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10º sessão de D&D do Gabriel

15/01/2010

10º sessão de D&D do Gabriel

Lá no formigueiro, falávamos com a rainha Formian. Ela pergunta o que pode fazer por mim como agradecimento, eu digo que estou na missão de achar e ajudar um tal de guerreiro da Lua. Ela faz umas magias lokas e diz que eu acharei pistas do paradeiro do tal num lugar de maresia. Pergunto se ela sabe o objetivo do guerreiro da Lua, ela faz mais magias e diz que ele tem a ver com a um elemental do Espírito, talvez o último deles, e tem que evitar uma zica bem forte, tipo colapso geral da porra toda. Ela me passa tudo por escrito em pergaminhos mágicos que só eu posso ler. Recebo uma mensagem no vento do Zynd pedindo pra pedir pra rainha virar a senhora elemental da pedra. Se entender por que diabos, peço e ela diz que como retribuição ao meus feitos ela aceita. Então manda seis formians me acompanharem, sendo uma sargento, duas soldados e três operárias.

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Voltamos pro palácio de Zynd pras nossas recompensas padrão. Ele diz que vai nos mandar por reino da água continuar com as missões. E de acordo com as leis do mundo nós recebemos recompensas oficiais pelos nossos serviços. Uma espada matadora de Kruthik, que deixo pro Herbec vender. Uma bandana que melhora minhas habilidade atléticas. Umas poções de cura e de melhoria de habilidade. Somos despachados, então aparece aquele homem-árvore de antes só que bem menor, diz que agora pode caçar os esquilos melhor. Antes de partir mando um alfaiate fazer uns uniformes legais pras minhas formians.

Partimos de barco voador pois aparentemente deu um xabu no teleporte do mundo, algo a ver com o elemental do Espaço. Descemos na capital do reino da água, piratas pra todo lado. Somos levados até a área do rei, um local incrivelmente baitola totalmente destoante do resto da cidade. Guardam minhas formians no curral, Herbec diz que tá sendo chamado no reino da pedra pruma cerimônia do Drei e Farawind vai resolver assuntos da ordem dela por ali. Trombo na rua um monge que quer me conhecer, pergunta sobre minha missão e talz, diz que também tá atrás do cara da lua, mas fico no modo paranóico defensivo. Logo ele vai embora. Eu sou levado até o rei, numa taverna totalmente destoante da baitolagem, com bagunça rolando solta. Um piratão com duas pernas de pau e duas mãos de gancho é o rei Barbarossa.

Será que aqui descolo um elemental do Rum?

Ele me recebe, conto pra ele do lance do guerreiro da Lua, ele me passa o problema que está tendo. Um templo secreto dos tritões foi tomado por um bicho fodão e temos que resolver, só que não sabem onde fica o templo. Tem informações que um monge tatuado foi visto lá, e um cigano saberia onde é, mas tá tudo bagunçado. Ele pede pra ver meus elementais, mostro e ele fica conversando com eles. Então diz que os outros rei disseram pra me dar um elemental também, então ele invoca um elemental de água e sai fora pra zonear na taverna.

Vou conversar com o elemental mas ele num quer nem saber de mim, converso e explico toda a situação, ele diz que topa ir comigo se ajudar numa parada. Numa taverna ali perto tem alguém zuando o vinho da taverna e ele quer que isso pare. Concordo, vou checar na taverna, bocada barra pesada. Colo no taverneiro, pergunto o que tá pegando e ele desconversa. Deduzo que tá rolando uma intimidação pela máfia local, o que deixa as coisas mais complicadas. Farawind aparece, vai beber no balcão. Um cara folgado vai até ela, esbarra em mim mas nem ligo. Ele tenta xavecar farawind mas ela ignora e ele volta pra mesa dele, noto que ele roubou umas peças de ouro minha, mas nem ligo. O taverneiro pede preu ir embora, vou e fico observando de fora.

Colo nos fundos da taverna atrás do resto da família do taverneiro mas só tem uns pivetes, dizem que o cara volta de madruga. Volto lá na madruga e tento conversar com o cara, ele diz que tá devendo cem peças de ouro, ofereço mil pra ele mas ele diz que não pode aceitar, dá a entender que está sendo vigiado. Deixo ele e vou procurar quem está vigiando, tomo umas flechadas e não acho o cara. Então dou um pulão surpresa pra mudar de lugar e fazer o caras se mover, daí acho ele. Dou-lhe um tapão e o cara morre. Vejo nele um símbolo dum escorpião, provavelmente a gangue dele. Volto pra observação.

Herege? Eu?

Logo Farawind aparece, explico toda a zona pra ela, ela diz que vai investigar. Também arma uma cabaninha pra gente no meio do mato, pois parece ser mais seguro que na cidade e talz. No meio da noite o tal monge aparece de novo me chamando pra conversar. Ele fala mais abobrinhas, parece bem prestativo e diz que vai ajudar com o lance da taverna. De manhã Farawind vai investigar transformada em rato. Eu recebo mensagem de Herbec voltando. Nos trombamos, ele conta da cerimônia, conto da treta, ele sugere consultarmos Artie. Falamos com ele via mensagem ele sugere umas soluções, tipo arrebentar os líderes, chamar a polícia local, e mais operações militares. Agradeço e peso as opções. Herbec faz uma mansão mágica no meio da floresta, um lance meio dimensional que só nós podemos entrar e talz. Depois dum tempo Farawind volta com informações sobre a gangue do escorpião. Fala que o chefe é uma criatura aquática fodona que anda com uns tubarões terrestres e mais uns capangas especiais. Além dos mercenários e peões diversos. Fico pensando no que fazer…

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