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1º sessão de Changeling: The Lost do Felipe

04/12/2009

1º sessão de Changeling: The Lost do Felipe

Depois de séculos o grupo ressuscita. Campanha rola em londres atual. Eu estou como Angus, um Beast mariposa bandidinho de segunda. O calebe tá com um Darkling jovenzinho. A Lívia com uma Beast esquilo. O Edgar com uma Beast canarinho. A Paula com Julie, uma Wizened secretária. E o Gilmar com Devi Gupta, um Elemental de ar indiano. Começamos dando uma sapeada no nosso sequestro.

Eu sou o terror que voa na noite...

A Canarinho começa em 1940 fugindo junto com trocentas pessoas. Ela novinha acaba separada da mãe e segue-a o quanto pode até ver só luz. Eu na década de 70 me meto num assalto a um trem, fico de batedor mas a neblina fica tão densa e a luz do trem fica estática e eu me apavoro e dou o alerta pros meus comparsas e saio correndo como combinado, caio numa rede e ouço alguém rindo e dizendo que capturou algo. O “Calebe” criancinha é colocado pra dormir por sua mamãezinha e no escuro ele nota que a porta do guarda-roupa está aberta. Ele engatinha e fecha bem rápido. Quando deita a porta está aberta novamente. Ele pula e acende a luz e tranca a porta. Volta pra cama e algo agarra seus pés e tudo fica escuro. Devi é um calouro nerd na universidade que vai casar em dois dias, é arrastado pro campo e amarrado num tronco enquanto os veteranos vão embora. Ele ouve coisas e é tomado por uma ventania que o joga longe, só lembra de gritos e dores e pessoas machucadas, e escuridão e umidade. Julie fica sabendo no trampo que seu pai ficou doente e não pode buscá-la, então ela volta sozinha de metrô. No caminho alguém a persegue mas ela corre e tromba num mendigo que pede uns trocados, ela recusa e ele a xinga e amaldiçoa, ela entra no metrô e a viagem demora muito mais que o esperado. A Esquilinha num lembra de nada.

Todos vemos uma luz e aparecemos num campo aberto com pés de trigo amassados no chão, Devi toma um tapão dum punk que grita com todos pra corrermos dali. Ao longe vemos um jipe com mais dois caras bem bizonhos e armados. O punk mete bala neles e saímos correndo. Vemos uns aos outros com nossas aparências bizarras. Ele diz pra corremos numa direção que teremos ajuda. Tiroteio rolando solto, sai dum buraco um cara meio toupeira e manda segui-lo que estaremos seguros. Entre isso e o tiroteio decidimos seguir o bicho estranho. Vou empurrando o povo pelo túnel quando preciso. Chegamos numa câmara com outros caminhos, o toupeira fica perdido e procura o caminho certo enquanto nos descabelamos. A Esquilinho é legal com o toupeira e ele dá umas secadas psicóticas nela.

Entra o punk maluco, enchemos ele de perguntas e ele explica que fomos raptados por fadas e voltamos pro mundo, diz que o povo que tava atirando era das cortes que vão nos zoar mas ele vai nos proteger. E que ele se chama Burning Jack Flag. Pergunto se ele tem outra arma, ele me dá. Dou um safanão no toupeira pra ele andar logo. Jack manda o topeira nos levar até o Velho Smith, então o toupeira acha o caminho.

Na dúvida siga o poser.

Chegamos numa cabana no meio do nada. Metade do grupo entra logo, o resto (eu incluso) fico paranóico lá fora. O povo que entra num vê nada até tomar um susto quando um monte de madeira se meche e revela ser uma pessoa, tem até um ninho com penas pretas nele. Ele diz que somos bem-vindos livres de acordos e pendências. Entramos o resto, junto com Jack. Mais perguntas afobadas sobre o que tá acontecendo. Jack pede pro Velho Smith de madeira abrigar a gente hoje livre de acordos e o velho topa, diz que tem uns quartos no andar de cima. Um povo sobe, eu mando tudo a merda e saio dali. Jack vai atrás me trazer de volta.

Velho Smith - Talvez nosso Yoda

Lá fora Burning Jack me pára e aponta a arma pra mim mandando eu voltar. Eu me aproximo e lentamente abaixo a arma dele. Conversamos e ele me convence a voltar, diz precisar de mim e blábláblá e por isso me deu a arma de presente [crianças, nunca aceita nada de uma fada]. Na volta eu ponho a arma na nuca dele e digo que a próxima vez que apontar uma arma pra mim ele morre. Ele diz preu tentar agora, eu aperto o gatilho e a arma falha, ele me derruba e põe a arma dele na minha cara. Diz a mesma coisa pra mim. Vamos emburrados de volta pra cabana.

Galera vai dormir, Jack vai embora. Julie começa a sonhar com Jack e outro cara normal, eles falam algo sobre acordos e sei lá o q mais. Eles notam ela no sonho e a espantam. Ela acorda e vai conversar com a Esquilinho, diz o que viu e que acha que o Jack tá aprontando uma. Canarinho foge pela janela quando ninguém está vendo. Então alguém esmurra a porta e manda abrir senão vai soprar e soprar e fazer coisas desagradáveis com o crânio dela. Devi vai ver o que tá pegando, então a porta explode com um baita ventão, parado lá está um cara meio lobo segurando a pobre canarinho pelo cangote. Devi instintivamente toma o controle do vento e o manda de volta no lobão, derrubando-o. Lá em cima eu tranco a porta pondo a cama pra escorar. “Calebe” pula pela janela e dá a volta pela casa pra ver o que tá rolando. O lobão entra na casa pra pegar a galera e a Canarinho chama um monte de pássaros que começam a bicá-lo e o afugentam. Vemos ele sumir correndo bem rápido dali.

