Archive for Janeiro, 2010

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1º sessão de Orpheus do Angelo

29/01/2010

1º sessão de Orpheus do Angelo

Spin-Off de outra mesa de Orpheus. Se passa em Bruges, na Bélgica. Ainda somos humanos bundas ignorantes. Nessa eu tô como Nigel Ostermann, bombeiro bonzinho e garoto propaganda do departamento. A Graci tá como Catherine Weitz, uma detetive da puliça. Ela esteve na outra mesa, então já tá meio maluca, liga não.

Começamos recebendo um alerta nos departamentos. Um cara pulou dum prédio e se esborrachou, deixando mó zona no prédio. Chegamos e começamos os procedimentos. O corpo afundou o chão de paralelepípedo mesmo só tendo caído do segundo andar. Weitz fica fuçando no corpo coletando evidências, eu subo checando o prédio. Chegamos no apê do cara, a mulher dele é levada como suspeita, vou fuçando e tem um fogãozinho ligado na cozinha mas com uma chama absurdamente alta. Desligo mas o troço continua, tacamos extintor até o bicho apagar. Tiramos as tralhas perigosas, vou checar os outros apartamentos, entro e encontro um corpo carbonizado sentado no sofá com a TV ligada com estática. Chamo a puliça e vou checar os outros apês, encontro mais corpos. Bizaaarro…

Weitz vai investigar os tostados. Aparentemente eles foram torrados instantâneamente mas não deixaram marca alguma onde estavam, como se tivessem sido colocados lá. Um dele estava gelado, outro ela foi mover e partiu no meio. Fica fuçando e investigando. Liga pra delegacia pedindo equipamentos mas os caras a tratam com descaso. Enquanto ela investiga outro corpo cai lá fora, só que esse afundou bem mais. Ela vai checar e nota que o cara tá sem sangue, sequinho. Mais evidências e investigações…

Eu vou checando os apês, um deles a porta não abre. A chave num gira, o pé-de-cabra quebra!!! Vem mais bombeiros, um tenta com um machado mas o cabo quebra e a lâmina volta no ombro dele. Nenhuma ferramenta funfa, então tentamos pela janela. Marretas, guinchos, lâminas, nada. Então tentamos pelo teto. Chegamos no apê de cima e o cara se recusa a abrir a porta, entramos arrebentando o nariz dele na porta. O cara tá visivelmente chapado, vou levando-o pra ambulância enquanto o outros armam as máquinas. No caminho começo a sentir um cheiro horrível que me deixa nauseado ao ponto de eu cair fazendo o pescoço do cara quebrar. Somos levados pra ambulância e fico emozando por lá. Até ouço umas vozes dizendo que estão por lá mas desencano disso.

Weitz investiga o apê do chapado, acha seringas com líquido preto dentro. Fuça até que acha dentro do chuveiro uns saquinhos com pó preto. Os caras ligas as máquinas pra perfurar mas a broca só vai um pouquinho. O bombeiro bota o olhão lá e sai berrando com um buraco no olho e sangue pra todo lado. Do buraco no chão começa a sair um gás preto, Weitz alerta todo mundo pra evacuar e isolar a área. Tiram todo mundo, continuam os procedimentos padrão, voltamos pros departamentos pegar coisas.

É o que dá ser xereta

Weitz rola umas burocracias com o chefe dela e ele permite ela pegar uns equipamentos com a gente pra continuar as investigações. Eu chego no departamento e recebo a ordem de pegar os troços pra ela e acompanhá-la. Voltamos pro prédio maldito, com roupas de proteção, fuçamos o apê do chapado e achamos um buraco no chão do quarto, entramos e achamos um caixão em pé. Tiramos ele do buraco e abrimos, uma menina só com a metade esquerda do corpo decomposta, e um saco grande na parte de baixo do caixão. Abrimos o saco e tem vários cérebros dentro! Freak demais… Reconheço a menina dum salvamento que fiz uns três anos atrás. Ligo pro departamento e puxo o histórico do salvamento, de acordo com os registros a menina e os pais morreram num acidente de carro dois anos atrás e já foram enterrados. Weitz chama legistas e perícia e talz e vamos pro necrotério.

Isso que é multiclasse

No necrotério o legista zureta começa os exames. Descobre a menina tá regenerando aos poucos, depois pluga os cérebros e vê que tão ativos. Despirocagem científica, exames pra lá e pra cá. Eu pego o endereço do cara que retirou o corpo do chapado que quebrou o pescoço e vou na casa dele. Trombo Weitz que me encomenda um sanduíche. Chego na casa do cara, tio do chapado, me apresento, o cara fica putão mas depois diz que eu fiz um bem pro mundo por que o sobrinho dele era um escroto mesmo e talz. Mó drama. Tomamos chá, o cara resolve ir embora da cidade de vergonha, tento descolar alguma informação útil mas nada. Volto pro necrotério com o sanduba.

