Archive for the ‘Cavaleiros do Zodíaco’ Category

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5º sessão de CdZ do Tib

19/03/2010

5º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib

Nessa o Jones entrou como Müller, o irmão gêmeo do Max.

Começamos com Medif voltando da missão na Ilha da Rainha da Morte. Depois de um dia inteiro de descanso ele volta a caminhar pelo Santuário, todo arrebentado e doído. Pro azar dele eu o encontro. Já dou um susto nele pra cumprimentá-lo, conversamos mas ele num revela nada sobre a missão que fez. Enquanto conversamos aparece um mané qualquer com uniforme de mensageiro. Ele oferece um pergaminho pra Medif e diz ser o novo mensageiro oficial da Mestra Medusa. Medif mostra pro mané o monte de machucados e deseja boa sorte pro novo mensageiro, pois sabe como é difícil esse cargo e como as pessoas reagem a má notícias. O mané olha por um instante e entra em pânico, joga a bolsa de mensagens e as roupas no chão dizendo que num quer mais saber disso e vai dar no pé. Enquanto ele sai correndo eu e Medif caímos de tanto rir.

Müller chega ao Santuário sedento. Os porteiros estranham por um momento mas o reconhecem como Max e o deixam passar. Ele pede água pros caras, conversa um pouco e entra no Santuário, levando o cantil do porteiro. Na direção da fonta atrás de mais água Müller é abordado por Sílvio, discípulo de Claude de Leão e assistente de papelada genérica. Sílvio confunde Müller com Max e o chama prum duelo em dez minutos no coliseu. Müller aceita só pro cara deixar ele em paz e segue pra fonte. Dimitri passeando, agora um discípulo de Hanna de Aquário, vê seu toda a cena. Também achando que era Max, aborda Müller e o questiona sobre fugir do duelo. Müller, já bem puto, continua fingindo que é Max e diz que vai duelar, só que vai a hora que quiser. Os dois seguem pro coliseu.

Max vai no cemitério fazer uma covinha pro seu camarada Prince, morto na última missão. Lá ele encontra Ulik de Libra. Conversam, Ulik agradece por Max ter protegido Dimitri na missão e lamenta a morte de Prince. Mostra o túmulo do pai dele, o antigo cavaleiro de Touro. Diz que Max pode fazer um túmulo ali do lado pro Prince se ele quiser, desde que não ocupe muito espaço. Ulik sai e Max prepara o local. Sai pra arrumar flores pra decoração e tromba o porteiro que teve o cantil roubado por Müller. O porteiro cobra o cantil mas Max num faz idéia do que tá acontecendo. Discutem até o cara se aborrecer e ir embora. Max volta pra pegar as flores e as pessoas ficam olhando pra ele. Cochicham sobre ele arregar pro desafio. Ele pergunta e as pessoas contam do desafio do Sílvio no coliseu. Max resolve checar.

Medif quer pegar a bolsa que o mané deixou e entregar as mensagens, eu pego antes e fico fugindo dele. Rapidinho ele pega a bolsa e vamos até a sala do capitão relatar. Claude nos recebe, contamos o ocorrido, ele manda a gente trazer o mané e irmos logo pois ele já tá quase saindo do Santuário. Uso meu GoogleMaps embutido e acho o caminho pra pegar o mané. Medif deduz a direção do cara, nos separamos pra cercar ele. Corremos e achamos o cabra quase já na saída. Tentamos agarrá-lo mas ele é bem safo e nos evita. Corremos loucamente até que eu o derrubo. Então começo a pular comemorando e o mané aproveita pra voltar a correr. Voltamos a correr atrás dele. Hahahahaha…

Lá no coliseu o povo se aglomera pra ver o duelo de Max e Sílvio. Dimitri e Müller chegam, logo todos vêem eu e Medif correndo atrás do mané. Ele entra no coliseu, grito pro “Max” parar o safado, Müller põe o pé na frente do mané que rola pelo chão coliseu adentro. A galera faz mó zona. Passo correndo por “Max” comprimentando-o mas ele me ignora. Entramos no coliseu, Sílvio se gabando que vai pedalar o Max e talz, o mané vai pra cima dele, Sílvio prepara pro combate e o mané dá um bicudo na cara de Sílvio e continua correndo. Aproveitando o embalo eu piso em cima do Sílvio pegando impulso pra pular em cima do cara. Medif usa o vento pra tirar o atrito pra mim e eu caio como um míssil nas costas do mané, que afunda na arquibancada.

A multidão começa a gritar meu nome e me carregar, claro, pisoteando Sílvio. Medif cuida do mané capotado. Dimitri aparece pra me cumprimentar e eu puxo ele pra cima da galera. Max aparece e dá de cara com Müller. Música de novela mexicana começa a tocar de fundo. Os dois começam a discutir, aparentemente o orfanato de Müller e Max foi destruído e Max pensou que Müller tinha morrido. Müller caçou Max até aqui, e agora que achou vai embora. Esbarra de propósito em Max mas ele nem se move e agarra Müller. Ele tenta sair mas é como se Max fosse feito de pedra. Max deixa o putão ir.

Sílvio, todo arrebentado, ainda chama Max pro duelo. Max fala que topa o duelo mas pra Sílvio se recuperar antes senão num será honrado. Sílvio diz que vai ser ali mesmo e carrega seu cosmo. Num grito de dor foda ele estende as mão e garras saem dos dedos. Porém o esforço é tanto que ele pedala sozinho. Max o pega pra levar até o mestre dele, Claude. Medif me lembra da missão de levar o cara e eu mando a galera me liberar pra eu continuar a missão. Vamos eu, Medif, Dimitri, Max, e os capotados mané e Sílvio até a sala do capitão Claude.

Chegando na sala entramos só eu e Medif pra entregar o pacote pra depois Max deixar o dele. Claude diz que foi um jeito um tanto exagerado de cumprir a missão, mas Medif contorna dizendo que foi um jeito de camuflar a missão, e Claude aceita a desculpa. Claude dá uma bolsa pra Medif e diz que ele será o mensageiro até arranjarem outro e que tem que entregar uma mensagem pra Mestra Medusa. Diz que eu, Max e Dimitri faremos escolta pois onde a Mestra está é perigoso. Pedimos a mensagem e ele pega o corpo do mané capotado e arranca a cabeça! Ficamos bem espantados, então ele despiroca e um dragão/bode/leão/cobra aparece bem grandão em cima da gente. Ficamos em pânico paralizados até que Claude recolhe um pouco seu cosmo animalesco e conseguimos sair correndo dali com a cabeça embrulhada. Lá fora já agarramos Max e Dimitri e arrastamos pra fora dali. Max insiste em entregar o corpo de Sílvio mas o corpo começa a flutuar e entra na sala. Vazamos…

Fominha... 4 bichos no cosmo.

Müller vai passear, encontra uma menininha levando montes de legumes, ajuda ela e rouba uns pra ele. Continua passeando e joga um papel no chão, um cara reclama, ele nem liga, o cara começa a encher o saco dele. Discutem e acaba que o cara desafia Müller a dar mais um passo, Müller não consegue pois seu corpo está paralisado. O cara explica que as coisas ali são diferentes e existe cosmo e talz. Diz pra escolher qualquer mané no caminho que esse mané pode arrebentar com o Müller. Ele topa e escolhe um aleatório, só que esse aleatório é um discípulo de Hanna de Aquário. Müller tenta bater a carteira do cara mas o cara torce ele todo e põe uma adaga no pescoço. Pergunta se pode matar o lixo do Müller mas o mala diz que não precisa. Müller entende e começa a conversar de boa. Pergunta o nome do mala mas ele enrola dizendo que não sabe exatamente quem é ou se pode usar o nome que tem e talz. [É que é um clone do Ken de Câncer que foi encontrado na Ilha da Rainha da Morte, mas vocês não ouviram isso de mim].

