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7º sessão de Scion do Angelo

25/02/2010

7º sessão de Scion do Angelo

Na casa de Izel nós discutimos sobre como prosseguir. Estamos desaparecidos há dois dias, checo minha situação na internet e vejo uma cópia minha fazendo discurso num país africano. Powell e Condoliza também tão por lá. Aparentemente os vilões substituíram a gente pra seus propósitos excusos. Sven vai ao banheiro e logo escutamos um tiro abafado. Corremos e Sven tá caído com um tiro no meio dos olhos. Procuro o atirador mas não acho. Yue dá uma olhadinha e deduz onde o cara pode estar. Corre pra lá junto com Hadinho. Eu pego um fio de cabelo dela pra usar meu poder de ver através dos olhos dela. Eles correm até um predinho ali perto e vão subindo. Chegam num apartamento e já arrebentam a porta. São recebidos a bala mas não são acertados. Vendo onde eles estão eu saio voando rapidão e entro pela janela de surpresa descendo o machado no atirador enquanto Yue e ele brincavam. O cara fica partido em dois. Fuçamos e só encontramos tralhas de atirador. Percebemos que aos pouquinhos ele está se regenerando, um Scion. Levamos ele e as tralhas pra casa de Izel pra ela checar as entranhas do cara.

Depois ninguém sabe por que eu fico paranóico

Amarramos o cabra na mesa todo arreganhado. Izel põe uma forma de bolo no tórax do cara pra evitar que o ele termine de regenerar. Vou arrumar nossa viajem pro oriente enquanto os sádicos ficam torturando o regenerante. Faço um sermão pra eles pararem de maltratar o coitado. Com nossa viajem agendada vamos interrogar o tal. Deixamos ele regenerar até poder falar. Vamos conversando, o cara diz que foi contratado pra matar a gente mas não sabe por quem ou por que. Sabe que somos Scion e que estaríamos ali naquele dia. Izel pega o escalpo que tinha no freezer pra assustar o cara mas ele nem liga. Estoura as amarras e senta tranquilo pra conversar civilizadamente. Se apresenta como Müller e como ele falhou na missão dele logo virão atrás dele, então resolvemos contratar ele pra nos ajudar a libertar o Erebus do mundo das sombras. Ele cobra três itens mágicos. Faço o contrato com ele. Ele diz ser filho de Ymir, um “titã” nórdico. Johan fica meio cabreiro mas convencemos ele a deixar de frescura. Sven se recupera do tiro sem problemas devido seu poder.

Ymir - Papai do Müller

Umas horinhas depois vamos pro aeroporto e pegamos nosso jatinho particular. Viajem tranquila até uma parada na Oceania. Na cabine noto que os pilotos estão paralisados. Vamos saindo bem paranóicos, tudo apagado. O carinha que colocava gasolina também está caído e a bomba ligada. Desligamos e seguimos eu e Hadinho até a torre de comando. Izel fica no avião fuçando atrás de coisas, acha um botijãozinho com canos conectados, além dum dispositivo com cara de bomba. Chama Müller que começa a desativar as coisas. Na torre de comando vemos todos caídos e nenhum equipamento funcionando. Notamos que a cidade toda tá apagada.

Voltamos pro avião o povo começa a ouvir sons de batuques ao longe. Eu e Yue vamos checar os batuques voando enquanto o povo tenta salvar a vida dos pilotos. Muitos choques e sopradas depois e os pilotos ficam melhor. Eu e Yue sobrevoamos uma área onde há pessoas dançando ao redor duma fogueira. Descemos na caruda e tudo pára. Todos nos observam, eu pergunto pelo líder deles. Demonstro que não sou hostil e a festinha aborígene começa a voltar ao normal. Duma cabaninha xumbrega sai um negão albino cheio de badulaques. Ele diz que nós trouxemos a escuridão, eu digo que não. Ele puxa um pó da pochete e sopra na minha cara, me apagando. Antes de cair só vejo os pés de Yue se movendo pra atacar. Izel e Hadinho chegam lá na festinha depois e vêem um monte de gente morta e Yue pendurada toda arrebentada. Os aborígenes impedem a passagem deles até que o albino aparece e taca pózinho neles também.

Hora da viaaaaje...

Acordo e a fogueira brilha azulado. Estou vestido roupas africanas, machadão e escudão. Sem pessoas por perto, vou até a cabana atrás do albino. Ele tá sentado chacoalhando búzios. Ele joga os búzios e me diz que tem algum safado comigo que vai me trair. Diz mais abobrinhas e que eu tenho que caçar alguma coisa lá fora. Saio correndo pelo mato gritando loucamente. Izel acorda e a fogueira brilha verde (eu acho). O albino chama ela pra cabana e joga os búzios dela. Fala abobrinha e manda ela pra cidade. Hadinho mesmo esquema só manda ele pra montanha.

Izel vai pra cidade, tudo intacto e vazio. A delegacia chama sua atenção, ela entra e tem um policial. Ele diz que tem que pegar a explicação dela sobre o lance de ir salvar um titã. Falam mais abobrinhas e o cenário muda pra algo mais macabro e o policial se revela um dos deuses do panteão Asteca, o da morte. Falam sobre sacrifício e outras bobagens que num prestei atenção.

Mictlantecuhtli - o deus da muerte

Hadinho vai até a montanha e começa a subir até uma forja onde encontra Hefesto. Conversam e Hefesto dá um marretão pra Hadinho levar montanha acima. Segundo ele pra quebrar as correntes que prendem o Erebus. Hadinho segue e Hermes aparece. Dá um cinto pra Hadinho carregar o marretão de boa. Segue até encontrar Hades onde começam a fofocar também.

Hefesto - o forjador

Eu sigo pelo mato até sair numa savana africana. Leões impedem meu caminho, tentam me afugentar, me atacam mas eu não recuo e assusto eles. Continuo até que um cara de cartola aparece, Barão Samedi. Conversamos sobre eu ficar mais forte e ter força de vontade. Deixo-o pra trás e sigo até uma encruzilhada. Mando Exu aparecer logo. Ele aparece todo caipirão e me oferece um cigarro de palha. Eu sopro a fumaça do cigarro nos caminhos da encruzilhada e um deles fica mais nítido. Sigo por ele até uma fazenda. Lá mulheres gostosonas me recebem e pedem preu parar pra descansar, eu ignoro e sigo pra casa da fazenda. Um tiozinho me recebe, é Damballa, o pai dos deuses Uloa. Enquanto conversamos aparece uma mulher incrivelmente gostosa e atrai toda atenção pra ela. É a esposa dele, Erzulie. Ela toca meu escudo e diz preu não esquecê-lo. Depois que ela sai eu me desculpo mas o cara entende. Me oferece pinga e ficamos bebendo. Ele me dá um frasquinho de bolso de pinga, diz que vai me ajudar quando eu me ferir. Largo ele lá e sigo meu caminho pra próxima sessão.

Barão Samedi

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