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1º sessão de Orpheus do Angelo

29/01/2010

1º sessão de Orpheus do Angelo

Spin-Off de outra mesa de Orpheus. Se passa em Bruges, na Bélgica. Ainda somos humanos bundas ignorantes. Nessa eu tô como Nigel Ostermann, bombeiro bonzinho e garoto propaganda do departamento. A Graci tá como Catherine Weitz, uma detetive da puliça. Ela esteve na outra mesa, então já tá meio maluca, liga não.

Começamos recebendo um alerta nos departamentos. Um cara pulou dum prédio e se esborrachou, deixando mó zona no prédio. Chegamos e começamos os procedimentos. O corpo afundou o chão de paralelepípedo mesmo só tendo caído do segundo andar. Weitz fica fuçando no corpo coletando evidências, eu subo checando o prédio. Chegamos no apê do cara, a mulher dele é levada como suspeita, vou fuçando e tem um fogãozinho ligado na cozinha mas com uma chama absurdamente alta. Desligo mas o troço continua, tacamos extintor até o bicho apagar. Tiramos as tralhas perigosas, vou checar os outros apartamentos, entro e encontro um corpo carbonizado sentado no sofá com a TV ligada com estática. Chamo a puliça e vou checar os outros apês, encontro mais corpos. Bizaaarro…

Weitz vai investigar os tostados. Aparentemente eles foram torrados instantâneamente mas não deixaram marca alguma onde estavam, como se tivessem sido colocados lá. Um dele estava gelado, outro ela foi mover e partiu no meio. Fica fuçando e investigando. Liga pra delegacia pedindo equipamentos mas os caras a tratam com descaso. Enquanto ela investiga outro corpo cai lá fora, só que esse afundou bem mais. Ela vai checar e nota que o cara tá sem sangue, sequinho. Mais evidências e investigações…

Eu vou checando os apês, um deles a porta não abre. A chave num gira, o pé-de-cabra quebra!!! Vem mais bombeiros, um tenta com um machado mas o cabo quebra e a lâmina volta no ombro dele. Nenhuma ferramenta funfa, então tentamos pela janela. Marretas, guinchos, lâminas, nada. Então tentamos pelo teto. Chegamos no apê de cima e o cara se recusa a abrir a porta, entramos arrebentando o nariz dele na porta. O cara tá visivelmente chapado, vou levando-o pra ambulância enquanto o outros armam as máquinas. No caminho começo a sentir um cheiro horrível que me deixa nauseado ao ponto de eu cair fazendo o pescoço do cara quebrar. Somos levados pra ambulância e fico emozando por lá. Até ouço umas vozes dizendo que estão por lá mas desencano disso.

Weitz investiga o apê do chapado, acha seringas com líquido preto dentro. Fuça até que acha dentro do chuveiro uns saquinhos com pó preto. Os caras ligas as máquinas pra perfurar mas a broca só vai um pouquinho. O bombeiro bota o olhão lá e sai berrando com um buraco no olho e sangue pra todo lado. Do buraco no chão começa a sair um gás preto, Weitz alerta todo mundo pra evacuar e isolar a área. Tiram todo mundo, continuam os procedimentos padrão, voltamos pros departamentos pegar coisas.

É o que dá ser xereta

Weitz rola umas burocracias com o chefe dela e ele permite ela pegar uns equipamentos com a gente pra continuar as investigações. Eu chego no departamento e recebo a ordem de pegar os troços pra ela e acompanhá-la. Voltamos pro prédio maldito, com roupas de proteção, fuçamos o apê do chapado e achamos um buraco no chão do quarto, entramos e achamos um caixão em pé. Tiramos ele do buraco e abrimos, uma menina só com a metade esquerda do corpo decomposta, e um saco grande na parte de baixo do caixão. Abrimos o saco e tem vários cérebros dentro! Freak demais… Reconheço a menina dum salvamento que fiz uns três anos atrás. Ligo pro departamento e puxo o histórico do salvamento, de acordo com os registros a menina e os pais morreram num acidente de carro dois anos atrás e já foram enterrados. Weitz chama legistas e perícia e talz e vamos pro necrotério.

Isso que é multiclasse

No necrotério o legista zureta começa os exames. Descobre a menina tá regenerando aos poucos, depois pluga os cérebros e vê que tão ativos. Despirocagem científica, exames pra lá e pra cá. Eu pego o endereço do cara que retirou o corpo do chapado que quebrou o pescoço e vou na casa dele. Trombo Weitz que me encomenda um sanduíche. Chego na casa do cara, tio do chapado, me apresento, o cara fica putão mas depois diz que eu fiz um bem pro mundo por que o sobrinho dele era um escroto mesmo e talz. Mó drama. Tomamos chá, o cara resolve ir embora da cidade de vergonha, tento descolar alguma informação útil mas nada. Volto pro necrotério com o sanduba.

Weitz larga os corpos e cérebros sendo examinados, chama a assistência social pra cuidar da menina possivelmente viva, e voltamos pro prédio maldito tentar abrir o apê maldito. Weitz vê alguém de relance entrando no apê. Com grampos e TPM Weitz consegue abrir a porta, tomamos a fumaça preta sem proteção e nos queima. Fechamos a porta e colocamos as roupas de proteção. [noobs…]. Fumaça preta, não vemos nada, vejo um vulto e entro pra pegá-lo, noto que o apê não é mobiliado, vou caçando no escuro. Tomo um murrão, devolvo e acerto alguém molenga e viscoso. Agarro e tiro da fumaça, é a metade de cima de um cadáver, sem braços. Deixo lá com a Weitz e entro de novo.

Ela entra e começa ver tudo em tons de cinza, sem fumaça. Vê uma bancada com potes com fetos de animais dentro. Me acha e tô no banheiro, uma sombra tá indo me pegar, ela grita pra eu sair. Vou saindo e a sobre me dá uma rasteira, depois desce pelo ralo. Então começo a ver tudo em cinza também. Vemos umas barras de metal na porta e janela. Arranco a da janela e tudo volta ao normal, vemos a porta toda arrebentada das tentativas de abrir, assim como a janela e teto. Descobrimos que o apê é da recepcionista. Comunicamos nossos superiores e voltamos pros departamentos. Weitz até consegue uma licença de um dia. E eu uma visita ao psiquiatra…

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