Archive for the ‘do Álvaro’ Category

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2º sessão de D&D do Alvaro

26/06/2009

2º sessão de D&D do Alvaro

Nessa sem o Leo, então paladinho Kolak no modo automático. Porém entrou o Leandro com um guerreiro humano armário chamado Valen (eu acho).

Na mansão de Lymon, o maguinho sem vergonha, nos aprontamos pra sair em missão. Arturius e Conan discutem com as mulheres que eles se enrolaram na noite passada, elas insistem em acompanhá-los na viagem, Conan dá uns berros e a mina dele afasta, Arturius é mais gentil e a dele também sossega. Sabedoria de Chapolim: “quando viajar, paz o que quer….”

Pegamos todas nossas tralhas, Lymon diz pronde temos que ir, um castelo dum aprendiz dele, onde receberemos as coisas necessárias pra completar a missão. Seguimos viajem tranquilamente até o castelinho. Chegamos, vamos pra taverna relaxar um pouco, mandamos o taverneiro tortinho enviar um pivete mensageiro até o mago aprendiz, Zacarias, avisando de nossa chegada. Depois que o pivete volta enrolamos mais um pouco e vamos pra reunião com o tal aprendiz.

Num outro canto do mundo o perdido Valen cavalga coincidentemente pro mesmo lugar. hehe. Tromba uns bandoleiros no caminho mas passeia em cima deles. Então encontra um tiozinho descansando no pé da montanha. Pára pra conversar, avisa o tio sobre a presença de bandoleiros. Conforme a conversa rola Valen começa a se sentir cansado e capota.

Valen acorda no escurinho, só de tanguinha. Ouve uma voz feminina com ele, a mina, Lisa, diz que também é prisioneira e mais uns blablás, acham a porta, forçam e saem.

Encontramos o tal Zacarias, maguinho padrão meio louquinho. Leva a gente por uns corredores escuros até uma sala. Diz que na sala podemos pegar apenas um item cada para ajudar nessa missão (mestre pão duro). Entramos e vemos um porrilhão de armas, armaduras, um teto feito de escudos. Ficamos fuçando e testando tudo, pergutamos sobre as propriedades das coisas que nos interessam, umas ele diz que num conseguiu identificar ainda. Depois de muito fuçar decidimos, Conan pega uma cota de malha de Mithril, eu um escudão gigante com um mega diamantão no centro, e Arturius pega uma espadona com símbolos do deus dele, Kord. Kolak pega algo também, mas num lembro o que.

Apenas mais um maguinho inifensivo, certo?

Apenas mais um maguinho inofensivo, certo?

Saio da sala esperando as moças terminarem de decidir, e encontro as três minas da outra cidade, sussurrando e nos procurando. Pego duas pelo colarinho e dou uma bela bronca nelas mandando elas embora pra casa. Elas vão. Nisso o Zacarias começa a ter uns tiques, diz que há mais alguém lá, que nós trouxemos alguém mais, os manos não fazem idéia do que ele tá falando e eu faço cara de tchururu. Zacarias começa a falar com voz de possuído, diz que teremos que dar a alma delas como pagamento pelos itens. Seu medalhão começa a brilhar bem forte e as coisas começam a tremer.

Valen e Lisa correm pelos corredores, trombam as minas pentelhas, seguem pra onde ouvem vozes discutindo. Chegam e me vêem na porta em posição de combate. Valen mostra que está lá, mando ele fugir mas ele fica, digo do capetão que apareceu ali e do perigo, ele diz que sabe dar uns tapas também, então jogo minha espada pra ele ter algo com que bater. Ele entra na treta.

Todos entram na treta, Conan pega um machadão misterioso ali do arsenal e arranca um talho do mago, do medalhão sai um jorro de fogo na lata de Conan, ferindo-o. Arturius puxa seu símbolo de Kord e começa a expurgar o mal no mago. O cara começa a tremer e evapora, caindo as tralhas dele. Tudo começa a cair, escudos do teto, tudo que tava pendurado, e mais umas pedronas. A galera aproveita pra pegar umas coisinhas a mais de brinde. Conam me joga uma marreta que eu tava namorando mas não consigo tirá-la da sala. Todos tentam sair com algo mas não conseguem, apenas um item pode ser tirado de lá (mestre pão duuuro).