Weitz larga os corpos e cérebros sendo examinados, chama a assistência social pra cuidar da menina possivelmente viva, e voltamos pro prédio maldito tentar abrir o apê maldito. Weitz vê alguém de relance entrando no apê. Com grampos e TPM Weitz consegue abrir a porta, tomamos a fumaça preta sem proteção e nos queima. Fechamos a porta e colocamos as roupas de proteção. [noobs…]. Fumaça preta, não vemos nada, vejo um vulto e entro pra pegá-lo, noto que o apê não é mobiliado, vou caçando no escuro. Tomo um murrão, devolvo e acerto alguém molenga e viscoso. Agarro e tiro da fumaça, é a metade de cima de um cadáver, sem braços. Deixo lá com a Weitz e entro de novo.

Ela entra e começa ver tudo em tons de cinza, sem fumaça. Vê uma bancada com potes com fetos de animais dentro. Me acha e tô no banheiro, uma sombra tá indo me pegar, ela grita pra eu sair. Vou saindo e a sobre me dá uma rasteira, depois desce pelo ralo. Então começo a ver tudo em cinza também. Vemos umas barras de metal na porta e janela. Arranco a da janela e tudo volta ao normal, vemos a porta toda arrebentada das tentativas de abrir, assim como a janela e teto. Descobrimos que o apê é da recepcionista. Comunicamos nossos superiores e voltamos pros departamentos. Weitz até consegue uma licença de um dia. E eu uma visita ao psiquiatra…

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5º sessão de Star Wars do Angelo

29/01/2010

5º sessão de Star Wars do Angelo

Nessa o Alex entrou com Leon Star, humano jedi. E sem Bothan e Duros dessa vez.

Em Manaan, Deiji vende as plantas Sith que roubou pruns mandalorianos. Elel e seu mestre resolvem que querem voltar pra Korriban, digo que podemos deixá-los próximos de lá mas não voltamos pra lá nem a pau. Nos preparamos pra sair quando recebemos uma comunicação, se identificam como os mandalorianos que fizeram negócio com Deiji, querem fazer mais transações. Vamos lá na nave deles conversar.

Os caras dizem que querem que a gente seja leal a eles por um mês e faça uns trampos esquisitos. Dizemos que nossos trampos são diferentes, coisas mecânicas e talz, e que a impressão que Deiji deu tava meio errada. Oferecem uma grana aceitável pra gente, e pra Elel uns cristais e lightsabers. Ficamos de pensar, discutimos entre nós e resolvemos aceitar mediante umas condições. Só eu e Deiji no trampo, e coisas que estavam relacionadas às nossas áreas, e sem essa de lealdade, no máximo exclusividade. Os caras topam e já passam um trampo, investigar as instalações científicas abandonadas em Flashpoint. Partimos.

Enquanto isso, Leon num planeta aleatório com seu mestre turrão lhe pentelhando. Manda ele fuçar num templo no meio do deserto atrás dum cristal. No caminho ele brinca com vermes gigantes até chegar no templo. Entra, treta com robôs e é capturado, deixam-no só de tanguinha no meio do deserto. Ele volta e começa a fuçar nuns equipamentos por lá. Preciso eu, não?

Nós, voando felizes e contentes, percebemos que a comida tá indo rápido demais. Elel sente um distúrbio na Força e vai investigar, Deiji vai checar a dispensa e encontra quatro ratões, sai correndo dando tiros e tomando mordidas, e consegue fechar a dispensa. Chamo todos pra ponte e corto o sistema vital do resto da nave pros bichos morrerem. Vemos um clarão na câmera da dispensa e a câmera pára de funcionar. Mando um robozinho consertar, quando a imagem volta vemos os ratos todos dilacerados. Deduzimos que foi o mestre, que nem percebemos que não estava conosco. Vamos pra dispensa.

Checamos a zona, começo a limpar, Deiji vai pra enfermaria depois da mordida do rato. O mestre diz que não foi ele que fatiou os ratos. Elel sente as frescuras da força novamente e segue, chega na enfermaria onde o mestre da cuidando de Deiji e aparece um cara de manto que o mestre parece reconhecer. Muntuamos na enfermaria, o mestre parece surpreso e no fim é mais um discípulo dele. O cara é todo desfigurado e mal encarado. Seguimos viajem, os jedi vão confabular no cantinho deles.

Malditos jedis misteriosos

Deiji vai pilotando quando os sensores captam que a nave foi travada na mira de algo. Ele faz as manobras evasivas mas não escapa da trava, uma grande bola azul de energia vem pra cima da gente e acerta em cheio. Abre um rombo na nave, travo as portas pra manter o suporte vital onde a galera está. A nave é presa num raio trator e começa a ser puxada. Pego os trajes de proteção e me escondo pra não ser capturado, então a nave começa a ser esmagada aos poucos. Vou prum módulo de escape, por fora da nave mesmo. Um laser vem lá dos quintos e acerta a nave, e começa a serrar a nave. Todos os sistemas desligam, queima tudo, chego no módulo que num funciona mais. Somos arrastados prum planeta qualquer.

