em qualquer aventura

A frente vemos Artie e mais um dos anões feridos e sinalizando pra gente. Alerto todos que é uma armadilha e partimos pra porradas. A ilusão cai, o anão genérico é um corcundão fortão morto-vivo. O Artie é um fresco pomposo com um florete. Vamos socando, o grandão dá uns tapas bem fortes mas Hesvec cura a galera, eu vou pra cima do fresco, tento desarmar ele com meu sai mas acaba é perdendo o sai. Depois do grandão já estar bem estragado e o próprio fresco mal das pernas ele resolve fugir. Com uns pulões travo a saída dele e desco a porrada. Aparecem uns caras aleatórios pra ajudar, o elfo, halfling e mulher nariguda que trombei no barco voador. Eles dizem que estão lá caçando o vampiro.

Logo nos reencontramos com Artie e os milicos no local marcado. Ele passa o progresso do plano, aparentemente o fresco do florete era um dos filhos do vampirão. Ele passa onde devemos ir agora, atrás dos outros dois filhos, nosso grupo vai atrás de um e o grupo da nariguda vai atrás de outro. Ele diz que precisamos duma chave bizonha pra chegar num ponto especial lá, manda a gente ficar de olho.

Seguimos até uma sala onde tá tudo coberto por entranhas e mortices, e se revirando na nojeira três vermes da carniça. No outro lado da sala tem um trono vazio. Aparece um fantasmão dum nobre, provavelmente o filho do homi. Farawind diz que vai pegar o fantasma enquanto cuidamos dos vermes. Hesvec explica que os bichos paralisam com seus tentáculos por tempo suficiente pra nos comer, então atacamos de longe. Hesvec também diz que tem um pergaminho de luz do sol ali, peço pra usar se precisarmos.

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Quem vocês vão chamar?

Hesvec faz um círculo mágico de proteção que pega ele e Farawind, ela taca as pedras mágicas dela mas o cara nem liga, vai pra cima. Eu taco shurikens nos vermes enquanto Pérola os soca. O fantasma fica invisível e fica voando, Hesvec usa magia pra ver o invisível e fica vigiando o cara. Farawind toma uma tentaculada e fica paralisada. Eu assumo a treta com o fantasma. Pérola termina os vermes. O fantasma toma uns murros  meus mas a maioria atravessa. Eu já meio capenga Pérola pede pro tal dar a chave. Ele vai até um compartimento e abre mostrando a chave,  pergunta que somos, digo que viemos chutar a bunda do vampirão e sua laia. Mando Hesvec soltar o troço de luz, tudo brilha, Pérola vai com tudo pegar a chave, o fantasma passa com gosto a espada pelo pescoço dela mas erra. Eu aproveito e sento o reio nele, mandando pro beleléu. Paramos aí…

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Até a próxima, amiguinhos

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1º sessão da minha mesa de M&M aleatória

06/11/2009

1º sessão da minha mesa de Mutantes & Malfeitores aleatória

Mesa genérica, então não espera muito, é só farra mesmo. Nessa todos tem uma introdução comum. Cada um é de uma época diferente. A Graci é Xifeng, uma imortal das lendas chinesas kung fuzeras. Danizinho é Centurion, policial especial de Tokyo do século 23 com seu parceiro cachorro robótico inútil. E Alex com Alex Masters, aventureiro inglês do século 19 que é truta dos espíritos africanos e mexe com animais. Todos lutavam em seus respectivos tempos contra um vilão desconhecido, um crânio flutuante com um manto e uma ampulheta pendurada onde seria o pescoço, além de poderes de se transformar em areia. Num momento da luta, devido a xabus aleatórios os momentos se conectaram e os heróis passaram a se verem na luta, e mais xabus depois tudo foi pros ares e energias começaram a rolar. Foram jogados num túnel sem gravidade onde imagens de tempos diferentes passavam pelas paredes. Sem muito o que fazerem pra evitar são jogados pelo túnel, o crânio malvado aparece gigantão aloprando eles  e caem em algum lugar. Daí começamos a zica toda.

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Aparecem num lugar árido, com o sol na jaca, ouvindo gritaria. Depois de passar a zonzêra avistam uma horda de homens pelados e primitivos correndo loucamente em direção deles, com lanças, pedras e porretes. E um vagão de metrô todo enferrujado enterrado. A horda já vai tacando as tralhas em cima dos heróis. Centurion puxa sua espada energética e deflete uns, o resto se espativa na armadura brilhante dele. Masters sai correndo, já Xifeng fica meio aturdida pela situação e toma umas espetadas pra acordar.

