Archive for Dezembro, 2009

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3º sessão da mesa de M&M do Benito

23/12/2009

3º sessão da mesa de Mutantes&Malfeitores do Benito

Nessa foi só eu (Mamute) e a Graci (Kinema), o resto dos personagens foi como NPCs. Sahara, Dínamo, Fibrilator e Pulsar.

Começamos com Kinema estendendo sua percepção até a base dos vilõs pra checar o que rola. Ela passa por uma montanha camuflada, milicos pra todo lado, até que notam ela. Ela força mais um pouquinho e vê a máquina que tá aprontando a zica toda, gigantona. Então ela começa a ver as coisas mudarem de lugar, salas se movendo e tudo mais. Partimos pra lá.

Já na entrada Kinema me ergue lá em cima e eu desço com tudo desabando tudo, abatendo uns guardas e estorando a porta. Entramos e vamos seguindo pelos corredores, Fibrilator vai atrás de computadores. Descemos por um elevador e chegamos numa sala, eu e Sahara avançamos e uma parede cresce atrás de nós isolando o resto do grupo. No comunicamos mas parece que fomos movidos pra longe. Vamos seguindo até que ambos times chegam em salas bem grandes com uns guardas. Já entramos tretando, Sahara movendo as pedras, eu dando tapas. No outro grupo o mesmo esquema. Só que os guardas usam armas diferentes e ficam estranhamente mais resistentes, só sobra eu em pé. Até que Fibrilator chega e diz que eu tava batendo nos meus companheiros, e finalmente vemos que era uma ilusão e que estávamos lutando entre nós.

salcifufuuu!!!!

Dínamo acorda com sua auto-cura, guardo os caídos num canto pra não serem atacados por guardas de verdade e muito putos seguimos pela base. Chegamos a outra sala com uns 30 guardas. Rapidinho derrubamos eles, o povo acorda e nos juntamos. Continuamos descendo e chegamos na máquina, os vilões nos esperando por lá. O Foguentinho, o Kung Fuzeiro de Nova York, o Ninja que transforma outros em pedra e um cara grande feito de pedra. Dividimos e partimos pra porrada.

Fibrilator vai pros controles da máquina tentar atrasá-la já que não dava pra desativar. Kinema tenta arremessar o cara de pedra na máquina mas ele é pesado demais. Pulo pra cima do cara de pedra, ele cresce e me erra um murro, caio jogando frio no chão deixando-o mais fraco pra ceder com o peso dele. O chão abre mas ele cresce mais e sai de boa do buraco. Pulsar dispara no ninja mas ele esquiva e joga bombinha de fumaça pra se camuflar. Sahara vai pra cima do Kung Fuzeiro mas toma uma núvem de pólem que a deixa atrapalhada. Dínamo vai pro Foguento mas ele sai correndo pra pegar a Sahara. O Ninja some, Pulsar atira na máquina mas num chega a danificar. Sahara foge dos dois caras mas toma chamas e capota, Kinema puxa ela e joga o Dínamo nos dois, uma núvem de folhas e poeira cobre a área e Dínamos não vê nada. O grandão de pedra me erra uma bicuda e acerta a máquina danificando, eu esfrio uma parte da máquina pra ficar mais frágil, o grandão me acerta a bicuda dessa vez e eu atravesso a máquina. Energia vazando pra todo lado, destruição iminente.

O vilões sumidos, acordo e arrebento mais a máquina, logo vemos lava descendo por onde entramos, o Foguento subiu e derreteu as coisas. Pulsar atira e Kinema empurra na telecinesia fazendo um buracão. Vamos subindo até que o ninja aparece e transforma o Dínamo em pedra, e some de novo. Kinema vaza com Sahara e Dínamo capotados. Tromba o Ninja no caminho, ele diz que a gente por comemorar o dia de hoje mas vai ter volta. Pulsar e Fibrilator me levam voando. Saímos da base, ela explode e em seguida é sugada deixando nada pra trás, só a cratera.

Epílogo. As tretas param, ajudamos onde podemos. Em Nova York os outros Pjs resolvem as tretas diversas, os vilões somem, a companhia de tecnologia é pilhada e tudo some. E mais uma vez o mundo foi salvo graças a Aliança.

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4º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

23/12/2009

4º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

Nessa entraram novas vítimas. Alvaro com um Bothan piloto e o Danizinho um Duros também píloto. É. num lembro os nomes, eram bizarros. E o Seiya faltou.

Nossos futuros novos camaradas tão voando pela região do planeta fugindo da puliça quando tomam uns tiros e sua nave cai no planeta que estamos. Avaliam os danos e percebem que o motor já era. Logo aparecem uns guardas pra checar o que aconteceu. Os caras tentam explicar mas já são algemados e levados prisioneiros. Explicam tudo que ocorreu, e claro, mentem descaradamente, e os puliça dali dizem que eles tem umas horas pra provarem que  que dizem é verdade. Colocam uns colares explosivos nos pescoços deles e chutam pra fora na cidade. Ele ficam passeando tentando falar com guardas pra saberem onde levaram a nave deles pra eles poderem pegar os dados pra provarem suas histórias, direcionam eles pro hangar.

Já nós continuamos a fuga. Tiroteio e destruição rolando, Deiji hackeia os controles e abre as portas, só que elas não abrem totalmente, só um espacinho, que começa a entupir de gente. O mestre pega Elel no colo e vai pulando pra fora. Eu escalo a galera e saio, Deiji fica pra trás mas o mestre volta pra pegá-lo. Tiro voando, vamos subindo uma rampa de hangar junto com uma galeeera, e mais tiros. O mestre fica pra trás refletindo tiros enquanto seguimos, mando ele defletir pras luzes assim os guardas não enxergam os alvos. As correntes laterais começam a correr, imagino que tão puxando algo de cima pra nos esmagar, organizo a galera pra colocarem seus trecos improvisados nas engrenagens. O troço pára e fica forçando, Deiji atira num cabo de força que fica chicoteando pra todo lado, até que o mestre fateia o troço com seu lightsaber e segura a ponta toda energizada que ia pegar Deiji em cheio. Elel pega Deiji pelo braço e o puxa dali.

O Duros e o Bothan chegam na porta do hangar e conversam com um guarda que dá um cartão pra eles entrarem no hangar. Passam o cartão na fechadura e a porta tá emperrada e soltando fumaça. Nós nos deparamos com a porta só com um tantinho aberta. As correntes tavam abrindo a porta… Despacho uns malacos pra acionarem o botão de abertura de emergência que passamos no caminho mas agora tá cheio de puliças e droids. Nisso vemos as luzes de lighjtsaber se batendo lá embaixo. A porta abre um pouquinho mais e começamos a sair. Os guardas de fora meio perdidos tentam nos parar mas digo que vai tudo explodir e todo mundo corre. Eu corro com outros meliantes, roubamos um transporte e vazamos.