Uso meu GPS pra achar a Mestra e corremos. Assim que saímos do Santuário trombamos Gunther, um dos companheiros de treino de Max. Ele diz que tá de bobeira e vai passear com a gente. Ele começa a falar mal do Prince, ficamos putos mas vamos seguindo. Chegamos num penhasco e pelos meus cálculos a Mestra tá lá embaixo. Avançamos pra ver como descer e quatro caras misteriosos pulam pra nos atacar, só eu consigo percebê-los antes do ataque e avisar os outros. Os quatro colam na gente e começamos a tretar. No meio do rolo Gunther vem na minha direção, imagino que ele queira pegar o cara que tá lutando comigo, então fico posicionado pra ajudar ele mas o safado traidor me agarra. A treta começa a ir bem mal, roubam a bolsa de Medif e começamos a ser pedalados um por um.

Ken B diz que vai ser o mestre de Müller e o coloca pra subir e descer um morro só que sem diminuir a velocidade, até mostra como fazer e vai embora., mas Müller só aguenta alguns e tudo torto. Logo Müller sente no fundinho de seu ser que seu irmão Max tá na bosta precisando muito de ajuda. Müller corre atrás de Max e vê a gente levando uma sova. Ele fica putão entra na treta despertando um cosmo raivoso e descontrolado. Nos recuperamos um pouquinho e começamos a socar os malditos. Eu noto que alguém está nas árvores ali perto observando tudo. Pego a bolsa do cara que a roubou mas o cara resiste, Dimitri cola o brinco  dele e saio com a bolsa.

Pulo no penhasco deixando os caras cuidarem da treta. Depois de cair bastante vejo uma entradinha na parede do penhasco, em estico todo e consigo me balançar com um galho pra dentro. Lá vejo a Medusa fazendo algum ritual bem sangrento. Entrego a mensagem-cabeça de Claude, a Medusa pega, resmunga um pouco e me manda embora. Ela dá espaço prum caminho no interior da terra, eu sigo correndo.

Lá na treta os caras consegue pedalar os vilões. E do nada os corpos começam a derreter, e Medif reconhece como aqueles corpos derretentes na Ilha da Rainha da Morte. Notam que há marcas nos braços dos corpos mas não conseguem ver com detalhes. Apareço, aviso que a mensagem foi entregue e voltamos pra relatar os resultados pro Claude. No caminho Ken B aparece, faz sinal preu não falar nada que vi ele nas árvores durante a luta e leva Müller. Chegando na sala de Claude Medif faz o relatório e somos dispensados. Claude manda Medif ficar pra… uma conversa particular…

Claude pede mais detalhes e Medif passa tudo que vimos, depois Claude manda ele guardar segredo de tudo aquilo. Medif aceita mas fica em dúvida se pode falar pro mestre dele. depois de dispensado vai falar com seu mestre Aldebaran de Touro. Conta pra ele as zicas e estripulias que passou e vai descansar pra mais um dia.

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2º sessão de CdZ do Tib – Ilha da Rainha da Morte

15/03/2010

2º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib – Ilha da Rainha da Morte

Onde a gente tinha parado mesmo?

Com aquela chuva de meteoros breve em nossas cabeças analisamos nossas opções. Se muita alternativa resolvemos usar a ignorância mesmo. Peço ajuda a todos ali pra me passarem energia e uso meu golpão com toda a energia acumulada. Com um mega pisão no mar eu crio uma onde gigante que varre os meteoros pra água. Sim, foi um baita sucesso.

Passada a ameaça ainda sobra um pilar pra ser destruído, mas esse o guardião já foi pedalado por nós. Medif caiu com o esforço de doar energia mas mesmo inconsciente ele levanta e leva a caixa da armadura até Claude. Claude puxa uma das armas de Libra e destrói o pilar. A barreira mística que nos impedia de entrar se desfaz.

Lá na frente o mago safado que chamou os meteoros começa a aprontar mais magias. Vamos pra cima dele mas outra barreira o protege. Raios se formam no céu e descem na cuca de Claude. Continuamos a treta até arrebentar o cara. Antes do golpe fatal aparecem uns capangas e levam o mago embora. Vão pro castelinho feliz do vilão no alto do vulcão. Alexandre recarrega Claude e vamos seguindo todos juntos.

Maldito maguinho fujão!

Chegamos até o castelo, bem chiquetoso e tudo mais. Vamos entrando e notamos um arqueiro escondido pronto pra atirar. Claude vai pra cima dele enquanto uma águia de fogo vai em sua direção. Flora engloba a águia de verdade que pairava lá no alto anulando a águia de fogo. A treta rola solta, até um lobo aparece no meio. Então ouvimos alguém invocar palavras de ativação, vemos um outro maguinho aprontando seu golpe. Eu e Alexandre sentamos o prego nele, inclusive Alexandre faz um mega golpão com sua espada relâmpago que bomba com meu cosmo elétrico. Derek dá um golpe tão forte também no arqueiro que explode sua própria armadura. Capangas pedalados seguimos pelo castelo.

Entramos num salão cheio de tubos grandões empoeirados e cheios dum líquido verde. Limpamos a poeira pra ver o que tem nos tubos e vemos nossos camaradas boiando. Nossos amigos, discípulos, mestres, alguns tem até mais de um. Nuns dos tubos há pessoas não formadas por completo, só bolos de carne que um dia seriam alguém. Sem saber o que diacho são aqueles troços tiramos todos dos tubos. Uma cópia de Claude acorda bem confuso. Aparentemente as memórias dele são de alguns anos atrás quando Claude ainda era cavaleiros de bronze/prata. Acalmamos ele e quando vamos explicar o que tá acontecendo uma cópia do Woltan de Escorpião, também na versão 1.0 acorda furioso e já dispara seu golpe, uma explosão que pega a sala toda. Os Claudes o seguram as ainda rola uma boa destruição. Arremesso Medif pra fora da sala antes do impacto. Nocauteiam Woltan B.

Clones... Tenho um péssimo pressentimento.

Fora da sala Medif esquiva por pouco de um tiro na fuça. É um dos capangas que levaram o maguinho safado embora. Com a explosão lá na sala Derek foi arremessado pra fora também. Medif o pega pelas pernas e corre escada acima fugindo dos tiros do capanga (e batendo a cabeça de Derek nos degraus). Na sala abrem quatro portas e saem monstros bizarros refugo de digimon que guardavam o lugar. Um geleca rastejante, uma bola de pelos com patas, um pássaro bicudo e um samambaia estressada. Socamos as bizarrices, Claude dá um rugidão que tira uns sentidos da galera por um tempo até. O pistoleiro aparece e também vira estatística.

Um dos clones ali é do Ken, um camarada meu e atual cavaleiro de ouro de Câncer. Aparece uma mina aleatória e taca uma bola brilhante na direção dele, uma alma aparentemente. Eu tiro ele do caminho mas a bola o segue e ele a pega. Sem saber o que fazer e prestes a liberar tudo, então faço um sonho de emergência nele onde passo toda a evolução dele num momento pra  ver se ele consegue lidar com aquilo. Ele entende e começa a neutralizar a zica da alma. Ela manda outra e Ken consegue anular também. Socamos a vadia. Quando ela tá morrendo no chão ela se arrasta pra tocar o corpo do pistoleiro, aparentemente eram amantes e se reunirão no além.