Chegamos na superfície e vemos Leon vindo até nós só de tanguinha [os equipamentos que ele tava mexendo aleatoriamente foi o troço que nos acertou e derrubou lá]. Passado o estresse inicial ele explica que tem o templo com montes de robôs descontrolados seguindo ordens de um cara morto há tempos. O mestre turrão de Leon aparece e vai levando-o pra casa. Elel cola neles e o mestre dele deixa os pivetes se resolverem enquanto ele vai falar com o outro mestre. Eu e Deiji já vamos pro templo destruir tudo só de raiva.

Leon explica mais sobre o templo e a missão dele lá e se juntam a nós. Ele nos guia até uma sala de comando livre de guardas. Os computadores tão num língua estranha pra todo mundo, depois dumas hackeadas converto pruma língua camarada. Analisamos tudo, descobrimos que o local é uma base enorme e antiga que faz parte de um conjunto de centenas de bases ao longo do planeta, e que o planeta tava em guerra e os robôs tem a missão de proteger o rei que está lá. Segundo Leon um dos robôs tem dupla personalidade e fala como se fosse o rei, dando ordens pros outros. Passada a vontade de destruição, agora queremos uma nave pra sair daquele planeta, e tem uma esperando pela gente na garagem da base, só temos que passar por um porrilhão de robôs.

Depois de muita análise e planejamento ativamos um protocolo de evacuação. Desligamos um turbina que ventilava tudo e zoamos mais uns sistemas, tornando o local inabitável pro tal rei [morto] forçando os robôs a saírem pra outra base. Uns dois dias nessa brincadeira até que a base fica vazia, então nos esbaldamos na pilhagem. Armas, droids, suprimentos, arte, peças, veículos, nave, tuuudo. No quarto do rei achamos uma caixa com vários lightsabers que os jedi bonzinhos resolvem devolver pra Ordem, Deiji pega um mas eles enchem o saco dele até ele devolver.

Num dos cantos da base encontramos um galpão com montes de sarcófagos [refugiados de StarGate?] enfileirados. Uns cheios, outros vazios, nomes estranhos, e uma passagem cheia de ossos. Leon e Elel seguem pela passagem sentindo forcices, vêem fantasminhas jedi discutindo o que fazer com eles. Conversam com os fantasmas, querem saber sobre a guerra, contam que o povo dali perdeu, então os fantasmas entregam o cristalzão pros dois. Eles tocam e vêem uma guerra entre forçudos e um cara enterrando esse cristal no campo de batalha. Os fantasmas mandam eles cuidarem daquele troço e somem.

Jedis egípcios? Ou egípcios jedi?

Terminamos de pilhar, os jedi voltam pra casinha do mestre turrão e entregam as coisas. Eles checam tudo, vêem os lightsaber e mandam Leon e Elel escolherem um. Leon pega um que brilha dourado, Elel percebe que tem mais dois escondidos na caixa, um de “lâmina” preta duplo [uuuu] e outro lá, mas ela pega um lilás. Mais baboseiras Jedi… Adaptamos as tralhas pilhadas pra gente, entupimos a nave de tralha, distribuo anonimamente um montão de água e comida pros povoados dali e nos preparamos pra zarpar. E curioso como estamos do lado de Korriban agora… hunf…

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5º sessão minha de M&M Vilões

29/01/2010

5º sessão minha de Mutantes&Malfeitores: Vilões

Nessa só Dr.Bane, Curintiano e Rúbia.

Começamos com Bane recebendo as atualizações sobre a zona na cidade, tretas rolando pra todo lado, fornecedores cortados, caos generalizado. Informam Bane que o Curintiano tá sendo transferido pra outro presídio, Bane monta uma bazuca energética e vai lá resgatá-lo. Vai de helicóptero mais uns miliquinhos e vê o furgão levando o meliante junto com duas viaturas de escolta. Bane dispara com sua bazuquinha e faz uma das viaturas capotar. Rúbia, que ainda tá usando o corpo do herói da última sessão, vê a zona a distância e vai checar. Vai pra cima do helicóptero mas toma uns tiros e passa reto, toma mais um tirão e vai caindo. Guardinhas no furgão do Curintiano começam a atirar, Curintiano bota um medinho neles, Rúbia possui um desses guardinhas deixando o corpo do herói se esborrachar no chão. Bane bloqueia o rádio dos guardas e capota a outra viatura. Rúbia e Curintiano conversam abobrinhas, Bane explode um pedaço da rua fazendo o furgão capotar. Matam os guardas, Rúbia volta pro corpo do herói, Curintiano é liberado e vão embora.