Deiji e Elel saem e vão vazando. Duros e Bothan percebem Deiji e seu braço biônico e vão até ele pra ver ele manja de tirar a coleira explosiva deles. Eu percebo eles indo na direção dele e penso que um deles quer zoar Deiji (falha crítica…), falo prum wookie mané que acho que aquele Bothan trabalha pros puliça e tava no meio dos caras que prenderam a gente, o wookie num acredita de primeira, então digo que vou matar o cara quando puder, ele se convence e vai pra cima do Bothan pra tirar satisfação.

Sempre dá pra situação ficar mais cabeluda.

Ele vem na loka e pega o Bothan na porrada, que perdido só tenta evitar a morte. Duros vai conversar com Deiji que não entende a zona rolando. Duros mostra o colar pra Deiji que na hora identifica como falso, diz que aquilo num faz nada e o Duros pode tirar [mais umas falha crítica]. Duros fica na dúvida e num tira. Deiji vai seguindo. Bothan se resolve com o wookie e se libera. Vai até deiji e mostra o colar, dessa vez ele reconhece que é real.

Então o mestre e o sith pulam por nós tretando, então o aprendiz do mestre pega o sith pelas costas. O mestre fica cabreiro com a interferência do aprendiz, o Sith foge, o mestre vai atrás e o aprendiz fica por lá. Duros cola nele perguntando se pode ajudar com o colar. Ele diz que pode e arranca o troço com a Força. Aíííí…. o Duros pega o colar e fica chacoalhando todo feliz, e obviamente o troço explode na mão dele. O aprendiz vaza e o resto foge pras docas atrás de uma nave.

Eu volto até o acampamento dos mineiros pra ver o que sobrou mas tá tudo destruído. Acho umas pistolas quebradas, volto a pé pra cidade a procura dos camaradas do submundo enquanto conserto as pistolas. Chego na cidade, trombo um dos caras num buteco, passo o que rolou e peço um auxílio pra deixar o planeta em troca trampos pra eles. Ele diz que pode ver e pergunta se tem mais pessoas comigo pra ir, digo que tem uns manés que podem quere ir também, mas num garanto nada. O cara diz que os Sith tão me procurando

O povo chega nas docas, checa as naves por ali e invadem uma qualquer. Duros vai pra enfermaria cuidar da mão explodida. Deiji fuça no colar do Bothan e consegue removê-lo. Elel o pega com a Força e o levita pra fora da nave. Então algo cai em cima da nave fazendo-a balançar, o colar cai e explode, machucando todo mundo. Os melhorzinhos colocam Deiji no tanque bacta pra curar. O Bothan consertando uns troços nos painéis sente alguém o pegar pelo tornozelo. Vê uma humana toda arrebentada com uma armadura. Ela pede ajuda e ele diz que vai ajudar se ela ficar quietinha num canto, mas logo ela desmaia e ele a leva pra enfermaria.

Vou procurar os manos nas docas, onde estaria a nave do Deiji sabe… Procuro a frequência do comunicador de Elel e digo que tô por lá, ela me passa a nave que ela tá. Investigo nos registros e vejo que aquela nave pertence a um Sith que transporta metais raros. Chego na nave, conto a opção de fugirmos com os contrabandistas, Elel fica de checar com o mestre dela. Enquanto ela fica meditando com a Força pra achar o cabra eu fico consertando os feridos. A humana num responde nada, só diz que luta contra os Sith e é toda paranóica. O mestre aparece, conversa com Elel e decidem ir junto com os meliantes. Depois o mestre cola na enfermaria e conversa com a humana, mas nada de mais.

Como aquela nave não tava em condições de hiperdrive fuço pelos sistemas até achar a nave do Deiji, a acho em outra doca, faço uma ordem falsa pra mover a nave pra doca que estamos. Pego os códigos de acesso da nave que estamos pra podemos usar pra sair. Reprogramo o droid médico, jogo outra ordem falsa no sistema mandando esse droid pra manutenção e perdendo ele na burocracia. Passo um R2D2 pra essa nave. Quando a nave de Deiji chega passamos as coisas pra lá, desfaço a reprogramação dos Sith e reprogramo pra eu controlar. Partimos, Deiji pega um dispositivo localizador no astrodroid que pegamos, manda pra longe e vazamos pra outro planeta. A humana vem junto.

Nossa banheira

Vamos para o planeta Manaan, dos Selkath. Planeta sossegado, neutro, longe dos Sith. No caminho Elel e o mestre ficam brincando de Forcices. Eu e Deiji projetamos uma prótese de mão pro Duros mas ele é durango e num pode pagar, fazemos depois que ele arrumar a grana. Já o Bothan e a Humana ficam conversando e ela se mostra uma Mandaloriana, um grupo religioso extremista, e acaba convertendo o Bothan. Durante a viajem o Duros invade a área de treino dos Jedis pra perguntar sobre as forcices e toma uma hipnose na cabeça mandando ele procurar um mestre da raça dele pra perguntar e sair dali.

Chegamos ao planeta. Vai cada um pra um canto. Duros e Deiji arrumam trampos de peão e descolam uns trocados. Elel vai caçar metais raros nas cavernas submersas do planeta por ordem do mestre. A Humana e o Bothan vão tramar seus ataques terroristas, inclusive tentar converter o Duros. Já eu vou atrás de implantes cibernéticos, bacta, fornecedores e clientes, além de conseguir peças pra construir outro tanque bacta na nave. Faço uns acordos bacanas. Ficamos uma semana nesse esquema…

Manaan

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6º sessão da mesa de D&D do Danizinho

23/12/2009

6º sessão da mesa de D&D do Danizinho

Nessa tivemos reforço. Hugo entrou como o mago Ditrax, com um bracelete falante. O Tib com Cyrak, um assassino. E o Angelo com um Guerreiro malvadinho que eu não lembro o nome.

Voltamos depois de limpar a caverninha dos capetas, a maga patalógica tava preparando o feitiço pra nos mandar pro Abismo. Utter, nosso clérigo, examina o feitiço e percebe que o portal está errado, do jeito que está vai nos mandar pro plano elemental do fogo. Ele nos alerta e já ficamos com a pulga atrás da orelha.Questionamos, de forma um tanto hostil eu diria, e a maga patalógica afirma que tá certo. Ela entra no círculo mágico e começa a sangrar fazendo magia, pra consertar o “defeito”. [sim, primeira rolagem da sessão já foi uma falha crítica… começamos bem]

Logo nosso camarada maguinho cafetão aparece trazendo os novos mercenários que vão se juntar ao grupo. Todos se apresentam, eles discutem pagamento adiantado com a maga, sugiro pagamento em tralhas úteis pra viagem, os caras se enchem de tranqueiras. Ditrax fica conversando com o nada [o bracelete, mas não sabemos]. Então aparece um velhinho do nada e fica na porta. Utter logo reconhece que é o deus dele, Pelor, e já cai de joelhos. Depois dum tempo sacamos também. Pessoas falam abobrinhas, Ditrax vai passear lá fora por que o bracelete dele tava meio putão sei lá porquê. Do nada vemos uma Trojanida, uma tartaruga gigante bizarrona lá fora. [só um piti do bracelete]. Logo a tartarugona vira uma poçona de água. Depois dessa zona partimos pro Abismo.