Daííí Derek resolve impedir a mulé de se arrastar até o cara, e uma energia de ódio começa a envolvê-lo. Eu o impeço e começo a fazer um ritual de descarrego pra tirar aquele encosto dele. Lucas também tem pensamentos malvados sobre pisar no pescoço da mulé pra terminar o serviço e muito ódio começa a cercá-lo. Medif pula em cima de Lucas pra trazê-lo de volta a si e queima seu cosmo fodamente afastando o ódio de Lucas. No descarrego de Derek a coisa fica por um fio então peço ajuda pra armadura de Libra, ela topa e puxo o nunchaku. Com cada um segurando numa haste nós nos ligamos e o ódio dele se esvai. Ele guarda a arma de volta na armadura.

Muito tentador

Só que nesse meio tempo mais um corno aparece pra nos aporrinhar. Um ninja metidão, mas Flora joga uma planta protetora que nos envolve enquanto fazemos os descarregos. Quando estamos prontos pra sair da proteção e arrebentar tudo Ken diz pra deixar a parada com ele pra podermos seguir em frente. Mesmo sendo um inimigo bem poderoso pras atuais condições do Ken deixamos ele lá brigando com o cara e seguimos atrás do chefão. Levamos aqueles clones que não se destruíram nas tretas.

Subimos até a sala do trono mas alguém está bloqueando a passagem, um cavaleiro medieval todo armadurado com um espadão de tirar pizza do forno. Pelo nível do cidadão teríamos que dar um belo tapão pra deitar o corno. Claude dá um golpão que arrebenta as manoplas de sua armadura. O elmo do cara voa e vemos que é uma cópia do Aquiles, sabe, aquele. Sigo no vácuo e dou um pisão no cabra que ele voa pra dentro da sala do chefe dele. O lemuriano safado que viemos atrás levanta de seu troninho e desintegra o Aquiles pela falha dele.

Fazia tempo que eu queria bater nesse cara.

O lemuriano malvadão faz uns gestos e a armadura de Áries vai pra ele, só que essa armadura está bombada pro nível divino. A musiquinha do chefe de fase começa a tocar ao fundo. Sati fica me azucrinando via link mental por causa da armadura de Áries, quer ir até lá ver o que tá acontecendo mas eu falo pra ela deixar eu resolver. Falo pro malvadão que vamos socar a cara dele e arrancar a armadura na porrada, claro que com palavras mais bonitinhas.

Então aparece Hanna de Aquário, ou a cópia dela né. Um dos clones que salvamos é do Seph, um dos discípulos de Hanna. Ele acorda com a presença da mulé ali. Hanna começa a invocar seu mega golpão, então Seph assume a treta pois as técnicas dele são mais eficazes. Os dois começam a tretar fodamente.

Os cavaleiros de bronze passam cosmo pra mim e Claude. Sati me passa mais um pouco, Ken lá embaixo na treta e ainda vivo me passa também e até Nalbert, nosso mano que tá sumido há tempos, manda um pouco de energia. Medif reconhece a presença de Nalbert já que foi ele que o salvou e o levou pro Santuário. Totalmente bombados pulamos na goela do lemuriano. Claude desfere várias garradas no safado que gasta bastante energia pra aguentar o golpe, e eu vou grudado dando meu pisão. Ele abre uma barreira de cristal que começa a puxar energia até da armadura pra aguentar, mas algo que ele colocou na armadura pra corrompê-la sai com o esforço e a armadura sai do corpo dele, e sem de onde puxar energia ele não segura a barreira e toma o bicudão atômico.

Foi um belo golpe.

O corpo do safado cai todo arrebentado lá embaixo na lava. A perna da minha armadura arrebentada. A armadura de Libra aparece e as armas começam a me rodear. Notamos que o trono dele era o que mantinha a ilha oculta, então arrebento ele com a calota de Libra. Tudo começa a desabar. Recolhemos os vivos e armaduras, chamamos o piloto que aparece para o resgate. Seph sai da treta e vem com a gente. Hanna fica pra trás e some na baderna. Já no avião olho uma última vez pra ilha e vejo uma figura, provavelmente que tava mandando em tudo por trás da cena. Vejo um gigante com chifres envolto num manto de gelo. Sei lá quem era o puto, depois checamos. E voltamos pro Santuário, surpreendentemente vivos.

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4º sessão de CdZ do Tib

12/03/2010

4º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib

Mesa dos aspirantes. Eu como o Faris, Dib como Max e Rodrigo com o novo pj dele, o Dimitri.

Eu e Max nos trombamos pelo Santuário e vemos uma aglomeração se formando num canto. Chegamos lá e vemos alguém pregando um papel na parede, algum anúncio. Nos amontoamos pra ler, MAx sobe nas minhas costas pra enxergar melhor. Lá diz que tão recrutando voluntários pruma missão perigosa que pode nem haver volta, e qualquer um pode ir. Claro que topamos ir, corremos pro guichê de inscrição. No guichê há uma galera amontoada, só que na frente tem um  espação vazio até a mesa. Um carinha qualquer fala com o pivete na mesa, e aparentemente a galera tá meio, digamos, apreensiva em relação ao carinha ali. Fico no bolo, Max avança até a mesa. O tal carinha olha diretamente pra Max e depois pra mim, então vai embora. Me dizem que aquele era o Ulik de Libra. Max chega na mesa e me chama, abro caminho na multidão até a mesa e nos inscrevemos. Quem tá cuidando da papelada na mesa é aquele mané que tomou um piau do outro pivete que eu instruí.

Depois de nos inscrever ficamos mais um tempo por lá, espalho pra galera que a missão tem que enfrentar coisas bizarras como serpentes marinhas e fantasmas e talz. Os boatos espalham como pólvora e uma boa parte desiste de se candidatar por ter medo de enfrentar uma tartaruga-vulcão e coisas assim. Chegam pro Max chamando ele de louco por ir numa missão onde tem que enfrentar um dragão de nove cabeças. Max saca na hora a maluquice que tá rolando e nem liga. Nisso aparece Prince, o baitolinha que é discípulo do mesmo mestre de Max, Lucas. Conversam e Prince decide se inscrever também. Depois vamos nos preparar pra missão no dia seguinte.

Eu vou na enfermaria atrás do meu mestre pra informar que vou na missão. Encontro ele tomando soro. Falo pra ele e então chega o tal Ulik de Libra pra falar com meu mestre. Me despacham, eu saio e fico xerentando da janela. Ulik diz algo sobre mandar um discípulo dele na missão e eu ficar de olho no garoto. Fala umas coisas que eu não ouço também. Meu mestre concorda, Ulik sai e Dário que já tinha percebido que eu tava lá manda eu entrar. Como eu ouvi o papo ele só oficializa o lance e me manda correr o dia inteiro até ele mandar parar. Vou correr…

Max e Prince vão enrolar, conversam abobrinhas até que são chamados a Casa de Aquário por Hanna. Vão até lá e encontram Hanna morgando. Prince fica cheio de meneios e admiração. Hanna diz pra eles que um tal de Dimitri os acompanhará na missão que farão e que os dois devem proteger o garoto. São despachados, Prince deixa uma rosa pra Hanna. Ficam conversando mais abobrinhas até o dia seguinte.

Depois de correr aleatoriamente o dia inteiro passo perto da enfermaria. Vejo uma cara encapuzado com uma baita pexeira nas costas. Colo pra ver o que tá pegando e o cara puxa a pexeira pra atacar Dário capotado na cama. Pulo em cima do cara dando uma bicudona que arremessa o cara pela parede. Saio fazendo um escarcéu com o cara. Ele levanta com a pexeira quebrada, vamos pra treta, gasto toda minha energia num murrão pra pedalar o cara. Caio exausto logo depois.

