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5º sessão de Star Wars do Angelo

29/01/2010

5º sessão de Star Wars do Angelo

Nessa o Alex entrou com Leon Star, humano jedi. E sem Bothan e Duros dessa vez.

Em Manaan, Deiji vende as plantas Sith que roubou pruns mandalorianos. Elel e seu mestre resolvem que querem voltar pra Korriban, digo que podemos deixá-los próximos de lá mas não voltamos pra lá nem a pau. Nos preparamos pra sair quando recebemos uma comunicação, se identificam como os mandalorianos que fizeram negócio com Deiji, querem fazer mais transações. Vamos lá na nave deles conversar.

Os caras dizem que querem que a gente seja leal a eles por um mês e faça uns trampos esquisitos. Dizemos que nossos trampos são diferentes, coisas mecânicas e talz, e que a impressão que Deiji deu tava meio errada. Oferecem uma grana aceitável pra gente, e pra Elel uns cristais e lightsabers. Ficamos de pensar, discutimos entre nós e resolvemos aceitar mediante umas condições. Só eu e Deiji no trampo, e coisas que estavam relacionadas às nossas áreas, e sem essa de lealdade, no máximo exclusividade. Os caras topam e já passam um trampo, investigar as instalações científicas abandonadas em Flashpoint. Partimos.

Enquanto isso, Leon num planeta aleatório com seu mestre turrão lhe pentelhando. Manda ele fuçar num templo no meio do deserto atrás dum cristal. No caminho ele brinca com vermes gigantes até chegar no templo. Entra, treta com robôs e é capturado, deixam-no só de tanguinha no meio do deserto. Ele volta e começa a fuçar nuns equipamentos por lá. Preciso eu, não?

Nós, voando felizes e contentes, percebemos que a comida tá indo rápido demais. Elel sente um distúrbio na Força e vai investigar, Deiji vai checar a dispensa e encontra quatro ratões, sai correndo dando tiros e tomando mordidas, e consegue fechar a dispensa. Chamo todos pra ponte e corto o sistema vital do resto da nave pros bichos morrerem. Vemos um clarão na câmera da dispensa e a câmera pára de funcionar. Mando um robozinho consertar, quando a imagem volta vemos os ratos todos dilacerados. Deduzimos que foi o mestre, que nem percebemos que não estava conosco. Vamos pra dispensa.

Checamos a zona, começo a limpar, Deiji vai pra enfermaria depois da mordida do rato. O mestre diz que não foi ele que fatiou os ratos. Elel sente as frescuras da força novamente e segue, chega na enfermaria onde o mestre da cuidando de Deiji e aparece um cara de manto que o mestre parece reconhecer. Muntuamos na enfermaria, o mestre parece surpreso e no fim é mais um discípulo dele. O cara é todo desfigurado e mal encarado. Seguimos viajem, os jedi vão confabular no cantinho deles.

Malditos jedis misteriosos

Deiji vai pilotando quando os sensores captam que a nave foi travada na mira de algo. Ele faz as manobras evasivas mas não escapa da trava, uma grande bola azul de energia vem pra cima da gente e acerta em cheio. Abre um rombo na nave, travo as portas pra manter o suporte vital onde a galera está. A nave é presa num raio trator e começa a ser puxada. Pego os trajes de proteção e me escondo pra não ser capturado, então a nave começa a ser esmagada aos poucos. Vou prum módulo de escape, por fora da nave mesmo. Um laser vem lá dos quintos e acerta a nave, e começa a serrar a nave. Todos os sistemas desligam, queima tudo, chego no módulo que num funciona mais. Somos arrastados prum planeta qualquer.

Chegamos na superfície e vemos Leon vindo até nós só de tanguinha [os equipamentos que ele tava mexendo aleatoriamente foi o troço que nos acertou e derrubou lá]. Passado o estresse inicial ele explica que tem o templo com montes de robôs descontrolados seguindo ordens de um cara morto há tempos. O mestre turrão de Leon aparece e vai levando-o pra casa. Elel cola neles e o mestre dele deixa os pivetes se resolverem enquanto ele vai falar com o outro mestre. Eu e Deiji já vamos pro templo destruir tudo só de raiva.

Leon explica mais sobre o templo e a missão dele lá e se juntam a nós. Ele nos guia até uma sala de comando livre de guardas. Os computadores tão num língua estranha pra todo mundo, depois dumas hackeadas converto pruma língua camarada. Analisamos tudo, descobrimos que o local é uma base enorme e antiga que faz parte de um conjunto de centenas de bases ao longo do planeta, e que o planeta tava em guerra e os robôs tem a missão de proteger o rei que está lá. Segundo Leon um dos robôs tem dupla personalidade e fala como se fosse o rei, dando ordens pros outros. Passada a vontade de destruição, agora queremos uma nave pra sair daquele planeta, e tem uma esperando pela gente na garagem da base, só temos que passar por um porrilhão de robôs.

Depois de muita análise e planejamento ativamos um protocolo de evacuação. Desligamos um turbina que ventilava tudo e zoamos mais uns sistemas, tornando o local inabitável pro tal rei [morto] forçando os robôs a saírem pra outra base. Uns dois dias nessa brincadeira até que a base fica vazia, então nos esbaldamos na pilhagem. Armas, droids, suprimentos, arte, peças, veículos, nave, tuuudo. No quarto do rei achamos uma caixa com vários lightsabers que os jedi bonzinhos resolvem devolver pra Ordem, Deiji pega um mas eles enchem o saco dele até ele devolver.

Num dos cantos da base encontramos um galpão com montes de sarcófagos [refugiados de StarGate?] enfileirados. Uns cheios, outros vazios, nomes estranhos, e uma passagem cheia de ossos. Leon e Elel seguem pela passagem sentindo forcices, vêem fantasminhas jedi discutindo o que fazer com eles. Conversam com os fantasmas, querem saber sobre a guerra, contam que o povo dali perdeu, então os fantasmas entregam o cristalzão pros dois. Eles tocam e vêem uma guerra entre forçudos e um cara enterrando esse cristal no campo de batalha. Os fantasmas mandam eles cuidarem daquele troço e somem.

Jedis egípcios? Ou egípcios jedi?

Terminamos de pilhar, os jedi voltam pra casinha do mestre turrão e entregam as coisas. Eles checam tudo, vêem os lightsaber e mandam Leon e Elel escolherem um. Leon pega um que brilha dourado, Elel percebe que tem mais dois escondidos na caixa, um de “lâmina” preta duplo [uuuu] e outro lá, mas ela pega um lilás. Mais baboseiras Jedi… Adaptamos as tralhas pilhadas pra gente, entupimos a nave de tralha, distribuo anonimamente um montão de água e comida pros povoados dali e nos preparamos pra zarpar. E curioso como estamos do lado de Korriban agora… hunf…

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