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5º sessão da mesa de D&D do Tib

11/11/2009

5º sessão da mesa de D&D do Tib

Dessa vez sem Aline (Bá) e Jackson (Vince), modo NPC: On.

Continuando nossa invasão do forte goblin, Kelvin pega seu cajado e tenta ativar algo que ajude. Ele descobre que o cajado pode invocar uma magia dum jorro de dano, então ele chacoalha o cajado pra lá e pra cá e dispara nos goblins dum dos lados do muro que atiravam flechas na gente. Sai do cajado uns jatos de fogo que explodem os goblins e incendeia tudo naquele lado do muro. Os goblins que tava correndo por lá desistem e resolvem descer pra morrer nas nossas lâminas mesmo.

O cajado do mago moderno

O cajado do mago moderno

Bá encontra os três goblins que corriam pra ela, e depois de arrancar as cabeças de dois deles um ainda tenta fugir mas a cabeça fica. Enquanto ela se esbalda na sanguinolênça que jorra eu passo correndo e trombo os dois goblins que desceram do muro. Fateio um na metade, o outro tenta fugir mas Bá chega dilacerando esse também.

Alaric dispara uma flecha rasgando a cara de um dos goblins do outro lado do muro. Depois tenta atirar de novo mas acaba quebrando seu arco e fica chupando o dedo. Lao Ma entra na treta com o kungfuzêro hobgoblin, porrada pra todo lado, piruetas e gritinhos e tudo equilibrado. Vince dá uns pulos e piruetas numa corda e sobe no muro pegando os goblins de surpresa. Bá corre pelo muro pra pegar os goblins também. Depois de Vince fatiar uns Bá chega e dilacera o resto. É, uma máquina de bater mesmo. Vendo a treta dos monges lá em baixo Bá pula em fúria e aterriza cravando a espadona no hobgoblin, e fica chafurdando no sangue. Depois Kelvin vê que o cinto do hobgoblins era mágico e diz pra Lao Ma ficar com ele.

Kelvin vai libertar uns prisioneiros que tavam por lá. Libera uma maluca histérica mas ele a acalma e põe ela pra libertar mais gente. Enquanto isso eu acho uma casamata graúda toda escura. Imaginando ser um centro de comando ou ponto importante vou checar, não ouço nada, jogo uma tocha lá e vejo várias armas bem lokas penduradas nas paredes e teto. Mais pra frente uma porta aberta. Vou entrando com cuidadinho, começo a ouvir uma voz de alguém invocando alguma coisa grande e malvada. Taco meu machadinho no escuro tentando acertar o que quer que fosse mas nada, jogo a tocha lá e vejo que tem uma escadaria pra baixo. Imaginando que teria armadilhas por lá eu faço guarda pra segurar o que sair dali enquanto meus companheiros de pancadaria não chegavam. Assovio pra eles virem logo.

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Devidamente sinalizado

Depois de terminada a chacina o povo cola lá onde estou, Vince checa por armadilhas e acha uma que eu tinha ativado, ele a desmonta e diz que as armas na parede também tão ligadas a armadilhas, algo a ver com óleo e fogo. Reagrupados vamos descendo. O povo começa a discutir sobre um anel que Vince ficou e que seria melhor se outro usasse, até que Kelvin pega dele mas Vince o rouba de volta sem ninguém perceber. Pergunto sobre os prisioneiros, se a tal filha Claymore estava entre eles, Kelvin diz que tinha uma mina com a descrição dela. Lao Ma volta pra checar a mulé já que ela é rapidona.

Lao Ma cola nos prisioneiros e a maluca histérica termina de soltar a galera. Lao Ma reconhece que a maluca é a tal da Claymore. Fala com ela, conta todo plot, a Claymore diz que ainda tem um camarada dela que foi levado pelos goblins pra sabe-se lá o que e diz que vai acompanhar Lao Ma na treta. Um pivetinho dos libertos fica saltitante com uma gaita. A Claymore pega a gaita e toca musiquinhas pra acalmar a galera. Uma tiazinha que é liberta vem pentelhar Lao Ma, fala umas abobrinhas sobre o céu, Lao Ma vê umas estrelas brilhantes no céu, a tia diz coisas sobre deuses voltando e talz. Entrega pra Lao Ma uns pingentes com uma fênix azul, e depois a tia começa a levitar e some. A Claymore toca mais uma musiquinha e a galera dorme, então ela e Lao Ma voltam correndo pra nos encontrar.

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Nossa encrenca tem até cor

Eeenquanto isso prosseguimos pela escadaria. Chegamos lá embaixo e a voz maluca invocadora continua, só que dessa vez mais umas vozes, um culto de malucos invocadores. Avançamos e vemos um cara de manto branco com desenhos coloridos e uns cultistas genéricos  num círculo de sangue. No chão uma caralhada de tesouros, moedas e tudo mais. Fazendo guarda ali tem um bicho tipo tigrão bizarro, e no alto do cara de manto branco uma gaiola com um cara preso e todo estrupiado, provavelmente um sacrifício. Kelvin analisa toda mistiquice e descobre que tem dois círculos ali, um proibindo o mal de entrar e outro o bem. Além dali parecer um ninho de dragão. Ativamos o modo brucutu e partimos pra porrada.

