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2º mesa de Exalted do Angelo

21/01/2010

2º mesa de Exalted do Angelo


Nessa o Hugo entrou como um monge Cathak, do elemento terra.

Quando cheguei (é, cheguei mais tarde) o povo já tinha encontrado o Cathak e contado das nossas estripulias passadas. Estamos na casa de Huang ainda, nos apresentam, discutimos sobre como proceder pra achar a mina que nos contrataram pra achar. Como a família do Peleps é famosa pelos barcos deixamos ele cuidar do transporte. No meio da discussão levantou-se a idéia de trabalhar pros Anátemas (os exaltados que não são dragonblooded) e eu fiquei obviamente pensativo, então o Cathak se estressou e veio me questionar. Deu murros na parede desabando-a e metendo banca na galera, Huang ficou putão e talz. Só felicidades…

Até que uma luz azul brilha lá fora e algo grande e peludo vai entrando pela parede, rosnando e babando. Eu e Ledaal saímos correndo e o resto vai pra porrada. Pancadaria rolando. Huang taca flechas, Peleps e Cathak colam no bicho e dão uns bicudos. Eu atiro meu chapéu fazendo uma cortina enrolar no cara tapando a visão dele e deixando o chão escorregadio. mais porradas, então meu chapéu volta, dou um pulo usando ele como suporte, dou piruetas, corro pelo teto chegando em cima do bicho e desço com umas espadada nas costas abrindo um talho, então meu chapéu volta e crava no peito do infeliz derrubando ele. Sou o ranger vermelho pô, tenho que ser poser.

Imagina as pulgas desses Lunares

O bicho começa a voltar a forma normal e é uma mina. Os guardas aparecem e despachamos o corpo pro templo do Cathak, eu acompanho fazendo pose parecendo fodão, o resto vem logo atrás. Ledaal fala com o espirito da moça, ela diz que foi contratada e se pá teve sucesso na missão, mas não diz quem ou porque. Conversamos mais abobrinhas e nos separamos pra nos prepararmos pra viajem.

Ledaal vai pra casa conversar com o véio mentor dela contar o que rolou. Eu a sigo pelos telhados só pra matar o tempo. Ela fala com o véio que diz umas bobagens e bota na cabeça dela que ela tem que ir pra outra cidade que não a que a gente tá indo. Aiai… Huang fica tentando pensar como o caçador que tá nos procurando, fica passeando com seu lobo fuçando. Cathak vai pro templo meditar e Peleps vai atrás dum barco. Descola passagem pra gente num barco e todos voltamos pra casa de Huang.

De sacanagem pego Huang de surpresa,  então vemos um vulto pela noite, emboscamos mas era só o Peleps. O resto aparece, conversamos sobre a partida, todos dormem por lá mesmo. Todos menos Peleps tem pesadelos na noite. O meu era sobre um lugar alto e esse lugar virava alguém que me pisoteava. Num lembro os dos outros. Amanhece, só Peleps de boa, zarpamos.

Fico no alto do mastro observando, vejo algo grande vir por debaixo do barco, alerto todos, então tentáculo enormes surgem da água tentando agarrar o barco. Porradaria com tentáculos. Peleps pula na água e vai enfrentar o bicho no mano a mano, uma lula gigante com algumas bocas malvadas, e arrebentam o pobre Peleps. Os tentáculos abraçam o barco e começam a despedaça-lo. Huang faz umas firulas deslizando pelo convés passando a espada nos tentáculos. Eu taco meu chapéu fazendo-o cortar o mastro, então salto para girá-lo enquanto meu chapéu volta e serra uma ponta no mastro. Cathak mergulha atravessando o barco abrindo caminho e eu desço o mastro com tudo como uma furadeira empalando a lula por uma das bocas (muitos dados de dano mesmo). O barco se despedaça, juntamos os boiantes, o cadáver lúlico começa a feder e olhamos pro horizonte vendo a merda que viemos parar.

Vamos comer lula frita por um tempão

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