Olha só quem resolveu fazer uma visitinha.

O portal se abre e vemos um rio maléfico com um barqueiro cadavérico. Nos dizem pra seguir o rio até a entrada pro local certo do Abismo. Todos que não são maus ou caóticos sentem frescurinhas pelo ambiente. Vamos caminhando pela desolação típica do lugar, o leão do ranger Kelfaz fica todo inquieto, converso com ele, me diz que tem bichos capetas mais pra frente. Ditrax fica invisível e voa na frente pra ver o que tá rolando, vê um campo de batalha de demônios e diabos todos arrebentados. Volta e nos avisa. Vamos passando pelo campo evitando os demoninhos malas, Ditrax pára pra interrogar um deles. Descobre que na torre mais pra frente tem um buraco que é a entrada que queremos mas lá é bem guardado. Avistamos a torre e seguimos pra lá.

1ºandar - Calças, cuecas e danação eterna

Guardando a torre vemos uns dez guerreiros Githyanki. Ditrax vai conversar com eles pra tentar evitarmos a pancadaria pra num perder tempo. Claro que enquanto isso nos preparamos pra porradas, uso uma varinha de aumentar pessoa nos porradeiros e criaturas no leão. Nisso vemos lá no céu um dragão vermelho grandinho rodeando a torre. Tomo minha poção de resistência a fogo e a porrada começa. Os brucutus engajam no tapa com os Githyanki, eles são rebinhas e morrem rápido. Já o dragão olha torto pra gente e ficamos amedrontados demais pra lutar com ele.

Githyanki = Bucha

O dragão dá uma baforada de fogo e limpa o campo dos Githyanki, e fere meus camaradas. Ele vem seco pra pegar Utter, o farol de bondade do grupo, e já desce com dois críticãos na lata do menino. E do alto da torre uns guerreiros flecham a gente. Ditrx taca uma bola de fogo nos caras mas eles nem sentem. Cyrak entra na torre furtivamente e vai pegar os caras. O monge escala rapidinho, pega um de surpresa e arremessa pra baixo. Eu varo outro com flechas, esses aguentam bem mais que seu amigos torrados. Enquanto isso o dragão espanca Utter que não consegue convocar magias. Kelfaz com seus braceletes de força estúpida arremessa nosso guerreiro pra cima do dragão mas esse passa vazado e aterisa lá longe. Quando Cyrak tá pronto pra matar o Githyanki restante esse pula da torre pra tretar com o resto. Já taco flechas no coitado. Cyrak volta pro campo. O monge treta com os Githyanki, minhas aranhas tacam teias nas caras deles, logo tão mortos. Kelfaz dá uns murrões no dragão atraindo a atenção dele, dando espaço pra Utter se curar um pouquinho. Ditrax taca relâmpagos pra lá e pra cá. Finalmente passa o medo do dragão e partimos pro arrebento. O dragão vai brincar com Kelfaz, só que uns ataques e Kelfaz já vira patê. Eu distribuo flechadas no dragão e ele fica zangado comigo, dá uma baforada só em mim mas eu esquivo de boa parte e minha resistência aguenta um tanto, saio chamuscadinho na explosão de chamas e atirando flechas. Nosso guerreiro falha pateticamente em todos os ataques. Ditrax taca relâmpagos, e já nas últimas o dragão é pego de surpresa por Cyrak que termina o serviço.

Meu primeiro dragão... Que emoção.

Ditrax e Cyrak coletam o tesouro do bicho, várias tralhas mágicas e dinheiros. Pego umas moedas e faço um teste. Jogo no rio dos mortos ali do lado, uns mortos levanta e pegam as moedas, o barqueiro aparece e pega os mortos que pegaram as moedas e leva no barco. Então despiroco e começo a tacar montes de moedas no rio, e mais mortos levantam e começa a encher o barco do caveirinha. O monge também entra na dança e taca moedas também. É a luz de Pelor no Abismo amiguinhos. E enquanto isso Utter ressuscita Kelfaz e o guerreiro depela o dragão. Achamos o tal buraco pro nível do Abismo, mas paramos pra descansar pra próxima treta.

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9º sessão da mesa de D&D do Gabriel

17/12/2009

9º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Continuamos pela dungeon chutando bundas de Kruthiks.

Mapa do formigueiro que fui parar

No caminho recebemos informe da Rainha que o bicho que tá zuando ela é vulnerável a jade e cristal e que escolheram os Formians escolheram essa caverna exatamente por ser rico nesses minérios. Peço pro meu elemental de pedra, o Oberrom, achar essas pedras pra pegarmos um pouco pra socar o bicho que tá atazanando a rainha. Descolamos uns tecos de jade.

Chegamos num ponto com um lago congelado, subo nas costas dum formigão pra não escorregar. De repente cai do teto outro formigão e vemos uns trinta Kruthiks descendo pelas paredes. Eu, Farawind e os dois mega formigões Sargentos vamos socar os bichos enquanto os formigões Soldados cuidam das operárias afastadas. Os Sargentos são fodões em combate, altas técnicas de time e militar, socam os bichos facilmente. Eu colo em seis bichos e começo a tomar uns sopapos respeitáveis. Então movo pro lago congelado e quando os bichos seguem eu quebro tudo deixando eles afundarem. depois de tudo morto ficamos um tempo nos curando e as operárias moldam o jade como manoplas pra mim.

Formians são apelonas

Avançamos e chegamos num ponto com mais umas vinte operárias e uns soldados. Agora temos operárias o suficiente pra ressuscitar o marechal megafodão que achamos morto no meio do caminho. Ressuscitamos o cabra, passamos toda zica ele, enquanto as operárias consertam ele o resto de nós vai fuçar o resto da dungeon pra achar mais formians. Chegamos num ninho dos Kruthiks, muuuitos bichos, e vários deles grandões. Os maiores não conseguem sair da sala pois a porta foi desabada e prendeu eles lá. despacho a Farawind pra jogar as magias de gelo neles. Ela vira um tatu e cava até a sala e taca frio nos bichos, matando muitos ovos e bichos e deixando o resto bem chateado. Nesse meio tempo os soldados comigo desabam mais a porta pra prender tudo lá dentro e deixá-los se comerem. Farawind toma uns tapas e volta, fechamos o buraco que ela passou e voltamos.

O Marechal diz que sabe onde tá a Rainha, joga na minha mente, então seguimos pra lá. Três quilômetros depois, angariamos mais formigas no caminho, até que chegamos num formigueirãããão. A Rainha aparece na minha cabeça perguntando se nós sabemos lutar, confirmamos, então ela usa uma magia de adaptação e todas as formigas ali começam a imitar nossas habilidades. Um terço as minhas, outro terço as da Farawind e o resto do Herbec. O Marechal vai atrás de outro Marechal morto enquanto nós entramos no formigueiro por três entradas diferentes. Como sou monge as formigas ficam todas kung fu e partimos pra pancadaria Agente Smith Style, uma centena de formigões dando voadoras e bicudas igual eu. Trombamos umas centenas de Kruthiks e outros monstros diversos pelo caminho, vamos massacrando.

Surprised to see me, Mr. kruthik?

Então achamos um Kruthik enoooorme, quase um quarteirão, cavando pra chegar até a Rainha. Com ele vemos vários ovos mas sacamos que é uma ilusão criada pela Rainha pra manter o bichão por lá mas ele também já percebeu. Recebo mensagem de Farawind e Herbec dizendo que estão chegando na Rainha, digo que já tô quase lá. Pulamos no bicho e começamos a socar, cobrimos ele de formiga, ele elimina uma parte da tropa mas derrubamos ele. Seguimos até a Rainha.

Quando eu entro na sala a Rainha vê através dos meus olhos e vê o que tava zoando ela e então pega o bicho e mata, daí chama todas as formians da região pra vir pra treta. Lá, além da Rainha enooorme, tem mais umas cinco rainhas menores, um monte de Formians e Kruthiks e outros montes de monstros. Farawind e Herbec chegam, os Marechais também. Além das tretas pelo lugar todo tem três criaturas que tão tretando com a rainha que são mais fodas, então os dois Marechais cuidam de duas e nós cuidamos da terceira, uma medusa masculina de gelo.

Então o teto começa a abrir e uma chuva de formians cai na batalha, tudo tremendo e caindo, mas com meu elemental de pedra eu posso correr pelas paredes e evitar os efeitos do terreno. A Rainha fica invocando magias fodas inclusive convocando meteoros. Socamos o meduso de gelo evitando o olhar petrificante e com as manoplas de jade. As formians fazem montinho e matam tudo por lá. Recebo mensagem do Rei Zynd que tá tudo concluído e que posso voltar e terei as informações que preciso e pra eu cobrar da rainha pela ajuda. A Rainha se aprensenta como Eva e agradece. Continuamos em outra sessão.

Vídeo do Rammstein pra vocês sacarem o clima:

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8º sessão da mesa de D&D do Gabriel

11/12/2009

8º sessão da mesa de D&D do Gabriel

Chegamos ao reino do vento, local bem aberto e espaçado. Chegamos à cidade  Picos de Prata, tudo fedendo a elfo, frescura pra todo lado. Somos levados até o castelo do rei Synd, troço enorme e aberto, Farawind vai bater cartão na sede da ordem maluca dela enquanto eu e Herbec encontramos o rei Synd. O cara aparece como um tufão e vira um refugo de escola de samba.

Rei Synd do Reino do Ar

Ele é bem seco e direto, diz que recebeu as palavras de Krisiun (o reu anão) sobre a gente e que tamos bem na fita com ele. Diz que Krisiun pediu para ajudá-los com o lance do Guerreiro da Lua, e ele topou. Vai ajudar assim que a gente resolver i probleminha numa caverna logo ali. Uns aliados dele, os Formians, um povo formigão, foram invadidos e tão sendo mantidos cativos, a gente tem que ir lá na caverna e espancar os bichos que tão pentelhando, uns tais de Kruthiks, uns insetões também. Diz que seremos pagos como mercenários normalmente e podemos partir assim que pudermos.

Ele diz que Krisiun pediu pra ele dar um troço pra mim também, ele puxa do ar um tufãozinho, diz que é um elemental do ar e que vai me acompanhar. Fazemos todo ritual do pacto e o elemental gruda no meu ombro com a minha forma só que reduzida. Meu elementalzinho de pedra continua emburrado. O rei diz que no castelo dele todos podem voar, é só querer. Depois sai fora e vamos passear até Farawind aparecer.

Pelo menos esse num é emburrado

Herbec fica voando todo desengonçado, eu faço uns movimentos kung fu voadores e fico trocando idéia com o nono elemental. Então alguém pergunta que que eu tô fazendo, viro e é um árvore falante. Conversamos, ela deiz que protege o local de esquilos e talz e fica tentando acertálos com um machadão de madeira e pedra. Fala sobre os bichos que vamos enfrentar lá na caverna, uns insetões que não gostam de frio. Farawind aparece, nos aprontamos, recebemos um mapa meia-boca da caverna e partimos. O plano é nos unirmos aos formigões, eles são meio tapados e ceguetas então precisam de alguém liderando pra num se perderem, então vamos sair coletando formigas pra socar os bichões.

Formians

Na caverna Herbec solta as magias de rotina na gente e umas proteções contra frio pra Farawind poder soltar as magias de frio em área já que os Formians não ligam. Já trombamos uns bichinhos na entrada, socamos e seguimos. Uma grande rocha bloqueia a entrada e Herbec não consegue passar, pergunto pros meus elementais se tem outra entrada mas eles dizem que não. Deixamos Herbec pra fora e entramos. Mais tretas, Farawind dá um pano preu tapar o rosto por causa do ar venenoso dali. Achamo um formigão grandão morto junto com uns Kruthiks mortos. Mais tretas e achamos uns formians menorzinhos, juntamos no nosso bolo. Então a rainha deles fala através da voz de um deles, ela diz preu liderar os manés e passa um mapa mais detalhado da caverna pra gente. Os formians menores se juntam pra me curar com suas babas nojentas. Dizem que precisamos de uns 30 desses pra ressuscitar um marechal formian, aquele grandão que achamos morto. Vamos seguindo, achamos um fenda nas paredes mas é pequena demais pro Herbec passar. Mais porradas, kruthiks maiores, mais formians, rajadas geladas de Farawind nos bichões. Passados um terço da caverna vamos seguindo, na próxima sessão.

Kruthik - meu atual saco de pancada

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1º sessão aleatória minha de M&M

11/12/2009

1º sessão duma mesa aleatória minha de M&M

Mesa genérica de M&M, era pra ser one-shot mas não conseguimos terminar, então ainda teremos mais um episódio. Ou mais se o povo enrolar demais né. Temos a Graci como Puma, uma velocista. Alex com Espectro, um cara com poderes de sombra. André com o Coruja, um psicão. E Thener com Clint, um pistoleiro com balas variadas. Todos menos Thener fazem parte do grupo de heróis conhecidos como Vigilantes. A estória rola numa cidade grande genérica.

Começa com nossos heróis em patrulhas quando vêem uma fumaça preta subindo no horizonte. Puma corre lá pra checar e vê, num porto da cidade, um cargueiro afundando todo estropiado vazando um líquido negro e saindo a fumaça negra e densa. Puta trânsito na região, mais por uma ponte ter desabado ali perto. Puma relata pros heróis que partem pro local.

