h1

2º sessão de StarGate do Hugo

11/02/2010

2º sessão de StarGate do Hugo

Dessa vez temos até ficha! D20, 1ºnível…

Somos designados como uma equipe mesmo, nós três e um sargento qualquer. Fazemos missões de reconhecimento em planetas novos. Nos mandam ir num planeta tal, segundo os informes dos robôs mandados antes tá tudo sussa, lugarzinho agradável. Nossas análises das amostras não demonstram perigo [é, falha crítica…] Abrem o portal e passamos.

Chegamos inteiros, começamos a examinar o local. Para nossa surpresa o terreno é sintético, grama e terra, talvez um campo de golfe. Nas comunicações não pegamos nada, só um sinal que logo some. Ampliamos a putênça e detectamos o sinal novamente, Striker vai checar. Até que perdemos comunicação com Striker. Decidimos voltar pra terra e trazer apoio, ligamos o portal mas nosso controle num funciona, alguma interferência no ambiente. O sargento vai checar o que rolou com Striker, até que perdemos contato com ele também.

Fuçando atrás da tal fonte de interferência detectamos uma formação com cara de cidade abaixo de nós, com uma torre enooooooooorme. De repente aparecem caras armados e nos capotam. Notamos um símbolo nas testas deles. Nos algemam com travas magnéticas e nos levam pro calabouço deles. Lá encontramos nossos camaradas Striker e Sargento na cela da frente. Conversamos, aparentemente o símbolo das testas dos caras é de Marduk, um deus babilônico.

Marduk

Chega um velhinho capenga com o tal símbolo e começa a gritar com a gente, sobre nós sermos servos dos deuses e querer resgatar o que tá preso lá, até que contamos de onde viemos e todo rolo de deuses que pegou lá na terra. O cara resolve nos libertar e nos leva pra trocar idéia na sala do trono. Conversamos, aparentemente os caras são tipo babilônicos e a tal torre é tipo a torre de Babel, por isso todos falamos a mesma língua. Eles prenderam Marduk um tempão atrás mas não consegue matá-lo pois ele armou uma defesa fodona. Soldados cabeçudos dos deuses vivem aparecendo do portal pra tretar com eles atrás do Marduk. Dizemos que pedalamos Rá e eles ficam todos eriçados, dizem que vamos ajudar a derrotar os bichos e tudo mais.

Dizemos que podemos ajudar e nos aliar mas precisamos voltar pra terra pra isso, eles dizem que num rola pois se desligarem a interferência deles o povo arreganha o portal e tá tudo lascado. Discutimos opções, eles comentam sobre Tiamat [ó o arroz de festa aí de novo], a deusa criadora do caos e das cobrinhas, e sobre a treta dela com algum deus fodão e que a morte dela arrebentou uma torre fodona também só deixando ruínas, e que se ela voltasse ou a turma dela, poderíamos socar mais deuses. É, algo assim… .

Melhor que o Dragão Power Ranger

Pedimos pra nos levar até as tais ruínas, eles levam mas dizem que não podem entrar por ser venenoso pra eles. Lá é todo coberto por um material bizarro que são feitos os deuses. Tapioca ou algum nome parecido. Ficamos lá investigando até que notamos um bando duns trocentos soldados malucos dos deuses vindo pelo mar até as ruínas que estamos. Como tudo ali é coberto pela tapioca radioativa e, segundo nosso bom doutor, é explosiva, resolvemos mandar tudo pelos ares.

Esses capacetes não parecem muito confortáveis

O sargento quer ficar e se explodir pra levar tudo com ele mas convencemos a tentar algo menos idiota. Striker e o médico caçam abrigo nas ruína, eu armo pros nossos explosivos detonarem com um timer. Quando tá tudo pronto a dispositivo falha [oooutra falha crítica]. O sargento manda eu correr pro abrigo e começa a meter tiro nos explosivos. Eu corro, nos abrigamos e a coisa explode, e não pára, então vamos nos aprofundando nas ruínas bem rápido fugindo da explosão. Corremos por uma escadaria cheia de meleca verde, Striker e o Médico se arrebentam lá no chão depois de rolarem na escada.

Continuamos até uma sala bem grande coberta de meleca verde, com um altar no fundo, um esqueleto de mulher sobre o altar e atrás uma portinha de ouro. Fuçamos loucamente, achamos uns símbolos relacionados com Tiamat, possivelmente a tumba da safada. Fuçando na porta de ouro ela se mexe e abre sozinha, revelando outra saleta com um sarcófago. Então ouvimos som de pedra se movendo, corremos pra salona e o esqueleto tá na posição que o encontramos, não todo torto como o deixamos depois de fuçar. Depois de muita paranóia notamos acima dele uma forma de ouro com o negativo do esqueleto. Ficamos um bom tempo rodando como baratas tontas pela sala pensando no que fazer. Depois de xingar os deuses até temos pensamentos felizes com Maat. Striker resolve voltar pela escada com o crânio do esqueleto mas toma um chocão dum campo de força, fica putão e estraçalha o crânio. Vamos pro sarcófago, apertamos os botões e ele abre, dentro tem uma urna bem simples, enfio a mão lá mas ele fecha rapidão quase levando meu braço. Ah, e claro, o crânio tava inteiro de novo no altar. Resolvemos voltar pra torre e tentar comunicação com a terra. Na saída o esqueleto até vira o crânio na nossa direção, e posso jurar que ele deu uma piscadinha. Quando saímos vemos a torre sendo arrebentada e coisas voando ao redor dela. Montes de corpos de soldados malucos por perto. Aiai…

Anúncios

4 comentários

  1. É NAQUADA E NÃO TAPIOCA SEU PORRA


  2. É, isso aí q eu quis dizer… ¬¬


  3. E olha que legal… O arroz de festa Tiamat, dessa vez, é arroz integral!! Pois foi da mitologia babilônica que saiu a safada…


  4. Quem diria, jogando e aprendendo. RPG é cultura, garotada. Será que o Beholder foi inventado pelos Persas? Ou Fenícios? Vai saber…



Os comentários estão fechados.

%d bloggers like this: