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7º sessão de D&D do Danizinho

05/02/2010

7º sessão de D&D do Danizinho

Nessa com nosso maguinho Ditrax em modo automático.

Na torre maléfica dos inferno (literalmente) achamos um buracão que seria a passagem que procurávamos. Tudo escuro, não conseguimos sacar nada sobre o buraco. Eu pulo dentro pra checar o que tem lá [com meu anel que suaviza quedas], fico um tempão caindo, o ambiente maligno fica cada vez mais opressor. Chego num terreno todo seco e morto, lua vermelha gigantona no céu escuro, e nada de buraco pra cima, portal de algum tipo, não consigo relatar pro povo que ficou. Depois de muito enrolarem o resto desce também, menos o guerreiro que ficou pra proteger a retaguarda [é, faltou na sessão mesmo].

Naquela terra desolada, sem nenhum ponto de referência ficamos discutindo pra onde ir. Utter sente observações malvadas sobre nós, faz uma magia pra achar um caminho, caveirinhas de fumaça aparecem. Kelfaz acha uns rastros, Utter faz mais magias e vê um rastro verde no céu do horizonte. Seguimos pra lá até acharmos uma floresta toda torcida e fechada. Seguimos pela floresta, vou na frente, vejo um lobo enchendo o saco, atiro e ele vira fumaça, desaparecendo. Continuamos e ouvimos algo grande se aproximando, nos preparamos, aparece um urso enorme e todo fudido, parecendo um morto-vivo. Vou checar o que pega e ele cospe um monte de vespas vermelhas em cima de mim. Sento o prego nos insetos, minha especialidade. Ditrax e minhas aranhas tacam teias, enquanto o resto do grupo joga truco. Depois de pedalar as vespas, coletamos ferrões e venenos e seguimos.

Enxame de vespas vermelhas... Cadê o Fusca Azul Atroz?

No fim da floresta vemos um murão do castelinho do ser malvado que nos observa. Caveironas e construtos verdes protegem o local. Ditrax nos deixa invisíveis, eu cresço a galera com minha varinha e vamos pro arrebento. Do castelo sai uma núvem bizarra, a núvem vira chuva ácida, que cai na terra levantando gás ácido. Nos cobrimos e protegemos, molhamos o terreno com as varinhas de criar água pra neutralizar um pouco do ácido e seguimos. Começamos a sentir presenças fortes no local, possivelmente deuses malignos. A deusa aranha me pentelha e começa a atrair minhas aranhas pro castelo, só uma fica comigo, então mato todas as outras. A que sobrou eu cresço com minha varinha. Muito puto, começo a metralhar as caveiras e construtos verdes, fico distante tacando flechas, eles me seguem, vou atraindo eles pra longe pros caras passarem de boa.

Tenho um talento pra arrumar encrenca com deusas-aranhas

Cyrak dá um pulão e abre uma janela, o povo entra, passando por mais caveironas que tão meio distraídas com as mistiquíces que tão rolando no castelo. Acham livros e bobagens, Cyrak acha uma espada que chupa almas. Depois socar os bichos lá fora encontro o povo e seguimos pelo castelo com Utter nos guiando. Ainda como batedor, encontro num corredor um demônio aleatório vindo, atiro mas ele vira fumaça, ilusão. Seguimos e o monge começa a ter uns chiliques, Utter detecta influência do deus Beholder nele, com seu escudo reflete o monge e a presença do deus beholder. Utter xinga a mãe dele e tudo mais, então um, beholder aparece de surpresa e explode Utter por trás, tansformando-o em pó. Cyrak passa a faca no lazarento.

Acho que Beholders são nervosos por não conseguirem tirar os ciscos.

Invocamos nosso gênio e usamos um dos três desejos pra ressuscitar o caboclo nas plenitudes de suas habilidades. O gênio fanfarrão ressucita Utter pelado, então o convencemos a fazer o serviço direito e trazer os itens junto, senão ele que iria se dar mal e não chamaríamos ele pra dar porradas nos demônios como ele tanto queria. Seguimos…

Não sentimos mais as presenças dos deuses malvados, continuamos atrás do demonião safado, chegamos numa câmara com um prisma flutuando e girando no alto dum pedestal. Todos fuçando, menos Utter que briga pra abrir o próprio elmo [é, falha crítica, uma de muitas]. Vejo locais estranhos nas faces do prisma, deduzimos ser algum dispositivo de comunicação, uma webcam, e os deuses tavam tramando algo por lá. Achamos um tilojo solto e atrás uns pergaminhos que não entendemos lhufas. Ditrax tenta ler e cai cego e gritando, depois cai inconsciente. Ativo a webcam e tento achar Pelor, ele aparece na casa da maga patalalógica, passamos o relatório, ele diz que achamos algo muito importante, algo a ver com uma receita pra virar um deus. Manda a gente voltar pois somos muito coxinhas pra peitar o demonião que tá por lá. Quebro o prisma e nos teleportamos de volta pra casa da maga.

Entregamos as tralhas e contamos o que sabemos, Pelor diz que a treta ficou pior, algo sobre essências divinas sendo roubadas e talz, e temos que resolver isso. Pergunta se alguém quer virar paladino dele mas dispensamos. Detalhe que minha aranha crescida não diminuiu, agora vou passear por aí com uma aranhona. Todos se comprometem a continuar a missão e salvar o mundo. E fim do primeiro capítulo.

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