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3º sessão de Changeling do Felipe

25/02/2010

3º sessão de Changeling do Felipe

Schubert vai procurar seu papai no manicômio e acorda num quarto pequeno e simples. Uma enfermeira o chama pra sessão com o Dr. Ravenshaw. Ele vai seguindo pra entender o que tá pegando. Chega num escritório parrudo, todos nós sentados em círculo e o tal Ravenshaw, que seria o Rei do Outono, sentado na poltrona melhor. Detalhe que víamos uns aos outros em nossas formas humanas, sem nossos apetrechos feéricos.


Começamos como uma sessão de terapia em grupo, o Ravenshaw fica fazendo perguntas escrotas enquanto nós surtamos tentando entender o que tá pegando. Ele começa a explicar que somos vítimas de traumas e abusos e blablabla até que eu parto pra cima dele com um peso pra papel da mesa dele. Erro a cabeça dele e tem início a zona. Corro pra porta e arrasto o sofá pra bloqueá-la, Devi ajuda, Esquilinho vai pra cima do Ravenshaw mas Schubert a impede, Canarinho se esconde debaixo da mesa. Ravenshaw aperta o botão de emergência e os guarda/enfermeiros correm pra sala e começam a forçar a porta. Abrem até fácil e um tenta me acertar mas se embanana todo e consigo puxá-lo e fazer de refém. Discussões diversas, ameaço matar o cabra mas ele vem com uma seringa, empurro-o em cima dos outros guardas e passo por cima dele. Devi começa a levar borrachada até ser imobilizado. Corro até o portão do setor mas não consigo abrir. Os guardas batem como uma onda e me apagam.

Todos são despachados pra seus quartos. Canarinho e Julie ficam no mesmo e conversam pra entender o que rolou. Os insurgentes são apagados. No dia seguinte somos colocados na área de recreação, vários maluquinhos no lugar. Devi e Esquilinho bem dopados pra não causarem mais confusão. Já eu venho de cadeira de rodas e babando depois de uma pequena cirurgia na cabeça… Ficamos interagindo com os outros pacientes e tentando fazer algo mas num conseguimos muito. Somos voltados aos nossos quartos.

Esquilinho fica com uma maluquinha que fica lhe pentelhando sobre um maldito Arenque Vermelho. Schubert fica com um maluquinho paranóico que tenta arrancar a cara de Schubert com uma lâmina pra ver a verdadeira face dele. Os enfermeiros levam esse maluco e o devolvem babando. Ficamos tentando sair mas continuamos sem saída. No dia seguinte vamos pra mais uma sessão de terapia com Ravenshaw. Ele conta sobre nossos raptos e coisas que sofremos e nossas alucinações, explica tudinho pra nos convencer que somos malucos. A sessão termina sem mortes e voltamos pros quartos.

Durante a noite todos tem pesadelos fodas. Schubert vê algo sombrio e tentaculóide entrando em seu quarto, o troço tenta pegar o maluquinho que está com ele mas Schubert impede, então os tentáculos pentelham Schubert até conseguir levar o maluquinho, que nunca mais será visto. No dia seguinte somos levados pra área de recreação, conversamos pra juntar nos informações e especulamos sobre o que tá rolando. Aparentemente o tal Ravenshaw seria uma Fraude, uma cópia dos changelings que as fadas deixam no mundo quando raptam alguém. Ele estaria trabalhando prum tal Lord do Pavor e o sanatório serviria pra coletar medo e abrir um portal pra arcádia pro Pavorento se esbaldar.

O Lord do Pavor

Na próxima sessão de terapia vamos determinados a acabar com tudo. No meio do papo pulamos em cima do Ravenshaw e a treta começa. Eu consigo usar meu poderzinho de mudar de cara e assumo a aparência dele. O resto faz montinho nele, mas são uns ineptos na arte da violência. Ravenshaw tenta dialogar mas percebe que não vai adiantar, então diz que perdemos nossa oportunidade e vira um bichão tentaculóide maligno, e nesse momento voltamos a nossa forma feérica. Ele agarra Schubert e começa a estrangulá-lo, ajudo ele a escapar, Devi atira com seu arco, mó zona. Canarinho corre pra fora e encolhe no corredor, Julie corre também e finge que desmaia pra ser levada pelos enfermeiros. Mais pancadaria tentaculóide e o bichão começa a sentir as flechadas e ventinhos gelados de Devi. Resolve fugir virando um monte de folhas secas mas Devi o prende num vento que continua a machucá-lo. Ele volta a sua forma humana, eu aproveito e o estrangulo com a cadeira.

Não entendo essa fixação de criaturas malignas por tentáculos

Começa a fuçância pelo escritório, achamos nossas fichas e outras bobagens psiquiátricas. Schubert acha a ficha do pai dele, descobre que seu pai matou a réplica de Schubert e o resto da família e foi trancado por lá mas sumiu. Os guarda vem ver o que tá acontecendo na sala mas com a cara do Ravenshaw dispenso ele e mando levar Canarinho e Julie pros quartos delas. Embalamos o corpo ensanguentado de Ravenshaw, pegamos o celular dele. Acho o fone do cachorrão da corte do Verão, ligo e conto a zica toda, ele diz que vai mandar alguém. Diz pra acionar o agente dele que tá no sanatório, um negão enorme e catatônico vimos por lá. Diz pra passar a senha pra ele, “É hora da erupção”.

Começamos nossa fuga. Mando os guardas colocarem os pacientes numa van que vamos fazer um passeio terapêutico. Trancamos a sala e vou até o negão catatõnico. Passo pra ele a frase do Cachorrão, ele levanta e se mostra um ser de pedra com veios de lava e começa a pedalar os guardas. Então pega o bebedor e arrebenta a janela, pula e sai correndo, deixando todos guardas malucos e correndo loucamente atrás dos outros pacientes que também despirocaram. Nós saímos de van enquanto o local vai abaixo. Até levamos a maluquinho do arenque vermelho. Por fim contamos tudo que sabemos e nos preparamos pra deixar a cidade logo.

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