Not on my shift

De manhã Max e Prince são acordados por um mensageiro com pergaminhos convocando-os ao coliseu pra receber a missão da Mestra Medusa. Diz pra vestirem algo descente pra encontrá-la. Se vestem e vão pra lá de boa. Já eu também sou acordado por um mensageiro. Estou meio afobado por causa da tentativa de assassinato do dia anterior. O mensageiro lê pra mim as ordens. Antes de ir passo na enfermaria pra ver Dário. Ele tá lá capotado e não tem ninguém fazendo guarda. Corro até a sala de Hugh de Hércules, o treinador chefe da aspiraiada. Chego interrompendo o treino do povo e falo todo exaltado exigindo um guarda pra proteger meu mestre na enfermaria. Hugh diz que vai cuidar disso, começa a falar outra coisa mas eu saio correndo antes deixando ele no vácuo pois já tô atrasado pra reunião com a Medusa.

Corro loucamente e passo pela porta quando já tá fechando, até perco um teco de roupa que fica presa. Lá já estão Max, Prince, Dimitri. Medusa aparece no momento seguinte. Ele fala meio distraída e grossa pra irmos até um Jardim secreto no monte Atlas pegar um pomo. Ela começa a fazer um talismã pra ajudar a gente a achar o local mas ela olha pra mim e diz que não vamos precisar. Ela sai. Prince explica que o monte Atlas é onde o titã Atlas segura o mundo e o tal jardim é guardado por um dragão de trocentas cabeças. Sugiro jogar um chapéu e deixar as cabeças se matarem por ele mas ninguém aceita. Partimos.

Meu GPS interno nos guia até o monte, vamos conversando no caminho, até marco de tomar uma coca com o Prince. Chegamos num montanhããão, escalamos e chegamos num lugar plano. Notamos que a pedra está meio estranha, checamos e descobrimos ser uma ilusão. Passamos e entramos num corredor beeem grande. Vamos seguindo até o fim e chegamos num jardim maravilhoso com um pomar lá na frente. Notamos umas mulheres colhendo flores e cuidando do jardim. Notamos também uma cabeça de dragão camuflada nas flores nos encarando. O bicho parece nos ignorar. As mulheres tocam umas flautas de vez em quando. Descemos até o jardim e seguimos sorrateiros. Já no pomar uma das minas nos nota. Eu seguro a boca dela e conto que somos gente boa que veio atrás do pomo. Ela diz que vai manter o dragão dormindo. Puxa a flautinha e começa a tocar.

Ainda bem que não estamos num musical

Seguimos pelo pomar, muuuuitas árvores graúdas e frondosas. Vemos o pomo dourado pendurado numa das árvores. Então ouvimos uma voz, vemos um cara todo acorrentado segurando uma grande rocha. Ele diz que é um prisioneiro e pede ajuda. Não damos muita bola e pegamos o pomo dourado. Nisso ouvimos o dragão urrando e três cabeças levantando do jardim. O cara acorrentado diz que nos ajudará contra o dragão, então solto ele. Quando estou soltando ele tenta jogar a rocha em cima de mim mas Prince me alerta e eu escapo. O safado continua tacando pedras mas lutamos e as correntes acabam prendendo ele novamente debaixo da rocha.

Tretamos com o dragão, altos tapas. Max faz um golpe que parece o movimento do dragão e segura o tranco. No meio da treta Prince é engolido por uma das cabeças. Eu acho um ponto pra bater e direciono Max pra socarmos o mesmo ponto. Levantamos o dragão do chão deixando ele meio atordoado. As minas ficam surpresas, elas dizem que ninguém faz isso desde que Hércules passou por lá. Diz que temos que sair logo antes que ele se recobre, Falamos de resgatar Prince mas ela diz que elas darão um jeito de tirar ele de lá. Tem que sair por algum lugar né?

Ainda acho que um chapéu resolvia o problema

Corremos levando o pomo dourado e mais um monte de fruta já que a mulé num especificou se era um pomo dourado ou outro comum né. Ouvimos o bicho vindo atrás da gente e logo uma bela baforada  de fogo no nosso cangote. Max mata no peito o foguinho. Pra evitar mais fogo e selar o dragão lá dentro derrubamos um monte de pedra travando a passagem. Claro, pode afetar a fuga de Prince mas acreditamos que ele consegue. Devido o esforço Max e Dimitri ficam exausto e eu carrego eles até o Santuário.

Entregamos a encomenda na mesa do assistente, relatamos o pedalamento do Prince. Acho que ganhamos passe-livre el seleção pra testes de armadura. Vou pra casa avisar meu mestre que cheguei e encontro uma caneca feita de gelo e tiras de couro, com uma coca dentro e um bilhete. Vejo meu nome lá. A caneca parece que não derrete. Abro a coca e ofereço pro Prince, vou tomando e jogando um pouco no chão. No verão isso vai ser tão útil. hehehe.

Nossa, vou ficar impossível agora...

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1º sessão de CdZ do Tib – Ilha da Rainha da Morte

25/02/2010

1º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib – Ilha da Rainha da Morte

Será que tem a fumaça preta maligna nessa ilha também?

Num é a primeira de verdade, afinal tem trocentas sessões já. É a primeira do arco de nossa invasão à Ilha da Rainha da Morte. A cavaleirada de bronze consiste em Lucas de Coroa Austral (Pj do Seiya), Alexandre de Coroa Boreal (Julião), Flora de Lírio (Pri) e Derek de Hidra (Angelo). Vai também o aspirante Medif (Marcelo), discípulo de Aldebaran (eu). De ouro vai Claude de Leão (Magno) e Aldebaran de Touro (eu). É, virei cavaleiro de ouro, altas tretas secretas sabe…

Chamo Medif pra conversar antes da missão. Passo pra ele que a missão dele será carregar um troço e mostro a caixa da armadura de ouro de Libra. Pois na Ilha haverá algumas armadilhas e proteções que pra serem destruídas os cavaleiros deverão empunhar as armas de Libra. Maaaas apenas os cavaleiros podem abrir a caixa e usar as armas, então Medif não poderia. Caso teimasse morria na hora. E até mesmo os cavaleiros que ousassem abrir a caixa deveriam passar pelo crivo da armadura senão podiam morrer também. Apenas os justos, corretos e leais aos ideias de Atena podiam empunhar as armas. Aviso Medif pra ele lembrar que ele é fralda ainda e não aguenta o tranco que os cavaleiros vão levar e se preocupar com a missão dele de guardar a armadura, deixando o combate pros que vão pra lá pra combater. Conversamos mais abobrinhas e Medif vai matar o tempo até a hora de partir.
”]Todos preparados pra partir, colamos no hangar, repassamos a missão. Os cavaleiros de bronze devem limpar o caminho até o chefe da fase pra eu e Claude lutarmos. Conto pra eles do lance da armadura de Libra, explico sobre apenas o cavaleiro certo no momento certo e com a arma certa será bem sucedido. E que não devem ser usadas em batalha. Faço um ritual indígena de guerra, tacando fumaça e pintura neles, pra caso morram que vão em paz. Até o piloto do avião entra na dança e fica todo comovido de ter sido incluído. Vamos subindo no avião, puxo Lucas pra conversar sozinho antes de irmos. Conversamos baboseiras emotivas e subimos.

