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12º sessão de D&D do Gabriel

21/01/2010

12º sessão de D&D do Gabriel

O Tib entrou com o elfo porradeiro Thalantarionthes. Ele rolou com outros npcs a mesa toda até nossos persoangens se encontrarem, então nem registrei, sabe…

Os líderes Tritão e Sahuagin dizem que vão cuidar do Insetão possuído enquanto eu e meu grupo lidamos com o Kuotoa. Chegamos na cidade e vários controlados se libertam do controle por momentos, aparentemente o safado que tá comandando eles tá focando em outra coisa. Achamos o tal Kuotoa chacoalhando seus badulaques místicos. Então alguém entra na minha mente e fica me pentelhando, questionando meus motivos e ações, talvez seja o tal safadão psiônico. Daí o Kuotoa entra na minha mente dizendo ter assumido o controle temporariamente e vai ajudar a gente a derrotá-lo. Avistamos um relógio solar gigante no centro da cidade, aparentemente o Kuotoa tava ligado àquilo sugando poderes, o que atrapalharia muito derrotá-lo. Pra desativar o troço precisaríamos de luz, então depois de muita discussão Herbec e Farawind foram cuidar do relógio com suas luzes  magiquinhas enquanto eu e o Ent seguramos o Kuotoa.

Ativar um relógio solar no fundo do mar não é fácil

Vamos pra porrada, o Ent toma uns raios de gelo que fazem um belo estrago nele. Eu não consigo agarrá-lo por sua pele escorregadia, mas consigo arrangar a lança grudenta da mão dele. Mais uns tapas e o relógio é desativado e o Kuotoa volta ao normal.

Um grande coluna ergue-se com um cristalzão na ponta e o possível safadão o rodeando. O troço é enooorme, cheio de tentáculos, ne dizem ser um Aboleth. Os quatro líderes se juntam, Kuotoa, Tritão, Sahuagin e Insetão. Dizem que vão nos turbinar em conjunto pra podermos socar aquilo. Nós cuidamos dos tentáculos enquanto o Ent soca o centro por ser imune a psiquismo e os Formians tentam destruir o cristal. Vamos todos pimpados e ficamos tretando com tentáculos enquanto o Ent espeta o orgão psião do monstrengo. Altos tapas e arrebentamos o bicho, que se dissolve em ácido e o cristal vai junto. Tudo volta ao normal na Fenda do Biquini.

Aboleth - Só um bacalhau superdesenvolvido

Nosso barquinho nos coleta, todos marujos tavam bem, voltamos pra cidade na superfície e vamos direto até Barbarossa. Passamos o relatório, avisamos das pontas soltas, ele agradece, então chama meus elementais pra conversar e pergunta sobre o que eles aprenderam, os elementais respondem de boa, depois somos despachados pro reino do Fogo pra continuar a missão. Passamos o tempo da viagem zoneando no barco, mó relax. O Ent faz o tal pacto comigo, eu ganho a habilidade dele de imunidade a coisas mentais e ele ganha minha movimentação. Como eu disse, um Ent correndo e dando carga! Yeah!

Chegamos no reino do Fogo, uma cidade num vulcão. Somos escoltados até o rei, um Orc grandão cheio dos pinduricalhos chamado Kaimon. Vamos jantar, conto pra ele da missão e profecia e toda a papagaiada, ele diz não ligar pra essas bobagens. Então o puto troca de personalidade, como me avisaram, ele tem dentro dele o espírito do antigo senhor do Fogo, Kalaio, e é também o única ser no mundo todo que ainda tem um elemental do espírito (e caso vc não lembre eu tô tentando salvar esse lance de espírito e talz.). O cara é totalmente diferente do Kaimon, me leva pra passear e pegunta sobre a profecia e tudo mais, sobre minhas visões e que coisas assim rolaram séculos atrás quando ele morreu.. Daí troca de volta pro Kaimon e fica putão pelo Kalaio ter tomado o corpo assim, fala mais umas abobrinhas e resolve terminar logo a reunião me dando um elemental do fogo, Grolator. Pooorém quando estamos fazendo o pacto tudo some e vejo uma cópia minha pelada. Conversamos, parece ser a versão astral minha, num entendo lhufas do que tá pegando, só vejo o Kalaio rachando o bico. Volto ao normal, Kalaio me arrasta pra fora pra falar mais abobrinha até que Kaimon volta e vai embora.

Kaimon/Kalayo - o rei foguento

Recebo mensagem do Artie (o anão porradeiro do reino da pedra) pedindo pra encontrá-lo no reino do Aroma pra resolver uns pepinos. Zarpamos, saltamos do barco voador no meio da quiaca com flecha zunindo pra todo lado. Pousamos em goblinóides, começamos a treta até aparecer Artie e o grupo que tava com ele. No grupo tem os arroz de festa Alvin e Gideon (o halfling e elfo caçadores do portal cintilante), o elfo misterioso Amanodel e o elfo porradeiro Thalantarionthes (pj do Tib).

Thalantarionthes

Artie diz que tão caçando um cara fortão genocida chamado Rise e um elfo matador de elfos, e vão invadir o forte dos caras. Ele comenta da falta de sentido das ações do rei que mandou o exército furreca pra enfrentar os malvadões, ficamos discutindo conspirações. Farawind, Herbec e umas formians voltam pra cidade cuidar de burocracias, o resto discute planos de invasão. Fica combinado que Artie irá por baixo da terra até a torre dos arqueiros e os arrebentará, então entramos com tudo.

Seguimos com o plano. Artie nada pela terra e atropela os arqueiros (coisa que ele vai me ensinar em breve huhuhuhu). Entramos chutando a porta, quiaca forte rolando lá fora entre exércitos, lá dentro só vemos o malvadão armadurado Rise que viemos arrebentar. O cara é todo educado e oferece pra gente ir embora mas Artie tem uma treta pessoal com ele então vamos brigar mesmo. Artie vai pra cima em carga, e Gideon morre com uma flechada certeira, aparentemente o matador de elfos tava por lá. Observo e o vejo escondidinho perto duma carroça. Então Amanodel ataca Thalantarionthes, safado traidor também era matador de elfos, os dois ficam tretando. O Ent corre muito e espeta o arqueiro na carroça que sai correndo. Eu, Artie, os dois Formians ficamos tretando com o Rise. Tapas fortes depois conseguimos derrotar Amanodel e Rise, mas o elfo matador sai correndo,Thalantarionthes até tenta seguí-lo mas não rola. Tomamos o forte e colocamos a bandeirinha da União.

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