Enquanto isso Puma investiga. Vê que a ponto não caiu simplesmente, teve a coluna fatiada e os cortes são limpos e precisos. Vê que uma das ruas paralelas que poderia servir de opção ao trânsito também está zoada, um buraco no meio da pista impede a passagem. Nennhum tipo de socorro consegue chegar lá. Pessoas pulam do cargueiro, umas estão presas em escombros.

O resto chega na cena e todos vêem um helicóptero sobrevoando o local, e em seguida um fusca aparece no céu indo em direção ao helicóptero. Coruja entra na mente do motorista e vê pânico então o acalma. Espectro corre pra lá em versão sombra. Puma gira os braços jogando um ventinho pra desviar o fusca mas só faz ele girar, enquanto Clint mete bala no fusca pra desviá-lo. Espectro pega o motorista justo quando Clint acerta e muda a direção do carro, e um cachorrinho muito irritante pula na orelha de Espectro fazendo ele largar o motorista em pleno ar. Ele mergulha e se esforça ao máximo pra tocar o motorista e passar um pouco de sua sombrice pra ele fazendo os dois intangíveis pouco antes de tocarem o solo. Sim, Puma salva o cachorrinho. O fusca bate no canto helicóptero fazendo o girar e perder o controle, então Puma faz um colchão de vento pra segurá-lo enquanto o piloto milagrosamente consegue retomar o controle. O fusca crava num apartamento ali perto.

É daí que surgem aquelas leis bizarras

Clint vai checar donde tacaram o carro, Clint fica interrogando as pessoas, dizem que um cara baixinho e fortão com coisas pontudas nas mãos só chegou e arremessou o carro, depois foi embora. Coruja e Puma vão no apartamento checar se tem feridos. Puma chega antes, vê que todos estão bem e volta. Coruja chega no fusca e usa seu psiquismo pra ver o que aconteceu com o carro antes da vôo. Coruja vê o carro parado na rua quando um sujeito pequeno mas forçudo com as pontas dos dedos bem compridas e jurando vingança em russo pegando o carro e jogando no helicóptero. Ele passa isso pros comparsas e eles checam por meliantes com essa descrição mas não acham nada.

Espectro vai no cargueiro ajudar as pessoas. A fumaceira não deixa ele ver nada, só ouve as pessoas pedindo socorro. Ele chega num dos feridos que está com a perna esmagada. Ele torna o cara intangível também e o puxa dos escombros. Puma chega e tira a fumaça com um ventinho. Puma vasculha e acha outro cara caído, ela o pega e trancam a porta da sala que ela está mas ela consegue sair antes de fechar. Lá fora dois funcionários iam pra saída. Dizem que a porta não podia ficar aberta por ser muito perigoso pelas coisas que se fazem lá. Puma diz que tem um cara lá dentro e que eles tem a abrir a porta. Um dos caras se recusa por ser segredo, o outro fica todo amedrontado sendo intimidado pelo outro cara. Puma ameaça deixá-los morrer, o medroso resolve abrir a porta enquanto o outro sai correndo.

Clint na interrogância vê uns caras esquisitos no local, terninho e ponto no ouvido, conversam algo e se afastam. Clint nota neles um crachá duma empresa chamada Lymatech e vê a mesma marca em destroços do cargueiro. Cola nos engravatados e começa o interrogatório. Os caras dizem que trabalham pra Lymatech e que esse acidente foi lastimável mas todas providências serão tomadas e a imprensa logo terá uma nota. Ele entram num carro preto chique e somem. Clint vai pro cargueiro ajudar.

Protegendo o mundo da escória heróica

No cargueiro todos tão ajudando o restante das pessoas quando o barco dá um tranco, balança e começa a afundar bem rápido. Todos se salvam, menos um cara que fica na água, Espectro vai pegá-lo e nota que o cara está em pânico total só que pelo líquino negro que vazou no navio estar indo pra ele. Ele gruda em Espectro que o tira de lá. Todos chegam na margem seguros enquanto o cargueiro termina de afundar.

Logo os escombros são arrebentados por um caminhão reforçado com a marcona da Lymatech na lateral. Todo tipo de socorro chega, muita gente treinada começa a tomar conta do local, separa as pessoas, monta um centro de tratamento, interrogatórios, limpeza e tudo mais. O povo da Lymatech cuida de tudo, mas de uma forma um tanto hostil que incomoda nossos destemidos vil… digo, heróis. Espectro vai na caruda até a água e pega uma amostra do líquido que vazou. Os técnicos relutam um pouco mas não impedem. Puma corre num repórter e conta que rolava experimentos bizarros no cargueiro mas logo chega um pessoal da empresa pra tomar conta.

Clint e Coruja vão arrumar encrenca com uns engravatados. Clint chega intimidando um, Coruja joga um sentimento de culpa no cara, mas ele não libera nada, então Clint puxa a arma, montes de seguranças e polícia cercam os dois. Discussão pra todo lado, Coruja controla a mente duns seguranças pra agrem contra os outros, muita tensão até que Clint deixa o cara ir. A polícia cola em Clint mas Coruja dá uma mão mental e eles ficam de boa.

Na tenda médica, todo mundo sendo tratado, Espectro vai até o cara que ele salvou da meleca malígna e começa a interrogar. Um cientista/médico já cola do lado dizendo que o cara precisa descansar. Espectro ignora e continua interrogando só que o cara fica intimidado pelo cientista e só fala que trabalhava na limpeza e não sabia de nada,  obviamente mentindo. Espectro então ameaça usar a amostra de meleca que ele pegou no cara, então ele fica com medo dele e do cientista. Logo mais cientistas aparecem. Espectro chama os outros que já colam no montinho e a tensão aumenta. Puma fica atrapalhando os cientistas que cuidam das outras pessoas. No processo ela nota um cara entrando, um senhor bem alinhado de terno branco e chapéu. Ele tira o chapéu mostrando a careca. Uns cientistas o cumprimentam e voltam pro trampo, Puma fica observando enquanto o cara observa a muvuca. Coruja então entra na mente do pobre coitado que tava sendo interrogado e vê a imagem do cara mexendo no computador e quando os alarmes soam ele levanta apreensivo e a roupa dele tem uma leve mudança, o jaleco encurta um pouco e ele tá com uma vassoura e começa a correr. Todos ficam frustrados e saem de lá tentando entender o que aconteceu. Puma conta do cara de branco e quando o povo procura não tem ninguém assim.