Rúbia “herói” vai passear atrás de outro herói inteligente. Encontra um genérico resgatando pessoinhas, o cara não estranha as atitudes do herói (primeiro de uma série de sucessos críticos malditos). Ficam especulando sobre os planos dos vilões, estranhando as ações deles em só destruir tudo. Analisam os ataques e Rúbia começa a perceber um padrão nos locais e formas dos ataques, vê que tudo tá conectado. O herói o conecta com o outros heróis da cidade, conversam mais e começam a trabalhar na hipótese de que os vilões tão atrás de outra coisa e talz, ficam trocando idéias.

Se é mesa de heróis o povo quer ser vilão, se é de vilão quer ser herói...

Bane e Curintiano resolvem causar, vão tentar invadir uma base de um grupo de heróis, os Justiceiros. Bane tenta teleportar pra dentro mas é impedido, atira com a bazuca e nada. Vão pelo esgoto, vão destruindo até chegar num campo de força. Ficam atacando e nada. Recebe informe de ataques na base dos Justiceiros e vai checar, acha o helicóptero dos vilões, o destrói e vai atrás dos vilões junto com mais heróis que aparecem.

No esgoto os heróis vão chegando, Curintiano invoca sua galera de maloquêro que entope o esgoto e bota um medo nos heróis. Treta rolando, um dos heróis até pisa na bandeira dos curintianos enfezando eles. Bane modifica a bazuca pra enfraquecer o campo de força e depois explodir, levando os heróis junto. Bane e Curintiano saem, o troço explode derrubando os heróis e enfraquecendo o campo de força. Forçam a porta e entram na base, um hall cheio de fotos, troféus, uniformes antigos, que os curintianos restantes ficam vandalizando.

Bane e Curintiano seguem pela base até a sala de controle. A tranca eletrônica impede eles de entrarem, então Bane fica conversando com a Tranca, uma conversa pra lá de bisonha, até que Bane consegue acessar a tranca e abrir a porta, justo quando um dos heróis capotados junto com Rúbia chegam. Bane aciona as defesas da base que ficam pentelhando o herói que continua socando a porta. Rúbia tira ele de lá antes que capote de novo. Bane fica fuçando nos computadores, mexendo nos sistemas, rouba umas informações e aciona autodestruição. Pega Curintiano e fogem dali teleportando.

Rúbia se reúne com mais heróis, relata a ocorrência, eles conversam abobrinhas heróicas e invadem a base, logo que os vilões se mandaram. Mais um sucesso crítico de Rúbia e os heróis começam a segui-la como líder. Rúbia passa na biblioteca dos heróis pesquisando sobre o Dormitor, depois conversa com um herói maguinho que lhe diz que os Dormitors tão extinto, são seres controladores e poderosos, apanham de coisas bentas ou muito graúdas.

Na base dos vilões Bane e Curintiano relatam as coisas pro chefe Dormitor. Conversam e Dormitor resolve pentelha o Curintiano. Pega uma adaguinha ritual e enfia no coração de Curintiano, com as gotas de sangue desenha símbolos no tapete branquinho enquanto entoa cânticos. O sangue se junta e forma uma criaturinha, uma bolinha de carne com boca e ganchos que grudam no ombro de Curintiano, que está totalmente curado da adagada. Dormitor diz que fez isso pra evitar ter que matá-lo. Ninguém entende lhufas. Então Dormitor mostra numa tela a imagem do herói que Rúbia possuiu. Diz que tá na hora de avançar o plano e zoar de vez os heróis, e pra começar tem que destruir o líder deles, a “Rúbia”. Diz que tá na hora do Sr. Supremo (lembra dele?) entrar em ação.

Os heróis tão tretando contra vilões em pontos que Rúbia redefiniu distribuindo melhor as forças. Quando aparece o Sr. Supremo voando e brilhando e exterminando um herói com um raio energético. Os outros heróis ficam apavorados mas Rúbia os inspira e eles voltam pra batalha. Rúbia vai falar com Supremo. Bane e Curintiano vã pra treta, Bane chega de helicóptero tacando bombas e tocando o terror. Um herói vai pra cima, umas hélices em seu uniforme puxam vento fazendo o crescer e esmurrar o helicóptero, mas Bane teleporta. O cara solta um rajadão de vento ficando menor, depois puxa vento crescendo de novo, Bane fica tentando colocar uma bomba no cangote do cara, finalmente explode uma perto o suficiente arremessando o cara. Já o Curintiano invoca a galera que vai vandalizar geral quando aparece uma cara alado com uma espada, capacete de gavião e o símbolo do Corinthians. Se apresenta como o Gavião Fiel e diz que socar aqueles curintianos safados. Fica passando a espada neles mas os caras fazem montinho e o derrubam enquanto o Curintiano corajosamente fica atirando escondido. Os maloquêro arrancam as asas do cara e sentam a porrada nele, o capotando. Até tombam uma carcaça de carro em cima dele, mó mancada…

Será o fim de nosso bravo herói?

