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13º sessão de D&D do Gabriel

15/03/2010

13º sessão de D&D do Gabriel

Nessa o Dib entrou com Haskin, um paladino da Luuuz. E o Ent agora tem nome, Haste.

Depois de capotarmos Rise esperamos a polícia aparecer. Aparece uns cavaleiros negros montados em grifos. A líder deles vem falar conosco, Thalantariontes e Artie falam com ela. Até rola um desentendimento entre a mina e Thalantariontes mas nada de mais. Pegamos nossos caídos e nos despacham de carroagem de volta pra capital pra falar com o rei. Chegamos, luxo pra todo lado, defesa graúda. Nos dizem que o rei Francesco está ocupado mas logo vai nos atender. Ficamos enrolando admirando as obras de arte e música enquanto Thalantariontes vai falar com o Francesco a sós. Thalantariontes e Francesco se encontram no jardim. Conversam, tiram umas dúvidas, armam esqueminhas maquiavélicos e Thalantariontes volta. Francesco se encontra com Haskin, faz um contrato com ele pra que Haskin nos vigie.

Aparece o rei Pietro, um ancião todo armadurado. Junto vem Francesco e logo Haskin. O véio puxa papo e fica falando abobrinhas. Até tento apressar as coisas mas Francesco me olha torto. Finalmente vamos pra sala de reuniões, um banquete farto com comidas genéricas pra nos agradar. Durante a conversa do banquete Thalantariontes reclama da missão que completamos, pois foi tudo mal ajambrado e muita gente morreu sem necessidade. Os reis se explicam mas não tão nem aí. Dizem também que a irmã de Herbec está vindo pro reino, e aparentemente ela não gosta do próprio Herbec. Por ele ser o herdeiro dum clã anão e irmã dele quer pedalar ele pra poder pegar o lugar no trono, ele como Herbec é um banana ele fica bem preocupado.

De qualquer forma os reis passam a nossa próxima missão, ir atrás do elfo matador de elfos, Guize. O problema é que ele se enfiou num canto que pra chegar tem que passar por uma área dominada por uma bruxa e qualquer um que dormir por lá fica vulnerável a ela. Outra missão que eles passam é ir até uma dungeon buscar um cetro lendário que bombaria o poder político de um líder anão, o problema é que nenhum anão pode entrar na dungeon, a não ser que seja o escolhido ou algo assim. Outra missão é tomar o forte que ficou faltando na missão passada e que tá apinhado de goblinóide. Deixam a nosso encargo decidir como resolver essas encrencas. Mencionam também que temos que ficar de molho no castelo por umas semanas pois depois de nossa tomada do forte goblinóide minha cabeça tá a prêmio, então tô sendo caçado por aí.

Os reis dizem que como Krisium, o rei anão, pediu vai dar elementais pra gente. Ele invoca um elemental do aroma, Plua, ali na mesa. Ele parece uma boneca de pano com flores. Converso com o bicho e fazemos o pacto pra ele se juntar a minha trupe. Os reis dizem que é o melhor elemental que eles tem por lá. Depois invoca um pra cada ali e a galera faz seus pactos. Dizem que Gideon, o elfo camarada do Alvin, foi envenenado pelo Guize e não tem muito o que podem fazer. Haskin vai checar Gideon, tenta usar seus poderes paladinescos mas não resolve. Os dois voltam e se juntam a nós. Os reis nos deixam enrolar e saem fora.

Algo nesse reino não me cheira bem... Sacou? Hã? Hã?

Então Drei, o anão mago maluco, aparece. Diz que Artie deixou ele pra trás mas que também veio oferecer a mim o estilo de treino dele. Ele diz que é combate físico misturado com magia e pra demonstrar me joga uma teia. Digo que prefiro o estilo do Artie mesmo, ele tira a teia de mim. Diz que mesmo assim vai nos acompanhar onde formos por ordens do Krisium. Cada um vai se resolver, Herbec vai ter aulas de liderança com os reis. Haskin e Farawind vão treinar combate. Eu fico treinando com Artie. Nos dão uns dinheiros e poções de cura como pagamento pela missão passada também. E Thalantariontes fica com a armadura fodona de Amanodel.

Passadas das semanas nós partimos todos pra Dungeon atrás do cetro. Afinal como Guize e seus comparsas também querem minha cabeça e de Thalantariontes ele virá até nós. E quanto a outro forte nós não vemos muita necessidade de retomar pois os próprios reis não tão ligando. Deixamos Herbec pra trás treinando. Chegamos na dungeon e o puto do Herbec está lá nos esperando, disse que veio voando. Vemos duas estátuas de anão na entrada. Herbec avança pra tentar entrar na dungeon. Eu, Thalantariontes e Haskin vamos com ele pra socar quem interferir. As estátuas vem pra nos socar, nós sentamos o prego nelas e seguimos pra porta. Herbec passa a mão na porta fazendo um corte e derramando seu sangue, e como ele é um descendente direto do anão que construiu essa joça a porta abre pra gente.

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