O avião, ultra mega equipado e pimpado, diferente do pau-véio de sempre, levanta vôo e seguimos rapidão pra Ilha. Medif num aguenta a pressão da velocidade e apaga. Quando estamos chegando o piloto dá a opção de pularmos, ninguém tem nada contra. Pulamos, arrasto Medif que acorda no meio do salto e quase deixa escapar a armadura. Claude pousa primeiro e já abre uma clareira no meio dos milhares de capanguinhas que se acumularam pra nos receber. Os bronzes saem sentando a mão nos capanguinhas enquanto avalio o local. Encontro os pontos onde os inimigos reais estão, onde os bronze usarão as armas de Libra. No centro dos inimigos há um castelo onde está o chefe que viemos pedalar. Um dos inimigos reconheço que está além do nível dos bronze, então eu e Claude teremos de eliminá-lo. Passo pro Claude a situação e abrimos caminho entre os capanguinhas pros bronze chegarem logo até o primeiro inimigo. Depois eu e ele vamos enfrentar o cara fodinha.

Os bronzes avançam e logo encontram o primeiro oponente. Ao lado de um monolito/escultura/totem/pedestal todo malvadão está um cara usando a armadura de Pegasus, só que negra. Começa a treta, tapas pra todo lado, até que Alexandre e Derek descem o braço no cabra, derrotando-o. O cara começa a gritar e cai morto com um olho faltando. Alexandre abre a caixa da armadura e escolhe a espada. ataca o troço malcadão e estraçalha tudo, porém ele fica apagado pelo esforço exigido pela arma. O povo segue até o próximo inimigo.

Acho que esse só apanhou por que tinha Pegasus no nome

Enquanto isso eu e Claude lidamos com o outro cara. Chegamos e reconhecemos um inimigo que vem nos pentelhando há um tempão, o Perseguidor. Notamos dois caras escondidos pra nos emboscar. Claude pega um cara que estava enterrado e o arremessa no perseguidor, que o picota como se fosse nada. Eu golpeio um cara escondido atrás duma árvore, ele toma mas continua de pé, então revida com um chicotinho. Me acerta mas devolvo outro golpe e finalizo o cara. O Perseguidor atira adagas em Claude mas ele esquiva, começam a tretar, o cara usa um golpe maldito que tira o peitoral da armadura de Claude. Mais porradas e Claude dá um mage porradão no cabra, eu pego o resto e enterro o pé no peito do maldito. Ele cai, faz uns brilhos e é sugado pra terra para o enfrentarmos de novo em outra ocasião.

Ele vooolta...

Os bronzes chegam em outro inimigo. Esse usando a armadura de Cisne Negro. Ele atira um gelinho preto que pega Lucas em cheio e o capota deixando várias estacas de gelo cravadas nele. Derek vai pra batalha mas apanha também, Flora taca uma flor nele mas num causa todo o efeito. Medif percebe um momento que o cara baixa a guarda e contra pra Derek. Ele vai pra cima avisando Flora que ataca em conjunto, mas Medif pula na frente e enterra mais a flor de Flora no cara matando ele, mas o ataque do cara vem pra cima de Medif também. Milagrosamente algo pára o monte de energia que Medif tomaria. Surpreso por ainda estar vivo vê caindo no chão a armadura de Corvo, antiga armadura de seu mestre. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa a armadura some. O inimigo cai gritando e com um olho faltando. Flora puxa o escudo de Libra e explode mais um pedestal. Porém ela capota com o esforço e só sobra Medif acordado. Ele esconde os capotados num canto e segue sozinho até o próximo pedestal.

Urubuzão

Medif avança e nota o outro inimigo esperando os cavaleiros. Esse veste a armadura de Dragão Negro. Atrás dele uma barreira de bambus impede a passagem. Medif tenta passar correndo e pulando mas toma um golpão nas costas mas a caixa da armadura segura boa parte do dano. Enquanto isso mais atrás Alexandre acorda, vê seus companheiros caídos e passa seu cosmo pra eles pra acordarem. Todos de pé notam que o aspira Medif sumiu, procuram e o vêem lá longe prestes a tomar um golpe. Correm, puxam Medif pra trás e entram na treta. Pancadaria e talz, até que Alexandre dá um golpe incrivelmente poderoso [laaaargo] que deixa o inimigo estragado, mas logo depois Alexandre cai. Lucas, Flora e Derek vendo Alexandre cair em batalha começam a sentir raiva e ódio, graças as influências malignas da Ilha. Como o cosmo de ódio [o lado negro da força] é bem poderoso eles dão golpes fodas e o dragão negro vira pudim. Medif fica assustado com a sanguinolência demonstrada e todo aquele ódio. Ele põe a mão na maçaneta da caixa e faz menção de abrir. Os outros o questionam e ele diz que ninguém ali é mais digno que ele naquele momento. Dão esporro nele e ele afasta. Derek vai pra caixa pra abrir. Alexandre acorda nesse momento e o impede ao sentir que as coisas estavam meio estranhas. Concordam que Alexandre deve abrir a caixa. Ele puxa o tridente e destrói o pedestal. A arma volta rapidão pra armadura e gruda do lado de Medif. [na traaave]

Essa foi quase hein

Seguem pro próximo inimigo. Esse com a armadura de Andrômeda Negro. As correntes espalhadas pra todo lado. Ele fica se gabando e enchendo a bola do cara que vem depois dele mas ninguém liga. Derek faz um vapor quente por baixo do cara que o surpreende, fazendo-o soltar as corrente por um breve momento, e nesse momento ele perdeu o controle da corrente. O povo corre pra bater mas fica preso nas correntes. Depois de muita treta Flora consegue tirá-los. Juntam seus ataques mandando a flor de Flora envolta na água de Derek. O cara toma a flor e perde o controle das correntes momentâneamente, então Lucas aproveita e finaliza o cara com seu golpe. Mais um olho que some quando o cara morre. Lucas puxa a tonfa da armadura de Libra e arrebenta o pedestal.

Seria melhor se fosse uma mina sado-masô

Continuam e encontram o Fênix Negro. Ele está com quatro olhos nas mãos, que foram enviados pelos quatro manés pedalados antes. Ele fala com os cavaleiros já lá de longe tentando botar uma moral pois já viu tudo que são capazes, mas os cavaleiros mandam ele conversar com a mão deles. Juntam seus ataques, mandando a flor mais pirocuda de Flora misturada com água de Derek e cosmo emprestado de Alexandre e deixando o cara desnorteado com o poder de Lucas. O cara se surpreende e toma tudo. É engolido pela planta e cai morto. Uma luz puxa ele e o tira do combate. [outro que vai aparecer de novo e de novo e denovo…] Discutem sobre quem vai quebrar o pedestal. Resolvem que será Derek, ele puxa a barra tripla por terem agido em conjunto e todo esse lance de união. Destroem o pedestal só que dessa vez a arma não volta sozinha, Derek a coloca de volta. A armadura fica entre todos eles e depois volta pra junto de Medif. Partem pro próximo pedestal que já tá sem seu guardião, o Perseguidor

Esse virou caldo de galinha

Enquanto isso, nós preguiçosos de ouro, estudamos a parada toda. Claude pode ver magia, então vê que tem um lemuriano safado lá no castelo esperando a gente, e um maguinho invocando algo na base do castelo. Noto que a barreira que nos impede oscila cada vez que um pedestal é destruído. Não podemos discutir nossos planos direito pois estamos sendo vigiados. Então sinto meu poder completo novamente, e depois a presença de Sati, minha noiva. [ela tava meio sumida, sabe…] Ela diz que o cara é fodão em troços mentais e que vai dar uma mão pra bloquear a espionagem dele. Mas com a foooorça do amoooor nós criamos uma barreira pra bloqueá-lo, pelo menos temporariamente. Mas até agora era só um passeio no parque né? O maguinho sem vergonha termina a invocação. Meteoros começam a cair na Ilha. Meteoros! Você também consegue falar “FODEU” na velocidade da luz?

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3º sessão de CdZ do Tib

25/02/2010

3º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib

Nessa o Angelo voltou como Derek de Hidra.

