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14º sessão de D&D do Gabriel

19/03/2010

14º sessão de D&D do Gabriel

Seguimos pela dungeon, arquitetura anã, tudo muito bem feito. Uma estátua no centro dum salão de entrada. Aparece um anão fantasma, diz que vamos apanhar pra ver se somos mesmo dignos de pegar o cetro que está por ali. Diz que vai pode servir de mensageiro entre nós quando nos dividirmos pela dungeon. Na frente dois corredores. Artie e Drei seguem por um deles. Nós vamos pelo outro. Sim, eles são bombados o suficiente pra equivaler a todo resto do grupo junto…

No fim do corredor achamos mais corredores. Gideon diz que no fundo de um deles tem uma armadilha ilusória, algo sobre uma serpente atacar quem ativar e talz. Pressionamos Herbec pra que ele decida nosso caminho, ele vai escolhendo. Chegamos numa sala com mais decorações até que alguém avisa que há inimigos se aproximando num dos corredores. Esperamos alertas e aparecem duas estátuas de anões feitas de metal e energia. Espancamos as coisas, o fantasma aparece e diz que aqueles eram guerreiros valorosos cuja lealdade foi presenteada com a defesa eterna da dungeon e caso morremos e falhemos em conquistar o cetro as estátuas serão reconstruídas pra continuar a proteção. Pego um pedacinho da estátua e saímos.

O fantasma aparece dizendo que Artie está preso num elevador pois precisa que uns mecanismos de peso sejam mexidos pra que ele saia, senão vai ter que dar um rolê gigante. Diz também que Drei parou pra fazer uma magia que demora bastante tempo. Farawind diz que em algum bicho, provavelmente um lagartão por perto, mas seria estranho pois a dungeon tava lacrada e coisas vivas não sobreviveriam. Continuamos até um corredor com cinco pares de portas opostas. Dividimos o grupo e cada grupo checa um porta.

Será que vamos encontrar a tão sonhada bicicleta?

Thalantariontes, Gideon e Alvin entram numa sala e acham um pedestal que os ataca quando fuçam a sala. descem porrada no troço e pegam uma chave. Herbec e Haskin disparam uma armadilha na outra sala, a cobra ataca Herbec mas Haskin arrebenta a ilusão e pega mais uma chave. Eu e Farawind entramos numa sala sem nada e saímos na porta oposta, tipo vortex dimensionais do Scooby Doo.

Continuamos fuçando as portas, eu entro numa e uma estátua de anão feita de areia e pedra toda zuada grita e começa a andar na minha direção. Falo pro Zynd, o elemental do ar, chamar o resto e ele dá um gritão. O povo aparece e partimos pra porrada. Corremos em carga, só que ao redor da estátua o chão é de areia fofa e dificulta a movimentação. Só eu chego na carga mas acabo entrando no corpo do bicho que fica me socando lá dentro. Vento cheio de areia enche a sala atrapalhando tudo. A porrada continua, Gideon atira uma flecha com uma corda mas só acertam a flecha em mim. Haskin dá uma marretada perfeita no bicho mas acaba me acertando em cheio dentro dele. O vento com areia fica curando a estátua e sempre que isso ocorre a estátua grita de dor. A briga prossegue pateticamente até que sou tirado de dentro do bicho e terminamos de arrebentar ele. O fantasma aparece e diz que aquele era um traidor que zuou os antepassados de Herbec e foi punido pra defender a dungeon. Sim, virar estátua era premiação e punição, vai entender esses anões.

Lição nº597 - Não dar voadoras em criaturas de areia

Nessa sala vemos uma porta enorme com duas fechaduras e dos lados os elevadores. Artie já tinha saído do elevador mais volta quando o chamamos. precisávamos colocar peso no elevador de um lado pra que o lado de Artie abrisse. Subimos eu e as seis formians e Artie sai do elevador. Porém o lado que eu tô desse. Daí percebemos a burrada, num tinha como a gente voltar pois teríamos que colocar peso no outro lado e não tínhamos nada. Discutimos o que fazer, vou atrás de um caminho alternativo enquanto o resto segue pela portona.

Abrem a porta com as duas chaves e chegam numa ponte a céu aberto. Descobrem que a dungeon está flutuando beeem alto, algum tipo de transporte dimensional de novo. Lá na frente a ponte acabava numa outra dungeon. Vão seguindo…

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