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Bárbaros ululantes

Todos correm dali, sobem morrinhos e vêem num vale um monte de dinossauros, daqueles abobados, passeando de boa. Ou dragões, segundo Xifeng. Achando ser mais seguro com os dinossauros eles descem o morro e vêem as cabecinhas ugabugas no alto do morro xingando eles.

Se apresentam, o cachorro de Centurion faz toda uma propaganda do herói de Tokyo. Deduzem terem sido mandados de volta no tempo ou para algum outro mundo ou dimensão. Notam que pelas teorias não deveriam haver humanos e dinossauros no mesmo período. E percebem que a lua está mais próxima da Terra. Masters vai trocar uma idéia com o dinossauro. Por azar escolheu o único surdo do bando todo. hehehe Depois de um tempo pra chamar a atenção do bicho consegue se comunicar mentalmente. Num consegue nada de útil do bicho, mas enquanto fica fofocando pula de trás duma moitinha um tigrão azulado muito invocado.

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É primo do Gato Guerreiro

Os heróis tretam com o tigrão, Masters o comanda pra ir embora mas outro aparece, mais treta, Xifeng dá umas bicudas, Centurion erra tudo, Masters dá uns tiros, o cachorro robótico de Centurion é despedaçado pelo tigrão, até que o bicho capota com uma pesada bem dada de Xifeng. Centurion recolhe os pedaços de seu parceiro pra consertar depois enquanto Masters analisa o local atrás de um lugar pra se abrigarem. Acha um lugar perfeito, com um enebriante aroma de falha crítica, e todos vão pra lá.
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Chegam numa caverna simpática entre pedras. Não notam bichinhos nem nada de mal, só que a caverna parece certinha demais, toda redondinha. Analisam e acham ranhuras e sinais de que teria sido esculpida, mas sem desenhos ou qualquer detrito pelo chão ou paredes. Vão entrando, improvisam umas tochas e seguem. O caminho continua proporcional, fazendo curvas, ladeiras e subidas suaves. Sentem um ventinho quente vindo do fundo da caverna. Discutem sobre o que tá pegando e sentem um ventinho mais forte e fedido que apaga as tochas. Resolvem sair dali, então escutam algo se aproximando rápido, correm no escuro dando cabeçadas na parede, Xifeng voando, a coisa se aproxima e engole Centurion e Masters. Xifeng consegue manobra e fica em cima da coisa. Tem uma pele dura mas o corpo maleável, Xifeng reconhece que a pele do bicho é responsável pelas ranhuras nas paredes.

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Já tá percebendo o padrão?

Dentro do vermão Masters puxa sua faca e acerta um ponto sensível por sorte. O bicho se chacoalha, Master dá mais umas facadas e é derrubado dentro do bicho perdendo a faca. Centurion dá uns tiros mas num afeta a criatura, se junta a Masters mas são derrubados e ficam tomando linguadas enquanto Xifeng dá uns tapas por fora. Centurion se perde no meio das linguadas e é passado por uma cavidade mais pra dentro do bicho. Xifeng acerta uns golpes deixando o bicho mais chateado e chacoalhante. Masters usa seu controle de animais pra tentar convencer o bicho a soltar eles mas não consegue. Resolve apelar e força o bicho a vomitar, o problema é que o bicho num tinha muita estrutura pra isso, dá umas tremidas e grunhidos e expele tudo que tem dentro dele, heróis, animais, orgãos, bem nojento. Depois de um tempo o bicho para de estrebuchar e nossos heróis passam pelo horrendo mar de vômito e partes de verme. Notam que a armadura de Centurion tá meio danificada e as roupas de Masters tão bem zuadas, efeito do ácido que tinha dentro do bicho.

Quando saem da caverna já está de noite, mas eles lembram que só passaram uns vinte minutos ali dentro, ainda deveria ter muito dia pra passar. Discutem mais sobre o que houve, notam que a noite está quieta demais, nenhum mosquitinho passando. Xifeng voa pra cima pra ver o que rola na área, não vê animais em canto algum, só uns focos de chamas ao longe, e num lugar específico uma concentração maior de chamas no que parece ser uma construção bem alta. Desce, passa o relato e vão seguindo praquela direção discutindo as opções e eventos.

No caminho cai na frente deles uma ossada de pterodáctilo, não vêem ninguém nas proximidades, analisam e não acham nenhum sinal de que o bicho foi comido, só que está um pouco quebradiço. Centurion brilha e sua armadura desliga, aparecendo o japa descabelado. Discutem mais e vão seguindo.

