Archive for the ‘Changeling: The Lost’ Category

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3º sessão de Changeling do Felipe

25/02/2010

3º sessão de Changeling do Felipe

Schubert vai procurar seu papai no manicômio e acorda num quarto pequeno e simples. Uma enfermeira o chama pra sessão com o Dr. Ravenshaw. Ele vai seguindo pra entender o que tá pegando. Chega num escritório parrudo, todos nós sentados em círculo e o tal Ravenshaw, que seria o Rei do Outono, sentado na poltrona melhor. Detalhe que víamos uns aos outros em nossas formas humanas, sem nossos apetrechos feéricos.


Começamos como uma sessão de terapia em grupo, o Ravenshaw fica fazendo perguntas escrotas enquanto nós surtamos tentando entender o que tá pegando. Ele começa a explicar que somos vítimas de traumas e abusos e blablabla até que eu parto pra cima dele com um peso pra papel da mesa dele. Erro a cabeça dele e tem início a zona. Corro pra porta e arrasto o sofá pra bloqueá-la, Devi ajuda, Esquilinho vai pra cima do Ravenshaw mas Schubert a impede, Canarinho se esconde debaixo da mesa. Ravenshaw aperta o botão de emergência e os guarda/enfermeiros correm pra sala e começam a forçar a porta. Abrem até fácil e um tenta me acertar mas se embanana todo e consigo puxá-lo e fazer de refém. Discussões diversas, ameaço matar o cabra mas ele vem com uma seringa, empurro-o em cima dos outros guardas e passo por cima dele. Devi começa a levar borrachada até ser imobilizado. Corro até o portão do setor mas não consigo abrir. Os guardas batem como uma onda e me apagam.

Todos são despachados pra seus quartos. Canarinho e Julie ficam no mesmo e conversam pra entender o que rolou. Os insurgentes são apagados. No dia seguinte somos colocados na área de recreação, vários maluquinhos no lugar. Devi e Esquilinho bem dopados pra não causarem mais confusão. Já eu venho de cadeira de rodas e babando depois de uma pequena cirurgia na cabeça… Ficamos interagindo com os outros pacientes e tentando fazer algo mas num conseguimos muito. Somos voltados aos nossos quartos.

Esquilinho fica com uma maluquinha que fica lhe pentelhando sobre um maldito Arenque Vermelho. Schubert fica com um maluquinho paranóico que tenta arrancar a cara de Schubert com uma lâmina pra ver a verdadeira face dele. Os enfermeiros levam esse maluco e o devolvem babando. Ficamos tentando sair mas continuamos sem saída. No dia seguinte vamos pra mais uma sessão de terapia com Ravenshaw. Ele conta sobre nossos raptos e coisas que sofremos e nossas alucinações, explica tudinho pra nos convencer que somos malucos. A sessão termina sem mortes e voltamos pros quartos.

Durante a noite todos tem pesadelos fodas. Schubert vê algo sombrio e tentaculóide entrando em seu quarto, o troço tenta pegar o maluquinho que está com ele mas Schubert impede, então os tentáculos pentelham Schubert até conseguir levar o maluquinho, que nunca mais será visto. No dia seguinte somos levados pra área de recreação, conversamos pra juntar nos informações e especulamos sobre o que tá rolando. Aparentemente o tal Ravenshaw seria uma Fraude, uma cópia dos changelings que as fadas deixam no mundo quando raptam alguém. Ele estaria trabalhando prum tal Lord do Pavor e o sanatório serviria pra coletar medo e abrir um portal pra arcádia pro Pavorento se esbaldar.

O Lord do Pavor

Na próxima sessão de terapia vamos determinados a acabar com tudo. No meio do papo pulamos em cima do Ravenshaw e a treta começa. Eu consigo usar meu poderzinho de mudar de cara e assumo a aparência dele. O resto faz montinho nele, mas são uns ineptos na arte da violência. Ravenshaw tenta dialogar mas percebe que não vai adiantar, então diz que perdemos nossa oportunidade e vira um bichão tentaculóide maligno, e nesse momento voltamos a nossa forma feérica. Ele agarra Schubert e começa a estrangulá-lo, ajudo ele a escapar, Devi atira com seu arco, mó zona. Canarinho corre pra fora e encolhe no corredor, Julie corre também e finge que desmaia pra ser levada pelos enfermeiros. Mais pancadaria tentaculóide e o bichão começa a sentir as flechadas e ventinhos gelados de Devi. Resolve fugir virando um monte de folhas secas mas Devi o prende num vento que continua a machucá-lo. Ele volta a sua forma humana, eu aproveito e o estrangulo com a cadeira.

Não entendo essa fixação de criaturas malignas por tentáculos

Começa a fuçância pelo escritório, achamos nossas fichas e outras bobagens psiquiátricas. Schubert acha a ficha do pai dele, descobre que seu pai matou a réplica de Schubert e o resto da família e foi trancado por lá mas sumiu. Os guarda vem ver o que tá acontecendo na sala mas com a cara do Ravenshaw dispenso ele e mando levar Canarinho e Julie pros quartos delas. Embalamos o corpo ensanguentado de Ravenshaw, pegamos o celular dele. Acho o fone do cachorrão da corte do Verão, ligo e conto a zica toda, ele diz que vai mandar alguém. Diz pra acionar o agente dele que tá no sanatório, um negão enorme e catatônico vimos por lá. Diz pra passar a senha pra ele, “É hora da erupção”.