Mistééério

Sem muito o que fazer Espectro resolve seguir um dos caminhões em forma de sombra enquanto o resto espera novas informações. O caminhão chega num galpão no meio da cidade, funcionários descarregam e anotam coisas, levam coisas por portas diversas. Espectro vai pulando entre sombras fuçando nas portas, encontra laboratórios, equipamentos, muita segurança e tecnologia. Até chegar numa sala escura com luzes ultravioletas. Nas paredes vários símbolos estranhos separados em placas, en numa das paredes uma lousa com muitos rabiscos malucos. Uns poucos funcionários trabalhando em computadores. Espectro espera um pouco e aparece um cientistas tiozinho, fala algo com os funcionários e uma porta se abre na parede. Boiando num líquido verde tem um amontoado de carne com traços humanos acumulados tipo três nariz nos sete joelhos, totalmente deformado. Tubos ligados na coisas, o cientistas mexe em controles e pranchetas e vai embora. Espectro vai embora.

Tipo isso versão humana

Enquanto esperam depois de um tempo notam o carinha medroso que Puma salvou olhando pra eles num beco todo encolhido. Puma cola lá rapidão, o cara diz que tem que contar o que aconteceu de verdade pois alguém tem que acabar com isso, mas não pode falar lá, dá um endereço pra ela pra encontrá-lo lá. Puma volta e conta o que o cara disse. Logo o povo migra pro endereço. É um sobrado qualquer, Clint fica fora vigiando, Puma e Coruja entram e Espectro chega logo depois mas fica escondido. O cara abre a porta todo paranóico e começa a contar a história. O responsável pelos ataques é o Doutor Vânia Roschenko, um cientista importante que trabalhava na Lymatech até umas semanas atrás quando foi expulso de lá com briga e ameaças. Diz não saber o motivo do cara sair só que tem a ver com o filho dele. E outros pontos da Lymatech já foram atacados mas foi tudo abafado e nada foi tão grande quanto o de hoje, e se continuar assim mais inocentes sofrerão. O cara não sabe sobre o paradeiro do maluco, só que ele fez uns experimentos nele mesmo e ficou alterado. Dá a localização de uns centros da Lymatech. Pede pros heróis o protegerem e blablablá.

Do lado de fora Clint nota um carro parecido com aqueles dos engravatados da Lymatech estacionado ali perto só que ele não viu o carro chegando. Alerta o povo dentro da casa que tem alguém por lá. Todos ficam paranóicos. Ouvem o som de vidro quebrando bem baixinho. Imaginam que o tal de terno branco está lá e falam pro nada que querem fazer uma aliança temporária com a Lymatech pra resolver esse problema antes que mais pessoas se machuquem, mas não tem resposta. Clint vê um cara engravatado e com uma maleta de alumínio indo pro carro e abrindo a porta, Espectro e Puma saem da casa direto pro carro. Puma para na frente do cara, Clint atira nele mas nada machucante e Espectro vem pela sombra e dá seu toque geladinho nocauteante que derruba o cara. Lá dentro Coruja vê algo pequeno voando e saindo pela janela e em seguida o cara que tava com ele desmaia. O povo pega o engravatado, pega o desmaiado e seguem se carro pelas ruas.

Tentam abrir a maleta do cabra mas tá bem trancada. Amarram-no e o acordam. Muita conversa, intimidação e ameaças de materializar o braço em locais nada agradáveis fazem o cara revelar que é um mercenário trabalhando pra alguém que ele não conhece que o contacta via fone e que foi contratado pra injetar um composto químico no tal funcionário da Lymatech que vai fazer ele esquecer as últimas horas. No meio da conversa o cara fala que já que eles são heróis tem mais o que fazer e nesse momento passa um caminhão desgovernado no cruzamento e ouve-se uma batida. Puma vai lá checar, feridos e destruição padrão, ela deixa os paramédicos cuidarem e volta por carro. Mais ameaças depois pegam o contato do cara pra ele fazer uns trampos depois. Largam-no pela rua e seguem com o carro dele pra sede da Lymatech que Espectro fuçou pra conversarem com alguém de lá sobre a zica.

Clint prefere ficar num boteco ali perto. Puma chega antes e é levada por guardas bem confusos e surpresos até um chefe lá. Puma relata que sabe do maníaco e que quer pegar o cara, o chefinho diz que vai passar a proposta pra cima e ver no que dá. Nisso o resto chega e é levado pra salinha também. O chefinho volta e diz que topam, oferece uns alojamentos pros heróis esperarem enquanto os povo acha o Dr. Vânia. O povo fica morgando por lá.

Espectro nota uma movimentação estranha dos guardas e os segue, chega numa sala de segurança que tão mostrando destruição numa telas, provavelmente o ponto onde o Dr. Vânia tá atacando agora. Os heróis são chamados e passam pra eles que uma fábrica da Lymatech ali nos arredores da cidade tá sendo atacada pelo doutor e já despacham o povo pra lá. Clint vê os carrões levando seus camaradas, e quando vai pegar a moto pra seguí-los sente uma picadinha nas costas. Suspeita do mercenário safado mas não o acha, segue o povo.

Chegam na fábrica, destruição rolando solta, funcionários já retirados, os heróis entram. Puma corre pela fábrica procurando o maníaco. Espectro vai em forma de sombra e Coruja enrola pra entrar até tomar coragem e vai procurando. Clint chega depois e enrola um tempão até entrar. Puma acha o tal e grita com ele pra ser ouvida tentando conversar, o maluco joga coisas nela desabando entulho pra todo lado cortando suas rotas de fuga e machucando-a bastante. Espectro chega nela e a passa prum local mais seguro no nível abaixo, depois volta pra conversar. Em forma de sombra não é afetado pelas tralhas que o doutor joga nele. Espectro fica falando até que o doutor se acalma um pouco e pára pra ouvir. Espectro diz que sabe onde tá o filho dele e que pode ajudar a resolver, o cara fica lokão querendo saber e tudo mais. Espectro pede pro cara explicar direito o que tá rolando enquanto deixa o comunicador ligado pros camaradas ouvirem, o cara fala que um tempo atrás num dos experimentos dele o filho foi afetado e agora ele tava pesquisando um jeito de consertar a merda mas tiraram ele da pesquisa pois num tava dando resultados e sumiram com tudo. Então ele ficou putão saiu por aí arrebentando tudo até achar os dados e equipamentos dele pra ele continuar a pesquisa. Espectro diz que vai ajudar e eles tem que fingir que os dois fugiram juntos enquantos o resto dos heróis continuam querendo pegá-lo, então os heróis armam a zona na Lymatech pra eles entrarem, ou algo assim.

Dr. Vânia Roschenko

Clint e Coruja chegam em Puma, Clint a cura e todos sobem de volta pra onde está a treta. Todos concordam com a zona, Espectro e Vânia fogem juntos enquanto o resto finge que tenta impedir, e a fábrica é totalmente destruída. Vânia corta umas portas no meio do caminho e segue pelo esgoto até chegar numa caverna nos arredores da cidade. Espectro manda ele esperar lá até poderem agir, Vânia diz que sua paciência é curta então é bom agirem logo. O resto volta pra Lymatech a espera de outra oportunidade pra pegar o doutor.

