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1º sessão de Exalted: Dragon-blooded do Angelo

15/01/2010

1º sessão de Exalted: Dragon-blooded do Angelo

Todos somos dragon-blooded das famílias tradicionais e vivemos na ilha feliz do Dragon-blooded. Eu estou como Tsaburo Iselsi, andarilho maloqueiro “Kung Lao Wanna Be” do fogo. A Graci como uma ocultista da família Ledaal do elemento ar. Danizinho como Hanzou, um marinheiro porradeiro da família Peleps do elemento água. E o Alvaro como Huang Lin, um viajante da família Mnemon do elemento madeira.

Tsaburo Iselsi

Começamos andando aleatoriamente pela cidade quando somos abordados por um mané todo esfarrapado e abobado num transe que começa a falar bobagens em tom de profecia. Depois de terminar o mané desmaia. Eu deixo meu mané lá jogado e fico observando de longe. A Ledaal e o Peleps tentam ajudar seus respectivos manés. Huang encontrou o mané antes de chegar na cidade, mas tava voltando pra lá [é, jogador atrasado mesmo]. Logo os manés acordam e saem correndo. Todos perseguem até que eles entram num beco e se juntam, literalmente, se mesclam formando uma pessoa só. Eu saio da furtividade (falha crítica gigante), e questionamos o mané. Ele parece não saber o que tá acontecendo e fica todo assustado. Continuamos o interrogatório, até que alguém fala na mente do Peleps mais profecias, algo sobre uma criança que vai governar por milênios e vai consertar a situação. Mais perguntas e o Huang chega, discutimos e sem ter muito com o que prosseguir resolvemos investigar separados. Quando estamos saindo ouvimos o mané rindo psicoticamente e sumindo num brilho na parede. Ficamos bem encafifados e cada um vai prum canto.

Peleps vai pro porto, Huang checa com a família dele, Ledaal vai atrás dum hermitão ocultista e eu vou no gueto tentar achar o mané pra seguí-lo. Num lembro quem acha o quê, só que nos reunimos depois com mais detalhes sobre a profecia e muito mais dúvidas. Descubro sobre uns ataques de krakens que afundaram uns barcos e caçadores já saíram pra achar o bicho. Além disso o tal mané aparentemente foi visto saindo do mar ao anoitecer e frequenta a área do porto. Vigiamos e achamos o cabra num buteco. Vamos até ele pra tentar tirar nossas dúvidas.

Fechamos nele e não somos lá muito sociáveis, cansados de rodeios eu parto pra ignorância e dou uns tapas nele mandando ele falar pro chefe dele deixar de lero-lero e aparecer logo, o cara sai putão procurando pelas otoridades. Eu desencano e saio do buteco pra passear, o resto fica discutindo. Então coisas acontecem. Coisas tremem, buracos se abrem e vemos garras saindo desses buracos. Logo vemos um bicho endemoniado, um lá no buteco e dois lá fora onde eu tô. Começamos o quebra-pau.

No buteco, a Ledaal se protege atrás do balcão, Peleps e Huang entram na treta, o bicho é encardido, guenta bastante e devolve com força. Depois de muitos tapas dados e recebidos nosso camarada Huang capota, então Ledaal invoca um elemental do ar que segura o bicho enquanto o Peleps foge carregando Huang. Lá fora num são flores também. Eu taco meu chapéu cortante que fica mantendo um dos bichos ocupado enquanto eu lido com o outro, várias espadas e muitos dados depois e o bicho só tá arranhado. Como nesse jogo o Poser Bônus é legalizado eu aproveito e faço CG, dou piruetas, meu chapéu volta pra minha cuca, no caminho corto uma corda que segura tralhas aleatórias que entram em movimento, caio numa tábua alavanca, as tralhas caem na tábua e me dão um baita impulso prum pulão, e quando estou na frente da lua explodo minha aura de chamas e desço como um cometa pra cima do bicho-ruim dando uma bela espadada que seca todas minhas forças…. e só arranha o braço dele. [mais precisamente 29 dados de dano e o bicho só toma 2…]  Então o Peleps me pega e saímos correndo dali, pra…err…reagrupar. hehehe

Levamos o semi-vivo Huang até a família dele e bizarramente forças externas ajudaram ele a se recuperar. Tivemos mais profecias em nossas cabeças e discutimos a situação. Huang teve uma visão bizonha, um lugar macabro com um relógio de fogo e uma menina samaresca falando algo sobre a alma dela estar presa em algum objeto, coisas assim. Passada essa zica alguém nos contrata pra resgatar uma menina nobre que sumiu numa cidade lá longe, nos pagam uns tecos de jade. Bora…

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