Começamos nossa fuga. Mando os guardas colocarem os pacientes numa van que vamos fazer um passeio terapêutico. Trancamos a sala e vou até o negão catatõnico. Passo pra ele a frase do Cachorrão, ele levanta e se mostra um ser de pedra com veios de lava e começa a pedalar os guardas. Então pega o bebedor e arrebenta a janela, pula e sai correndo, deixando todos guardas malucos e correndo loucamente atrás dos outros pacientes que também despirocaram. Nós saímos de van enquanto o local vai abaixo. Até levamos a maluquinho do arenque vermelho. Por fim contamos tudo que sabemos e nos preparamos pra deixar a cidade logo.

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2º sessão de Changeling: The Lost do Felipe

15/01/2010

2º sessão de Changeling: The Lost do Felipe

Meses se passaram desde a última sessão, nossos pjs se estabeleceram na cidade. Eu virei um vagabundo revoltado noturno sem corte. Devi num é mais indiano, é paquistanês, e trabalha num açougue. Montamos nosso Hollow com uma entrada do açougue, e vendemos frutas goblins pros vagabundos. Schubert, o Calebe, arrumou trampo no jornal sensacionalista local. Julie virou secretária no mesmo jornal, que é comandado por um cara da corte do outono. A canarinho montou uma banda emo e juntou uns fãs. A Esquilinho virou stripper e pole dancer.

Furry alguém?

Começamos com a Canarinho num show. Ela sobe no palco, os emos gritam, ela pega no microfone e toma um choque foda que dá um curto na casa toda. Ela fia machucada e reclama com o roadie, vai andando no escuro e bate a canela, coisas caem em cima dela, todo tipo de zica, até que ela vai pro hospital fazer uns curativos. A Esquilinho vai fazer uma dança no pole e o troço solta, ela cai de cabeça, vai saindo e zicas começam a rolar com ela também, até que depois de tanto ferimento vai pro hospital também.

Schubert é designado pra inventar maluquices pra colocar no jornal, depois é chamado na sala do August, o cara da corte do outono, que diz que tem notícias da família dele. Diz que a mãe e irmã dele foram assassinadas pelo pai dele pois ele achava que elas eram falsas assim como o filho dele que as fadas deixaram no lugar de Schubert. Não sabem o paradeiro do pai dele. Schubert vai cuidar de seus assuntos. Vai falar com Devi no açougue já que temos um esquema com as frutas goblins, Schubert dava um incentivo místico pras frutas crescerem rápido. Devi está no açougue atendendo uma velhinha aleatória, depois tromba Schubert e conversam abobrinhas. Ouvem uma freada e batida, vão na rua e a velhinha aleatória foi atropelada por um ônibus de dois andares. Conversam mais e resolvem ir pro Hollow até as frutas. Schubert pega o vaso e ele explode na mão dele. Devi vai ver o que aconteceu e escorrega no nada e bate a cabeça. Já ficam paranóicos.

Julie volta pra casa de carro quando o carro começa a dar problemas, começa a encher de fumaça, ela abre os vidros mas eles emperram na metade, ela se espreme e sai, caindo de bunda na rua, quando começa uma chuva torrencial, então vê uma figura toda mulambenta e macabra próximo dela, sou eu. Tiro ela do meio da rua, ficamos debaixo de um toldo, que rasga e cai um monte de água empoçada em mim, antes da armação toda voar. Então um raio cai numa árvore que a derruba em cima da gente, mas conseguimos evitar. Vamos saindo dali quando vejo um carro suspeito, mando Julie pro carro enquanto eu cerco pelo outro lado. No carro Julie vê a sósia dela que acelera e atropela Julie, eu atiro mas erro. Pego Julie e levo até um apartamento próximo em busca de ajuda mas sou recebido a balas. Levo ela então pro bar do Buldog. Chego lá, descarrego ela no balcão e aviso que tem alguma zica rolando com a gente. O homem de lata pega o carro pra levá-la pro hospital, eu deixo eles irem pra num fazer o carro capotar. Vou pro bar mas a porta emperra, fico lá fora na chuva e as lâmpadas estouram, fico quietinho encostado na parede tentando não morrer.

No hospital a Canario e a Esquilo se encontram, conversam sobre a zica, que continu acontecendo com coisas voando e a acertando ambas, e pessoas doentes e tudo mais. Canário liga pra Devi que vai pro hospital. Chega lá e mais conversas e dúvidas. Schubert vai pro jornal tentar falar com August, prefere ir de escada pra não zoar o elevador, quase cai na escada, quando chega no andar do jornal descobre que perdeu August por minutos, que o peagria se tivesse vindo de elevador. Liga pra August mas a ligação tá zuada, tenta passar o que tá pegando e depois vai pro hospital encontrar Devi.