Clint vai passear pelas ruas, Puma fica por lá e Coruja controla um guarda pra passear pela base. O povo marca de se encontrar num buteco, chegam lá e Coruja tá com seu guarda controlado. Marcam outro ponto e mandam Coruja se desfazer do guarda, ele prende o mané em algum canto da cidade e se encontram por aí. Conversam e não decidem nada. Voltam a passear. Clint sentem outra picada e fica zonzo. Alguém o põe num carro, ele atira mas erra, até que capota. Já Coruja é abordados por malacos que jogam um saco preto na cara dele impedindo-o de achar as mentes dos alvos e é jogado num furgão. Espectro volta pro Vânia e dá o endereço da base da Lymatech, Vânia não acredita pois sabe que aquele ponto é um supermercado que ele sempre passava perto, mas Espectro o convence que é lá mesmo, então Vânia vai lokão pra lá. Puma recebe a visita do moço do terno branco em seu alojamento. Ele diz que precisa que ela capote o doutor Vânia senão os camaradas dela vão morrer, e mostra imagens de Clint e Coruja presos com tubos enfiados e demais desagradaveizices. Puma reclama que ele é muito forte mas o cara num liga, diz que o cara tá vindo e desaparece.

Espectro chega antes e vai direto pra sala maligna, chega lá e os funcionários tão sendo evacuados pois já detectaram o cabra indo pra lá. Antes de sair o cientista de antes parece notar algo estranho na sala, Espectro fica quietinho na sombra, mas o cientista desconfiado volta pra sala e fica mexendo num computador. Espectro vem por baixo pra dar o toque geladinho mas o cara pula no susto e diz que sabe que tem alguém ali e manda aparecer logo. O cara longe se qualquer sombra então Espectro pula de uma pra tocá-lo as é agarrado por pessoas invisíveis que o travam no lugar. O cientista zomba dizendo que a sombra de Espectro num é nada comparada a total escuridão que é ele. Até dá uma risadinha maléfica.

MUAHAHAHAHAHAHAHAHA

Vânia chega e começa a arrebentar tudo, Puma tenta detê-lo mas não com muito esforço e o cara vai entrando na base. Nossos amigos Clint e Coruja acordam num quartinho caindo aos pedaços só de calças e com as mãos atadas nas costas. Clint corta as amarras com um tiro e eles saem do quartinho, estão no meio duma favela, as pessoas os evitam, Coruja pega na mente das pessoas que ali é ponto dum traficante ali da área mas ninguém sabe quem deixou eles lá. Eles pegam umas roupas e celular e tentam contactar seus companheiros. E tentamos resolver na próxima sessão.

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1º sessão de WoD do Hugo

11/12/2009

1º sessão de Mundo das Trevas do Hugo

Mesa de mortais bunda se metendo em encrencas bizarras. Estou como Samuel, motoboy inglês recém convertido ao judaísmo. Temos o Foice como Bob Presley, açougueiro nordestino que faz bico de eletricista. Danizinho como Homer, caminhoneiro amarelo de Oklahoma. E o Leandro como Gabriel, um professor de música.

Começamos com Gabriel indo trabalhar em seu carango. Liga o rádio e de repente só ouve estática. Muda as estações e a estática continua, põe um CD e nada, liga o MP3 e também só estática, desliga tudo mas as coisas não desligam e continuam estaticando. Bem puto chega no trampo, depois de uns passos longe do carro a estática pára. Entra na escola e começa a preparar a aula, então passa um aluno aleatório com fones de ouvido curtindo mas Gabriel volta a ouvir a estática. O muleke diz que tá ouvindo Ramones e não estranha nada. Gabriel já bem putão dispensa o muleke e volta a seus assuntos. Toca o telefone, ele vê que é a esposa, atente e só ouve estática. Novamente toca, ele atende, a voz da mulher dele começa a falar algo mas volta a estática. Ele pega as coisas e corre pra casa. Entra, chama por todos mas ninguém atende, sente cheio de algo cozinhando. Chega na cozinha e num vê ninguém, vai fuçar no forno e vê seus pais assando. PAN!!! Fica em choque, joga coisas e sai correndo.

O forno do canibal moderno

Homer faz uma parada na estrada pra repor sua carga, vai pra lanchonete e fica lá comendo. Chegam uns motoqueiros meliantes. Entram fazendo baderna, alopram a garçonete e Homer fica de boa. Paga e vai embora, na saída uns motoqueiros olham estranhamente pra ele. Homer pega o caminhão e vai embora. Logo vê no retrovisor a gangue toda vindo atrás dele. Ele acelera, a gangue passa e começa a atirar, ele dá meia volta e acelera, mais tiros voando. Vê a lanchonete pegando fogo junto com tudo por ali. O líder motoqueiro aparece de repente no teto do caminhão rasgando o metal com as mãos. Homer o derruba com uma manobra mas ele se agarra na frente do caminhão e volta a subir. O bicho fica grande e peludo e Homer entra em pânico. O peludão lobisômico abocanha Homer e o arranca do caminhão, o jogando longe. Ele levanta todo arrebentado e o resto dos motoqueiros cercam ele e o linchamento começa.

E ouvindo Steppenwolf...

Eu vou entregar um pacote num prédio mega foda. Chego lá e vejo um olho maligno se formando nas paredes do prédio e olhando por um breve momento pra mim! [nem sempre é bom ter sucessos sabe…] Tento achar alguém pra me substituir nessa entrega mas num consigo ninguém. Com o asterisco travado eu junto coragem pra entrar no prédio. Muita segurança e chiquice, apresso a moça da recepção, ela faz meu passe e me manda pro elevador. No cagaço eu vou. Espero o elevador e quando chega e entro uma voz diz preu não entrar. Afasto e deixo as pessoas entrarem. O guarda vê minha confusão e chama o elevador de novo me explicando como chegar no andar certo. Dessa vez entro, o elevador demora muuuuuuuito pra chegar no andar, um escritóriããão. Novamente apresso a moça da recepção e ela me libera depois de entregar o pacote. Na espera do elevador pra descer uns engravatados colam do lado conversando numa língua estranha. Noto uns símbolos bizonhos neles, tatuagens, anéis e talz. Eles me olham estranho, volto na recepcionista e enrolo até os caras saírem, então desço pela escada. Saio do prédio sem olhar pra trás, monto na motoca e saio rapidim. Sinto a moto meio dura, checo e tem um cilindro metálico com uma luzinha verde cravado no guidão. Não consigo tirar, então vou até a oficina, só que no caminho o troço pula da moto e cai no chão. Vou seguindo quando noto que um carro pára e alguém pega o cilindro. Encucado sigo o carro até o prédio que eu trampo, fico lá espreitando pra ver o que pega.

Vou chamar uma catedral pra exorcizar esse troço.