Já Rúbia fica pentelhando o Sr. Supremo. O cara carrega energia e taca umas bolas energéticas nela, machucando. Rúbia vai na lábia e convence o cara que tá do lado dos vilões, que o Dormitor tá aprontando e bota mais caraminholas na cuca do Supremo (mais um maldito sucesso crítico). O Supremo vai embora tirar satisfação com Dormitor, Rúbia tira o cara crescedor da batalha pra se recuperar, mais tretas até que os heróis derrotam os vilões, mesmo tento tomado uma sova. Todos voltam pra suas bases pra se curar, e o Curintiano finalmente sai do esconderijo. hehehe

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1º sessão de CdZ do Tib

21/01/2010

1º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib

Na verdade a mesa já teve várias sessões, mas eu entrei nessa com meu pj aspirante, o Faris. Estavam também, de cavaleiros, o Rodrigo com Takeshi (lembra dele?). Pri com Flora, a moça verde das plantas. O Seiya com Lucas. O Julio com Alexandre. De aspirantes o Marcelo com Medif, o Danizinho com Amenothep, e o Dib com o Max.

Takeshi trazia Amenothep do Egito pro Santuário. Aparentemente Amenothep tinha que entregar uma caixa e uns objetos místicos pra Mestra por ordem duma xamã fodona logo depois da aldeia ter sido destruída. Ambos correndo rapidão, mas Takeshi resolveu correr rápido demais carregando Amenothep e o atrito ralou todo o pobre Thep. Dias depois chegam no Santuário, Aldebaram os encontra por lá (meu outro pj) depois de sentir a mistiquice da encomenda. Despacha Takeshi e leva Thep pra trocar de roupa pra ser apresentado a Mestra. Aldebaram nota o símbolo de Touro na caixa. Vamos pra sala da Mestra. Devido umas tretas por aí o Santuário tá meio paranóico, então havia três cavaleiros de prata impedindo a passagem pelas doze casas até a mestra. Pega autorização com Claude até que nos levam até a casa de Aquário falar com Hanna, já que a Mestra tá indisponível. Hanna nos recebe, falamos abobrinhas e ela manda Aldebaram guardar a caixa e o moleque. Aldebaram guarda os dois na casa de Touro e fica queimando umas ervas deixando Thep locão.

Já o resto do povo… Lucas, Alexandre e Medif tão levando dois moribundos até a Mestra depois duma treta no Santuário. Chegam na escadaria e trombam os três cavaleiros de prata que os impedem de passar. Batem boca até que liberam Medif de passar já que é um mensageiro oficial ou algo assim, Lucas e Alexandre vão pra perto da prisão do cabo Sunion pra ninguém ver os moribundos com eles. Flora tá cuidando dum bonsai quando vê os dois, cola neles e Alexandre, que já tava incrivelmente estrupiado, tropeça pra morte mas ela o segura. Ficam conversando.

Max acorda todo preso sem saber onde está. Escuta gritaria aleatórias e sente água ao redor. Fica resmungando confuso até desmaiar algumas vezes, até que acorda um vez sentindo um abraço carinhoso e maternal e uma voz feminina dizendo que o sofrimento dele logo vai acabar.

Lucas, Flora e Alexandre sentem a presença momentânea de Athena nas prisões do cabo Sunion. Flora cria uns matos e guardam os moribundos lá. Impedem Alexandre de ir por ele já estar todo zuado, vão checar a prisão e encontram Max preso. Conversam, notam um cadáver fresquinho ali no canto, num entendem o que tá pegando, até que sentem um cosmo hostil se aproximando rápido.

Medif chega na sala de Hanna e passa o relatório da treta passada, e despachado de volta e no caminho pra encontrar seus camaradas no cabo percebe alguém vindo bem rápido na mesma direção. Ele dá passagem e gruda no vácuo do meliante. No cabo Alexandre tá de guarda e vê um cara de manto correndo pra lá, prepara seu golpe e desfere no intruso, mas erra. Flora aparece, o cara de manto dá um golpe igual de Alexandre no próprio mas Flora o tira do caminho.Lucas liberta Max e ambos vão pra treta.

Eu estou feliz e contente indo levar a marmita do guarda do cabo Sunion quando vejo a zona. Lá de longe já grito (escrotamente) perguntando o que tá pegando. O cara de manto pára de atacar por um momento abismado com minha falta de noção, logo tá todo mundo tretando. Pancadaria rola solta, o cara segura tudo e copia os ataques bons. Até que Flora joga umas plantas nele e ele converte o troço pra proteger ele. Alexandre dá um golpão com uma espada relampejante e empala o cidadão, mas não o suficiente pra matar. Eu atraio os ataques da planta protetora e o resto arrebenta o cara pela brecha aberta, empurrando-o na espada terminando de matar o cabra.