Julie chega no hospital toda arrebentada e já começam as cirurgias, o homem de lata vai embora pra não ser pego pela zica. August chega e depois de muita conversa explica o que tá acontecendo. Ele pega um pêndulo e  chacoalha, diz que todos ali estão ligados por uma promessa feita antes de voltarem de Arcádia e que por estarmos separados e provavelmente descumprindo a promessa a zica tá rolando. E claro, com eu longe a zica continua. Diz que tem como ajudar a Julie antes que ela morra, pois se algum de nós morrer pode aumentar muito a zica. Diz que tem como fazermos uma promessa oferecendo glamour em troca da recuperação dela. Todos topam, fazem promessas bem fofinhas e ela começa a regenerar misticamente. Só que Schubert e a Esquilinho colocaram uns adendos a promessa, a de Schubert consistia em Julie lhe pagar um favor em até uma semana, e a da Esquilinho era de Julie lhe ser fiel em um momento de perigo. Poooorém Esquilinho inadvertidamente no meio da promessa usou Arcárdia e as Fadas como base pra promessa o que acabou alertando as Fadas. Legal né?

Na chuva, eu lá todo encolhido e aparecem uns punks pra me espancarem, eu retruco com ofensas a masculinidade deles e pureza de suas progenitoras. Deixo um deles, aparentemente o líder, especialmente irritado, e o chamo pra treta sozinho, ele vem e diz pra ninguém tocar em mim. Então eu dou um tiro de surpresa nele, matando-o. Os punks ficam confusos sobre o que fazer, eu continuo com a pose, eles apontam armas pra mim discutindo se atiram ou não, eu continuo poser dando a entender que eles podem ser fodas como eu se andarem comigo, então eles resolvem virar a minha gangue. Perguntam sobre vandalizar e tudo mais, e nisso chega o homem de lata, vou pegar as notícias sobre a Julie e ele me diz que tão todos lá e é melhor e ir também. Mando os punks irem arrumar grana pra mim e eles saem pra pilhar a vizinhança, enquanto isso vou pro hospital.

Agora posso delegar caos e destruição.

Chego lá, me explicam o que tá pegando, Julie já tá melhor, resolvemos ser um grupinho feliz e a zica termina. Ou não né, pois na saída do hospital aparece um cara e uns cinco metros dizendo que alguém ali jurou por ele e Arcárdia então ele veio cobrar. Eu e Devi saímos correndo loucamente pra lados opostos, quando abrimos alguma porta vamos parar no matagal que vai pra Arcádia, então voltamos e nos escondemos. O resto fica pra tentar conversar, mas a Fada num quer nem saber, manda todo mundo calar a boca e já quer levar todo mundo. O Fada diz que vai levar só a Esquilo que fez a promessa e a Julie que tava na outra ponta, o resto ele só ia matar. Então Schubert diz que ele num pode levar a Julie pois ela tem que cumprir um promessa feita pra ele também. Então a Fada fica cabreira por não se meter a forçar quebras de juramentos, pois isso pode dar uma zica foda. Então ele força eles a cumprirem a promessa ali mesmo. Como Julie tinha que ajudar a Esquilinho em um perigo, e a Fada era um perigo gigaaante então já tava tudo certo. Então a Fada manda Schubert cobrar o favor de Julie logo, mas ele se recusa, e a Fada diz que tem muitas maneiras de obrigar ele a fazer isso. Então Schubert pede que Julie o acompanhe numa jornada ao redor do mundo por um ano e um dia. A Fada fica putona com isso mas aceita, e diz que no final desse um ano e um dia vai voltar e levar todo mundo. Então se vai…

Senhor Fada, pra você.

Nos reunimos de novo, então vamos falar com o Bulldog sobre a treta toda, ele concorda em nos ajudar a sair dali, dá umas cartas e informações sobre umas comunas ali próximo pra gente passear até encontrar um jeito de nos livrar dessa encrenca. Diz também sobre uma Fada banida que mora ali perto e a gente pode conversar com ela já que ela é fodona e talz. Vamos lá e o tal Banido nos recebe, contamos a zica e ele manda voltarmos no dia seguinte que ele vai dar os termos dele pra ajuda. Voltamos pra resolver nossas pendengas em Londres antes de partir.

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1º sessão de Changeling: The Lost do Felipe

04/12/2009

1º sessão de Changeling: The Lost do Felipe

Depois de séculos o grupo ressuscita. Campanha rola em londres atual. Eu estou como Angus, um Beast mariposa bandidinho de segunda. O calebe tá com um Darkling jovenzinho. A Lívia com uma Beast esquilo. O Edgar com uma Beast canarinho. A Paula com Julie, uma Wizened secretária. E o Gilmar com Devi Gupta, um Elemental de ar indiano. Começamos dando uma sapeada no nosso sequestro.

Eu sou o terror que voa na noite...

A Canarinho começa em 1940 fugindo junto com trocentas pessoas. Ela novinha acaba separada da mãe e segue-a o quanto pode até ver só luz. Eu na década de 70 me meto num assalto a um trem, fico de batedor mas a neblina fica tão densa e a luz do trem fica estática e eu me apavoro e dou o alerta pros meus comparsas e saio correndo como combinado, caio numa rede e ouço alguém rindo e dizendo que capturou algo. O “Calebe” criancinha é colocado pra dormir por sua mamãezinha e no escuro ele nota que a porta do guarda-roupa está aberta. Ele engatinha e fecha bem rápido. Quando deita a porta está aberta novamente. Ele pula e acende a luz e tranca a porta. Volta pra cama e algo agarra seus pés e tudo fica escuro. Devi é um calouro nerd na universidade que vai casar em dois dias, é arrastado pro campo e amarrado num tronco enquanto os veteranos vão embora. Ele ouve coisas e é tomado por uma ventania que o joga longe, só lembra de gritos e dores e pessoas machucadas, e escuridão e umidade. Julie fica sabendo no trampo que seu pai ficou doente e não pode buscá-la, então ela volta sozinha de metrô. No caminho alguém a persegue mas ela corre e tromba num mendigo que pede uns trocados, ela recusa e ele a xinga e amaldiçoa, ela entra no metrô e a viagem demora muito mais que o esperado. A Esquilinha num lembra de nada.