Saímos correndo, quando chegamos lá fora tudo desaba e começa a pegar fogo. Os transeuntes fica todos eriçados, acham que nós somos responsáveis pela destruição de tudo. Valen entra no grupo, Lisa pede carona por achar que vão enforcá-la se continuar naquela cidade. Seguimos nosso caminho. Tchururuuu…

Paramos pra acampar perto de uma lagão, todos descansam, Lisa vai tomar banho, Conan safadão vai ajudá-la e Arturius vai pescar. Depois dum tempo a linha de Arturius é puxada bem forte, ele luta mas é puxado junto pra água. Comemoramos ao ver a vara dele ser arrastada pelos lago. Enquanto ele sai da água reclamando é enrolado por algo na água e começa a ser arrastado pro meio do lago. Aiai…

Corro pra ajudar, tomo minha poção de respirar na água e entro loucamente no lago. Conan tira Lisa do lago e pega sua arma. Valen amarra uma corda numa árvore. Arturius está sendo chacoalhado pelo ar por um tentáculão, vejo debaixo d água que é uma lombriga gigante. Começo a bater nela, Arturius invoca um baiacu atroz celestial que entra na treta também. Logo Conan entra na treta. Tento agarrar a lombrigona e tirá-la da água mas é muito lisa e acabo caindo de bunda. Depois de uns tapas Arturius é solto, um redemoinho começa a na água, todos saem, menos eu que continuo atrás do bicho. Vejo a lombriga e o Baiacu se pegando, desço espadada na coisa e ela morre. Puxo ela pra fora. Conan pega uns souvenires da lombriga, fatio a danada e jogamos os pedacinhos na água pros peixinhos comerem. Nos aprumamos e seguimos viajem.

Hoje minhocas atrozes, amanhã dragões!!!

Hoje minhocas atrozes, amanhã dragões!!!

Passamos por uma cidadezinha, lá encontramos um tio meu que é o chefe da guarda, ficamos conversando um tempão. Passamos a noite de boa, no dia seguinte deixamos Lisa com meu tio pra ela trabalhar como faxineira na casa dele e nos deixar em paz.

Chegamos à montanha, vamos subindo, vemos coisas estranhas voando lá no alto. Vamos subindo, achamos várias carcaças de bichos apodrecendo no caminho, pego uns pedaços e penduro em mim pra afastar animais. Logo um bicho lagartóide aparece, um Wyvern, mas não fazemos idéia do que diacho é aquilo. Socamos o bicho, e mais uns deles no caminho até os itens que viemos buscar, Conan se enche de souvenires, chegamos na sala dos tais itens.

Wyvern - dragão paraguaio

Wyvern - dragão paraguaio

Vemos muitos desenhos nas paredes, inscrições ameaçadoras, e no centro uma mesa. Na mesa vemos uma espada, uma bola de luz  e uns dados saltitantes. Há algo escrito sobre só aqueles de coração bom e blábláblá, pego os itens e vamos saindo. Deixo a espada com Arturius e os dados com Conan. Conforme seguimos começo a ouvir uma voz me alertando sobre a safadeza alheia e pra tomar cuidado com meus amigos traidores. Fico todo paranóico. Num momento Arturius e Valen discutem sobre a espada, a voz aproveita pra me deixar mais paranóico. Dou bronca nos dois e seguimos viagem até o palácio geladinho onde vamos trombar Lymon. Chegamos ao palácio gelado, uma ponte de gelo sobre um abismão. Achamos Lymon, perguntamos sobre a zica do aprendiz dele mas ele diz não saber de nada. (muuuuito desconfiados em off) Entregamos os itens, ele diz que vai começar um ritual maluco e a gente pode assistir. Hora do CG.