Começo no treinamento com Dário. Ele manda eu correr de um ponto a outro até ele mandar parar. Sem grilo, fico correndo, e pra passar o tédio fico chutando as pedrinhas no chão e apostando corrida com elas. Depois de horas Dário volta e manda parar. Pega uma das pedrinhas e taca longe, diz preu achar a mardita e trazer de volta.  Vou caçar a pedra, encontro um monte parecidas. Separo pilhas de montes de pedras, então começo a procurar por cosmo nas pedras, consigo separar sete. Levo pro Dário as sete, tento um migué dizendo pra ele que achei a pedrinha mas trouxe aquelas sete pra ver se ele sabia qual era a dele. Ele faz umas ameaças sutis e eu volto a investigar as pedras. Forma, peso, cheiro, sabor, aerodinâmica. Uma das pedras era na verdade bosta seca. Dário rachou o bico quando eu coloquei na boca. hehehe. Por fim fico entre duas pedrinhas, jogo as duas pro ar, uma faz a curva parecida com a que ele jogou, a outra vai toda torta. Vejo que a torta tem um furinho, decido entregar essa furada. Ele diz que era a outra, mas que eu sou bom em encontrar as coisas, e encontrei as sete pedras que ele jogou pra atrapalhar. Sacanagem. Como punição ele diz que vai confiscar meu estoque de coca-cola. Mancada.

Caixa da minha futura armadura

Max está no alojamento dos discípulos de Lucas. Os discípulos estão se remexendo na cama como se tivessem tendo pesadelos. Max deixa eles berrando e vai dormir fora do alojamento. Um deles acorda assustado e confuso, vai falar com Max mas ele só alopra o cara. Eles notam que tem outro discípulo ali que eles não conheciam, e notam que tem peitinhos. Cutucam pra ter certeza, cutucam Prince também pra ter certeza. Os dois acordam, mais confusão por causa do pesadelo, discussões sobre a menina que acha que é menino, e sobre o menino que acha que é menina. Será um treinamento bem engraçado do Max. Lucas aparece e puxa Max pra treinar. Fica treinando luta com ele testando a técnica de Max, depois fica tacando pedras no coitado que se fecha na defesa e se protege. Ficam conversando abobrinhas.

Derek encontra Alexandre, conversam pra por o papo em dia. Derek diz que tem uma missão mas que precisa encontrar o mensageiro Medif pra pegar essa missão. Coincidentemente Medif está passando por lá, entrega a missão de Derek e sai fora. A mesma missão da galera, ir até a Ilha da Rainha da Morte socar vilões. Lucas aparece e os três decidem treinar juntos pra se aquecerem pra missão. Vão atrás de Flora pra ver se ela também não quer brincar. Como não podem ir até onde treinam as cavaleiras ficam na borda tentando chamar a atenção de Flora. Safira, umas das minas de lá, passa por eles, eles pedem pra ela chamar Flora mas ele nem liga. Derek usa um poder dele de usar poças de água pra ver outros lugares. Conecta com uma poça perto de Flora e a chama pra festa. Ela aparece puta da vida pela invasão e dá um piti com os caras. Depois eles vão se espancar no treino.

Vou enrolar por aí, vejo Medif passeando. Pulo em cima dele de surpresa e enfio o dedo lambido na orelha dele enquanto rolamos pelo chão. Sim, eu sou sem noção. Ele me dá um baita telefone na minha cabeça que me deixa vendo estrelinhas. Acho que até vi minha constelação protetora na hora. Quando me recobro conto pra ele que o Dário confiscou minhas cocas e Medif tinha prometido um monte de coca pra galera na gincana passada queria ver se ele me arrumava alguma. Ele diz que não tinha nenhuma, ia se virar pra arranjar caso ganhássemos a gincana. Frustrado chamo ele pra ir aloprar uns novatos e conseguir coca.

Achamos um amontoado de novatos, no centro um discípulo tosco de Claude de Leão fica chamando qualquer um pra briga pra provar que é fodão. Medif fica só olhando. Pego um mané qualquer, chamo de canto, digo que sei como ele pode ganhar do cara, mas o minha reputação me precede e ele não me escuta. Vou em outro mané com o mesmo papo, ele acredita. Negocio umas cocas e falo pra ele duns movimentos de luta que o cara nem vai esperar e talz. O cara até se gaba dizendo que nem vai precisar usar as mãos na luta. Ele vai pra luta e milagrosamente o cara faz exatamente os movimentos que eu descrevi. O mané segue minhas instruções e derruba o cara. O mané fica todo empolgado, a galera delira, o mané que me descartou primeiro fica puto por ter perdido a oportunidade e tenta ficar amiguinho de novo. Chamo Medif e nos acabamos de beber coca. Só de sacanagem deixo uma coca pro Dário e um bilhetinho dizendo que ele tava certo, que eu sei mesmo achar as coisas. Claro que ele vai ficar puto e eu vou sofrer por isso mas vale a pena. hehehe.

Mais tarde Medif começa a sentir um chamado vindo das doze casas de ouro. Ele vai até lá mas os cavaleiros de prata que tão guardando a entrada o impedem de passar pois Medif não está de serviço. Medif insiste e os pratas resolvem partir pra ignorância mas são impedidos por Aldebaran que diz que Medif está com ele. Os pratas ficam putões mas liberam a passagem. Aldebaram leva Medif até a casa de Touro e lhe diz que vai assuimí-lo como discípulo. Faz um ritual de iniciação indígena com ele, batuques e ervas alucinógenas, Medif acorda todo pintado e com pinduricalhos indígenas pelo corpo. Uma mulher mascarada o chama pra fora do quarto e explica sobre o treinamento. Se apresenta como Ester, diz que é quem comanda o treino na ausência do mestre Aldebaran, apresenta os outros discípulos, Omar, que Medif reconhece da gincana quando o encontrou capotado no mato, e Wynona, uma menininha macabra meio samaresca. Ester já põe Medif pra fazer exercícios e todos ficam treinando. Um tempo depois Aldebaran aparece e fala com cada discípulo separadamente, até que chega a hora de Medif. Conversam, Medif pergunta sobre a pegada dos cavaleiros pois dizem que lutam por justiça e talz mas só rola coisa ruim por lá e é todo mundo zuado. Aldebaran explica sobre as paradas ruins que rolam no mundo e sobre proteger o mundo e talz. Medif se convence e diz que quer ser cavaleiro e lutar pelas coisas fofinhas.

Já o perdido do Faris é acordado se afogando em coca-cola. Levanta assustado com Dário segurando a garrafa. Ele dá uma bronquinha e passa outro treino. Diz que dessa vez eu tenho que achar uma bolinha amarela que ele jogou pelo Santuário custe o que custar e que ele espalhou pra todo mundo que quem achar a bolinha ele vai aceitar como discípulo. Faris vai caçar a bolinha né… No caminho vejo uns manés fingindo que não tão me seguindo. Claro, pra me pedalar e pegar a bolinha. Então vejo um grandão segurando a bolinha e os urubus só na espreita. Colo no cidadão e digo pra me devolver a bolinha, ele manda eu ir pegar, eu vou com um murrão, mas ele num sente muito não. Tento outro e ele segura minha mão, devolve o murro mas eu esquivo. Junta os urubus na treta, afasto e deixo o grandão eliminar os urubus, um sobra pra mim mas derrubo ele no susto. Quando só sobra eu e o grandão eu aproveito a empolgação do momento e dou a entender que ele soltou a bolinha sem querer e corro pra pegar. Ele acredita e abre a mão pra se certificar, eu aproveito pra pegar a bolinha e sair correndo bem rápido.

Ó! O temível vilão! O destruidor de mundos! O Bolinha Amarela...