Todos vemos uma luz e aparecemos num campo aberto com pés de trigo amassados no chão, Devi toma um tapão dum punk que grita com todos pra corrermos dali. Ao longe vemos um jipe com mais dois caras bem bizonhos e armados. O punk mete bala neles e saímos correndo. Vemos uns aos outros com nossas aparências bizarras. Ele diz pra corremos numa direção que teremos ajuda. Tiroteio rolando solto, sai dum buraco um cara meio toupeira e manda segui-lo que estaremos seguros. Entre isso e o tiroteio decidimos seguir o bicho estranho. Vou empurrando o povo pelo túnel quando preciso. Chegamos numa câmara com outros caminhos, o toupeira fica perdido e procura o caminho certo enquanto nos descabelamos. A Esquilinho é legal com o toupeira e ele dá umas secadas psicóticas nela.

Entra o punk maluco, enchemos ele de perguntas e ele explica que fomos raptados por fadas e voltamos pro mundo, diz que o povo que tava atirando era das cortes que vão nos zoar mas ele vai nos proteger. E que ele se chama Burning Jack Flag. Pergunto se ele tem outra arma, ele me dá. Dou um safanão no toupeira pra ele andar logo. Jack manda o topeira nos levar até o Velho Smith, então o toupeira acha o caminho.

Na dúvida siga o poser.

Chegamos numa cabana no meio do nada. Metade do grupo entra logo, o resto (eu incluso) fico paranóico lá fora. O povo que entra num vê nada até tomar um susto quando um monte de madeira se meche e revela ser uma pessoa, tem até um ninho com penas pretas nele. Ele diz que somos bem-vindos livres de acordos e pendências. Entramos o resto, junto com Jack. Mais perguntas afobadas sobre o que tá acontecendo. Jack pede pro Velho Smith de madeira abrigar a gente hoje livre de acordos e o velho topa, diz que tem uns quartos no andar de cima. Um povo sobe, eu mando tudo a merda e saio dali. Jack vai atrás me trazer de volta.

Velho Smith - Talvez nosso Yoda

Lá fora Burning Jack me pára e aponta a arma pra mim mandando eu voltar. Eu me aproximo e lentamente abaixo a arma dele. Conversamos e ele me convence a voltar, diz precisar de mim e blábláblá e por isso me deu a arma de presente [crianças, nunca aceita nada de uma fada]. Na volta eu ponho a arma na nuca dele e digo que a próxima vez que apontar uma arma pra mim ele morre. Ele diz preu tentar agora, eu aperto o gatilho e a arma falha, ele me derruba e põe a arma dele na minha cara. Diz a mesma coisa pra mim. Vamos emburrados de volta pra cabana.

Galera vai dormir, Jack vai embora. Julie começa a sonhar com Jack e outro cara normal, eles falam algo sobre acordos e sei lá o q mais. Eles notam ela no sonho e a espantam. Ela acorda e vai conversar com a Esquilinho, diz o que viu e que acha que o Jack tá aprontando uma. Canarinho foge pela janela quando ninguém está vendo. Então alguém esmurra a porta e manda abrir senão vai soprar e soprar e fazer coisas desagradáveis com o crânio dela. Devi vai ver o que tá pegando, então a porta explode com um baita ventão, parado lá está um cara meio lobo segurando a pobre canarinho pelo cangote. Devi instintivamente toma o controle do vento e o manda de volta no lobão, derrubando-o. Lá em cima eu tranco a porta pondo a cama pra escorar. “Calebe” pula pela janela e dá a volta pela casa pra ver o que tá rolando. O lobão entra na casa pra pegar a galera e a Canarinho chama um monte de pássaros que começam a bicá-lo e o afugentam. Vemos ele sumir correndo bem rápido dali.

Baaad dog

O velho Smith diz que aquilo era uma fada caçadora e que podemos pegar o carro dele pra tentar fugir, e logo depois entra num armário e some. Achamos a caminhonete mas ela num pega, fuçamos e o motor tá todo zoado. Jack aparece e diz pra ir com ele, a Esquilinho fica puta e manda ele jurar e vai levar a gente em segurança pra Londres. Ele reluta mas jura. Logo aparece um cara com uma caminhonete, aparentemente um humano normal todo empolgado. Subimos na caminhonete e vamos rapidão.

A Canarinho nota que o Lobão tá nos rodeando e perseguindo, dá uma direção e eu meto bala. Ela diz que acertei e o bicho parou. Chegamos num trigal, mais trigos derrubados no chão parecendo formar um desenho. O humano saltita feliz pelo campo. Jack anda cabisbaixo e pensativo. Mando ele dizer o que tá pegando e ele fica todo confuso, aparentemente fez algo que não devia e fica perdido, cai de joelhos soluçando. Dou uma bicuda na cara dele perguntando o que ele aprontou. Ele diz que o humano ali camarada dele era cheio da grana e sustentava as operações dele, só que o cara queria ser como nós e pra isso ele teria que ser levado por uma fada, então ele armou tudo isso pra fada vir, ele só num sabia que a gente iria vir junto né, e agora tava todo mundo lascado.

