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8º sessão de Scion do Angelo

12/03/2010

8º sessão de Scion do Angelo

Continuando as alucinações, Izel vai falar com mais alguém. Hadinho encontra Artemis, conversam bobagens e ela dá um espelho de prata pra ele. Eu encontro outro cara numa encruzilhada, Kalfu, que me dá um medalhão de proteção. Volto correndo e no caminho vozes tentam me distrair. Nos encontramos na alucinação até chegarmos onde começamos, com a fogueira acesa e ninguém por perto. Avistamos umas pessoas aladas lááá longe. Corro pra cabana do xamã albino e ele tá murcho. Dou um gole do goró de Dambala pra ele mas dá um refluxo e eu tomo uns revertério, mas o cara fica mais sussa. Acorda e diz que os alados levaram todos, inclusive Yue, e que são duma nova fé.

Kalfu - o mano das uncruzilhadas

Lá fora investigamos um pouco mais, temos visões de romanos virando cristãos e escravistas levando africanos e espanhóis arrebentando os astecas. Vemos um símbolo, uma cruz azul. Especulamos o que tá rolando e voltamos pro aeroporto. Tochas iluminam o lugar, ninguém a vista. Encontramos Müller no alto da torre todo arrebentado. Diz que os alados passaram lá e levaram todo mundo, até nossos camaradas. Voltamos pro avião e seguimos viajem com Müller pilotando. Checamos as notícias no resto do mundo e vários desastres rolando, além de nossas identidades serem responsabilizadas por diversos crimes.

Chegamos ao Japão, desviamos de olhares curiosos e acusadores, e seguimos pro Monte Fuji. Como está rolando uma obra bizarra temos que passar pelos guardas e trabalhadores pra entrar no monte. Müller some e se esgueira, eu controlo a mente duns caras pra nos darem os cartões de acesso e entramos de boa. Achamos uma parede estranha, ouvimos uma voz feminina pedindo pra provarmos nossas intenções, provavelmente Amaterasu, mãe de Yue. Hadinho mostra o espelho que ganhou de Artemis e coisas brilham, a parede se abre e entramos na escuridããããõ.

Monte Fuji - Nossa nova portinha

Seguimos sem enxergar nada até chegarmos numa sala. Ouvimos coisas nos rodeando, preparamos pra porrada. Müller atira mas não sabemos o resultado, mas sabemos que ele começa a apanhar. Sem muito o que fazer apelo pro Migué, boto banca e ameaço todos, e muitos sucessos depois os nossos atacantes fogem. Achamos duas shurikens negras, guardo pra pagar Müller depois.

Continuamos e a escuridão começa a pesar, atrapalhando a passagem. Invoco as forças da justiiiiça e dou uma machadada no ar. Faíscas de eletricidade espalham criando um corredor pra passarmos. Corremos até uma parede, então unimos nossos ataques e arrebentamos a mardita. Seguimos até outra sala, ouvimos alguém se gabar e nos ameaçar. O safado até me dá uma rasteira pra mostrar que não podemos com ele. Jogo um xaveco e ele abre a boca dizendo que o Erebus está na sala além da Sala do Temor. Então Hadinho saca o espelhilho de novo e ele briiiilha iluminando a sala. O cidadão que nos ameaçava não curtia muito luz, então aproveitamos pra descer o reio nele. Enquanto isso Müller e Izel esgueiram pra fora da sala. O saco de pancadas até tenta fugir, mas vôo por cima dele e reflito a luz do espelho nele, fazendo-o parar. Eu e Hadinho moemos o cabra. Hadinho pega uma espada que o cara carregava e seguimos pra próxima sala atrás de Izel e Müller.

Artemis - Quase uma Eletropaulo

Na saleta do medinho Müller começa a ter alucinações e fica bem patético e chorandoso. Izel vê umas paradas estranhas também, mas um gigante aparece sabe-lá-de-onde e leva eles dali. Aparentemente é o papai Ymir do Müller. Eu e Hadinho entramos e também vemos coisas. Eu vejo muitas cobras, eles começam a se juntar e ficar maiores. Eu desço machadada nelas. Uma maiorzona fica com a cara de meu papai humano, ainda passo o machado nela deixando a cabeça pendurada e ainda falante. Diz algo sobre eu matar ele, respondo que estou deixando eles seguirem suas vidas humanas e seguindo meu caminho. Dou um beijo nela/nele e sigo em frente. Já Hadinho vê uns espartanos queimando uns filósofos, ele impede alguns e começar a tretar com os espartanos. Bota banca neles e aparece o chefe espartano. Conversam e o espartanão resolve deixar os filósofos presos. Hadinho num consegue roubar a chave e fica lá na porta da prisão dos filósofos.

Raul! Raul! Raul!

Nos encontramos novamente, Izel dá uma cutucada em Müller pela desmunhecada. Chegamos até um buracão. Não vemos o fundo. Müller puxa uns bastões fluorescentes e corda e começa a preparar a descida. Eu desço voando na frente e com o espelho luminoso. A escuridão é densa e engloba a luz do espelho iluminando só um pouquinho. Algo me agarra, é Erebus. Ele tá todo acorrentado, pergunta da chave pra libertá-lo. Puxo o frasco de líquido prata que ganhei no meio do caminho e despejo nas trancas. As correntes se desfazem e o tiozinho fica livre. Subo voando de volta mas um teto de escuridão me impede. O povo vai descendo e chega no bloco escuro. Sentam porrada no troço até abrir um espacinho, conversamos e unimos novamentes nossos golpes pra arrebentar o bagulho. Erebus me protege dos estilhaços e vamos saindo.

Erebus - grande senhor da escuridão e blábláblá

Corremos loucamente, coisas se destruindo, Erebus passa apressado pela gente. Trombamos outro mané das sombras, tacamos luz nele e descemos porrada até virar mingau. Algo bem malévolo começa a nos perseguir. Chegamos até a porta e Müller manda corrermos enquanto ele segura o que tá vindo. Saio voando com Izel e Hadinho e tudo se destrói onde Müller estava. Até checamos se ele ainda tá por lá mas sumiu mesmo. Vamos embora esperando que ele nos encontre depois.

Vamos seguindo pro aeroporto quando percebemos que as pessoas sumiram, tudo deserto. Mais investigações e descobrimos estar numa ilha dos mortos japoneses. Especulamos de como voltar. Vou até uma encruzilhada pra chamar Exu e quem aparece é o Barão Samedi, num carro de luxo bem antigo. Conversamos, peço pra ele dar uma força e levar a gente pra fora, ele topa por um preço. Ofereço uma festa no terreiro de Xangô, ele aceita. Diz que pode levar o resto também se eles pagarem o preço deles. Volto pra falar com eles, Izel topa mas Hadinho prefere ir falar com seu próprio papai Hades. Voltamos pro Samedi, Izel conversa com ele e oferece sacrifício de sangue na festinha do terreiro. Ele topa, entramos no carro e ele nos tira dali. Já Hadinho acha papai e o leva por uma escadaria pra sabe-lá-onde.

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