Energias místicas vazando pra todo lado, puta show de luzes. Logo (como esperávamos em off) ele começa a falar com voz de possuído, coisas começam a sair do gelo, ele diz pras coisas saírem e se banquetearem com as míseras vidas deste mundo e mais coisinhas malvadas em geral. Tentamos nos mover mas não conseguimos. Logo um porrilhão de dragões começam a sair das luzes e voar pra longe. O mega dragão arroz-de-festa Tiamat aparece e também vai passear. Lymon diz que como recompensa por nossa burrice vai permitir que vivamos, só que ficaremos presos ali no gelo relembrando todos nossos erros. Ooopz…

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1º sessão de D&D do Alvaro

08/05/2009

1º sessão de D&D do Alvaro

4º nível. Eu tô como Boulder, elfo da floresta guerreiro brutamontes com um escudão que só falta ter uma maçaneta. Temos o Danizinho como Arturius, humano clérigo de Kord, deus da sorte. Foice como Conan, humano bárbaro. E o Leo como Kolak (ou era Kalok?), meio-orc paladino de heironeous.

Começamos numa cidadezinha, havíamos sido contratados junto com mais uns 20 caras pra proteger a cidade que andava sendo atacada por bandidos. Nosso contratante tinha sumido há um mês já. Era noite, chovia, só havia sobrado nós Pjs e uns 10 caras. Descansávamos numa casa abandonada caindo aos pedaços. Todo mundo tenso por não saber o que diabos tava acontecendo.

Durante a noite ouvimos barulho lá fora, no andar de cima da casa. Vou checar enquanto o resto da galera se prepara pra pancadaria. Noto um barulho e alguém passando so lado de fora. Faço um buraco com um murro pra ver o que é. Um raio ilumina tudo lá fora, vejo um mané olhando pelo buraco surpreso. Enfio a mãozona pelo buraco e puxo o safado prendendo a cabeça dele. Arrebento o resto da parede e puxo o cara já jogando ele pra galera socar.

O cara aterrisa no meio do povo que já faz montinho nele. Noto que há mais caras quase na porta, aviso o povo. Vários manés entram, bárbaros vestindo peles e armas grandes. Começa a pancadaria.

Conan puxa a corrente que segura a lamparina e enrola na mão. Um mané tenta acertá-lo mas passa direto, então Conan desce a correntada no mané, a lamparina pega no cara que flamba imediatamente. Cai uns tecos de fogo pelo chão e começam a incendiar a casa. (clássico Foice…)

Kolak e Arturius, e mais o resto dos guerreiros ficam surrando os manés. Lá em cima eu vigio lá fora procurando mais atacantes ou qualquer outra coisa.

Um mané aparece do nada lá fora e tenta me acertar, mas erra. Dou uma escudada nele pra mandar ele pra baixo mas ele aguenta o tranco. Ainda tenta me bater mas continua errando. Dou mais um tranco e arremsso o cara, que se estabaca lá em baixo.

Na treta o fogo começa a se alastrar. Nossos amiguinhos começam a morrer. Pjs sentam porrada.

Lá em cima eu olho mais 3 manés se aproximando da casa. Pulo lá de cima com meus escudão cheio dos espinhos pra baixo dando uma de surfista e aterrizo em cima de dois manés, pregando-os no chão (adoro ser brick hehehe). Dou uma grunhida e o terceiro se borra todo. Mando se render e ajoelhar. Ele Obedece. Pego-o pelo cangote e enfrego a cara na parede tentando tirar informações.

Lá na treta só os pjs ainda tão vivos, mas tão levando de boa.

Um cara montado num cavalo aparece lá fora, identifico como o líder. O cara toca uma corneta. Libero o carinha que eu tava interrogando e tento chamar o líder pra porrada mas ele ri e sai fora.

Lá dentro os manés começam a bater em retirada. Dou a volta na casa e bloqueio a saída de alguns. Os manos matam o resto, pegamos dois pra interrogar. A casa toda pega fogo.

No interrogatório separamos os caras. Eu e Conan fazemos o good cop/bad cop. Conan fica tentando estraçalhar o carinha enquanto eu sou legal e converso de boa. O cara fala onde fica o esconderijo, numas cavernas ali perto, diz que queriam só mantimentos e que essa terra pertence a eles. Não conseguimos muita coisa útil dele.