Uma luz e ventos e sons crescem atrás de nós, uns olham e vêem algo bizarro (que eu não sei o que era por que não olhei) e todos saem correndo. Todos seguimos o “Calebe” que parece saber pra onde vai. Eu sigo por outro caminho (obrigado, falha crítica) e a Esquilinho me segue. Vamos correndo pelo trigal que fica cada vez mais denso e obscuro.

Bem, eu num vi o que tava perseguindo a gente, mas imagino que era algo assim.

O povo que foi pelo caminho certo chega até uma área aberta onde encontram os manos do jipe que atiravam na gente. Tomam um enquadro e são revistados. Um dos caras tem mãos de brasas e o outro é todo espinhoso. Eles explicam que são das cortes e vieram ajudar e que Jack é um terrorista safado. [todos em coro agora: “Eu sabiiia!”] O povo diz o que aconteceu e onde está o resto do grupo. Os caras partem pra caça junto com Devi e “Calebe” pelo trigal denso.

Correndo pelo trigal trombamos com nosso querido amigo Lobão que muito chateado rosna pra gente. Dou-lhe uma bicuda, ele devolve uma garrada, a Esquilinho sai correndo, eu dou mais um tapão e ele afasta. Quando vai me dilacerar ou alguém gritando pra abaixar, abaixo e o Lobão toma uma trabucada bem dada na fuça. Burning Jack ao resgate. Ele diz que jurou levar a gente em segurança então vai ter que levar. Os caras das cortes aparecem e já apontam as armas pro Jack, ele diz que tá na paz e num quer encrenca. Os caras aceitam, e nessa o espinhudo é decapitado pelo Lobão. Voltamos pra pancadaria, pego a .12 do espinhudo, o povo mete bala nele, por fim enfio a o trabuco na boca dele e atiro, voando teco de fadinha pra todo lado.

Jack diz que agora a gente tá seguro e que já pode ir, achamos a Esquilinho e o brasinha da corte nos leva pra londres até um buteco onde o Rei do Verão fica. No pub encontramos um bartender Homem de Lata, e num escritório o tal rei, um cara meio Buldog (que eu não lembro o nome). Ele explica as coisas pra gente, diz que data estamos, quarenta anos pra mim e dois dias pra Devi, por exemplo. Conta das cortes e dos respectivos reis. Diz que nesse primeiro momento ele vai ajudar a gente a se estabelecer na sociedade e depois a gente resolve o que fazer. Diz que a primeira breja é por conta dele.

Direto da TV Colosso.

Eu saio dali e vou andar pela cidade, umas coisas mudaram bastante depois de quarenta anos fora. A canarinho enche a cara e cai de porre. Devi a leva pro quarto e lá encontram um cara todo de branco que chama eles pra Corte do Inverno. Julie vai pra casa dela e vê ela mesma saindo da casa e saindo de carro. Ela vai até a porta e atente um cara surpreso em ver Julie perguntando se ela esqueceu algo, então aparece uma menininha e agarra  a perna dela a chamando de mamãe. Ela fica confusa e vai embora. Vai no seu antigo emprego e encontra seus antigos colegas que se surpreendem com a visita dela pois ela tinha saído dali pra ganhar muito mais num trampo decente. Ela volta pra casa e entra pelos fundos derrubando um vaso. Então sua cópia aparece e diz que sabe de tudo sobre ela e que não vai permitir que ela destrua sua família. Ela chama a polícia e Julie sai correndo. Devi liga pras trocentas pessoas com sobrenome Gupta até achar o número da sua casa, lá atente outro Devi. Esquilinho e “Calebe” são apresentados ao povo da corte do Outono. E vamos seguindo nossas vidas miseráveis.

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2º sessão do live de Changeling do Eros

16/10/2009

2º sessão do live de Changeling The Lost do Eros

Continuação do live que rolou na RPGCon. Estou como Pilar, elemental de pedra sem corte que era uma coluna de sustentação. Temos duas cortes, do Dia e da Noite. Na do dia temos a Tata como Lily, uma Fairest Romancer patty colegial, o Dio como Pavão, um Fairest Policromático tiozinho, e Felipe como Krod (ou Curag para alguns), Ogro Gargantuan com um marretão. Na noite temos Fay como Hectori, Wizened conselheiro da rainha da Noite Luna, Natália como Katty, uma Beast oncinha, e a Bah com Barbie, Fairest patty gêmea da Katty e namorada do Krod, que é pai adotivo da Lily… ou algo assim…. É live com tamanho de mesa mesmo, então nem vem que num tem vaga.

A única coisa em comum nas cortes é que ninguém presta

A única coisa em comum nas cortes é que ninguém presta

Começo da primavera, todos changelings saindo de suas tocas depois de se esconderem por todo inverno com medo da Rainha Frígida do Gelo Gelado Congelante que sai pra caçar. É costume na noite do eclipse da lua as cortes fazerem um ritual de união entre as cortes, e serve também pra ver quais changelings ainda continuam vivos depois da caça da Rainha Frígida. Nesse a corte da Noite receberia a corte do Dia para que executassem o tal ritual. Todos reunidos na casa de Hectori para a celebração.

