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6º sessão de Star Wars do Angelo

25/02/2010

6º sessão de Star Wars do Angelo

Sem Deiji dessa vez. Mas o Seiya conseguiu jogar a mesa toda!

Saímos daquele planetinha escroto e fomos pra Dantooine se livrar da pilhagem. Enquanto os Jedis continuavam com suas besteiras filosóficas eu fui atrás de lucro. Elel e Leon [parece dupla sertaneja] arrumarem briga com lagartos no meio do nada enquanto meditavam, os mestres foram lá salvá-los. Já eu descolei compradores e tudo estava indo muito bem…

Maaaaas em Korriban, o Miraluka (PJ do Seiya) consegue roubar uma nave e foge do planeta. Vai seguindo a Força e vai parar onde? Em Dantooine, claro. E naquele planeta enorme a porcaria da nave dele tem problemas na reentrada e cai em cima da nossa nave! Bem no motor! Que mira.. Horas de trampo pra consertar a nave e partimos pra outro planeta já que a nave do Miraluka podia estar sendo rastreada. Vamos dessa vez pra Taris, ótimo lugar prum meliante prosperar.

Vamos tentar não ter que fugir desse planeta também

Em Taris eu vou atrás de desovar a pilhagem, mas antes aviso os mandalorianos que ainda vamos cumprir o contrato e que não precisam mandar alguém nos matar. Elel recebe a missão de ir num templo buscar sei-lá-o-quê junto com o padawan estressado. E Leon e Miraluka vão atrás de um holocrom com um mercador.

Elel sente presenças de Força em alguns lugares. O padawan vai atrás de uma e Elel corre pra encontrá-lo. No meio do caminho percebe que o padawan já arrumou treta e dá passando o sabre geral. Ela continua até ver que o padawan tá brigando com um cara meio robótico. Se esconde e deixa a treta rolar, e depois que o cara pedalou o padawan ela diz que só quer conversar e o robótico sossega.

Um grandioso adversário

Leon e Miraluka vão atrás de mercadores, saem perguntando pro planeta todo mas não acham nada. Sentem o holocrom via Força num prédio qualquer. Vão até lá e cada passo que dão o local vai ficando mais hostil, gangues e malacos fechando neles até o prédio. Na recepção, uma porta num beco, um maloqueiro pede a senha. Sem senha tentam negociar e dialogar mas o cara nem liga. Logo atacam os dois, tranquilizantes que os deixam grogues. Eles apelam pra forcices. Leon fatia a arma que o cara põe pela fresta da porta enquanto o Miraluka entorta a porta. Vão entrando e já botam o pânico no maloqueiro, vão seguindo pelo cassino luxuoso que invadiram.

Depois da desova e eu Deiji seguimos pra Flashpoint cumprir o contrato. No caminho somos atacados por naves de patrulha. Passamos uns códigos inofensivos pra eles e nos escoltam pra fora do sistema. Então ficamos um tempo hackeando atrás de um código pra passar de boa pelo sistema até Flashpoint, achamos um código antigo que vai servir.

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