Ao longe avista movimentação de chamas, se aproximam e vêem um humanóide verde com roupas primitivas e uma tocha. Xifeng voa de novo e vê que ele se direciona pruma concentração de chamas, possivelmente um acampamento. Discutem o que fazer e resolvem ir até o acampamento ver o que rola. Vão todos pacíficos, se aproximam bastante até que sejam notados, aparentemente não estavam esperando visitas. Dois humanóides com lagárticos com asas membranosas aterrissam com lanças enquanto uns sem asas vem com tochas e porretes. Cercam os heróis e os questionam. Xifeng consegue compreendê-los e fala com eles, explica a situação deles e pede ajuda. Os lagárticos conversam entre si, meio perdidos com a situação e aquela gente estranha. Um deles revira as coisas de Centurion e encontra os pedaços do cachorro robô, conversam entre si com termos técnicos tecnológicos  estranhos como se reconhecessem o equipamento. Eles chamam os heróis pra ir com eles, e enquanto caminham os heróis notam pendurados nas armas ou roupas dos lagárticos umas madeiras em formato de ampulheta. TÃ NÃÃÃ!!!

Chegam até o acampamento, vários lagárticos curiosos, um deles bem maior, com asas e peças de armaduras pelo corpo abre caminho pelos normais. [Detalhe para um pessoal duma mesa paralela jogando por ali cujas falas coincidiam exatamente com a situação que nossos heróis enfrentavam. Muito foda!] Masters como todo bom cavalheiro inglês estende a mão pra comprimentar o que parecia ser o líder deles. A multidão se espanta, rola um burburinho e o grandão rosna e fica em posição de combate, abrindo as asas enormes e rodeando Masters. Xinfeng pergunta o que tá pegando e o lagártico camarada diz que o Masters fez um desafio formal de pancadaria até a morte.

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BRIGA! BRIGA! BRIGA!

O lagartão abre umas membranas perto das orelhas e guincha cuspindo um troço verde mas Masters esquiva, meio sem muita opção puxa o trabuco e dá na cara do lagartão. A bala bate em sua couraça grossa e fica lá reluzindo à luz do luar. Xifeng fica falando com o lagártico camarada atrás de um meio de interromper a luta. O lagartão voa e agarra Masters subindo com ele lááá pra cima. O camarada de Xifeng explica que o cara teria que fazer uns rituais bizonhos e tudo bem, o problema era falar isso pra ele agora. Centurion pergunta se alguém pode trocar de lugar com Masters, o cara consente, então Centurion diz que vai assumir a treta e aciona sua armadura [música, luzes e poses exageradas pro japa se vestir]. O lagártico fala que tudo bem, se o Masters sobreviver a volta pro chão. Masters tenta atirar e se debater mas nada resolve. Chama por um pterodátilo que passeia por ali e pede ajuda mas o ptero tem muito medo do lagartão pra ajudar na treta, então Masters pede pra que ele o salve quando o lagartão o jogar de volta no chão, o bicho topa. O lagartão desce rodopiando a toda velocidade dando um rasante soltando Masters. Nem Centurion nem o ptero conseguem pegá-lo na queda e Masters se estabaca no chão dando um oi pra inconsciência.

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Xifeng e uma galera vai até Masters enquanto Centurion entra no ringue chamando o lagartão pro pau. O lagartão aceita e já entra em posição de combate. Centurion puxa o pistolão laser e dispara ferindo o lagartão que fica bem puto e parte pro arrebento. Os dois trocam tapas, Centurion ganha uns machucados mas consegue um disparo certeiro que nocauteia o bicho. Xifeng cura Masters que acorda e pega carona no pterodátilo pra sair dali, a galera fica toda empolgada, dizem que agora o vencedor tem que devorar o corpo do perdedor e assumir todas as fêmeas dele. O heróis tentam amenizar a encrenca, explicam que foi só um mal entendido e que não querem zoar nada, o lagartão acorda bem chateado. Todo mundo discute, os heróis insistem em revogar todo o evento, a galera fica meio estressada, então o lagartão bota ordem no pedaço. Diz pra todos como um líder que os heróis vieram ali pra zombar das tradições e ofender as crenças, diz que eles assumiram que só querem deturpar os costumes e aceitam a traição e que vão ser punidos conforme as regras, por Terminus, e a galera repete “por Teeeerminuuuuussss!!!!!”.