Baaad dog

O velho Smith diz que aquilo era uma fada caçadora e que podemos pegar o carro dele pra tentar fugir, e logo depois entra num armário e some. Achamos a caminhonete mas ela num pega, fuçamos e o motor tá todo zoado. Jack aparece e diz pra ir com ele, a Esquilinho fica puta e manda ele jurar e vai levar a gente em segurança pra Londres. Ele reluta mas jura. Logo aparece um cara com uma caminhonete, aparentemente um humano normal todo empolgado. Subimos na caminhonete e vamos rapidão.

A Canarinho nota que o Lobão tá nos rodeando e perseguindo, dá uma direção e eu meto bala. Ela diz que acertei e o bicho parou. Chegamos num trigal, mais trigos derrubados no chão parecendo formar um desenho. O humano saltita feliz pelo campo. Jack anda cabisbaixo e pensativo. Mando ele dizer o que tá pegando e ele fica todo confuso, aparentemente fez algo que não devia e fica perdido, cai de joelhos soluçando. Dou uma bicuda na cara dele perguntando o que ele aprontou. Ele diz que o humano ali camarada dele era cheio da grana e sustentava as operações dele, só que o cara queria ser como nós e pra isso ele teria que ser levado por uma fada, então ele armou tudo isso pra fada vir, ele só num sabia que a gente iria vir junto né, e agora tava todo mundo lascado.

Uma luz e ventos e sons crescem atrás de nós, uns olham e vêem algo bizarro (que eu não sei o que era por que não olhei) e todos saem correndo. Todos seguimos o “Calebe” que parece saber pra onde vai. Eu sigo por outro caminho (obrigado, falha crítica) e a Esquilinho me segue. Vamos correndo pelo trigal que fica cada vez mais denso e obscuro.

Bem, eu num vi o que tava perseguindo a gente, mas imagino que era algo assim.

O povo que foi pelo caminho certo chega até uma área aberta onde encontram os manos do jipe que atiravam na gente. Tomam um enquadro e são revistados. Um dos caras tem mãos de brasas e o outro é todo espinhoso. Eles explicam que são das cortes e vieram ajudar e que Jack é um terrorista safado. [todos em coro agora: “Eu sabiiia!”] O povo diz o que aconteceu e onde está o resto do grupo. Os caras partem pra caça junto com Devi e “Calebe” pelo trigal denso.

Correndo pelo trigal trombamos com nosso querido amigo Lobão que muito chateado rosna pra gente. Dou-lhe uma bicuda, ele devolve uma garrada, a Esquilinho sai correndo, eu dou mais um tapão e ele afasta. Quando vai me dilacerar ou alguém gritando pra abaixar, abaixo e o Lobão toma uma trabucada bem dada na fuça. Burning Jack ao resgate. Ele diz que jurou levar a gente em segurança então vai ter que levar. Os caras das cortes aparecem e já apontam as armas pro Jack, ele diz que tá na paz e num quer encrenca. Os caras aceitam, e nessa o espinhudo é decapitado pelo Lobão. Voltamos pra pancadaria, pego a .12 do espinhudo, o povo mete bala nele, por fim enfio a o trabuco na boca dele e atiro, voando teco de fadinha pra todo lado.

Jack diz que agora a gente tá seguro e que já pode ir, achamos a Esquilinho e o brasinha da corte nos leva pra londres até um buteco onde o Rei do Verão fica. No pub encontramos um bartender Homem de Lata, e num escritório o tal rei, um cara meio Buldog (que eu não lembro o nome). Ele explica as coisas pra gente, diz que data estamos, quarenta anos pra mim e dois dias pra Devi, por exemplo. Conta das cortes e dos respectivos reis. Diz que nesse primeiro momento ele vai ajudar a gente a se estabelecer na sociedade e depois a gente resolve o que fazer. Diz que a primeira breja é por conta dele.

Direto da TV Colosso.

Eu saio dali e vou andar pela cidade, umas coisas mudaram bastante depois de quarenta anos fora. A canarinho enche a cara e cai de porre. Devi a leva pro quarto e lá encontram um cara todo de branco que chama eles pra Corte do Inverno. Julie vai pra casa dela e vê ela mesma saindo da casa e saindo de carro. Ela vai até a porta e atente um cara surpreso em ver Julie perguntando se ela esqueceu algo, então aparece uma menininha e agarra  a perna dela a chamando de mamãe. Ela fica confusa e vai embora. Vai no seu antigo emprego e encontra seus antigos colegas que se surpreendem com a visita dela pois ela tinha saído dali pra ganhar muito mais num trampo decente. Ela volta pra casa e entra pelos fundos derrubando um vaso. Então sua cópia aparece e diz que sabe de tudo sobre ela e que não vai permitir que ela destrua sua família. Ela chama a polícia e Julie sai correndo. Devi liga pras trocentas pessoas com sobrenome Gupta até achar o número da sua casa, lá atente outro Devi. Esquilinho e “Calebe” são apresentados ao povo da corte do Outono. E vamos seguindo nossas vidas miseráveis.

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