Odeio enfrentar mimicos

Tiramos o capuz e sacamos que o morto é o tal de Jacques, um discípulo do Woltan de Escorpião. Conversamos abobrinhas e nos separamos. Eu pego o cadáver do guardinha e chamo Medif pra apostar uma corrida, ele finge que aceita e eu saio correndo que nem otário. hehehe. Uns ficam cuidando do cabo, outros vão passear. Encontram Woltan no caminho, passam o que pegou, ele me dá esporros por carregar o morto correndo. Manda espalhar a notícia que vai rolar um teste-jogo pros aspiras arrumarem mestres. Espalho a notícia extorquindo coca-cola dos manés.

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12º sessão de D&D do Gabriel

21/01/2010

12º sessão de D&D do Gabriel

O Tib entrou com o elfo porradeiro Thalantarionthes. Ele rolou com outros npcs a mesa toda até nossos persoangens se encontrarem, então nem registrei, sabe…

Os líderes Tritão e Sahuagin dizem que vão cuidar do Insetão possuído enquanto eu e meu grupo lidamos com o Kuotoa. Chegamos na cidade e vários controlados se libertam do controle por momentos, aparentemente o safado que tá comandando eles tá focando em outra coisa. Achamos o tal Kuotoa chacoalhando seus badulaques místicos. Então alguém entra na minha mente e fica me pentelhando, questionando meus motivos e ações, talvez seja o tal safadão psiônico. Daí o Kuotoa entra na minha mente dizendo ter assumido o controle temporariamente e vai ajudar a gente a derrotá-lo. Avistamos um relógio solar gigante no centro da cidade, aparentemente o Kuotoa tava ligado àquilo sugando poderes, o que atrapalharia muito derrotá-lo. Pra desativar o troço precisaríamos de luz, então depois de muita discussão Herbec e Farawind foram cuidar do relógio com suas luzes  magiquinhas enquanto eu e o Ent seguramos o Kuotoa.

Ativar um relógio solar no fundo do mar não é fácil

Vamos pra porrada, o Ent toma uns raios de gelo que fazem um belo estrago nele. Eu não consigo agarrá-lo por sua pele escorregadia, mas consigo arrangar a lança grudenta da mão dele. Mais uns tapas e o relógio é desativado e o Kuotoa volta ao normal.

Um grande coluna ergue-se com um cristalzão na ponta e o possível safadão o rodeando. O troço é enooorme, cheio de tentáculos, ne dizem ser um Aboleth. Os quatro líderes se juntam, Kuotoa, Tritão, Sahuagin e Insetão. Dizem que vão nos turbinar em conjunto pra podermos socar aquilo. Nós cuidamos dos tentáculos enquanto o Ent soca o centro por ser imune a psiquismo e os Formians tentam destruir o cristal. Vamos todos pimpados e ficamos tretando com tentáculos enquanto o Ent espeta o orgão psião do monstrengo. Altos tapas e arrebentamos o bicho, que se dissolve em ácido e o cristal vai junto. Tudo volta ao normal na Fenda do Biquini.

Aboleth - Só um bacalhau superdesenvolvido

Nosso barquinho nos coleta, todos marujos tavam bem, voltamos pra cidade na superfície e vamos direto até Barbarossa. Passamos o relatório, avisamos das pontas soltas, ele agradece, então chama meus elementais pra conversar e pergunta sobre o que eles aprenderam, os elementais respondem de boa, depois somos despachados pro reino do Fogo pra continuar a missão. Passamos o tempo da viagem zoneando no barco, mó relax. O Ent faz o tal pacto comigo, eu ganho a habilidade dele de imunidade a coisas mentais e ele ganha minha movimentação. Como eu disse, um Ent correndo e dando carga! Yeah!

Chegamos no reino do Fogo, uma cidade num vulcão. Somos escoltados até o rei, um Orc grandão cheio dos pinduricalhos chamado Kaimon. Vamos jantar, conto pra ele da missão e profecia e toda a papagaiada, ele diz não ligar pra essas bobagens. Então o puto troca de personalidade, como me avisaram, ele tem dentro dele o espírito do antigo senhor do Fogo, Kalaio, e é também o única ser no mundo todo que ainda tem um elemental do espírito (e caso vc não lembre eu tô tentando salvar esse lance de espírito e talz.). O cara é totalmente diferente do Kaimon, me leva pra passear e pegunta sobre a profecia e tudo mais, sobre minhas visões e que coisas assim rolaram séculos atrás quando ele morreu.. Daí troca de volta pro Kaimon e fica putão pelo Kalaio ter tomado o corpo assim, fala mais umas abobrinhas e resolve terminar logo a reunião me dando um elemental do fogo, Grolator. Pooorém quando estamos fazendo o pacto tudo some e vejo uma cópia minha pelada. Conversamos, parece ser a versão astral minha, num entendo lhufas do que tá pegando, só vejo o Kalaio rachando o bico. Volto ao normal, Kalaio me arrasta pra fora pra falar mais abobrinha até que Kaimon volta e vai embora.