Na metade disso Xifeng, que é a única que entende o que o cara tá falando, já diz pro Centurion correr e se pirulita dali. Ou tenta né. HUHUHUHU

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1º sessão da mesa de Lobisomem do Leo

06/11/2009

1º sessão da mesa de Lobisomem: O Apocalipse do Leo

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Ainda somos humaninhos bunda em São Paulo e que nem tiveram sua primeira transformação, somos todos alunos (ou quase) da USP. Eu estou com Antares, futuro Roedor de Ossos Philodox, maldito hippie sujo que perambula pelo campus e tem uma mancha de vitiligo em forma de estrela em volta dum olho, tipo o cara do Kiss. Temos Danizinho como Chicão, futuro Fianna Theurge, estudante de astronomia e nerd. E o Foice como Leo, bad boy motoqueiro estudante de mecânica.

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Antares

Começa comigo passeando pelo campus, trombo umas meninas e depois a galera nerd que inclui Chicão. Falamos abobrinhas, viajo na maionese com teorias malucas, dizem que vai passar um cometa a noite e que vão assistir, viajo dizendo pra nos comunicar com o cometa, mandar fumaça e brisas do naipe. Chicão estranhamente concorda com umas viagens sobre a conexão do homem com a natureza. Uma das minas fica toda perdida no papo zen.

Então chega Leo de motoca, manda eu parar de aloprar todo mundo e me chama pra fornecer erva pra ele, pego carona na moto e vamos passear. Um guardinha camarada para a gente por eu não estar de capacete, Leo fica conversando com o guarda enquanto eu vou embora brisando.

Depois Chicão e Leo descobrem que tá rolando mudança geral nos alojamentos e que os dois vão ficar no mesmo apê, junto com um povo. Colam lá e começam a ajeitar as coisas. Eu ouço falar da mudança no alto-falante, ajudo umas minas a carregar as coisas e fico fascinado por um colar que uma delas tem. Fico falando abobrinhas sobre colares e símbolos, a mina se estressa e sai fora. Volto a andar e vou parar no alojamento de Leo & Chicão, lá os dois discutem sobre quem vai ficar com o quarto que tem janela, até que uma mina se enfeza e diz que eles podem ficar com o dela que tem janela. Fico lá comendo os salgadinhos deles.

Depois da zona eu e Leo vamos pro refeitório descolar um rango. Lugar lotado, acho lugar rapidinho, colo nuns manés aleatórios e fico falando bobagens e enchendo o saco “hippie style” até eles saírem. Ouvimos sobre as festas que vão rolar no dia, sobre umas serem mais fodas que as outras, lanço a idéia de pularmos de festa em festa, de galera, e que vai ser a festa do cometa, vamos passar pelas festas todas aloprando e juntando gente. Logo a idéia tá correndo pelo campus.

Vou dar um rolê e dormir. Sonho com um indião posudo, uma ponte de luz da lua e algo em cima de algo (num lembro o que era). O indião me manda subir e arrumar o troço, eu subo pela luz e arrumo, olho pra baixo e vejo melecas negras envolvendo ele, tento ajudar mas acordo, já de noite, com barulho de festa. Lembro que Leo teve uns sonhos com homens peludos e Chicão também teve coisas assim, mas nem lembro. hehe.

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Será que sonhar com caras grandes, fortes e pelados significa algo???

Vamos pras festas. Numa delas rolando bate-cabeça, Chicão coitado resolve entrar, prestes a ser trucidado Leo chega e a roda abre devido a força do menino. Som rolando, a galera com frescura de ir pra cima, lá de trás eu cutuco um cara e incito ele a ir pra cima, logo outros se juntam ao coro e a onda quebra neles. É, sô ruim. hehe. Uns se arrependem depois dos tapões de Leo, mas continuam, Chicão toma umas mas aguenta, até evita que Leo caia numa hora. Quando a coisa aperta uma mina sem noção entra e tira o povo de cima dos dois, se junta a eles e encara a galera. Mó tensão no ar, eu dou um toque pro DJ colocar uma baladinha romântica pra zoar. Todo mundo relaxa, Leo até chama a mina pra dançar. Festejamos de boa.

Dado momento a mina (que acho que até tinha um nome) menciona que tem uma festa melhor pra gente e nos leva dali. Vamos entrando no  meio do mato, os caras desconfiados e eu já tirando a roupa. Num ponto ela manda esperarmos e vai sozinha, eu nem ligo e sigo pelo mato. Logo ela volta e continua levando os dois. Eu sou pego por um cara grande e peludo cheio de dentes e arrastado pra festa. Somos levados até uma clareira com fogueira e uns manés ao redor. Chega um cara todo pomposo e todos fazem uwolf01ma reverência. Questionamos o que tá pegando, ficam de mistérios e blablabla. Depois de conversas que num levam a nada entramos na onda e ficamos festejando, tomando as cachaças místicas e tudo mais. E paramos por aí.