O outro cara é interrogado por Kolak. Conan corta fora os dedos do cara. Kolak cura ele. O cara revela a mesma coisa só que é mais forgado, ofende o deus do Kolak. Ele arrebenta a mandibula do mané e Conan o empala por trás. Kolak dá a extremunção.

Levo o meliante vivo pra cadeia e mostro pro xerife. Mostro que são só humanos e toda a info que conseguimos. Falo pra tratarem o meliante com misericórdia e aconselho juntarem a cidade e decidirem o que fazer pois só restaram 4 guerreiros e tem mais um monte bandido. Se formos atrás deles a cidade fica desprotegida e se esperarmos o próximo ataque pode não adiantar muito. Aconselho partirem dali pruma terra mais amigável. Digo pra ele pegar os equipamentos dos caras que morreram pra não cair nas mãos dos bandidos. O xerife fica de falar com o conselho.

Descobrimos que a cidade foi saqueada durante o ataque, a treta foi só pra nos distrair mesmo. Ficamos esperando a cidade dicidir mas ficam enrolando. Notamos barulhos de vários cavalos se aproximando. Vemos uma galera gigante vindo.

Nos preparamos pra pancadaria de novo. Eu e Conan armamos uma emboscada na entrada de cidade pra derrubar os cavaleiros. Arturius e Kolak ficam servindo de isca. Porém notamos ser o cara que nos contratou e mais guerreiros, uns 50.

A guerreirada entra na cidade e vai dispersando. Contamos pro cara o que aconteceu e pegamos nosso pagamento. Ele diz que tem outro trampo pra gente e que a cidade será cuidada pelos caras que ele trouxe.

Partimos com ele. No caminho ele diz que tem uma zica bem grande pra acontecer e que temos que resolver.

Paramos um momento pra descansar. Conam dorme, Arturius vai pescar. O cara, Lymon (eu acho) joga uns pozinhos na fogueira e faz umas luzes. Questionamos e ele diz ser alquimia. O tempo passa. Notamos coisas grandes se aproximando rápido. Alertamos os distraídos e esperamos.

Vemos dois javalis gigantes se aproximando. Jogo uns estrepes no caminho deles pra atrasar, funciona com um deles. O outro passa direto e ataca Kolak com uma bela presada. Kolak segura na presa do bicho e fica batendo. Eu consigo bloquear o ataque e desço marretada nos bicho. Conan e Arturius ainda meio surpresos correm pra briga.

Suprimento de Bacon pra sempre.

Suprimento de Bacon pra sempre.

Eu e Kolak continuamos batendo, Conan pula em cima dum dos bichos e fica atacando-o de cima. Arturius usa uma magia e me faz crescer, distribuo marretadas loucamente. Um javali desfere um puta golpão em Kolak mandando-o longe quase pra outra vida. Arturius corre pra curá-lo.

Um javali cai, fazemos montinho no restante. Tomo uma bordoada que me manda longe. Arturius também toma uma. Conan pula no bicho e consegue finalizar a treta. Curamos-nos e vemos que Lymon ficou ali perto só olhando a treta toda.
Suspeitamos que ele que trouxe esses bichos pra nos testar, mas desencanamos. Seguimos viagem.

Chegamos em outra cidade, vamos pra casa do Lymon, uma puta mansão. Somos recebidos por uma gostosona. Lymon deixa a gente relaxar um tempo pra depois conversarmos.

Conan pede um banho. Duas minas preparam pra ele que aproveita e seduz as minas, fica lá procriando.

Kolak também via tomar banho mas sozinho.

Eu e arturius nos empanturramos de comidas diversas e muito boas.

Arturius vai pro quarto e começa a converter uma serva. A serva joga charme e acaba levando o pobre clérigo pra cama.

Kolak e eu nos trombamos, ele pede preu arrumar a placa peitoral da armadura dele. Pego-a e vou passear pela cidade. Fico na forja arrumando a placa e depois vou pra taverna. Tudo tranquilo e volto pra mansão.

Conan e Kolak conversam com Lymom. Ele explica sobre a zica que vai acontecer, algo relacionado com uns deuses e objetos. Diz que temos que pegar esses objetos. Chego, me passam as infos. Depois Arturius chega e passamos pra ele também. Ficamos de caçar os objetos no dia seguinte.