Nem sinal dos rei do Dia e rainha da Noite, ficamos conversando quando um pivete aparece se dizendo namorado da rainha Luna e que a dita o mandou pra lá. Ele começa a servir as pessoas compulsivamente, levantando suspeitas da galera. Tentamos fazer o mala parar de nos servir mas num dá, jantamos e de repente prendem o infeliz no armário pra parar de encher o saco. Ficamos discutindo essas bobagens até a hora do ritual.

Com a ausência do rei do Dia a corte do Dia resolve eleger um novo rei, Krod. Os Diaristas juram lealdade, Hectori intervém pra fazer o juramento decente e tudo mais, consertam o juramento e plim. Só que a corte da noite tá emputecida pela atitude no meio do ritual e fazem bico. Discutimos a treta e o povo se sossega e segue o ritual. Pedem pra eu que sou sem corte fazer a bagaça, eu que num manjo lhufas de nada. Digo umas palavrinhas aleatórias e acabamos o ritual. Dou umas pedrinhas de presentinho pra eles como recordação.
Sun_and_Moon_by_shadowgirl
Voltamos a festinha, até que descobrem que o pivete, que já tinha ganho o nome de Bob, tinha sumido. Uns vão procurar e quando voltam Barbie transmite um esporro da rainha Luna não aceitando nossas atitudes e como trataram o escravo dela. Discutimos mais abobrinhas e acabamos a noite numa balada aleatória.

Bem, mais as coisas secretinhas que rolaram né… huhuhuhuhu

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3º sessão de Changeling: The Lost da Laura

17/07/2009

3º sessão de Changeling: The Lost da Laura

Bem, eu faltei na última sessão. O que rolou foi que o mapa que o grupo tava seguindo na verdade era uma furada que só servia pra gente perder tempo e rodar pela Terra do Nunca pra desenvolver cada vez mais nosso lado fadinha. Descobriram que a maneira de voltar pra casa era voltando pro começo, ou seja, o castelo do maldito Peter Pan. O grupo descolou um barco e foi, parou numa vila pra fazer uns reparos.

Nosso camarada Zéfiro, um feral zebra, diz que precisa duma linha pra consertar a vela do barco e que lá pra frente nas pedras da praia uma mulher vende, junta a galera e vai lá comprar a linha. Eu fico no barco consertando coisas. O grupo chega nas pedras, uma caverninha, notam alguém lá dentro, entram lentamente e uma velha os atende. Ela fica os chamando pra dentro, mas o grupo reluta, ela diz que dará a linha se levarem o dinheiro até a mão dela, Ricardo, o feral Leão, dá a grana. A velha começa a tecer a linha e cantar, Ricardo fica meio abobado e começa a ser atraído pra velha que gruda nele e começa a sugar seu Glamour. Toda galera entra na treta até que pedalam a velha e pegam a linha.

Avisto um grande barco passando no horizonte, corro e boto o pânico em todo mundo, voltamos correndo, arrumamos o barco e quando estamos prontos pra partir aparece um bando de macaquinhos pentelhando próximo do barco. Ricardo os intimida e nosso ogro via pra cima deles. Os macaquinhos ficam amedrontados. Lá longe vemos uma menina meio macaca pulando e falando com os macaquinhos, reconheço Amélia. Vou até lá, o ogro mata um macaco e Amélia fica fula, tenta socar ele mas num rola, convenço ela a voltar pra casa com a gente e ela vem. Todos sobem no barco que já se movimentava menos eu que fico pendurado na borda. Amélia e os outros tentam me puxar mas o movimento e a água (os dados) dificultam. Então sou abocanhado por algo que deixa a tarefa cada vez mais difícil. Conseguem me puxar um pouco e vemos que tem uma ostra gigante me abocanhando, os manos sentam porrada nela e ela solta. Viajamos…

Chegamos até o castelo, uma puta neblina bloqueando tudo, pensamos no que fazer pra entrar no castelo e o Zéfiro propõe dele nos levar como prisioneiros e lá dentro soltar a gente. Obviamente não gostamos do plano mas acaba sendo a melhor opção. Somos levados até a maldita Wendy e o Zéfiro nos vende (fiodapuuuta!) cada um arrastado pra um canto.

Me jogam dentro de um cubo de vidro, tipo uma tupperware,  no meio duma biblioteca enoooooorme e colam uma etiqueta escrita “experiência 137” no vidro. Tento sair mas logo aparece a vaca da Wendy com seu troninho e uns góblins que me prendem e nocauteiam. Acordo numa mesa de cirurgia com os góblins me abrindo e fuçando, me botam pra dormir de novo. Acordo de volta no vidro, todo costurado. Tento chacoalhar o vidro mas minha poderosa compleição atlética não ajuda muito. Logo ouço outro barulho ali perto, outro mano do grupo que também tava nesse tipo de jaula. Resolvo analisar a jaula e vejo que é tudo colado e a tampa deve ser mais frágil. Subo e quando vou começar a balançar aparece o outro mano que tava preso e  me solta, diz que foi solto por Zéfiro. Corremos pra encontrar o resto do povo.