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E você? Já exterminou um culto maligno hoje?

Vince taca umas facas no tigrão enquanto eu e Bá descemos a porrada nele, e pego de surpresa não resiste a nossa investida e vira patê. Kelvin taca seu jorro de fogo so cajado mas só pega uns cultistas. Eu tiro um dos cultistas do círculo e passo a lâmina nele. Bá corre na loka pra pegar o chefão magão que continua com a invocação mas o cara manda ela parar e ela fica paralisadinha. Alaric atira flechas errantes. Depois o magão dispara um relâmpago que pega Kelvin em cheio fritando o coitado e quase pega Lao Ma que acabava de chegar. Lao Ma corre pra dar uma poção de cura pra Kelvin, eu corro pra pegar o magão, ele dispara uma magia de teia que prende todo mundo, e outro dos cultistas taca uma tocha na gente flambando todo mundo. Os malucos continuam a invocação, a Claymore toco sua gaita que ela roubou do pobre pivetinho e ficamos mais incentivados, afinal heróis precisam de música de fundo pra derrotarem o vilão. Nos libertamos, Lao Ma cola no magão e espanca ele, a magia transfere pra um dos cultistas, eu chego no magão pra ajudar no linxamento mas Vince aparece do nada, com anéis em todos os dedos e espeta o cara por trás matando ele.

A energia da magia é liberada e começa os efeitos especiais pra todo lado. Pulo na gaiola e arrebendo as barras. Lao Ma pula dentro e libera o cara das amarras. Uma mão gigante aparece da energia e segura a gaiola, fica a chacoalhando com o povo dentro. Chamo Vince pra me ajudar a puxar a gaiola mas ele já sumiu, Bá aparece e me ajuda. Alaric tem umas visões com papos zen e do chão sai umas raízes e vinhas que nos prende e nos puxa liberando a gaiolada da mão gigante. Conseguimos tirar o sacrificável de lá, a mão fica putona e vai embora.
maomick01Pego o sacrificável inconsciente, que por sinal é o amiguinho da Claymore, e vou levando-o no colo, noto que ele carrega o tal pomo de prata que viemos buscar. Vemos aquele tesourão sorrindo pra gente e ouvimos o que parecia bastante com o bater de asa beeem grandes voltando pra casa. Saímos no pinote deixando todo tesouro pra trás. No caminho noto que pisei num mecanismo de armadilha, paro imediatamente, entrego o inconsciente pra Bá levar e mando todos correrem dali, digo pra Lao Ma que ela sabe o que fazer caso eu não volte. Quando todos já saíram eu tento sair dali o que termina de acionar a armadilha e muito fogo vem me dá um oi. Lá fora, todos salvos, uma explosão digna do Stallone e fogo pra todo lado. Eis que sai todo poser e flamejante da fogueirinha Haldor O’aknand (eu tá) em câmera lenta. Tiro o elmo e derramo um barril de água dos goblins pra apagar as chamas em mim. Todo torrado, Bá me dá um tapão nas costas pela loucura que eu fiz. hehehe. Emices depois seguimos nossa jornada de volta pra casa.

Passamos na vila do Claymore,  entregamos a filha e o amiguinho e toda tralha que pegamos dos cadáveres. Toda frescurinha do papai Claymore, digo que temos pressa, ele traz o pomo de prata como prometido e as tralhas que pegamos pelo caminho, para que elas fossem usadas por heróis dignos como nós. Bá fala algo de canto com o Toninho Claymore e ele diz que ela será bem vinda a família, ela diz pra gente que vai ficar por lá. Passado o espando, Lao Ma nos conta sobre a maluca dos deuses que vão retornar, Alaric diz que é isso aí mesmo, e Lao Ma diz que a mulher deixou uns pingentes e entrega um pra cada do grupo, o pingente da fênix azul. Kelvin e Alaric entregam a pele do macacão azul que matamos um tempo atrás como tinham combinado e o cara manda eles voltarem outro dia pra pegar sei lá o que. Damos tchau pros Claymore e Bá e seguimos de volta.

Passamos pela torre de Tonk, o magão mestre de Kelvin, e ele entrega o que tinha que entregar e diz que vai aprender mais saindo por aí nas aventuras e que nunca vai esquecer das lições dele e blablabla. Seguimos pra nossa vila e tem um murão sendo construído, altas defesas rolando, chegamos todos posers com nossos cavalões e itens bunitões chamando a atenção de todos. Damos um perdido no prefeito e vamos direto pra minha casa com o pomo de prata. Entrego pra curandeira mas ela num faz idéia do que fazer, então Kelvin faz um chazinho com o pomo que fica todo brilhante e meu pai bebe ficando bonzinho. Mais emices, agradeço a todos e blablabla.

Alguém bate na porta, Lao Ma vai ver e é a mulher que flutuante dos pingentes (ou não, sei lá). Ela entra e nos diz que vai rolar a parada dos deuses e que vamos ter que fazer umas coisa fodas por aí e luzes depois acordamos em nossas casinhas como se nada tivesse acontecido, nada de aventura, goblins, papai doente, itens bunitos e tudo mais. Só uma marca duma fênix estilizada em um lugar visível do corpo. Você não adora quando isso acontece?

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One comment

  1. |Foi um bom desfecho pra mim!



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