Enquanto tento despistar o pelotão de urubu atrás de mim sinto que uma direção específica me atrai, vou seguindo e uma boa parte dos zoiúdos ficam pra trás. Continuo correndo mas o povo tá chegando perto, então sinto que no caminho tem um buracão, direciono pra lá e pulo com tudo pra passar o buracão e deixar que a covardia e incompetência dos outros os impeçam. Rabudamente consigo pular mas ainda vem três na minha bota. Ele correm mandando eu entregar pra eles, eu retruco lembrando eles que só um deles vai ficar com a bolinha. Um deles diz que vai ser dele, entãos os outros dois pedalam ele, os que sobram fazem um acordo e continuam me seguindo. Ainda seguindo minhas sensações estranhas passo por um caminho que por pouco eu não caio numa armadilha natural do terreno. Fico por lá esperando os caras chegarem, atraindo eles pra tal armadilha. Eles chegam todo cautelosos querendo conversar e me convencer, eu finjo que aceito e deixo eles se aproximarem. O que tava na frente cai na armadilha e vai buracão abaixo, eu percebo que o troço era bem mais malvado que eu imaginava e tento pegar o cara mas a roupa dele rasga e ele cai pra morte. O carinha que sobrou fica chocado, me chama de assassino e tudo mais e vai embora.

Tô virando especialista em matar gente com buracos

Volto cabisbaixo pra onde está Dário e o vejo mexendo em algo no chão de costas. Surge o tal grandão que tava com a bolinha, me ameaçando. Eu tento explicar pra ele que ele pode morrer também se ficar no meu caminho mas ele nem liga e arma um muquetão nervoso. Novamente a sensação estranha me mostra a brecha na guarda dele, eu aproveito a janela e dou um golpe seco na garganta dele, o derrubando. Enquanto a pocinha de sangue se forma embaixo dele eu percebo que matei mais um, solto a bolinha e tento reanimar o cara mas nem rola. Dário diz que eu fiz certo pois aquela era a hora do cara, ele tava no lugar errado. Fico muito puto, ele manda eu olhar na pochete que o cara tava carregando. Abro e vejo vários pergaminhos que deviam ser entregues a cavaleiros, aparentemente o cara era um traidor safado que tava espionando o Santuário. Dário pega a bolinha e diz que passei na prova, diz que eu posso reaver uma das minhas cocas que ele confiscou. Claro que mando ele enfiar a coca no rabo dourado dele.

Alexandre, Lucas, Flora, Derek e Medif são chamado por Hanna de Aquário pra um papo antes da missão na ilha da Rainha da Morte. Mas como ela tá meio ocupada Aldebaran assume o papo. Ele diz que vai fazer um ritual preparatório pra eles se limparem de qualquer dúvida e medo que podem ser fatais na hora da quiaca. Faz toda a parafernália indígena e bota o povo pra alucinar. Eles começam numa caverna escura e conforme avançam cada uma aparece num lugar. Alexandre vai parar num campo de trigo que exala coisas venenosas, Derek enfrenta seu antigo companheiro que se sacrificou por causa duns problemas do próprio Derek, Medif fica caindo dum penhasco, Flora vai prum vulcão em erupção e Lucas vai parar debaixo d’água. Ele lidam com o cenário e vão tomando bucha até cair um por um. Depois descansam pra se recuperarem pois no dia seguinte partem pra Ilha da Rainha da Morte. TÃ NÃÃÃÃ!!!!!

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2º sessão de CdZ do Tib

05/02/2010

2º sessão de Cavaleiros do Zodíacos do Tib

Nessa foi só os aspiras. Os cavaleiros ficaram só assistindo nosso sofrimento das arquibancadas.

Rolamos a tal gincana de caça bandeira que o Woltan arrumou. O objetivo era os aspiras mostrarem suas técnicas e chamarem a atenção de algum cavaleiro pra treiná-los, foram os 24 melhores aspirantes, divididos em dois times, se espancando no meio do mato pra pegar a bandeira inimiga e proteger a sua própria. No nosso campo tinha um buracão beeem fundo, e no campo dos nossos adversários tinham plantas venenosas. Os campos eram cortados por um rio e uma cachoeira. Nós três estávamos no mesmo time. Os cavaleiros podiam tirar qualquer aspira da brincadeira escolhendo-o pra treinar.

Começamos a bolar nossa estratégia. Prince, um baitolinha metido quis dar uma de líder mas num colou. Medif sugeriu protegermos a bandeira perto do buracão, com uns caras escondidos pra socar os manos que aparecerem e irmos até a bandeira deles depois. Discussões aleatórias depois e seguimos esse plano. Inocentemente [juro] convenci um dos pivetes do nosso time a fazer tocaia dentro do buracão, claro que ele não tinha chances, mas acabou topando. Medif prometeu duas cocas pra todos do time se nós ganhássemos.

Começa a brincadeira, fico correndo pra pegar os manés que aparecerem, escuto uns gemidos de morte e vou checar, quatro manos fortinhos vem pra cima, um tenta me agarrar mas eu pulo, indo pra cima de outro cara já com um golpe engatilhado. Ele dispara uma flecha energética que me acertaria em cheio se o cara num desviasse o próprio golpe, e redirecionou pra acertar o mané que tinha ficado de tocaia no buraco. Medif aparece e é atacado também, acertam-no e ele é jogado longe. Vou pra treta com um dos caras, enquanto isso um bichinho ruim chamado César puxa uma faquinha pra me matar, e teria conseguido se Claude de leão não tivesse me arremessado longe da treta sem ninguém ver. Ele me joga pro buracão, seguro num cipó pra não cair mas o tranco foi grande demais e apago, caindo pro buraco. Medif corre e me puxa de volta. Algum cavaleiro tira César da gincana, mas não vemos quem.

Max fica protegendo a bandeira com Prince. Uns caras aparecem pra tretar, Prince pede pra Max ajudá-lo com um golpe, Max topa, então Prince monta em Max ficando de cócoras em seus ombros e pede pra Max pular o mais alto que puder quando ele der o sinal. Ele dá o sinal e Max não pula, joga Prince pra cima quebrando todo golpe que ele ia dar. A treta continua, pancadaria aleatória, até que Lucas de Coroa Austral interrompe a treta, fala abobrinhas com os aspiras e escolhe três pra treinar, o Prince, o Max e um genérico que tava no meio.

Eu acordo e um cara aleatório cola pra tretar, eu alopro ele e saio correndo pra ele me seguir, só que corro demais e o mané me perde. Deixo ele pra lá e vou atrás da bandeira inimiga. Corro pelo mato sentindo presenças com cosmo por perto. Um lobo aparece no meio do caminho escondido numa moita. Desvio receoso, num gosto muito de lobos, mas decido deixar de frescura e espancar aquele bicho. Então sai da moita um pivetinhozinho com olhos de lobo e caninos, rosnando e tentando me intimidar. Eu alopro esse também, chamo pra briga mas ele num vem, então vou eu, e com um murrão enterro a cara dele no chão. Continuo…

O lobinho

Lá no nosso campo um pivete adversário pega nossa bandeira e sai correndo, um pivete estranho do nosso time derruba o cara, ele tem um lance de num ser percebido. O resto do time se reagrupa e fica socando os restos do outro time que sobraram. Medif vai atrás da bandeira inimiga.

Eu continuo correndo quando noto alguém bem grande vindo pra mim, derruba umas árvores no caminho com uma clava e diz com voz grave que vai me moer e tudo mais. Eu chamo pra treta e saio correndo mas ele não me segue, noto que os movimentos dele não levantam poeira nem afetam o resto da área, e noto uma figura bem menor junto do cara grande, ilusão. Tzk tzk… Corro por trás e ataco o menorzinho desfazendo a ilusão. Ele caído pergunta como eu descobri, eu sorrio maliciosamente e o apago.