Amélia está presa numa gaiola vestida com um tutu rosa de bailarina, tenta se soltar mas não consegue. Depois aparece um mala com um chicote e tenta forçá-la a usar o tutu mas ela se recusa e toma umas chicotadas. Acorda com o tutu bem preso e na frente duma platéia. O apresentador fala com a platéia e todos riem, logo outra gaiola menor chega e tem um macaquinho com tutu preso, uma musica toca e ele dança mecanicamente. Amélia fica hipnotizada e dança também sem controle. Quando é guardada de volta no quartinho escuro ouve o chamado do Ricardo Leão, retorna o chamado com macaquices, alguém (num vi quem) solta ela e ela encontra o resto.

Isso sim é tortura.

Isso sim é tortura.

Todos corremos prum graaaande buraco no chão, todos pulam, eu tento escalar (sim, personagem muuuuito cuzão), tomo um tiro e caio. No fundo uma fonte, todos mergulham e saímos num matagal pelados. Vemos duas minas passeando, uma delas muito bêbada. Trazemos a mina pra nós, conversamos e ela revela também ser como nós, meio fadinhas, então nos ajuda com roupas e hospedagens em troca de histórias de Arcádia.

Próxima sessão: The boys are back in town..

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2º sessão de Changeling: The Lost da Laura

27/03/2009

2º sessão de Changeling: The Lost da Laura

Eu, Arabela e Amélia acampamos e quando acordamos notamos que toda nossa comida tinha sido roubada pelos macaquinhos malditos. seguimos viagem pegando frutas pelas árvores e bebendo água de coco. Até que encontramos um riacho. Fomos todos felizes beber água até que eu sou empurrado na água. Fico brigando com as meninas por terem me empurrado mas Arabela também é empurrada, havia mais alguém lá conosco.

Sai do riacho uma sereia (pj da Ivanoska) dizendo que não tínhamos permissão pra tomar a água de lá. Aparece também um ser feito de vento (Pj do Myka) brigando com a gente. Ficamos amendrontados e esperamos arrancarem nossas cabeças. Acabamos conversando e resolvendo a encrenca. Descobrimos que esse povo odeia Peter Pan.

Coisas bunitas de Changeling

Coisas bunitas de Changeling

A sereia oferece pra ficarmos na aldeia deles. O bicho-vento volta até a aldeia e checa se podemos ficar.

Durante a conversa contamos pra sereia sobre a existência de Torneiras no nosso mundo, ela fica toda empolgado e quer uma dessa pra poder tem água em todo lugar. Dizemos que se ajudar-nos a voltar pra casa arranjamos uma torneira pra ela. Contamos também sobre o rei-macacão que a gente trombou na sessão passada, aparentemente os arquiinimigos dessa aldeia.

O bicho-vento volta com um cara mal-encarado feito de gelo. Ele olha pra gente, nos analisa e diz que podemos ficar mas não podemos passar do primeiro nível. A serei mostra pra gente até onde fica o tal primeiro nível. Uma vilazinha cheia de gente estranha que olha torto pra gente. Depois arranja umas papas verdes nojentas pra comermos.

Coisas malvadas de Changeling

Coisas malvadas de Changeling

Depois a serei a e o bicho-vento voltam dizendo que vamos com eles pra averiguar a localização do tal rei-macacão e temos que ir pra podermos provar nosso valor pra aldeia. Vai eu e a Amélia.

Vamos seguindo o riacho num barquinho, cantando musiquinhas, até que a paisagem começa a ficar malvada e tenebrosa. O barquinho começa a ser puxado e somos tirados do barco, conseguimos nadar até a margem. Ficamos lá aterrorizados.

O bicho-vento vai checar a floresta ali perto. Nota que não tem vento na floresta. Depois de um tempo percebe que vem vindo alguéns. Fica na defensiva e espera pra fatiar quem aparecer.

Aparecem uns humanos (outros pjs) inclusive um com feições levemente felinas (Fionn). O bicho-vento o identifica como feral, seus arquiinimigos. Diz que os humanos podem passar menos o feral. Os manos desencanam do bicho-vento e prosseguem. Discutem um pouco, dizem que tão tentando ir pra casa e que tem um mapa, até que uma mina diz que é amiga do Peter Pan. O bicho-vento fica na fúria e fateia as penar da guria. Ao mesmo tempo todos ouvem um barulhão do rei-macacão se aproximando.

A sereia esconde a gente num carvalho e vai até a floresta. O feral taca uma lança fodona que pega no bicho-vento. O rei macacão aparece derrubando árvores e fazendo zona. O povo corre pro riacho.

Um dos humanos, Marcão, aparece, grudamos nele e ficamos nos protegendo. Vemos olhos pela floresta. Então ouvimos a sereia gritar pra corrermos. Saímos no pinote subindo o rio.

Na floresta, árvores começam a pegar o rei-macacão e fica tretando com ele. Todo mundo foge. O bicho-vento e a sereia voltam pra aldeia.

Combinamos com o Marcão de ir com eles pra casa. Ficamos de buscar a Arabela na aldeia e voltar. Depois de voltamos nos juntamos ao grupo, fazemos uma maca pra carregar a mina que perdeu as pernas, mas já estava se curando.

Daí a sereia aparece e resolve ir com a gente pra poder descolar uma torneira. hehehe

Olhamos o mapa, definimos um caminho e seguimos felizes e saltitantes.

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1º sessão de Changeling: The Lost da Laura

09/03/2009

1º sessão de Changeling: The Lost da Laura

É uma mesa que já vem rolando, mas eu entrei agora.
A mesa começa com a gente mortal ainda. Estou como Alberto, pivete de 10 anos, em São Paulo 1950.
Temos também Arabela e Amélia, ambas de 10 anos também. Mais uma galera que eu num encontrei em On e nem vi os turnos.