Kaimon/Kalayo - o rei foguento

Recebo mensagem do Artie (o anão porradeiro do reino da pedra) pedindo pra encontrá-lo no reino do Aroma pra resolver uns pepinos. Zarpamos, saltamos do barco voador no meio da quiaca com flecha zunindo pra todo lado. Pousamos em goblinóides, começamos a treta até aparecer Artie e o grupo que tava com ele. No grupo tem os arroz de festa Alvin e Gideon (o halfling e elfo caçadores do portal cintilante), o elfo misterioso Amanodel e o elfo porradeiro Thalantarionthes (pj do Tib).

Thalantarionthes

Artie diz que tão caçando um cara fortão genocida chamado Rise e um elfo matador de elfos, e vão invadir o forte dos caras. Ele comenta da falta de sentido das ações do rei que mandou o exército furreca pra enfrentar os malvadões, ficamos discutindo conspirações. Farawind, Herbec e umas formians voltam pra cidade cuidar de burocracias, o resto discute planos de invasão. Fica combinado que Artie irá por baixo da terra até a torre dos arqueiros e os arrebentará, então entramos com tudo.

Seguimos com o plano. Artie nada pela terra e atropela os arqueiros (coisa que ele vai me ensinar em breve huhuhuhu). Entramos chutando a porta, quiaca forte rolando lá fora entre exércitos, lá dentro só vemos o malvadão armadurado Rise que viemos arrebentar. O cara é todo educado e oferece pra gente ir embora mas Artie tem uma treta pessoal com ele então vamos brigar mesmo. Artie vai pra cima em carga, e Gideon morre com uma flechada certeira, aparentemente o matador de elfos tava por lá. Observo e o vejo escondidinho perto duma carroça. Então Amanodel ataca Thalantarionthes, safado traidor também era matador de elfos, os dois ficam tretando. O Ent corre muito e espeta o arqueiro na carroça que sai correndo. Eu, Artie, os dois Formians ficamos tretando com o Rise. Tapas fortes depois conseguimos derrotar Amanodel e Rise, mas o elfo matador sai correndo,Thalantarionthes até tenta seguí-lo mas não rola. Tomamos o forte e colocamos a bandeirinha da União.

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6º sessão de Scion do Angelo

21/01/2010

6º sessão de Scion do Angelo

Nessa só eu, Izel e Hadinho.

Como o mestre já não lembrava mais o que tinha planejado seguimos pelo templo e conseguimos o que tínhamos ido buscar, só não lembrávamos de como tínhamos feito. Sabe como é, coisas do Destino e talz. Acordamos numa encosta, clima gostoso, e sem nosso camarada puliça. Ficamos confusos, Hadinho deduz que estamos próximos da Inglaterra (ou era Escócia?). JFK sai voando pra fazer reconhecimento. Nas árvores vemos uns lagartos grandes passeando. Especulamos e deduzimos termos sido capturados, falo pro ambiente pedindo pra falar com alguém, mas nada acontece.Passa um tempo e ouço um grito de JFK, vou checar voando mas não acho nada, continuo procurando.

Izel saca algo sobre um povo lagarto ancestral que queria derrubar o deus sol ou algo assim. Então os lagartões começam a rastejar em direção ao povo e começam a se transformarem em bípedes. O povo espera e os lagartos falam que vieram conversar já que a gente pediu pra falar com alguém. Depois de muita conversa descobrem que estamos passeando no corpo de Gaia, a mãe do Typhon, o titã geladinho. Os lagartos dizem que estamos com algo que não pertence a nós, então Sven mexe na mochila e tira uma vareta dourada com roldanas, aparentemente aquilo que pegamos no templo passado. E eu voando noto que as coisas se mexem estranhas, uso um poder de línguas e começo a ouvir Gaia falando. Volto e me junto ao grupo. Conversamos mais com Gaia e pedimos ajuda e pra nos levar de volta pra continuarmos a campanha, ela manda seguir os lagartos.

Gaia - E o nível da encrenca só cresce

Chegamos até uma clareira com um poço, a água do poço parece estranha, diz pra olharmos na água, Sven fica com frescura por ter visto algo ruim. Dou um sermão nele e todos olhamos pro poço. Todos temos uma visão, porém adaptada aos nossos respectivos panteões. Vemos que tá rolando manipulação suja em alto escalão, já ficamos com a pulga atrás da orelha. Sven diz que viu pessoas molhadas pingando água suja. Especulamos até cansar.