Chego na bandeira dos caras, três manés protegendo, obviamente iscas. Dou a volta pra pegá-los de surpresa. Medif passa pelos capotados no caminho e encontra a bandeira. Mais caras vieram com ele, ele dá uma motivada na galera e eles vão pra pegar a bandeira na loka. Medif é seguro pelo cara que ninguém percebe, diz pra deixar os caras irem na frente e disparar a armadilha. Claro, espetos aparecem do nada e atravessam os manés. Os pivetes adversários pegam a bandeira e saem correndo pra protegê-la. Eu corro, tento pegar o último cara sem ninguém perceber mas eles notam e fico tretando com dois enquanto o cara que segura a bandeira continua correndo. Medif vai pra cima desse cara.

Saio correndo pra atrair os caras pras plantas venenosas mas eles previam isso e armaram armadilhas, uma quase me segura pelo pé. Em um momento eles se separam pra me cercar, então eu volto e pego um pra cristo enquanto o outro não chega. Dou um murrão mas o cara segura, ele revida e pega raspando, eu devolvo uma joelha que p nocauteia justo quando o outro cara tá em cima de mim, já com golpe carregado. Detalhe que é um golpe igual do cavaleiro de Hércules. Felizmente o cara num guenta o tranco do golpe e me acerta com menos força. Ele pára exausto, começa a falar bobagens e eu aproveito pra nocauteá-lo de vez. Mas um cara com asas douradas me impede, diz que eu tenho que aprender mais sobre honra. É o Dário, cavaleiro de Sagitário. Vai me tirando a prova.

Medif e o cara da bandeira. Ficam correndo, o cara usa a bandeira pra se proteger de Medif, depois crava o mastro no chão e fica girando pra chutar Medif. Tapinhas depois Medif derruba o mastro cravando o mané no chão. Enquanto isso lá no nosso campo um adversário espancou todos que sobraram e pegou nossa bandeira. Dário olha pra Woltan e diz que como só tem um cara de cada lado sobrando e com a bandeira pode declarar empate né, então o cara que ninguém percebe aparece, lembrando que ele ainda tá lá também. Então a prova continua, aquele que levar a bandeira pro outro campo ganha. O outro cara acaba sendo mais rápido e perdemos. Fiquei sem minhas duas cocas, mas ganhei um mestre.

Dario de Sagitário - Meeeeu mestre

Uns pivetes morreram, outros só se arrebentaram, uns foram escolhidos como discípulos. Aldebaran [meu outro pj] escolheu aquele pivete da ilusão. Alexandre de Coroa Boreal pegou o Lobinho e mais um genérico. Takeshi pegou o cara do mastro e que tomou minha joelhada. O cara do golpão foi pro hércules. Hanna de Aquário pegou o tal César, o maninho que se esconde e o cara que pegou nossa bandeira. Bem, acho que foi isso.

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1º sessão de CdZ do Tib

21/01/2010

1º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib

Na verdade a mesa já teve várias sessões, mas eu entrei nessa com meu pj aspirante, o Faris. Estavam também, de cavaleiros, o Rodrigo com Takeshi (lembra dele?). Pri com Flora, a moça verde das plantas. O Seiya com Lucas. O Julio com Alexandre. De aspirantes o Marcelo com Medif, o Danizinho com Amenothep, e o Dib com o Max.

Takeshi trazia Amenothep do Egito pro Santuário. Aparentemente Amenothep tinha que entregar uma caixa e uns objetos místicos pra Mestra por ordem duma xamã fodona logo depois da aldeia ter sido destruída. Ambos correndo rapidão, mas Takeshi resolveu correr rápido demais carregando Amenothep e o atrito ralou todo o pobre Thep. Dias depois chegam no Santuário, Aldebaram os encontra por lá (meu outro pj) depois de sentir a mistiquice da encomenda. Despacha Takeshi e leva Thep pra trocar de roupa pra ser apresentado a Mestra. Aldebaram nota o símbolo de Touro na caixa. Vamos pra sala da Mestra. Devido umas tretas por aí o Santuário tá meio paranóico, então havia três cavaleiros de prata impedindo a passagem pelas doze casas até a mestra. Pega autorização com Claude até que nos levam até a casa de Aquário falar com Hanna, já que a Mestra tá indisponível. Hanna nos recebe, falamos abobrinhas e ela manda Aldebaram guardar a caixa e o moleque. Aldebaram guarda os dois na casa de Touro e fica queimando umas ervas deixando Thep locão.

Já o resto do povo… Lucas, Alexandre e Medif tão levando dois moribundos até a Mestra depois duma treta no Santuário. Chegam na escadaria e trombam os três cavaleiros de prata que os impedem de passar. Batem boca até que liberam Medif de passar já que é um mensageiro oficial ou algo assim, Lucas e Alexandre vão pra perto da prisão do cabo Sunion pra ninguém ver os moribundos com eles. Flora tá cuidando dum bonsai quando vê os dois, cola neles e Alexandre, que já tava incrivelmente estrupiado, tropeça pra morte mas ela o segura. Ficam conversando.

Max acorda todo preso sem saber onde está. Escuta gritaria aleatórias e sente água ao redor. Fica resmungando confuso até desmaiar algumas vezes, até que acorda um vez sentindo um abraço carinhoso e maternal e uma voz feminina dizendo que o sofrimento dele logo vai acabar.

Lucas, Flora e Alexandre sentem a presença momentânea de Athena nas prisões do cabo Sunion. Flora cria uns matos e guardam os moribundos lá. Impedem Alexandre de ir por ele já estar todo zuado, vão checar a prisão e encontram Max preso. Conversam, notam um cadáver fresquinho ali no canto, num entendem o que tá pegando, até que sentem um cosmo hostil se aproximando rápido.

Medif chega na sala de Hanna e passa o relatório da treta passada, e despachado de volta e no caminho pra encontrar seus camaradas no cabo percebe alguém vindo bem rápido na mesma direção. Ele dá passagem e gruda no vácuo do meliante. No cabo Alexandre tá de guarda e vê um cara de manto correndo pra lá, prepara seu golpe e desfere no intruso, mas erra. Flora aparece, o cara de manto dá um golpe igual de Alexandre no próprio mas Flora o tira do caminho.Lucas liberta Max e ambos vão pra treta.

Eu estou feliz e contente indo levar a marmita do guarda do cabo Sunion quando vejo a zona. Lá de longe já grito (escrotamente) perguntando o que tá pegando. O cara de manto pára de atacar por um momento abismado com minha falta de noção, logo tá todo mundo tretando. Pancadaria rola solta, o cara segura tudo e copia os ataques bons. Até que Flora joga umas plantas nele e ele converte o troço pra proteger ele. Alexandre dá um golpão com uma espada relampejante e empala o cidadão, mas não o suficiente pra matar. Eu atraio os ataques da planta protetora e o resto arrebenta o cara pela brecha aberta, empurrando-o na espada terminando de matar o cabra.

Odeio enfrentar mimicos

Tiramos o capuz e sacamos que o morto é o tal de Jacques, um discípulo do Woltan de Escorpião. Conversamos abobrinhas e nos separamos. Eu pego o cadáver do guardinha e chamo Medif pra apostar uma corrida, ele finge que aceita e eu saio correndo que nem otário. hehehe. Uns ficam cuidando do cabo, outros vão passear. Encontram Woltan no caminho, passam o que pegou, ele me dá esporros por carregar o morto correndo. Manda espalhar a notícia que vai rolar um teste-jogo pros aspiras arrumarem mestres. Espalho a notícia extorquindo coca-cola dos manés.