Bob Presley (!) tá de folga do Açougue, dona Maria o chama pra checar sua máquina de lavar que parou de funcionar. Chegando à casa de Dona Maria Bob ouve todo o problema e vai fuçar enquanto a véia lhe prepara um cafézin. Bob acho um problema na correa e contra pra véia, diz que pode fazer uma gambiarra até comprar uma peça nova. Bob pergunta se ela tem um maçarico, ela diz que tem no porão nas coisas do marido dela. Bob pergunta se tem rato no porão mas ela diz que não, só tem o falecido. Bob fuça e acha o maçarico, do lado duma urna funerária. Bob pega a urna e vê as cinzas do velho lá dentro. Vai colocá-la de volta no lugar mas ela não desgruda mão dele, e começa a ter visões de alguém sendo queimado vivo num caixão. Bob luta com a urna até que ela se solta derramando as cinza do morto no chão. Ele pega uma vassoura, põe tudo de volta e corre de volta pra casa se benzendo. Dona Maria assiste TV, Bob conserta o problema da máquina e avisa Dona Maria que agradece e oferece bolo. Ele vai na cozinha pegar o bolo e nota em cima da geladeira um monte de velas pretas e vermelhas queimadas. Vê uma bíblia, a pega e vê que tá numa língua estranha e escrita em sangue e coisas do tipo. Ele sai de lá rapidinho, pega o carro e vai comprar a peça nova da máquina.

Adivinha os pais de quem ela tá cozinhando.

No caminho Bob vê um maluco correndo de casa e quase o atropela. O maluco, nesse caso, Gabriel, pára na frente do carro implorando por ajuda. Bob desce e tenta entender o que tá acontecendo mas Gabriel está em choque e não consegue falar direito. Bob vai checar a casa e a acha os pais de Gabriel assando no forno. Também fica desesperado, volta pro carro e prensa Gabriel pra saber o que aconteceu mas ele insiste em chamar a polícia. Ambos entram no carro e segue pra delegacia. Bizarramente as ruas estão desertas, eles vêem uma ondulação no asfalto, então uma garra enooorme sai de dentro da terra. Os dois saem do carro e correm loucamente pra lados diferentes. Bob corre pelas casas chutando portas, faz uma barricada de almofadas mas a garra atravessa a parede e o empala. Já Gabriel na fuga, tudo treme, uma coisa bem grande o persegue, afastando tudo no caminho, então carros são jogados e esmagam metade de seu corpo. [mestre sádico né?]

Eu observando o prédio, de repente ele explode. Desesperado corro pra minha sinagoga atrás de ajuda do meu camarada rabino, chego lá e tá todo mundo morto. Ligo pra casa minha noiva atende, diz que tem alguém chamando na porta, eu mando ela sair dali mas cai a ligação. Corro pra lá, a porta tá aberta, entro e vejo meus sogros mortos. Fuço tudo e não acho a minha noiva. O telefone toca, atendo e é ela dizendo que ele me querem e é pra eu ir até eles senão ela morre, me dão um endereço, eu pego a arma do me sogro e saio. Encontro um maluco empoleirado na minha moto. Mando ele sair mas não sai, então meto bala na cara dele, a bala pára na bochecha e cai. Espantado o cara aparece rapidão na minha frente e me arremessa pra dentro da casa. Aterrorizado fico encolhido num canto. Ele diz que seu nome é Jack os caras pra quem ele trabalha mandaram ele me pegar pra me salvar e que pode me ajudar, diz que o povo que tá atrás de mim é um grupo de bruxos tecnológicos que vai matar todos que tem ligação comigo e que minha noive já deve estar morta. Espera eu me acalma e concordar ir com ele, e quando eu concordo ele puxa a arma e começa a atirar, eu pulo atrás do sofá, taco um vaso nele e pulo pra atacar mas ele dá um tiro na minha cara.

Estou reconsiderando a opção de ser assado vivo.

Homer acorda no meio do nada, lua cheia lá em cima, ele pelado sai andando sem rumo achando que tinha virado um lobisomem por que tinha sido mordido por um. Chega num posto de gasolina, pega umas roupas, mas num acha ninguém, continua vagando.

Eu acordo, ele tá dormindo no sofá, acordo-o, ele diz que eu demorei demais. Ainda confuso ele me diz que me explicarão tudo depois mas agora ele tem que ir pegar os outros três, então tira uma pedra e joga no espelho, faz aquelas ondinhas de portal e ele manda eu passar. Fazer o que né, nóis passa…

Gabriel acorda dentro de um saco. Faz um escarcéu até sair, vê que tava numa gaveta no necrotério. Vê um funcionário mexendo num corpo e com fones de ouvido. Se aproxima, pega uma serra ali perto e passa no cara que cai estrebuchando no chão. Uma das gavetas abre de repente e de lá sai Bob igualmente confuso. Conversam e resolvem sair dali. Pegam roupas e acessórios pelo caminho, e no elevador eu apareço caindo do espelho do teto. Passada a surpresa explico que vamos até alguém que pode explicar o que tá rolando. O elevador abre e Jack tá nos esperando com uns funcionários do hospital mortos. Vamos pegar o próximo maluco, passamos pelo espelho e saímos num lago. Trombamos Homer, falamos mais abobrinhas e mergulhamos na água novamente e aparecemos num quarto de hotel em Berlim [que não fica na Rússia…].

Lá Jack nos diz que somos imortais e que toda nossa vida era uma farsa e que tão querendo pegar a gente por causa de algo que fizemos. Diz que vão explicar melhor numa festinha que vai rolar no dia seguinte, numa vernissage duns artistas malucos, zdzislaw beksinski e zbigniew preisner. [saúde…] Eu vou encher a cara no quarto pra poder digerir a situação, Bob também, Homer e Gabriel saem pela cidade pra beber, mas voltam depois se se sentirem muito observados. Na noite temos sonhos de nós numa batalha medieval tocando o terror. Pela manhã descobrimos que temos poderes [fraquinhos mas temos] e que vamos turbinar conforme envelhecermos. O hotel nos fornece roupas e uma limusine, no caminho pra Vernissage vemos lobos nos perseguindo pelo mato, Jack é nosso motorista. Somos chegados à vernissage, tudo fica trancado, arte bizarra pra todo lado, vemos uns lobisomens do lado fora.

zdzislaw beksinski e zbigniew preisner - nossos "benfeitores"

Até que enfim nossos anfitriões aparecem, recebem as pessoas e nos chamam pruma conversa particular. Enquanto subimos a festa é invadida pelos lobisomens que estraçalham tudo por lá. Jack fica de segurança na porta. Os velhos malucos nos dizem que éramos generais dum cara malvadão e que roubamos alguma bola brilhante que pode fuder com tudo por aí, e que temos que pegar o bagulho de volta antes que todo mundo nos mate de vez. Dizem que eles armaram toda nossa vida pra nos proteger até esse ponto pra podemos recuperar o troço. Dizem que temos que ir pruma casa estranha e achar o malvadão chefe. Mais abobrinhas depois somos teleportados de novo pruma cidadezinha com uma neblina porreta e sentimos o maaaal no ar.

Na próxima sessão...