Começa com Arabela encontrando um garoto fuçando no seu quintal. Vai até ele e nota que ele mexia em algo no chão. Então o muleke sorri e sai correndo querendo que ela o siga. Curiosa, ela olha o que o muleke mexia e vê um buraco, muuuuito fundo. Então começa a correr atrás dele de camisola mesmo. Depois de correr muito param e conversam. Decidem continuar brincando. Depois de um tempo, com fome, o garoto puxa uma trouxa de comida e ambos comem. Ela lhe diz que não gosta de seu nome, mas ele lhe conta a história de uma princesa chamada Arabela e que seu castelo fica ali próximo. Chama-a para ir com ele até lá, ela topa, então uma fadinha aparece, joga um pó mágico sobre ela e os dois voam até o castelo.

Eu acordo depois de um sonho bem real sobre jogatina e como trapacear nas cartas (meu pai tem problemas com jogo, então tento lembrar o sonho pra ajudar ele). Na escola, um garoto está no meu lugar, amigavelmente digo pra ele que está no luagr errado e o direciono para outro. Passamos a conversar mais a partir de então, seu nome é João. Nós dois não lidamos com o resto da escola. Até que um dia ele propõe que o ajude com a matéria e que pagaria um lanche depois da aula. Mesmo com medo de demorar pra voltar pra casa e apanhar, vou. João tira sabe-lá-donde um monte de livro estranhos que as fihuras se mexem. Ficamos olhando os livros, e ele diz que há uma grande biblioteca ali perto que tem muuuitas coisas legais. Fico empolgado mas logo lembro que já deveria estar em casa, então marco com ele de volta amanhã e corro rapidão pra casa.

Quando chegou lá, cena típica, meu pai está batendo na minha mãe e meus irmãos estão se escondendo. Fico encolhido num canto esperando tudo passar, então quando meu pai começa a caçar os mulekes pra espancar eu vou até a porta, abro e fecho como se alguém tivesse saído. Meu pai vai gritando até a porta e fica lá vigiando por um tempo, suficiente pra molecada mudar de esconderijo.

Então meu pai pega uma menina que estava lá, só que eu não conheço a garota, possivelmente uma prima. Ele a tranca no banheiro e fica gritando. Depois de um tempo senta e fica vendo tv.

A menina começa a chorar e dar batidinhas na porta do banheiro pedindo pra sair, tento acalmá-la. Mamãe dá uns trocos pros irmãos mais velhos e mandam eles irem até o chaveiro arrumar uma cópia da chave pra tirar a menina do banheiro. Quando voltam meu pai já tá dormindo, tiramos ela do banheiro e ajeito um lugar pra ela dormir. Ela segura minha mão e ambos dormimos.

Acordamos numa casa estranha. Ela tá toda feliz por ter voltado pra casa e fica matraqueando o tempo todo. Não consigo descobrir onde diabos fomos parar, só que ela é irmã de um tal Peter Pan. Andamos por horas no que parece uma fazenda gigaaante, até chegarmos num lugar onde tá rolando uma baita festa, só com crianças. Mó zona, até gente se pendurando nos candelabros. Comida voando, música e diversão. Esqueço dos problemas e fico me divertindo também.

Depois de um tempo, num canto quieto, encontro uma menininha chamada Amélia. Conversamos sobre voltar pra casa e concordamos em tentar voltar juntos. Então Arabela cola junto e também entra pra gangue.

O tal Peter Pan aparece todo fanfarrão e faz mó zona.

Duma porta aparece uma garota entojada reclamando do barulho, Wendy. Ela volta pela porta, uns a seguem mas se perdem e voltam.

Eu e Amélia tentamos outra porta mas o Peter nos impede dizendo que não tem nada lá e nos afasta. Peter é o tal João de antes. Ficamos esperando Peter dormir pra podermos ir pela porta mas acabamos os 3 domindo antes.

Quando acordamos tudo está arrumadinho e uma mesa gigaaante cheia de comida está sendo preparada. Resolvemos sair dali e procurar um barco pra voltar pra casa. Enchemos os bolsos de comida pra mais tarde. Arabela pega uma toalha e faz uma megamochila e enche de rango. Só faltou o zíper.

Saímos pelo mato. Chegamos a praia. Macaquinhos começam a tacar coisas na gente. Eu corro, Amélia joga uma bolacha pra eles, então eles amontoam nela e começam a dançar, ela entra no embalo e dança com ele. [tipo Sid no Era do Gelo 2] Então o cara grandão aparece, cheio de aspectos gorilescos. Diz pra sumirmos do pedaço dele. Dizemos que queremos ir pra casa, ele diz que num dá. perguntamos de barcos e ele diz que tem o do capitão gancho, e ele come carne, e a gente cheira carne. Ele diz pra onde fica o tal capitão, então ficamos com medo e vamos pro outro lado.

Mas antes dou uns mergulhos por nunca ter nem visto a praia. A água me puxa pra mais fundo e por pouco não volto.

Andamos bastante até uma pedra enooorme. Amélia sobe nela e vê as redondezas. Decidimos fazer um abrigo lá pra passar a noite.

Sininho, bichinha ruim dos inferno.

Sininho, bichinha ruim dos inferno.