Pedimos pra Gaia nos mandar de volta e devolver JFK, ela diz que o JFK fez besteira e vai ter que ficar por lá, converso com ele através do poço, ele diz que ele ficar lá é o preço que tem que pagar pra gente poder voltar.Oh bem… Voltamos pra encosta e a dona Gaia nos manda de volta. Acordamos numa ilha com ruínas gregas. Identificamos como a ilha do minotauro. Meio perdidos já que voltamos pro mundo normal quando deveríamos estar no mundo das sombras. Discutimos bastante, então pego o troço dourado do templo e tento ativar. Coisas brilham, ele estica e vira um arco. Deduzimos que é a ajuda que Typhon vai nos fornecer. Hadinho pega o arco, manda a flecha dizer o caminho pro nosso objetivo, o Erebus, e atira a flecha, que deixa um fio dourado pra seguirmos, até o oriente.

Esses titãs ultrapassados...

Discutimos muito sobre o que fazer a seguir, então checamos na civilização e descobrimos que estamos seis meses no passado. A Gaia sem vergonha aprontou. Muuuito mais discussão, Yue vai saindo mas a convencemos de ficar juntos. Concordamos que precisamos falar com nossos pais, então Sven vem com frescura por que ainda não descobriu quem é seu papai. Uma sessão de terapia da Izel depois e tudo resolvido. Então fazemos algo bunitinho, juntamos as mão e invocamos nossos pais pra conversar. Cada um tem seu papinho, contamos da zica e nos mandam de volta pro tempo certo.Detalhe pra Izel aparecendo no meio da cidade com um escalpo dum cara que papai deu pra ela, quase gera uma encrenca.

Nos encontramos na casa da Izel, nosso point já. Aparentemente Sven teve seu contato divino. Checamos a situação e descobrimos que as coisas tão mais suaves de que quando saímos, passaram dois dias. Porém a casa da Izel tá cheia da pó como se abandonada por meses, e a tal ilha que aparecemos no passado ganhou independência da Grécia. Percebemos o quanto nossas ações tão bagunçando misticamente o mundo. Paramos pra discutir o que fazer na próxima sessão.

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6º mesa de Exalted do Seiya

21/01/2010

6º mesa de Exalted do Seiya

Nessa o Angelo voltou com o DoL, o robozão, mas sem um braço que ainda não regenerou. E teve a Paula como Lirien, uma Solar flautista e que tava andando com a SDS.

DoL fica sabendo que as duas foram pra direção duma bisonhice cósmica então foi atrás. Chega dando susto nas duas que fogem até que ele consegue segurá-las e conversar. Descobre que Kalini foi morta pela DragonBlooded do Kauê, SDS e Lirien estão indo pruma mina caçar jade branco. Na área tem a bisonhice cósmica, ele pega as duas e voa até a mina pra evitar a área.

Eu vôo de carroça turbo e chego na mina, vejo uma chama prateada de essência pura no meio da montanha, desço pra investigar, acho um templo com escritas bizarras. Vejo o resto do grupo chegando, nos reunimos, contamos as novas e seguimos pelo templo. SDS sente-se estranhamente bem no lugar (mau sinal). Conforme entramos percebo fodamente [13 sucessos…] que o lugar é uma armadilha, cheio de ligações malandras. Passo pro povo, as minas saem do templo, DoL explode tudo dando um curto na armadilha, as minas voltam.

Essêêêêência...

Vamos andando, achamos uma sala com um altar, e uma bolinha de sombras, um espírito. Vou falar com ele e o safado me engloba tentando me corromper. Eu devolvo om favor e tento corromper (ou salvar) ele. DoL dá uns disparos e Lirien faz seus ugabugas que enfraquecem o bicho até que ele é pedalado e some.

Notamos um buraco embaixo do altar, além de caminho pra frente. Discutimos sobre o que fazer, jogamos luz no buraco e vemos que é bem fundo. Percebemos que é uma saída de exaustão, e que fica logo embaixo da chama prateada. Vou lá checar a chama mas num dá em nada. Descemos o buraco e chegamos numa sala enoooorme. Lá acho uns escritos na parede, a história de Luna achando a prata pra tatuar e talz, e lá acho um veio de prata e vou minerar. SDS acha uma caixa, ela sente familiaridade com o local, abre a caixa e acha um chicote legal que ela pega. O povo investiga e acha uma alavanca e uma porta, mas ignoram.

Descem por outro buraco, dessa vez um local mais cavernoso com caminhos, o povo vai explorando até que a coisa começa a esquentar, literalmente, e saem. DoL vai até o fim e acha um veio de lava. Ao que tudo indica o local todo era uma forja que foi abandonada há uns anos. Eles sentem brisas estranhas também. Pra mim estamos dentro de algum bicho bem grande, mas vai saber né, minar, minar, minar…